sábado, 31 de dezembro de 2016

2016: Fim. Início. Não tem fim

E chega ao fim o ano civil  de 2016.

E o ano de 2016 pode ser o início.

E o ano de 2016 pode não ter fim.

O ano civil não há como controlar: ao findar as 23:59:59h do dia 31 de dezembro, um novo ano civil começará.

O ano de 2016 foi duro, exaustivo, emocionante, triste, decepcionante. Tudo isso serve para poesia, como diria Manoel de Barros que nos deixou em 2014, mas serve também como aprendizagem.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Livro: Diagnóstico Participativo das Violências nas Escolas: falam os Jovens

Autoria: Miriam Abramovay, Mary Garcia Castro, Ana Paula da Silva e Luciano Cerqueira


Um longo processo se consubstancia neste documento em forma de resultados de  análises, reflexões sobre o processo de apresentação, acolhida do Programa de Prevenção à  Violência nas Escolas no campo institucional da educação. Capacitação de técnicos das  secretarias de educação, capacitação de jovens, aqui referidos como monitores, e professores,  nomeados, neste, como mediadores, quem com a equipe da Flacso formatou uma experiência  singular por alavancar o Programa.
Mentalidades voltadas para o princípio de que violências nas escolas por mais que  amedrontem e desestabilizem o ensinar e o aprender, não podem ser sustentadas por  indiferença e silêncio. Essas estão nas entrelinhas de textos produzidos por monitores e  mediadores. Os jovens ao se exercitarem como pesquisadores, mais que acusar o outro, o  colega, como agente de violências e se queixar de destratos por professores e diretores,  sugerem que se há vitimizações, há cumplicidades se a escola ignora os fatos e as denúncias,  o ambiente escolar não induz a um clima de bom relacionamento. Os que se sentem  vitimizados deveriam denunciar, debater e propor ações permanentes em que se sintam como  vigilantes ativos contra violências. (...)

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Decreto de MT: Veja os feriados e pontos facultativos de 2017

DECRETO Nº           776,         DE    27    DE       DEZEMBRO       DE 2016.

Divulga os dias de feriados nacional, estadual e ponto facultativo nas repartições públicas do estado de Mato Grosso, do ano de 2017.

O GOVERNADOR DO ESTADO DE MATO GROSSO, no uso das atribuições que lhe confere o artigo 66, inciso III, da Constituição Estadual,

D E C R E T A:

Art. 1º  Fica divulgado os dias de feriado nacional, estadual e de ponto facultativo no ano de 2017, para cumprimento pelos órgãos e entidades da Administração Pública Estadual direta, autárquica e fundacional do Poder Executivo Estadual, sem prejuízo da prestação dos serviços considerados essenciais, incluída a unidade do Ganha Tempo - Ipiranga:

I - 1º de janeiro (domingo) Confraternização Universal - feriado nacional;

II - 27 de fevereiro (segunda-feira) Carnaval - ponto facultativo;

III - 28 de fevereiro (terça-feira) Carnaval - ponto facultativo;

IV - 01 de março (quarta-feira) Cinzas - expediente a partir das 13 horas;

V - 14 de abril (sexta-feira) Paixão de Cristo - feriado nacional;

VI - 21 de abril (sexta-feira) Tiradentes - feriado nacional;

VII - 1º de maio (segunda-feira) Dia Mundial do Trabalho - feriado nacional;

VIII - 15 de junho (quinta-feira) Corpus Christi - ponto facultativo;

IX - 16 de junho (sexta-feira) - ponto facultativo;

X - 07 de setembro (quinta-feira) Independência do Brasil - feriado nacional;

XI - 08 de setembro (sexta-feira) - ponto facultativo;

XII - 12 de outubro (quinta-feira) Nossa Senhora Aparecida - feriado nacional;

XIII - 13 de outubro (sexta-feira) - ponto facultativo;

XIV - 28 de outubro (sábado) Dia do Servidor Público - ponto facultativo;

XV - 02 de novembro (quinta-feira) Finados - feriado nacional;

XVI - 03 de novembro (sexta-feira) - ponto facultativo;

XVII - 15 de novembro (quarta-feira) Proclamação da República - feriado nacional;

XVIII - 20 de novembro (segunda-feira) Consciência Negra - feriado estadual;

XIX - 22 de dezembro (sexta-feira) - ponto facultativo;

XX - 25 de dezembro (segunda-feira) Natal - feriado nacional;

XXI - 29 de dezembro (sexta-feira) - ponto facultativo.

Art. 2º  Os feriados declarados em lei municipal, de que trata a Lei Federal nº 9.093, de 12 de setembro de 1995, serão observados pelas repartições da Administração Pública Estadual direta, autárquica e fundacional nas respectivas localidades.

