quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Extrato do Fundeb para Cuiabá, outubro 2013

Extrato de repasses de recursos do FUNDEB para Secretaria Educação de Cuiabá/Outubro 2013
TOTAISORIGEM ITRR$ 538.483,57 C
ORIGEM IPVAR$ 124.384,87 C
ORIGEM ITCMDR$ 87.183,95 C
ORIGEM IPI-EXPR$ 62.526,80 C
ORIGEM ICMS ESTR$ 6.536.883,60 C
ORIGEM ICMS-ESTR$ 2.078.699,81 C
ORIGEM FPER$ 1.344.368,36 C
ORIGEM FPMR$ 1.124.220,57 C
ORIGEM LEI87/96R$ 41.238,40 C
ORIGEM IPVR$ 108.565,97 C
DEBITO FUNDOR$ 0,00 D

CREDITO FUNDOR$ 12.046.555,90 
Fonte: Banco do Brasil



Total de repasses de 
janeiro a outubro 

R$104.809.924,24

Educação infantil em discussão pelos países do MERCOSUL

Começou na terça-feira, dia 05/10/2013, às 9h, no auditório da CAPES, em Brasília, o Seminário Internacional Políticas Públicas para a Educação Infantil no MERCOSUL. Promovido pela UNESCO no Brasil e pelo Ministério da Educação (MEC), o seminário visa discutir as experiências legislativas dos países do MERCOSUL com relação à educação infantil e às possibilidades de se construir princípios e parâmetros para a educação na primeira infância em todo o bloco. Estarão presentes autoridades de todos os países membros do MERCOSUL, além de especialistas nacionais e internacionais.
O seminário foi proposto no âmbito das discussões do setor educacional do bloco, sobretudo, em decorrência dos debates do Grupo de Trabalho de Educação Infantil. Nele, haverá também a apresentação do resultado da pesquisa, “Educação infantil nos países do MERCOSUL: análise comparativa da legislação”, desenvolvida em parceria da UNESCO no Brasil e o MEC. A pesquisa buscou analisar, comparativamente, os dispositivos legais que determinam e balizam as políticas públicas de educação infantil no conjunto de países que integram o bloco.
Entre as temáticas propostas pelo seminário estão os desafios para a implementação de políticas públicas na área e a troca de experiências dos países para a inclusão e a diversidade na educação primária.
 Espera-se que o encontro entre pesquisadores, ministros de Educação dos países do MERCOSUL e professores convidados contribua com o processo de universalização da pré-escola e com a ampliação da atenção às crianças de 0 a 5 anos, por meio da socialização da legislação de todos os países, entre outras ações. Estimulando a mobilidade, o intercâmbio e a formação de uma identidade e cidadania regional, o objetivo é alcançar também, uma educação de qualidade para todos, com atenção especial voltada aos setores mais vulneráveis.

Local: Auditório da CAPES, no SBN Quadra 2 - Lote 6, Bloco L - Edifício CAPES, Brasília, DF
Data: 5 e 6 de novembro, das 9h às 16h30



Mais informações:
UNESCO no Brasil - gcomunicacao(at)unesco.org.br 
Ana Lúcia Guimarães, (61)2106-3536, (61) 9966-3287, a.guimaraes(at)unesco.org 
Roberta Pinheiro, (61) 2106-3538, roberta.pinheiro(at)unesco.org.br
http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/about-this-office/single-view/news/early_childhood_education_is_discussed_by_mercosur_countries/#.UnlC6XDBMtI

‘Só dinheiro não garante ensino de qualidade’, diz economista professor de Harvard

Richard Murnane

MARCELLE RIBEIRO

Para Richard Murnane, se professores não dispõem do conhecimento necessário, dar incentivos financeiros a eles não adianta


RIO - Para o economista Richard Murnane, professor da Universidade de Harvard, melhorar a Educação não é uma questão apenas de ter dinheiro, mas de saber como usá-lo. Se os professores não dispõem do conhecimento necessário, dar incentivos financeiros a eles não vai adiantar, diz. Murnane, que esteve no Brasil para um seminário do Instituto Alfa e Beto, e é coautor de um livro sobre desigualdade de renda e educação, afirma que famílias mais ricas investem mais nos filhos.

