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sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

Piso salarial de professores da educação básica para 2020: R$ 2.886,24

Dyelle Menezes, do Portal MEC
O piso salarial dos profissionais da rede pública da educação básica em início de carreira foi reajustado em 12,84% para 2020, passando de R$ 2.557,74 para R$ 2.886,24. 
O reajuste foi anunciado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, e pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub, em transmissão ao vivo pela internet, na noite desta quinta-feira, 16 de janeiro.
O acréscimo está previsto na chamada Lei do Piso (Lei 11.738), de 2008. O texto estabeleceu que o piso salarial dos professores do magistério é atualizado, anualmente, no mês de janeiro. A regra está em vigor desde 2009, ano em que o valor de R$ 950,00 foi o ponto de partida para o reajuste anual.
Cálculo - O Ministério da Educação (MEC) utiliza o crescimento do valor anual mínimo por aluno como base para o reajuste do piso dos professores. Dessa forma, é utilizada a variação observada nos dois exercícios imediatamente anteriores à data em que a atualização deve ocorrer.
O valor mínimo por aluno é estipulado com base em estimativas anuais das receitas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Para 2019, o valor chegou a R$ 3.440,29, contra R$ 3.048,73 em 2018.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

MT: Governo divulga calendário de pagamento parcelado dos servidores do Estado

O Governo do Estado definiu, na noite desta segunda-feira (04.02), as datas dos pagamentos dos salários dos servidores estaduais.
Ao contrário do que ocorreu com o pagamento de dezembro, quando os salários foram pagos de acordo com o valor da remuneração dos servidores, os salários de janeiro contemplarão todos os servidores, por faixa de valor, já na primeira data de pagamento.
O primeiro pagamento ocorrerá na próxima segunda-feira (11), quando o Governo depositará até R$ 5 mil para todos os servidores ativos, aposentados e pensionistas, no valor total de R$ 330.005.909,94.
Com esse procedimento, 65% dos servidores receberão seus salários integralmente.
Para os servidores ativos, aposentados e pensionistas que recebem acima de R$ 5 mil, haverá outras duas parcelas.
Uma no dia 14 de fevereiro, quando será pago mais R$ 1.800,00 a todos eles, no total de R$ 59.268.056,00, quitando ao todo 75% dos servidores.
A quitação da última parcela ocorrerá no dia 25 e servirá para pagar o restante dos valores aos servidores que recebem acima de R$ 6.800,00, no total de R$ 59.268.056, 00, liquidando toda a folha de janeiro de 2019.
Já no dia 28, será paga a segunda das quatro parcelas do 13º salário remanescentes de 2018, para quem nasceu nos meses de novembro, dezembro e os servidores comissionados não efetivos.

http://www.mt.gov.br/-/

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

MEC anuncia piso salarial dos professores com aumento de 6,81%, índice acima da inflação

  • Escrito por  Assessoria de Comunicação Social do MEC
O ministro da Educação, Mendonça Filho, assinou nesta quinta-feira, 28, portaria com aumento de 6,81% para o piso salarial dos professores para 2018. O índice, anunciado pelo Ministério da Educação, é 4,01% acima da inflação prevista para este ano, que é de 2,8%, de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA), divulgado na última semana pelo Banco Central (BC). Com isso, o piso nacional do magistério tem um ganho real de 3,90% e um salário de R$ 2.455,35, para jornada de 40 horas semanais.
“Esse é o segundo ano consecutivo que o piso é reajustado com valor real acima da inflação. O que é muito bom para os professores”, afirmou Mendonça Filho. Nos últimos dois anos, os professores tiveram um ganho real de 5,22%, o que corresponde a R$ 124,96.
O reajuste anunciado segue os termos do art. 5º da Lei nº 11.738, de 16 de julho de 2008, que estabelece a atualização anual do piso nacional do magistério, sempre a partir de janeiro. “Isso é importante, pois estamos cumprindo a lei que determina esse reajuste”, finalizou Mendonça Filho.
Na última semana, o MEC realizou uma reunião com os membros do Fórum Permanente de Acompanhamento da Atualização Progressiva do Valor do Piso Salarial para Profissionais do Magistério Público da Educação Básica. Na ocasião, foi aberto diálogo com representantes da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) – que representam os estados – e pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).
Critério – O critério adotado para o reajuste, desde 2009, tem como referência o índice de crescimento do valor mínimo por aluno ao ano do Fundeb, que toma como base o último valor mínimo nacional por aluno (vigente no exercício que finda) em relação ao penúltimo exercício. No caso do reajuste deste ano, é considerado o crescimento do valor mínimo do Fundeb de 2016 em relação a 2015.
Clique aqui e acesse a portaria.


