terça-feira, 3 de setembro de 2013

"Não posso ser uma menina e ser feliz", diz aluno transgênero de 11 anos


O canadense Wren Kauffman, de 11 anos, volta à escola essa semana e será visto como menino pela primeira vez pelos amigos e professores. Wren nasceu menina, mas, com o apoio da família, assumiu o sexo ao qual sempre acreditou pertencer. As informações são do portal Daily Mail.

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  • AP Photo/Robert F. Bukaty
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Os professores e colegas de escola já sabem da mudança do estudante. Ele passará a usar banheiros e vestiários masculinos. 
Segundo a publicação, Wren sabia desde cedo que era diferente, mas os pais levaram um tempo maior para perceber.
O garoto contou a CTV News que enquanto era tratado como menina se sentia preso a um corpo em que ele não queria estar.
Wendy Kauffman, mãe de Wren, contou que com nove anos ele ficou muito chateado e disse para ela: "'Eu sei que eu sou diferente, eu me sinto diferente a cada dia. Eu não posso ser uma menina e ser feliz". Segundo Wendy, ela fica muito triste por não ter dado atenção ao filho mais cedo.
Os pais entraram em contato com um instituto da Universidade de Alberta que trabalha com minorias sexuais.
Wren tomará injeções para atrasar a puberdade até os 16 anos, quando poderá decidir se quer fazer um tratamento hormonal masculino. Em último caso, quando ele tiver 18 anos, ele poderá fazer uma cirurgia de realinhamento de gênero. 
*Com informações do Daily Mail
http://educacao.uol.com.br/noticias/2013/09/03/nao-posso-ser-uma-menina-e-ser-feliz-diz-aluno-transgenero-de-11-anos.htm

Crianças vão à escola nas férias para comer, na Espanha

SEVILHA, Espanha / Andaluzia, 02 Set 2013 (AFP) - Enquanto alguns aproveitam ao máximo as férias, cerca de 20 alunos recebem orgulhosos seus diplomas em uma escola de Sevilha, uma das dezenas de instituições de ensino que estão abertas na Espanha neste verão para garantir que as crianças comam bem, apesar da crise econômica.

Sentados em uma sala de aula decorada com azulejos, meninos e meninas de 6 a 14 anos esperam impacientes que Blanca García-Tapial, a alma desse projeto na comunidade sevilhana de Torreblanca, diga seu nome e lhes entregue a recompensa de dois meses de trabalho.

"Em setembro, vou entrar no ensino médio, e isso me ajudou muito, sobretudo, no idioma. Melhorei um pouco com os verbos", afirma José Manuel, de 12 anos, vestido com a camiseta de uma equipe de futebol local.
leia mais:
http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2013/09/02/com-espanha-em-crise-criancas-vao-a-escola-nas-ferias-para-comer.htm

Rede estadual: greve continua

Depois de quatro horas de reunião no Palácio Paiaguás nesta segunda-feira (2), representantes do Sindicato dos Trabalhadores de Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT) em greve há três semanas, o secretário de Educação, Ságuas Moraes, deputados da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa (AL) e o governador Silval Barbosa (PMDB), não chegaram a um entendimento com relação à demanda dos grevistas, que permanecem sem voltar às salas de aula. 

leia mais:
http://www.olhardireto.com.br/noticias/exibir.asp?noticia=Apos_4_horas_de_conversa_governador_e_professores_em_greve_nao_entram_acordo_e_paralisacao_continua&id=337527

Boas Práticas: ninguém para trás

No bairro de Rita Vieira, na periferia de Campo Grande (MS), a maior parte das ruas ainda é de terra batida - e muitas delas alagam nas chuvas. Entre terrenos baldios, herança de uma época em que havia muitas chácaras na região, veem-se casas recém-construídas, ainda no tijolo. Entre as residências simples, a imponente Escola Municipal de Tempo Integral Professora Iracema Maria Vicente impressiona. 

