sexta-feira, 4 de abril de 2014

CMEI Auro Ida vai ampliar atendimento da educação infantil no Coxipó


Secom Cuiabá
Mesmo com a forte chuva que caiu na noite desta quinta-feira (03) em Cuiabá, a população da região do Coxipó fez questão de prestigiar a inauguração do Centro Municipal e Educação Infantil (CMEI) Auro Ida, no bairro Passaredo. A unidade tem capacidade para atender 240 crianças de 0 a 5 anos de idade e vai ampliar o número de vagas da educação infantil na região.
Durante a cerimônia de inauguração o prefeito em exercício, Rogério Gallo, destacou que uma das marcas da atual gestão é oferecer ao cidadão um serviço público de qualidade e a obra do CMEI é um exemplo disso. “Toda administração, seja ela municipal, estadual ou federal, precisa cumprir com seu papel, que é tratar bem o cidadão, e o nosso compromisso é estar sempre junto com o cidadão”. Rogério Gallo lembrou que apesar de o prefeito Mauro Mendes não estar de corpo presente no ato de inauguração é impossível não se lembrar dele, pois em todas as obras e ações realizadas ele sempre demonstrou o carinho que tem pela população cuiabana. “O cuidado que ele tem com o cidadão está demonstrado em cada gesto administrativo e isso não é diferente nessa unidade de ensino”.
Conforme destacou o secretário municipal de educação, Gilberto Figueiredo, um das prioridades da atual gestão é oferecer à população cuiabana uma educação de qualidade e a construção dos CMEIs está entre as ações para atingir essa meta. O secretário afirmou que pelo menos 30 centros municipais como o do bairro Passaredo serão edificados nos próximos dois anos. A meta é chegar em 2016 atendendo 100% das crianças com idade entre 4 e 5 anos.
“As mães terão tranquilidade para trabalhar, pois deixarão seus filhos em um lugar seguro e com profissionais preparados para oferecer um atendimento de qualidade”, afirmou Gilberto Figueiredo.
Os secretários de Governo, Fábio Garcia, e de Esporte, Cidadania e Juventude, Carlos Brito, também se lembraram do carinho que o prefeito Mauro Mendes tem com a população cuiabana. “Ele é uma pessoa extremamente humana e da mesma forma que ele se preocupa com a família também se preocupa com as outras pessoas. Podem ter certeza que mesmo estando longe ele está acompanhando tudo que acontece nessa cidade e sempre desejado o melhor para essa cidade”.
A presidente do bairro Passaredo, Benedita da Silveira (popularmente conhecida como Xuxa), agradeceu o empenho da prefeitura em realizar uma obra tão importante como essa que vai atender toda a região. “Estamos muito felizes com essa obra e ver que nosso bairro não foi esquecido”.
Os CMEIs estão sendo construídos com recursos do Governo Federal, por meio do Programa Nacional de Reestruturação e Aquisição de Equipamentos para a Rede Escolar Pública de Educação Infantil (Proinfância), com contrapartida da Prefeitura de Cuiabá.
Para a realização da obra foram investidos R$ 2,1 milhões, incluindo os recursos destinados para equipamentos e mobiliários.
As unidades são compostas por seis salas pedagógicas e dois berçários, cozinha, lactário, sala de leitura e informática, refeitório, playground, além da área administrativa, totalizando 1,2 mil metros quadrados de área construída.
A cerimônia de inauguração contou com a presença do deputado estadual Emanuel Pinheiro, vereadores de Cuiabá e secretários municipais, além de líderes comunitários da região do Coxipó.
http://www.cuiaba.mt.gov.br/educacao/cmei-auro-ida-vai-ampliar-atendimento-da-educacao-infantil-no-coxipo/8619

