quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Acesse o Resultado do ENEM 2017 e participe da consulta pública

Clique na figura para acessar o resultado
Os participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2016 podem consultar (clique on-line )os resultados individuais. Também está aberta na internet a consulta pública que dará aos cidadãos brasileiros a oportunidade de opinar sobre o exame.
Os resultados gerais do Enem de 2016 foram apresentados pelo ministro da Educação, Mendonça Filho; pela secretária executiva do Ministério da Educação, Maria Helena Guimarães Castro, e pela presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), órgão vinculado ao MEC responsável pelo exame, Maria Inês Fini, em entrevista coletiva na manhã desta quarta-feira, 18, no MEC.
Para os menores de 18 anos que participam do Enem para fins exclusivos de autoavaliação, os resultados serão publicados em 60 dias, conforme previsto em edital. As provas objetivas foram corrigidas com base na teoria de resposta ao item (TRI).
Consulta — A partir desta quarta-feira, 18, até 10 de fevereiro próximo, os brasileiros podem participar da consulta pública sobre o Enem. Três perguntas objetivas abordam alternativas de mudanças dos dias de aplicação de provas e possibilidade de aplicação por computador. Uma pergunta discursiva permitirá ao cidadão dar sugestões para o aprimoramento do exame. As sugestões devem ser apresentadas na página do Inep na internet, com a informação do CPF.
Resultados — Considerada a média total, os participantes obtiveram as maiores médias em ciências humanas e suas tecnologias (533,5), em linguagens e códigos e suas tecnologias (520,5), matemática e suas tecnologias (489,5) e ciências da natureza e suas tecnologias (477,1).
A média dos concluintes — participantes que terminaram o ensino médio em 2016 —, foi ligeiramente superior, mas manteve a ordem de dificuldade. A maior média também foi obtida em ciências humanas e suas tecnologias (536), linguagens e códigos e suas tecnologias (523,1), matemática e suas tecnologias (493,9) e ciências da natureza e suas tecnologias (482,3).
A maior nota do Enem de 2016 foi registrada em matemática e suas tecnologias (991,5); a mais baixa, em linguagens e códigos e suas tecnologias (287,5).
Área — Em ciências humanas e suas tecnologias, a maioria dos participantes (2.867.265) alcançou notas entre 500 e 600 pontos. Apenas 600 tiveram notas entre 800 e 900. Tiraram nota zero 1.804 estudantes. A média nacional foi de 536.
Em ciências da natureza e suas tecnologias, a maioria dos participantes (3.234.551) alcançou notas entre 400 e 500 pontos. Apenas 632 obtiveram notas entre 800 e 900 e 3.109 tiraram zero. A média nacional foi de 482,3.
Em linguagens e códigos e suas tecnologias, a maioria (2.898.637) teve notas entre 500 e 600 pontos. Apenas um participante ficou entre 800 e 900 e 3.862 tiveram zero. A média nacional foi de 523,1.
Em matemática e suas tecnologias, a maioria (2.430.115) alcançou notas entre 400 e 500 pontos. Apenas 3.747 ficaram entre 800 e 900 e 5.734 tiveram zero. A média nacional foi de 493,9.
Redação — Na prova de redação, a maioria dos participantes (1.987.251) conseguiu notas entre 501 e 600. Apenas 77 conseguiram nota mil. A nota zero ou a anulação da prova foi para 291.806 estudantes.
