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segunda-feira, 14 de outubro de 2019

BNCC na prática: cursos gratuitos ajudam professores a implementarem a Base Nacional Comum Curricular nas aulas

Iniciativa é o do Impulsiona Educação Esportiva
Com o objetivo de contribuir com o processo de implementação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), o Impulsiona Educação Esportiva lançou os cursos "BNCC na prática". São dois módulos: do currículo à sala de aula e o como planejar as aulas de educação física. Ambos os cursos são gratuitos e têm duração de 20 horas/aula. Participantes que concluírem os cursos em até 30 dias recebem um certificado do Impulsiona chancelado pelo Ministério da Educação.
O módulo 1 - do currículo à sala de aula - é destinado a professores, coordenadores pedagógicos e profissionais das Secretarias de Educação responsáveis pelo currículo e formação de professores. Ele é composto por três partes que contemplam a Educação Infantil e os Ensinos Fundamental e Médio, e contam com videoaulas, fóruns de discussão e sugestões de atividades. O conteúdo conta com a colaboração de Isabel Filgueiras, mestre e doutora em Educação pela Universidade de São Paulo (USP) e consultora de Educação Física na elaboração da BNCC.
O módulo 2 - como planejar as aulas de Educação Física - oferece dicas de planejamento para o professor de Educação Física de todos os segmentos. Voltado aos professores de Educação Física, professores regentes, coordenadores pedagógicos e profissionais das Secretarias de Educação responsáveis pelo currículo e pela formação de professores, o curso se propõe a discutir a relação da Educação Física com outras disciplinas escolares. Além disso, ajuda os professores a trabalharem as habilidades da BNCC nas aulas de acordo com a progressão de conteúdos sugerida na base.
Nesse segundo módulo, o curso está dividido em quatro partes com videoaulas, fóruns de discussão e sugestões de atividades. "BNCC na Prática: como planejar as aulas de Educação Física" contou com a colaboração de Luís Vasquinho, mestre em Ciências da Saúde e consultor do ProBNCC (Programa de Implementação da Base do Ministério da Educação) na elaboração de currículos estaduais e percursos formativos.
Para realizar a inscrição é só acessar os link:
Módulo 1: do currículo à sala de aula (clique aqui)
Módulo 2: como planejar as aulas de Educação Física (clique aqui)
O Impulsiona Educação Esportiva é uma iniciativa do Instituto Península. O programa tem como objetivo estimular o uso do esporte como ferramenta educacional no desenvolvimento integral dos alunos nas escolas do Brasil. A proposta é incentivar a prática de novas modalidades, trabalhar as competências socioemocionais, estimular a inclusão e fortalecer a cultura esportiva na comunidade escolar por meio de cursos e conteúdos gratuitos.
Fonte: Undime com informações do Impulsiona
https://undime.org.br/noticia/

quarta-feira, 20 de março de 2019

Educadores discutem Implementação do Documento de Referência Curricular de Mato Grosso

Os participantes receberão orientações acerca dos encaminhamentos necessários para a implementação nas escolas de Educação Infantil e Ensino Fundamental de Mato Grosso.
Rosane Brandão | Seduc-MT 