Governo divulga os horários de trabalho dos servidores durante a Copa

Diário Oficial da União publica hoje portaria do Ministério do Planejamento que estabelece o horário de trabalho dos servidores públicos federais durante os jogos do Brasil na Copa.
O expediente da administração pública federal funcionará com jornada reduzida nos dias de jogos da Copa do Mundo disputados pela seleção brasileira. Os servidores  serão dispensados a partir das 12h30 e, posteriormente, deverão compensar as horas não trabalhadas. A compensação será combinada pelos trabalhadores com suas chefias diretas.
Nos dias de jogos sem a participação da seleção brasileira, haverá expediente normal de trabalho. A administração pública federal é composta de órgãos públicos, autarquias e fundações vinculadas à União.
Deve ser mantido o contingente de trabalhadores previsto em lei no caso de serviços essenciais, como nas áreas de saúde e segurança pública. A Copa do Mundo será disputada de 12 de junho a 13 de julho, no Brasil.

*Colaborou Daniel Lima
http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=1&pagina=128&data=04/04/2014

Câmara aprova Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou na terça-feira (1º), em caráter conclusivo, proposta do Senado (PL 5746/09) que institui a data de 25 de julho como Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra. A proposta segue para sanção presidencial.

Gustavo Lima
Evandro Milhomen
Evandro Milhomen apresentou parecer favorável ao projeto.
O relator do projeto, deputado Evandro Milhomen (PCdoB-AP), ressalta que Tereza de Benguela foi uma líder quilombola que viveu no Mato Grosso do Sul. “Sob sua liderança, o Quilombo Quariterê resistiu à escravidão por duas décadas, e sobreviveu até 1770”, sustenta.
América Latina
A autora do texto, ex-senadora Serys Slhessarenko, destaca que, em toda a América Latina, apenas o Brasil ainda não comemora o Dia Internacional da Mulher Negra em 25 de julho. “É preciso criar um símbolo para a mulher negra, tal como existe o mito Zumbi dos Palmares. As mulheres carecem de heroínas negras que reforcem o orgulho de sua raça e de sua história”, sustenta.
A comissão aprovou também o PL 5371/09, da deputada Fátima Pelaes (PMDB-AP), em análise conjunta, que inclui, no calendário comemorativo nacional, o dia 25 de julho como Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha.

Jardim de infância é fácil demais, aponta estudo

Qual será a medida certa de cobrança na educação infantil? Um estudo recente da Universidade de Virgínia, nos Estados Unidos, provocou um intenso debate entre especialistas ao apontar que os professores vêm transformando o jardim de infância na nova 1ª série, uma vez que eles têm adiantado os conteúdos tradicionalmente ensinados no ano seguinte. Para engrossar o coro de que as crianças têm sido pouco estimuladas na educação infantil, pesquisadores das universidades de Chicago e Vanderbilt afirmam também em estudo recente que o jardim de infância é normalmente muito fácil para os pequenos.
O estudo Academic Content, Student Learning, and the Persistence of Preschool Effects (Conteúdo acadêmico, aprendizado do aluno e persistência dos efeitos pré-escolares, em tradução livre), publicado no American Education Research Journal, mostra que crianças aprendem mais quando são apresentadas a conteúdos mais avançados, tais como a adição de números e letras aos sons correspondentes. Apesar disso, os professores gastam grande parte das aulas em princípios básicos, como o reconhecimento do alfabeto e fazendo os alunos contarem em voz alta.
Para os autores do estudo, Amy Claessens, Mimi Engel e Chris Curran, a pesquisa revelou que grande parte das crianças que iniciam o jardim de infância já reconhecem algumas letras, têm noções de soma e estão prontas para avançar. Os que, por algum motivo, ainda não dominam esses conceitos, conseguem aprendê-los enquanto avançam com o resto da turma. “Se ensinarmos as crianças o que eles já sabem, elas não vão aprender tudo que podem”, afirmou Amy Claessens à Edweek, revista norte-americana especializada em educação.
Com o tempo, a pesquisadora acredita que os professores da educação infantil vão poder sentir uma diferença significativa no avanço da aprendizagem das crianças. E, para isso, bastam mudanças relativamente pequenas e sem grandes custos, que não afetarão o tempo destinado a outras atividades, como aprendizagem de habilidades socioemocionais e educação física.
Também foi ressaltado no estudo que os professores do jardim de infância passam mais tempo alfabetizando os alunos do que ensinando matemática. Em média, os professores ensinam habilidades básicas de leitura 18 dias por mês, ou quase todos os dias letivos, e alfabetização avançada durante 11 dias por mês. Por outro lado, eles passaram 10 dias por mês em matemática básica e seis dias em matemática mais avançada.
“Professores da primeira infância e do jardim de infância não são tão confiantes sobre o ensino de matemática no início da vida escolar”, disse Claessens. “Estamos há muito tempo estimulando e fazendo um bom trabalho de concentrar o ensino na leitura e em habilidades básicas de leitura. Mas acho que nós não sabemos tanto assim sobre a matemática na primeira infância”, completa.
O estudo foi realizado com base em uma amostragem grande, representando mais de 15 mil alunos de diversos estados norte-americanos que iniciaram o jardim de infância entre 1998 e 1999.

