quinta-feira, 27 de março de 2014

Projeto analisará itens de avaliações para uso pedagógico

Os itens das avaliações de larga escala da educação básica aplicadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anisio Teixeira (Inep), como a Prova Brasil, serão analisados e os resultados disseminados para aplicação com objetivo pedagógico nas escolas. É o que prevê acordo de cooperação técnica assinado nesta quarta-feira, 26, entre o Inep, o movimento Todos Pela Educação e a Associação Brasileira de Avaliação Educacional (Abave). A iniciativa dá início ao Projeto Devolutivas Pedagógicas de Avaliações de Larga Escala da Educação Básica, que terá duração de um ano.

Ao Inep caberá a coordenação, supervisão e fiscalização dos objetivos do acordo. Além disso, o instituto deve fornecer os itens utilizados nas avaliações para análises que serão realizadas pelos parceiros do projeto. A proposta do acordo é que os itens sejam analisados e, posteriormente, franqueados à sociedade com a indicação dos conhecimentos que o estudante precisa ter adquirido para respondê-los corretamente.

“O item contém informações preciosas sobre o aprendizado do aluno”, explica o presidente do Inep, Chico Soares. “Devolver esta informação ao professor é algo que o sistema de avaliação precisa fazer, e o fará, por meio do Inep.” 

Entre os compromissos do Todos pela Educação está o apoio na organização de seminários e debates, para divulgar os resultados das pesquisas desenvolvidas. Já à Abave compete o apoio técnico.

O acordo foi assinado pelos representantes das três instituições durante a solenidade de posse da nova diretoria da Abave, que ocorreu no Rio de Janeiro, nesta quarta-feira. O atual diretor presidente da associação, o matemático Ruben Klein, permanecerá no cargo por mais dois anos. 

Danilo Almeida

http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=20334

História e cultura africana e afro-brasileira na educação infantil

O livro é uma ferramenta fundamental e disponibiliza tanto para os professores responsáveis e compromissados com a educação da primeira infância quanto para os interessados de modo geral em uma educação e em um país justo e igualitário, conteúdos sólidos para a formação e o conhecimento sobre a riqueza, as diferenças e a diversidade da história e da cultura africana e suas influências na história e na cultura do povo brasileiro, em especial, da população afro-brasileira. Por meio dos projetos pedagógicos presentes na publicação, os(as) professores(as), a comunidade e os demais profissionais envolvidos com a história, a vida e a educação das crianças, poderão construir atividades e desenvolver práticas pedagógicas promotoras da igualdade étnico-racial.

Brasília: MEC, UFSCar, 2014.

http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/about-this-office/single-view/news/historia_e_cultura_africana_e_afro_brasileira_na_educacao_infantil/#.UzM5zKhdXN0

Escola barra aluna que raspou o cabelo em apoio a amiga com câncer nos EUA

Kamryn Renfro raspou o cabelo
em apoio a amiga com câncer
Do UOL, em São Paulo
Kamryn Renfro, 9, foi proibida de entrar na escola Caprock Academy, Colorado (EUA), depois que apareceu com a cabeça raspada. A estudante cortou os cabelos em apoio à sua amiga Delaney Clements, 11, que está com câncer e perdeu os cabelos durante a quimioterapia.
"Eu senti que era a coisa certa a fazer", disse a garota ao site norte-americano "Today". As duas meninas são de escolas diferentes, mas Kamryn não queria que Delaney se sentisse sozinha.
Os funcionários que barraram a estudante alegaram que ela havia quebrado o código de vestimenta da instituição.
Segundo informações do portal "Daily Mail",  a escola disse que ela não poderia voltar para as aulas até ela colocar uma peruca ou que seu cabelo crescesse. Jamie Renfro, mãe de Kamryn, enviou um e-mail para a Caprock Academy explicando o motivo da filha ter raspado a cabeça, mas os administradores disseram não poder abrir exceções.
Nessa terça-feira (25), o conselho da escola decidiu aceitar o retorno de Kamryn às aulas
Jamie Olson Renfro abraça e beija sua filha Kamryn, 9, depois da decisão da escola Caprock Academy que aceitou que a jovem voltasse às aulas




http://educacao.uol.com.br/noticias/2014/03/26/escola-barra-aluna-que-raspou-o-cabelo-em-apoio-a-amiga-com-cancer-nos-eua.htm

Projeto leva escolas digitais a comunidades africanas




Os Hubs são equipados com softwares educacionais e podem linkar crianças e adultos com mentores virtuais e  prover recursos para professores incrementarem suas aulas
Foto: Tom-Saater / Project Hello World / Divulgação

Comunidades constroem seus computadores e aprendem como a internet pode ajudá-las a encontrar soluções para seus problemas


Cartola - Agência de Conteúdo - Especial para o TerraCartola - Agência de Conteúdo - Especial para o Terra


