sexta-feira, 28 de março de 2014

"Avaliações de larga escala precisam respeitar a diversidade do país", afirma pesquisador espanhol

Do Todos Pela Educação, em Brasília
A construção de um teste de larga escala deve estar sempre pautada na combinação entre dois aspectos: o juízo pedagógico, que define os níveis de proficiência e os descritores das competências, e os dados empíricos, que determinam pontuações de corte, questões âncora e dão confiabilidade técnica aos testes. A opinião é do professor Jesús Jornet Meliá, doutor em Filosofia e Ciências da Educação pela Universitat de València-Estudi General (UVEG), onde é docente do Departamento de Métodos de Investigação e de Diagnóstico da Educação desde 1984 e, desde 2007, catedrático de Medição e Avaliação Educativa do mesmo departamento.
O espanhol foi um dos palestrantes do Seminário Internacional Devolutivas das Avaliações de Larga Escala, que ocorreu no dia 12 de março, em Brasília, na sede do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O evento foi uma realização do Inep, do movimento Todos Pela Educação e da Associação Brasileira de Avaliação Educacional (Abave).
Para atender ao primeiro aspecto, Meliá sugere que é essencial a formação de comitês que tenham a participação de especialistas em pedagogia, em currículo e professores que sejam capazes de trazer ao plano geral da avaliação toda a diversidade cultural, étnica e social do país. Somente com essa composição será possível conquistar validade para a avaliação e, em consequência, dar a ela utilidade na tomada de decisões e na definição ou na alteração de políticas educacionais.
Para o segundo aspecto, Meliá afirma que já se avançou muito. “Temos bons modelos psicométricos, temos ferramentas boas. O desafio é ampliar esse olhar, pois continuamos com o problema clássico de esquecer a validade”, argumenta o especialista.
Meliá usa como exemplo a própria avaliação tradicional comum nas escolas, que traça uma média e afirma: os que estão acima estão aprovados, os que estão abaixo, reprovados. Estes sabem, estes não sabem. “Esse critério absoluto de qualidade não nos serve”, pondera o pesquisador. “A taxonomia proposta por Lorin Anderson é uma excelente maneira de começar a quebrar esse critério absoluto”, diz.
Além disso, segundo o pesquisador, os tipos de padrões a ser desenvolvidos devem estar coerentes com os objetivos do plano geral da avaliação em questão. "Quando falamos de métodos e da determinação de padrões, temos que nos concentrar em quais deles devemos usar para não haver confusão. Um padrão que serve para avaliar o estudante não serve para avaliar uma rede de ensino", afirma o professor. Segundo ele, a finalidade de um processo de determinação de padrões é fornecer um sistema de interpretação das pontuações das provas que esteja “a serviço da tomada de decisões e da comunicação dos resultados”.
Conclui o pesquisador: “Precisamos partir do pressuposto que Educação é para todos. Nas provas de larga escala, fazemos uma redução muito forte no plano de avaliação. O sistema está bem ou o sistema está mal. Miramos apenas o produto. Mas a Educação se dá em muitos cenários. Os formais e informais, os étnico-raciais, a matiz social, tudo está incluindo e precisa ser considerado na hora de avaliar. Não podemos perseguir um padrão fechado, mas contextualizado. Os padrões serão melhores se representam a diversidade”.
Para ver a apresentação completa de Jesús Jornet Meliá, clique aqui.
http://www.todospelaeducacao.org.br/comunicacao-e-midia/noticias/29878/avaliacoes-de-larga-escala-precisam-respeitar-a-diversidade-do-pais-afirma-pesquisador-espanhol/

"Há um descompasso entre o que se ensina e o que se testa nas avaliações", diz Lorin Anderson