Inaugurada em 2009, a escola foi projetada de maneira espraiada e possui espaços dedicados às diversas atividades que seus 570 alunos (do pré ao 5º ano) realizam durante nove horas e meia todos os dias. São quatro laboratórios: dois de tecnologia (e os alunos do 1º e 2º anos possuem, cada um, um notebook), um de artes e outro de ciências. "A criança que fica tanto tempo dentro da escola precisa de espaços e de dinâmicas para não ficar sentada o tempo todo", afirma Aldomira da Cunha Pereira, coordenadora pedagógica do 2º e 3º anos. Os professores também têm espaços próprios: além da sala de professores, existe uma sala de estudos para eles. 




Google empresta seus "brinquedinhos"

Atenção, aventureiros: o Google quer a sua ajuda para mapear o mundo. Isso mesmo. Se você é daqueles que gosta de explorar lugares pouco usuais, que adora fotografar belas e peculiares paisagens ou já se pegou navegando por horas nos ambientes digitalizados disponíveis no Google Street View, essa pode ser sua oportunidade. A empresa vai emprestar exemplares de um de seus equipamentos, a mochila com câmeras acopladas chamada trekker, para usuários dispostos a colaborar com a digitalização de novos ambientes para o Google Maps. 
O anúncio do projeto piloto foi feito na semana passada, com um vídeo empolgante, mas ainda sem muitos detalhes. Até então, apenas empregados do Google e de algumas poucas instituições parceiras, como a Fundação Charles Darwin e a Direção dos Parques Nacionais de Galápagos, ambos das ilhas Galápagos, no Equador, haviam tido a oportunidade de operar os equipamentos que o Google utiliza para mapear paisagens e criar as panorâmicas virtuais do Street View
leia mais:
http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2013/07/google-empresta-seus-2018brinquedos2019

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Como escolas podem transformar alunos em bons leitores

Boa gestão, definição de metas e formação de professores são alguns dos fatores que influenciam a capacitação dos alunos para a leitura. A conclusão é da tese de doutoramento de Suely Nercessian Corradini, pesquisadora e diretora pedagógica do colégio Vital Brasil, em São Paulo.
O estudo, realizado na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), analisou as práticas desenvolvidas por três instituições — duas particulares e uma pública — que estão entre as que obtiveram a melhor avaliação no exame internacional Pisa em 2009. Coordenado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Pisa é uma das avaliações educacionais mais respeitadas do mundo: realizada a cada três anos, pretende aferir a qualidade do ensino em nações que pertencem à OCDE, as mais desenvolvidas do planeta, além de países convidados, caso do Brasil.
A prova é aplicada a estudantes com 15 anos de idade, não importando a série escolar que eles frequentam. A prova avalia a competência dos alunos em leitura, matemática e ciências — havendo, a cada edição, ênfase em um dos componentes. Em 2009, edição analisada pela pesquisadora brasileira, o foco foi leitura.
"A capacidade de leitura não está atrelada apenas ao conhecimento de língua portuguesa. Ao contrário, é o eixo de todas as disciplinas", diz Suely. "O jovem que não consegue ler e interpretar um texto, não consegue assimilar nenhum outro conteúdo curricular." Confira a seguir cinco características comuns das escolas em que os alunos apresentaram bom desempenho em leitura.
leia mais Cinco características das escolas bem avaliadas no Pisa
http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/como-escolas-podem-transformar-alunos-em-bons-leitores

