terça-feira, 8 de maio de 2018

Letramento midiático nos ajuda a conectar com o mundo

A educadora norte-americana Renee Hobbs defende que professores compreendam melhor como usar diferentes mídias em suas aulas para benefício dos alunos

Por: Soraia Yoshida

Renee Hobbs é uma formadora de formadores. Ao citar as experiências de seus alunos – graduandos e professores na Escola de Comunicação e Mídia Harrington na Universidade de Rhode Island, nos Estados Unidos – ela se entusiasma como se estivesse falando de crianças que estão aprendendo a ler e escrever. A diferença está no grau de complexidade: uma das tarefas que passou aos professores incluía assinalar e destacar os pontos principais de um texto, analisar o ponto de vista do autor e opinar sobre aquele assunto. Dissertação? Nada disso: três tweets de 280 caracteres, como manda a plataforma. “É um ótimo exercício para professores porque o Twitter te obriga a ser conciso, então te torna um comunicador melhor”, afirma Renee.

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Em que ponto estamos hoje do processo de letramento midiáticp e informacional? Já dominamos e filtramos a informação que chega via internet, TV, jornais da melhor maneira ou apenas consumimos o que aparece pela frente?

Alfabetização midiática não é uma propriedade que alguém pode ou não ter, algo como eu tenho e você, não. É um processo, um hábito que nossa mente desenvolve e que está enraizado na sociedade de informação. Nós temos vivido em uma sociedade de informação por muito tempo, o que traz muitas escolhas. Os critérios para essas escolhas variam bastante. Muitas pessoas buscam conhecimento para se manterem informadas, outras procuram entretenimento para se divertir e há pessoas que estão usando persuasão para influenciar a opinião alheia. Essa explosão de escolhas nos leva a escolhas complexas – e os seres humanos não gostam de complexidade. Se há um atalho, nós tomamos, se nos oferecem uma resposta simples, nós aceitamos. Diante de tamanho volume de informação, nós buscamos formas de reduzir a complexidade. Procuramos respostas simples e, nesse momento, há pessoas que estão usando a informação como uma arma para persuadir outras pessoas. Eles estão prontos para agir e criar uma polarização ainda maior.

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Cuiabá sedia III Simpósio sobre Dislexia de Mato Grosso

Assessoria de Imprensa Seduc-MT 

Cuiabá sedia III Simpósio sobre Dislexia de Mato Grosso para debater sobre Educação, Inclusão e Qualidade. O evento será realizado nos dias 22 e 23 de maio, das 18h às 22h, no Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros. As inscrições serão abertas no próximo dia 6 de maio.
As inscrições poderão ser realizadas no site da Secretaria de Estado de Educação, Esporte e Lazer (www.seduc.mt.gov.br) e também pelo site da Assembleia Legislativa, por meio do link: https://goo.gl/Ejes9.
Como forma de inscrição, o evento também apoia a campanha “Doe 2 litros de leite”. O objetivo é arrecadar um número significativo do alimento para serem doados a instituições sem fins lucrativos.
Programação
No dia 22, o palestrante será o neurologista Clodoaldo Pirani Júnior. Formado em medicina pela Universidade Federal de Goiás, especialista em Clínica Médica e Neurologia Clínica pelo Hospital das Clínicas da Universidade de Campinas.
O mestre em Direito Constitucional pelo Instituto Brasiliense de Direito Público, especialista em Direitos Difusos e Coletivos, Miguel Slhessarenko, também irá palestrar.
Já no dia 23, as palestras ficam por conta da professora Ana Luiza Navas fonoaudióloga, mestre e doutora em psicolinguística; presidente do Instituto ABCD-SP.
O doutor Junior Cadima, músico/neuropsicopedagogo, falará sobre o tema “Música, Inclusão e Acessibilidade”.
Por fim, o último dia do Simpósio oferecerá oficinas. “Recursos musicais e sonoros para profissionais da saúde e educação”, com o doutor Junior Cadima, e “Tecnologia como auxilio ao disléxico”, com a professora Andrea Chagas, doutoranda do programa de estudos em cultura contemporânea da UFMT e membro da Associação Mato-grossense de Dislexia.
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Declaração para um novo ano

20 para 21  Certamente tivemos que fazer muitas mudanças naquilo que planejamos em 2019. Iniciamos 2020 e uma pandemia nos assolou, fazendo-...