Do Todos Pela Educação, em Brasília
Avaliações de larga escala podem não estar avaliando o que, de fato, os sistemas estão ensinando aos alunos. A tese é defendida pelo pesquisador Lorin Anderson, da Universidade da Carolina do Sul (EUA), um dos convidados do Seminário Internacional Devolutivas das Avaliações de Larga Escala, que ocorreu no dia 12 de março, em Brasília, na sede do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O evento foi uma realização do Inep, do movimento Todos Pela Educação e da Associação Brasileira de Avaliação Educacional (Abave) e reuniu, além de Anderson, o professor Jesús Jornet, da Universidad de Valencia, e Bruce Rodrigues, do Education Quality and Accountability Office de Ontário (Canadá).
“Você formula a questão com uma intenção, mas o aluno a responde com outra”, afirma Anderson. Para exemplificar, ele cita uma questão de matemática aplicada a estudantes norte-americanos, que continha o seguinte problema: um ônibus do exército tem capacidade para transportar 36 soldados. Se 1.128 soldados estão sendo transportados para um local de treinamento, quantos ônibus são necessários? Os dados mostram que 18% dos estudantes responderam 31, resultado que deixa 12 soldados para trás; 29% disseram 31 ônibus, restando 12 pessoas, o que equivale a cortar um ônibus em terços; 23% optaram pela resposta correta, que era 32 ônibus, e 30% por outra alternativa. Ou seja: apesar de 70% dos estudantes terem realizado o cálculo corretamente, menos de um quarto respondeu à pergunta corretamente.
Anderson afirma que interpretar um teste educacional significa fazer com que o teste faça sentido em relação ao seu próprio propósito. Porém, o que ele tem visto é que nem sempre o conteúdo pedido nas avaliações educacionais de larga escala está coerente com os objetivos de aprendizagem. Ou seja: há um desnivelamento entre o conteúdo ensinado e o que se queria descobrir com o teste.
“Nesse exemplo da matemática, vemos que os estudantes estão aprendendo regras em vez de aprender a disciplina. A questão está bem formulada, mas tem a intenção de fazer com que o estudante avalie a razoabilidade da solução por ele escolhida frente ao problema”, explica. “Se apenas 23% acertam, isso sugere que o pessoal da instrução [os professores] não está alinhado com o que se deseja.” Segundo Anderson, os resultados mostram que muitos estudantes aparentemente leem o item concentrando-se apenas na aplicação do algoritmo – as respostas mostram isso.

Teoria
Um dos caminhos propostos por Lorin Anderson para ajustar essa discrepância entre avaliação e ensino é adotar, tanto na organização das avaliações como na formulação do currículo uma matriz de classificação (taxonomia) dos objetivos educacionais que faça sentido para os professores. Essa matriz tem por base a chamada Taxonomia de Bloom, proposta na década de 1940 por Benjamin S. Bloom, e revisada nos anos 1990 por um grupo de seis pesquisadores, entre eles o próprio Anderson. O trabalho foi liderado por David Krathwohl, um dos autores do original. O resultado dessas reuniões foi a publicação, em 2001, de “A Taxonomy for Learning, Teaching, and Assessing: A Revised of Bloom’s Taxonomy”.
Uma das dimensões da matriz proposta na taxonomia revisada de Bloom dá conta dos processos cognitivos, dispostos na seguinte ordem:
1. Lembrar
2. Entender
3. Aplicar
4. Analisar
5. Avaliar
6. Criar
A outra dimensão diz respeito à tipologia do conhecimento, que pode ser:
A. Factual
B. Conceitual
C. Procedimental
D. Metacognitivo
Ao cruzar essas duas dimensões, é possível classificar todos os objetivos de aprendizagem, segundo os pesquisadores. “E não há uma preocupação com o acúmulo hierárquico do conhecimento, algo que era presente, e bastante criticado, na taxonomia original de Bloom”, explica Anderson.
Essa organização faz com que a conexão entre os itens das avaliações e os objetivos de aprendizagem se dê por meio de verbos e não por meio dos conteúdos. “Se um objetivo de aprendizagem contempla o verbo ‘classificar’, então a questão do teste tem de pedir aos estudantes que ‘classifiquem’ algo”, exemplifica Anderson.
Autocrítica
Ao responder perguntas da plateia, Anderson surpreendeu ao destacar que, em seu país, os Estados Unidos, os testes infelizmente vêm sendo utilizados apenas para classificar e ranquear escolas. “É a única coisa que sabemos fazer”, ironizou. “Nunca seremos o sucesso de Ontario – se acontecer, será em lugares pequenos. Isso porque, no meu país, acredita-se que existem alunos incapazes de aprender. E também atribuímos os melhores professores aos melhores alunos, algo que não faz o menor sentido.”
Para ver a apresentação completa de Lorin Anderson, clique aqui.
http://www.todospelaeducacao.org.br/comunicacao-e-midia/noticias/29875/ha-um-descompasso-entre-o-que-se-ensina-e-o-que-se-testa-nas-avaliacoes-diz-pesquisador-norte-americano/

Prefeitura de Cuiabá antecipa pagamento de salários para este sábado

Secretaria de Comunicação de Cuiabá

A partir da 0h deste sábado (29) os salários dos servidores da Prefeitura de Cuiabá já estarão disponíveis. O pagamento foi antecipado em dois dias, pois estava previsto para 31 de março (segunda-feira), último dia útil do mês trabalhado.
Neste mês de março, os servidores comissionados receberão um reajuste salarial de 5,34%, referente ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Os profissionais da Educação também terão seus salários reajustados em 2%, referentes à segunda parcela dos 4% de ganho real acordados no ano passado. A primeira parcela foi paga em dezembro de 2013.