Escritas: entre o errado grosseiro e o aceitável

Durante muito tempo, ninguém duvidou que o desempenho dos falantes pudesse ser qualificado em certo e errado. Mas, há pelo menos dois séculos, essa tese caiu em desuso. A questão ainda não é bem compreendida, mas a confusão atual é um indício de avanço. Bem ou mal, as variedades (antes) tidas por erradas são levadas em conta, até aceitas, desde que fiquem em seu lugar. Mais na prática do que na teoria, diria.
Para tentar esclarecer a questão, proponho um conjunto de teses que se complementam.
1. Obviamente, existem formas certas e outras erradas (de falar e de escrever). Dizer o contrário seria desconhecer valores sociais e históricos. As formas (avaliadas como) certas e erradas de falar têm o mesmo estatuto das formas (avaliadas como) certas e erradas de se vestir, de portar-se à mesa etc.
leia mais:
http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/2013/306/lingua-modos-de-usar

Centro de Referências em Educação Integral

O anúncio de que quase seis milhões de estudantes estarão no Mais Educação, programa do governo federal de Educação Integral, reacende o debate sobre como fortalecer o trabalho de gestores, diretores escolares e educadores que vivem em seu cotidiano essa realidade. Como gerir parcerias entre escola e comunidade? Como financiar ações entre diferentes secretarias e órgãos públicos? Como identificar espaços comunitários que podem apoiar o processo de ensino-aprendizagem?
Essas e outras questões serão respondidas pelo Centro de Referências em Educação Integral, plataforma gratuita lançada em São Paulo, por quinze organizações governamentais e não governamentais. Entre elas estão o MEC (Ministério da Educação), a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) e o Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância). 
A proposta é apoiar a pesquisa, o desenvolvimento, o aprimoramento e a difusão de experiências e ferramentas que contribuam para a implementação e gestão de ações e programas ligados à educação integral. A ideia é que escolas, organizações, redes e governos possam, a partir desses materiais, estruturar e qualificar suas atividades. Futuramente, o Centro de Referências oferecerá, inclusive, formações presenciais e a distância e orientação direta a escolas e gestores municipais e estaduais
veja o site: http://educacaointegral.org.br/

Nome de ditadores em Escolas Públicas

RIO E SÃO PAULO - Na Escola Municipal Presidente Médici, em Bangu, na Zona Oeste do Rio, boa parte dos alunos tem pouco a dizer sobre o general que governou o país de 1969 a 1974. “Minha vó falou que ele era um sanguinário”, conta uma aluna do 8º ano. “O professor de Geografia disse que ele não era uma boa pessoa”, afirma uma colega de sala, de 14 anos, quando perguntada sobre o gaúcho ditador, responsável pelo período de maior recrudescimento à liberdade de expressão na ditadura militar brasileira. Dentro da unidade, porém, há um mural com fotos do homenageado e, segundo professores, o nome do colégio é usado para abordar o assunto em sala.
— Durante a aula, temos que explicar o período Médici deixando que eles tenham o seu próprio olhar sobre o ex-presidente, com senso crítico. Nossa função é fazer o aluno se colocar nesse debate. Explicar a razão da homenagem e contextualizá-la com a época — argumenta Gabriella Fernandes Castellano, professora de História.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/educacao/brasil-tem-quase-mil-escolas-com-nomes-de-presidentes-da-ditadura-9782672#ixzz2djerevfY 
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Aceleração para o ensino médio

O Ministério da Educação (MEC) está desenvolvendo um programa para acelerar estudantes com idade entre 15 e 17 anos que ainda estão no ensino fundamental para que eles acessem o ensino médio. As ações do Programa Nacional de Adequação de Idade/Ano Escolar serão voltadas para cerca de 2,6 milhões de jovens nessa faixa etária que ainda não conseguiram passar do 9.º ano.
O programa está sendo elaborado pelo MEC e é uma das ações planejadas para o plano geral de reformulação do ensino médio, chamado de Compromisso Nacional Pelo Ensino Médio. A proposta para essa fase, considerado o maior gargalo da educação do País, está em debate com o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) desde o ano passado. As redes estaduais dominam as matrículas nessa etapa.
http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2013-09-01/ministerio-da-educacao-quer-plano-para-acelerar-educacao-de-alunos-atrasados.html

