sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

De 6 mil creches prometidas até 2014, só 1.415 foram concluídas

Aliar qualidade e expansão na educação infantil é um dos principais desafios que o Brasil tem pela frente nos próximos anos. Segundo especialistas, além do valor investido por aluno - que chegou a R$ 3.778 em 2011, de acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Página Inicial (Inep) -, o aumento no número de matrículas e a construção de novas unidades é primordial. Em abril do ano passado, a presidente Dilma Rousseff ampliou a meta do governo federal de entregar 6 mil creches até 2014, quando comentou em entrevista que seria possível a construção de até 8.685 estabelecimentos, o que foi desmentido posteriormente, mantendo o objetivo inicial. Segundo informações do Ministério da Educação (MEC), até o momento, foram pactuados junto às prefeituras convênios para construção de quase 7 mil creches, mas apenas 1.415 foram concluídas. Outras 2.313 estão em obras, e 3.242 em fase preparatória.
Pesquisadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Infância e Educação Infantil  da Universidade Federal do Paraná, Catarina Moro acredita que a dificuldade na entrega das unidades ainda é um dos entraves em iniciativas governamentais como o Proinfância, por exemplo. Segundo ela, contudo, o País avança na discussão e reconhece a importância da educação infantil, e a criação destes programas mostra isso. “A expansão que vem acontecendo é relevante, apesar de ainda não ser suficiente, porque reconhece a demanda e tenta resolvê-la. Há uma questão de como essas medidas se colocam. São medidas de governo, de duração mais breve, mas precisamos de uma política de Estado, que pudesse atravessar gestões”, analisa.
Um levantamento deste ano divulgado pelo movimento Todos Pela Educação dá uma ideia do avanço, mas também do desafio que o Brasil tem pela frente na educação infantil: 82,2% das crianças de 4 e 5 anos estão matriculadas na pré-escola, mas o déficit de 18% representa 1 milhão de crianças. Esse número deve ser atendido até 2016, quando vence o prazo para o cumprimento da Emenda Constitucional n° 59, obrigatoriedade também incluída na meta 1 do Plano Nacional de Educação (PNE). 
Continue lendo: http://noticias.terra.com.br/educacao/de-6-mil-creches-prometidas-so-1415-foram-concluidas-em-2014,88aafb5c81674410VgnVCM3000009af154d0RCRD.html

Secretaria de Educação de Cuiabá seleciona voluntários para o Programa Brasil Alfabetizado

Foto: Jorge Pinho (SME)

Rosane Brandão


A Secretaria Municipal de Educação está selecionando candidatos voluntários do Programa Brasil Alfabetizado para atuarem na Educação de Jovens e Adultos (EJA). As vagas são para coordenadores de turma e alfabetizadores.

Serão disponibilizadas cinco vagas para coordenadores na área urbana e uma na área rural; 24 vagas para alfabetizadores na área urbana e cinco na área rural; duas vagas para tradutor - interprete de Libras - e em igual número para cadastros de reserva.

As vagas estão de acordo com a meta aprovada pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi), vinculada ao Ministério da Educação (MEC).

Os voluntários receberão uma bolsa que varia de R$ 400 a R$ 800, conforme a classe de cada um. O regime de voluntariado será de 10 horas semanais.

A data para entrega do currículo com documentos comprobatórios para análise será de 20 de fevereiro a 18 de março.

Confira o edital abaixo.

http://www.cuiaba.mt.gov.br/educacao/secretaria-seleciona-voluntarios-para-o-programa-brasil-alfabetizado/8341

Número de conselhos municipais de Educação cresce, mas ainda há desafios

Yara Aquino - Repórter da Agência Brasil Edição: Lílian Beraldo


Membros do CME de Cuiabá
Foto: Jorge Pinho (SME)
O número de municípios com conselhos municipais de Educação vem crescendo nos últimos anos. Dos 5.570 municípios brasileiros, 4.718 (84,8%) já contavam com conselho constituído em 2011. A Região Norte é a que tem o menor percentual de municípios com conselhos de educação (65%) e o Sudeste tem o maior percentual, 90%. Em 2009, 4.403 municípios tinham conselhos e, em 2006, eram apenas 3.760.
Os dados são de levantamento feito pela organização não governamental Todos pela Educação com base em informações da Pesquisa de Informações Básicas Municipais (Munic) de 2011, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Fortalecer os conselhos como instrumentos de participação e fiscalização da gestão escolar faz parte das metas do Plano Nacional de Educação (PNE), em debate no Congresso Nacional.