Cerca de 500 educadores dos 141 municípios do Estado participam nesta terça e quarta-feira (19 e 20) do Encontro Estadual de Implementação do Documento de Referência Curricular para Mato Grosso, da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). O evento, que ocorre no hotel Fazenda Mato Grosso, é realizado em parceria entre a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação de Mato Grosso (Undime-MT).
O encontro reúne secretários de educação, assessores pedagógicos, diretores escolares e formadores do Centro de Formação e Atualização dos Profissionais da Educação (Cefapros). Os participantes receberão orientações acerca dos encaminhamentos necessários para a implementação do Documento Referência Curricular nas escolas de Educação Infantil e Ensino Fundamental. O documento será implementado nas escolas a partir deste ano, por meio do Projeto Político Pedagógico (PPP) de cada unidade escolar e da formação continuada dos profissionais que atuam nas redes de ensino públicas e privadas.
Durante a abertura do evento, a secretária de Estado de Educação, Marioneide kliemaschewsk, que também representa o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), como vice-presidente, destacou que o encontro é muito importante para a educação de Mato Grosso, pois é um momento de construir, alinhar e articular o currículo na esfera estadual e municipal, inserindo o mesmo em todas as redes, inclusive nas privadas.
“O currículo está sendo construído de acordo com as diferentes realidades das escolas, que têm a oportunidade de discutir os conteúdos e as bases necessárias para a formação de seus alunos, ou seja, todos estão participando como protagonistas na nova versão da BNCC”.
Conforme explicou a secretária, após a homologação da BNCC, em 2017, as discussões para a construção do documento referência começaram a ser feitas no âmbito nacional. Cada Estado é responsável por elaborar e homologar o seu documento. “Mato Grosso está um pouco avançado nessa tarefa, pois já construiu e homologou o seu documento, em dezembro do ano passado, e agora está no processo de formação dos profissionais da educação dos 141 municípios, em regime de colaboração, articulado com a Undime”.
Representante da Undime, a secretária de Educação de Nova Lacerda, Eliana Viana, falou da importância da parceria entre Undime e Seduc para implementar o documento nos municípios. “Sabemos o quanto é importante trabalharmos juntos para adequar o currículo conforme a realidade de cada município. Estamos garantindo o direito à aprendizagem e o desenvolvimento de competências e habilidades”.
Para a assessora pedagógica de Rondonópolis Isabel Gonçalves, a participação e a contribuição de todos os municípios na formulação de documento é de extrema importância. “Agora, as discussões vão para o chão da escola, na construção do projeto político pedagógico de cada unidade. A nossa expectativa é que esse documento melhore os resultados educacionais no estado de Mato Grosso”.
Documento Referência
Com a homologação da Base Nacional Comum Curricular, em 2017, a Secretaria de Estado de Educação (Seduc), iniciou, em regime de colaboração com a União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), a elaboração do Documento de Referência Curricular para Mato Grosso, etapas da Educação Infantil e Ensino Fundamental.
A BNCC é um documento normativo cujo objetivo é para que todos os estudantes tenham acesso ao mesmo aprendizado, respeitando as especificidades de cada Estado, levando em conta o que está garantido na base nacional. 
Após um processo de intenso estudo e discussão por parte de um grupo de redatores, a versão preliminar foi encaminhada para consulta pública. Foram 53 dias em que o documento ficou disponibilizado para receber contribuições da comunidade escolar dos 141 municípios do estado. Nesse período, foram registradas mais de 200 mil participações, que foram analisadas para a elaboração da versão final.
Com a finalização desta etapa, o Documento de Referência Curricular para Mato Grosso foi encaminhado ao Conselho Estadual de Educação que, em parceria com a União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (Uncme), o aprovou e, em seguida, foi homologado pela Secretaria de Estado de Educação.
http://www2.seduc.mt.gov.br/

segunda-feira, 18 de março de 2019

Encontro Estadual reúne municípios para discutir Base Nacional Comum Curricular

O evento ocorre entre terça e quinta-feira (19 a 21) em Cuiabá, com parceria da Seduc e União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação de Mato Grosso (Undime-MT).
Adilson Rosa | Seduc MT
Foto por: Junior Silgueiro Seduc MT
Durante três dias, Cuiabá realizará um encontro estadual de implementação do Documento Referência Curricular para Mato Grosso (DRC-MT). Participam do encontro representantes da Educação dos 141 municípios do Estado.
O evento, que ocorre entre terça-feira e quinta-feira (19 a 21) nas dependências do Hotel Fazenda Mato Grosso, é uma parceria entre a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação de Mato Grosso (Undime-MT).
Os participantes receberão orientações acerca dos encaminhamentos necessários para a implementação do Documento Referência Curricular.
Segundo a coordenadora estadual da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), com a homologação do documento, em dezembro de 2017, iniciou em regime de colaboração entre a Seduc e a Undime MT a elaboração do DRC-MT, etapas da Educação Infantil e Ensino Fundamental.
Após um processo de intenso estudo e discussão por parte de um grupo de redatores, a versão preliminar foi encaminhada para Consulta Pública.
“O Documento foi disponibilizado, por 53 dias, para receber contribuições da Comunidade escolar dos 141 Municípios do Estado. No referido período, foram registradas mais de 200 mil participações, todas analisadas para a elaboração da versão final do Documento”, destaca Irene Costa.
Ela enfatiza que o ano de 2019 marca um período muito importante para o Estado de Mato Grosso, pois, com a homologação do DRC-MT, além do fortalecimento do regime de colaboração, as políticas educacionais estarão voltadas para a sua implementação por meio do Projeto Político Pedagógico (PPP) de cada unidade escolar e da formação continuada às unidades escolares de Educação Infantil e Ensino Fundamental, públicas e privadas, que integram as redes de ensino. Além disso, esse processo contemplará o acompanhamento e a avaliação dessa implementação.
“Esperamos ao final do Encontro que as Equipes elaborem um Plano de Ação que orientará a implementação do DRC-MT, junto às Secretarias Municipais de Educação, assessorias pedagógicas, Centros de Formação e Atualização dos Profissionais da Educação Básica (Cefapros) e unidades escolares”, ressalta.

