terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Marcus Vinícius Carvalho Rodrigues é nomeado presidente do Inep

O professor Marcus Vinícius Carvalho Rodrigues foi nomeado presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). A nomeação foi assinada pela Casa Civil nesta segunda-feira, 21 de janeiro, e publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira, 22. O novo presidente do Inep participou da transição desde dezembro de 2018 e desde o início de janeiro atua no Instituto na montagem de sua equipe. “Vamos melhorar a qualidade, aumentar a confiança e diminuir os custos para que o Inep consolide sua excelência em avaliação, estatísticas e estudos educacionais”, defende.
Marcus Vinícius tem 63 anos, é cearense e já atuou como executivo, consultor organizacional, palestrante e professor em cursos de pós-graduação (MBA, Mestrado e Doutorado). É ainda e autor de 11 livros sobre gestão e análise organizacional, qualidade e produtividade, dentre eles os best sellers “Qualidade de Vida no Trabalho” e “Ações para a Qualidade”. É doutor em Engenharia da Produção pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); mestre em Administração de Empresas pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); especialista (MBA) em Formação de Executivos pela Universidade dos Correios; e bacharel em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Mais detalhes no Currículo Lattes.
Inep – O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) é uma autarquia federal vinculada ao Ministério da Educação (MEC). Com a missão de subsidiar a formulação de políticas educacionais dos diferentes níveis de governo, e assim contribuir para o desenvolvimento econômico e social do país, o Inep produz evidências sobre educação e atua nas seguintes áreas: Avaliações, Exames e Indicadores da Educação Básica; Avaliações, Exames e Indicadores da Educação Superior; Estatísticas Educacionais; Ações Internacionais; e Produção, Disseminação e Arquivo da Educação.
http://portal.inep.gov.br/

Única aluna nota de mil na redação do Enem em MT (Tangará da Serra) estudou 14 horas por dia e se surpreendeu com tema

Da Redação - Fabiana Mendes


A jovem Gabriela Arenhart, de 21 anos, moradora de Tangará da Serra (244 quilômetros de Cuiabá), foi uma das 55 pessoas em todo país que conseguir a nota mil na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), realizado no fim do ano passado. Ela é a unica moradora do estado a conseguir a nota máxima.
 
Ela disse que o tema "Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet" lhe deixou bastante nervosa, entretanto, ela conseguiu se acalmar e desenvolver suas ideias.
 
Leia mais:
Estudante de 21 anos é única de Mato Grosso a tirar nota mil na redação do Enem

Em entrevista ao Olhar Direto, Gabriela contou se estudou por quatro anos em cursos de escolas particulares. No último ano, 2018, ela passou a dedicar 14 horas do seu dia na preparação para o exame que leva o aluno a uma universidade pública.
 
“Eu fiz quatro anos de cursinho em Cuiabá. Os três primeiros no Master e o último no Farina. Eu estudava integralmente, de manhã e a tarde. À noite eu revia alguns conteúdos, fazia alguns exercícios, e no final de semana também. Geralmente eu reservada o domingo para a redação e no sábado eu via as outras matérias”, disse.
 
Na divisão de conteúdo para estudar, além da redação, a jovem disse que procurou focar nas disciplinas que mais lhe trariam pontos como, matemática, química, física e biológica.
 
Apesar da dedicação, ela ponderou que não teve uma nova excepcional nestas áreas, mas acredita que irá conseguir uma vaga no curso de medicina. “Fazendo uma média, não fiquei tão bem, mas tenho expectativa de passar ainda, nem que seja na primeira chamada. Estou confiante [talvez] na segunda ou terceira chamada eu possa passar”.
 
Gabriela faz parte do grupo de 42 mulheres que tiraram a nota mil no Enem. Os dados apontam que apenas 13 foram de autoria de participantes do sexo masculino.
 
A prova teve quatro textos motivadores, sendo três reportagens e um gráfico de dados. Um dos textos, "O gosto na era do algoritmo", escrito pelo jornalista Daniel Verdú, em 2016, foi publicado pelo jornal “El País”. O segundo texto é escrito pelo jornalista Pepe Escobar e se chama "A silenciosa ditadura do algoritmo", publicada em 2017, no site Outras Palavras.
 
