quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Escolas Técnicas: Secitec abrirá processo seletivo para cadastro de reserva de professores



A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secitec) lançou o Processo Seletivo Simplificado de Professores, para compor o cadastro de reserva de oito Escolas Técnicas Estaduais de Educação Profissional e Tecnológica (ETE’s). As inscrições serão abertas no próximo dia 1º de dezembro e terminarão no dia 7 do mesmo mês. Os salários vão de R$ 2.031,03 a R$ 8.124,11.

O edital pode ser conferido no site da Secitec por meio deste link. O Formulário de Inscrição também estará disponível na página eletrônica da secretaria no período de 01/12/2016 a 07/12/2016. Todos os itens deverão ser preenchidos e entregues juntamente com os documentos relacionados na respectiva Escola Técnica pela qual o candidato pretende concorrer.
O processo é para atender as escolas técnicas de Alta Floresta, Barra do Garças, Diamantino, Lucas do Rio Verde, Poxoréu, Sinop, Rondonópolis e Tangará da Serra, bem como as Unidades Fora da Sede a elas vinculadas. O prazo de validade do Processo Seletivo Simplificado será de um ano, podendo ser prorrogado pelo mesmo período, a critério da administração.
A jornada de trabalho será de 20, 30 ou 40 horas semanais, conforme a necessidade da Escola Técnica, podendo também ser convocado para lecionar nos cursos Fora de Sede e, dentre as ETE’s, localizadas em outros municípios.
A seleção levará em conta o somatório da pontuação da prova de título, avaliação curricular e prova de desempenho didático. E a remuneração equivalente ao nível inicial da classe, de acordo com a titulação na qual candidato estiver enquadrado.
Segundo o edital, no dia 10 de dezembro serão publicadas as notas da prova de títulos, avaliação curricular e divulgação do tema para prova de desempenho didático. as provas serão realizadas nos dias 12, 13, 14, 15 e 16 do mesmo mês em três horários diferentes.
Conforme o cronograma, as notas das provas de desempenho serão divulgadas no dia 19, enquanto o resultado final será publicado no dia 22 de dezembro.
De acordo com o edital, os candidatos não poderão se inscrever em mais de um dos perfis profissionais na mesma Escola, sob pena de cancelamento das duas inscrições. Estão impedidos de participar deste processo seletivo os integrantes das Comissões Locais e Central do Processo Seletivo Simplificado, funcionários da Secitec, diretamente relacionados com a atividade, bem como cônjuges, conviventes, pais, irmãos e filhos.


http://www.mt.gov.br/-/5312747-secitec-abrira-processo-seletivo-para-cadastro-de-reserva-de-professores

Comissão que analisa MP do Ensino Médio realiza debate nesta tarde



A Comissão Especial que analisa medida provisória sobre a reforma do ensino médio (MP 746/16) realiza audiência pública hoje para debater o assunto. O relator da MP, senador Pedro Chaves (PSC-MS), pretende ouvir cerca ainda neste mês cerca de 40 convidados, divididos em grupos de oito pessoas.

A MP alterou regras curriculares e de funcionamento do ensino médio e recebeu 568 emendas de parlamentares. A proposta cria a Política de Fomento à Implantação de Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral e eleva a carga horária mínima anual, progressivamente, das atuais 800 horas para 1.400 horas.

A comissão mista é presidida pelo deputado Izalci Lucas (PSDB-DF) e tem o senador Elmano Férrer (PTB-PI) como vice-presidente. O relator revisor é o deputado Wilson Filho (PTB-PB).

Foram convidados:
- o presidente do Conselho Nacional de Educação (CNE), Eduardo Deschamps;
- o consultor Legislativo da Câmara dos Deputados, Ricardo Chaves Martins;
- o presidente do Instituto Alfa e Beto, João Batista Araujo e Oliveira;
- o presidente do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, Marcelo Bender Machado;
- a coordenadora de Educação Básica e Superior da Rede Campanha Nacional de Escolas da Comunidade, Maria Helena Kruger;
- o professor Moaci Alves Carneiro;
- o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação, Mozart Neves Ramos; e
- o pesquisador do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade, Simon Schwartzman.
O debate será realizado a partir das 14h30, no plenário 6 da ala Nilo Coelho, no Senado. 