Arquivos apresentados no 1º Seminário de Implementação das DRC de MT  - clique aqui.(Fonte Undime-MT)

http://www2.seduc.mt.gov.br

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

BNCC será debatida em seminário com secretários Municipais de Educação de MT

Este ano, será implementado o documento para as etapas do ensino fundamental e da educação infantil
Adilson Rosa | Seduc M|T 
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) será o assunto principal do 1º Seminário de Implementação do Documento de Referência Curricular (DRC) das Redes de Ensino de Mato Grosso. O evento, promovido pela União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), em parceria com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc), ocorrerá nesta quinta e sexta-feira (21 e 22.02), no auditório da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM).
A abertura do seminário será nesta quinta-feira (21), às 14h, e contará com a presença da secretária de Estado de Educação, Marioneide Klimeaschewsk, do presidente da Undime, Silvio Fidélis, e do presidente da AMM, Neurilan Fraga, além de representantes ligados ao segmento da educação dos 141 municípios de Mato Grosso.
A coordenadora estadual da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), Irene Costa, informa que participarão do evento secretários municipais de educação e coordenadores pedagógicos das respectivas secretarias municipais. Segundo ela, o foco será a formação continuada e a ressignificação do Projeto Político Pedagógico (PPP) das escolas municipais. “O papel dos dirigentes é orientar a implementação do DRC em suas respectivas redes e eles receberão as informações que estão voltadas para além da implementação do documento”.
Ela ressalta que, com a homologação do DRC-MT em 2018, este será o ano de implementação do documento para as etapas da educação infantil – de responsabilidade dos municípios – e ensino fundamental.
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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Implementação do documento da BNCC nas redes de ensino de MT será em 2019

O trabalho mais intenso está na ressignificação do Projeto Político Pedagógico da escola e da formação continuada
Coordenadora estadual da BNCC, Dra. Irene Costa
O processo de implementação do documento da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) nas redes de ensino de Mato Grosso ocorrerá durante o ano letivo de 2019. O trabalho mais intenso está na ressignificação do Projeto Político Pedagógico (PPP) da escola e da formação continuada cuja elaboração está sendo realizada a partir de um diagnóstico das necessidades específicas de cada unidade escolar, além da necessidade de focar nas políticas educacionais.
O documento foi apresentado para os novos gestores escolares de Cuiabá e Várzea Grande durante a primeira reunião gerencial da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), realizada na quarta-feira (13.02).
A coordenadora estadual da BNCC, Irene Costa, explica que a formação continuada será desenvolvida de forma articulada com as Superintendências de Gestão Escolar e Políticas de Desenvolvimento Profissional. “Será um trabalho integrado com as Assessorias Pedagógicas e Centros de Formação e Atualização dos Profissionais da Educação Básica – Cefapros”.
Para a coordenadora, o grande desafio é a prática de ensino, repensando o que os professores já fizeram de bom e o que precisa melhorar. Tudo isso visando o planejamento a partir das competências, e habilidades trazidas pela BNCC. Com isso, será possível garantir os direitos de aprendizagem e desenvolvimento de todos os estudantes da educação básica.
Processo Histórico
Ela aproveitou a reunião para fazer uma explanação do tema, trazendo o processo histórico da BNCC de 2018, tendo como ponto principal o trabalho realizado em regime de colaboração entre Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), além da comissão de governança representada por várias instituições da sociedade.
Em sua explanação Irene também ressaltou a importância do processo de consulta pública para a elaboração de documentos, em que as contribuições da comunidade escolar foram utilizadas para a produção da versão do documento referência curricular para Mato Grosso.
Uma vez concluída, a versão foi entregue para a aprovação junto ao Conselho Estadual de Educação (CEE) e União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (UNCME), com a homologação da Seduc.
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segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Etapa do ensino médio é homologada e Base Nacional Comum Curricular está completa