quinta-feira, 22 de junho de 2017

Inep abre debate sobre remuneração média de professor da educação básica

Resultado de imagem para remuneração professores cifrão
Estudo inédito apresentado nesta quarta-feira, 21, servirá de base para debate nacional com as redes de ensino sobre a remuneração média dos professores em exercício na educação básica. O levantamento, resultado de uma nova metodologia do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), traz informações importantes que poderão contribuir, por exemplo, para a formulação do Custo Aluno-Qualidade Inicial (Caqi) e com um novo debate acerca da carreira dos professores.
O estudo foi feito a partir de um pareamento das bases de dados do Censo Escolar com a Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho e da Previdência Social, e foi apresentado no “Seminário 10 Anos de Metodologia de Coleta de Dados Individualizada dos Censos Educacionais”, que celebra uma década do acompanhamento longitudinal de estudantes e professores. Foi essa metodologia que permitiu o cruzamento das bases. O cruzamento levou a uma população de 2.080.619 professores, o que corresponde a 93,3% dos docentes da educação básica. A robustez dos dados fortalece o monitoramento e amplia os subsídios para condução das políticas educacionais dos diferentes níveis de governo.
Principais resultados – Para chegar à remuneração média a jornada de trabalho foi padronizada. Dessa forma, o levantamento, referente a 2014, revela que a maior remuneração é dos professores da rede federal de ensino, que atuam, prioritariamente, no Ensino Médio. A rede municipal, 45 vezes maior que a federal, paga menos da metade. E a rede privada tem os salários mais baixos. Os dados revelam, ainda, disparidades regionais e inter-regionais na remuneração de professores. Apesar das redes se ensino serem distintas, há casos de estados em que os professores fazem 20 horas semanais e, mesmo assim, têm remuneração maior que professores com carga de 40 horas semanais, apesar de o MEC determinar um piso nacional.
REMUNERAÇÃO MÉDIA PONDERADA POR CARGA HORÁRIA
PADRONIZADA PARA 40H SEMANAIS – BRASIL – 2014
Rede de ensino
Número de docentes
Média padronizada
40 horas semanais
Média de horas
semanais do contrato
Federal
23.921
R$ 7.767,94
39,3
Estadual
717.144
R$ 3.476,42
31,1
Municipal
1.065.630
R$ 3.116,35
30,6
Público
1.806.695
R$ 3.335,06
30,9
Privada
377.700
R$ 2.599,33
30,2
            Fonte: INEP
Metodologia – Os dados de remuneração de docentes só foram possíveis pela combinação de duas bases de dados. De um lado, o Censo Escolar, de âmbito nacional, realizado anualmente pelo Inep com a participação de todas as escolas públicas e privadas do país. O levantamento abrange diferentes etapas e modalidades: ensino regular (educação infantil e ensinos fundamental e médio), educação profissional, educação especial e educação de jovens e adultos (EJA). São coletados dados sobre: estabelecimentos de ensino, inclusive dependência administrativa; alunos e matrículas; movimento e rendimento escolar dos estudantes docentes e vínculos dos docentes com as escolas. Desde 2007, o Censo Escolar faz uma coleta de dados individualizados que permitem um acompanhamento do estudante e do docente.
Do outro lado está a base de dados da Rais, do Ministério do Trabalho e Previdência Social, que determina, como obrigatória, a declaração de todas as pessoas jurídicas de direito privado; órgãos da administração direta e indireta dos governos federal, estadual ou municipal; inscritos no CNPJ com ou sem empregados; todos os empregadores, conforme definidos na CLT; empresas individuais; cartórios extrajudiciais e consórcios de empresas; autônomos e profissionais liberais que mantiveram empregados; condomínios e sociedades civis; empregadores rurais, pessoas físicas que mantiveram empregados; filiais, agências, sucursais, representações vinculadas à pessoa jurídica domiciliada no exterior.
Remuneração-média – A partir do cruzamento, a metodologia considerou a média das remunerações mensais informadas na Rais por esfera administrativa (empregador), referentes ao ano-base 2014 e devidas em cada mês trabalhado, pagas ou não, computados os valores considerados rendimentos do trabalho. Compõem a remuneração mensal informada na Rais: salários, ordenados, vencimentos, soldos, soldadas, honorários, vantagens, adicionais extraordinários, suplementações, representações, bonificações, gorjetas, gratificações, participações, produtividade, porcentagens, comissões e corretagens. O 13º não é incluído no cálculo.
Seminário – O “Seminário 10 Anos da Metodologia de Coleta de Dados Individualizados dos Censos Educacionais” faz parte das comemorações dos 80 anos de fundação do Inep e está sendo realizado em 20 e 21 de junho, na Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC), em Brasília (DF).  A programação envolve debates sobre os ganhos informacionais com a mudança da metodologia de coleta de dados, a potencialidade de uso das bases de dados estatísticas e os desafios futuros. O seminário reúne parceiros do Censo Escolar e do Censo da Educação Superior, Secretarias Estaduais de Ensino e Pesquisadores Institucionais, institutos de pesquisa, organizações da sociedade civil, instituições governamentais, associações científicas, além de técnicos e pesquisadores interessados na produção, disseminação e utilização das informações produzidas pelos Censos Educacionais.
Clique aqui para acessar a apresentação
Clique aqui para acessar os dados de remuneração média organizados por Brasil, Unidades da Federação e Municípios
portal.inep