Das anuladas, a maioria (206.127) resultou de não comparecimento ao segundo dia ou apresentação da redação em branco. Das redações que tiraram zero, os principais motivos foram fuga ao tema (46.874), parte desconectada (13.276), cópia de texto motivador (8.325), texto insuficiente (7.348) e não atendimento ao tipo textual (3.615). Por ferirem os direitos humanos, foram anuladas 4.798.
Certificação — Apenas 79.814 (7,7%) dos 1.033.761 que pediram certificação do ensino médio por meio do Enem atingiram a nota mínima em todas as áreas, de 450 nas provas objetivas e 500 na redação. No caso do Enem para pessoas privadas de liberdade, 3.620 (6,7%) dos 42.331 que solicitaram a certificação vão obter o diploma.
Ausências — Dos 8.630.306 inscritos, 2.518.976 (29,19%) ausentaram-se no primeiro dia de provas e 2.667.899 (30,91%), no segundo dia. Considerados os dois dias, foram 2.494.294 (28,90%) faltantes. Além disso, 3.942 (0,05%) foram eliminados no primeiro dia e 4.780 (0,06%), no segundo. Em função das ocupações em escolas e universidades, 265.412 (3,08%) inscritos tiveram a aplicação postergada.
A maioria das eliminações no Enem 2016 ocorreu em função de:
• 44,35% por não marcar o tipo de prova e não escrever a frase ou marcar mais de um tipo de prova e não escrever a frase.
• 19,77% por portar lápis, caneta de material não transparente, lapiseira, borrachas, livros, manuais, impressos e anotações.
• 9,10% por ausentar-se da sala de provas sem o acompanhamento de um aplicador, ou ausentar-se em definitivo antes de decorridas duas horas.
• 7,41% por portar, após ingressar na sala de provas, qualquer tipo de equipamento eletrônico ou de comunicação.
No exame para os privados de liberdade, dos 54.317 inscritos, 15.7436 (28,98%) faltaram ao primeiro dia de provas e 18.021 (33,18%) faltaram ao segundo dia. Além disso, 38 pessoas (0,07%) foram eliminadas no primeiro dia e 37 (0,07%), no segundo.
TRI — Na teoria de resposta ao item, o número de acertos corresponde à média final. A TRI qualifica o item de acordo com o:
• Poder de discriminação: capacidade de um item distinguir os participantes que têm a proficiência requisitada daqueles quem não a têm.
• Grau de dificuldade.
• Possibilidade de acerto ao acaso, ou seja, de “chute”.
O número de questões por nível de dificuldade em cada prova e as demais características dessas questões refletem-se no resultado. Acertar um número maior de itens em uma área não significa, necessariamente, ter uma proficiência maior do que em outra cujo número de acertos foi inferior.
Como a TRI pressupõe que um candidato com certo nível de proficiência tende a acertar os itens de nível de dificuldade menor e errar aqueles com nível de dificuldade maior, o padrão de respostas do participante é levado em consideração no cálculo do desempenho. Como a TRI não tem um limite, inferior ou superior, padrão entre as áreas de conhecimento, as notas dos participantes não variam entre zero e mil. Elas podem ultrapassar os mil pontos.
Na página do participante do Enem, os candidato têm acesso aos resultados do exame 2016. É necessário informar o CPF e a senha cadastrada no ato da inscrição.
Assessoria de Comunicação Social, com informações do Inep