Nigéria está situada na África Ocidental, e a cidade de Suleja fica no centro do país onde 46% das pessoas vivem abaixo da linha da pobreza. Geograficamente, a cidade está lá, mas, mesmo assim, parte da população se sente fora do mapa. Ainda que, segundo informações da União Internacional de Telecomunicações, a porcentagem de indivíduos que usam a internet tenha chegado a 32,88% no país em 2012 - índice relativamente alto no continente africano - muitos seguem distantes desse mundo.
Foi nesse contexto que nasceu o Projects For All (Projetos para Todos, em tradução livre). “Em vez de jogar soluções para as comunidades, nós acreditamos que é mais sábio perguntar a eles do que precisam, quais acreditam ser seus problemas e como gostariam de resolvê-los”, explica Katrin Macmillan, fundadora da organização, que abriga diversos projetos que visam ao empoderamento, com base na tecnologia e na educaç&atildd;o.
A britânica participou no começo de março do SXSW, festival de música, filmes e conferências interativas que acontece anualmente em Austin, nos Estados Unidos. Foi o lançamento oficial do Projeto Hello World, iniciativa que busca levar acesso à internet e educação digital a comunidades africanas. Os Hello Hubs são estações conectadas à internet que funcionam com energia solar. Os computadores executam softwares educacionais e estão equipados com câmeras, além de ter habilidade para rodar estações de rádio das comunidades. “É nosso projeto mais ambicioso, que tem o potencial de afetar mais vidas. Ele é realmente multiplicador e contempla nossos princípios de um modo prático e respeitoso”, diz Katrin.
Os primeiros Hello Hubs foram instalados justamente em Suleja, onde se espera que atendam a mais de 2 mil crianças e adultos nos próximos cinco anos. Na cidade, parte da África subsariana, região onde 134 milhões de jovens nunca foram à escola, já não é incomum ver os pequenos brincando em programas de ciência e matemática, dividindo a tela de um computador com outros tantos. A ideia é que as comunidades participem de todo o processo de instalação e sejam capacitadas para gerir sozinhas o uso das estações. “A possibilidade de contar sua história para o mundo através dos Hello Hubs e assim ter uma ‘certidão de nascimento digital’ e poder compartilhar histórias fazendo sua comunidade visível e parte da conversação global, isso é significativo”, avalia Katrin.
O primeiro contato da britânica com a África começou cedo: quando criança, viveu no continente com o pai, sul-africano. Mudou-se para a Nigéria para trabalhar - queria saber como o setor privado poderia influenciar o desenvolvimento em um país que abriga um quarto da pobreza extrema do continente. Ficou no país por três anos e, depois, foi para a Etiópia. Morou nos Estados Unidos e, hoje, está de volta ao Reino Unido. Ela fundou o Projects for All em 2013, para reunir e formalizar os muitos projetos que desenvolvia. A organização não tem fins lucrativos e funciona exclusivamente com doações. Mais informações estão disponíveis no site do projeto, no YouTube e na página no Facebook.
Clique no link abaixo para acessar a entrevista com Katrin Macmillan:

http://noticias.terra.com.br/educacao/projeto-leva-escolas-digitais-a-comunidades-africanas,8ff784f6902e4410VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html

OCDE pretende reformular o PISA

Para Dirk Van Damme, chefe do departamento de Educação da OCDE, ainda faltam critérios técnicos para medir competências socioemocionais na prova

Fonte: Valor Econômico (SP)
Na esteira das discussões sobre a limitação das atuais avaliações que medem a qualidade do Ensino e a necessidade de se criar indicadores para verificar o impacto na Educação de competências não cognitivas ou socioemocionais - como responsabilidade, cooperação, disciplina e persistência -, a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) pretende reformular o seu Pisa (Programme for International Student Assessment).


Realizada a cada três anos em mais de 60 países, inclusive no Brasil, a prova é a ferramenta de mais larga escala do mundo para aferir conhecimento de Alunos da Educação básica de Escolas públicas e privadas.
Durante participação, ontem, no "Fórum Internacional de Políticas Públicas - Educar para as competências do século XXI", organizado pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Instituto Ayrton Senna em São Paulo, o chefe do departamento de Educação da OCDE, Dirk Van Damme, disse ao Valor que ainda faltam critérios técnicos para medir competências socioemocionais na prova do Pisa, mas que para a edição de 2015 os Alunos também serão avaliados por exercícios de resolução de problemas, além dos tradicionais testes de língua, matemática e ciência. Para a edição do exame de 2018, a área técnica da OCDE estuda incluir outras duas habilidades: cidadania e trabalho em equipe.
"Estamos interessados em expandir as três tradicionais variáveis de avaliação do Pisa. Vamos dar notas para essas novas habilidades, assim como nos testes de línguas, contas e ciências. Nosso trabalho é fazer com que essas novidades sejam mensuráveis e contribuam para identificar problemas e estimular políticas educacionais", comentou Van Damme.

