quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Prefeitura pagará salário com cheque

A Prefeitura de Cuiabá está implantando medidas para reforçar o controle de assiduidade dos servidores e, consequentemente, a melhoria dos serviços públicos ofertados ao cidadão. Além do sistema de biometria para registro de frequência, que está sendo instalado em todas as secretarias, a partir deste mês servidores efetivos, contratados e comissionados terão que comparecer às Coordenadorias Administrativas Financeiras (CAFs) das respectivas pastas para receber os salários.
A medida visa a acabar com os chamados “servidores fantasmas” e será implantada por etapas. Em janeiro, será aplicada apenas a servidores da Secretaria Municipal de Saúde.
“Estamos indo nas secretarias, levantando a relação dos servidores, verificando a carga horária deles e se estão efetivamente trabalhando. O pagamento será feito em cheque, individualmente, e para receber eles terão que comparecer à secretaria”, explicou o secretário municipal de Gestão, Pascoal Santullo Neto.
O pagamento em cheques será realizado cada mês em uma secretaria, sendo, primeiramente, nas secretarias que possuem maior quantidade de servidores (Saúde, Assistência Social, Educação e Meio Ambiente).
Biometria – O sistema de biometria para registro de frequência já está em funcionamento no Palácio Alencastro e no Pronto-Socorro Municipal e, até o final de fevereiro, será instalado em todas as secretarias.
Conforme cronograma elaborado pela Secretaria Municipal de Gestão, ainda em janeiro o sistema já deverá estar em funcionamento nas secretarias de Saúde, Cultura, Trânsito e Transporte Urbano, Cidades, Assistência Social e na Procuradoria-Geral do Município.
Pronto-Socorro – O equipamento para registro de ponto instalado no Pronto-Socorro Municipal terá que ser substituído por ter sido danificado. Segundo relatos de funcionários da unidade, a falha no equipamento é resultado de ação dos próprios servidores. A instalação do novo sistema na unidade será feita no dia 11 de fevereiro.
Desde o início de sua gestão, o prefeito Mauro Mendes determinou rigor no controle de frequência e horário dos servidores. Após recadastramento realizado no início do ano passado, detectou-se a existência de pouco mais de 50 servidores que não estavam comparecendo regularmente ao trabalho.
Fonte:  Renata Neves
http://www.cuiaba.mt.gov.br/noticias?id=8113

Violência: Polícia Militar vai administrar dez escolas públicas do Estado de Goiás

O GLOBO
A Secretaria de Educação de Goiás decidiu colocar a Polícia Militar para administrar dez escolas públicas, como forma de combater a violência na sala de aula. Os pais dos alunos terão de pagar por isso.
A reforma é geral no Colégio Fernando Pessoa, na cidade Goiana de Valparaíso, a 40 quilometros de Brasília. A partir da próxima semana, a escola será administrada pela Polícia Militar de Goiás.
O diretor será um policial com formação em pedagogia. PMs darão aulas de Educação Física e exigir disciplina dos mais de 200 alunos. As demais matérias continuarão a ser dadas por professores da rede estadual. Valparaíso tem altos índices de violência e os alunos já presenciaram até assassinato em sala de aula.
Em nota, a Secretaria de Educação de Goiás diz que a criação dos colégios é uma medida de segurança preventiva da mais alta eficácia.
Alguns pais apoiam a mudança, como a secretária Rosana Godoy. “Eu estou trazendo meu filho pra cá porque estou apostando no ensino, na segurança, pela disciplina que tem”.
Os alunos vão ter de usar quatro uniformes diferentes e sapatos específicos. Todos são comprados fora da escola e os pais já fizeram as contas. Para vestirem os filhos, vão ter de desembolsar entre R$ 500 e R$ 600. Valor que não cabe no orçamento de algumas famílias.
Os pais também vão ter de pagar R$ 100 de matrícula, R$ 50 de mensalidade e comprar dois livros, que custam R$ 300. Na prática, a escola, antes gratuita, passará a custar pelo menos R$ 1.500 por ano.
Desempregado, o pai de uma das alunas diz que vai tirar a filha da escola. “Eu não tenho condições. Como fica para alguém sem emprego?”.
A Secretaria de Educação de Goiás garante que quem não puder pagar terá vaga garantida em outra escola pública e de graça.

Assista a matéria aqui
http://www.todospelaeducacao.org.br/comunicacao-e-midia/educacao-na-midia/29345/policia-militar-vai-administrar-dez-escolas-publicas-do-estado-de-goias/

Aula inaugural da rede municipal reúne mais de seis mil profissionais da educação