O ministro da Educação, Rossieli Soares, homologou nesta sexta-feira, 14, a etapa do ensino médio da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Assim, a BNCC da Educação Básica está completa, com a definição dos conteúdos que todos os alunos têm o direito de aprender no decorrer do percurso escolar. “O Brasil está definindo pela primeira vez onde cada aluno precisa chegar em cada um dos anos do ensino médio”, comemorou o ministro. “O que vem agora é uma etapa muito importante de discussão com as escolas, pais e professores, para construção dos currículos.”  
Com a BNCC completa, o ministro acredita que o Brasil pela primeira vez define onde cada aluno precisa chegar a cada etapa do ensino médio (Foto: Luís Fortes/MEC) Rossieli destacou, ainda, a integração entre as áreas do conhecimento a partir da aprovação da BNCC. “O que foi aprovado é para que trabalhemos por área, com todos os professores de todos os componentes. Queremos trazer flexibilidade, protagonismo para os jovens e que eles possam discutir o seu projeto de vida. Vamos estar mais próximo deles nesse processo de aprendizagem para que eles entendam por que estão estudando. Este ensino médio que foi pedido pelos estudantes por muito tempo”, disse.
O documento soma-se às etapas da educação infantil e do ensino fundamental, homologadas em dezembro de 2017. Durante a solenidade, realizada no Conselho Nacional de Educação (CNE), em Brasília, o ministro anunciou a liberação de R$ 58 milhões aos estados e ao Distrito Federal, por meio do Programa de Apoio à Implementação da Base Nacional Comum Curricular (ProBNCC) do Ensino Médio, para que comecem o processo de implementação dessa etapa. Na ocasião, ele também lançou o Portal Novo Ensino Médio, que reúne informações sobre todas as políticas e ações que têm sido organizadas pelo MEC nesse período e que estão à disposição dos gestores e da comunidade em geral. 
Para a secretária de Educação Básica do MEC, Kátia Smole, o foco está na continuidade de um trabalho conjunto entre os estados e o MEC. “O ensino médio como um todo vai exigir bastante da sociedade, dos educadores. Chegamos aqui com um documento robusto que precisa virar currículo, ação afirmativa junto aos estados e instituições formadoras. O Brasil avançou em educação nos últimos anos de jeito maduro, trazendo estados e municípios para junto do Ministério da Educação”, falou.
Na mesma linha, o presidente do CNE, Luiz Roberto Liza Curi, pontuou que o documento homologado é resultado de longas discussões. “Foi um processo extenso. A etapa que preparou a entrega da Base em 2016 foi antecedida por uma longa discussão nacional e o documento homologado expressa o conjunto dessas participações. Os próximos passos são de implantação. São os passos mais complexos e relevantes”. Já o presidente da Comissão do Ensino Médio no CNE, Eduardo Deschamps, destacou que “a versão final é robusta, dá clareza quanto aos objetivos de aprendizagem e preserva a flexibilidade curricular norteada pela Lei 13.415/2017, que reformou o ensino médio”. 
O documento foi entregue pelo MEC em abril de 2018 ao CNE e a aprovação no colegiado ocorreu em 5 de dezembro. O texto homologado foi aprimorado com as contribuições dos segmentos sociais, secretarias e conselhos estaduais de educação, gestores escolares, professores e alunos. As alterações foram feitas no sentido de dar maior clareza ao documento, tanto em relação às competências e habilidades, quanto a aspectos como a progressão de aprendizagem, projeto de vida, trabalho e mundo digital.
Com o objetivo de alinhamento à base, deverá ser implementada a Política Nacional de Formação de Professores e revisados o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) e o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb).
Currículos – Os currículos deverão estar estruturados até junho de 2019. Entre julho e setembro, haverá consultas públicas regionais nos estados. Os novos documentos deverão ser analisados e aprovados pelos conselhos estaduais de educação entre outubro e dezembro, para serem aplicados a partir do início do ano letivo de 2020. As primeiras turmas irão se formar em 2022.
A Base está organizada por áreas do conhecimento (linguagens, matemática, ciências da natureza e ciências humanas). Língua portuguesa e matemática devem ser ministradas em cada um dos três anos do curso. Os demais componentes curriculares continuam obrigatórios e serão abordados conforme os arranjos curriculares das escolas. A carga total será de 3.000 horas, sendo 1.800 para os conteúdos da base e 1.200 para os itinerários formativos, que visam aprofundar as áreas de conhecimento e a formação técnico-profissional, conforme a escolha do aluno.
Ainda nesta sexta-feira, o MEC anunciou que está finalizando o documento dos Referenciais para a Elaboração dos Itinerários Formativos previstos na BNCC e estruturados conforme as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) do Ensino Médio. São cinco itinerários correspondentes a cada área do conhecimento e ao ensino técnico-profissional. Eles deverão ser organizados em torno de um ou mais entre os seguintes eixos estruturantes: investigação científica, processos criativos, mediação e intervenção sociocultural, e empreendedorismo.
Portal – O Portal Novo Ensino Médio reúne informações sobre as políticas, programas e ações desenvolvidas pelo MEC no processo de implementação da etapa do ensino médio. Na página, é possível ter acesso, por exemplo, ao Guia de Implementação do Novo Ensino Médio, que traz estudos e diagnósticos, a implementação da nova arquitetura dessa etapa de ensino, o questionário de escuta dos estudantes e o compartilhamento de boas práticas.  
O novo portal também detalha as diretivas de programas como o ProBNCC do Ensino Médio, que possibilita a organização de equipes de currículo com bolsistas por estado, e o Programa Dinheiro Direto na Escola do Novo Ensino Médio, que prevê apoio financeiro com o objetivo de garantir a implementação do projeto de vida dos estudantes, flexibilização curricular e carga horária anual para, no mínimo, mil horas. Ao todo, serão cerca de 3,7 mil unidades escolares beneficiadas, que serão escolas-piloto para a implementação do Novo Ensino Médio.
Já o Programa de Apoio ao Novo Ensino Médio oferece assistência técnica em variadas frentes, inclusive na elaboração do Plano de Implementação, oferta de materiais de orientação, ferramentas digitais de acompanhamento. Além disso, com auxílio do Banco Mundial, será oferecido suporte financeiro mediante acordo de empréstimo firmado até 2022.
Informações sobre o Ensino Médio em Tempo Integral também podem ser acessadas pelo novo portal. O programa visa ampliar as matrículas e melhorar os índices de aprendizagem dos alunos, mensurados a partir de indicadores como Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb) e mesmo o Enem.
Assessoria de Comunicação Social