Art. 3º  Caberá aos dirigentes dos órgãos e entidades a preservação e o funcionamento dos serviços essenciais afetos às respectivas áreas de competência.

Art. 4º  Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Palácio Paiaguás, em Cuiabá,  27  de   dezembro    de 2016, 195º da Independência e 128º da República.


MT: Instituída a Política de Prevenção à violência contra os Profissionais da Educação


LEI Nº             10.473,            DE   26   DE         DEZEMBRO          DE 2016.

Autor: Deputado Sebastião Rezende
Institui a Política de Prevenção à violência contra Profissionais da Educação da Rede de Ensino do Estado de Mato Grosso.

A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE MATO GROSSO, tendo em vista o que dispõe o art. 42 da Constituição Estadual, aprova e o Governador do Estado sanciona a seguinte Lei:

Art. 1º  Esta Lei institui normas para promover a segurança e proteção dos Profissionais da Educação no Estado de Mato Grosso, no exercício de suas atividades laborais.

Parágrafo único.  Para efeitos desta Lei, são Profissionais da Educação os docentes, os que oferecem suporte pedagógico direto no exercício da docência, os dirigentes ou administradores das instituições de ensino, os inspetores de alunos, supervisores, orientadores educacionais e coordenadores pedagógicos.

Art. 2º  As instituições de ensino do Estado de Mato Grosso deverão:

I - estimular docentes e discentes, famílias e comunidade para a promoção de atividades de reflexão e análise da violência contra os profissionais do ensino;
II - adotar medidas preventivas e corretivas para situações em que Profissionais do Ensino, em decorrência de suas funções, sejam vítimas de violência ou corram riscos quanto à sua integridade física ou moral;
III - estabelecer, em parceria com a comunidade escolar, normas de segurança e proteção de seus educadores como parte integrante de sua proposta pedagógica;
IV - incentivar os discentes a participarem das decisões disciplinares da instituição sobre segurança e proteção dos Profissionais do Ensino;
V - demonstrar à comunidade que o respeito aos educadores é indispensável ao pleno desenvolvimento da pessoa dos educandos.

Art. 3º  As medidas de segurança, de proteção e prevenção de atos de violência e constrangimento aos educadores deverão incluir:

I - campanhas educativas na comunidade escolar e na comunidade geral;
II - afastamento temporário do infrator, conforme a gravidade do ato praticado;
III - transferência do infrator para outra escola, a juízo das autoridades educacionais; e
IV - VETADO.

Art. 4º  O Profissional de Ensino ofendido ou em risco de ofensa poderá procurar a direção da instituição de ensino e postular providências corretivas, nos termos desta Lei.

Art. 5º  Caso comprovado ato de violência contra o Profissional do Ensino que importe em dano material, físico ou moral, responderão solidariamente a família do ofensor, se menor, o ofensor e a instituição de ensino.

Art. 6º  O ofensor terá assegurado o direito de defesa e será garantida sua permanência no Sistema Estadual de Ensino, com vistas ao pleno desenvolvimento como pessoa, ao preparo para o exercício de cidadania e à qualificação para o trabalho, se menor de idade.

Art. 7º  O Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo determinado pela Emenda Constitucional nº 19, de 12 de dezembro de 2001.

Art. 8º  Revoga-se a Lei nº 8.085, de 15 de agosto de 2004.

Art. 9º  Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Palácio Paiaguás, em Cuiabá,  26  de   dezembro   de 2016, 195º da Independência e 128º da República.





terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Projeto Prinart transforma a rotina escolar de 150 mil alunos em MT

Fanfarra, coral, desenho, teatro e tantas outras formas de artes atraem, cada vez mais, o interesse dos estudantes das unidades estaduais, melhorando a relação com a escola
Carla Ninos Seduc-MT