A pedagoga e pesquisadora do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec), Eloisa de Blasis, avalia que a formação e o trabalho dos conselhos municipais têm avançado, mas que essas instâncias ainda enfrentam desafios. “No Norte e Nordeste ainda temos municípios pequenos, com baixa arrecadação, que, com o fortalecimento da municipalização, não tinham estrutura para garantir a existência desse colegiado, mas estamos avançando nessas regiões”, diz.
Os conselhos estão previstos na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). No entanto, não existe legislação no país que obrigue uma cidade a ter um Conselho Municipal de Educação. A decisão depende apenas do próprio município. As cidades que não têm esse colegiado acabam dependendo do conselho estadual de educação que normalmente tem sede na capital do estado.
Nos municípios brasileiros que têm conselho, a pesquisa aponta que 69,5% deles são paritários, ou seja, contam tanto com representantes da gestão municipal quanto da sociedade civil. Em 2006, menos da metade (47,6%) tinha essa característica.
A composição do conselho deve sempre buscar o equilíbrio entre membros da Secretaria Municipal de Educação, pais e estudantes. Há ainda a possibilidade da participação de entidades religiosas, organizações não governamentais, fundações e instituições de capital privado.
“Temos ainda situações em que o conselho não é necessariamente paritário, a composição algumas vezes vai atender à composição política local”, alerta a pesquisadora Eloisa de Blasis. “Outras vezes ele funciona como fórum paritário e zela pela política de educação do município”, completa.
Os conselhos funcionam como mediadores e articuladores da relação entre a sociedade e os gestores da educação municipal. O órgão tem função consultiva, normativa, deliberativa, mobilizadora e de fiscalização. Faz parte dessas funções, por exemplo, a autorização para o funcionamento de escolas públicas municipais e da rede privada e o acompanhamento da execução de políticas públicas da área educacional.
Uma das atribuições mais importantes dos conselhos municipais é a de cobrar e orientar a elaboração do Plano Municipal de Educação (PME), política que vai reger os rumos da educação da cidade para a década seguinte.
“O conselho tem como função opinar sobre assuntos educacionais, colaborar com a política educacional e a elaboração do plano municipal de educação, zelar pelas distorções normativas em matéria de educação, fazer análises de situações que chegam até eles e precisam de um parecer”, explica Eloisa de Blasis.
Um exemplo de atuação de um conselho vem do município de Goiana, na Zona da Mata de Pernambuco. O colegiado mantém encontros semanais e é formado por 15 conselheiros, entre eles, representantes da Secretaria de Educação, de pais, alunos, e também do setor privado.  Os conselheiros são eleitos por representantes de cada segmento.
“Cabe a nós propor correções de políticas públicas, já fizemos normatização de credenciamento de escola, da relação professor e aluno. Cabe a nós também provocar discussões para que algo necessário seja viabilizado”, explica a presidenta da Câmara da Educação Básica do conselho de Goiana, Carmem Nóbrega.
Ela lembra de um caso em que o conselho conseguiu intervir na reforma de uma escola. Segundo ela, a solicitação de reforma já havia sido feita pelo diretor, estava aprovada, mas a escola não tinha a documentação relativa ao território que ocupava. O conselho, então, atuou com a prefeitura para conseguir o documento e assim viabilizar o início da obra.

Carmem conta que a atuação desses órgãos ainda é um desafio e que o sucesso depende da gestão do colegiado e do combate ao ingresso de pessoas com interesses políticos. “Estamos andando, há muitas contradições, mas as instâncias democráticas estão aí e precisamos da organização de cada conselho. Vemos, em alguns casos, a prática de nepotismo, mas precisamos garantir a indicação de quem efetivamente representa aquele segmento”, diz.

http://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2014-02/numero-de-conselhos-municipais-de-educacao-cresce-mas-ainda-ha-desafios

Repasses Fundeb 2014

Repasses de recursos do

Fundeb, Cuiabá

Janeiro    R$ 14.805.704,94 


Fevereiro R$ 11.271.011,21 

Total no ano 
R$ 26.076.716,15


Censo Escolar 2013: rede pública perde alunos para escolas privadas

LEONARDO VIEIRA

RIO - A educação pública no Brasil está encolhendo, enquanto a rede de ensino privada cresce ano após ano. Os dados do Censo da Educação Básica de 2013, divulgados anteontem, mostram que o número de alunos matriculados em escolas particulares subiu 14% de 2010 a 2013, passando de 7,5 milhões para 8,6 milhões. No mesmo período, a quantidade de estudantes em instituições públicas recuou 5,8%, caindo de 43,9 milhões para 41,4 milhões.
Em 2010, havia 51,5 milhões de estudantes no ensino básico. Desse total, 85,3% eram de matrículas na rede pública. Hoje, as escolas públicas ainda educam a grande maioria dos alunos, mas o percentual caiu para 82,8% das atuais 50 milhões de matrículas no ensino básico nacional.


Para o o coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, essa tendência é explicada pela ascensão da nova classe média, que, diante dos problemas da educação pública no país, matricula seus filhos em instituições particulares. De acordo com o especialista, esse fenômeno acaba por prejudicar ainda mais as famílias de menor renda, relegadas ao estudo no sistema público, esquecido e carente de investimentos.
— À medida que as famílias da classe C ganham renda, elas tiram seus filhos da escola pública, pensando que, em escolas particulares, o ensino estará garantido e terá melhor qualidade, o que nem sempre é verdade — explica Cara, que defende ainda o apoio técnico e financeiro do governo federal a estados e municípios.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/educacao/rede-publica-perde-alunos-para-escolas-privadas-segundo-censo-11730917#ixzz2uYR8vnhf 