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Por que não valorizamos nossos professores?



Priscila Cruz

O Ministério da Educação (MEC) anunciou na última semana o reajuste do piso salarial dos professores, como acontece desde que a legislação foi aprovada, em 2008, sendo o primeiro piso definido no início de 2009.

Em 2017, com o reajuste de 7,64%, os professores brasileiros com jornadas de 40 horas semanais devem ganhar, no mínimo, R$ 2.298,80. Não tem conversa: está na lei, todos os governos devem segui-la.
No entanto, como acontece recorrentemente no nosso país, infelizmente isso não vem ocorrendo. O próprio MEC reconhece: em 2016, somente 44,9% das redes municipais afirmam ter pagado o valor mínimo aos seus professores. Entre as unidades da federação, dezoito declararam cumprir a lei.
Um cenário muito preocupante, que mostra como vai ser difícil atingirmos a meta 17 do atual Plano Nacional de Educação (PNE): equiparar até 2020 o rendimento médio dos professores ao de profissionais com a mesma escolaridade. Ainda estamos muito longe disso: os docentes brasileiros ganham pouco mais que a metade do que ganham os demais profissionais.
Como se não bastassem os baixos salários, muitos professores enfrentam situações precárias nas escolas e, muitas vezes, episódios de violência. As notícias sobre esses casos são frequentes.
Quando observamos tudo isso, fica fácil entender por que praticamente nenhum jovem brasileiro quer ser professor. Em dezembro, dados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), realizado entre estudantes de 15 anos de 70 países, mostraram que estatisticamente nenhum deles deseja seguir carreira no magistério (leia mais aqui).
A valorização da carreira docente, incluindo mudanças na formação e melhoras nas condições de trabalho, é de responsabilidade do poder público. Todos nós sabemos disso. Mas e nós, pais de alunos? Valorizamos os professores dos nossos filhos? Nós, que também já fomos estudantes e tivemos professores?
Não se trata de dar presentes ou parabéns no Dia dos Professores, mas sim de entender a importância da profissão dessas pessoas para a vida dos nossos filhos – e, consequentemente, para o nosso país. São eles que estão com nossas crianças e nossos jovens por pelo menos metade dos dias da infância e da adolescência deles. São eles os responsáveis por apresentar conceitos, ideias e livros que vão mudar a vida deles.
Aprender a ler e a escrever não muda a nossa vida? É algo que está tão enraizado na nossa rotina, que nem percebemos mais. Mas, anos ou décadas atrás, um professor foi fundamental para que, hoje, você possa ler e entender este texto e até mesmo resolver as coisas simples do dia a dia.
É por isso que o Todos Pela Educação escolheu a melhora da formação e da carreira do professor como a primeira das 5 Bandeiras do movimento e também a sua valorização como a primeira de suas 5 Atitudes. Precisamos mobilizar toda a sociedade brasileira, do presidente da República a cada um de nós, para olhar para os nossos professores com mais atenção.
Valorize os professores dos seus filhos! Valorizando-os, você estará dando um recado para as suas crianças: que a educação e todos aqueles que colaboram com ela são fundamentais na nossa vida.

