sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

EMEB Antônio Ferreira Valentin promove caminhada com tema Copa do Mundo

A Escola Municipal de Educação Básica Antônio Ferreira Valentim, do bairro Barbado, promove na próxima segunda-feira (10), a partir das 8h, uma caminhada que terá como tema a Copa do Mundo. A atividade integra a aula inaugural do Programa Mais Educação, que será lançado em todas as escolas da rede municipal de Cuiabá na segunda-feira.
Segundo a diretora da unidade, Rosane França Corrêa, a escola atende cerca de 180 alunos de 5 a 8 anos de idade e todos devem participar da atividade, além dos pais dos alunos que também foram convidados para o ato. “Fizemos uma grande mobilização no bairro, convidando toda a comunidade para participar”.
Vestidos de verde e amarelo, em alusão as cores da bandeira do Brasil, os alunos percorrerão as principais ruas do bairro. “Nosso objetivo é aproveitar o ano de copa do mundo para estimular a prática esportiva”, disse a diretora, informando que paralelo ao lançamento do Programa Mais Educação também será lançado o Projeto “Copa do Pantanal: Diversidades e Qualidade de Vida”.
Conforme a diretora, esta é a segunda caminhada promovida pela escola. Em 2013 foi realizada a caminhada da paz, que também contou com a participação de toda a comunidade escolar.
A concentração para a cainhada será às 7h, em frente a escola, que fica localizada na Rua M, Nº 49, bairro Barbado.
Fonte:  Rosane Brandão

http://www.cuiaba.mt.gov.br/noticias?id=8200

Em MT, quase 50 obras de construção e ampliação de escolas estão paradas

Um total de 47 obras construção, ampliação e reforma de escolas estão paralisadas em Mato Grosso, algumas delas há mais de três anos, como é o caso da escola estadual indígena Juporijup, na aldeia Tatuí, em Juara, a 690 km de Cuiabá, cuja obra de construção de mais salas de aula não andou desde 2011, segundo dados do Geo-Obras, sistema do Tribunal de Contaso do Estado (TCE) que disponibiliza informações acerca do andamento das obras de todo o estado, bem como os recursos investidos em cada uma delas.
A obra na aldeia indígena começou em 2008, após assinatura de contrato em 2007, porém, não foi concluída. Estava prevista a construção de quatro salas de aula, de uma dependência administrativa, banheiros, cozinha e refeitório, no prazo de 365 dias, a contar da assinatura do contrato, o que não ocorreu. Pela execução do projeto, a empresa deveria receber R$ 225,9 mil.
O pagamento, de acordo com a Secretaria Estadual de Educação (Seduc), é liberado conforme o serviço executado. Ocorre que, em muitos casos, as empresas que vencem a licitação para a execução da obra não têm capacidade financeira para custear o projeto antes da liberação da verba. Por causa disso, a obra acaba sendo paralisada e, nisso, gera uma discussão jurídica acerca do pagamento pelo que já havia sido feito.
Quadra começou a ser construída há cinco anos (Foto: Reprodução/TVCA)Quadra começou a ser construída há cinco anos(Foto: Reprodução/TVCA)
Em Rondonópolis, a 218 km da capital, por exemplo, a Seduc citou o caso da Escola Estadual Carlos Pereira Barbosa, onde as obras de construção do refeitório, cujo teto desabou após chuvas fortes, e de uma quadra de esportes, estão paralisadas. Sem refeitório, os alunos se alimentam de forma improvisada, nos corredores e nas salas de aula.
A quadra começou a ser construída há cinco anos e, nesse período, passou por duas construtoras, sendo que nenhuma concluiu o projeto. A obra foi abandonada em 2010. As condições do auditório da escola também são precárias e há, inclusive, risco de desabamento. Desde em que a obra foi entregue, há aproximadamente 20 anos, não foi feita nenhuma reforma.
Além da falta de capacidade financeira das empresas contratadas para realizar a obra, outro problema que causam a paralisação dos projetos, segundo a assessoria da Seduc, é a má qualidade do material utilizado. Existe uma equipe da pasta que é responsável por analisar se a obra está sendo executada dentro do previsto no contrato. E, se for apresentada divergência, a Seduc pede à empreiteira que refaça o serviço e, só depois disso, o dinheiro é liberado.
Mas, em alguns casos, as empresas asseguram terem usado material de qualidade. Há duas hipóteses, ou a empresa refaz a obra ou aciona a Justiça na tentativa de provar que estava correta e também para receber o montante gasto com a obra. Com isso, a obra para até a finalização do impasse. A previsão da Seduc é que até o final deste ano as 739 escolas do estado sejam reformadas.
Para o Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso (Sintep), um dos problemas é a falta de rigor na escolha das empresas contratadas. "São contratadas empresas que não têm nenhuma condição de executar a obra e quem acaba penalizada é a população", disse o presidente do sindicato, Henrique Lopes. Ele exemplificou a situação da Escola Estadual Ariosto da Riva, em Alta Floresta, a 800 km da capital, onde a obra de construção do novo prédio foi paralisada duas vezes.
Atrasos
Fora as obras paralisadas, há 283 obras de escolas em atraso. Uma delas apresenta atraso de mais de cinco anos. A Escola de Ensino Infantil Pró-Infância, em Itiquira, a 359 km de Cuiabá, deveria ter ficado pronta no final de 2008, mas até hoje ainda não foi concluída. O prazo para a construção era de 120 dias. A obra está orçada em R$ 933,8 mil, conforme informações do TCE.
http://g1.globo.com/mato-grosso/noticia/2014/02/em-mt-quase-50-obras-de-construcao-e-ampliacao-de-escolas-estao-paradas.html