http://www.todospelaeducacao.org.br/comunicacao-e-midia/educacao-na-midia/29883/ocde-pretende-reformular-a-prova-do-pisa/

quarta-feira, 26 de março de 2014

Passeata de estudantes em Brasília pede aprovação do PNE























Ana Cristina Campos
Da Agência Brasil
Cerca de 2 mil estudantes fizeram uma passeata na Esplanada dos Ministérios na manhã de hoje (26). Eles saíram do Museu da República, por volta das 10h30, e seguiram com destino ao gramado do Congresso Nacional.
A marcha foi liderada pela União Nacional dos Estudantes (UNE) e pela União Brasileira de Estudantes Secundaristas (Ubes) e faz parte da Jornada de Lutas da Juventude que começa nesta quarta . Os estudantes querem pressionar os deputados pela aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE), que tramita na Câmara dos Deputados, e querem a destinação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para a educação.
Segundo a presidenta da UNE, Vic Barros, são necessários avanços nos investimentos destinados ao  ensino público brasileiro.
Os estudantes chegaram a ocupar três das seis faixas do Eixo Monumental, pista que passa em frente aos ministérios. Policiais acompanharam os manifestantes e um grande engarrafamento tomou conta da via.
Segundo o tenente-coronel Lucio Cesar Costa Marques, comandante da operação, cerca de 700 polícias foram destacados para acompanhar a manifestação. A previsão inicial era que 12 mil manifestantes ocupassem a Esplanada dos Ministérios.

http://educacao.uol.com.br/noticias/2014/03/26/passeata-de-estudantes-em-brasilia-pede-aprovacao-do-pne.htm

Sem recreio, linha montessoriana está em 27 escolas do País

Maria Montessori 
(Chiaravalle, 31 de agosto de 1870 — Noordwijk aan Zee, Países Baixos, 6 de maio de 1952) 
foi uma educadora, médica,católica, pedagogista e feminista italiana
A estante decorada por dezenas de objetos coloridos é o que atrai a criança, procurando um brinquedo – e uma lição, inconscientemente. Ela pega uma caixa com materiais dourados que ensinam matemática. E, assim como seus colegas de escola, passa a contar, sem números ou desenhos. Tem na mão apenas algumas peças amarelas, que, conforme a quantidade, ela vai aprendendo a chamar de “um”, “dez” ou “cem”. O professor passeia pelo local, indo de criança em criança. Em suas mãos, não há nenhum giz – também não é preciso, onde está o quadro-negro? Mas o lugar é uma escola. Ainda que, definitivamente, essa não seja uma escola tradicional.
Cenas parecidas com essa acontecem em instituições de ensino que seguem o método pedagógico montessoriano. Idealizado pela médica e educadora Maria Montessori no início do século XX, a linha alternativa é adotada por 27 escolas brasileiras, em dez Estados, segundo cadastro na Organização Montessori do Brasil. “O método montessoriano tem ênfase na individualidade. Vai além do acúmulo de informações dos métodos tradicionais”, afirma Paty Fonte, educadora especialista em pedagogia de projetos.
A pedagogia Montessori é desenvolvida, sobretudo, na educação infantil, até o 5º ano. As turmas são divididas em faixas etárias e devem ser compostas por até 20 alunos. Além disso, defende a autodisciplina das crianças, que é incentivada pelo contato prático com materiais didáticos. Segundo Paty, o sistema montessoriano foi revolucionário por dar liberdade às crianças de escolherem o que aprender e qual atividade fazer.
As salas também foram inovações na época – são repletas de objetos com funções educativas específicas e adequadas ao tamanho dos alunos.
Paty destaca algumas pequenas atividades do sistema. “Nas aulas, os alunos têm que guardar o material, saber a hora certa de pegar o do colega. Em escolas clássicas montessorianas, as crianças fazem seu lanche, limpam o que usam. Há aulas sobre meio ambiente, higiene. Isso é uma preparação para a vida”, afirma. A educadora conta que geralmente não há horários de recreio, com o objetivo de fazer a criança entender que não há diferença entre os momentos de lazer e aprendizado.
A formação dos docentes configura outro avanço conquistado pela metodologia, de acordo com Gilza Maria Zauhy Garms, professora da faculdade de educação da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP). Para lecionar em escolas montessorianas, os docentes devem fazer cursos específicos. “Os objetos didáticos são próprios da linha montessoriana. Eles precisam conhecer cada material, como usá-los e para que servem”, explica.
Por permitir ao aluno escolher as atividades escolares, cabe ao professor guiá-lo e evitar disparidades entre as áreas de conhecimento. “O professor não impõe, não dá nenhum conhecimento pronto. Eles precisam orientar e desafiar o aluno para que aprendam o adequado”, relata Paty. Os casos de indisciplina não são comuns, conforme ela. “Mas não há castigos, assim como não há prêmios. O aluno muda ao perceber que está se prejudicando e não acompanha o ritmo da turma”.
Dayse Canano, diretora da escola montessoriana Petra, no Rio de Janeiro, acredita que o método reconhece as “diferentes inteligências” das crianças, o que pode não acontecer em escolas tradicionais. “Há alunos que têm mais aptidão na área motora, por exemplo, e esse potencial deve ser observado e explorado. A inteligência é definida como ‘a maneira como se resolvem problemas’. Essas maneiras não são iguais para todos”, diz.
A forma de avaliação mais comum se dá pela observação diária e individual. Ao final de cada etapa, os professores apresentam relatórios de avanço que dizem se a criança está apta para o próximo nível.
Continue lendo:
http://noticias.terra.com.br/educacao/sem-recreio-linha-montessoriana-esta-em-27-escolas-do-pais,de0e6e1e089f4410VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html