PRISCILA CRUZ

Priscila Cruz é fundadora e presidente-executiva do movimento Todos Pela Educação. Graduada em Administração (FGV) e Direito (USP), mestre em Administração Pública (Harvard Kennedy School), foi coordenadora do ano do voluntariado no Brasil e do Instituto Faça Parte, que ajudou a fundar.


https://educacao.uol.com.br/colunas/priscila-cruz/2017/01/18/por-que-nao-valorizamos-nossos-professores.htm

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Entenda como é calculado o piso dos professores da educação básica

Liria Jade - Repórter da Agência Brasil
O piso salarial dos professores em 2017 terá um reajuste de 7,64%. Com isso, o menor salário a ser pago a professores da educação básica da rede pública deve passar dos atuais R$ 2.135,64 para R$ 2.298,80.
O anúncio feito pelo Ministério da Educação é válido em todo o país. O ajuste deste ano é menor que o do ano passado, que foi de 11,36%. O valor representa um aumento real, acima da inflação de 2016, que fechou em 6,29%. O novo valor começa a valer a partir deste mês.
A expectativa é de que até 2020, sexto ano da vigência da lei do Plano Nacional de Educação (PNE), os salários dos professores da educação básica pública estejam equiparados aos salários de outros profissionais com escolaridade equivalente.
De acordo com dados do Anuário Brasileiro de Educação Básica de 2014, publicado pelo movimento Todos Pela Educação e pela Editora Moderna, um professor com graduação em nível superior no Brasil recebe, em média, 51,7% do salário de outro profissional com a mesma formação.
Mas como é calculado o valor do piso? O que fazer se municípios ou estados não pagarem o valor? Pensando nessas e em outras questões recorrentes sobre o tema, o Portal EBC preparou uma série de perguntas e respostas para ajudar você a entender o que é e como funciona o piso salarial nacional do magistério. Confira: VEJA A MATÉRIA COMPLETA

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

MEC anuncia piso salarial dos professores com reajuste de 7,64%, índice acima da inflação

O piso salarial dos professores terá aumento de 7,64% em 2017. O índice, anunciado pelo Ministério da Educação nesta quinta-feira, 12, representa incremento de 1,35% acima da inflação acumulada de 2016, que foi de 6,29%, de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA), divulgado na quarta-feira, 10, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O ministro da Educação, Mendonça Filho, anunciou também a nova composição do fórum permanente para acompanhamento da atualização progressiva do valor do piso salarial nacional para os profissionais do magistério público da educação básica. A Portaria nº 1/2017, da Secretaria de Articulação com os Sistemas de Ensino (Sase) do MEC, com a nova composição do fórum, foi publicada também nesta quinta-feira.
De acordo com o ministro, o reajuste anunciado segue os termos do art. 5º da Lei nº 11.738, de 16 de julho de 2008, que estabelece a atualização anual do piso nacional do magistério, sempre a partir de janeiro. “Para este ano, o piso nacional do magistério é de R$ 2.298,80”, disse Mendonça Filho. “O professor que tem carga horária mínima de 40 horas semanais e formação em nível médio (modalidade curso normal) não pode receber menos do que esse valor.”
O critério adotado para o reajuste, desde 2009, tem como referência o índice de crescimento do valor mínimo por aluno ao ano do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), que toma como base o último valor mínimo nacional por aluno (vigente no exercício que finda), em relação ao penúltimo exercício. No caso do reajuste deste ano, é considerado o crescimento do valor mínimo do Fundeb de 2016 em relação a 2015. 
Os estados e municípios que, por dificuldades financeiras, não possam arcar com o piso, devem contar com a complementação orçamentária da União, como determina a Lei 11.738/2008, no art. 4º.
Fórum — Designado pela Secretaria de Articulação com os Sistemas de Ensino (Sase) do MEC, o fórum permanente tem como objetivo acompanhar a atualização progressiva do valor do piso salarial nacional para os profissionais do magistério público da educação básica. O fórum será integrado por representantes da Secretaria de Articulação com os Sistemas de Ensino; do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep); do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), do Conselho Nacional de Secretários da Educação (Consed) e da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime).
Assessoria de Comunicação Social
Confira:


http://portal.mec.gov.br/component/content/article?id=43931

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Prefeitura de Cuiabá paga mais uma parcela da RGA nos salários de novembro

CAROL SANFORD
Os servidores efetivos, ativos e inativos, e comissionados da Prefeitura de Cuiabá receberão o reajuste de 2,83% nos salários de novembro. O reajuste é referente à última parcela da Revisão Geral Anual concedido pela administração municipal, cujo total chega 9,83%.
A primeira parcela, de 5 %, foi concedida em maio e a segunda, foi paga em setembro, no valor de 2%. Os servidores da Educação tiveram o reajuste pago em julho, data-base da categoria, e em novembro receberão 2,49%.
A folha de pagamento é de cerca de R$ 42 milhões, em valores líquidos. A prefeitura tem em torno de 17 mil funcionários. Com o reajuste, o impacto na folha líquida será de cerca de R$ 1,1 milhão.
“O reajuste equivale ao valor residual devido aos servidores públicos a título de revisão geral anual que lhes é assegurada pela Constituição Federal de 1988 e pela legislação municipal, sendo correspondente à inflação registrada no País no período de 1º maio de 2015 a 30 de abril de 2016, de acordo com o INPC/IBGE”, explicou o secretário de Gestão, Eroaldo de Oliveira.
http://www.cuiaba.mt.gov.br/gestao/prefeitura-de-cuiaba-paga-mais-uma-parcela-da-rga-nos-salarios-de-novembro/13719