Da Redação - RL

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara Notícias'





http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/EDUCACAO-E-CULTURA/519854-COMISSAO-QUE-ANALISA-MP-DO-ENSINO-MEDIO-REALIZA-DEBATE-NESTA-TARDE.html

Mais de um terço de alunos LGBT sofreram agressão física na escola, diz pesquisa

Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil
Estudantes lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT) relatam que são agredidos dentro das escolas e que isso atrapalha o rendimento nos estudos. Alguns inclusive declaram que já cogitaram tirar a própria vida por causa das agressões. De acordo com pesquisa divulgada hoje (22), 73% foram agredidos verbalmente e 36% foram agredidos fisicamente.

Os dados são da Pesquisa Nacional sobre o Ambiente Educacional no Brasil 2016 - As experiências de adolescentes e jovens LGBT em nossos ambientes educacionais, apresentada na Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados. O relatório foi elaborado pela Secretaria de Educação da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT).

Ausências e baixo rendimento

Entre aqueles que sofrem agressões verbais frequentemente ou quase sempre por causa da orientação sexual, 58,9% faltaram às aulas pelo menos uma vez no último mês. Entre aqueles que sofrem agressões por conta da identidade de gênero - por serem travestis ou transexuais - , 51,9% faltaram às aulas.
Em relação ao desempenho, os estudantes que são alvo menos frequente de preconceito relatam obter notas melhores do que aqueles que são vítimas da discriminação com mais intensidade. Os que relataram sofrem agressões pela orientação sexual ou pela identidade ou expressão de gênero "nunca, raramente ou às vezes", cerca de 80% disseram ter recebido notas boas ou excelentes, entre 7 a 10 pontos. Os índices caem entre aqueles que sofrem agressões frequentemente ou quase sempre por orientação sexual (73,5%) e expressão de gênero (72,4%).

Ao todo, foram entrevistados 1.016 estudantes LGBT de 13 a 21 anos que frequentaram a escola em 2015. Os dados foram coletados entre dezembro de 2015 e março de 2016 pelas mídias sociais - Instagram, Facebook e Twitter - e por email. A maior parte deles estuda em instituições públicas, 73,1%. Os demais estudam em escolas religiosas (6,5%) e outras instituições privadas (20,4%). Os estudantes não foram identificados, pois trata-se de uma pesquisa anônima.

"É importante deixar claro que não queremos privilégio, não queremos ensinar ninguém a ser gay, queremos cidadania, queremos ser respeitados", diz o secretário de Educação da ABGLT, Toni Reis. Segundo ele, o que mais impressionou na pesquisa foram os depoimentos colhidos. Um deles, reforça a fala de Reis: "Os estudantes LGBT precisam ser tratados como são os estudantes heterossexuais. Não queremos ser tratados de maneira privilegiada, nem queremos ser melhor que os outros". A frase foi dita por um estudante gay, de 17 anos, de São Paulo.

"Eu passei só a tirar notas baixas, parei de frequentar a escola, o que acabou fazendo com que eu reprovasse de ano", relatou uma estudante lésbica, de 16 anos, de São Paulo. 

Suicídio

A pesquisa constatou ainda que os estudantes LGBT que vivenciaram maiores níveis de agressão verbal devido à orientação sexual ou identidade de gênero tem probabilidade 1,5 vezes maior de relatar níveis altos de depressão. Alguns dos depoimentos de estudantes evidenciam também níveis mais baixos de autoestima e até mesmo desejo de cometer suicídio. 

Um estudante gay, de 17 anos, de Minas Gerais, disse em depoimento: "Penso em me matar quase todos os dias, não aguento mais ser chamado de viadinho na escola". Outra estudante, transexual, sem idade informada, do Rio Grande do Sul, reforça: "Obrigada por tudo, mas não vai ser agora a ajuda de vocês vai fazer eu parar de me cortar ou parar de querer morrer".

De acordo com os dados do levantamento, 60% dizem que se sentem inseguros na escola por serem LGBT.

Falta de preparo dos professores

Segundo a representante do Fórum Nacional de Educação (FNE) Olgamir Amância, que participou do debate, a formação dos professores é central para o combate de qualquer tipo de preconceito e agressão por identidade de gênero e orientação sexual. "A formação global que permite ver a sexualidade como importante dimensão humana não é trabalhada na formação de professores, a não ser por uma ou outra iniciativa de alguns programas", diz.