O GLOBO - Uma pesquisa sua e de Greg Duncan mostra que as diferenças nos resultados de Matemática e leitura de crianças de baixa renda e de renda alta nos Estados Unidos são maiores hoje que antigamente. Por quê?
RICHARD MURNANE - Isso é correto, mas não significa que os resultados das crianças de baixa renda tenham caído. Eles melhoraram, modestamente. O problema é que as conquistas dos alunos de famílias de classes mais altas melhoraram muito mais. A explicação está em parte relacionada às consequências das crescentes desigualdades de renda nos Estados Unidos. Todas as famílias fazem o seu melhor para cuidar dos filhos. O que as de renda alta perceberam é que a melhor maneira de cuidar dos filhos é investir na educação e nas habilidades deles. Elas apostaram em acampamentos de verão, em tutorias e em uma variedade enorme de atividades para aumentar as chances das suas crianças. E se mudaram para vizinhanças em que outras famílias também têm alta renda. As de baixa renda não conseguiram fazer estes investimentos.

Qual é o tamanho das diferenças de resultados entre crianças de baixa e de alta renda?


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/educacao/so-dinheiro-nao-garante-ensino-de-qualidade-diz-economista-professor-de-harvard-10677198#ixzz2jgZTcijD 

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Instrução Normativa 001/2014



 Instrução Normativa 001/2014
Basta clicar na figura para acessar a Instrução Normativa 001/2014


Vinte e quatro escolas da rede municipal conquistam premiações no Pintando a Copa 2013

Os melhores desenhos do Projeto Pintando a Copa 2013 já foram selecionados e as escolas da rede municipal de Cuiabá foram as que conquistaram o maior número de prêmios. Do total de 46 desenhos premiados, 24 foram para as escolas municipais de Cuiabá.
A solenidade de entrega dos prêmios será na próxima quinta-feira (07) às 9h30 no Palácio Paiaguás, Centro Político Administrativo.
Dois alunos da rede municipal de Cuiabá conquistaram o primeiro lugar no concurso. A aluna Julia Aparecida Arruda da escola Tereza Lobo conquistou o melhor prêmio na modalidade 1° ao 3° ano do Ensino Fundamental e a aluna Emmanuelly Ferreira Martins, da escola Lenine de Campos Póvoas, venceu na modalidade 7° ao 9° ano do Ensino Fundamental.
A premiação foi dividida nas categorias Estudante e Escola. A avaliação da categoria Estudante teve seis modalidades: educação infantil; os três ciclos do ensino fundamental; ensino médio; e EJA (Educação de Jovens e Adultos). Em cada uma dessas modalidades teve premiação para aluno com deficiência.
Na categoria Escola foi selecionado o melhor vídeo documentário, modalidade que consiste no registro de atividades de integração da comunidade escolar com os preparativos da Copa do Mundo.
Além dos dois prêmios de primeiro lugar, as escolas da rede municipal conquistaram na categoria Estudantes três premiações de segundo lugar; quatro de terceiro lugar; quatro de quarto lugar; dois de quinto; e cinco prêmios para alunos com deficiência.
Na categoria Escola a rede municipal levou cinco prêmios do total de dez, sendo um de terceiro lugar e cinco de destaque.
A escola Nossa Senhora Aparecida, do bairro Novo Colorado, foi a que conquistou o maior número de prêmios. Ao todo foram nove premiações. Em seguida vem a escola Tereza Lobo, do bairro Dom Aquino, com cinco prêmios. A escola Jescelino José Reiners, do bairro Novo Horizonte, conquistaram três premiações e a Lenine de Campos, do bairro Jardim União, duas.
As escolas Maria Dimpina Lobo Duarte, Guilhermina de Figueiredo, Ana Tereza Arcos Krause, Padre Raimundo Pombo e Rafael Rueda levaram um prêmio cada.
Os cinco primeiros lugares da categoria estudante serão premiados, respectivamente, com um notebook; um videogame; um tablete de 32 gigas; um smartphone; e uma máquina fotográfica digital.
Na categoria Escola os 10 melhores vídeos selecionados serão premiados com um notebook com Data show, para o primeiro colocado; um Data show para o segundo lugar; o terceiro lugar um notebook. Os demais ganharão uma máquina fotográfica digital.
Os professores cujos alunos ficaram em primeiro lugar serão premiados com uma televisão de LED de 42 polegadas.
Os desenhos e vídeos foram avaliados por uma comissão formada por representantes das Secretarias de Educação do Estado e dos municípios de Cuiabá e Várzea Grande, sob a coordenação do assessor especial da Secopa, Agripino Bonilha. 