Abertas inscrições de concurso de vídeos de curta metragem

Estão abertas as inscrições para a segunda edição do Prêmio Curta Histórias, concurso de vídeos de curta metragem para estudantes da educação básica da rede pública de ensino. Nesta edição os vídeos terão como tema personalidades negras e os vídeos podem ser inscritos até 25 de abril.
O concurso valoriza a educação para as relações étnico-raciais e tem como objetivo incentivar novos talentos e estimular o desenvolvimento das atividades pedagógicas e audiovisuais de cunho cultural e educativo em escolas públicas brasileiras.
Para a secretária de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão do MEC, Macaé Evaristo, é necessário integrar os estudantes na promoção da educação para as relações étnico-raciais. “Esses vídeos podem ser produzidos no celular, nos laboratórios das escolas, mas em uma agenda coletiva”, disse.
Os estudantes podem participar em quatro categorias: ensino fundamental – anos iniciais; ensino fundamental – anos finais; ensino médio; educação de jovens e adultos. Cada escola pode inscrever um vídeo de até um minuto, sem contar os créditos, por categoria e os grupos devem ser formados por um professor ou educador responsável e até cinco alunos.
O prêmio Curta Histórias selecionará cinco finalistas em cada categoria. Entre esses, serão escolhidos um pelo júri popular e outro pela comissão julgadora final. Os vencedores serão anunciados na página do Curta Histórias na internet e deverão comparecer à Cerimônia de Premiação que ocorrerá no Ministério da Educação no dia 28 de maio. 
Assessoria de Comunicação Social
Acesse a página do prêmio Curta Histórias
Ouça a secretária Macaé Evaristo
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=20329

Conteúdo da escola fica mais simples, diz medalhista de olimpíada de física

Marcelle Souza
Do UOL, em São Paulo
Giovani Hidalgo Ceotto tem 17 anos e
é medalhista de olimpíadas de física
Se para muita gente as fórmulas de física são indecifráveis e alguns exercícios impossíveis de resolver, para estudantes como Giovani Hidalgo Ceotto, 17, as aulas do 3º ano do ensino médio já ficaram fáceis demais.
Medalhista de várias olimpíadas de física e química, ele diz que a preparação para cada disputa é um incentivo para ir mais a fundo na matéria. "Conforme você vai avançando, o conteúdo fica mais simples e é mais difícil de esquecer. Você começa a entender o propósito dos conteúdos e não precisa mais ficar decorando as fórmulas, porque entende de onde elas vieram", diz.
O interesse pelas exatas surgiu na 8ª série, quando prestou a sua primeira olimpíada de física. Estudou sozinho a partir de vídeos, conteúdos e exercícios encontrados na internet.
Depois da primeira medalha de ouro, ele começou a trocar experiências com outros estudantes em grupos no Facebook e hoje faz parte de uma turma específica de exatas no colégio. "O conteúdo do ensino médio é muito solto. Quando você se aprofunda, ele se torna mais realista e mais interessante", diz o aluno, que costuma ajudar os colegas que não têm tanta facilidade na disciplina. "Às vezes eu me empolgo na explicação e acabo indo além da matéria da prova", afirma.
Na última competição de que participou, a Olimpíada Paulista de Física, Giovani tirou 92 dos 100 pontos possíveis na prova e levou medalha de ouro. Ele pretende fazer vestibular para engenharia, mas ainda não definiu a área nem a instituição que quer estudar.

http://educacao.uol.com.br/noticias/2014/03/25/conteudo-da-escola-fica-mais-simples-diz-medalhista-de-olimpiada-de-fisica.htm

Escola flutuante em favela africana ganha prêmio de design

Protótipo de escola flutuante, construído para a comunidade de Makoko, na Nigéria
Uma exposição no Museu do Design de Londres reúne os melhores projetos deste ano nas categorias arquitetura, moda, mobiliário, produtos, gráfica e transporte.

Entre os premiados está o protótipo de uma escola flutuante, construído para a comunidade de Makoko, na Nigéria. O prédio de madeira segue uma abordagem inovadora, sustentável e barata, atendendo às necessidades da população local, que vive em palafitas sobre a Lagoa de Lagos.

Outros destaques da mostra incluem um aplicativo de celular que usa a câmera do telefone para detectar catarata e um relógio tátil, que permite não só ver as horas, como também senti-las.