Veja mais: Março: aumento salarial e desconto sindical obrigatório





MEC vai criar bolsa para estudar competências emocionais dos alunos

Governo quer saber impactos de características emocionais na sala de aula.
Detalhes das bolsas serão definidos em edital da Capes em até 90 dias.


Vanessa FajardoDo G1, em São Paulo
Ministro da Educação Henrique Paim e
Presidente do INEP Francisco Soares

Ministério da Educação em parceria com o Instituto Ayrton Senna vai criar bolsas de estudo de pós-graduação para cursos no Brasil e no exterior para formar pesquisadores e professores que estudem os impactos das competências socioemocionais, como otimismo, responsabilidade, determinação e curiosidade, no aprendizado dos alunos. O termo de cooperação foi assinado nesta segunda-feira (24) em São Paulo.
Os detalhes das bolsas, como o número que será disponibilizado, os valores, tempo de permanência e perfil de quem poderá ser beneficiado será definido em edital da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Ensino Superior (Capes) que será publicado em até 90 dias.
Os impactos das competências socioemocionais ou não cognitivas é tema de um fórum internacional que ocorre nesta segunda e terça-feira (25), em São Paulo. A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) que também promove o fórum se comprometeu a liderar o debate que envolve 14 países.
Currículo oculto
A presidente do Instituto Ayrton Senna, Viviane Senna, define as competências socioemocionais como um currículo oculto que precisa ser descoberto e explorado. "Toda tarefa exige esforço. Nós temos um currículo oculto com um conjunto de habilidades como persistência, criatividade e disciplina. Nós não temos consciência que temos, mas elas são determinantes nos resultados na escola. O desafio é tornar esse currículo oculto consciente e desenvolvido deliberadamente para que a gente possa usufruir de todos os benefícios que ele traz para a vida de um ser humano. O desafio de trazer isso para a escola não é só do Brasil, e sim, de todos os países."
De acordo com o termo de cooperação assinado por Viviane Senna e o ministro da Educação, José Henrique Paim, caberá à Capes a oferta e o gerenciamento das bolsas, e o instituto será responsável por fornecer subsídios técnicos para definir, por exemplo, o número de bolsas oferecidas.
Para que o aluno aprenda matemática é preciso algo a mais. Uso o exemplo da perseverança, para fazer algo bem feito é preciso tentar uma vez, duas vezes..."
Francisco Soares, presidente do Inep
O ministro da Educação, José Henrique Paim, afirmou que os estados e municípios que promoverem iniciativas que valorizem as competências socioemocionais dos alunos poderão recorrer a financiamentos do governo federal. "É um tema novo não é só no Brasil. Essa temática precisa ser estimulada em vários aspectos, seja na pesquisa, para formar massa crítica, seja no aspecto que envolve avaliação e implantação de políticas. Queremos também incentivar iniciativas que alguns estados têm, aquilo que o ministério achar condizente, vamos financiar."
O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Francisco Soares, disse que as competências socioemocionais precisam ser estudadas porque fica claro que elas impactam o aprendizado dos alunos e vão além das condições socioeconômicas da família. "Para que o aluno aprenda matemática é preciso algo a mais. Uso o exemplo da perseverança, para fazer algo bem feito é preciso tentar uma vez, duas vezes... Na arte isto está muito claro, um pianista treina muito. Há fatores não cognitivos para explicar."

http://g1.globo.com/educacao/noticia/2014/03/mec-vai-criar-bolsa-para-estudar-competencias-emocionais-dos-alunos.html

