quinta-feira, 21 de novembro de 2013

VOTAÇÃO DO PNE FICA PARA A PRÓXIMA SEMANA

Os senadores da Comissão de Educação (CE) parecem ter chegado a um consenso sobre o projeto que cria o Plano Nacional de Educação (PNE). O parecer do relator Alvaro Dias (PSDB-PR) foi elogiado por vários senadores de diversos partidos, como Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), Ana Rita (PT-ES), Ana Amélia (PP-RS) e Cristovam Buarque (PDT-DF).
Ainda assim, houve pedido de vista coletiva devido ao tamanho do relatório — mais de 60 páginas — e ao fato de ter sido apresentado ontem à tarde. Com isso, a votação do projeto ((PLC 103/2012) foi adiada para a próxima semana.
O presidente da CE, Cyro Miranda (PSDB-GO), disse concordar com o pedido de vista, adiantando que o Ministério da Educação já examinou o relatório porque tem pressa de que a proposta seja aprovada.
— O próprio MEC me pediu que, se [o projeto] fosse aprovado hoje, [era] para colocar em regime de urgência urgentíssima. Quer dizer, pelo crivo do governo, acredito que foi discutido — afirmou.
O período de vista pode ser usado para a apresentação de novas emendas, o que já foi feito por Cristovam Buarque e Cássio Cunha Lima (PSDB-PB). Alvaro Dias disse que analisará as novas emendas e oferecerá novo parecer na próxima ­terça-feira. O relator ressaltou que esse deveria ser o assunto mais importante do momento no Congresso.
— Eu espero que, ao final, nós possamos legar ao país um documento construtivo, capaz de superar os gargalos da Educação nacional e de promover avanços de qualidade — afirmou.
Randolfe Rodrigues disse que Alvaro Dias entra “pela porta da frente da história da Educação brasileira”. Ele celebrou o resgate de vários dispositivos do texto original, como a retomada do prazo para a União enviar novo PNE e as estratégias de implementação do Custo Aluno-Qualidade inicial (CAQi) e do Custo Aluno-Qualidade (CAQ).
Ana Amélia elogiou especialmente o aperfeiçoamento da Meta 4, que universaliza o atendimento Escolar aos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação na rede regular de Ensino. Alvaro Dias propõe que o sistema educacional deve ser inclusivo, mas que a Educação especial oferecida em Escolas e serviços especializados precisa ser preservada.
Cristovam Buarque também cumprimentou o relator pelo trabalho e disse que vai votar a favor da proposta. No entanto, ressaltou que o PNE ainda é pouco para o que o Brasil precisa na Educação.
— Esse plano vai melhorar, mas não vai dar o salto. Eu não vejo como dar o salto sem que a Educação seja federalizada — defendeu.
Cristovam também lamentou o fato de Alvaro Dias não ter diminuído a idade para a Alfabetização, estabelecida em 7 anos. O relator disse ter se baseado em especialistas e lembrou que, de acordo com seu relatório, em 5 anos o PNE deve diminuir a idade para 6 anos.
— Todo especialista é cauteloso, a gente é que tem que empurrá-los, arrancar deles o suor para que eles cheguem aonde a gente quer — disse Cristovam.
http://www.todospelaeducacao.org.br/comunicacao-e-midia/educacao-na-midia/28914/votacao-do-pne-fica-para-a-proxima-semana/

Youtube lança canal de educação com 8.000 vídeos de ensino médio

Suellen Smosinski
Do UOL, em São Paulo
O Google do Brasil em parceria com a Fundação Lemann lançou nesta quinta-feira (21) o Youtube Edu, plataforma de vídeos educacionais. O projeto foi lançado com 8.000 vídeos de ensino médio, mas o objetivo é ampliar também para o superior e  fundamental a partir do ano que vem.
"Espero que dentro de uns anos tenhamos um Brasil competitivo em termos de educação também", afirmou Jorge Paulo Lemann durante o evento de lançamento do projeto.
Os vídeos são separados por disciplina, todos os conteúdos disponíveis no  canal foram avaliados pela Fundação Lemann, que aprovou 26 canais.
"A curadoria não é uma questão de gosto. A forma do professor ensinar não importa, o que importa é se o conteúdo está correto. O usuário decide o tipo de aula que prefere", afirmou Denis Mizne, diretor executivo da organização.
Segundo Flavia Simon, diretora de marketing do Google, o Brasil é o primeiro país fora dos EUA a fazer parte dessa iniciativa (YouTube Edu).
O secretário de Educação do Estado de São Paulo, Herman Voorwarld, também participou do evento e afirmou que a plataforma aumenta a capacidade dos professores de buscar material de qualidade para as aulas.
O secretário fez ainda uma proposta à Fundação Lemann para que eles criem jogos educacionais: "Sem dúvida aumenta a capacidade do aprendizado".
http://educacao.uol.com.br/noticias/2013/11/21/youtube-lanca-canal-de-educacao-com-8000-videos-de-ensino-medio.htm

