segunda-feira, 21 de outubro de 2013

'O Enem deveria avaliar o ensino médio do País, mas se tornou um vestibular'

Por iG São Paulo - Ocimara Balmant 

Para Luiz de Freitas, especialista em avaliação da Unicamp, exame também causa um estreitamento no currículo

Há 15 anos, nascia o Exame Nacional do Ensino Médio, o Enem, com um objetivo específico: avaliar o aluno do ensino médio brasileiro. A partir dos resultados encontrados, a proposta era que fossem desenhados novos parâmetros de aprendizado e introduzidas novas políticas públicas com vistas a fazer da escola um local que causasse mais interesse no adolescente.
O tempo passou, e vieram à tona duas situações antagônicas. Por um lado, o exame cresceu, ganhou notoriedade e coloca-se cada vez mais como um vestibular nacional. Neste ano, por exemplo, todas as 59 universidades federais usarão o Enem em seu processo seletivo.



Divulgação
Professor da Unicamp diz que Enem se descaracterizou no decorrer dos anos

Por outro lado, no entanto, não se vê melhoria no ensino médio. O índice de evasão continua acima de 10% (porcentual três vezes maior do que o observado no ensino fundamental) e o rendimento dos alunos nas avaliações nacionais segue fraco. Os resultados do último Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) mostrou que a qualidade do médio havia piorado no Distrito Federal e em mais oito Estados.
Será que o Enem tem falhado em seu objetivo ou mudou de foco? O iG fez esta e outras quatro questões sobre o exame para o professor da Faculdade de Educação da Unicamp, Luiz Carlos de Freitas.

iG: O Enem cresce em abrangência, mas os problemas do ensino médio persistem. Como o senhor vê essa aparente incoerência? Luiz Carlos de Freitas: A questão é que avaliar é diferente de selecionar. Esta confusão é prejudicial para um Exame que se propõe avaliar o ensino médio. Os exames têm de ser usados para aquilo que foram concebidos. O Enem é um exame de larga escala e deveria ser uma fonte de informações para que se avaliassem as políticas públicas do ensino médio no Brasil, mas se tornou um instrumento de seleção.
Continue lendo a entrevista:
http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2013-10-20/o-enem-deveria-avaliar-o-ensino-medio-do-pais-mas-se-tornou-um-vestibular.html

Ciências Humanas focam nos mestrados profissionais em rede nacional para qualificar professores

Tendo como inspiração o Programa de Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (Profmat) – primeiro curso de formação continuada stricto sensu no formato semipresencial aprovado pela Capes em 2010 – as áreas que compõem a grande área Ciências Humanas estão engajadas na criação de cursos semelhantes, que atendam ao objetivo de qualificar os professores das redes públicas de ensino fundamental e médio em todo o Brasil.
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Carlos Fico da Silva Junior, coordenador da área de História (Foto: Felipe Lima - CCS/Capes)
ProfHistória

Para Carlos Fico da Silva Junior, coordenador da área de História, que recentemente teve aprovada a proposta de criação de curso de mestrado profissional em rede nacional, falou sobre a importância da recomendação. "Nós já tínhamos há muitos anos essa vontade de, a partir do sistema de pós-graduação, de algum modo, atuar também na qualificação dos nossos alunos que saem da graduação e vão lecionar na educação básica. Montamos esse projeto com o apoio de diversas universidades do Brasil inteiro. Ele vai ser implementado brevemente e a gente está muito esperançoso de que isso interfira positivamente na formação continuada dos professores de história", ressalta.

O professor Fico disse ainda que a maioria dos alunos dos cursos de graduação em história vão trabalhar justamente na área de ensino e, até recentemente, não tinham oportunidade de uma formação continuada e o ProfHistória vai atuar exatamente nesse sentido.
ProfGeo
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João Lima Santanna Neto, coordenador da área de Geografia (Foto: Guilherme Feijó - CCS/Capes)









Já o professor João Lima Santanna Neto, coordenador da área de Geografia, conta que nesse triênio houve longa discussão a respeito dos mestrados profissionais e também do mestrado em rede, o chamado ProfGeo. "Estamos iniciando as conversas com vários profissionais de ensino de geografia nas universidades e logo que a gente voltar às atividades no ano que vem, a partir de fevereiro, nós já vamos começar a organizar esse cronograma, fazendo uma primeira reunião em Brasília, para criar esse primeiro programa de mestrado profissional em rede", conta. Neto reconhece que a maior parte dos profissionais formados na graduação vai para o magistério e que, desta forma, o ProfGeo virá no sentido de ajudar na melhoria da formação profissional dos professores de ensino básico do país.
Leia mais sobre ProFilo e Educação:

http://www.capes.gov.br/36-noticias/6594-ciencias-humanas-focam-nos-mestrados-profissionais-em-rede-nacional-para-qualificar-professores

Audiência debate dificuldades de alunos com dislexia e deficit de atenção

A Comissão de Educação discute as dificuldades de aprendizado das pessoas com dislexia e Transtorno do Deficit de Atenção e Hiperatividade.