Professores desistem de dar aula

A cada dia, oito professores concursados desistem de dar aula nas escolas estaduais paulistas e se demitem. A média de pedido de exoneração foi de 3 mil por ano, entre 2008 e 2012. Salários baixos, pouca perspectiva e más condições de trabalho estão entre os motivos para o abandono de carreira.
Os dados obtidos pela reportagem por meio da Lei de Acesso à Informação são inéditos. A rede tem 232 mil professores - 120,8 mil concursados, 63 mil contratados com estabilidade e 49 mil temporários. A fuga de professores também é registrada na rede municipal de São Paulo, mas em menor escala. As escolas paulistanas têm média de 782 exonerações por ano desde 2008.
http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2013-09-01/tres-mil-professores-desistem-de-dar-aula-em-sao-paulo-todos-os-anos.html

domingo, 1 de setembro de 2013

Programa de saúde emocional é desenvolvido com mais de três mil alunos da rede municipal de Cuiabá


Cerca de três mil alunos do 2° ano de escolas da rede municipal de Cuiabá estão aprendendo de maneira lúdica a conviver com as diferenças, respeitar o próximo e lidar com as dificuldades do dia a dia. O trabalho é desenvolvido por meio do Programa de saúde emocional “Amigos do Zippy”, implementado pela Secretaria Municipal de Educação em parceria com a Associação pela Saúde Emocional de Crianças (ASEC).
O programa Amigos do Zippy, conforme a presidente da ASEC, Tania Pires, foi criado para atender crianças de 6 e 7 anos de idade. Desenvolvido por uma equipe multidisciplinar de especialistas internacionais, ele é aplicado pelos próprios professores em sala de aula. “É um programa comprovadamente eficaz que ajuda as crianças a desenvolverem habilidades emocionais e sociais que funcionam como fatores de proteção para promover sua saúde mental”.
Em Cuiabá ele está sendo realizado desde o mês de maio em 35 escolas da rede municipal, beneficiando 3.368 crianças e 124 educadores, que trabalham com turmas do 2° ano do ensino fundamental.

leia mais:
http://www.cuiaba.mt.gov.br/noticias?id=7389

Livro de brasileiros reúne iniciativas que transformam escolas pelo mundo

Na Green School, em Bali, na Indonésia, alunos de diferentes nacionalidades convivem com cores, sons, árvores e animais
Foto: Educ-ação / Divulgação
Escolas que se transformaram em comunidades de aprendizagem, reinventadas com base em sua realidade local, onde pais são educadores e professores também aprendem todos os dias. Assim são as escolas visitadas por um grupo de brasileiros que criou o projeto Educ-ação, um livro que vai reunir 13 iniciativas inusitadas e inspiradoras. Por um ano, o quarteto revezou-se em viagens por nove países para conhecer espaços que conseguiram se reinventar. Para além de métodos e estratégias de gestão, o livro, que será lançado em outubro, mostra que as mudanças estão no comprometimento e na paixão de quem faz a educação acontecer.
Um dos idealizadores do projeto, o jornalista André Gravatá conta que percebeu o quanto a simplicidade de algumas práticas pode ser transformadora para a aprendizagem. Nas cinco escolas visitadas da rede Escolas Experimentais (do espanhol, Escuelas Experimentales), localizadas em Ushuaia, na Argentina, as aulas terminam com um momento compartilhado, em que alunos e professores se reúnem para comer, cantar e dançar. Na reunião de pais, que acontece mensalmente, educadores, alunos e suas famílias fazem pizza. Enquanto conversam sobre a educação dos filhos, vendem as pizzas para a comunidade local. "Essa é uma prática super simples que reinventa o que é a reunião de pais. Coloca o pai na escola de uma maneira informal e reconecta a comunidade com a escola", diz Gravatá.
http://noticias.terra.com.br/educacao/livro-de-brasileiros-reune-iniciativas-que-transformam-escolas-pelo-mundo,9f774d3783ac0410VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html

