quinta-feira, 28 de agosto de 2014

IBGE divulga as estimativas populacionais dos municípios em 2014






Veja nas tabelas os municípios com as maiores e as menores populações de  MT






O IBGE divulga hoje, 28 de agosto de 2014, as estimativas das populações residentes nos 5.570 municípios brasileiros com data de referência em 1º de julho de 2014. Estima-se que o Brasil tenha 202,7 milhões de habitantes e uma taxa de crescimento de 0,86% de 2013 para 2014. O município de São Paulo continua sendo o mais populoso, com 11,9 milhões de habitantes, seguido por Rio de Janeiro (6,5 milhões), Salvador (2,9 milhões), Brasília (2,9 milhões) e Fortaleza (2,6 milhões). Os 25 municípios mais populosos somam 51,0 milhões de habitantes, representando 25,2% da população total do Brasil.

As estimativas populacionais são fundamentais para o cálculo de indicadores econômicos e sociodemográficos nos períodos intercensitários e são, também, um dos parâmetros utilizados pelo Tribunal de Contas da União na distribuição do Fundo de Participação de Estados e Municípios. Esta divulgação anual obedece à lei complementar nº 59, de 22 de dezembro de 1988, e ao artigo 102 da lei nº 8.443, de 16 de julho de 1992.

A tabela com a população estimada para cada município foi publicada no Diário Oficial da União (D.O.U.) de hoje, 28 de agosto de 2014. Os resultados das Estimativas de População 2014 também podem ser acessados na página www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/estimativa2014. Uma análise completa das estimativas populacionais pode ser consultada no link http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/pdf/analise_estimativas_2014.pdf.



Pesquisa põe Brasil em topo de ranking de violência contra professores

Estudo também revelou que apenas um em cada dez professores no Brasil 
acreditam que a profissão é valorizada pela sociedade

Daniela Fernandes
De Paris para a BBC Brasil

Uma pesquisa global feita com mais de 100 mil professores e diretores de escola do segundo ciclo do ensino fundamental e do ensino médio (alunos de 11 a 16 anos) põe o Brasil no topo de um ranking de violência em escolas.

Trata-se do índice mais alto entre os 34 países pesquisados - a média entre eles é de 3,4%. Depois do Brasil, vem a Estônia, com 11%, e a Austrália com 9,7%.Na enquete da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), 12,5% dos professores ouvidos no Brasil disseram ser vítimas de agressões verbais ou de intimidação de alunos pelo menos uma vez por semana.
Na Coreia do Sul, na Malásia e na Romênia, o índice é zero.
O tema da violência em sala de aula foi destacado por internautas ouvidos pela BBC Brasil como um assunto que deveria receber mais atenção por parte dos candidatos presidenciais e vem gerando acirrados debates em posts que publicamos nos últimos dias nas nossas páginas de CliqueFacebookCliqueTwitter eCliqueGoogle +.
"A escola hoje está mais aberta à sociedade. Os alunos levam para a aula seus problemas cotidianos", disse à BBC Brasil Dirk Van Damme, chefe da divisão de inovação e medição de progressos em educação da OCDE.
O estudo internacional sobre professores, ensino e aprendizagem (Talis, na sigla em inglês), também revelou que apenas um em cada dez professores (12,6%) no Brasil acredita que a profissão é valorizada pela sociedade; a média global é de 31%.
O Brasil está entre os dez últimos da lista nesse quesito, que mede a percepção que o professor tem da valorização de sua profissão. O lanterna é a Eslováquia, com 3,9%. Em seguida, estão a França e a Suécia, onde só 4,9% dos professores acham que são devidamente apreciados pela sociedade.
Já na Malásia, quase 84% (83,8%) dos professores acham que a profissão é valorizada. Na sequência vêm Cingapura, com 67,6% e a Coréia do Sul, com 66,5%.
A pesquisa ainda indica que, apesar dos problemas, a grande maioria dos professores no mundo se diz satisfeita com o trabalho.
A conclusão da pesquisa é de que os professores gostam de seu trabalho, mas "não se sentem apoiados e reconhecidos pela instituição escolar e se veem desconsiderados pela sociedade em geral", diz a OCDE.