Mais de 150 mil estudantes da rede estadual de ensino se beneficiaram este ano com o Projeto Interdisciplinar de Arte na Escola (Prinart), realizado pela Secretaria de Educação, Esporte e Lazer (Seduc) com o objetivo de utilizar a arte para incentivar o estudo, a permanência na escola e, é claro, desenvolver novos talentos.
O Prinart oferece atividades de música, desenho, pintura, entre outras, aos estudantes de 176 escolas da rede estadual de ensino, distribuídas em 59 municípios.
“O estudante fica muito mais produtivo e participativo, adquire noção de conjunto, respeito e ética, valores muito trabalhados nessas atividades”, analisa Guilherme Luís Costa, representante do Prinart dentro da Coordenadoria de Projetos Educativos da Seduc.
Na Escola Estadual Júlio Strubing Muller, em Várzea Grande, 42 alunos são beneficiados com aulas de violão. Valéria de França Silva, que cursa o 3º ano do ensino médio, está nessa turma desde o início do projeto, há dois anos. Ela acabou de fazer o Enem e pretende cursar Arquitetura e Urbanismo. Estudar música, porém, sempre foi um sonho – e a oportunidade de aprender a tocar violão e de cantar, além de ajudar a melhorar a voz, encorajou-a a compor.
“Quando a gente entra no projeto, temos mais prazer em estar na escola e na sala de aula, porque, quem participa do Prinart, precisa ser bom aluno, ter uma ótima frequência e boas notas. É um projeto que faz os alunos se interessarem e se comprometerem com a escola. Estou triste por estar saindo do projeto, mas quero que mais alunos venham a participar, porque é transformador”, disse Valéria.
Patrick Bryan do Prado Brandão também está há dois anos na turma de violão. “Eu não tinha envolvimento com a música e só tive interesse depois que conheci o projeto; hoje, a música é uma das coisas mais importantes da minha vida”, afirma.
Para o professor do Prinart, Carlos Renato Leite, “o projeto é importante para a comunidade escolar, pois os alunos que participam deixam de estar nas ruas, aprendem a tocar um instrumento e melhoram o comportamento na sala de aula”.
A EE Dione Augusta Silva Souza, localizada no bairro CPA 4, em Cuiabá, oferece aos estudantes duas atividades do Prinart: o balé coreográfico e a banda, mais conhecida como Banda Musical Dione Augusta (Bandi). A banda conta com 42 componentes e o corpo coreográfico com 18, sendo 12 ex-alunos.
Vânia Sales terminou o 3º ano em 2007; hoje, aos 26 anos, é professora de educação física da rede municipal e afirma que fazer parte do corpo coreográfico da Escola Dione Augusta é uma satisfação. “Quando entrei no corpo coreográfico, me apaixonei. Nesses mais de 10 anos, precisei sair, mas há cinco anos retornei e não larguei mais. Ver essa meninada se envolvendo com a escola é maravilhoso, porque a banda é um complemento do estudo, pois para entrar tem que ter boas notas e ser assíduo”, analisa.
Acompanhamento
O professor Josemar Augusto Castro da Silva é o instrutor da banda e também um ex-aluno que seguiu com sua paixão. Ele conta que há uma relação de amor tão grande com a escola, com a banda e com o corpo coreográfico, que muitos ex-alunos seguem no projeto trocando experiências com os mais novos.
“Através da música, o projeto visa a atrair aquele aluno tímido e fechado, para que ele seja mais participativo e tenha mais presença em sala de aula. Para entrar na banda, o aluno precisa ter interesse, melhorar as notas e não faltar às aulas. E nós acompanhamos esses alunos de perto”, explica.
A estudante do 1º ano, Helena Darling Moura de Andrade, entrou em setembro na banda e está aprendendo a tocar trompete. Ela conta que nunca havia tido experiência com a música e queria aprender coisas novas para ocupar o tempo livre. “A minha rotina mudou; estudo no horário da tarde e, depois das aulas, às segundas, quartas e sextas, a gente tem aula com o professor da banda e ainda pratico em casa. Depois que entrei no projeto, percebo que sou uma aluna melhor, pois passei a ser mais dedicada, tanto na banda quanto na sala de aula”.
Projeto que inspira
O Prinart se baseia na convicção de que a arte na infância e na adolescência é fundamental para o desenvolvimento, pois dá oportunidade de experimentar, aprender, superar desafios e interagir com outras pessoas de forma lúdica.
O projeto oferece treze atividades artísticas: baliza/balizador, banda escolar, canto/coral, corpo coreográfico/pavilhão de bandeiras, dança, fanfarra/percussão, instrumentos artesanais com materiais reciclados, instrumentos com cordas, instrumentos de sopro, instrumentos com teclados, música/musicalidade/grupo musical, pintura/desenho/ artesanato/escultura e teatro.
“A arte trabalha a percepção das crianças e jovens, coordena expressões e os ajuda a compor e a compreender o mundo, desenvolvendo talentos e oferecendo outras perspectivas”, analisa Guilherme Costa.
Em dois anos, o Prinart promoveu maior engajamento dos alunos envolvidos, aumento da frequência escolar e maior envolvimento da comunidade na escola, além de incentivar a cidadania digital ao fortalecer o aproveitamento das mídias e dispositivos digitais de forma pedagógica e consciente.








http://www.mt.gov.br/-/5606022-projeto-prinart-transforma-a-rotina-escolar-de-150-mil-alunos-em-mt