Fonte: Portal Porvir
http://www.gestaoeducacional.com.br/index.php/noticias-pr/614-jardim-de-infancia-e-facil-demais-aponta-estudo

Alunos brasileiros que repetem de ano têm nota até 25% menor no Pisa

Ana Carolina Moreno e Thiago ReisDo G1, em São Paulo


G1 cruzou dados de desempenho com histórico de repetência dos alunos.
Nota também é mais baixa entre quem se atrasa ou costuma 'matar' aula.


Estudantes brasileiros que fizeram as provas do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa, na sigla em inglês) em 2012 e afirmaram já ter repetido de ano mais de uma vez tiveram desempenho até 25% pior que os alunos que nunca reprovaram em uma série escolar. Um levantamento feito pelo G1 com base no questionário aplicado pelo Pisa mostra uma relação direta entre a repetência, a frequência escolar e o desempenho no exame.
Os dados do Pisa foram coletados pelo coordenador de projetos da Fundação Lemann, Ernesto Martins Faria, que diz que o resultado não indica necessariamente que repetir impacta o aprendizado de forma negativa, mas que essa grande diferença no desempenho aponta para uma ineficiência na repetição da série. "É possível perceber que poucos alunos que já repetiram a série demonstram um aprendizado adequado. Considerando os malefícios da política [pode favorecer o abandono escolar e estigmatizar o estudante], esse cenário merece atenção."

Já o professor Ocimar Alavarse, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), afirma que é difícil avaliar, com base nos dados, se a repetência funciona ou não. "Mesmo que esses alunos tenham crescido [se desenvolvido] após cursar novamente a série, não significa que eles vão ficar no patamar dos que nunca repetiram. Isso porque eles já vinham de estratos menores de proficiência. Talvez pudessem ter ido ainda pior se não tivessem repetido de ano."
Continue lendo, clique no link:
http://g1.globo.com/educacao/noticia/2014/04/alunos-brasileiros-que-repetem-de-ano-tem-nota-ate-25-menor-no-pisa.html

Poesia de Ivens Cuiabano Scaff foge dos livros e desabrocha em bordados

Da Redação - Stéfanie Medeiros
Foto: Reprodução
Poesia de Ivens Cuiabano Scaff foge dos livros e desabrocha em bordados para Copa;   Entenda
“Qual engraxate lustrou o casaco da bocaiúva?”, são as palavras de Ivens Cuiabano Scaff que, além do livro, ganham um novo suporto. Em linhas azuis delicadas, lemos essa frase e, ao ver a paisagem bordada acima dos dizeres, sorrimos. Os pássaros sãos os engraxates. Ivens o poeta e as bordadeiras as novas artistas que elevam a poética de Cuiabano à outro nível.