A sala é um palco


Frederico Guimarães

Com uma bengala na mão e um guarda-chuva na outra, o professor de língua portuguesa Júlio César Sbarrais caminha com dificuldade pelos corredores da Escola Estadual Padre Afonso Paschotte, em Mauá, na Grande São Paulo. Enquanto os alunos aguardam o início da aula, ele abre a porta da classe caracterizado da cabeça aos pés: sapatos extravagantes, calças coloridas, maquiagem no rosto e um nariz de palhaço. Fantasia caprichada para arrancar sorrisos dos estudantes da 8ª série do ensino fundamental. 

+ Assista a trechos da aula do professor Júlio César Sbarrais
Formado em Letras e Artes Cênicas, Júlio César é o que se pode chamar de "artista-docente", expressão utilizada para denominar educadores que trabalham com a linguagem artística em suas propostas pedagógicas. Desde 2007, o professor recorre ao palhaço "Tinin" para tornar as suas atividades com os alunos mais lúdicas. "Há uma questão pedagógica e didática na linguagem teatral. Apesar de o palhaço ser mudo, ele passa as regras de convivência em sala de aula. Eu uso lousa e giz, mas utilizo o palhaço como uma forma de conquistar o aluno, que tem de dar conta de muita coisa. Esses projetos são válidos no sentido de amenizar a sobrecarga do conteúdo ensinado", afirma o docente. 
Guia prático
Assim como Júlio César, diversos professores têm aderido ao teatro para ensinar conteúdos de disciplinas como português, história, física e matemática. Segundo a psicóloga e professora de teatro Ana Betina Rugna, 90% dos seus alunos são professores que querem aprender a utilizar a linguagem teatral nas salas de aula. Autora do livro Teatro em sala de aula (Editora Alaúde), Betina elaborou um guia prático para os professores que desejam explorar esses recursos com seus alunos.Em sua experiência com os docentes, Betina observou que os professores sentiam insegurança por não conseguirem transmitir suas ideias de forma clara e criativa.
Para ela, a linguagem teatral pode transformar os professores. "Quando eu trabalho com o professor ele se redescobre, tanto quanto a criança. Assim como as crianças, eles começam de um jeito, mas terminam o curso diferentes, fazendo uma redescoberta do outro e de si mesmos", avalia.
Professor de artes cênicas da Escola Lourenço Castanho, em São Paulo, Pedro Haddad concorda com Betina. "A escola é um lugar essencial para que as crianças tenham o primeiro contato com o teatro, mesmo que não seja unicamente pela disciplina de artes cênicas. A linguagem pode ser utilizada de maneira muito feliz como complemento e incremento das dinâmicas dentro da sala de aula", acredita.
O número de professores formados na área ainda é pequeno, mesmo que a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) estabeleça o ensino da arte como obrigatório. Na maioria das vezes, a utilização do teatro na escola se restringe à disciplina de artes cênicas, quando há, e que nem sempre consegue dialogar com outras matérias. Além disso, o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (RCNEI) estabelece metas de qualidade para o desenvolvimento do ensino das crianças na creche e na pré-escola, mas não menciona a utilização do teatro como mecanismo de aprendizagem.

Continue lendo:
http://revistaeducacao.uol.com.br/textos/199/a-sala-e-um-palcoprofessores-procuram-na-linguagem-teatral-uma-301125-1.asp

Escolas do RS terão aula normal durante a Copa do Mundo de 2014

Representantes das redes pública e privada de ensino do Rio Grande do Sul assinaram um protocolo nesta quarta-feira que estabelece o calendário escolar unificado em 2014. O documento determina que o recesso escolar de inverno ocorra ente 19 de julho e 3 de agosto, não coincidindo com a realização da Copa do Mundo no Brasil, que será de 12 de junho a 13 de julho.
As aulas terão início entre os dias 17 e 24 de fevereiro e serão encerradas no dia 19 de dezembro. De acordo com a Secretaria Estadual da Educação, as escolas têm autonomia para decidir se liberam os estudantes durante os dias de jogos, mas deverão compensar as aulas em outra data. Também é permitido que os alunos assistam aos jogos dentro das escolas.
Durante a assinatura do protocolo, na Assembleia Legislativa do Estado, o representante do Conselho Estadual de Educação, Raul Gomes de Oliveira Filho, elogiou o calendário. “Este documento é o resultado de um amplo debate iniciado aqui no Rio Grande do Sul e que se espalhou para todos os Estados. Não seria justo para a educação que as escolas parassem em todo o Brasil, durante a Copa do Mundo”, observou.
Ele fez referência à Lei Geral da Copa, que previa que as escolas tivesses recesso durante todo o período de realização da competição. 
http://noticias.terra.com.br/educacao/escolas-do-rs-terao-aula-normal-durante-a-copa-do-mundo-de-2014,d5bd464be8672410VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html