A exposição fica em cartaz até agosto.

http://educacao.uol.com.br/noticias/bbc/2014/03/25/escola-flutuante-em-favela-africana-ganha-premio-de-design.htm

Pesquisadores debatem habilidades socioemocionais

Como aliar resultados de pesquisas sobre habilidades socioemocionais a políticas públicas e criar metodologias para medi-las com clareza nos indicadores foram temas levantados nesta terça-feira, 25, durante o segundo dia do Fórum Internacional de Políticas Públicas: Educar para as competências do século XXI, realizado em São Paulo.
O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Chico Soares, destacou, na abertura do Fórum de Pesquisadores, que a educação deve estar cada vez mais associada a pesquisas. "Precisamos colocar mais ciência na educação. Uma boa política pública tem que ter uma base empírica sólida", afirmou. De acordo com Soares, o monitoramento é crucial para que os objetivos e metas educacionais sejam atendidos e a medição de habilidades é necessária para associar resultados a contextos vivenciados pelos alunos.
Para ele, além do conhecimento, a educação deve permitir ao estudante desenvolver habilidades socioemocionais e valores. "Estas três dimensões são aprendizados que devem ser adquiridos em diferentes ambientes, seja na escola, família, comunidade ou trabalho", explicou. Desde esta segunda-feira, 24, pesquisadores e representantes de 14 países debatem a importância das capacidades sociais e emocionais na formação de crianças, adolescentes e jovens.
Na manhã desta terça-feira, pesquisadores das universidades de São Paulo, Chicago, Durham, Maryland e Berkeley participaram das discussões sobre como propor medidas e influenciar políticas públicas a partir de pesquisas sobre habilidades não cognitivas.
O Fórum Internacional é promovido pelo Ministério da Educação, pelo Inep, pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e pelo Instituto Ayrton Senna.
Danilo Almeida

http://portal.inep.gov.br/todas-noticias?p_p_auth=q9JSgyUy&p_p_id=56_INSTANCE_d9Q0&p_p_lifecycle=0&p_p_state=normal&p_p_mode=view&p_p_col_id=column-2&p_p_col_pos=2&p_p_col_count=3&_56_INSTANCE_d9Q0_groupId=10157&p_r_p_564233524_articleId=132554&p_r_p_564233524_id=132571

Rede Pública de Nova Mutum está integrada no Ciclo de Formação Humana

A rede pública em Nova Mutum (250 km de Cuiabá) implantou há quatro anos uma rede educativa integrada, denominada Sala dos Gestores. Uma vez por mês, ao longo de oito horas, diretores e coordenadores pedagógicos da rede pública estudam e debatam coletivamente estratégias de atuação, pautados  na compreensão e respeito quanto às fases de desenvolvimento de cada aluno. O sucesso dessas discussões tem fortalecido o Ciclo de Formação Humana que atende a 11 mil estudantes do município.
A organização por Ciclos  nas 11 unidades escolares da rede pública (Estado/ Municípios) em Nova Mutum apresentam resultados exitosos nos Índices de Desenvolvimento da Educação (Ideb). Nas escolas estaduais a última avaliação Ideb apontou números superiores à média nacional, chegando a 4.8, enquanto a nacional foi de 4,1. Os anos  iniciais, são de responsabilidade do município. Nesse – 1º e 2º ciclo – as escolas atingiram  o índice atingiu 5.4.
“Estamos pautados pelo regime de colaboração (trabalho conjunto entre Estados e município) e essas discussões permitem uma avaliação integrada quanto ao desenvolvimento do Ciclo. Independente da escola a que pertençam esses  meninos e meninas todas  são estudantes da rede pública”, declara a assessora pedagógica de Nova Mutum, Alice Faccio. 

Alice pontua que todo o processo de discussão para o atendimento  começou a ser organizado há três anos com o redimensionamento da rede e posteriormente a correção de fluxo (enturmação). “O planejamento coletivo, o papel dos gestores, a identificação das fragilidades no processo de ensino aprendizagem, por meio de um diagnóstico preciso de cada aluno são estratégias implementadas por meio do Ciclo de Formação”.
Na Escola Estadual Rui Barbosa, professores e comunidade aprenderam mais sobre a forma de organização que possibilita as unidades escolares ser um espaço formador global. “Era preciso tirar o estigma de que a reprovação resolve”. Para auxiliar os profissionais quanto a compreensão, a direção da escola investiu em formação. “Levamos para Sala do Educador um psicólogo que explicou sobre a o desenvolvimento físico e psicológico e as necessidades de cada faixa etária”, relata a assessora.
Como a organização pelo Ciclo de Formação permite que os professores mantenham avaliações conceituais, a escola adotou um Caderno de Campo. Com emprego desse recurso  o professor  mantém anotações quanto ao  processo de ensino e aprendizado, assim como as intervenções necessárias para a superação  de fragilidades.
Possibilitar o repensar sobre as antigas formas de currículo, da avaliação e da relação entre professores e estudantes, é um dos focos de atuação desenvolvidos  pela equipe da Escola Estadual Padre  Jhoanes Bertold Henning. A unidade instalada na comunidade de Ranchão (a 60 km da sede de Nova Mutum) atende no total 686 estudantes.
“Toda modificação leva tempo para ser absorvida. No sistema seriado só o que valia era a nota, a aprovação ou reprovação e o Ciclo de Formação nos permite uma avaliação diária, descritiva. Cada um é valorizado dentro de sua faixa etária e capacidades”,  finaliza a diretora Elenita Maria da Silva.