domingo, 17 de janeiro de 2016

Piso salarial dos professores sobe 11,36% e passa a ser de R$ 2.135

Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil
 
Resultado de imagem para piso nacional do magistério 2016O piso salarial dos professores terá reajuste de 11,36%, anunciou  o ministro da Educação, Aloizio Mercadante. Com isso, o valor passa de R$ R$ 1.917,78, em 2015, para R$ 2.135,64, em 2016. O índice representa um aumento real de 0,69%, considerando a inflação oficial de 10,67%.

O Ministério da Educação (MEC) recebeu dos estados e municípios pedido de adiamento do reajuste para agosto e que o índice fosse 7,41%. Ao anunciar o valor hoje, Mercadante ressaltou que a pasta apenas cumpre a lei vigente.

"Muitos estados e municípios têm uma situação mais sensível, o que a gente pede é que haja disposição de diálogo, de busca de negociação entre sindicatos e governos, para que seja pactuado –  onde não há condições –, com transparência, uma política de pagamento do piso que seja compatível [com a situação local]", disse Mercadante.

Pela lei, o piso vale a partir de janeiro, mas o ministro destacou que isso pode ser negociado entre trabalhadores e governos. 

Lei do Piso

O piso salarial dos docentes é reajustado anualmente, seguindo a Lei 11.738/2008, a Lei do Piso, que vincula o aumento à variação ocorrida no valor anual mínimo por aluno definido no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

Desde de 2009, com o início da vigência da lei, até 2015, segundo Mercadante, o piso dos docentes teve aumento real, ou seja, acima da inflação no período, de 46,05%. Mercadante disse que o percentual de aumento foi um dos maiores entre todas as categorias, públicas ou privadas, mas reconheceu que há uma desvalorização histórica dos salários dos professores.

"Herdamos uma situação de salários muito baixo dos professores. Apesar desse crescimento, ainda é um salário pouco atrativo".

O piso é pago a profissionais em início de carreira, com formação de nível médio e carga horária de 40 horas semanais. Pela lei, os demais níveis da carreira não recebem necessariamente o mesmo aumento. Isso é negociado em cada ente federativo.

Em um contexto de crise, estados e municípios alegam dificuldade em pagar o valor definido pela lei.  Ontem, os estados pediram que o MEC complementasse o valor aos governos em situação mais delicada, o que também está previsto em lei. Mercadante disse que a complementação pode ser negociada, desde que haja uma proposta consensual entre estados e municípios. Quando receber a proposta, a pasta avaliará a viabilidade, segundo o ministro. 

Histórico

Em 2009, quando a Lei do Piso entrou em vigor, o pagamento mínimo para professores passou de R$ 950 para R$ 1.024,67, em 2010, e chegou a R$ 1.187,14 em 2011. No ano seguinte, o piso passou a ser R$ 1.451. Em 2013, subiu para R$ 1.567 e, em 2014, foi reajustado para R$ 1.697. Em 2015, o valor era R$ R$ 1.917,78. Na série histórica, o maior reajuste do piso foi registrado em 2012, com 22,22%.

Apesar dos aumentos, atualmente, os professores recebem cerca de 60% do salário das demais carreiras com escolaridade equivalente. A melhora do salário dos professores faz parte do Plano Nacional de Educação (PNE), lei que prevê metas para a melhoria da educação até 2024. Até 2020, os docentes terão que ter rendimento equiparado ao dos demais profissionais com escolaridade equivalente.
 
Edição: Luana Lourenço

http://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2016-01/piso-salarial-dos-professores-e-reajustado-em-1136-e-sera-r-213564

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Professores no Brasil estão entre mais mal pagos em ranking internacional