Sobram vagas para negros por meio de cotas nas universidades de MT

Pollyana AraújoDo G1 MT
Pelo sistema de cotas raciais, 1.950 estudantes autodeclarados negros e pardos ingressaram na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) neste ano. O número representa 33% do total de matriculados na instituição de ensino superior, conforme dados da Pró-reitoria de Assistência Estudantil. Todos os cotistas cursaram o ensino médio em escolas públicas e a maioria possui renda per capita familiar de um salário mínimo e meio.
A pró-reitora de Assistência Estudantil, Myrian Serra, afirmou que, do total de 16.890 alunos matriculados na instituição, 47% se autodeclararam pretos, pardos e negros. "Destes, 7.901 estudantes são autodeclarados pretos, pardos e negros, sendo 5.901 estudantes veteranos (que ingressaram até 2012) e 1950 calouros (ingressantes em 2013)", explicou.

Segundo a pró-reitora, a política de ação afirmativa para estudantes negros na UFMT teve início em 2012 e estabeleceu que 20% das vagas em todos os cursos e turnos seriam reservadas para estudantes autodeclarados negros que cursaram integralmente a educação básica em escola pública. Desse modo, no ano passado, de 5.178 vagas, 1.029 foram preenchidas por candidatos autodeclarados negros que estudaram em escolas públicas. Ou seja, sobraram 276 vagas destinados aos afrodescentes e com renda inferior a um salário mínimo e meio.

Leia mais: http://g1.globo.com/mato-grosso/noticia/2013/11/sobram-vagas-para-negros-por-meio-de-cotas-nas-universidades-de-mt.html

Comportamento: Participação do pais

Envolver os familiares em algumas atividades elaboradas pela escola pode trazer um equilíbrio no que diz respeito à disciplina e aproveitamento de seus alunos


Objetivos:
★ Promover a integração família, aluno e escola;
★ Gerar o gosto pela leitura;
★ Estimular o aprendizado de novos vocabulários em inglês;
 Criar vínculos afetivos;
 Propiciar a estimulação auditiva.
Faixa etária: Livre.

Foto: Itaci Batista
Integrar a família em projetos da escola é um trabalho importante para o desenvolvimento da criança, pois permite que ela tenha mais dedicação nos projetos escolares e faz com que a família possa acompanhar o desenvolvimento e dificuldades da criança no processo de aprendizagem.
Dica de leitura! A Família do Marcelo
Nesse livro, os leitores vão conhecer a família do Marcelo: o pai, seu João; a mãe, dona Laura; e a irmã, Aninha. Mas não é só isso. Também vão conhecer os outros parentes do Marcelo e descobrir quantos tipos diferentes de família existem por aí. No fim, ainda é possível se divertir com as brincadeiras preparadas especialmente para os leitores desta série.
Autora: Ruth Rocha
Editora: Moderna
Preço: R$ 32,00
Onde encontrar: www.moderna.com.br

Diversas atividades podem ser feitas nesse sentido, mais elaboradoras ou mais simples, mas a ideia é que sempre tenha algum tipo de atividade que integre a família, fazendo com que esse acompanhamento seja contínuo. Na Escola de Educação Infantil Econvivência, alguns projetos são desenvolvidos com esse objetivo. Veja como eles funcionam:
Continue lendo: http://revistaguiainfantil.uol.com.br/professores-atividades/125/pais-e-filhos-envolver-os-familiares-em-algumas-atividades-300382-1.asp

Crianças e Adolescentes sem registro civil de nascimento – O que fazer?

A educação é direito público subjetivo garantido pela Constituição Federal. Nenhum cidadão pode ter suprimido esse direito. 


A ausência de quaisquer documentos não pode ser impeditivo para o acesso das crianças às escolas. 


Veja algumas orientações importantes (clique nas imagens)



 Cartilha Unicef Cartilha Ministério Justiça




Covid-19 - MEC divulga diretrizes para volta às aulas presenciais nas Instituições Federais de Ensino

Acesse aqui o Documento  https://vps3574.publiccloud.com.br/cartilhabio.pdf