Pelo Facebook, leitora comenta que Brasil peca por falta de políticas públicas que contemplem a educação
Segundo Van Damme, "a valorização dos professores é um elemento-chave para desenvolver os sistemas educacionais".
Ele aponta melhores salários e meios financeiros para que a escola funcione corretamente, além de oportunidades de desenvolvimento de carreira como fatores que podem levar a uma valorização concreta da categoria.
No Brasil, segundo dados do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDEs) da Presidência da República, divulgados em junho deste ano, a remuneração média dos professores é de pouco menos de R$ 1,9 mil por mês.
A média salarial dos professores nos países da OCDE, calculada levando em conta o poder de compra em cada país, é de US$ 30 mil (cerca de R$ 68,2 mil) por ano, o equivalente a R$ 5,7 mil por mês, o triplo do que é pago no Brasil.
O especialista da OCDE cita a Coreia do Sul e a China como exemplos de países onde o trabalho dos professores é valorizado tanto pela sociedade quanto por políticas governamentais, o que representa, diz ele, um "elemento fundamental na melhoria da performance dos alunos".
"Em países asiáticos, os professores possuem um real autoridade pedagógica. Alunos e pais de estudantes não contestam suas decisões ou sanções", afirma.
A organização ressalta que houve avanços na educação brasileira nos últimos anos. Os investimentos no setor, de 5,9% do PIB no Brasil, estão próximos da média dos países da OCDE (6,1%), que reúne várias economias ricas.
"Entre 2000 e 2011, o nível de investimentos em educação no Brasil, em termos de percentual do PIB, quase dobraram", afirma Van Damme.

Outro indicador considerado importante pela OCDE, o percentual de jovens entre 15 e 19 anos que estudam, é de 77% no Brasil. A média da OCDE é de 84%.

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http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/08/140822_salasocial_eleicoes_ocde_valorizacao_professores_brasil_daniela_rw.shtml

Alunos e professores reclamam de invasão de pombos em escola em Cuiabá

Pais estão com receio de filhos irem à aula pelo risco de saúde.
Escola Municipal Constância Figueiredo Palma está localizada em Cuiabá.


Do G1 MT

Alunos e professores de algumas escolas públicas de Cuiabá estão com dificuldades em manter atividades no pátio escolar por conta da invasão de pombos. Na Escola Municipal Constância Figueiredo Palma, por exemplo, eles têm sido vítimas dos pombos e reclamam da sujeira produzida pelas aves tanto no pátio, como na quadra da escola. A frequência de pombos no local é muita, o que tem deixado os pais dos alunos com receio de liberar os filhos para irem à aula. Isso porque o problema de abrigar esse tipo de animal pode trazer riscos para a saúde.
Os pais têm cobrado da diretora da escola providências sobre a situação, entretanto, a dúvida é o que fazer com as aves. A professora Runy Cristina da Silva Santos declarou que está cada vez mais difícil de conviver com os pombos. “A crianças estão na aula de Educação Física e, constantemente, os pombos defecam sobre eles. É uma situação bem constrangedora”, afirmou. Os pombos têm feito do teto da quadra de esportes da escola o seu ninho e o resultado dos moradores indesejados é a sujeira que se encontra por toda parte da quadra.

Segundo a assessoria de imprensa da secretaria municipal de Educação, os diretores das escolas que estão com esse tipo de problema já estão sendo orientados sobre o que deve ser feito para afastar os pombos. A secretaria informou ainda que está buscando uma medida que possa acabar definitivamente com a presença das aves nas escolas.
Até mesmo pombos mortos que já estão em fase de composição se encontram espalhados pelo teto servindo de alimento para outras aves. E cada vez mais tem aparecido novos ninhos na estrutura metálica da quadra e a maior preocupação é quanto ao risco de contaminação que as aves podem gerar para a saúde dos alunos e professores que diariamente estão na escola.
O Centro de Controle  de Zoonozes (CCZ) orienta em casos de infestação e aponta soluções, mas não realiza o serviço de retirada das aves. “Algumas empresas trabalham com a remoção de ninho e tem um certo cuidado respeitando a lei federal de proteção a esse tipo de animal”, disse o gerente de endemias  do CCZ , Elyerson Boaventura. De acordo com o gerente, as orientações são feitas para precauções, mas a retirara das aves não pode ser feita.
http://g1.globo.com/mato-grosso/noticia/2014/08/alunos-e-professores-reclamam-de-invasao-de-pombos-em-escola-de-mt.html