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Conselho Nacional de Educação aprova a etapa referente ao ensino médio da BNCC

O parecer e a minuta de resolução da etapa referente ao ensino médio da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) foram aprovados, por unanimidade, pelo Conselho Pleno do Conselho Nacional de Educação (CNE), nesta terça-feira, 4. Agora, o texto segue para o MEC para homologação, finalizando, assim, o processo de construção da base nacional da educação básica. O documento se soma à etapa da BNCC do ensino fundamental e da educação infantil, homologada no ano passado.
Pela primeira vez, o país vai contar com uma normativa nacional que define o conjunto de conhecimentos essenciais e indispensáveis às crianças e jovens em cada etapa da educação infantil, ensino fundamental e ensino médio. Isso vai contribuir para diminuir as desigualdades educacionais entre os diferentes estados e promover a qualidade da aprendizagem.
A BNCC servirá de orientação à elaboração dos currículos das redes municipais, estaduais e federal de ensino, tanto nas escolas públicas quanto nas particulares. O documento referente à etapa do ensino médio foi entregue ao CNE em abril deste ano, quando passou a ser discutido pela comissão da BNCC no CNE até chegar a esta aprovação.
A partir de contribuições que vieram das audiências públicas realizadas em diferentes regiões do país, recebidas por meio de documentos enviados ao conselho e em audiências individuais, bem como em diligência ao MEC, foram feitas modificações do documento final, encaminhado ao Conselho Pleno para a votação.
O documento referente à etapa do ensino médio se soma às novas diretrizes desta modalidade de ensino que, aprovadas e homologadas no mês passado, vão nortear o Novo Ensino Médio em todo o país.
Assessoria de Comunicação Social

