terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Professores municipais decidem manter greve em Várzea Grande (MT)

Os professores de Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, decidiram permanecer em greve por tempo indeterminado. A paralisação completou uma semana nesta segunda-feira (24). As principais reivindicações da categoria são a reestruturação do Plano de Cargo, Carreira e Salários e revisão salarial.
A decisão de permanecer em greve foi tomada durante uma assembleia geral da categoria realizada nesta segunda. De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Educação Subsede em Várzea Grande, Gilmar Soares, ainda não houve acordo com a Secretaria municipal de Educação quanto às principais reivindicações da categoria. “Na última vez em que sentamos com o secretário Jonas da Silva (Educação) e Ismael Alves (Governo), na última terça-feira, foi dito que a reestruturação do Plano de Cargo, Carreira e Salários (PCCS) e o estudo de impacto já estavam nas mãos do prefeito, mas até agora nada foi definido”, revelou.

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De acordo com Gilmar Soares, o piso atual é de R$ 906 e a categoria reivindica um salário de R$ 1.060. Além disso, a categoria cobra o pagamento de férias e a concessão de licença-prêmio.
O G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa da Secretaria de Educação de Várzea Grande, que disse que o secretário Jonas da Silva estava em reunião. No começo da greve, a assessoria informou que a pasta estaria trabalhando na elaboração de um possível acordo e que uma posição mais concreta deveria ser repassada ao sindicato dos professores. A assessoria não soube informar a porcentagem de professores e instituições de ensino que aderiram ao movimento. De acordo com o sindicato, no entanto, das 80 creches e escolas do município, 60 estão com as atividades suspensas desde o dia 17. Com isso, aproximadamente 18 mil alunos estão sem aula.
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http://g1.globo.com/mato-grosso/noticia/2014/02/professores-municipais-decidem-manter-greve-em-varzea-grande-mt.html

Programa Atleta na Escola abre inscrição a unidades de ensino

Está aberta a adesão de escolas ao programa Atleta na Escola. Podem participar unidades públicas e privadas da educação básica, que tenham matrícula de estudantes de 12 a 17 anos. A adesão pode ser feita a partir desta segunda-feira, 24 de fevereiro, até 30 de abril, no Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE interativo), informando as modalidades esportivas que serão desenvolvidas e o número de estudantes.
O coordenador do Atleta na Escola, Renausto Amanajas, da diretoria de formação e conteúdos educacionais da Secretaria de Educação Básica do MEC, explica que cada escola participante receberá uma verba fixa de R$ 1 mil e mais R$ 3,00 por aluno inscrito. O objetivo é levar o programa aos 5.564 municípios e a 40 mil escolas que tenham registrado, no censo escolar de 2013, alunos de 12 a 17 anos de idade, independente da série que cursam.
Segundo o coordenador, os diretores das unidades precisam verificar se o estado e o município a que pertencem aderiram, porque essa é uma condição para a escola participar do programa. A adesão das secretarias estaduais e municipais de educação está aberta desde janeiro e os dados devem ser inseridos por elas no Plano de Ações Articuladas (PAR).
Modalidades – Neste ano, o Atleta na Escola acrescenta três novas modalidades: arremesso de peso, judô e voleibol, além das atividades que participaram do programa em 2013 – corrida de velocidade, com provas de 75 metros e de 100 metros; corrida de resistência, de mil metros e de 3 mil metros; e provas de salto em distância. Renausto sugere que os diretores façam a adesão logo nos primeiros dias, para que tenham tempo para organizar os campeonatos escolares e, posteriormente, participar das etapas municipal e regional.
Em 2014, o Atleta na Escola contempla o esporte paraolímpico com as modalidades atletismo, bocha, goalball, judô, natação, tênis de mesa, tênis em cadeira de roda, voleibol sentado, futebol de 5 (DV) e futebol de 7 (PC), definidas pelo Comitê Paralímpico Brasileiro, na faixa de 12 a 17 anos, feminino e masculino. O coordenador do programa explica que o Atleta na Escola apoiará a fase estadual nas modalidades paraolímpicas.
Trajetória – Lançado em maio de 2013, o Atleta na Escola teve a adesão, no ano passado, das secretarias de educação dos 26 estados e do Distrito Federal, de 4.554 municípios e de 22,9 mil escolas. O Ministério da Educação estima que 2 milhões de estudantes da educação básica participaram da fase escolar. Dados do censo escolar de 2013 mostram que o país tem 194.577 escolas, entre públicas e privadas, das quais 147.307 unidades registraram estudantes na faixa de 12 a 17 anos de idade, que constitui o público do programa.
Ionice Lorenzoni
Acesse a página eletrônica do programa Atleta na Escola