PATRÍCIA NEVES 
Assessoria Seduc-/MT
http://www.seduc.mt.gov.br/conteudo.php?sid=20&cid=14202&parent=20

Nos EUA, alunos criam "tutorial" sobre como fazer o professor ser demitido

Nos Estados Unidos alguns estudantes têm publicado vídeos no Youtube em que explicam como conseguiram fazer seus professores serem demitidos e dão dicas para outras crianças fazerem o mesmo.  As informações são do jornal britânico Daily Mail.
Em um dos vídeos encontrados, dois jovens garotos explicam como eles se livraram de um professor que os teria intimidado.
Um estudante relata em outro vídeo que desenhou imagens desagradáveis de sua professora de espanhol -- como sendo comida por crocodilos, voando em um avião queimando em chamas. Ele afirma que não gostava da docente por ela ter puxado seu cabelo na sala de aula. Os desenhos foram descobertos alguns meses depois e ambos foram levados à diretoria da escola e ela acabou sendo demitida.
Defensores dos professores em Houston, Texas, afirmaram à rede de televisão "Fox News" que os vídeos são muito preocupantes e que os estudantes não se deram conta dos danos que podem causar.
O advogado Chris Tritico, que já trabalhou em diversos casos criminais de professores, disse que o docente deve limitar o contato com os estudantes caso tenha sido alvo de acusações falsas. Mesmo infundadas, elas podem ter efeitos devastadores sobre sua vida e carreira, ressalta.
O advogado aconselha ainda os professores a nunca tocarem nos estudantes e não passarem o número de celular ou aceitarem amizades no Facebook.

http://educacao.uol.com.br/noticias/2014/03/25/nos-eua-alunos-criam-tutorial-sobre-como-fazer-o-professor-ser-demitido.htm

Conheça sete tendências da Educação Básica no Censo Escolar de 2013

Dados do Censo da Educação Básica de 2013 divulgados pelo MEC em fevereiro deste ano revelam dados que servirão de parâmetros para políticas públicas no setor, que vai da creche ao vestibular. Conheça as principais tendências de nossa Educação Básica.

Caiu o número de matrículas na Educação Básica

Escolas particulares avançam, mas rede pública cai


Veja outras.

Clique no link para ver o infográfico:
http://oglobo.globo.com/educacao/conheca-sete-tendencias-da-educacao-basica-no-censo-escolar-de-2013-11967825

terça-feira, 25 de março de 2014

Após 37 dias, professores decidem suspender greve em Várzea Grande

Categoria aceitou termo de conciliação e suspendeu paralisação.

Sintep-VG estima que 50% das escolas e creches aderiram à greve.


Denise SoaresDo G1 MT
Os professores da rede municipal de ensino de Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, decidiram na manhã desta terça-feira (25) suspender a greve da categoria. Cerca de 300 educadores participaram de uma assembleia para discutir se continuavam ou não com a paralisação, que começou no dia 17 de fevereiro. Eles pediam a reestruturação do Plano de Cargo, Carreira e Salários (PCCS), revisão salarial, pagamento de férias e a concessão de licença-prêmio.
Na mesma assembleia, os professores também avaliaram as condições de um termo de conciliação, que foi criado na semana passada após audiência com a Prefeitura Municipal de Várzea Grande. Ao G1, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público de Várzea Grande (Sintep-VG), Gilmar Soares, informou que os profissionais decidiram suspender a greve.
“A assembleia suspendeu a paralisação e acatou o documento [o termo de conciliação], mesmo considerando que ele tem limites para nossas reivindicações. Se até maio os direitos que foram firmados nesse termo não forem garantidos, voltaremos com a greve”, disse Gilmar.
O documento, intermediado pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso, previa que os professores recebam, a partir de maio, um aumento salarial de 16,32%. No mesmo acordo, a prefeitura se comprometeu a fazer um cálculo das perdas financeiras da categoria desde 2010, além de apresentar um plano que compense o prejuízo.
O Sintep-VG estima que 36 escolas e creches aderiram à paralisação da categoria, o que representaria 50% das unidades em Várzea Grande. "Cada escola vai decidir se retoma as aulas nessa semana. Se tiverem condições e estiveram preparados, os educadores já podem voltar a partir desta quarta-feira (26)", completou o presidente.