http://www.cuiaba.mt.gov.br/noticias?id=7754

Conheça uma escola pública construída em harmonia com a natureza

Construída em 1997 no meio de uma floresta em Seattle, a escola pública Island Wood foi pensada com o objetivo de oferecer às crianças uma série de experiências de educação e cidadania que vão além da sala de aula. O centro de aprendizagem toma como base para o aprendizado a convivência dos alunos com a natureza. Além das lições e atividades tradicionais, são oferecidas aos alunos trilhas, aulas de como cultivar e cozinhar alimentos e outras atividades de integração com a fauna e a flora.
A escola foi fundada pelo casal Debbi e Paul Brainerd, moradores de Bainbridge Island, que fica nas proximidades. Inspirados pelos desejos de aventura e exploração das próprias crianças da região, criaram uma instituição sem fins lucrativos, totalmente integrada à natureza e pensada para passar adiante valores ligados à sustentabilidade e ao respeito ao meio ambiente.

http://catracalivre.com.br/geral/sustentavel/indicacao/seattle-tem-escola-publica-no-meio-da-floresta/

Comissão de Educação aprova dança e teatro como disciplinas obrigatórias

Proposta ainda será analisada pela CCJ.
Dep. Raul Henry (PMDB-PE)
Henry: medida contribuirá para a efetivação do ensino em tempo integral.
A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou proposta que estabelece como disciplinas obrigatórias da educação básica as artes visuais, a dança, a música e o teatro. O texto altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB –9.394/96), que, atualmente, entre os conteúdos relacionados à área artística, prevê a obrigatoriedade somente do ensino da música.
Foi aprovado o substitutivo do relator, deputado Raul Henry (PMDB-PE), ao Projeto de Lei 7032/10, do Senado. O texto original determinava a inclusão da música, das artes plásticas e das artes cênicas no currículo das escolas do ensino fundamental.
Henry lembrou que a LDB já previa o ensino das artes nos currículos da educação básica, mas não especificava quais eram as essas "artes". “Era preciso regulamentar isso”, apontou. Ele disse que optou por deixar explícita na lei as linguagens em que há cursos de formação em licenciatura nas universidades brasileiras. “Essa era uma demandas das faculdades de dança, teatro e artes visuais [artes plásticas, fotografia e cinema, entre outras]”, comentou.
Ensino integral
O relator acrescentou que, no momento em que ganha força a ideia da educação em tempo integral, a valorização curricular das diferentes linguagens artísticas contribuirá para a efetivação desse novo modelo de escola.
Anna Izabel Nunes
Cultura - Dança - Grupo Criandança
Se a proposta virar lei, escolas terão cinco anos para se adaptar ao novo currículo.
Para o professor de música Luciano Mendes, o ensino de variadas artes vai facilitar a assimilação de outros conteúdos, além de manter vivo o lado criativo dos alunos. Ele acredita que a inclusão dessas disciplinas não vai tornar o currículo mais pesado. "O estudo da música e de outras artes na escola não precisa ter o mesmo peso das outras matérias. É possível trabalhar o conteúdo de artes de uma maneira que não seja cansativa para o estudante", declarou.
O texto determina um prazo de cinco anos para que as instituições de ensino se adaptem ao novo currículo.
Tramitação

A proposta, aprovada no último dia 16, ainda será analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).

Íntegra da proposta:

Reportagem – Karla Alessandra
Edição – Marcelo Oliveira



http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/EDUCACAO-E-CULTURA/456284-EDUCACAO-APROVA-DANCA-E-TEATRO-COMO-DISCIPLINAS-OBRIGATORIAS-DO-ENSINO-BASICO.html

“Na escola, a homofobia é escondida pela tolerância mascarada”, diz pesquisadora

Para a socióloga Miriam Abramovay, escolas não sabem combater o preconceito contra homossexuais

A violência nas escolas não é um fenômeno atual. As agressões verbais, físicas, a discriminação e o ciberbullying são situações comuns no ambiente educacional e refletem o que a sociedade machista ainda estabelece como norma: o aluno branco, heterossexual, de classe média e de religião católica que é aceito.
Essa é a opinião de Miriam Abramovay, que coordenou diversas pesquisas da Unesco e atualmente coordena a Área de Juventude e Políticas Públicas da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais.
Ao iG, ela debateu ainda o preconceito e a homofobia dentro do ambiente escolar e a dificuldade das instituições de ensino para lidarem com a questão. Confira a entrevista abaixo.