http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=20259

Prefeitura decreta ponto facultativo dia 03 de março














A Prefeitura de Cuiabá decretou ponto facultativo o dia 03, véspera do feriado de carnaval, 04 de março. No dia 05 de março o expediente será iniciado às 13h.
As atividades consideradas de caráter essencial, como saúde, coleta de lixo, manutenção de distribuição de água e defesa civil, permanecem normais.
http://www.cuiaba.mt.gov.br/comunicacao/prefeitura-decreta-ponto-facultativo-os-dias-03-e-04-de-marco/8322

Pais acampam em quadra de escola para tentar matricular filhos em MT

Do G1 MT

Para organizar a fila, os pais criaram uma lista com nome de cada responsável.
Fila é para conseguir matrículas para o primeiro ano do ensino médio.


Duzentos e trinta pais de alunos em Tangará da Serra, cidade a 242 km de Cuiabá, acamparam na Escola Estadual Vinte e Nove de Novembro para tentar conseguir matricular os filhos no primeiro ano do ensino médio no período matutino. Eles montaram barracas e colocaram colchões na quadra da escola desde de domingo (23) para garantir as senhas porque a matrícula deve ser feita somente em março.
A diretora da escola, Adilene Bastos, informou que os pais se mobilizaram desta forma para conseguir vagas para os filhos no período da manhã, já que para os períodos da tarde e da noite há vagas. Conforme a diretora, as senhas começam a ser entregues nesta terça-feira (25) para que os pais não precisem ficar mais acampados.
Para organizar a fila durante o período em que estiveram acampados, os pais criaram uma lista com o nome de cada responsável. A cada três horas é feita uma chamada para conferir se todos ainda permanecem no local e se alguém desistiu. Durante as duas noites que passaram na quadra de esportes, os pais levaram barracas e colchões.
A técnica de enfermagem Eva Rocha disse que mesmo estando operada precisou ficar na fila para conseguir pegar uma das 80 vagas que estão sendo oferecidas no período matutino. “Eu tenho duas filhas e preciso da vaga, mas todo mundo aqui também está na mesma situação que a minha. E não é porque estou operada e preciso de repouso que vão me deixar passar na frente”, lamentou a mãe.
http://g1.globo.com/mato-grosso/noticia/2014/02/pais-acampam-em-quadra-de-escola-para-tentar-matricular-filhos-em-mt.html

Menina com paralisia não volta às aulas por falta de estrutura de escola

Manuela, de cinco anos, espera contratação de
funcionária para poder voltar à escola
(Foto: Reprodução/RBS TV)
Aos cinco anos, a pequena Manuela Soares foi a única aluna de sua turma que não voltou às aulas, iniciadas no dia 6 de fevereiro em uma escola municipal de Canoas, na Região Metropolitana. A menina nasceu nasceu com paralisia cerebral e tem vaga garantida na rede pública do município. No entanto, a escola não tem condições de recebê-la no momento por falta de um funcionário que a acompanhe, como mostra a reportagem do Jornal do Almoço, da RBS TV (veja o vídeo abaixo).
Manuela frequenta a Escola Municipal de Educação Infantil de Canoas desde 2012, mas teve de se afastar em junho do ano passado para fazer uma cirurgia no quadril. Mesmo assim, a rematrícula foi realizada. Só que a instituição não tem uma pessoa para acompanhar a menina de perto e ajudar a professora, como costumava acontecer com a menina.
Leia mais:
http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2014/02/menina-com-paralisia-nao-volta-aulas-por-falta-de-estrutura-de-escola.html