Vítima de bullying lança livro sobre o assunto na Bienal do Rio

RIO - Quando era adolescente, o escritor João Pedro Roriz precisava sair da escola correndo, para não apanhar de outros alunos. Hoje, adulto bem-sucedido, ele não se esquece das experiências desagradáveis que vivenciou. Mas não tem ressentimentos. Sua forma de lidar com a questão foi justamente levantar a bandeira contra o bullying e correr colégios do Brasil com palestras e esquetes teatrais que retratam o problema. Em sua mais recente investida sobre o tema, ele escreveu o livro “Bullying não quero ir para escola!” (Paulinas), que lança neste domingo na Bienal do Livro.
A obra conta a história dos jovens Júnior e Sara que estudam na mesma escola e sofrem diversos assédios pelos colegas. Na rotina desses dois tem espaço para fofoca, agressão, deboches e ameaças. O tema é sério, mas o livro passa longe de qualquer caretice, e tem até lugar para um romance vivido entre os protagonistas.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/educacao/vitima-de-bullying-lanca-livro-sobre-assunto-na-bienal-do-rio-9762896#ixzz2den3uRIF 
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Pensadores da Educação


Tão antigo quanto a Filosofia, o pensamento educacional se desdobra em várias correntes. Clique no link abaixo e nas imagens dos pensadores para conhecer séculos de reflexões sobre o ofício de educar.


http://educarparacrescer.abril.com.br/pensadores-da-educacao/

sábado, 31 de agosto de 2013

Estudante de 11 anos é admitido em universidade do Texas

Com apenas 11 anos, Carson Huey-You é o aluno mais novo a ser admitido na história da Texas Christian University. Carson, que quer ser físico quântico, tem aulas de cálculo, física, história e religião no primeiro semestre da universidade.
O garoto tinha apenas 10 anos quando se candidatou para a graduação -- ele fez 1.770 pontos de 2.400 possíveis no SAT (espécie de Enem americano) e fala mandarim. A mãe dele afirma que o menino já lia livros com dois anos e fazia contas de multiplicação e divisão aos tr~es anos.
leia mais:
http://educacao.uol.com.br/noticias/2013/08/30/estudante-de-11-anos-e-admitido-em-universidade-do-texas.htm

Dormir para lembrar

Atravessar noites em claro, mesmo que seja estudando, não é a melhor forma para fixar informações. Quando somos privados de sono a capacidade de concentração, resolução de problemas lógicos e a memória operacional são prejudicadas. Mesmo as questionáveis pontuações de quociente intelectual (QI) diminuem significativamente quando a pessoa passa muito tempo acordada. “Um adulto em estado de vigília contínua por 21 horas tem aptidões equivalentes às de alguém alcoolizado a ponto de ser legalmente impedido de dirigir”, afirma o professor Sean Drummond, da Universidade da Califórnia em San Diego. Segundo ele, passar duas ou três noites seguidas dormindo tarde e acordando cedo pode provocar o mesmo efeito.

Um estudo recente realizado por especialistas da Universidade de Lubeck, na Alemanha, com 191 adultos, mostrou que dormir bem durante a noite é fundamental para nos lembrarmos melhor do que aprendemos. Os cientistas alemães realizaram especificamente dois experimentos. Num experimento foi pedido que cada participante memorizasse 40 pares de palavras; em outro, as pessoas deveriam participar de um jogo da memória. Em cada uma das atividades, metade dos voluntários era informada que faria testes para avaliação do aprendizado do dia dentro de dez horas, enquanto a outra metade fazia o teste de surpresa. Somente alguns voluntários puderam dormir durante o período entre as tarefas e a avaliação. Os autores do estudo descobriram que aqueles que descansaram obtinham melhores resultados nos testes de memória do que os que ficavam acordados, ainda que estudando.

leia mais:
http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/dormir_para_lembrar.html

“A educação das crianças hoje não pode ser a mesma que foi dada a seus avós”, Maria Pilar