A terceira reportagem foi publicada pela BBC, em 2016. O texto "Como a internet influencia secretamente nossas escolhas" é de autoria de Tom Chatfield. Já o gráfico trás dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre o uso da internet entre homens e mulheres.

O tema da redação causou nervosismo na estudante, que procurou manter a calma. “Pra mim, o tema foi uma surpresa”, ponderou. 

A mato-grossense acrescentou ainda que alunos que pretendem atingir a nota máxima da redação precisam estudar história, geografia e literatura. Na argumentação, ela disse que vale até mesmo citar a letra de uma música.
 
“Para quem faz cursinho ou está no terceiro ano, tem que prestar bastante atenção nas aulas de história, geografia, literatura, que dá para aproveitar na redação. Usar alguns recursos históricos, uma música, citar um livro. Para usar como recurso argumentativo na redação é muito bom. Ter organização na redação também. Definir bem a sua tese e desenvolver os argumentos”, disse a jovem.

Gabriela disse que não costuma usar redes socias, somente o aplicativo de mensagens WhatsApp. No entanto, durante a preparação para o exame, ela também abriu mão do aplicativo. "Tive que abandonar um pouco", finalizou. 

Dados 

Os resultados revelam que 42 redações nota 1000, 76% dos casos, foram escritas por mulheres, contra 13 de autoria de participantes do sexo masculino. Dezessete dos melhores textos são de estudantes com 18 anos. Já os estudantes com 17 anos assinam 11 das redações nota 1000.
 
Na faixa etária dos 21 aos 30 anos estão 10 dos participantes com nota máxima. Em relação à origem, 33 são da região Sudeste, sendo 14 de Minas Gerais e outros 14 do Rio de Janeiro. Na sequência vem o Nordeste, com 14 dos melhores textos. O município com o maior número de representantes entre os destaques é o Rio de Janeiro, com cinco casos, seguido de Fortaleza, com quatro representantes.

As informações foram declaradas pelo participante durante a inscrição do Enem 2018. O levantamento considera a idade na data da prova, 4 e 11 de novembro de 2018, e a Unidade da Federação e o município onde o participante realizou o Exame. 


http://www.olhardireto.com.br/

Acompanhe a liberação de recursos do FUNDEB

O que é?

O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação – Fundeb é um fundo especial, de natureza contábil e de âmbito estadual (um fundo por estado e Distrito Federal, num total de vinte e sete fundos), formado, na quase totalidade, por recursos provenientes dos impostos e transferências dos estados, Distrito Federal e municípios, vinculados à educação por força do disposto no art. 212 da Constituição Federal. Além desses recursos, ainda compõe o Fundeb, a título de complementação, uma parcela de recursos federais, sempre que, no âmbito de cada Estado, seu valor por aluno não alcançar o mínimo definido nacionalmente. Independentemente da origem, todo o recurso gerado é redistribuído para aplicação exclusiva na educação básica.

CLIQUE AQUI (Banco do Brasil) ou  AQUI (Tesouro Nacional) para acessar os valores repassados. 

No endereço do Banco do Brasil a movimentação  é conforme o repasse, quase diariamente, embora os maiores montantes ocorram a cada decêndio. 

Já no Tesouro Nacional são apresentados dados consolidados, mensal e anual, que é muito importante para fazer comparações.

A quem se destina?

São destinatários dos recursos do Fundeb os estados, Distrito Federal e municípios que oferecem atendimento na educação básica. Na distribuição desses recursos, são consideradas as matrículas nas escolas públicas e conveniadas, apuradas no último censo escolar realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep/MEC).
 Os alunos considerados, portanto, são aqueles atendidos:
  • nas etapas de educação infantil (creche e pré-escola), ensino fundamental (de oito ou de nove anos) e ensino médio;
  • nas modalidades de ensino regular, educação especial, educação de jovens e adultos e ensino profissional integrado;
  • nas escolas localizadas nas zonas urbana e rural;
  • nos turnos com regime de atendimento em tempo integral ou parcial (matutino e/ou vespertino ou noturno).

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