FUNDEB: Definido o valor mínimo anual por aluno para 2017

Os ministérios da Educação e da Fazenda, em portaria publicada nesta terça-feira, 27, estabelecem os parâmetros operacionais para o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais de Educação (Fundeb) no exercício de 2017. Entre as principais mudanças constantes da Portaria Interministerial nº 8/2016 estão a alteração do valor mínimo anual por aluno, que passa dos atuais R$ 2.739,77 para R$ 2.875,03, e o cronograma de pagamento da complementação do piso salarial do professor, que deixa de ser anual e passa a ser mensal.
“Como se trata de recursos para complementação do pagamento do salário do professor, que é devido mensalmente, essa prática de pagamento adotada no passado vinha causando sérios transtornos ao caixa dos estados e municípios, que vêm enfrentando dificuldades para honrar o pagamento da folha de salário dos professores”, afirmou o ministro da Educação, Mendonça Filho.
Desde 2012, quando a Comissão Intergovernamental de Financiamento para a Educação Básica de Qualidade definiu que os recursos destinados à complementação do piso salarial do professor devem ser distribuídos com base nos mesmos mecanismos adotados para distribuição dos recursos do Fundeb, o repasse a estados e municípios é realizado somente no ano seguinte àquele de competência, mais precisamente no mês de abril, por ocasião do ajuste de contas anual do Fundeb. E era usado para compensar ajustes negativos no âmbito dos respectivos fundos. A comissão é composta por um representante do MEC, cinco do Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed) e cinco da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime).
Preocupado com essa situação, o MEC negociou com o Ministério da Fazenda a liberação de limite financeiro de R$ 1,25 bilhão para o pagamento da complementação do piso de 2016 ainda este ano. As ordens bancárias foram emitidas no dia 21 e o crédito dos recursos na conta de estados e municípios foi realizado na segunda-feira, 26.
Para 2017, de forma a evitar os transtornos vivenciados por estados e municípios nesses últimos anos para equacionar o pagamento da folha de salário dos professores, a portaria publicada nesta terça-feira prevê novo cronograma de desembolso dos recursos do piso no próximo ano. A liberação ocorrerá em parcelas mensais, no período de janeiro de 2017 a janeiro de 2018, com os recursos da complementação da União ao Fundeb. O valor da complementação do piso para o referido ano está estimado em R$ 1,29 bilhão.
Lei nº 11.738, de 16 de julho de 2008, que instituiu o piso nacional do magistério, a Lei nº 11.494, de 20 de junho de 2007, que regulamentou o Fundeb, e a própria Constituição Federal preveem que 10% dos recursos da complementação da União ao Fundeb podem ser distribuídos, por meio de programas direcionados à melhoria da qualidade da educação, a unidades federativas cujos valores por aluno ao ano não alcancem o mínimo nacional fixado.
Portaria Interministerial nº 8/2016, dos ministérios da Educação e da Fazenda, que estabelece parâmetros operacionais para o Fundeb em 2017, foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira, 27.
Assessoria de Comunicação Social

Várzea Grande: Diretores e coordenadores escolares eleitos serão empossados no dia 10 de janeiro


A prefeitura de Várzea Grande realiza no dia 10 de janeiro de 2017, solenidade de posse dos novos diretores e coordenadores pedagógicos eleitos pela comunidade escolar em pleito direto realizado em duas etapas, uma para eleger diretores, no final de novembro e a outra para eleger os coordenadores no último dia 16. O evento será realizado a partir das 19h30, na Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) “Tenente Abílio da Silva Moraes”, no bairro 15 de Maio.
Tomarão posse diretores e coordenadores pedagógicos eleitos para o triênio 2017/2019 para gestão de 13 Centros de Educação Infantil (CMEI), 42 unidades urbanas e quatro unidades do campo, totalizando 59 escolas. A homologação dos eleitos para o cargo de diretor escolar foi publicada pela secretaria de Educação, no Jornal Eletrônico dos Municípios do Estado de Mato Grosso do último dia 30. Já a relação com os coordenadores eleitos no dia 16 foi publicada, após homologação da secretaria, na edição do último dia 23. Para cada 100 alunos, há a necessidade de um coordenador pedagógico.
O secretário de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Sílvio Fidelis, explica ainda que a rede municipal é formada por 79 unidades e somente 59 tiveram eleições diretas. No caso da escolha dos diretores, 20 escolas não tiveram representantes para as eleições. “Isso se deu ou por falta de candidatos ou pelo fato de as unidades não preencherem critérios estabelecidos na lei 2.380, como possuir apenas duas salas de aulas, nenhum professor efetivo ou inexistência de conselho escolar”. Para a escolha de coordenadores pedagógicos, houve disputa de mais de um candidato por escola, como também ocorreu na escolha dos diretores, no entanto, houve unidades que não tiveram representantes, somando 24 unidades. “Nesses casos, a secretaria de Educação, por meio de uma Comissão, fará a indicação de um professor (formação superior como todos os demais eleitos) com o aval do Executivo municipal para ocupar os cargos e a previsão é de que eles sejam empossados juntamente com os candidatos eleitos e que já tiveram seus nomes homologados”.
Ainda conforme explica o secretário de Educação, diferentemente da escolha dos diretores, que foi realizada por meio do voto direto da comunidade escolar, os coordenadores pedagógicos foram escolhidos pelos professores. “Cada um dos candidatos elaborou suas propostas com foco na melhoria e no avanço do ensino público municipal, tanto o candidato ao cargo de diretor escolar quanto ao do cargo de coordenador pedagógico. Cada um dos eleitos conhece a realidade da sua unidade e sabe da importância que terá a partir do próximo ano letivo. Todos foram capacitados para a disputa. E as eleições diretas são uma conquista da própria categoria”.
Sílvio Fidelis reforçou que a escolha dos novos gestores foi marcada pela tranquilidade, transparência e pela intensa participação da comunidade. “Houve casos em que três votos fizeram a diferença para eleger determinado diretor, uma chapa teve 115 votos e a outra 112. Isso é a prova de que a comunidade daquela escola entendeu a importância em participar do processo de escolha do diretor e compareceu para votar.”. Ele pontua ainda que cada unidade constituiu sua comissão interna, responsável pela autenticidade dos resultados, “iniciativa que legitimou o pleito”.
O processo de eleição direta cumpriu o dispositivo da Lei Municipal 2380/2001 que trata da gestão democrática nas escolas. Desde agosto a comunidade escolar esteve mobilizada para a escolha dos novos gestores. As escolas com mais de um candidato promoveram debates, expuseram suas propostas de trabalho. 