Para pesquisador, rótulo de dislexia é usado como desculpas pelos pais

RIO - A dislexia é um rótulo sem sentido. A afirmação é do psicólogo educacional e ex-professor de necessidades especiais Julian Elliott, que considera o distúrbio uma espécie de desculpa usada pelos pais de classe média para encobrir falhas como preguiça e dificuldade na aprendizagem por parte de seus filhos. Entretanto, o especialista da Universidade de Durham, na Inglaterra, não nega que algumas crianças possuem, de fato, problemas complexos de leitura.
Para Elliott, a definição de dislexia é tão ampla que torna impossível fazer qualquer separação significativa de outras pessoas que apresentem diferentes dificuldades em leitura. Em entrevista para o “Mail Online”, ele defende que, no lugar de submeter as crianças a testes diagnósticos caros e demorados, as escolas devem se concentrar em identificar desde cedo aqueles que lutam para ler e tratar todas as pessoas com problemas iguais.
"Você tem uma longa lista de sintomas para Dislexia, como ansiedade ao ler em voz alta. Mas isso pode ser esperado de qualquer criança que está aprendendo a ler", exemplificou o professor Elliott . "Você mostra a um pai esta lista de sintomas e eles dizem: ‘Você tem razão, eu não sabia que meu filho era disléxico’."
Para ele, enquanto os pais só quererem o melhor para seus filhos, acabam sendo "lamentavelmente enganados sobre o valor de um diagnóstico de dislexia".


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/educacao/para-pesquisador-rotulo-de-dislexia-usado-como-desculpa-pelos-pais-11718288#ixzz2uT3YluBA 

http://oglobo.globo.com/educacao/para-pesquisador-rotulo-de-dislexia-usado-como-desculpa-pelos-pais-11718288

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Projeto de leitura estimula a produção literária

Estimulados a exercitar o hábito da leitura, os alunos da Escola Estadual Professora Ivonne Tramarim de Oliveira, da cidade de Pedra Preta, tornaram-se pequenos produtores literários com a intervenção do projeto Leitura Prazerosa, Escrita Fabulosa. Os 200 alunos matriculados nos anos iniciais do Ciclo de Formação Humana foram orientados a desenvolver uma série de atividades e aprenderam na prática sobre  poesias,  versos, receitas culinárias, histórias, parlendas, contos, e as fábulas.
A proposta pedagógica, devidamente concebida considerando uma metodologia adequada à faixa etária dos estudantes, oportunizou o desenvolvimento de  ações aos alunos para que eles pudessem conhecer mais sobre os gêneros textuais, gramática, assim como desenvolvessem o raciocínio lógico na elaboração de textos, na   produção de entrevistas e na elaboração de histórias e de personagens.  
Além de aguçar o prazer pelas palavras, o projeto aproximou a comunidade escolar, que ajudou na coleta do material e passou a demonstrar maior interesse nas atividades desenvolvidas  no contexto escolar.  “Eu sempre gostei da leitura e percebia que muitos pais mantinham um certo distanciamento dos livros, por isso a necessidade de uma intervenção pedagógica de estímulo, de apoio. Os pais eram convidados a participar das nossas exposições, a conhecer e participar das leituras”, explica uma das professoras envolvidas na ação, Gisleia Santos de Lima.  Ela ainda justifica que a leitura constitui um “instrumento de extrema importância e necessária para o indivíduo compreender o mundo”. 
A diretora da unidade, Marileide Barboza Carrijo, pondera que a ação deve ser replicada em 2014. Ela explica que a proposta corrobora com o fortalecimento do Pacto Nacional da Alfabetização da Aprendizagem (PNAIC). 
Depoimento 
“Eu já gostava de ler e com o projeto então, me apaixonei. Eu escrevi três livretos, sendo um enfocando a data da  consciência  negra, um com poemas falando de amizade, família e minha cidade e outro com crônicas, onde abordei sobre as rixas entre as salas de aula. Gostei muito das atividades”. A fala é do estudante Rafael Silva, de 11 anos, aluno da 3ª fase do 2ª Ciclo de Formação Humana. Na avaliação de Rafael, o projeto ainda servia com um grande aliado e estímulo àqueles que não se interessavam pelo hábito de ler. “A professora levou um microfone e uma caixa amplificadora para sala e todos tinham de ler. Todo mundo passou a se empenhar e ler melhor”, conta.
PATRICIA NEVESAssessoria/Seduc-MT


http://www.seduc.mt.gov.br/conteudo.php?sid=20&cid=14145&parent=20

Doenças de fácil prevenção têm relação com desenvolvimento da criança

Cartola - Agência de Conteúdo - Especial para o Terra

Especialistas sugerem que condições externas influenciam mais o ensino do que estrutura da escola