Divulgação
Socióloga estuda violência escolar

iG: O que é caracterizado como violência escolar? É interessante notar que não é só uma violência, mas muitas. Existe uma violência na escola e também a violência da escola. Sabemos que o espaço da escola não é um oásis, não é um local protegido. Então toda a violência que permeia a sociedade está na escola. Mas ela não só é responsável por reproduzir a violência, mas também produzir a sua própria violência.
Eu costumo separar em duas essas violências: a primeira é a chamada violência dura, que é aquela que vem do tráfico dentro da escola, do aluno que leva arma, causa brigas e morte. É aquela violência que encontramos no código penal. Ela chama muito a atenção, mas ainda não é o tipo de violência principal. É a microviolência que está no cotidiano dos estudantes, que é a agressão verbal, o preconceito e em alguns casos a agressão física.
A escola é um local onde as relações sociais são muito tensas, onde se estabelecem vários tipos de problemas, de contradições. Isso acaba aparecendo através do racismo, do preconceito, da homofobia. Geralmente é o aluno branco, heterossexual, de classe média, de religião católica que é aceito, essa é a norma.
iG: E isso pode contribuir para evasão escolar?
Continue lendo:
http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2013-11-03/na-escola-a-homofobia-e-escondida-pela-tolerancia-mascarada-diz-pesquisadora.html

MEC disponibiliza Manual Operacional da Educação Integral

Os diretores, vice-diretores e coordenadores das 49,4 mil escolas públicas que participam do programa Mais Educação já podem consultar, ler e imprimir o Manual Operacional da Educação Integral. O documento foi elaborado pela diretoria de currículos da Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC para orientar os gestores das escolas sobre o funcionamento do programa.

O manual, que tem 77 páginas, aborda em detalhes todos os pontos do Mais Educação – da legislação aos recursos destinados às escolas, da relação da escola com a comunidade à descrição da importância da música, da leitura, do esporte na formação humana. Relaciona o conjunto das atividades que a escola pode escolher de acordo com sua realidade, número de estudantes ou localização – na área urbana ou no campo. E orienta sobre a exigência do acompanhamento pedagógico que se tornou obrigatório em 2013.

O acompanhamento pedagógico, segundo o coordenador de ações educacionais complementares da SEB, Leandro Fialho, tem peso importante no aprendizado, especialmente em língua portuguesa e matemática. O acompanhamento é o que já se chamou de reforço escolar e de dever de casa, explica Fialho.

Da página 45 à 76, o manual trata da composição dos kits que apoiam as atividades da jornada ampliada ou da educação integral e os recursos que a escola vai receber. No macrocampo denominado comunicação, uso de mídias e cultura digital, a escola tem oito opções. Se escolher, por exemplo, trabalhar com vídeo, o kit deste item é composto por câmera filmadora, estabilizador, ilha de edição, software da área e tripé. O recurso de capital para aquisição dos equipamentos é de R$ 8 mil.

O manual também detalha a forma de adesão ao programa, as etapas de habilitação, a divisão de responsabilidades e tarefas das secretarias de educação de estados e municípios e das escolas, o número mínimo de horas diárias da jornada escolar e da jornada semanal.

Ionice Lorenzoni

Acesse o Manual Operacional da Educação Integral

http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=19212

Alunos a partir de seis anos estudarão língua inglesa

Um projeto-piloto, desenvolvido em parceria entre a Secretaria da Educação de São Paulo e o Ministério da Educação e Cultura da Holanda, implantará este ano o ensino da língua inglesa para 1,5 mil estudantes dos 1°, 2° e 3° anos do ensino fundamental de 10 escolas estaduais de diferentes regiões do Estado. É a primeira vez que o idioma será oferecido para crianças com 6 anos nas escolas estaduais.
Segundo a Secretaria da Educação, será utilizado o método de ensino Early Bird, com assessoria da Universidade de Ciências Aplicadas de Roterdã (RUA). É uma metodologia de ensino diferente, especializada na faixa-etária estipulada como alvo, que trabalha a oralidade sem comprometer a alfabetização. O lançamento do projeto contou com a presença do secretário da Educação, professor Herman Voorwald, e dos 60 educadores da rede estadual que serão os primeiros a oferecer estas aulas de inglês já a partir deste mês.
Os alunos terão aulas duas vezes por semana.  Para os professores, a Secretaria implantou na Escola de Formação e Aperfeiçoamento do Professor (Efap) um curso especializado com duração de uma semana. A abertura da formação nesta segunda-feira teve a participação, por videoconferência direto da Holanda, com o professor Karel Philipsen. Ele é diretor do Centro Early Bird, que inspirou o projeto paulista.
O projeto começa nestas primeiras 10 escolas e no próximo ano letivo, mais 40 unidades de ensino de outras 40 diretorias de ensino oferecerão  as aulas para cerca de 8 mil crianças a partir dos 6 anos.
A parceria com Holanda foi firmada por ser um país referência no ensino do segundo idioma durante a alfabetização.
http://noticias.terra.com.br/educacao/sp-alunos-a-partir-dos-6-anos-terao-aulas-de-ingles-em-escolas-estaduais,5c7a70e5db322410VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html