CPI defende aluno na escola para diminuir trabalho infantil

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Trabalho Infantil discutiu nesta quarta-feira formas de evitar a evasão escolar, uma das causas do trabalho infantil. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2010, 3,8 milhões de alunos entre 4 e 17 anos estavam fora da escola.
A representante do Ministério da Educação, Clélia Craveiro, destacou que a educação deve ser encarada como um direito social importante para a conquista de outros direitos. Para ela, é preciso garantir o acesso e a permanência dos alunos até a conclusão da educação básica.
Clélia Craveiro destacou a importância do acompanhamento dos alunos para garantir sua permanência na escola. Ela citou o exemplo do Bolsa Família no controle da presença de 18 milhões de alunos da educação básica.
"Nós temos exatamente um terço dos alunos matriculados na educação básica com esse retrato, que em qualquer momento eu vou identificar esse menino ou essa menina onde eles estão”, disse Craveiro. “Quais são os motivos da ausência dele na escola? É um diagnóstico extremamente importante e que nos auxilia a apresentar políticas específicas para essa área."
Trabalho e caráter
A relatora da CPI do Trabalho Infantil, deputada Luciana Santos (PCdoB-PE), afirmou que para enfrentar o trabalho infantil também é necessário enfrentar a cultura de que ‘trabalhar cedo constrói o caráter’.
Para a deputada, há consenso para se eliminar o trabalho ilícito - com drogas ou prostituição, mas em outros casos é difícil convencer a população. "Há também o trabalho doméstico, o trabalho na agricultura, o trabalho no esporte, o trabalho nas artes que são todas questões mais difíceis de serem superadas porque recaem nessa questão subjetiva e cultural."
Horas trabalhadas
Já a diretora executiva do Todos pela Educação, Priscila Fonseca da Cruz, destacou dados da Pesquisa  Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), de 2005, que apontava que 7,8% das crianças entre cinco e 15 anos trabalham.
Segundo ela é preciso analisar o trabalho infantil com cuidado porque a realidade de horas trabalhadas varia de uma a 15 horas semanais. Ela disse ainda "que há uma relação direta entre o tempo trabalhado e a diminuição do rendimento escolar que pode chegar a 20% em relação às crianças que não trabalham." Ela ressaltou ainda que o trabalho precoce traz problemas de saúde.
Escolas fechadas
Integrante do comitê do Distrito Federal da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Tiago Manggini afirmou que sem a melhoria na qualidade da educação é impossível combater a evasão escolar. Ele defendeu que o modelo escolar seja alterado ouvindo os alunos que são os principais interessados.
Ele lamentou que, de 2002 a 2010, 37 mil escolas rurais tenham sido fechadas. Atualmente 5% das crianças da área rural estão fora da escola. Nas cidades, esse percentual é 2,7%.
Relatório
A comissão tem até junho para apresentar o relatório com propostas para a erradicação do trabalho infantil.
Reportagem – Karla Alessandra
Edição – Newton Araújo



http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/EDUCACAO-E-CULTURA/464639-CPI-DEFENDE-ALUNO-NA-ESCOLA-PARA-DIMINUIR-TRABALHO-INFANTIL.html

Alunos da Creche Amália Curvo se encantam com a magia do circo


 
Secom - Cuiabá

A magia do circo tomou conta das dependências da creche municipal Amália Curvo de Campos na manhã desta quinta-feira (27), data em que se comemora o Dia Nacional do Circo.

Uma tenda circense foi montada dentro da unidade de ensino e uma variedade de atrações foi oferecida aos 113 alunos, com idade entre 2 e 3 anos e 11 meses.

Vestidos a caráter, eles se divertiram participando de atividades lúdicas, muita música, comeram pipoca, algodão doce, brincaram no pula-pula, e como não poderia deixar de ser, se divertiram com o palhaço.

Segundo a diretora da creche, Fátima Budoia, o evento integra o projeto “A Magia do Circo”, que foi trabalhado com os alunos desde o início do mês. A diretora explica que o projeto visa valorizar a arte circense, estimular a imaginação da criança, a fantasia, resgatar as brincadeiras de infância e desmistificar o medo, principalmente do palhaço. Segundo ela, através do brincar a criança estará desenvolvendo as áreas do conhecimento, além de estimular a curiosidade, a autoconfiança e a autonomia.

“As crianças adoram esse tipo de evento, pois elas saem da rotina. Além disso, é um momento de socialização entre todos, tanto com os outros alunos como também com os profissionais”.

Conforme o coordenador pedagógico, Jesuel Ferreira, levar o circo para dentro da escola é dar a oportunidade pra a criança conhecer esse mundo encantado que é o circo. “A maioria delas nunca entraram em um circo e com certeza nunca vão ter essa oportunidade. Mas a creche está proporcionando isso”.

O dia foi tão especial que até os pais dos alunos resolveram participar. A balconista Claudiana Aparecida da Silva fez questão de ficar um pouquinho mais na creche para ver o filho Talisson, de 3 anos, se divertindo. “Isso é muito importante para ele, pois ajuda no seu desenvolvimento e eu como mãe faço questão de acompanhar”.

A doméstica Edna dos Santos resolveu faltar no serviço para participar com o filho. A mãe se fantasiou de palhaço e entrou na brincadeira. “Não poderia deixar de prestigiar”, disse ela.

A participação dos pais, segundo a Técnica de Desenvolvimento Infantil (TDI) Cirlei Fernandes, é muito importante, principalmente porque o projeto também inclui o tema família. “Nós estamos mostrando a eles como funciona uma família e a importância dela para as crianças e aproveitamos esse dia para mostrar como vive uma família circense”.

O projeto é de autoria das TDIs Darilene Correa, Marina Rodrigues, Rosangela Conceição e Rodrigues Dias.
http://www.cuiaba.mt.gov.br/educacao/alunos-se-encantam-com-a-magia-do-circo/8542

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