Leia mais: Com posse marcada para esta terça, novo imortal da AML é "Cuiabano" de corpo, alma e nome
Tv Conceito: Assista o discurso de posse de Ivens Cuiabano Scaff na íntegra

Isto porque a poesia de Ivens Cuiabano Scaff ganhou asas e saiu do papel. Foi pousar, com toda a sua delicadeza, riqueza e a simplicidade nas mãos das 40 bordadeiras do grupo “Bordadeiras da Chapada”, de Chapada dos Guimarães e, agora, em forma de bordado, ganha a tradução em textura e cor.

Juntas, todas elas estão cumprindo o compromisso de se inspirar e bordar a poesia de Ivens em suas peças. Com isso, panos de copa, almofadas, guardanapos, aventais, se entrelaçam com “as mãos macias de Maria”, cajueiros, corações de pequi e bocaiúvas, construindo uma narrativa tão especial quanto às peças produzidas.



A cada ponto no tecido, as Bordadeiras da Chapada vão revelando a poesia do mestre que, assim como a arte de bordar, preza a singeleza. Ivens recebeu com surpresa a notícia que sua poesia tinha virado bordado. “Fiquei surpreso e agradecido. Isso amplia o trabalho da gente”, diz com a voz doce de quem carrega o verso até na fala.

Nessa sexta-feira (04), Ivens irá ao encontro das bordadeiras para ver de perto as novas dimensões que suas palavras ganharam. Em Chapada dos Guimarães, na sala do grupo, o poeta vai conhecer um pouco da história e do talento dessas mulheres que encantam com seus trabalhos.

Na sua cerimônia de posse na Academia Mato-Grossense de Letras (AML), Ivens foi presenteado com um dos bordados. “Já vi alguns trabalhos, mas chegou a vez de conhecer as bordadeiras. Vou lá bater um papo. Falar um pouco da minha poesia. Ouvir. Trocar ideias. Vai ser muito bom”.



O encontro vai ser às 15 horas, na Sala da Memória, rua Quinco Caldas, 192, no centro de Chapada dos Guimarães. Como lá o espaço é aberto, quem quiser aproveitar um pouquinho dessa prosa, é só chegar.

Sobre as Bordadeiras
O grupo Bordadeiras da Chapada existe desde 2010. Foi criado depois que o grupo mineiro Matizes Dumond (também de bordados), já tradicional e que desenvolve trabalho de capacitação em diversas localidades, fez uma oficina na cidade.

No início eram 15 pessoas, hoje são 40, que produzem não só bordado, mas também laços de amizade e muita troca de experiência.

“É, acima de tudo, um trabalho social. Fazemos várias dinâmicas, contamos a história do bordado, trocamos experiência”, explica a coordenadora Yolanda Figueiredo do Santos.

A ideia de bordar a poesia de Ivens Scaff partiu de outra coordenadora. Louriza Soares Boabaid é uma das idealizadoras do grupo e fez a proposta. “Sou encantada pela a poesia dele. É sempre bom falarmos do que é nosso. Da nossa terra”, explica. Tem como não concordar?

Serviço

Encontro de Ivens Cuiabano Scaff com Bordadeiras da Chapada
Data: sexta-feira (04)
Horário: 15 horas
Local: rua Quinco Caldas, 192, no centro de Chapada dos Guimarães.
Aberto para o público.

http://www.olhardireto.com.br/conceito/noticias/exibir.asp?noticia=Poesia_de_Ivens_Cuiabano_Scaff_foge_dos_livros_e_desabrocha_em_bordados_para_Copa_Entenda&edt=13&id=4398

Dia 07 de abril terá expediente normal na Prefeitura de Cuiabá


Embora dia 07 de abril (segunda-feira) seja véspera de feriado do Aniversário de Cuiabá, celebrado no dia 8, o prefeito de Cuiabá em exercício, Rogério Gallo, não decretou ponto facultativo para esta data e o expediente dos servidores municipais deverá ser cumprido normalmente, das 8h às 18h. 
De acordo com Rogério Gallo, todos os feriados deste ano já foram estabelecidos em decreto editado pelo prefeito Mauro Mendes, no final do ano passado. “É uma marca da gestão Mauro Mendes fazer com que a máquina pública dê o máximo de si para levar o melhor serviço para o cidadão. O que estamos fazendo é seguir essa diretriz, dentro da legalidade e sem prejuízo dos servidores, que já têm os seus dias de descanso previstos”, afirmou.