http://www.sintepcba.org.br//arqs/materia/639_a.pdf

Lei Complementar permite o parcelamento de férias

O prefeito Mauro Mendes sancionou a alteração na Lei Complementar de nº 093, que discorre sobre as regras das férias dos servidores municipais. A partir de março deste ano, fica legitimado que os funcionários da Prefeitura de Cuiabá podem tirar suas férias de forma fracionada e não serão mais obrigados a pedir dispensa por 30 dias seguidos.
A alteração, que permite o parcelamento das férias em até três vezes, foi publicada no Diário Eletrônico de Contas - vinculado ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) -, no último dia 18.
A nova medida foi proposta pela Controladoria-Geral do Município e aprovada pela Câmara de Cuiabá no início do ano legislativo. O fracionamento, no entanto, deverá ser autorizado conforme os interesses da administração.
Para o controlador-geral do município, Marcelo Bussiki, a medida é uma forma de evitar que funcionários cometam irregularidades. “Anteriormente a essa alteração na lei, os servidores e chefes das unidades que autorizavam as férias fracionadas estavam cometendo uma ilegalidade, por uma questão técnica. Essa mudança serve como um ajuste”, afirmou.
Quanto à remuneração financeira que cabe ao servidor em férias, caso haja o parcelamento do período ela é paga na primeira etapa, de forma integral.

Veja a Lei Complementar n° 336/2014 que dispõe sobre o parcelamento de férias.

Veja a Lei Complementar n° 220/2010, que trata dos profissionais da educação.

http://www.cuiaba.mt.gov.br/controladoria/servidores-ja-podem-tirar-ferias-de-forma-parcelada/8519

Seduc inicia processo para concurso público

Letícia Kathucia, especial para o GD
A Secretaria Estadual de Educação de Mato Grosso (Seduc) inicia processo de levantamento para abertura de concurso público, que contratará novos servidores para a educação. A previsão é de a realização do concurso aconteça ainda no primeiro semestre de 2014.
A comissão que inicia os trabalhos da Seduc ficará responsável pelo levantamento de vagas e composição dos critérios que definirão as normas do Edital, como a capacidade do número de vagas que será disponibilizada, prioridades e o grau de necessidade de cada município do estado. O concurso deve ser realizado até junho desse ano.
O objetivo da Seduc é de que a cada dois anos, seja realizado um concurso público para a contratação de novos professores na rede estadual, para que o Governo consiga no período de 10 anos, alcançar a meta ideal de número de profissionais da educação em sala de aula.(Com Assessoria)   
Veja a composição da Comissão Especial de Concurso Público

http://www.gazetadigital.com.br/conteudo/show/secao/9/materia/416642/t/seduc-inicia-processo-para-concurso-publico-

Prefeitura define a programação do Aniversário de Cuiabá


Secom Cuiabá
Para celebrar os 295 anos da Capital, a Prefeitura de Cuiabá preparou uma programação especial que atenderá a diversos públicos.
Na comemoração haverá atrações como exposições de fotografia, exibição de curta-metragens, apresentações de siriri e cururu, bandas de rock, festivais de lambadão e rasqueado, lançamento do livro “Cuiabá”, do fotógrafo Rai Reis, contação de história e sarais. 
As atividades foram montadas pela Secretaria Municipal de Cultura e serão realizadas na Praça da Mandioca, CPA II, Pedra 90, Parque Cuiabá, e espaços como Palácio da Instrução e Museu da Imagem e do Som (Misc). 
Os eventos serão realizados entre os dias 3 a 8 de abril, sendo iniciada sempre entre às 8h da manhã ou 19h e 20h da noite. O acesso da população será gratuito.
Segundo o secretário municipal de Cultura, Alberto Machado, este ano a programação levou um pouco mais de tempo para que fosse definida, mas tudo foi organizado com muito cuidado para que atendesse aos gostos diferenciados dos cuiabanos. 
“Pensamos em algo que tivesse a cultura como carro-chefe da programação, porém de forma que não fosse algo repetitivo. Esta é uma prévia do que pretendemos fazer no período da Copa da Mundo”, explicou o secretário.
Também integram a programação, o lançamento de dos projetos “Arena Cultural” e Aplicativo Cuiabá Cultural, no dia 8 de abril.
Ambos os projetos estão voltados para a recepção e orientação aos turistas que virão para Cuiabá acompanhar os jogos da Copa do Mundo da Fifa 2014. A Arena Cultural deverá funcionar entre os dias 12 e 27 de junho e a estrutura será montada no Sesi Papa, na Morada do Ouro.
No local serão realizados shows regionais, exposições de artesanato e feira gastronômica, com os pratos típicos locais e também dos oito países cujas seleções jogarão em Cuiabá: Rússia, Coreia do Sul, Japão, Bósnia-Herzegovina, Nigéria, Colômbia, Chile e Austrália.
Já o aplicativo irá auxiliar os turistas, disponibilizando informações sobre hotelaria, gastronomia, costumes, eventos culturais e até mesmo sobre serviços de polícia e atendimento médico. 