Tânia Rego/ Agência Brasil 

O Brasil é o lanterninha em um ranking internacional que compara a eficiência dos sistemas educacionais de vários países, levando em conta parâmetros como os salários dos professores, as condições de trabalho na escola e o desempenho escolar dos alunos.
O ranking é de setembro do ano passado, mas volta à tona no momento em que o governo paranaense aprova uma redução nos benefícios previdenciários dos professores do Estado.
A votação da lei elevou as tensões e levou a um tumulto no qual pelo menos 170 pessoas ficaram feridas após a repressão policial de um protesto de professores em Curitiba. Os professores paranaenses estão em greve desde sábado (25 de abril).
Em São Paulo, professores da rede estadual estão em greve desde 13 de março, reivindicando reajuste salarial e melhores condições de trabalho.
O estudo internacional foi elaborado pela consultoria Gems Education Solutions usando dados dos mais de 30 países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e alguns emergentes, como o Brasil.
Nele, o país aparece como um dos últimos em termos de salário pago aos professores, por exemplo.
O valor que os educadores brasileiros recebem (US$ 14,8 mil por ano, calculado por uma média de 15 anos e usando o critério de paridade de poder de compra) fica imediatamente abaixo do valor pago na Turquia e no Chile, e acima apenas de Hungria e Indonésia.
Os salários mais altos são na Suíça (US$ 68,8 mil) e na Holanda (US$ 57,8 mil).
Os professores brasileiros também são responsáveis por mais estudantes na sala de aula: 32 alunos, em média, para cada orientador, comparado com 27 no segundo lugar, o Chile, e menos de 8 em Portugal.
Combinando fatores como estes com o desempenho dos alunos - entre os piores entre os países pesquisados - a consultoria coloca o sistema educacional brasileiro como o mais ineficiente da lista.
"Nossas conclusões sugerem que o Brasil deveria cuidar do salário dos professores para alcançar o objetivo da eficiência educacional", diz o relatório.
Para a consultoria, a meta seria um salário quase três vezes maior que o atual.

Deficiências no gasto

Os dados mais recentes da OCDE mostram as debilidades no gasto educacional brasileiro.
Segundo a organização, o gasto do governo brasileiro com educação cresceu rapidamente desde o ano 2000, atingindo 19% do seu orçamento em 2011 - a média da OCDE foi de 13%.
O gasto público com educação chegou a 6,1% do PIB brasileiro, acima da média da OCDE de 5,6%, e à frente da proporção de outros latino-americanos como Chile (4,5%) e México (5,2%).
Porém, o gasto do Brasil com a educação pública foi o segundo menor de todos os países da OCDE e parceiros - US 3.066, contra uma média de US$ 9.487. O país ficou em 34º no ranking de 35 países da organização.


http://educacao.uol.com.br/noticias/bbc/2015/04/30/professores-no-brasil-estao-entre-mais-mal-pagos-em-ranking-internacional.htm

quarta-feira, 11 de março de 2015

Até 2016, todas as redes devem elaborar seus planos de carreira docente






Estados e municípios precisam adequar seus planos às diretrizes nacionais e garantir o pagamento do piso nacional do magistério


Cristina Charão

Há poucas coisas no Brasil que podem ser classificadas como unanimidade. A necessidade de uma educação de qualidade para todos é uma delas. Outra é que alcançar essa meta nacional exige a valorização de uma figura-chave em todo processo de ensino-aprendizagem: o professor. Daí não ser difícil concluir que qualquer plano para democratizar e qualificar a educação deve, além de garantir as condições para que os docentes desenvolvam o seu trabalho no dia a dia, ofertar salários e uma perspectiva de carreira que atraia novos profissionais e valorize o conhecimento e a experiência de quem já está na rede.
Mas a tarefa de criar ou revisar os planos de carreira dos profissionais da educação também está na agenda do dia por questões legais. Embora seja uma exigência antiga, prevista no Artigo 206 da Constituição Federal e já delineada pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) em 1996, o atual Plano Nacional de Educação (PNE) determina prazos para que estados e municípios implementem seus planos. Até 2016, todas as redes devem estabelecer carreiras adequadas às diretrizes nacionais, que garantam o valor do piso nacional do magistério como vencimento básico inicial da categoria e que, ao mesmo tempo, promovam a equiparação salarial desses profissionais ao dos demais trabalhadores de mesmo nível de formação.
"Discutir a implementação de planos de carreira em 2015 é quase uma discussão tardia", alerta Carlos Eduardo Sanches, ex-presidente da União Nacional de Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e ex-secretário de Castro (PR). Segundo ele, acaba-se "empurrando essa discussão" por ausência de capacidade técnica que equacione a realidade da gestão pública e as demandas dos profissionais, mas também porque efetivamente o que está no discurso muitas vezes não se torna medida concreta. "Discutir processo de valorização e, dentro do processo de valorização, o estabelecimento de carreiras atrativas, modernas, equilibradas não é discutir apenas uma pauta imposta pelo movimento sindical ou para atender às expectativas dos educadores. É muito mais que isso. Discutir valorização é atender a um dispositivo constitucional e investir na qualidade da educação", resume Sanches.
A prioridade da gestão de pessoal na educação é também uma questão de racionalidade, como chama a atenção Rubens Barbosa de Camargo, professor na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP). "Em qualquer lugar do mundo, qualidade da educação está relacionada a quanto se gasta com educação e o principal gasto com educação é o valor que se paga para o professor", lembra. Ou seja: um bom plano de carreira é, antes de tudo, um planejamento desse investimento fundamental e, portanto, uma exigência a ser feita para qualquer gestor que esteja comprometido com a qualificação da educação pública.
Heleno Araújo, secretário de Assuntos Educacionais da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe), ressalta que a profissão docente é totalmente regulamentada, conta hoje com um piso nacional e tem mecanismos claros de entrada na carreira - os concursos públicos. "O que a profissão precisa é de organização e é essa a função dos planos", afirma. A razão para isso é simples: "uma profissão e uma carreira organizada resultam em profissionais mais motivados, mais alegres, mas dispostos dentro da escola".