Em outubro de 2011, o economista e filósofo Eduardo Giannetti apontava como um dos principais problemas da educação básica brasileira a má formação neurológica de crianças por causa de doenças nos primeiros anos de vida. Entre os motivos, o saneamento básico precário de várias cidades brasileiras. Segundo dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) do Ministério das Cidades, 53,8% da população brasileira não possui serviço de coleta de esgoto.
Os pesquisadores do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea) Paulo Roberto Corbucci e Eduardo Luis Zen publicaram, recentemente, estudo que relaciona fatores externos – entre eles o saneamento básico – com os números do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), citado por eles no material como principal indicador de desempenho do sistema educacional brasileiro.
O estudo considerou os índices de abastecimento de água, esgotamento sanitário e coleta de lixo na comparação com os resultados no Ideb. Nos três casos, observou-se redução nos índices de educação baixos (menos de quatro pontos) de acordo com o aumento da presença dos serviços nos municípios. Na tabela de esgotamento sanitário, por exemplo, a proporção de Idebs baixos e médio-inferiores (entre quatro e cinco pontos) atinge 73% do total quando a incidência do serviço foi menor que 50%.
Continue lendo:

http://noticias.terra.com.br/educacao/doencas-de-facil-prevencao-tem-relacao-com-desenvolvimento-da-crianca,459eb3dbb2564410VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html

Pagamento dos servidores

Conforme o  Decreto n° 5439/2014, o pagamentos dos servidores públicos municipais deverá ser feito no último dia útil de cada mês. 



Em fevereiro, dia 28. 

Bom carnaval. 

Moderação!

SEDUC disponibiliza, via WEB, matrículas para alunos

A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT)  informa que a matrícula via web se dará em três etapas nas sete unidades piloto de Cuiabá e Várzea Grande. A primeira fase começa a partir das 8h da manhã, do dia 28 de fevereiro, com o cadastramento de login/usuário disponível num link específico na página da Seduc (www.seduc.mt.gov.br). No dia  6  e 7 de março será a vez de efetuar a solicitação de matrícula no Sistema. Essa etapa será mais rápida para aqueles que já tiverem se cadastrado. 

Para finalizar, os pais ou responsáveis deverão ir até a unidade escolar, dias 10 e 11 de março, munidos do comprovante de solicitação (gerado assim que for efetuada no Sistema) e efetivar o registro com entrega dos documentos do estudante na escola. Participam do projeto piloto as Escolas Estaduais Nilo Póvoas, Liceu Cuiabano e Presidente Médici, de Cuiabá, e  Pedro Gardés, Fernando Leite,  Elmaz Gattas e Adalgisa de Barros, na Várzea Grande.
A coordenadora de Planejamento e Monitoramento da Gestão Escolar da Seduc, Alcimária Ataídes da Costa, informa  que não há nenhum processo de seleção de candidatos ou mesmo cadastro de reservas. Ela ratifica que a medida adotada pela Secretaria de Educação foi amplamente fundamentada e atende a um projeto democrático de total transparência para garantia do atendimento educacional.
Alcimária pondera que a solicitação e confirmação da matrícula via web obedecerá a ordem de solicitação realizada de acordo com o limite das vagas disponibilizadas. “Se a escola disponibilizar 30 vagas para um período ou uma turma ficará visível no Sistema. À medida que as vagas forem encerradas, os pais visualizarão uma mensagem quanto à indisponibilidade das vagas”.
A ausência dos candidatos, pais ou responsáveis na data de entrega da documentação, como previsto na Portaria,  inviabilizará a confirmação da matrícula. A coordenadora informa que a Seduc tornará publica a nova disponibilidade de vagas, assim que as unidades escolares disponibilizarem as informações.
*Atualizada 
Patrícia Neves
Assessoria Seduc-MT

http://www.seduc.mt.gov.br/conteudo.php?sid=20&cid=14149&parent=20

Pesquisadores consideram prédio escolar como o terceiro professor

Para a professora e arquiteta Doris Kowaltowski, o mais indicado é que quando surja a oportunidade de se construir uma nova escola, todos os agentes se juntem para bolar o projeto


Cartola - Agência de Conteúdo - Especial para o Terra

Escola F.D.E. em estrutura pré-moldada realizado pela aluna Talita Tiemi,
orientada pela Prof ª Arlete Maria Francisco no curso de Arquitetura e Urbanismo -
Os prédios escolares são parte importante e marcante da educação de um indivíduo. Quem não lembra de como era o prédio da escola em que estudou no ensino médio ou fundamental? Ao redor do mundo e no Brasil, pesquisadores começam a incitar uma discussão mais aprofundada sobre como utilizar a arquitetura escolar a serviço do ensino e não apenas como um espaço a ser preenchido com alunos.
Para a arquiteta e professora da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo (FEC) da Unicamp, Doris Kowaltowski, que estuda a arquitetura escolar de escolas do Brasil e do mundo, o mais indicado é que quando surja a oportunidade de se construir uma nova escola, todos os agentes se juntem para bolar o projeto: arquitetos, engenheiros, professores e pedagogos. “Não necessariamente as pessoas que discutem os projetos precisam ser as mesmas a usá-lo depois de pronto, mas sua experiência com a educação é muito importante de ser colocada na mesa”, explica.
Para atender a um novo formato de ensino que vem surgindo nos últimos anos, a professora indica que é preciso unir a técnica da construção com a pedagogia. “Existem alguns trabalhos que chamam a arquitetura escolar de terceiro professor. O primeiro é o professor em si, o segundo é o método e o material. Podemos até achar que estamos ignorando o ambiente em que estamos inseridos, mas não estamos. Se ele é bem concebido, nos influencia positivamente. Podemos ensinar física com a arquitetura, colocando um relógio de sol na sala de aula, por exemplo. Os alunos aprenderiam sobre o movimento do sol e geometria com as sombras. Tento inserir essa reflexão, de que a arquitetura pode ensinar”.
A sala de aula é muito enraizada na cultura escolar mundial e no Brasil não é diferente. “É um elemento muito forte e que se repete. Porém, se repete sem uma reflexão. Ao redor do mundo o modelo de sala de aula com um aluno atrás do outro, o professor na frente com o quadro, está sendo questionado”, conta. Com a tecnologia e internet, o padrão atual de sala de aula pode não ser mais o melhor. Agora, os alunos utilizam muito mais equipamentos como celulares e computadores e o professor não é mais a única fonte de informação. É preciso que o ambiente seja rico e contribua para vencer a batalha da atenção com os celulares, que também contém a informação.
Continue lendo:
http://noticias.terra.com.br/educacao/pesquisadores-consideram-predio-escolar-como-o-terceiro-professor,18df1dfd04564410VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