 Clique no link abaixo para acessar a Programação


http://www.cuiaba.mt.gov.br/cultura/prefeitura-define-a-programacao-do-aniversario-de-cuiaba/8524

Câmara abre inscrições para o programa Missão Pedagógica no Parlamento

Começaram nessa segunda (24) as inscrições para o programa Missão Pedagógica no Parlamento. O programa, que está na quarta edição, é uma capacitação em educação para democracia exclusiva para professores de escolas públicas, conduzido pela Câmara dos Deputados.
Para ingressar no programa, o professor terá de participar do curso “Educação para Democracia e o Parlamento”. Serão disponibilizadas oito vagas por estado, totalizando as 216 vagas.
A inscrição deverá ser feita até 16 de maio, por formulário eletrônico, e as vagas serão preenchidas por sorteio eletrônico. Caso não haja inscritos de determinado estado, a vaga será remanejada para outros estados da mesma região, priorizando aqueles com maior número de habitantes. A participação no programa será possibilitada aos 54 professores com melhores desempenhos no curso.
Requisitos 
Podem participar do curso “Educação para Democracia e o Parlamento”, professores regente de ensino fundamental e médio de escola pública; recomendado pela escola e que não tenha participado de nenhuma edição do Programa Missão Pedagógica no Parlamento.
O programa está dividido em duas partes: uma presencial e outra a distância.
A parte presencial  será realizado entre 31 de agosto e 6 de setembro e terá 40 horas-aula sobre os seguintes temas:
• Noções sobre democracia, representação e confiança.
• Introdução e problematização sobre o processo legislativo
• Introdução ao tema participação do cidadão
• Desenvolvimento e problematização sobre conceitos de educação para democracia e letramento político.
• Desenvolvimento e problematização sobre papel da escola para a formação democrática e cidadã
• Conceitos e experiências de projetos pedagógicos de intervenção.
Já o módulo de educação a distância terá 50 horas para construção e aplicação de projetos pedagógicos de intervenção em educação para democracia.
Da Redação - ND





http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/EDUCACAO-E-CULTURA/464327-CAMARA-ABRE-INSCRICOES-PARA-O-PROGRAMA-MISSAO-PEDAGOGICA-NO-PARLAMENTO.html

Plataforma do Letramento oferece material de apoio a educadores

A Plataforma Letramento é um espaço virtual onde educadores podem ter acesso a materiais de formação, disseminação e produção de conhecimento sobre o letramento. E o melhor, o conteúdo oferecido é totalmente gratuito. Para acessar os materiais referentes aos projetos – “Aceleração da aprendizagem”, “Brincar” e “Entre na Roda” – é preciso apenas fazer um cadastro no portal da Plataforma. O acesso é livre para todos os outros recursos oferecidos pela plataforma.
Idealizada pela Fundação Volkswagen e o Centro de Estudos e Pesquisa em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec), a Plataforma Letramento pretende criar uma comunidade de referência para educadores, professores, gestores e demais profissionais.
No portal existe um ícone denominado “Acervo” (Figura 1). Basta passar o cursor em cima dele e escolher uma das seguintes abas (Figura 2): Dicas Letradas, Entrevistas, Especial, Experimente, Materiais dos Projetos e Para Aprofundar. Nessa seção, os usuários têm acesso a vários materiais interessantes.

Explorando o “Acervo” da Plataforma Letramento
Dicas Letradas: Nesta parte o usuário encontra indicação de sites, livros, animações, games e outros recursos de diversos autores que podem incrementar o trabalho em sala de aula ou serem usados em diferentes ações educativas relacionadas a práticas de leitura e escrita. Esta seção também tem por objetivo apresentar novos produtos culturais que possam interessar e ampliar o repertório de educadores.
Entrevistas: Nesta parte os usuários têm acesso a várias entrevistas sobre temas diversificados relacionados à educação. Frequentemente são inseridas novas entrevistas.
Especiais: A questão da alfabetização e do letramento é abordada em diferentes dimensões e formatos. Os interessados encontram infográficos interativos e conteúdos multimídia que possibilitam uma imersão do educador por temáticas relacionadas a práticas de leitura e escrita. Os materiais são produzidos por pedagogos e especialistas da área de Língua Portuguesa a fim de propiciar uma nova maneira de ler e conhecer o tema abordado.
Experimente: Nessa parte é possível encontrar diversos recursos didáticos para usar com os alunos. São sugestões de atividades de leitura, escrita, brincadeiras para incorporar ao plano de aula ou usar separadamente.
Materiais dos projetos: São materiais pedagógicos produzidos pelos projetos realizados no âmbito da parceria entre Fundação Volkswagen e Cenpec. As publicações trazem propostas de oficinas, jogos, entre outras atividades, assim como sistematização de metodologias e conhecimentos.
Para aprofundar: Nessa parte, os interessados encontram  artigos diferenciados.
Clique aqui para acessar a Plataforma letramento.
Autor: Undime
http://undime.org.br/plataforma-letramento-oferece-material-de-apoio-a-educadores/

Declaração para um novo ano

20 para 21  Certamente tivemos que fazer muitas mudanças naquilo que planejamos em 2019. Iniciamos 2020 e uma pandemia nos assolou, fazendo-...