Deputada Mara, autora do debate
O debate foi proposto pela deputada Mara Gabrilli (PSDB-SP), que foi relatora do Projeto de Lei 7081/10, que obriga o Poder Público a manter programa de acompanhamento integral para aqueles estudantes. O texto já foi aprovado pela Comissão de Educação e agora aguarda votação na Comissão de Finanças e Tributação.
A parlamentar quer manter o debate sobre o assunto “pois estratégias de identificação precoce, prevenção e intervenção têm sido desenhadas a partir desse conhecimento”.

Mara Gabrilli reconhece que as dificuldades escolares são diversas e multifatoriais, mas lembra que o avanço no conhecimento dos transtornos tem melhorado a compreensão geral, orientando estratégias mais específicas e eficazes de intervenção.

Foram convidados para discutir o assunto:
- o professor neuropediatra da Faculdade de Medicina do ABC Rubens Wajsztejn; e
- a pedagoga do grupo de pais de São Paulo do Instituto ABCD Cintia Helena Alves Piro.
A audiência será realizada no Plenário 10, a partir das 14h30.

Íntegra da proposta:



Da Redação - ND






http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/EDUCACAO-E-CULTURA/454983-AUDIENCIA-DEBATE-DIFICULDADES-DE-ALUNOS-COM-DISLEXIA-E-DEFICIT-DE-ATENCAO.html

Alfabetização: Ouvir os alunos permite criar ambiente que favorece ensino


A professora Flaviana, que participa do curso de formação do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa, dá autonomia aos alunos: “Na sala, eles sugerem, perguntam, questionam e mostram muito interesse” (foto: João Neto/MEC)“O que vamos fazer hoje?” Assim a professora Flaviana Lopes Moreira começa a aula com as crianças de 6 e 7 anos de idade que fazem o primeiro ano do ensino fundamental na Escola Municipal Madalena Mendes Nessralla, em Formosa, Goiás. A resposta das crianças é buscar os jogos com figuras, letras e números que estão no armário da sala. Mas a correria maior é na hora de sentar no Cantinho da Leitura, na parte da frente da sala de aula, junto à mesa da professora.

Com essa forma de ouvir os estudantes, Flaviana criou e construiu com eles um ambiente de comunicação na sala e de cuidado com o material escolar. O cantinho é um lugar colorido, no qual as 29 crianças sentam com os livros e os objetos de brincadeiras e estudos. Para traduzir o que essa motivação representa, a professora mostra um fantoche e desenhos criados por eles para contar histórias que leram. “Na sala, eles têm autonomia, sugerem, perguntam, questionam. Eles têm muito interesse”, diz.

Na avaliação da educadora, que é pedagoga e trabalha há três anos com alfabetização no primeiro ano do ensino fundamental, a turma tem bom desempenho. No grupo, três crianças leem para si e para os colegas. Outras 15 usam os jogos para identificar sons, cores e letras. Uma criança tem pouca interação com a turma e as demais estão em diversos estágios de aprendizado.

Formação — Flaviana Moreira diz que o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa chegou para dar o norte aos educadores, para evitar exageros no desenvolvimento de algumas habilidades e falhas em outras. Ela destaca que o curso de formação mostra aos professores o que deve ser ensinado em cada fase da alfabetização e como preparar os alunos para a etapa seguinte. “Sabemos que a alfabetização é um começo”, salienta.

No convívio com os colegas de curso, Flaviana observa e troca experiências, testa e aprende como aplicar jogos em sala de aula, como conduzir atividades de leitura e interpretação de texto. “A orientadora nos faz refletir sobre a prática pedagógica, e isso é muito rico na alfabetização”. Em Formosa, a formação para os professores das turmas do primeiro ano ocorre a cada 15 dias, no turno da noite, sob a supervisão de professores da Universidade Federal de Goiás (UFG), parceira do Ministério da Educação no pacto.

Desafios — Com pouco apoio de alguns pais, a professora Alyne George de Souza, que leciona em turma do terceiro ano do ensino fundamental da mesma escola, relata os desafios na alfabetização de 34 crianças. Ela explica que um grupo de oito estudantes não faz as tarefas em casa por falta de apoio da família e não consegue acompanhar as atividades na aula. “Pais muito ausentes dificultam o desempenho escolar dos filhos”, avalia. Com experiência de cinco anos na alfabetização de crianças, Alyne sugere que a única possibilidade de conseguir melhorar a leitura dessas oito crianças, ainda neste semestre, é com reforço escolar, acompanhamento diário, apoio individual. Ela lembra que em 2012 fez um trabalho de reforço com estudantes de outra turma e obteve bons resultados.