Muitas metas e desafios para a educação da rede municipal de Cuiabá em 2014, entre eles elevar o percentual de atendimento a crianças de 0 a 5 anos de idade. É o que destacou o secretário municipal de educação, Gilberto Figueiredo, nesta segunda-feira (20) durante a aula inaugural, realizada no Hotel Fazenda Mato Grosso.
O evento, que oficializou o início do ano letivo na rede municipal de ensino de Cuiabá, reuniu cerca de seis mil profissionais da educação, entre professores e técnicos das 146 unidades de ensino.
Conforme o secretário, a previsão para este ano é inaugurar 12 Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIS), com média de um por mês. O primeiro já tem data marcada e será no próximo dia 30 no bairro Pedra 90.
Ao todo serão 30 CMEIs entregues até 2016, sempre atingindo a média de um por mês. A construção dos CMEIs visa atender uma das metas do Plano Nacional de Educação, que é universalizar o atendimento da educação infantil para crianças de 4 e 5 anos até 2016 e atender 50% das crianças de 0 a 3 anos até 2020.
Outra meta prevista para a educação, conforme o secretário, é a realização de um novo concurso público ainda este ano. Para tanto, a Secretaria está fazendo o planejamento. “A previsão é que até o final do ano o processo seja finalizado e os aprovados estejam nomeados para assumirem as atividades no início do ano letivo de 2015”, informou o secretário, lembrando que cerca de 700 novos profissionais da educação tomaram posse este ano e já estão assumindo seus cargos.
A avaliação do Plano Municipal de Educação, que deve ser feita Pelo Fórum Municipal de Educação e finalizada no primeiro trimestre deste ano, também foi destacado pelo secretário. “Esse plano deveria ser avaliado em 2012, mas só agora está sendo feito”.
A secretária-adjunta, Marioneide Angelica Kliemaschewsk, destacou que os desafios também são grandes para o setor pedagógico e a Secretaria está investindo muito para fazer o diferencial e promover a inclusão social.
“A Política educacional precisa ser construída de forma que contemple três eixos: gestão, inclusão e formação”, enfatizou a secretária.
Segundo Marioneide, para ser um profissional da educação é preciso ter compromisso, persistência, solidariedade e, principalmente, respeito às diferenças. “A maior tarefa de um profissional da educação é fazer com que a criança sinta o prazer em aprender”, completou.
Na aula inaugural a professora Ivone Boechat, PHD em Psicologia da Educação e Mestre em Educação pela Univesidade Wisconsin-USA, proferiu a palestra “O repensar do currículo, da metodologia e avaliação na educação infantil e educação básica frente aos desafios e superação da aprendizagem”.
Também prestigiaram a cerimônia de abertura da aula inaugural o deputado Emanuel Pinheiro, os vereadores Adevair Cabral e Mario Nadaf, a presidente do Conselho Municipal de Educação de Cuiabá, Regina Lúcia Borges, e representando o Sintep, o presidente João Custódio e Helena Bortolo.

Fonte:  Rosane Brandão

http://www.cuiaba.mt.gov.br/noticias?id=8111

Deputados divergem sobre obrigatoriedade de publicar IDEB

O Distrito Federal e a cidade do Rio de Janeiro já exigem a divulgação das notas. Na Câmara, quatro projetos nesse sentido estão parados na Comissão de Educação há três anos.
Quatro projetos de lei em tramitação na Câmara dos Deputados querem tornar obrigatória a divulgação da nota das escolas no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) em local de ampla visibilidade ou nos meios de comunicação.
Arquivo/ Leonardo Prado
Lelo Coimbra
Lelo Coimbra é favorável às propostas, mas ainda não apresentou seu parecer.
O Ideb tem uma escala de zero a dez e sintetiza dois conceitos sobre a qualidade da educação: a aprovação e a média de desempenho dos estudantes em língua portuguesa e matemática.

O indicador é calculado a partir dos dados sobre aprovação escolar, obtidos no Censo Escolar, e das médias de desempenho nas avaliações do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), do Sistema de Avaliação da Educação Básica e na Prova Brasil. Atualmente, o site do Inep divulga os resultados, que também são enviados em formato de boletim para cada colégio.
O relator das matérias na Comissão de Educação, deputado Lelo Coimbra (PMDB-ES), é favorável aos projetos. "Acho que nós deveríamos fazer um esforço para oferecer para a sociedade e para os pais, a informação sobre o perfil daquela escola em relação à sua nota de desempenho no Ideb. Com isso, o corpo docente, a própria comunidade e os alunos estarão imbuídos em proteger, preservar e promover a sua própria escola, sua experiência escolar."
Arquivo/ Beto Oliveira
Professora Dorinha Seabra Rezende
Professora Dorinha: o aluno que frequenta uma escola com nota baixa no Ideb ficará constrangido.
Mas a proposta não é unânime. A deputada Professora Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO), por exemplo, teme a estigmatização da escola. "Se o meu filho está matriculado na escola A, eu quero saber como aquela escola está, quero acompanhar, fiscalizar. Agora, não interessa isso estar na porta da escola. Você imagina o constrangimento de uma criança que está indo para a escola que o Ideb está 3 e vizinho daquela escola tem uma com Ideb 7. Até que ponto isso ajuda a escola a crescer, na medida em que ela passa a ter uma marca, um resultado, que nem sempre reflete o trabalho daquele momento?"
Onde já está valendo
No Distrito Federal, uma lei em vigor desde o ano passado obriga escolas públicas e particulares a divulgarem em suas dependências a classificação no Ideb.

No município do Rio de Janeiro, a obrigatoriedade vigora desde 2011. Entretanto, na Câmara dos Deputados, as propostas nesse sentido praticamente não evoluíram. A mais antiga delas vai completar três anos (PL 1530/11) e está apensada com as demais (1536/11; 1600/11 e 5325/13) ainda na primeira comissão, a de Educação, onde aguarda a apresentação do parecer do deputado Lelo Coimbra.
Reportagem - Marise Lugullo
Edição – Natalia Doederlein




http://www2.camara.gov.br/camaranoticias/noticias/EDUCACAO-E-CULTURA/460776-DEPUTADOS-DIVERGEM-SOBRE-DIVULGACAO-DAS-NOTAS-DO-IDEB-NA-PORTA-DA-ESCOLA.html

Piso salarial de professores da educação básica para 2020: R$ 2.886,24

Dyelle Menezes, do Portal MEC O piso salarial dos profissionais da rede pública da educação básica em início de carreira foi reajustado...