sábado, 3 de dezembro de 2016

Várzea Grande: Educação capacita candidatos à coordenação pedagógica da Rede de Ensino


A Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer está promovendo ‘Ciclo de Estudos’ para os candidatos a coordenação pedagógica das Unidades Escolares do Município. Cerca de 50 profissionais estão participando da capacitação que iniciou nesta quinta-feira (01) e encerra hoje (02), no auditório da Igreja Batista do Cristo Rei.
Segundo o secretário de Educação, Silvio Fidelis a qualificação tem a finalidade de consolidar a 1ª etapa prevista no art. 109, da lei de Gestão Democrática, que estabelece o ciclo de estudos. A medida contribui para o desenvolvimento das capacidades de liderança e habilidades pedagógicas necessárias para exercício da função.
“O coordenador pedagógico desenvolve um importante papel dentro das escolas públicas municipais. Cabe a ele a organização do trabalho educacional por meio da elaboração de um planejamento consistente. Esse profissional responde pela viabilização, integração e articulação do processo de ensino-aprendizagem, tendo como principal atribuição o acompanhamento do processo educativo no progresso dos alunos resultando também em novas experiências educacionais que poderão ser inseridas na Rede”, ressaltou o secretário.
A Superintendente Pedagógica, Gonçalina Rondon falou que o ciclo foi composto por palestras, questionamentos e debates nos dois dias em período integral. “Os temas ministrados foram “O ensino em Rede e sua relação com os resultados da aprendizagem/IDEB com o professor dr. Gilberto Fraga; “A gestão de um coordenador pedagógico voltado para a aprendizagem escolar, um desafio que envolve técnica, humana, social e política” com a professora Vanilda Carvalho Mendes e a “Coordenação pedagógica e a relação entre escola e família com a professora Gonçalina Rondon. Nesses dois dias de formação contribuímos no processo de multiplicação de informações aos profissionais”, explicou a superintendente.
A professora e candidata ao cargo de coordenadora, Zeny Souza de Nascimento disse que o ciclo de estudos foi extremamente importante, pois os pontos abordados foram bem esclarecedores para a elaboração do plano de ação. “Nós candidatos precisamos elaborar um plano de ação para apresentar a comunidade escolar. A capacitação foi esclarecedora e enriquecedora. A partir do ciclo sinto aprimorada profissionalmente para elaborar meu plano de participação no processo democrático para escolha de coordenadores pedagógicos da unidade escolar que represento. No meu plano o foco é a aprendizagem para elevar o IDEB da escola, já é bom, porém pretendo elevar ainda mais”, frisou. 

Reporter
Cláudia Joséh
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Fonte
Secom/VG 


http://www.varzeagrande.mt.gov.br//conteudo/16140

6 reformas prioritárias para transformar a educação na América Latina

Relatório aponta desafios para melhorar o ensino na região e destaca ações estratégicas para promover reformas educacionais

por Marina Lopes 
Para garantir que todas as crianças tenham acesso à uma educação de qualidade, os países latino-americanos estão diante de um desafio prioritário: mobilizar sociedades e governos na adoção de reformas profundas e duradouras. Segundo o relatório “Construindo uma Educação de Qualidade: um pacto com o futuro da América Latina”, o desenvolvimento com equidade e democracia precisa ganhar espaço nas agendas da região.
Lançado nesta terça-feira (29), pelo Instituto Ayrton Senna e pelo Diálogo Interamericano, com apoio da Fundação Santillana e Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, o estudo aponta seis áreas consideradas fundamentais para transformar os sistemas educativos na América Latina: a educação infantil, a excelência docente, a avaliação de aprendizagens, as novas tecnologias, a relevância da educação e o financiamento sustentável.
Nos últimos anos, apesar dos avanços consideráveis na ampliação da escolarização, os resultados de aprendizagem ainda deixam a região para trás. Entre os anos de 1999 e 2012, a América Latina aumentou a porcentagem de matrículas no ensino médio de 59% para 73%, mas ainda continua a lidar com problemas sérios de repetência e evasão. De acordo com dados da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), apenas metade dos jovens latino-americanos com idades entre 20 e 24 anos completaram o ensino médio em 2010.
A tendência de ampliação da cobertura, sem obter necessariamente um salto na qualidade, também se repete em outras etapas, seja na educação infantil, no ensino fundamental e até mesmo no ensino superior. “As crianças estão na escola, mas não estão aprendendo”, menciona Cláudia Costin (leia entrevista), professora de Harvard e integrante da Comissão para a Educação de Qualidade para Todos. Participante da equipe convocada pelo Diálogo Interamericano para elaborar o relatório, ela afirma que o foco dos sistemas educacionais não deve ser apenas o de cumprir uma meta. “Não basta atingir determinados resultados de aprendizagem, mas eles também precisam ser relevantes para a vida em sociedade e também para o futuro trabalho que esses jovens vão desenvolver”, diz.
Nesse sentido, o economista-chefe do Instituto Ayrton Senna e professor do Insper, Ricardo Paes de Barros, também avalia que o desenvolvimento de competências socioemocionais tem o potencial de reduzir desigualdades e transformar sistemas educativos, garantindo chances para todos os alunos. “As competências socioemocionais têm esse papel fundamental na vida de uma pessoa e da sociedade brasileira porque elas agem como um redutor da desigualdade de oportunidades”, explica.

Covid-19 - MEC divulga diretrizes para volta às aulas presenciais nas Instituições Federais de Ensino

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