Diversidade de planos
Essa organização se dá, hoje, de forma muito dispersa e variada. A Diretoria de Valorização dos Profissionais da Educação da Secretaria de Articulação com os Sistemas de Ensino do MEC (Divap/Sase) analisou os planos de carreira dos 26 estados, do Distrito Federal e das 26 capitais brasileiras. O estudo mostrou uma grande diversidade de critérios e formatos de planos. "Há planos mais ajustados à realidade pós-LDB. Por exemplo, na nomenclatura dos cargos: um de professor, no máximo dois - professor e pedagogo -, sendo que os professores podem desempenhar as mais diversas funções de suporte pedagógico na escola", relata Antonio Roberto Lambertucci, diretor da Divap. "E há planos que têm mais de 20 cargos, incluindo dentista, psicólogo, fisioterapeuta, entre outros que não são vinculados à educação, muito menos ao magistério."
Estas disparidades, afirma Lambertucci, são resultado do encontro da enorme diversidade de características das redes estaduais e municipais com a ausência de diretrizes específicas para a construção dos planos. Hoje, além das exigências legais presentes na LDB, na Lei do Piso e no novo PNE, há uma resolução do Conselho Nacional de Educação com diretrizes genéricas para a criação e adaptação dos planos.
Se por um lado é necessário que os planos de carreira sejam adequados às realidades locais, por outro um delineamento mínimo pode ser um importante indutor para a construção de planos mais modernos e adequados. "A Sase tem trabalhado com a Undime, o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e a CNTE para que cheguemos a um pacto nacional das diretrizes e também parâmetros um pouco mais objetivos para orientar estados e municípios a realizarem seus planos", diz o diretor.

Atração e retenção
Um dos resultados esperados a partir da organização da carreira do magistério em nível nacional é aumentar a atratividade da profissão como um todo, isto é, fazer com que novos profissionais busquem a atividade docente. O desinteresse dos jovens pelo magistério fica evidente já nos vestibulares. De acordo com a Sinopse da Educação Superior do Ministério da Educação (MEC), em 2012, menos da metade das vagas oferecidas pelas instituições de ensino superior para os cursos de pedagogia e licenciaturas em diversas áreas foram ocupadas. No mesmo ano, para cada vaga aberta para os cursos da área da educação, havia dois candidatos. Nos cursos de medicina, a relação candidato-vaga é mais de vinte vezes superior.
Outro resultado mais objetivo é renovar os quadros das redes de ensino. Hoje, a média de idade dos trabalhadores da educação é de 41 anos. Ou seja: muitos já estão próximos da aposentadoria. "No cenário educacional brasileiro, a situação é complicada. Nós temos baixos salários quando comparados a profissionais com a mesma escolarização", diz Araújo. "No Brasil, os professores ganham entre 50% e 60% da média dos demais trabalhadores. Enquanto, em outros países, em geral, os professores ganham entre 90%, 85% do que ganham os demais trabalhadores", afirma Rubens Barbosa de Camargo.
Considerando que ainda há um número razoável de profissionais, especialmente no segmento da educação infantil, com formação em nível médio ou pós-médio, a CNTE defende o estabelecimento de um piso para essa parcela da categoria e um acréscimo de 50% para quem tem formação superior. A partir daí, outras porcentagens seriam definidas para aumentar o vencimento básico daqueles que forem avançando em seu nível de escolarização com especializações lato e stricto sensu.
Embora a formação seja um critério para progressão na carreira defendido por unanimidade, ele não deve ser o único. Isso porque a dedicação às pós-graduações exige um tempo longo, o que pode desestimular o professor a buscar este aperfeiçoamento ou mesmo desistir da carreira. "Já vi planos em que para chegar ao topo da carreira se exigia pós-doutorado! É uma posição quase inalcançável para todo mundo", comenta Camargo. "No caso da educação, a gente precisa pensar em valorização da formação, títulos, cursos."
Se participar dessas atividades é uma exigência feita aos profissionais, torna-se também uma obrigação dos gestores oferecer essas oportunidades. Não apenas pensando na satisfação dos professores, coordenadores e orientadores com o título e o aumento recebidos, mas também porque essa formação tem de estar conectada a um planejamento mais amplo de qualificação da rede como um todo. "É preciso criar uma agenda de formação, adequada à realidade da rede, mas que também atenda às necessidades de desenvolvimento de cada profissional - ou as pessoas vão fazer cursos só para cumprir tabela", diz Sanches.
Em Rio Branco (AC), o planejamento das atividades de formação é feito em parceria entre o estado e o município. "Começamos em 2006, com o primeiro objetivo de melhorar a escolarização dos professores. Hoje, muito poucos professores não têm o ensino superior", relata Márcio Batista, secretário municipal de Educação da capital acriana. "A segunda etapa foi fazer uma avaliação do que sabiam os professores e do que sabiam os alunos para traçar um perfil da qualidade, da capacidade de intervenção do nosso professor em sala de aula. Com base nessa avaliação é que estabelecemos, junto com o estado, uma estratégia de formação conti­nuada." As universidades locais também participam das ações.