http://portal.mec.gov.br/

terça-feira, 30 de outubro de 2018

Currículo Digital da Cidade de São Paulo é disponibilizado online

Construído de forma colaborativa, plataforma disponibiliza acesso ao Currículo da Cidade de modo dinâmico.

Na  sexta-feira (19/10/2018), foi lançado o Currículo Digital da Cidade de São Paulo, fruto de uma parceria entre a Secretaria Municipal de Educação (SME) e a Representação no Brasil da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO no Brasil). O lançamento contou com uma cerimônia realizada na Casa do Pátio Digital.
A plataforma foi desenhada por meio de um processo colaborativo, com o apoio de professores da rede municipal e  transforma o Currículo da Cidade em um material vivo e dinâmico, disponível on-line para consulta, inspiração e aplicação em sala de aula.
O Currículo Digital da Cidade de São Paulo está disponível no endereço http://curriculo.prefeitura.sp.gov.br, e por meio dele já é possível conhecer e explorar o Currículo da Cidade, buscar sequências didáticas do Ciclo de Alfabetização referentes aos componentes de Matemática, Língua Portuguesa e Ciências Naturais, e encontrar sequências relacionadas aos objetivos do Currículo, à matriz de saberes e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU).
"Quem ganha com essa iniciativa são os estudantes de nossa rede, que terão professores ainda mais equipados para fazer o seu trabalho da melhor forma possível”, ressaltou o Secretário Municipal de Educação, Alexandre Schneider. "Além disso, tanto os recursos educacionais quanto a Plataforma são abertos, ou seja, qualquer outro município ou estado pode utilizar e customizar para a sua própria realidade, sem custos", completou.
Ainda estão previstas as inclusões, na plataforma, de buscas textuais, criação de perfis, planejamento do uso de sequências, a possibilidade de envio de comentários e sugestões e a disponibilização de novas sequências de atividades dos demais componentes do Ciclo de Alfabetização e, também, do Ciclo Autoral e Interdisciplinar. Para adição dessas novas funcionalidades, a SME receberá apoio da Fundação Lemann.
Sobre o Currículo da Cidade
O Currículo da Cidade de São Paulo foi criado a muitas mãos a partir dos conhecimentos produzidos e das práticas realizadas por professoras e professores da Rede Municipal de Ensino ao longo dos últimos anos.  Fruto de uma parceria entre a Secretaria Municipal de Educação de São Paulo com a UNESCO no Brasil, o novo currículo do Ensino Fundamental, publicado em dezembro de 2017, integra de forma inédita a Agenda 2030, relacionando seus objetivos de aprendizagem a cada um dos 17 ODS.  O movimento de atualização do currículo envolveu mais de 43 mil estudantes e 16 mil professores ao longo de 2017, em paralelo às discussões sobre a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) que se faziam nacionalmente, de forma a ser a primeira cidade a lançar o documento em sua versão já alinhada às diretrizes nacionais. 
(Fonte: Secretaria Municipal de Educação da Cidade de São Paulo)
UNESCO

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Conviva: Educação integral na BNCC é tema de debate nesta quarta-feira (31/10)


Nesta quarta-feira (31), às 14h, o Conviva Educação debate a inclusão da educação integral na Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
Na transmissão, que será realizada pelo Facebook da plataforma, integrantes da equipe do Instituto Ayrton Senna vão explicar como incorporar o princípio desta modalidade de ensino no texto introdutório de currículos municipais e como implementá-lo em sua rede.
Para assistir, basta acessar a página do Conviva Educação na rede social, disponível neste link.
Sobre o Conviva
O Conviva Educação é um ambiente virtual gratuito voltado aos dirigentes municipais de educação e equipes técnicas das secretarias que tem por objetivo apoiar o processo de gestão e planejamento da Educação e, com isso, contribuir para a aprendizagem dos estudantes. A plataforma, uma iniciativa da Undime em parceria com 13 institutos e fundações, foi lançada em 2013.
Fonte: Undime com informações do Conviva Educação