NTM Cuiabá oferece cursos de tecnologias na educação





O Núcleo de Tecnologia Municipal de Cuiabá - NTM está ofertando os seguintes cursos aos profissionais de educação:

IED - INTRODUÇÃO À EDUCAÇÃO DIGITAL

TIC - TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO: ENSINANDO E APRENDENDO COM AS TICs


EP - ELABORAÇÃO DE PROJETOS


RA - REDES DE APRENDIZAGEM


Para fazer sua inscrição clique NTM


Carnaval no Portal do Professor




SUGESTÕES DE AULAS

Aqui você pode acessar diversas aulas sobre o Carnaval. Você também pode acessar através do site do Portal do Professor onde encontrará aulas sobre outros temas interessantes.
 
Educação Infantil
Carnaval Pernambucano: Frevo
Carnaval Baiano: Axé Trio Elétrico
Carnaval Maranhense: Tambor de Crioula
Carnaval Italiano: Veneza
Carnaval Carioca: Samba Enredo
………………………………………………………….
Ensino Fundamental Inicial
Comemorações de Festas Populares na Escola: O Que Isso Tem a Ver Com Religião?
Dia 14 de setembro, dia do frevo!
Carnaval e saúde
Lendo e escrevendo narrativas de carnaval
Ouvindo e escrevendo marchinhas de carnaval
Trabalhando o carnaval na alfabetização
A história e as comemorações do carnaval
O carnaval em outros países
Espaço entre palavras e reconhecimento de palavras com _Marchinhas de Carnaval
Carnaval: uma grande festa cultural!
Produção textual: texto informativo – Carnaval no Brasil (ou outras festividades)
…………………………………………………………
Ensino Fundamental Final
Máscaras
………………………………………………………..
Educação de Jovens e Adultos
Dia 14 de setembro, dia do frevo!
Carnaval: uma grande festa cultural!

Censo escolar revela forte crescimento do número de matrículas em tempo integral

Para o ministro da Educação, Henrique Paim, a expansão do ensino integral é um dos grandes destaques do Censo Escolar da Educação Básica de 2013, divulgado nesta terça-feira, 25. O Censo revela que, desde 2010, o número de matrículas em educação integral no ensino fundamental cresceu 139%, chegando a 3,1 milhões de estudantes. Só no último ano, o crescimento foi 45,2%. 

O evento de divulgação contou ainda com a presença do presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Chico Soares, e da secretária de Educação Básica do Ministério da Educação, Yvelise Arcoverde.

O aumento de alunos no ensino integral é atribuído à ampliação do Programa Mais Educação, criado pelo Ministério da Educação para incentivar as secretarias estaduais e municipais de educação, com a transferência de recursos federais, a oferecer a educação integral. 

“Estes números demonstram o esforço que está sendo feito e que já temos resultados”, disse o ministro. “A meta de ensino integral do Plano Nacional de Educação (PNE), de 25% dos alunos estarem no ensino integral, é factível de ser alcançada se continuarmos com este esforço”, complementou. 

A meta do Mais Educação para 2013, de 45 mil unidades educacionais, foi superada e o total alcançado foi de 49 mil escolas. Para 2014, está previsto o atendimento em 60 mil escolas. É considerada educação integral a jornada escolar com sete ou mais horas de duração diária.

O censo destaca ainda a evolução de matrículas em creche, que teve crescimento de 72,8%, passando de 1.579.581 para 2.730.119 no período entre 2007 e 2013. Entre 2012 e 2013, o aumento das matrículas em creche foi de 7,5%. A pré-escola apresentou evolução de 2,2% na quantidade de matrículas entre as duas últimas edições do censo, chegando a 4.860.481 crianças matriculadas. “Temos uma contribuição muito importante também dos municípios no aumento das matrículas do ensino infantil”, destacou Paim. 

Na educação profissional, o número de matrículas foi de 1,4 milhão, sendo 749.675 na rede pública. A rede federal puxou o crescimento de toda a rede pública, uma vez que o número de alunos nas instituições federais cresceu 8,4%, entre 2012 e 2013, chegando a 228.417 matrículas. Em relação a 2007, o crescimento da rede federal de ensino foi de 108%, por exemplo. Número superior aos 78,5% registrados na rede privada, que também apresenta expansão no ensino técnico e chegou a 691.376 matrículas, em 2013. 