(Veja em anexo a relação dos Candidatos Eleitos, à função de Coordenador Pedagógico 2017/2019)  

Reporter
MARIANNA PERES
Foto
SECOM VG
Fonte
SECOM/VG


http://www.varzeagrande.mt.gov.br/conteudo/16249

Sorriso: Educação abre processo seletivo. Salário de R$ 3.651,34 (40 horas)

Teste Seletivo Simplificado nº 004/2016, destinado à contratação temporária de Professores, para atendimento da Rede Municipal de Ensino, por tempo determinado, na forma da legislação pertinente, mediante o disposto neste Edital. 

As inscrições devem ser efetuadas de 19 de dezembro de 2016 a 02 de janeiro de 2017, pelo site www.sorriso.mt.gov.br, até às 23h59min do dia 02/01/2017.

VEJA AQUI O EDITAL

O que você desejou para a educação de seu país em 2017?



“Meu desejo é que a Educação seja uma “porta aberta de entrada” e não um “muro alto”, foi o desejo de um de muitos que comentaram no Facebook e no LinkedIn ao responder nossa pergunta de final de ano: “O que você deseja para a educação de seu país em 2017?”






Após o primeiro da Agenda Global Educação 2030, o diretor-geral assistente de Educação da UNESCO, sr. Qian Tang, incluiu seu próprio desejo. “Eu gostaria de ver o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 4 se tornar uma estratégia nacional concreta e que um plano nacional de educação seja desenvolvido em cada um dos Estados-membros da UNESCO; e espero que a UNESCO continue a exercer seu papel de ajudá-los em âmbito nacional, assim como nos âmbitos mundial e regional, para unir todos os parceiros e envolvidos”, disse ele.
As respostas vieram de todo o mundo, e entre os temas mais recorrentes estavam a necessidade de maior acesso à educação, mais professores e melhor treinados, currículos que incluam mudanças climáticas e aumento da taxa de alfabetização para as mulheres.
Abaixo estão trechos de algumas das respostas recebidas.
Kellie-Anne Burke, First Nation (comunidade indígena canadense). Um marco de ação global que mostre toda a educação recebida reconhecida em todos os países, sem considerar de onde venha, com acesso ao ensino de todo o povo da First Nation, especificamente em relação ao meio ambiente, e, finalmente, uma vaga na escola para cada criança refugiada..
Max Liushan, Ucrânia. Meu desejo para a educação seria: que todas os graduados na escola pudessem saber ler! E um pequeno desejo para o meu país, a Ucrânia: integração dos métodos da educação não formal no Sistema Educacional do Estado.
Uaita Masina, Samoa …gostaria de ter uma biblioteca em cada escola de Samoa.
Nancy Marangu, Quênia. Eu imagino um currículo educacional que 1. Ensine as crianças do Quênia sobre os efeitos e a mitigação da mudança climática. 2 Incentive talentos em empreendedorismo a serem geradores de renda.
Mike Lutz, Estados Unidos. Desenvolvimento da alfabetização midiática para estudantes dos Estados Unidos. Isto é fundamental para um mundo inundado com notícias reais e falsas.
Elsa Silva, Portugal. Seria um avanço se a compaixão e o respeito por todos fossem introduzidos nos sistemas formais de educação, em âmbitos organizacional e disciplinar.
Abhishek Kumar Singh, Índia. Se quisermos elevar a educação ao ápice, precisamos digitalizar nosso sistema educacional. 
Shereen Akther, Bangladesh. Ficaríamos muito felizes se o governo tomasse a iniciativa concreta de estabelecer um centro de aprendizagem comunitária em cada cidade para promover a Aprendizagem ao Longo da Vida para Todos em 2017.
Ange Gabriel Habimana, Rwanda.  Meu desejo para Rwanda é que se forneça uma educação que forneça conhecimento e habilidades para todos, assim como está agora, mas que se crie oportunidades para a aplicação dessas habilidades depois do período escolar.
Maria Philippi, Grécia. Educação para Todos: para os nativos, os refugiados e os imigrantes de forma a construir uma sociedade de cidadãos globais!
Muchembele Vernon, Austrália. Eu desejo que 2017 seja um ano em que todas as crianças marginalizadas ganhem acesso à educação de qualidade.
Zarina Qambarova, Tajiquistão. Desejo que todas as meninas tenham educação na maioria das áreas rurais. 
Shazia Majeed, Paquistão. Educação para todos sem nenhuma discriminação.
Eugenie Pierre, Haiti. Eu desejo que a educação para as crianças, do primeiro ao sexto ano do Haiti, sejam livres como eu, mesmo em um país pobre, onde a maioria de seus pais estão sem emprego.
Maida Khawaja, Paquistão. Que a taxa de alfabetização das mulheres seja menor que dos homens, especialmente nas áreas oprimidas como Dadu, Tharparkar, Kohistan e Rajanpur. E que ninguém seja deixado para trás sem poder se desenvolver e progredir, que todas as meninas possam estar na escola antes de 2030. Desejo um Paquistão saudável e próspero para que todos possam atingir 100% de alfabetização antes de 2030.