Os 34 estudantes têm na sala de aula todo o material enviado para as turmas da alfabetização na idade certa — livros didáticos e paradidáticos, dicionários e jogos — e o Cantinho da Leitura, com títulos para o terceiro ano. As obras foram enviadas pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

Sobre o curso de formação, Alyne diz que a troca de experiências com colegas é rica e que ajuda na prática em sala de aula. A turma de professores do terceiro ano faz a formação no turno da noite, das 19 às 23 horas, a cada 15 dias. Alyne fez licenciatura curta em ciência e, depois, o curso normal superior e o de pedagogia.

O Cantinho da Leitura é um dos pontos favoritos das crianças de 6 e 7 anos que cursam o primeiro ano na escola de Formosa (foto: João Neto/MEC) Ideb — A Escola Municipal Madalena Mendes Nessralla aparece com índice de desenvolvimento da educação básica (Ideb) acima da média nacional. Em 2009, alcançou 4,7 pontos nos anos iniciais do ensino fundamental (média nacional de 4,4). Em 2011, chegou a 5,3 pontos (média nacional de 4,7).

Ionice Lorenzoni

Leia também:

http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=19175

Governo de SP antecipa "férias" de meio do ano para coincidir com Copa


FÁBIO TAKAHASHI DE SÃO PAULO
A Secretaria Estadual da Educação decidiu antecipar as férias de meio de ano de suas escolas em 2014, para que coincidam com o período da Copa do Mundo.
Tradicionalmente marcado para o início do mês de julho, o período de recesso começará em 12 de junho e terminará em 11 de julho.
Cerca de 4,3 milhões de estudantes de São Paulo estão na rede rede estadual.
De acordo com a Secretaria da Educação, a ideia é que a presença dos alunos às aulas não sofra interferência dos jogos.
A medida também pode ajudar na mobilidade na capital paulista, onde estão previstas seis partidas.
O calendário deverá balizar as redes municipais e particular do Estado.
Lei federal chegou a exigir que todas as escolas marcassem as férias de meio de ano para o período da Copa, mas o Ministério da Educação publicou regra que deixa a decisão a cargo dos colégios.
A Secretaria Estadual da Educação definiu ainda que o início das aulas será em 27 de janeiro -tradicionalmente é em 1º de fevereiro.

Alunos das escolas municipais (Dr. Fábio e Octayde Jorge) conquistam títulos no campeonato nacional de Karatê. Parabéns!!!!

Alunos de escolas municipais conquistam títulos no campeonato nacional de Karatê
Foto: Jorge Pinho (SME)