A pesquisa mostra que 60,9% dos participantes relataram que ficam muito à vontade ou mais ou menos à vontade para conversar com professores sobre questões LGBT. Metade fica à vontade para falar com pedagogos e 38,1% com diretor.

Segundo a maioria dos estudantes, 56,9%, as questões LGBT não foram abordadas na escola em 2015. Cerca de um quinto, 20,2% relatam que aprenderam questões positivas; 16,7%, questões negativas; e, 6,2%, positivas e negativas.

Na avaliação da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), para reverter esse cenário, é preciso que os professores tenham uma formação com conteúdos específicos voltados para a diversidade sexual e que haja materiais pedagógicos para promover o respeito a todos sem distinção de qualquer característica pessoal. Além disso, diz que são necessários canais para que os estudantes possam denunciar as agressões. Entre outras medidas, a associação pede políticas públicas e leis para combater a discriminação contra a população LGBT. 

"Estamos trabalhando na elaboração de uma plataforma para a judicialização de casos graves. Há casos em que a União, estados e municípios se omitem. Vamos processar", diz o ativista Toni Reis. A entidade trabalha também em plataforma nacional de apoio para a prevenção de suicídio.

O Ministério da Educação (MEC) pretende lançar curso de direitos humanos para professores da educação básica, segundo o diretor de Políticas de Educação em Direitos Humanos e Cidadania, da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão do Ministério da Educação (MEC), Daniel de Aquino Ximenes, também presente na audiência. Serão módulos de estudo online nos quais os professores terão acesso a temas como racismo, homofobia e bullying. A intenção é que eles tenham subsídio tanto para lidar com essas questões na escola quanto para levar os temas para a sala de aula. Isso deve ocorrer em 2017.

Edição: Amanda Cieglinski

http://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2016-11/mais-de-um-terco-de-estudantes-lgbt-ja-foram-agredidos-fisicamente-diz

Procons lançam cartilha eletrônica com orientações sobre mensalidade escolar

Pais e responsáveis precisam ler atentamente o contrato
Assessoria Proconsbrasil/Procon-MT 

A | A

Com a chegada do final do ano, muitas escolas particulares já estão enviando aos pais e alunos os novos contratos para 2017. E, claro, dúvidas surgem e para esclarecê-las, os procons de todo o país lançaram uma cartilha eletrônica que estará disponível nos sites e páginas das redes sociais dos órgãos se defesa do consumidor.
Na cartilha, os pais e alunos poderão ter informações sobre reajustes das mensalidades escolares, direitos dos alunos inadimplentes, que tipo de material pode ser exigido, entre outras informações importantes.
De acordo com a superintendente do Procon-MT, Gisela Simona Viana, “é preciso que os consumidores fiquem atentos aos seus direitos e deveres nessa relação e, sobretudo, que reclamem ao encontrar alguma irregularidade”.
Muitos pais acabam não reclamando por medo de algum tipo de retaliação em relação aos seus filhos. Nesses casos, aconselha-se que a reclamação seja feita de forma coletiva, com a reunião de vários pais, avalia a superintendente.
Acesse aqui a cartilha eletrônica. Ela também estará disponível no site www.procon.mt.gov.br .
Serviço
O Procon-MT é um órgão vinculado à Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh) e atende em sua sede estadual na Avenida Historiador Rubens de Mendonça (do CPA), nº 917, Edifício Eldorado Executive Center – Bairro Araés, de segunda a sexta-feira, das 12h às 18h, para registro de reclamações, audiências, consulta de processos e protocolo de documentos.
Nos postos de Ganha Tempo da Praça Ipiranga e do Várzea Grande Shopping, o atendimento ao público também é de segunda a sexta-feira, das 12h às 18h. No posto da Assembleia Legislativa (AL), o atendimento é de segunda a sexta-feira, das 07h às 18h.
Outras informações podem ser obtidas pelos telefones 151 ou (65) 3613-8500.


http://www.mt.gov.br/web/sejudh/-/5307930-procons-lancam-cartilha-eletronica-com-orientacoes-sobre-mensalidade-escolar

Ministro decide por desobrigar Governo de MT a destinar 35% do orçamento à Educação

Airton Marques O governador Mauro Mendes (DEM) conseguiu, no Supremo Tribunal Federal (STF), suspender artigo da Constituição Estadual q...