Agradecemos a todos pelos comentários. Para ver todas as respostas, visite a página internacional da UNESCO no Facebook e participe do grupo de educação no LinkedIn.











http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/about-this-office/single-view/news/what_did_you_wish_for_education_in_your_country_in_2017/

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Conheça as11 escolas de MT que terão ensino médio integral

Keka Werneck, repórter do GD


Onze escolas estaduais de Mato Grosso foram consideradas aptas a terem ensino médio integral, com entrada na unidade escolar às 7h30 e saída somente às 17h, de segunda à sexta-feira.
O Ministério da Educação divulgou na sexta-feira (23) a relação de todas as escolas selecionadas para darem início ao Programa de Fomento às Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral já em 2017.
As unidades aprovadas em Cuiabá são as escolas estaduais Rafael Rueda, José de Mesquita, Cleinia Rosalina, Padre João Panarotto, Nilo Povoas e Antônio Epaminondas. A Honório Rodrigues de Amorim, em Várzea Grande, a João Sato, em Araputanga, a Adolfo Augusto de Moraes e a Silvestre Gomes Jardim, em Rondonópolis, e a Nossa Senhora da Guia, em Barra do Garças.

O
 GD conversou com diretores de duas das escolas de Cuiabá, a Rafael Rueda e a Cleinia Rosalina, e eles demonstraram algumas preocupações, entre elas a falta de informação sobre como a implementação do programa irá se dar, quais disciplinas adicionais os alunos vão ter, como será a alimentação e a estruturação das unidades para essa mudança.Todas têm capacidade para atender entre 380 e 480 alunos do ensino médio.
Outra preocupação é que mais de 50% dos alunos do ensino médio, pelos menos das duas escolhas estaduais com quem o GD conversou, trabalham no período contrário ao que estudam e muitos deles estão inseridos em outro programa federal, que é o Menor Aprendiz, no qual ganham de R$ 300 a R$ 800.
"Não digo que este programa não tenha grande importância, mas temos que levar em consideração esse problema social, porque esse dinheiro, desses jovens que ajudam em casa, é importante para as famílias, que são pobres, então, para que funcione precisaria ter uma bolsa ou um outro atrativo, como formação técnica", ressalta o diretor da Escola Estadual Rafael Rueda, referência na região do bairro Pedra 90, Roniclei de Lara Santos.
Ele também está apreensivo por estar sem informações gerais sobre como será o funcionamento da escola em 2017.
"Na verdade, não sabemos ainda como vai ser a implementação do programa, só sabemos que estamos aptos", resume.
O diretor ainda não chamou a comunidade escolar e o conselho deliberativo para tratar sobre esta questão. "Vamos fazer isso em janeiro, quando as aulas voltarem".
Após as festas de final de ano, as aulas vão retornar nas escolas estaduais para fechamento do ano letivo, já que o calendário escolar está atrasado, devido a última greve.
Na Escola Estadual Cleinia Rosalina, que atende a região do Planalto, as preocupações são parecidas.
"Em uma sala de 20 alunos pelo menos 11 trabalham e, se não puderem mais trabalhar, se tiverem que ficar na escola o dia todo para estudar, nosso medo é de evasão", comenta a diretora Edileuza Silva.
Ela também vê benefícios no programa, mas se mostra apreensiva porque ainda está desinformada quanto a maiores detalhes.
Os alunos das escolas que serão inseridas no programa e que não são do ensino médio serão remanejados para outras unidades escolares, o que também está gerando polêmica.
O Estado
A responsável pelo Ensino Médio na Secretaria de Estado de Educação (Seduc), Célia Leite, defende que os pais e professores precisam entender que, se esses jovens forem melhor qualificados agora, mais tarde terão melhores oportunidades no mercado de trabalho.
"Estão em vulnerabilidade social e ficar na escola o dia todo é bom, porque quem vai cuidar deles o dia todo desta forma? Na escola podem ficar longe da criminalidade, vão se alimentar e receber o apoio que precisam, e isso é a bolsa que vão receber", informa Célia, já adiantando que não vão receber bolsa financeira.
Ela também descarta aulas de formação técnica, mas um quadro curricular inspirado na Finlândia, que tem alguns dos melhores indicadores sociais do mundo.
"Uma das disciplinas que vão ter é a de projeto de vida, para que reflitam sobre como podem melhorar nos estudos e ter uma vida melhor", realça.
Sobre as diferenças sociais entre a Finlândia, onde o aluno não precisa ajudar em casa, e o Brasil, que vive dramática situação social, ela acredita que é uma questão de "força de vontade" na adaptação.
"Se não tivermos força de vontade, para implementar este projeto, extremamente necessário, vamos perder esta oportunidade", comenta.
Ela garante que serão feitas reuniões explicativas nas unidades selecionadas e pede calma neste processo de transição.
Célia critica a acomodação dos que trabalham em escola e ressalta que, tudo que chega como novidade e dá trabalho, gera polêmica mesmo.