Campo Novo do Parecis: Aulas de xadrez contribuem para mudar a realidade de escola

Professor de educação física e xadrez na Escola Municipal Jardim das Palmeiras, em Campo Novo do Parecis, Mato Grosso, Cleiton Marino Santana idealizou projeto para tentar mudar a realidade daquela instituição de ensino, inserida em um complexo de desigualdade e vulnerabilidade social.
O projeto, Xadrez como Ferramenta de Inclusão Social, foi um dos vencedores, no ano passado, da sétima edição do Prêmio Professores do Brasil, na categoria Temas Livres, subcategoria Séries ou Anos Finais do Ensino Fundamental.
Com recursos da Fundação André Maggi, de utilidade pública, foram adquiridos móveis, computadores, impressora, lousa digital, 70 peças de xadrez escolar, dez peças de xadrez oficial, seis livros e 45 relógios específicos do jogo, entre outros equipamentos. “Nosso objetivo era criar a melhor sala de ensino de xadrez do Brasil”, diz o professor.
Além dos alunos que participam das aulas, o projeto conta com alunos-monitores, que ajudam na organização da sala, no ensino da modalidade e em outras atividades. Cada monitor é responsável por uma área do projeto e recebe treinamento semanal sobre os conceitos técnicos do jogo e de suas metodologias de ensino. De acordo com Cleiton, isso contribui para a evolução do aluno-monitor quanto a itens como cumprimento de horários, responsabilidade, organização, respeito, paciência, autocontrole e demais habilidades necessárias à futura inserção no mercado de trabalho.
As aulas de xadrez fizeram tanto sucesso que logo ultrapassaram o horário da educação física, ao qual estava restrita. O projeto foi ampliado e, hoje, a sala de xadrez fica aberta de segunda a sexta-feira, das 7 às 11 e das 13 às 17 horas. Aos sábados, das 7 às 11 horas, com atendimento a mais de 750 alunos por semana.
Com a repercussão, outras escolas mostraram interesse. Isso levou Cleiton a preparar alunos integrantes do projeto para atuar como professores-monitores nas demais instituições.
Com graduação em educação física e pós-graduação em docência do ensino superior, Cleiton considera o xadrez uma grande ferramenta escolar, pois a prática colabora para a concentração do aluno. Entre os bons resultados do projeto, ele cita melhoria no rendimento, como a obtenção de notas médias melhores entre os alunos que praticam o jogo em relação aos demais.
Estímulo — Os estudantes convidados a participar de competições em eventos municipais, regionais ou nacionais tiveram a oportunidade de conhecer localidades e de entrar em contato com outras culturas. Para o professor, que está no magistério há 12 anos, a atividade contribui, assim, para ampliar os horizontes e as perspectivas dos alunos. Ele afirma ainda que a oportunidade de participar de torneios e fazer viagens é um estímulo para que os alunos não integrantes do projeto passem a se dedicar ao xadrez.
O desenvolvimento do projeto Xadrez como Ferramenta de Inclusão Social possibilitou, ainda, a integração entre pais e alunos, a aprendizagem de tecnologias (computador e lousa digital), a criação da Associação de Xadrez de Campo Novo e o destaque dos monitores do projeto na segunda fase das Olimpíadas Brasileiras de Matemática.
Fátima Schenini
Saiba mais no Jornal do Professor


http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=20257

Covid-19 - MEC divulga diretrizes para volta às aulas presenciais nas Instituições Federais de Ensino

Acesse aqui o Documento  https://vps3574.publiccloud.com.br/cartilhabio.pdf