terça-feira, 21 de agosto de 2018

Curso Competências Gerais na Base Nacional Comum Curricular

A Fundação Lemann e a Nova Escola, com a coordenação pedagógica do Instituto Inspirare e apoio técnico do Movimento pela Base, prepararam o curso "Competências Gerais na Base Nacional Comum Curricular".  O curso aprofunda nas 10 competências gerais apresentadas na BNCC e traz práticas pedagógicas que podem inspirar educadores de todo o Brasil. O conteúdo foi elaborado e é apresentado por Anna Penido, que além de ser parceira da Fundação Lemann, é diretora do Inspirare e integrante do Movimento pela Base.


Grátis, online e com apenas duas horas de duração, o curso poder ser feito nas horas livres ou durante as reuniões coletivas e formações da escola. 

O curso é organizado em cinco etapas. Na primeira, trazemos uma introdução sobre os conceitos das competências gerais. Depois, começamos a aprofundar o tema com questões como a preparação da escola para trabalhar as competências e ideias de práticas pedagógicas para a sala de aula. Após assistir aos vídeos e realizar um teste rápido, você poderá receber sua certificação! Vamos nessa?





Fundação Lemann

segunda-feira, 18 de junho de 2018

A Educação Infantil e a BNCC

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC), homologada em dezembro de 2017, está sendo implementada em todo o País. É um processo longo, de diversas etapas, e que exige envolvimento de Governo Federal, secretarias de Educação estaduais e municipais, universidades, escolas e comunidade.
O tema da videoconferência da plataforma Conviva Educação transmitida no dia 29 de maio foi a Educação Infantil na BNCC. Carolina Velho, coordenadora geral de Educação Infantil do Ministério da Educação (MEC), e Joana Saraiva, da comunicação da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), falaram sobre especificidades do atendimento nas escolas para as crianças de até 5 anos, detalharam como as secretarias de Educação devem elaborar seus currículos e de que forma as instituições de ensino precisam preparar seus projetos pedagógicos. O vídeo na íntegra pode ser assistido neste link. Abaixo, veja os principais pontos da discussão:
Undime – Quais os pontos de destaque e os avanços que a BNCC estabelece para a Educação Infantil?
Carolina – O trabalho que vem sendo realizado em relação ao currículo é respaldado nas Diretrizes Curriculares Nacionais, de 2009. Nele, havia o entendimento que esse documento fosse organizado em dois eixos (interação e brincadeiras), que o cuidado com as crianças e a Educação precisariam estar interligados nas práticas pedagógicas, e indicava experiências essenciais para as crianças. Na BNCC, essas noções continuam, mas existe uma maior ênfase sobre o processo pedagógico nos momentos de cuidado dos adultos com os pequenos, inclusive para as crianças que frequentam a creche. Isso é um grande avanço!
Undime – Os estados e municípios estão elaborando seus currículos, de acordo com o que está indicado na BNCC. Quais desafios existem nesse processo para a Educação Infantil?
Carolina – Os desafios são muitos, entre eles o fato de que existem muitos estados e municípios que nunca tiveram um currículo de orientação para a Educação Infantil, e que há diferentes pactos sendo estabelecidos entre esses entes federados. Como os municípios sempre estiveram à frente do atendimento das crianças da Educação Infantil, é essencial que eles colaborem com suas experiências nos documentos de seus estados.
Undime – De que forma as escolas devem construir suas propostas pedagógicas, adequando-se às orientações nacionais indicadas na BNCC e ao currículo elaborado para o município?
Carolina – As escolas devem procurar transpor o currículo de sua unidade federativa (municipal ou estadual) para a sua prática e inserir as metodologias e a organização próprias da escola, sem deixar de lado as especificidades locais, sejam elas territoriais ou culturais. Também é essencial articular ao currículo os campos de experiência (“O eu, o outro e o nós”; “Corpo, gestos e movimentos”; “Traços, sons, cores e formas”; “Escuta, fala, pensamento e imaginação; “Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações” ) e os objetivos de aprendizagem (comportamentos, habilidades, conhecimentos e vivências que promovem o desenvolvimento da criança), sabendo que as crianças estão inseridas em determinada linguagem, forma de expressão, cultura ambiental e alimentação, por exemplo. Cada instituição tem autonomia para isso.