"Será muito trabalhoso mas estamos confiantes que isso é importante", finaliza.
No Brasil
No país foram aprovadas 523 instituições nos 26 estados e no Distrito Federal, representando 266 mil novas matrículas em tempo integral no primeiro edital do programa, que será implementado de 2017 a 2020.
RecursosOs recursos serão transferidos por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). As informações estão na Portaria Nº24, da Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC.
Uma das iniciativas do Novo Ensino Médio, por meio da Medida Provisória 746, de 22/09/2016, o Programa de Fomento à Implementação da Escola em Tempo Integral repassará a primeira parcela de R$ 230 milhões a todas as 27 Unidades Federativas, já no início de 2017.
Segundo o ministro da Educação, Mendonça Filho, a antecipação do empenho para o repasse facilitará o início da implementação do programa, para que as secretarias estaduais de Educação possam contar com este orçamento já no início do próximo ano. “Inicialmente, este primeiro repasse seria de R$ 150 milhões, mas priorizamos este programa por entendermos a complexidade neste processo inicial de implantação”, enfatiza Mendonça.
O cálculo do valor repassado pelo MEC, conforme a MP 746/2016, é de R$ 2 mil por aluno, anualmente. “O objetivo desta política pública é estabelecer uma iniciativa indutora de educação integral ao jovem, com apoio aos estados, para que convertam unidades regulares para escolas em tempo integral”, explica o ministro.
O valor de R$ 2 mil por aluno/ano, segundo ele, equivale a aproximadamente 52% do repasse do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), considerando-se que, em 2015, o repasse médio foi de R$ 3.857,00. “Análises foram feitas e chegou-se a um custo de operação das escolas integrais na casa de 65% superior às escolas regulares. Portanto, o valor de R$ 2 mil que o MEC está repassando aos estados é um incentivo bem relevante para a implantação das escolas. Neste sentido, reforço que é importante a contrapartida dos estados”, disse o ministro.
Adesão
Para participar do Programa, as secretarias estaduais de Educação enviaram ao MEC o Termo de Adesão e o Formulário do Plano de Implementação. Nos documentos constam informações sobre o Plano de Gestão Escolar; Planejamento Pedagógico; Proposta de Plano de Diagnóstico e Nivelamento e o Plano de Participação da Comunidade nas Escolas, conforme exigências estabelecidas pela portaria nº 1.145, de 10 de outubro de 2016. “Cada secretaria estadual de Educação submeteu a sua inscrição e apresentou uma proposta pedagógica, incluindo o estudo e mapeamento das escolas candidatas”, enfatizou Mendonça.
A admissão dos alunos ocorreu por proximidade da escola pública de origem ou local de moradia. As escolas e regiões de vulnerabilidade social ou com baixos índices sociodemográficos foram priorizadas na seleção. Ao todo, as secretarias estaduais de Educação inscreveram 290 mil estudantes de 588 escolas. Destas, 77 escolas tiveram suas inscrições indeferidas, com base nos critérios estabelecidos pelo Programa.
De acordo com o ministro, o Programa de Fomento à Implementação de Escolas em Tempo Integral é uma iniciativa pioneira em termos de políticas públicas, via Governo Federal. “As escolas em tempo integral existentes, hoje, nos estados, foram implementadas por iniciativa própria. Esta política de fomento à educação em tempo integral terá apoio efetivo para a expansão nas redes estaduais de todo o País, com uma proposta baseada não apenas em mais tempos de aula, mas sim, em uma visão integrada do estudante”, observa Mendonça.
De acordo com ele, com a MP nº 746/2016, o ensino médio passou a ter a devida importância entre as pautas prioritárias do País. “É uma triste constatação: quem concluiu o ensino médio em 2015 aprendeu menos português e matemática do que em 1995”, lembra o ministro.
No resultado do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) de 2015, o desempenho foi de 267 pontos em língua portuguesa. Uma redução de 8% em relação a 1995, quando a nota foi de 290 pontos. Em 2015, os alunos obtiveram uma proficiência média em matemática de 267 pontos, quando em 1995, a pontuação foi de 267. Ou seja, houve uma queda de 5,3% no desempenho de matemática neste período.
O Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) mostrou que o Brasil está estacionado há dez anos entre os países com pior desempenho. Em matemática, o país apresentou a primeira queda desde 2003, início da série histórica da avaliação, e constatou que sete em cada dez alunos brasileiros, com idade entre 15 e 16 anos, estão abaixo do nível básico de conhecimento.
Segundo Mendonça Filho, a política de fomento à educação em tempo integral é eficaz e tem mostrado resultados altamente positivos no ensino médio em Estados como Amazonas, Goiás, Rio de Janeiro e mais notadamente, em Pernambuco.(Com informações do Ministério da Educação)