Para 47% dos jovens, o bom professor usa tecnologia

Na opinião de 47% dos jovens brasileiros, um bom professor é aquele que sabe utilizar a internet e os recursos tecnológicos para ajudar no aprendizado dos alunos. É o que mostra a pesquisa Juventude Conectada, realizada pela Fundação Telefônica Vivo em parceria com o Ibope, o Instituto Paulo Montenegro e a Escola do Futuro, da USP, e divulgada hoje (27) no Ria Festival, evento de cultura digital promovido pela fundação, em São Paulo.
Esse número pode ser justificado pelo crescente uso que os jovens fazem da internet e dos recursos tecnológicos para realizar atividades educativas, seja nas instituições de ensino ou em casa. Segundo o levantamento, 75% dos jovens dizem já ter utilizado a internet na escola para atividades propostas em aula – e 68% deles declaram ter utilizado na escola por iniciativa própria.
crédito cienpiesnf / Fotolia.comPara 47% dos jovens, o bom professor usa tecnologia

O número sobe para 82% quando se refere à utilização da internet no âmbito doméstico para a realização de atividades propostas em sala. E 77% dos jovens afirmaram que já utilizaram a internet em casa para fazer trabalhos por iniciativa própria. Isso também se justifica pelo entendimento que os jovens fazem do uso da internet, que possibilita que o aprendizado seja realizado em ritmos, horários e locais diferentes, de acordo com as necessidades e preferencias de cada um, segundo 44% dos entrevistados.
Assim, é possível justificar a preferência dos estudantes por professores que fazem uso de tecnologias de informação e comunicação em sala de aula, por estarem mais alinhados tanto com o modo quanto com as ferramentas que os próprios jovens escolhem para estudar quando estão sozinhos.
Relação com os professores
Outro dado interessante apontado pela pesquisa é que os jovens conectados já estão percebendo uma das principais tendências no que diz respeito ao papel do professor na educação contemporânea. 38% deles acreditam que, no futuro, o professor passará a ser mais um orientador dos estudos, assumindo funções de tutor e curador, e não mais unicamente um transmissor de conhecimentos.
Essa percepção dos jovens sobre o papel dos docentes casa muito bem com outros dois dados da pesquisa que reforçam a necessidade do professor assumir esse papel de orientador. Em um deles, 33% os entrevistados dizem que a internet muitas vezes atrapalha a aprendizagem, pois as redes sociais e os games distraem o aluno, reduzindo seu tempo de estudo. E em outro, 24% afirmam que na internet tem muita informação, o que dificulta a seleção do melhor conteúdo.
crédito ReproduçãoPara 47% dos jovens, o bom professor usa tecnologia

“Vemos como a percepção da realidade dos jovens é boa. As perguntas que antes eles faziam para o professor, hoje são feitas para a internet e respondidas por ela. Logicamente o papel do professor tem que ser outro. É bacana ouvir isso dos jovens”, afirma Gabriella Bighetti, presidente da Fundação Telefônica Vivo, que também ressalta outro ponto de grande relevância: “não é só o papel do professor que está mudando com a tecnologia, mas sua relação com os alunos também. Segundo os jovens, se o professor estiver conectado isso ajuda no relacionamento entre eles. É uma questão de confiança”, completa.
A afirmação de Bighetti está baseada na resposta de 38% dos jovens ouvidos no levantamento que disseram que a tecnologia pode contribuir para melhoria da relação entre professores e alunos. E isso acontece inclusive fora da sala de aula: eles destacam positivamente os professores que compartilham material didático nas redes sociais, blogs, emails e tiram dúvidas pela internet.
Além de educação, a pesquisa completa também aborda o comportamento da juventude conectada nas áreas de ativismo, empreendedorismo e comportamento. No total, foram ouvidos 1440 jovens de 16 a 24 anos, que fazem uso regular da internet, em todas as cinco regiões do Brasil.

