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terça-feira, 21 de agosto de 2018

Concurso elege melhores produções digitais para crianças

Festival comKids Interativo reconhece aplicativos, jogos, livros digitais, plataformas e projetos transmídia de cinco países

por Redação 
Crédito: Reprodução
Em um cenário de consumo cada vez maior de recursos digitais na infância, a responsabilidade social dos produtores de conteúdos aumenta. O que uma produção deve oferecer para esse público? Na última sexta-feira (17), o Festival comKids Interativo, dedicado à cultura digital, elegeu os melhores aplicativos, jogos, livros digitais, plataformas e projetos transmídia desenvolvidos para crianças e adolescentes.
Realizado pelo Midiativa (Centro Brasileiro de Mídia para Crianças e Adolescentes), do Goethe-Institut São Paulo, e pelo Ministério da Cultura, com parceria da Singular, Mídia & Conteúdo, da UnibFaculdade Melies e da EBAC (Escola Britânica de Artes Criativas), neste ano o festival reconheceu produções em cinco categorias: aplicativos, jogos eletrônicos, livros digitais, plataformas e produções transmídia, que poderiam ser desenvolvidas tanto por grandes produtoras quanto por startups e coletivos independentes.
Entre os 16 finalistas, participaram do concurso produções desenvolvidas no Brasil, na Argentina, na Colômbia, no Chile e no Equador. Os premiados foram escolhidos a partir de uma votação do público, que também contou com a participação de especialistas em conteúdo de qualidade para crianças e adolescentes.
Como prêmio, as equipes responsáveis pelas produções digitais reconhecidas receberam smartphones de última geração, vagas em um curso online de pintura digital Crayon e uma bolsa de estudos para curso presencial na EBAC (Escola Britânica de Artes Criativas).
Para conhecer os vencedores de cada categoria clique no link abaixo:

terça-feira, 8 de maio de 2018

Letramento midiático nos ajuda a conectar com o mundo

A educadora norte-americana Renee Hobbs defende que professores compreendam melhor como usar diferentes mídias em suas aulas para benefício dos alunos

Por: Soraia Yoshida

Renee Hobbs é uma formadora de formadores. Ao citar as experiências de seus alunos – graduandos e professores na Escola de Comunicação e Mídia Harrington na Universidade de Rhode Island, nos Estados Unidos – ela se entusiasma como se estivesse falando de crianças que estão aprendendo a ler e escrever. A diferença está no grau de complexidade: uma das tarefas que passou aos professores incluía assinalar e destacar os pontos principais de um texto, analisar o ponto de vista do autor e opinar sobre aquele assunto. Dissertação? Nada disso: três tweets de 280 caracteres, como manda a plataforma. “É um ótimo exercício para professores porque o Twitter te obriga a ser conciso, então te torna um comunicador melhor”, afirma Renee.

(...)

Em que ponto estamos hoje do processo de letramento midiáticp e informacional? Já dominamos e filtramos a informação que chega via internet, TV, jornais da melhor maneira ou apenas consumimos o que aparece pela frente?

Alfabetização midiática não é uma propriedade que alguém pode ou não ter, algo como eu tenho e você, não. É um processo, um hábito que nossa mente desenvolve e que está enraizado na sociedade de informação. Nós temos vivido em uma sociedade de informação por muito tempo, o que traz muitas escolhas. Os critérios para essas escolhas variam bastante. Muitas pessoas buscam conhecimento para se manterem informadas, outras procuram entretenimento para se divertir e há pessoas que estão usando persuasão para influenciar a opinião alheia. Essa explosão de escolhas nos leva a escolhas complexas – e os seres humanos não gostam de complexidade. Se há um atalho, nós tomamos, se nos oferecem uma resposta simples, nós aceitamos. Diante de tamanho volume de informação, nós buscamos formas de reduzir a complexidade. Procuramos respostas simples e, nesse momento, há pessoas que estão usando a informação como uma arma para persuadir outras pessoas. Eles estão prontos para agir e criar uma polarização ainda maior.

Veja matéria completa novaescola

Declaração para um novo ano

20 para 21  Certamente tivemos que fazer muitas mudanças naquilo que planejamos em 2019. Iniciamos 2020 e uma pandemia nos assolou, fazendo-...