http://www.cuiaba.mt.gov.br/comunicacao/dia-07-de-abril-tera-expediente-normal-na-prefeitura-de-cuiaba/8616

Entrevista: A neurociência do desenvolvimento infantil aplicada à educação

Neurocientista Suzana Herculano-Houzel
Escrito por Analice Bonatto
“A gente aprende o que [a gente] faz. A gente melhora naquilo que a gente faz. Se você quer promover o desenvolvimento cognitivo, precisa dar oportunidades de a criança usar as suas habilidades cognitivas”, afirma a neurocientista Suzana Herculano-Houzel. A pesquisadora concedeu entrevista àGestão Educacional durante um dos encontros regionais de atualização para professores e coordena­dores da educação infantil e do ensino fundamental I, promovidos pelo Sistema Etapa, em São Paulo, no mês de setembro. Suzana foi uma das palestrantes do evento e falou sobre a neurociência do desenvol­vimento infantil aplicada à escola (para crianças de zero a dez anos).
As características do amadurecimento emocional e saudável do cé­rebro e a ligação desse processo com o aprendizado estão entre os temas abordados por Suzana, que é autora do livro O cérebro em transformação (Ed. Objetiva), entre outros, colunista da Folha de S. Paulo e conhecida pela série Neurológica, exibida no Fantástico. A neurocientista também dirige o Laboratório de Neuroanatomia Comparada da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Acompanhe a entrevista.
Gestão Educacional: Você fala a respeito da neurociência do de­senvolvimento infantil aplicada à escola e voltada às crianças de zero a dez anos. Por que o recorte nessa faixa etária?
Suzana Herculano-Houzel: De zero a dez anos é o período da infância. Daí em diante é a adolescência, [fase em que] começa uma segunda onda de transformações no cérebro. Anteriormente, acreditava-se que o período importante de motivações no cérebro e da formação deste na infância seria de zero a três anos. Hoje, sabemos que esse período é muito mais longo. Durante toda a infância, há modificações no cérebro, mas ainda assim acreditava-se que aos dez anos essas modificações estariam terminadas e o cérebro estaria pronto. Hoje, a neurociência mostra que não é assim. Primeiro porque as transformações do período da infância, de desenvolvimento do cérebro mesmo, duram toda a infância, ou seja, até os dez, onze anos de idade. Mesmo assim, quando se chega a essa idade, o cérebro ainda não está pronto, vem uma segunda onda de transformações, que são res­ponsáveis pelo comportamento adolescente. Essa divisão faz sentido em termos de desenvolvimento e de aplicação para a educação. Além disso, [a neurociência e o desenvolvimento infantil] são dois assuntos complementares que eu abordo em palestras diferentes nas escolas.
Gestão Educacional: Em que as descobertas sobre o desenvolvimento do cérebro podem contribuir para a educação?
Suzana: Toda vez que você entende melhor o assunto de que trata e com o qual lida na prática, o seu resultado é muito melhor, não só em relação ao desempenho efetivo e bem-estar de professores e alunos, mas também em relação ao aprendizado das várias interações na escola. É claro que você pode ser professor sem saber um pingo de neurociência e descobrir na prática temas e recomendações que a gente pode chegar a dar com a neurociência. Mas juntar forças é extraordinário. Quando se descobre que outras pessoas tratam do mesmo assunto que você, mas de maneiras complementares, ganha-se muito mais informação sobre o que se está fazendo. [O professor] consegue entender melhor “porque funciona melhor quando faço assim na escola com meus alunos”. E isso gera não só resultados melhores e satisfação para todo mundo, mas também aprendizado melhor, que é o que a gente quer na escola.
Gestão Educacional: De que forma os professores podem se aprofundar nessa questão?
Suzana: Há alguns cursos de atualização que oferecem esse tipo de conteúdo. A literatura em inglês já está muito mais avançada. Aqui no Brasil ainda há pouca coisa a respeito. Eu estou preparando um livro especificamente sobre a neurociência voltada à aplicação na escola. A neurociência do aprendizado e do desenvolvimento infantil e de adolescentes.