http://porvir.org/porpensar/para-47-dos-jovens-bom-professor-usa-tecnologia/20140827

Lucia Santaella: As novas linguagens e a educação

Lilian Romão e Paulo Lima


As tecnologias da comunicação e o mundo digital estão alterando profundamente a dinâmica da vida em sociedade. Sociedade pós-humana, cultural digital, convergência das mídias, linguagem ubíqua, hipermídia, hipertexto. Por mais que esses termos estejam presentes no cotidiano, inclusive na educação, eles são ainda muito nebulosos.


A entrevistada desse mês da Plataforma do Letramento tem lançado, durante toda sua trajetória como pesquisadora, reflexões e profundas análises sobre as linguagens humanas, os meios e suas transformações. Tem acompanhado de maneira muito próxima a relação das tecnologias digitais e suas influências culturais na sociedade. “Ela tem um currículo tão grande que é capaz de travar o navegador de quem o acessa na internet”, disse o ator e apresentador Antônio Abujamra para descrevê-la em sua entrevista no Programa Provocações, exibida em junho de 2010 na TV Cultura. 


Natural de Catanduva, interior de São Paulo, Lucia Santaella é uma das pesquisadoras brasileiras com maior reconhecimento no meio acadêmico, não só nacional como mundial. É professora titular no programa de pós-graduação em Comunicação e Semiótica e coordenadora do programa de pós-graduação em Tecnologias da Inteligência e Design Digital da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Tem mais de 20 livros publicados, mais de 200 artigos em periódicos nacionais e internacionais. Em 2011, recebeu o Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro (CBL), pelo livro A ecologia pluralista da comunicação.


O reconhecimento acadêmico e intelectual da professora pós-doutora é inegável, principalmente na área de semiótica e comunicação. Seu último livro, Comunicação ubíqua: repercussões na cultura e na educação, lançado em 2013, traz importantes reflexões e inquietações sobre a área da educação.
Para Santaella, a revolução digital não está apenas transformando os formatos de comunicação. Entre outros aspectos, seus estudos apontam para a necessidade permanente de reflexão sobre as modificações pelas quais o ser humano vem passando em contato com as tecnologias, modificações “não apenas mentais, mas também corporais, moleculares” (SANTAELLA, 2003, p. 31).

Diante desse contexto, o “digital” está criando uma nova linguagem humana, que mistura o visual, o verbal e o sonoro. No que ela chama de mundo pós-humano, a comunicação não depende mais de diferentes suportes, como o papel, a TV, o rádio, pois o ciberespaço se apropria de todas as linguagens anteriores, criando uma identidade própria e lhe dando uma nova configuração.

Quais são os desafios da escola na tentativa de acompanhar tantas mudanças? Como se comunicam, aprendem, interagem os alunos que estão chegando às escolas hoje? Na entrevista a seguir, Lucia Santaella fala das tecnologias da linguagem, das modificações que sofreram ao longo do tempo e dos desafios lançados aos educadores e à escola diante do atual cenário das convergências das mídias, da revolução digital e da relação mutante do humano com a máquina.

Plataforma do Letramento: Que desafios as novas tecnologias impõem aos educadores em sua formação? 