Pagar mais os professores nem sempre beneficia as crianças, diz pesquisador

Os efeitos do incentivo


Especialista em políticas de incentivo, Richard Murnane diz que pagar mais os professores, conforme os resultados de testes escolares, tem gerado respostas que não beneficiam as crianças, e defende investimentos em outras áreas, como cursos de formação continuada


Paulo de Camargo
Em ambientes nos quais se discute política pública no Brasil, começa a circular uma nova expressão: educação baseada em evidências. O termo, em síntese, parte do princípio de que os gestores não levam em consideração os conhecimentos aferidos em pesquisas ao planejar estratégias de políticas públicas. A premiação de professores por bom desempenho, por exemplo, que de tempos em tempos surge em propostas de municípios e estados, seria um desses casos.
Mas, e se as evidências não forem tão evidentes assim? Se é verdade que os estudos avançaram muito, também é certo que eles mostram que os temas educacionais podem ser muito mais complexos do que parecem à primeira vista, e devem ser tomados sempre em seus contextos específicos.
Isso é o que mostram os estudos do pesquisador norte-americano Richard Murnane, Ph.D. em economia e professor da escola de pós-graduação em Educação da Universidade de Harvard. Murnane esteve no Brasil para o VI Seminário Internacional Educação Baseada em Evidências e concedeu a entrevista a seguir para a revista Educação.


Seu trabalho reúne estudos e pesquisas em busca de evidências que orientem políticas públicas. Isso é necessário? As políticas públicas não levam em conta as evidências?
Com certeza, muitas vezes não levam. Mundo afora, a educação é uma questão política, como também o é no Brasil. Há diferenças de valores entre aquilo que as pessoas acham que as crianças devem aprender e como. Então, o movimento de basear as políticas em evidências é uma luta contínua. Mas, por outro lado, podemos dizer que não é fácil coletar boas evidências. Houve muitos avanços em metodologias, sabemos muito mais. As descobertas estão surgindo e influenciando as políticas.

Muitas vezes, as evidências apontam direções opostas. Há quem diga que o incentivo monetário para educadores é positivo; outros que não. O que mostram as evidências que coletou?

Continue lendo:
http://revistaeducacao.uol.com.br/textos/200/os-efeitos-do-incentivo-302267-1.asp

Câmara aprova Prêmio Nelson Mandela para escolas e professores

Serão premiados trabalhos ou ações mereceram especial destaque no Ensino da História da África e das Relações Étnico-raciais e na defesa e promoção da igualdade racial
O Plenário da Câmara aprovou, em sessão extraordinária esta quinta-feira (6), o Projeto de Resolução 205/13, da deputada Iara Bernardi (PT-SP), que institui o Prêmio Nelson Mandela de Ensino da História da África e das Relações Étnico-Raciais. A votação ocorreu após os deputados aprovarem requerimento de urgência para a tramitação do projeto.
De acordo com o texto, o prêmio vai agraciar anualmente três pessoas físicas ou jurídicas, escolhidas entre as indicadas, cujos trabalhos ou ações mereceram especial destaque no Ensino da História da África e das Relações Étnico-raciais e na defesa e promoção da igualdade racial.
O prêmio será conferido na forma de Diploma de Menção Honrosa e outorga de medalha com a efígie de Nelson Mandela, em sessão da Câmara convocada especialmente para esse fim, a realizar-se em julho. O mês foi escolhido porque no dia 18 de julho se comemora o Dia Internacional de Nelson Mandela, instituído pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), numa referência à data de nascimento do líder sul-africano.
Ainda conforme o texto, a indicação das pessoas que poderão ser agraciadas pelo prêmio será feita por integrante da Câmara, por instituições de ensino e entidades não-governamentais, e deverá ser encaminhada à Mesa Diretora, acompanhada do respectivo curriculum vitae e justificativa, até o dia 22 de dezembro do ano anterior.
Já a escolha das pessoas agraciadas será realizada pela Comissão do Prêmio Nelson Mandela de Ensino da História da África e das Relações Étnico-raciais, designada pela Mesa da Câmara. Essa comissão analisará os conteúdos, as estratégias de trabalho dos educadores, os projetos de ensino, o uso e produção de materiais didáticos ou audiovisuais, os processos de avaliação e os resultados traduzidos em desempenho e sucesso dos alunos nas aprendizagens.
A Mesa da Câmara dos Deputados expedirá as instruções necessárias para a concessão do prêmio no prazo de 60 dias, a partir da publicação do projeto. A matéria foi promulgada na sessão de hoje.
http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/DIREITOS-HUMANOS/461516-CAMARA-APROVA-PREMIO-NELSON-MANDELA-PARA-ESCOLAS-E-PROFESSORES.html

Piso salarial de professores da educação básica para 2020: R$ 2.886,24

Dyelle Menezes, do Portal MEC O piso salarial dos profissionais da rede pública da educação básica em início de carreira foi reajustado...