Resultado ENEM 2017



Por que não valorizamos nossos professores?



Priscila Cruz

O Ministério da Educação (MEC) anunciou na última semana o reajuste do piso salarial dos professores, como acontece desde que a legislação foi aprovada, em 2008, sendo o primeiro piso definido no início de 2009.

Em 2017, com o reajuste de 7,64%, os professores brasileiros com jornadas de 40 horas semanais devem ganhar, no mínimo, R$ 2.298,80. Não tem conversa: está na lei, todos os governos devem segui-la.
No entanto, como acontece recorrentemente no nosso país, infelizmente isso não vem ocorrendo. O próprio MEC reconhece: em 2016, somente 44,9% das redes municipais afirmam ter pagado o valor mínimo aos seus professores. Entre as unidades da federação, dezoito declararam cumprir a lei.
Um cenário muito preocupante, que mostra como vai ser difícil atingirmos a meta 17 do atual Plano Nacional de Educação (PNE): equiparar até 2020 o rendimento médio dos professores ao de profissionais com a mesma escolaridade. Ainda estamos muito longe disso: os docentes brasileiros ganham pouco mais que a metade do que ganham os demais profissionais.
Como se não bastassem os baixos salários, muitos professores enfrentam situações precárias nas escolas e, muitas vezes, episódios de violência. As notícias sobre esses casos são frequentes.
Quando observamos tudo isso, fica fácil entender por que praticamente nenhum jovem brasileiro quer ser professor. Em dezembro, dados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), realizado entre estudantes de 15 anos de 70 países, mostraram que estatisticamente nenhum deles deseja seguir carreira no magistério (leia mais aqui).
A valorização da carreira docente, incluindo mudanças na formação e melhoras nas condições de trabalho, é de responsabilidade do poder público. Todos nós sabemos disso. Mas e nós, pais de alunos? Valorizamos os professores dos nossos filhos? Nós, que também já fomos estudantes e tivemos professores?
Não se trata de dar presentes ou parabéns no Dia dos Professores, mas sim de entender a importância da profissão dessas pessoas para a vida dos nossos filhos – e, consequentemente, para o nosso país. São eles que estão com nossas crianças e nossos jovens por pelo menos metade dos dias da infância e da adolescência deles. São eles os responsáveis por apresentar conceitos, ideias e livros que vão mudar a vida deles.
Aprender a ler e a escrever não muda a nossa vida? É algo que está tão enraizado na nossa rotina, que nem percebemos mais. Mas, anos ou décadas atrás, um professor foi fundamental para que, hoje, você possa ler e entender este texto e até mesmo resolver as coisas simples do dia a dia.
É por isso que o Todos Pela Educação escolheu a melhora da formação e da carreira do professor como a primeira das 5 Bandeiras do movimento e também a sua valorização como a primeira de suas 5 Atitudes. Precisamos mobilizar toda a sociedade brasileira, do presidente da República a cada um de nós, para olhar para os nossos professores com mais atenção.
Valorize os professores dos seus filhos! Valorizando-os, você estará dando um recado para as suas crianças: que a educação e todos aqueles que colaboram com ela são fundamentais na nossa vida.

PRISCILA CRUZ

Priscila Cruz é fundadora e presidente-executiva do movimento Todos Pela Educação. Graduada em Administração (FGV) e Direito (USP), mestre em Administração Pública (Harvard Kennedy School), foi coordenadora do ano do voluntariado no Brasil e do Instituto Faça Parte, que ajudou a fundar.


https://educacao.uol.com.br/colunas/priscila-cruz/2017/01/18/por-que-nao-valorizamos-nossos-professores.htm

SEDUC: Veja como ficou a estrutura organizacional básica e setorial da Secretaria de Estado de Educação, Esporte e Lazer- SEDUC



CAPÍTULO I
DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL BÁSICA

Art. 3º A estrutura organizacional básica e setorial da Secretaria de Estado de Educação, Esporte e Lazer- SEDUC, definida no Decreto nº 637, de 12 de julho de 2016, é composta por:

I - NÍVEL DE DECISÃO COLEGIADA

1. Conselho Estadual de Educação
1.1.  Secretaria do Conselho
1.2. Coordenadoria Executiva
1.2.1. Gerência Educacional
1.2.2. Gerência de Suporte Operacional
2. Conselho Estadual do Desporto
2.1. Secretaria Executiva do Conselho Estadual do Desporto

II - NÍVEL DE DIREÇÃO SUPERIOR

1.    Gabinete da Secretário de Estado de Educação, Esporte e Lazer
1.1. Gabinete do Secretário Adjunto Executivo
1.2. Gabinete do Secretário Adjunto de Política Educacional
1.3. Gabinete do Secretário Adjunto de Esporte e Lazer
1.4. Gabinete do Secretário Adjunto de Obras e Estrutura Escolar
1.4.1. Comissão Permanente de Recebimento de Obras
1.5. Gabinete do Secretário Adjunto de Gestão Educacional e Inovação
1.6. Gabinete do Secretário Adjunto de Administração Sistêmica

VEJA NA ÍNTEGRA: DECRETO Nº 807, DE 17 DE JANEIRO DE 2017.

Ministro decide por desobrigar Governo de MT a destinar 35% do orçamento à Educação

Airton Marques O governador Mauro Mendes (DEM) conseguiu, no Supremo Tribunal Federal (STF), suspender artigo da Constituição Estadual q...