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http://www.gestaoeducacional.com.br/index.php/reportagens/entrevistas/495-a-neurociencia-do-desenvolvimento-infantil-aplicada-a-educacao

Velho pescador viu muitas coisas estranhas nas águas do Rio Cuiabá...

Dominguinhos lembra vagamente dos apuros que passou nas suas pescarias com estranhos seres que os pescadores mais antigos garantem que ainda hoje vivem no fundo do Rio Cuiabá

NELSON SEVERINO 


– Só o Neguinho D’água eu vi três vezes. Ele aparecia no final da tarde, quando já estava escurecendo, geralmente boiando na frente da canoa ou então andando sobre a água. Nunca ele falou comigo. Acho estranho ele ser chamado de Neguinho D’água, porque era um preto grandão, bem parrudo!...

O depoimento é de um dos mais antigos pescadores da Colônia Z 8, de Santo Antonio de Leverger – Domingos Pascoal de Barros, o Dominguinhos – que passou a maior parte de seus atuais 88 anos pescando no Rio Cuiabá no longo trecho entre a praia Vereda e Barão de Melgaço para criar seus dez filhos – quatro homens e seis mulheres.

Com a visão seriamente comprometida e com dificuldades para falar, Dominguinhos lembra vagamente dos apuros que passou nas suas pescarias com estranhos seres que os pescadores mais antigos garantem que ainda hoje vivem no fundo do Rio Cuiabá.

Mas não são mais tantos, porque com o assoreamento do rio, os poços profundos onde esses seres viviam foram desaparecendo e com eles as lendárias figuras que povoam o imaginário popular, principalmente de pescadores e ribeirinhos...
Um dos maiores apertos que Dominguinhos passou no Rio Cuiabá foi numa tardezinha quando ele e mais dois companheiros subiam o rio de Barão de Melgaço para Leverger, impulsionando o barco a remo, porque o motorzinho da embarcação tinha fundido, com o esforço para impulsionar a embarcação rio acima com três mil quilos de peixes.

De repente numa curva do rio, num lugar muito temido pelos pescadores por causa da sua fundura, surgiu um garrote com uma cabeça descomunal e começou a ameaçar os pescadores. O animal afundava n’água, provocava borbulhas que parece que vinham do fundo do poço e ressurgia com sua enorme cabeça, ameaçando avançar para o barco...

– Aquela coisa que nunca mais eu vi não era um boi normal não! – garante o velho Dominguinhos, que repetia muitas histórias das suas pescarias no Rio Cuiabá para seus parentes, enquanto falava normalmente.

De outra feita, também ao cair da noite, Dominguinhos teve que usar de toda força no remo para se livrar das aparições de um porco bem grande, “com uma cara muito feia”, que surgiu repentinamente na frente do seu barco e insistia em acompanhá-lo, com jeito de quem ia atacá-lo.

– Essas coisas eu vi com meus olhos, não me contaram nada não. Mas nunca me fizeram mal. Eu nunca tive medo. Essas coisas esquisitas não mexiam comigo e eu não mexia com elas – afirma Dominguinhos.

http://www.hipernoticias.com.br/TNX/conteudo.php?sid=180&cid=34317

Piso salarial de professores da educação básica para 2020: R$ 2.886,24

Dyelle Menezes, do Portal MEC O piso salarial dos profissionais da rede pública da educação básica em início de carreira foi reajustado...