Lucia Santaella: Tecnologias que importam para a educação são tecnologias de linguagem. A primeira tecnologia de linguagem é o aparelho fonador, que se instalou em nosso próprio corpo por uma questão de sobrevivência adaptativa da espécie humana. Era essa tecnologia que se empregava nas sociedades tribais para a transmissão das narrativas necessárias à preservação de suas culturas. Um grande avanço se deu com a implantação do alfabeto no mundo grego, quando se instaurou a escrita no mundo ocidental. É devido a isso que estamos lendo os gregos até hoje. Outro avanço ocorreu com a invenção da prensa manual de Gutenberg (em meados do século XV), que possibilitou a criação disto que passamos a chamar de livro: linguagem impressa em folhas sequenciais de papel encadernado. A explosão do livro viria com a revolução industrial no século XIX, que permitiu a aceleração da impressão em máquinas rotatórias. Foi também no século XIX que surgiu o modelo de escola que atravessou uma boa parte do século XX, um modelo cada vez mais adaptado ao desenvolvimento de competências e especializações para atender às necessidades do mercado de trabalho capitalista. Trata-se de um modelo escolar baseado na atomização dos campos do conhecimento e centrado no saber do professor e na transmissão desse saber por meio de exposições orais e livros-textos.
Com o advento do rádio e da televisão, que são meios não apenas noticiosos, mas, sobretudo, de entretenimento, a escola e especialmente o livro começaram a sofrer a competição dessas tecnologias de linguagem mais rápidas e mais afeitas a repertórios de informação médios, inclusive acessíveis a pessoas de baixa escolaridade. Essa competição não chegou a abalar o modelo escolar vigente. Ambos passaram a conviver em paralelo. Foi essa época que viu nascerem processos de ensino complementares via TV educativa, com eficácia bastante discutível. Foi só a partir dos anos 1990, quando a cultura do computador passou a cada vez mais fazer parte da vida da sociedade em geral, que surgiriam as grandes revoluções nas tecnologias de linguagem, com o manancial de desafios que estão trazendo para os modelos tradicionais de educação. 
Clique para continuar lendohttp://www.plataformadoletramento.org.br/em-revista-entrevista-detalhe/651/lucia-santaella-novas-linguagens-e-a-educacao.html

UFMT abre 15 vagas para mestrado em geografia no campus de Cuiabá

O início das aulas está previsto para o dia 23 de março de 2015.
Inscrições devem ser feitas no período de 10 a 24 de outubro.


Do G1 MT

A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) oferece curso para mestrado em Geografia por meio do programa de Pós-graduação em Geografia do Instituto de Ciências Humanas e Sociais (ICHS) para o ano de 2015. O campus de Cuiabá oferece 15 vagas, na área de concentração Ambiente e Desenvolvimento Regional, distribuídas em duas linhas de pesquisas: Dinâmica da Natureza e Ações Antrópicas e Produção do Espaço Regional. A taxa de inscrição custa R$ 132,64.  A divulgação das inscrições deferidas será no dia 29 de outubro.

saiba mais

Os interessados poderão realizar as inscrições a partir do dia 10 até o dia 24 de outubro na secretaria do Programa de Pós-graduação do Departamento de Geografia, no ICHS, das 8h às 12h e das 14h às 18h [horário de Mato Grosso]. É preciso apresentar os seguintes documentos: formulário de inscrição preenchido, fotocópia do diploma e do histórico escolar de graduação, fotocópia da documentação pessoal, curriculum-vitae documentado no modelo Lattes/CNPq documentado, duas fotos 3x4, projeto de pesquisa, fotocópia do comprovante de exame proficiência em idioma estrangeiro (inglês, francês ou espanhol) e declaração de dedicação integral ao curso.
O processo seletivo será por meio de prova escrita de conhecimentos gerais em Ambiente e Desenvolvimento Regional (dia 10 de novembro), arguição e análise dos projetos (dia 14 de novembro) e análise dos currículos (dia 19 de novembro). O resultado final deve ser divulgado no dia 26 de novembro. Para aqueles que passarem, a matrícula ocorrerá no período de 16 a 20 de março de 2015. O início das aulas está previsto para o dia 23 de março de 2015.
Pessoas que têm interesse no mestrado e que residem fora de Cuiabá também poderão fazer as inscrições por meio de procuração ou via Sedex, postadas no Correios até 24 de outubro. Os documentos enviados deverão ser autenticados em cartório. O endereço para ser enviados os documentos é: Avenida Fernando Corrêa da Costa, 2.367, bairro Boa Esperança, CEP: 78.060-900, Cuiabá – MT, no bloco de Programa de Pós-graduação em Geografia, Departamento de Geografia, Instituto de Ciências Humanas e Sociais, Universidade Federal de Mato Grosso.

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