Alunos de duas escolas da rede municipal de Cuiabá fizeram bonito no XIX Campeonato Nacional de Karatê Shotokan, realizado neste final de semana na cidade de Porto Alegre (RS). A participação deles no campeonato resultou em cinco medalhas para Mato Grosso, sendo uma de ouro, três de prata e uma de bronze.
A melhor colocação foi da aluna Mykaelle Martins da Silva, 9 anos, da escola Doutor Fábio Firmino Leite. Ela ficou em primeiro lugar na categoria Kumite individual feminino 9 e 10 anos. A medalha de prata nesta categoria ficou com a aluna Crislayne Mendes da Silva, 10 anos, também da escola Doutor Fábio.
A escola Octayde Jorge da Silva, do bairro Tancredo Neves, conquistou três medalhas no campeonato. Duas delas de prata e uma de bronze.
Os alunos Eduardo Gabriel Ferreira, 12 anos, e Thais Gonçalves, 14 anos, ficaram com o segundo lugar na categoria Kumite individual masculino 11 e 12 anos e feminino 13 e 14 anos, respectivamente. Os dois alunos também conquistaram o segundo lugar no campeonato do ano passado, que foi realizado em Cuiabá.
O terceiro lugar da categoria Kumite individual 9 e 10 anos ficou com a aluna Talita Arruda, de 9 anos.
Ao todo participaram do campeonato nacional oito alunos da rede municipal. Eles competiram com atletas dos estados do Rio Grande do Sul, Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santo, Maranhão e Rio Grande do Norte.
Todos os alunos cuiabanos foram recebidos com festa em suas respectivas escolas. Na Octayde Jorge, eles foram homenageados em uma cerimônia de agradecimento e entrega simbólica de medalhas, que contou com a participação de todos os alunos.
“Nossos pequenos atletas estão de parabéns. A conquista deles é uma prova de que o Programa Mais Educação está dando certo, trazendo muitas alegrias para nós”, disse o diretor Bernardino Leôncio de Arruda, da escola Octayde Jorge.
A professora de artes marciais da escola Octayde Jorge, sensei Adenair de Moraes Santos, também competiu no campeonato e conquistou a medalha de ouro na categoria 46 a 51 anos. A sensei já é tricampeã nesse campeonato.
“O que mais me emocionou foi estar em um estado totalmente diferente do nosso e ver nossos alunos competindo de igual para igual com outros atletas, inclusive de escolas particulares. Tudo isso que vivemos foi uma experiência maravilhosa e com certeza eles não vão esquecer”, disse Adenair de Moraes, lembrando que costuma trabalhar com as crianças o emocional também.
“Eu costumo dizer para eles que não tem problema de perder, pois a gente cai, mas levanta e continua, sem desistir nunca e é assim que eles têm feito”, continuou.
Segundo o presidente da Federação Matogrossense de Kaatê ShotoKan, João Félix dos Santos Filho, a prática do Karatê contribui para a melhoria da saúde do atleta, ajuda no desenvolvimento psicológico, dá maior resistência e, principalmente, melhora o comportamento em sala de aula e na própria casa com os familiares. “O karatê ensinado com disciplina ajuda na formação do caráter da pessoa”.
João Félix destaca que se os alunos tiverem força de vontade, determinação e disciplina podem se tornar grandes atletas. “Depende muito mais deles do que qualquer outra coisa”.
A aluna Tais Gonçalves diz que quer se firmar no esporte, tornando-se uma grande atleta. Para isso se espelha na professora Adenair. “Meu objetivo é chegar ao nível de faixa-preta, representar meu Estado lá fora, quem sabe até em uma olimpíada e conquistar muitos títulos”.
A admiração pela professora de Karatê é quase unanimidade entre os alunos. Eduardo Gabriel também se espelha nela e sonha em ter uma carreira vitoriosa pela frente.
“O Karatê foi uma grande oportunidade na minha vida, antes dele eu só vivia na rua, correndo risco de me envolver com coisa que não presta”, disse o aluno, acrescentando que a mãe é sua maior incentivadora em casa.
Na escola os alunos contam com a ajuda de uma “amiga da escola”, como é carinhosamente conhecida dona Maria Lúcia dos Santos. É ela que prepara o lanche para eles quando vão participar de algum evento fora da escola. Além disso, ela lava o uniforme do karatê deles e, se precisar, até costura.
“Faço isso porque gosto, tenho um carinho muito grande por eles”, diz dona Maria emocionada com a conquista dos pequenos atletas.
Conforme destaca a professora Maralúcia Rodrigues Ferreira, articuladora do Mais Educação na escola Doutor Fábio, a maioria dos alunos que participam do Programa são crianças carentes financeiramente e jamais teriam condições de pagar para praticar um esporte como esse.
“Esse programa é muito bem visto e quisto pela comunidade. Os pais são trabalhadores e confiam em deixar seus filhos na escola, que acaba sendo referência para eles”. 
Fonte:  Rosane Brandão
http://www.cuiaba.mt.gov.br/noticias?id=7680

Qualificação profissional só chega a 5% dos beneficiários do Bolsa Família

Em 13 de setembro, a presidente Dilma Rousseff (centro) participou da cerimônia de formatura de 2.530 alunos do Pronatec na cidade de Uberlândia (MG)
  • Roberto Stuckert Filho/Agência Planalto
    Em 13 de setembro, a presidente Dilma Rousseff (centro) participou da cerimônia de formatura de 2.530 alunos do Pronatec na cidade de Uberlândia (MG)

Maior programa de transferência de renda do mundo, o Bolsa Família completa 10 anos neste domingo (20) atendendo a 13,8 milhões de famílias, mas ainda longe de conseguir qualificar todos os beneficiários para ajudá-los a sair da linha da pobreza.
Dados do MDS (Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome) apontam que, este ano, existem 517 mil beneficiários que estão matriculados e sendo qualificados pelo Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego) --programa especial para pessoas inclusas em vulnerabilidade social.
Em 2012, foram 266 mil matriculados. Somando todos os inscritos nos dois anos de programa, apenas 5,6% das famílias beneficiárias têm ou tiveram pelo menos um integrante matriculado. Ao todo, 66% das inscritas são mulheres.
Além disso, as capacitações não chegam a todas as cidades brasileiras. Dos 5.568 municípios brasileiros, só metade (2.363) têm matriculados este ano. Para atender a demanda de cursos, já foram investidos R$ 1,5 bilhão.
Continue lendo:
http://educacao.uol.com.br/noticias/2013/10/20/qualificacao-profissional-so-chega-a-5-dos-beneficiarios-do-bolsa-familia.htm

Piso salarial de professores da educação básica para 2020: R$ 2.886,24

Dyelle Menezes, do Portal MEC O piso salarial dos profissionais da rede pública da educação básica em início de carreira foi reajustado...