De acordo com o ministro Henrique Paim, os dados do censo revelam o resultado das políticas públicas e programas governamentais voltados à ampliação da oferta educacional. “A médio e longo prazo, as políticas públicas voltadas para o processo educacional começam a surtir efeito no censo”, afirmou o ministro. 

“Os dados sinalizam uma mudança de paradigma, com acesso mais cedo, por meio da expansão do ensino infantil, e maior permanência diária na escola, por meio do ensino integral”, avaliou o presidente do Inep, Chico Soares.

Melhora – No total geral da educação básica, nas redes pública e privada, houve decréscimo de 1% nas matrículas, que caíram de 50,5 milhões em 2012 para 50,04 milhões em 2013. A redução maior, de 2,8%, ocorreu nos anos finais do ensino fundamental, nos quais havia 13,6 milhões de alunos no ano anterior e agora existem 13,3 milhões. 

O presidente do Inep explicou que isso se deve a uma acomodação do sistema de ensino ao tamanho da população e à melhoria do fluxo escolar, com menores taxas de reprovação, por exemplo. “O fluxo escolar está melhorando e o sistema se aperfeiçoando, é uma queda boa”, ressaltou Soares. 

Confira a apresentação da coletiva

Assessoria de Comunicação Social do Inep

http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=20264

Comissão aprova projeto que dificulta fechamento de escolas rurais, indígenas e quilombolas

A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) aprovou nesta terça-feira (25) projeto que dificulta o fechamento de escolas do campo, indígenas e quilombolas. O Projeto de Lei da Câmara (PLC) 98/2013 exige que o fechamento dessas escolas seja precedido de manifestação do órgão normativo do respectivo sistema de ensino. A matéria segue agora para apreciação do Plenário.
De autoria da Presidência da República, o projeto dispõe que o órgão normativo do respectivo sistema de ensino deve considerar a justificativa apresentada pela Secretaria de Educação, a análise do diagnóstico do impacto da ação e a manifestação da comunidade escolar.
Ao expor os motivos dessa proposta, o então ministro da Educação, Aloizio Mercadante, apontou que nos últimos cinco anos foram fechadas mais de 13 mil escolas do campo, resultando em muitos casos em transtorno para a população rural que deixa de ser atendida ou passa a demandar serviços de transporte escolar.
Funcionam como órgãos normativos na área educacional, por exemplo, os Conselhos Municipais de Educação, com representantes não só dos gestores, mas de toda comunidade escolar.
- Pais e alunos não podem ficar desprotegidos dos humores de gestores públicos que podem simplesmente optar pela descontinuidade da oferta do ensino – disse a relatora da proposta, senadora Ana Rita (PT-ES).
Depois de Ana ler o seu relatório, a senadora Ana Amélia (PP-RS) questionou se o governo federal daria alguma ajuda ao município no caso da manutenção de escolas com poucos alunos e dificuldades econômicas. Mas Ana Rita esclareceu que a proposta não impede o fechamento das escolas e que o parecer para o fechamento da escola caberá ao órgão normativo responsável pela instituição, que pode ser municipal, no caso do ensino fundamental, ou estadual, no caso do ensino médio.
Após a votação da matéria, também foi aprovado o requerimento de urgência feito pela relatora para que o texto seja apreciado o quanto antes pelo Plenário. Se for aprovada pelo Plenário sem emendas, a proposta seguirá para sanção presidencial.

http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/2014/02/25/comissao-aprova-projeto-que-dificulta-fechamento-de-escolas-rurais-indigenas-e-quilombolas

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Professores municipais decidem manter greve em Várzea Grande (MT)

Os professores de Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, decidiram permanecer em greve por tempo indeterminado. A paralisação completou uma semana nesta segunda-feira (24). As principais reivindicações da categoria são a reestruturação do Plano de Cargo, Carreira e Salários e revisão salarial.
A decisão de permanecer em greve foi tomada durante uma assembleia geral da categoria realizada nesta segunda. De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Educação Subsede em Várzea Grande, Gilmar Soares, ainda não houve acordo com a Secretaria municipal de Educação quanto às principais reivindicações da categoria. “Na última vez em que sentamos com o secretário Jonas da Silva (Educação) e Ismael Alves (Governo), na última terça-feira, foi dito que a reestruturação do Plano de Cargo, Carreira e Salários (PCCS) e o estudo de impacto já estavam nas mãos do prefeito, mas até agora nada foi definido”, revelou.