Promoção da qualidade
Como se vê, a formação continuada é um dos elementos centrais para estabelecer as regras para a progressão dentro da carreira através da chamada promoção por merecimento. O que, alertam os especialistas, não pode ser confundido com uma simples análise de desempenho. "Prova para o professor, desempenho dos alunos em testes, isso é um caminho muito ruim, que nunca avalia a educação como um processo coletivo", analisa Camargo. "O que tem de haver é primar, o tempo todo, pela construção de um bom projeto nas escolas."
"Esse mecanismo não pode computar apenas algumas questões relacionadas ao desempenho: temos de trazer questões inerentes a frequência, assiduidade, compromisso, comprometimento dele, participação no projeto da escola e também toda essa discussão sobre a formação continuada", afirma Sanches. Dessa forma, reconhecendo boas condutas individuais e incentivando os momentos de formação e criação coletiva, o plano de carreira pode se tornar um vetor do processo de qualificação da rede, trazendo impacto direto nos processos de ensino-aprendizagem.
O plano de carreira do município de Canoas (RS), criado em 2011 e revisado no ano passado, é um exemplo de como tentar equilibrar tantos elementos de avaliação. Foi criado um sistema de pontuação para a progressão de classe. Para que o profissional ascenda dentro da carreira, elevando o seu salário-base, ele precisa acumular mil pontos a cada intervalo de três anos.
São considerados três critérios: regência, qualidade e conhecimento. Neste último, há uma pontuação específica para atividades como participação em seminários, publicação de artigos, engajamento em projetos de pesquisa ou ações especiais da secretaria. "Outra questão é a valorização da formação do professor. A prefeitura financia dezenas de bolsas de especialização, dez bolsas anuais de mestrado e teremos cinco de doutorado este ano", diz Eliezer Pacheco, secretário municipal de Educação.
No critério qualidade, boa parte da pontuação está atrelada ao desenvolvimento dos planos institucionais de cada escola, além da progressão da escola nas avaliações locais, estaduais e nacionais. E no critério regência, aplicado essencialmente aos profissionais em sala de aula, a pontuação funciona em sentido reverso: no lugar de somar pontos, o professor tem a sua pontuação descontada se, por exemplo, tem algum registro negativo relacionado à cortesia no trato com alunos ou pais ou se falta ou chega atrasado às atividades.


 Material de apoio
A Secretaria de Articulação com os Sistemas de Ensino (Sase) está finalizando a construção de um sistema informatizado para o desenvolvimento dos planos de carreira. O software será oferecido de maneira gratuita, na web, de modo que cada gestor possa desenvolver o plano de carreira em diálogo com a categoria e simular o impacto financeiro nas contas do estado ou da prefeitura.
Outra ferramenta que estará em breve à disposição dos gestores é um livro, também em fase final de elaboração, que reúne os principais pontos sobre os quais o gestor deve refletir para fazer um plano que equilibre a valorização do professor e a disponibilidade orçamentária. Por fim, a Sase também tem planos de criar uma rede de técnicos capacitados para atuar no Brasil inteiro ainda este ano.


http://revistaescolapublica.uol.com.br/textos/43/uma-carreira-para-a-educacao-338984-1.asp

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