quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Conselheiros escolares farão curso sobre gestão democrática


Nos dias 1º de setembro e 1º de outubro próximos, 10 mil integrantes de conselhos escolares das redes públicas de educação básica de 17 estados e do Distrito Federal começam a participar de curso de formação previsto no Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares. Cada conselho é constituído pelo diretor da escola e representações de professores, estudantes, pais, funcionários e comunidade. A formação aborda a gestão democrática da escola, funções e responsabilidades dos conselheiros.
O curso, de 40 horas, tem 28 horas em ambiente virtual de aprendizagem e outras 12 divididas em três encontros presenciais, no município-sede das escolas participantes. Ao todo, são dois meses de estudos. Hoje, segundo dados da Secretaria de Educação Básica (SEB) do Ministério da Educação, 23,8 mil conselheiros estão em formação ou já concluíram o curso em 18 das 27 unidades federativas.
De acordo com José Roberto Júnior, coordenador da atividade na SEB, o programa desenvolve duas ações. Na primeira, a formação de técnicos das secretarias estaduais e municipais de Educação é feita a distância, por uma universidade federal. O profissional é preparado para exercer atividades de tutor e articulador no processo de formação de conselheiros. A segunda ação é a qualificação dos conselheiros das escolas públicas. Realizado pelos parceiros do programa, sob a coordenação da SEB, o curso combina estudos em ambientes virtual e presencial.
Nos dois casos, é usado material de apoio desenvolvido pelo Ministério da Educação especialmente para essa finalidade. Este ano, segundo Roberto Júnior, 12 instituições de educação superior são parceiras do programa.
Para compreender a dimensão político-pedagógica do conselho escolar e o exercício das funções deliberativa, consultiva e fiscal, os integrantes do conselho precisam de formação, preparo e conhecimento das particularidades da administração escolar. É a isso que o curso se propõe, de acordo com Roberto Júnior.
Coordenações — As 18 coordenações estaduais do programa estão presentes nas cinco regiões do país. A coordenação estadual é responsável pela seleção dos tutores e coordenadores municipais, pelo planejamento da distribuição de vagas e pelos critérios de seleção dos cursistas. Cada coordenação trabalha em conjunto com uma universidade pública.
Na região Norte, já criaram coordenações os estados do Acre e de Tocantins. No Nordeste, Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. No Sudeste, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. No Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. No Centro-Oeste, o Distrito Federal;
O desafio dos parceiros do programa até o final de 2015 é constituir as coordenações em mais nove estados de três regiões e ampliar a oferta de cursos. No Norte, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Roraima. No Nordeste, o Maranhão. No Centro-Oeste, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás.
Universidades — O  Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares conta com a parceria das universidades federais do Rio Grande do Norte (UFRN), do Ceará (UFC), de São Carlos (UFSCar), de Santa Catarina (UFSC), Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), do Espírito Santo (UFES), de Uberlândia (UFU), da Bahia (UFBA), do Piauí (UFPI), de Pernambuco (UFPE), Fluminense (UFF) e da Universidade de Brasília (UnB).
A parceria abrange também organismos nacionais e internacionais, como o Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed), a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), a Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).
A constituição e o funcionamento dos conselhos escolares estão previstos na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) [Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996], agora reafirmados no novo Plano Nacional de Educação (PNE) [Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014].
Ionice Lorenzoni
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=20710

Undime realiza pesquisa sobre a data de ingresso na educação básica


Para apurar como as redes têm se portado diante da determinação a respeito da data de ingresso na pré-escola e no ensino fundamental, a Undime desenvolveu uma pesquisa. Nela, constam perguntas específicas voltadas à questão do chamado “corte etário”. Por meio das respostas dos municípios, a Undime poderá avaliar o que pode ser aprimorado em termos de políticas públicas, programas, conteúdo, informação e formação.
A pesquisa é online e está disponível no portal da Undime. Como as perguntas são objetivas, o preenchimento da pesquisa é bem rápido. Clique aqui para acessar a pesquisa.
Nos resultados da pesquisa, as respostas individuais dos municípios serão mantidas em sigilo, como de costume nas demais pesquisas realizadas pela Undime.
Entenda! Segundo a Resolução nº 6 de outubro de 2010 da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação (CEB/CNE), para uma criança se matricular na pré-escola, ela deve completar 4 anos até 31 de março. Para ingressar no ensino fundamental, o aluno deve fazer 6 anos até a mesma data.
A participação de todos os municípios é muito importante!
Clique aqui para acessar a pesquisa.
Autor: Undime

UFMT: SemiEdu 2014



Estão abertas as inscrições para o Seminário de Educação (SemiEdu) 2014, que acontecerá entre os dias 23 e 26 de novembro na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), campus de Cuiabá. Para submissões de trabalhos, o prazo é até 22 de setembro. Os participantes sem submissão podem realizar as inscrições até o primeiro dia do evento. Para acessar os valores clique aqui

O SemiEdu 2014 elegeu como tema “Educação e seus modos de ler-escrever em meio à vida”, 


Para conferir a programação completa clique aqui.


Para mais informações acesse a página do evento ou a do Facebook .

Google seleciona educadores para evento de tecnologia

Durante 2 dias, os professores aprenderão sobre estratégias educacionais inovadoras e aplicações de ferramentas educacionais da empresa

Se você é educador e tem interesse em usar tecnologia na escola, estão abertas as inscrições para participar do Google Teacher Academy. Após experiências em diversos países, o evento irá acontecer pela primeira vez no Brasil, no escritório do Google em São Paulo (SP). Nos dias 9 e 10 de outubro, será promovido um intensivo de desenvolvimento profissional para os 50 selecionados para as atividades.
O evento é direcionado para professores do ensino fundamental e médio de todo o mundo, porém, os brasileiros terão prioridade na seleção para o encontro. Durante o encontro, os participantes terão experiências práticas com ferramentas do Google e irão aprender sobre estratégias educacionais para melhorar o processo de ensino e aprendizagem utilizando recursos como o Google Apps for Education e Google Earth.
crédito: venimo / Fotolia.com







As inscrições estão abertas até o dia 29 de agosto. Para participar, os educadores devem preencher um formulário on-line e incluir a url de um vídeo com duração de um minuto sobre a pergunta: “Como você inova na sala de aula ou na comunidade educacional usando tecnologias do Google para gerar uma mudança positiva?” O professor não precisa necessariamente estar no vídeo, mas deve pensar em uma forma criativa de demostrar sua desenvoltura, comprometimento, personalidade e interesses. É importante que a gravação seja inédita. Não serão aceitos vídeos feitos para outros projetos.
Serão selecionados aproximadamente 50 educadores para comparecer a cada Google Teacher Academy. Eles serão escolhidos com base na sua experiência profissional, paixão pela educação e sucesso no uso de tecnologia no ambiente escolar. Podem se candidatar professores, especialistas de currículos, especialistas em tecnologia, bibliotecários, administradores, instrutores e outros profissionais que atuam na área. O resultado da seleção será divulgado no dia 5 de setembro.
Após comparecer ao evento, os educadores participantes se tornarão professores certificados pelo Google, nomeados como entusiastas pelo uso de tecnologias e abordagens inovadoras de ensino a aprendizado. Entre outras vantagens, eles terão acesso a uma comunidade on-line privada e poderão participar de projetos em conjunto com o Google.
http://porvir.org/porfazer/google-seleciona-educadores-para-evento-de-tecnologia/20140825

Piso salarial de professores da educação básica para 2020: R$ 2.886,24

Dyelle Menezes, do Portal MEC O piso salarial dos profissionais da rede pública da educação básica em início de carreira foi reajustado...