Veja tambémProfessores de 4 cidades estão em greve
De acordo com Gilmar Soares, o piso atual é de R$ 906 e a categoria reivindica um salário de R$ 1.060. Além disso, a categoria cobra o pagamento de férias e a concessão de licença-prêmio.
O G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa da Secretaria de Educação de Várzea Grande, que disse que o secretário Jonas da Silva estava em reunião. No começo da greve, a assessoria informou que a pasta estaria trabalhando na elaboração de um possível acordo e que uma posição mais concreta deveria ser repassada ao sindicato dos professores. A assessoria não soube informar a porcentagem de professores e instituições de ensino que aderiram ao movimento. De acordo com o sindicato, no entanto, das 80 creches e escolas do município, 60 estão com as atividades suspensas desde o dia 17. Com isso, aproximadamente 18 mil alunos estão sem aula.
Continue lendo:
http://g1.globo.com/mato-grosso/noticia/2014/02/professores-municipais-decidem-manter-greve-em-varzea-grande-mt.html

Programa Atleta na Escola abre inscrição a unidades de ensino

Está aberta a adesão de escolas ao programa Atleta na Escola. Podem participar unidades públicas e privadas da educação básica, que tenham matrícula de estudantes de 12 a 17 anos. A adesão pode ser feita a partir desta segunda-feira, 24 de fevereiro, até 30 de abril, no Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE interativo), informando as modalidades esportivas que serão desenvolvidas e o número de estudantes.
O coordenador do Atleta na Escola, Renausto Amanajas, da diretoria de formação e conteúdos educacionais da Secretaria de Educação Básica do MEC, explica que cada escola participante receberá uma verba fixa de R$ 1 mil e mais R$ 3,00 por aluno inscrito. O objetivo é levar o programa aos 5.564 municípios e a 40 mil escolas que tenham registrado, no censo escolar de 2013, alunos de 12 a 17 anos de idade, independente da série que cursam.
Segundo o coordenador, os diretores das unidades precisam verificar se o estado e o município a que pertencem aderiram, porque essa é uma condição para a escola participar do programa. A adesão das secretarias estaduais e municipais de educação está aberta desde janeiro e os dados devem ser inseridos por elas no Plano de Ações Articuladas (PAR).
Modalidades – Neste ano, o Atleta na Escola acrescenta três novas modalidades: arremesso de peso, judô e voleibol, além das atividades que participaram do programa em 2013 – corrida de velocidade, com provas de 75 metros e de 100 metros; corrida de resistência, de mil metros e de 3 mil metros; e provas de salto em distância. Renausto sugere que os diretores façam a adesão logo nos primeiros dias, para que tenham tempo para organizar os campeonatos escolares e, posteriormente, participar das etapas municipal e regional.
Em 2014, o Atleta na Escola contempla o esporte paraolímpico com as modalidades atletismo, bocha, goalball, judô, natação, tênis de mesa, tênis em cadeira de roda, voleibol sentado, futebol de 5 (DV) e futebol de 7 (PC), definidas pelo Comitê Paralímpico Brasileiro, na faixa de 12 a 17 anos, feminino e masculino. O coordenador do programa explica que o Atleta na Escola apoiará a fase estadual nas modalidades paraolímpicas.
Trajetória – Lançado em maio de 2013, o Atleta na Escola teve a adesão, no ano passado, das secretarias de educação dos 26 estados e do Distrito Federal, de 4.554 municípios e de 22,9 mil escolas. O Ministério da Educação estima que 2 milhões de estudantes da educação básica participaram da fase escolar. Dados do censo escolar de 2013 mostram que o país tem 194.577 escolas, entre públicas e privadas, das quais 147.307 unidades registraram estudantes na faixa de 12 a 17 anos de idade, que constitui o público do programa.
Ionice Lorenzoni
Acesse a página eletrônica do programa Atleta na Escola

http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=20259

Prefeitura decreta ponto facultativo dia 03 de março














A Prefeitura de Cuiabá decretou ponto facultativo o dia 03, véspera do feriado de carnaval, 04 de março. No dia 05 de março o expediente será iniciado às 13h.
As atividades consideradas de caráter essencial, como saúde, coleta de lixo, manutenção de distribuição de água e defesa civil, permanecem normais.
http://www.cuiaba.mt.gov.br/comunicacao/prefeitura-decreta-ponto-facultativo-os-dias-03-e-04-de-marco/8322

Pais acampam em quadra de escola para tentar matricular filhos em MT

Do G1 MT

Para organizar a fila, os pais criaram uma lista com nome de cada responsável.
Fila é para conseguir matrículas para o primeiro ano do ensino médio.


Duzentos e trinta pais de alunos em Tangará da Serra, cidade a 242 km de Cuiabá, acamparam na Escola Estadual Vinte e Nove de Novembro para tentar conseguir matricular os filhos no primeiro ano do ensino médio no período matutino. Eles montaram barracas e colocaram colchões na quadra da escola desde de domingo (23) para garantir as senhas porque a matrícula deve ser feita somente em março.
A diretora da escola, Adilene Bastos, informou que os pais se mobilizaram desta forma para conseguir vagas para os filhos no período da manhã, já que para os períodos da tarde e da noite há vagas. Conforme a diretora, as senhas começam a ser entregues nesta terça-feira (25) para que os pais não precisem ficar mais acampados.
Para organizar a fila durante o período em que estiveram acampados, os pais criaram uma lista com o nome de cada responsável. A cada três horas é feita uma chamada para conferir se todos ainda permanecem no local e se alguém desistiu. Durante as duas noites que passaram na quadra de esportes, os pais levaram barracas e colchões.
A técnica de enfermagem Eva Rocha disse que mesmo estando operada precisou ficar na fila para conseguir pegar uma das 80 vagas que estão sendo oferecidas no período matutino. “Eu tenho duas filhas e preciso da vaga, mas todo mundo aqui também está na mesma situação que a minha. E não é porque estou operada e preciso de repouso que vão me deixar passar na frente”, lamentou a mãe.
http://g1.globo.com/mato-grosso/noticia/2014/02/pais-acampam-em-quadra-de-escola-para-tentar-matricular-filhos-em-mt.html