Undime – Qual o objetivo de dividir a creche em duas faixas etárias (de zero a 1 ano e seis meses e de 1 ano e 7 meses até 3 anos e 11 meses), e de que forma essa organização contribui para a garantia do desenvolvimento integral das crianças?
Carolina – A divisão feita na BNCC chama atenção para o fato de que os campos de experiência em cada faixa etária devem ser diferentes, e que os intervalos não devem estar restritos a apenas um ano, mas a um tempo mais amplo. Falar ou engatinhar, por exemplo, pode ocorrer em momentos variados para cada criança, conforme seu desenvolvimento.
Undime – De que forma os cinco campos de experiências indicados na BNCC para a Educação Infantil devem fazer parte da rotina das escolas? Eles são equivalentes à organização por disciplinas do Ensino Fundamental?
Carolina – Os campos de experiência não são disciplinas e não devem ser vistos como práticas estanques a serem contempladas em momentos específicos do dia. A ideia é que sejam referências para as atividades da criança ao longo da jornada escolar, seja na sala de aula, durante as trocas de fralda, na alimentação ou nas brincadeiras no pátio. Os cinco campos estão interligados, mas as atividades podem ter como objetivo contemplar algum campo específico, sem perder de vista os demais.
Undime – Como abordar as dez competências gerais indicadas na Base Nacional Comum Curricular na Educação Infantil?
Carolina – As dez competências indicadas devem ser realizadas em toda a Educação Básica: começam na Educação Infantil e seguem até o Ensino Médio. Entre elas, estão o pensamento científico, criativo e crítico, a comunicação, a cultura digital, autoconhecimento e autocuidado. Na Educação Infantil, essas competências estão ligadas aos seis direitos de aprendizagem, entre eles o direito de conviver, brincar e explorar. Por exemplo: autoconhecimento e autocuidado estão interligados com o brincar e o conviver. A competência de cultura digital está ligada ao direito de explorar. Não basta dar foco a apenas uma ou outra competência, mas garantir que haja uma variedade de experiências.
Undime – Nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, o foco é a construção do sistema alfabético e numérico, e a consolidação do letramento. Não existe o risco de a Educação Infantil tornar-se uma fase preparatória para o Ensino Fundamental?
Carolina – Na hora da escrita do currículo, é importante que os profissionais responsáveis pela Educação Infantil e pelo Ensino Fundamental conversem e verifiquem suas responsabilidades e especificidades. Muitas vezes existe uma precocidade na Educação Infantil, causando uma perda dos direitos da infância: é importante ver os primeiros cinco anos da Educação Infantil como uma fase em si, que tem uma identidade própria, definindo metodologias e concepções. Por isso, precisamos entender as formas de trabalho mais adequadas para essa faixa etária, como a leitura pelo professor, as brincadeiras com regras e os registros numéricos.
Undime – De que maneira a formação inicial dos docentes será impactada e como o Ministério da Educação (MEC) pretende trabalhar com as universidades?
Carolina – A resolução do Conselho Nacional de Educação (CNE) relativo à BNCC já sinaliza a revisão dos cursos de licenciatura dos professores, incluindo a residência pedagógica dos estudantes universitários. Ainda há muito trabalho pela frente!
Undime – Quais os materiais de apoio ou sites que colaboram para a implementação da BNCC para a Educação Infantil?
Carolina – O endereço oficial sobre a BNCC é o basenacionalcomum.gov.br, onde é possível encontrar o Guia de Implementação e o próprio documento final da Base.
*Conviva Educação é uma iniciativa da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e de 12 institutos e fundações parceiros. A plataforma é um sistema de gestão gratuito que apoia o trabalho das secretarias municipais de Educação. Para conhecer, acesse: www.convivaeducacao.org.br
Fonte: Estadão 
Undime

Declaração para um novo ano

20 para 21  Certamente tivemos que fazer muitas mudanças naquilo que planejamos em 2019. Iniciamos 2020 e uma pandemia nos assolou, fazendo-...