Diferentemente da educação do passado, a escola contemporânea precisa articular diversos espaços para garantir a aprendizagem de seus alunos. Além de expandir o potencial criativo de crianças e jovens e criar laços com as famílias, as instituições de ensino do século 21 têm a tarefa de abrir suas portas e estabelecer parcerias e vínculos com as comunidades onde estão inseridas. Ou seja, a criança que entra na escola hoje não pode encontrar a mesma estrutura pedagógica de quando estudaram seus avós.
Esses são os desafios que Maria do Pilar Lacerda, diretora da Fundação SM e ex-secretária de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), cargo que exerceu entre 2007 e 2012, enxerga para o futuro da educação brasileira. Pilar participou da formulação do programa Escola Integrada, para o ensino fundamental de Belo Horizonte, que desde 2006 estende as oportunidades de aprendizagem para além da sala de aula, apropriando-se dos equipamentos urbanos disponíveis e aproveitando o potencial educativo existente no entorno das escolas.
Leia a entrevista: http://portal.aprendiz.uol.com.br/2013/08/22/pilar-lacerda-%E2%80%9Ca-educacao-das-criancas-hoje-nao-pode-ser-a-mesma-que-foi-dada-a-seus-avos%E2%80%9D/

Educação integral em tempo integral no DF

O Centro de Ensino Fundamental (CEF) Arapoanga, localizado em Planaltina, no Distrito Federal (DF), não toca sirene há 11 anos. Em vez do repetitivo alarme, a escola toca música para sinalizar o fim das aulas. “Como o bairro onde estamos é muito violento, sempre tem sirene de polícia e ambulância. Nós não tocamos para o aluno não identificar com aquilo que vê na rua”, explica Jordenes Ferreira da Silva, diretor da escola.

O CEF Arapoanga é uma das 23 instituições de ensino do DF escolhidas para a implantação do Programa de Educação Integral em Tempo Integral (PROEITI). Desde o início de 2013, 6.831 estudantes são atendidos em 231 turmas pelo projeto da Secretaria de Educação do estado. Segundo Jeovany Machado, coordenador estadual de Educação Integral, a pasta pretende dobrar o número de escolas no PROEITI em 2014. Nessa primeira etapa, foram escolhidas escolas situadas nas regiões de maior vulnerabilidade social e com altos índices de violência.
“Durante a construção do projeto, houve reuniões com a comunidade para explicar sobre essa nova forma de atendimento, para que eles pudessem sugerir atividades interessantes para que os estudantes da região se aperfeiçoassem”, relata Machado.

leia mais:
http://portal.aprendiz.uol.com.br/2013/08/28/educacao-integral-no-df-contempla-anseios-da-comunidade/

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Blairo Maggi classifica greve como abusiva e diz que professores já tiveram reposição

A greve dos professores da rede pública estadual que dura pouco mais de duas semanas e atinge mais de 470 mil alunos é considerada abusiva pelo ex-governador e senador Blairo Maggi (PR-MT) e traz enormes prejuízos aos estudantes, familiares e ao Estado.

A paralisação é abusiva porque, no entendimento do congressista, os professores foram a categoria que mais alcançou benefícios do governo estadual nos últimos dez anos.

“O que eles tiveram de aumento salarial de 2003 para cá... Foi recomposto tudo que eles tinham para traz no governo Dante, de reposição, 100% reposto. Ganho anual de 3% ou mais, como tiveram, e vir fazer greve agora?”, indaga.

leia mais:
http://www.olhardireto.com.br/noticias/exibir.asp?noticia=Maggi_ve_greve_como_abusiva_e_diz_que_professores_ja_tiveram_reposicao&id=336905

Declaração para um novo ano

20 para 21  Certamente tivemos que fazer muitas mudanças naquilo que planejamos em 2019. Iniciamos 2020 e uma pandemia nos assolou, fazendo-...