Menina com paralisia não volta às aulas por falta de estrutura de escola

Manuela, de cinco anos, espera contratação de
funcionária para poder voltar à escola
(Foto: Reprodução/RBS TV)
Aos cinco anos, a pequena Manuela Soares foi a única aluna de sua turma que não voltou às aulas, iniciadas no dia 6 de fevereiro em uma escola municipal de Canoas, na Região Metropolitana. A menina nasceu nasceu com paralisia cerebral e tem vaga garantida na rede pública do município. No entanto, a escola não tem condições de recebê-la no momento por falta de um funcionário que a acompanhe, como mostra a reportagem do Jornal do Almoço, da RBS TV (veja o vídeo abaixo).
Manuela frequenta a Escola Municipal de Educação Infantil de Canoas desde 2012, mas teve de se afastar em junho do ano passado para fazer uma cirurgia no quadril. Mesmo assim, a rematrícula foi realizada. Só que a instituição não tem uma pessoa para acompanhar a menina de perto e ajudar a professora, como costumava acontecer com a menina.
Leia mais:
http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2014/02/menina-com-paralisia-nao-volta-aulas-por-falta-de-estrutura-de-escola.html

Campo Novo do Parecis: Aulas de xadrez contribuem para mudar a realidade de escola

Professor de educação física e xadrez na Escola Municipal Jardim das Palmeiras, em Campo Novo do Parecis, Mato Grosso, Cleiton Marino Santana idealizou projeto para tentar mudar a realidade daquela instituição de ensino, inserida em um complexo de desigualdade e vulnerabilidade social.
O projeto, Xadrez como Ferramenta de Inclusão Social, foi um dos vencedores, no ano passado, da sétima edição do Prêmio Professores do Brasil, na categoria Temas Livres, subcategoria Séries ou Anos Finais do Ensino Fundamental.
Com recursos da Fundação André Maggi, de utilidade pública, foram adquiridos móveis, computadores, impressora, lousa digital, 70 peças de xadrez escolar, dez peças de xadrez oficial, seis livros e 45 relógios específicos do jogo, entre outros equipamentos. “Nosso objetivo era criar a melhor sala de ensino de xadrez do Brasil”, diz o professor.
Além dos alunos que participam das aulas, o projeto conta com alunos-monitores, que ajudam na organização da sala, no ensino da modalidade e em outras atividades. Cada monitor é responsável por uma área do projeto e recebe treinamento semanal sobre os conceitos técnicos do jogo e de suas metodologias de ensino. De acordo com Cleiton, isso contribui para a evolução do aluno-monitor quanto a itens como cumprimento de horários, responsabilidade, organização, respeito, paciência, autocontrole e demais habilidades necessárias à futura inserção no mercado de trabalho.
As aulas de xadrez fizeram tanto sucesso que logo ultrapassaram o horário da educação física, ao qual estava restrita. O projeto foi ampliado e, hoje, a sala de xadrez fica aberta de segunda a sexta-feira, das 7 às 11 e das 13 às 17 horas. Aos sábados, das 7 às 11 horas, com atendimento a mais de 750 alunos por semana.
Com a repercussão, outras escolas mostraram interesse. Isso levou Cleiton a preparar alunos integrantes do projeto para atuar como professores-monitores nas demais instituições.
Com graduação em educação física e pós-graduação em docência do ensino superior, Cleiton considera o xadrez uma grande ferramenta escolar, pois a prática colabora para a concentração do aluno. Entre os bons resultados do projeto, ele cita melhoria no rendimento, como a obtenção de notas médias melhores entre os alunos que praticam o jogo em relação aos demais.
Estímulo — Os estudantes convidados a participar de competições em eventos municipais, regionais ou nacionais tiveram a oportunidade de conhecer localidades e de entrar em contato com outras culturas. Para o professor, que está no magistério há 12 anos, a atividade contribui, assim, para ampliar os horizontes e as perspectivas dos alunos. Ele afirma ainda que a oportunidade de participar de torneios e fazer viagens é um estímulo para que os alunos não integrantes do projeto passem a se dedicar ao xadrez.
O desenvolvimento do projeto Xadrez como Ferramenta de Inclusão Social possibilitou, ainda, a integração entre pais e alunos, a aprendizagem de tecnologias (computador e lousa digital), a criação da Associação de Xadrez de Campo Novo e o destaque dos monitores do projeto na segunda fase das Olimpíadas Brasileiras de Matemática.
Fátima Schenini
Saiba mais no Jornal do Professor


http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=20257

Ministro decide por desobrigar Governo de MT a destinar 35% do orçamento à Educação

Airton Marques O governador Mauro Mendes (DEM) conseguiu, no Supremo Tribunal Federal (STF), suspender artigo da Constituição Estadual q...