Painel Educacional está disponível com dados atualizados para monitoramento da educação


Com informações sobre o cenário educacional das unidades da federação e dos municípios brasileiros, o Painel Educacional do Instituto de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) já está disponível para consultas. O objetivo da plataforma, criada em 2015, é apresentar informações agregadas de modo a colaborar para o monitoramento do direito à educação.
Nesta edição, além das informações da Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA), foram acrescentados os últimos resultados da Avaliação Nacional do Rendimento Escolar (Anresc), também conhecida como Prova Brasil, e da Avaliação Nacional da Educação Básica (Aneb) 2015. Essas são referentes aos anos inicias e finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio. As principais informações disponibilizadas no Painel Educacional são:
Trajetória: matrículas, média de estudantes por turma, estudantes incluídos, matrículas em tempo integral, taxa de aprovação, taxa de reprovação, taxa de abandono e taxa de distorção idade-série;
Contexto: Indicador de Nível Socioeconômico, Indicador de Complexidade da Gestão Escolar, Indicador de Esforço Docente, Indicador de Adequação da Formação Docente, Indicador de Regularidade Docente e Índice de Desenvolvimento da Educação Básica;
-Aprendizagem: participação de estudantes e escolas nas avaliações e resultados.
Os dados podem ser acessados por estado e município. Dúvidas ou sugestões podem ser enviadas pelo e-mail painel.educacional@inep.gov.br
 Clique aqui para acessar o Painel Educacional
Assessoria de Comunicação Social


http://portal.inep.gov.br/visualizar/-/asset_publisher/6AhJ/content/painel-educacional-esta-disponivel-com-dados-atualizados-para-monitoramento-da-educacao?redirect=http%3a%2f%2fportal.inep.gov.br%2f

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Cuiabá: Mabel Strobel comandará a Secretaria de Educação




























Mabel Strobel 

Possui Graduação em Pedagogia pela Universidade Federal de Mato Grosso (1991), Mestrado em Educação pela Universidade Federal de Mato Grosso (1998) e Aperfeiçoamento Superior pela Montclair State University, New Jersey, (2000). Especialização em Supervisão e Currículo pelo Instituto Metodista de Ensino Superior (1994); Especialização em Filosofia - Educar para Pensar e Investigar pela UFMT (1996). Professora da Educação Básica do Estado de Mato Grosso desde 1985 e, nessa trajetória além da docência, foi Diretora e Coordenadora Pedagógica de Escolas, Diretora de Política Educacional, Superintendente da Educação no Estado de Mato Grosso, Conselheira no Conselho Municipal de Educação e Assessora Pedagógica.

Covid-19 - MEC divulga diretrizes para volta às aulas presenciais nas Instituições Federais de Ensino

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