segunda-feira, 27 de maio de 2019

Assinado o contrato para o Concurso Público da Educação Municipal de Cuiabá



No Diário Eletrônico de Contas desta segunda-feira (27/05) foi publicado o Extrato de Contrato celebrado entre a Secretaria Municipal de Educação de Cuiabá - SME e o Instituto Nacional de Seleções e Concursos - SELECON. 

A contratada tem a responsabilidade pela divulgação, publicações, inscrições, avisos, aplicação de provas escritas e práticas, análise de títulos, correções, recursos, resultados e logística, com vistas a realização do Concurso Público para a Educação de Cuiabá. 

Agora cabe à contratada iniciar os trabalhos para a publicação do Edital onde estarão estabelecidas as regras para o concurso, entre elas os conteúdos, as vagas e data de realização do certame. 




















Escolas amanhecem vazias no primeiro dia de greve da rede estadual em Cuiabá

THAIZA ASSUNÇÃO
DA REDAÇÃO
Foto:Alair Ribeiro/MidiaNews














Portôes fechados. Pátios e salas de aulas vazios. Foi assim que a maioria das escolas 
estaduais amanheceu nesta segunda-feira (27), no primeiro dia da greve da Educação, 
em Cuiabá.   

De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT), 
das 73 escolas da Capital, 67 aderiram à paralisação. No interior do Estado, ainda não há 
dados. O Governo não irá se manifestar.
Os profissionais decidiram entrar em greve, por tempo indeterminado, no último dia 20.  

Eles cobram o cumprimento da lei da dobra do poder de compra - aprovada em 2013, na gestão do 
ex-governador Silval Barbosa, e que dá direito a 7,69% a mais anualmente na remuneração durante 
10 anos - e a Revisão Geral Anual (RGA).

Os profissionais ainda reivindicam o fim do escalonamento salarial, realização de um concurso público 
e um calendário para melhorar a infraestrutura das escolas. 

Nesta manhã, a reportagem esteve nas 
escolas Liceu Cuiabano Maria de Arruda Müller, 
Presidente Médici e Nilo Póvoas, consideradas 
as maiores da cidade, e todas elas aderiram 
à greve. Todos os alunos foram avisados com 
antecedência e não compareceram 
nas unidades.

No Liceu, todos os portões estavam trancados. 
De longe, foi possível notar apenas o vigilante 
no local.

Já no Médici e Nilo Póvoas, apesar da greve,
alguns profissionais da diretoria e secretaria encontravam-se trabalhando.

A diretora do Médici, Elina Padilha Fernandes, afirmou que apoia a greve como professora, mas 
disse que como gestora, não enxerga a paralisação com bons olhos.

“É realmente um dilema. Como professora, apoio a greve, pois é um direito que inclusive já foi 
conquistado lá atrás em outra greve, mas que não está sendo cumprido", disse.

"Como gestora, porém, não é interessante, tendo em vista o descumprimento do calendário
Alair Ribeiro/MidiaNews
Escola Estadual Nilo Povoas
A Escola Lino Póvoas também aderiu à greve
escolar. Além disso, há toda uma 
preocupação com os alunos do 
terceiro ano que vão prestar o Enem
[Exame Nacional de Médio] em novembro. 
Esperamos que tudo se resolva o mais
 rápido possível”, afirmou. 
Manifestação

O diretor do Sintep, Henrique Lopes 
informou que a categoria se prepara para 
uma manifestação em frente à Secretaria 
de Estado de Educação (Seduc), às 14h.

Para ele, o primeiro dia de movimento já 
começou forte e tem tudo para crescer 
nos próximos dias.

“Os números demostram que mais de 90% das escolas de Cuiabá aderiram. Apenas algumas escolas 
na periferia e outras especiais estão funcionando”, disse.

Segundo ele,  o sindicato ainda contabiliza o total de escolas paralisadas no interior do Estado. 

“Mas com certeza a adesão deve aumentar nos próximos dias e o Governo terá que sentar com a 
categoria para construir um acordo. Nossa greve não é por motivo banal, queremos que o Governo 
apenas cumpra a lei”, pontuou.
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