Ministérios da Educação apontam o que esperam da escola em evento em SP

Representante dos EUA defendeu uso das
tecnologias  para acelerar o aprendizado
Como a tecnologia pode contribuir para a melhoria do aprendizado? Considerada uma pergunta central em quaisquer que sejam os debates sobre inovação em educação, foi esse o questionamento que também permeou as discussões do I Latin America Leadership Summit, realizado pela Bett, reconhecida feira de eventos britânica voltada à tecnologia educacional. O encontro de lideranças ocorreu na quinta-feira e hoje em São Paulo e reuniu palestrantes de mais de 30 países, a maioria deles representantes de ministérios de Educação e governos latino-americanos. Estiveram presentes também autoridades educacionais de Finlândia, Coreia do Sul e Estados Unidos.
Em comum, os mais diversos países compartilharam o que esperam da educação que oferecem daqui para frente. Alguns dos mais bem colocados nos rankings internacionais de qualidade da educação compartilharam seus desafios, que passam por flexibilizar e humanizar o ensino ou melhorar a formação de quem já saiu da escola. Entre os latino-americanos, que ainda não superaram totalmente a discussão da garantia da infraestrutura adequada, já há movimentos que colocam a inovação em sala de aula na pauta.

Veja o relato sobre os países:
http://noticias.terra.com.br/educacao/ministerios-da-educacao-apontam-o-que-esperam-da-escola-em-evento-em-sp,7512553849512410VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html



segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Conheça os ‘milagres’ de diretores que driblam a falta de recursos em escolas públicas.

BRASÍLIA - O que faz uma escola ser boa? Não existe resposta única, mas ninguém duvida de que uma gestão competente abra caminho - e seja decisiva - para o ensino de qualidade. De olho nas melhores experiências da rede pública, o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) entregou ontem o Prêmio Gestão Escolar a 27 colégios de ensino fundamental e médio.
A vencedora foi a Escola Estadual Luiza Nunes Bezerra, no município de Juara (MT), a 640 quilômetros de Cuiabá, que ficou em 1º lugar, com o título de Referência Brasil e R$ 30 mil em dinheiro. Ela foi selecionada dentre 9 mil colégios inscritos. Na última etapa, superou outras quatro escolas estaduais: de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte e Roraima. As finalistas receberam R$ 10 mil.
A entrega do prêmio reuniu os diretores em Brasília, um dia após voltarem de uma viagem de 17 dias aos Estados Unidos, onde visitaram colégios e conversaram com gestores de ensino. A diretora Sibeli Lopes está à frente da escola em Mato Grosso e admite que seu orçamento é bem menor do que gostaria. Mas trabalha para fazer valer cada centavo, com foco na aprendizagem dos estudantes:
— A gente faz milagre — resumiu Sibeli, de 34 anos.
Professora de matemática, ela foi eleita diretora há dez meses e diz que o segredo está no empenho dos professores. Mas não é só isso: trabalha-se muito fora das salas de aulas. A começar pelo telefone: a equipe da diretora liga para as famílias dos estudantes que faltam para saber o motivo da ausência.
- Nós incomodamos (os pais). E eles gostam de ser incomodados - disse Sibeli.
O resultado é que a evasão é igual a zero, num total de 870 alunos do 1º ao 9º ano do ensino fundamental. O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), indicador de qualidade criado pelo Ministério da Educação (MEC), está acima da média brasileira: 6,8 nas séries iniciais do fundamental, ante 5 da média nacional; e 6,7 nas séries finais (média nacional de 4,1).
Sibeli disse que o dinheiro do prêmio será investido no colégio e que pretende comprar instrumentos musicais.
Em comum, as escolas finalistas fazem autoavaliação periodicamente e mobilizam as famílias dos alunos. Todas foram visitadas na fase final de avaliação do prêmio.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/educacao/conheca-os-milagres-de-diretores-que-driblam-falta-de-recursos-em-escolas-publicas-10664380#ixzz2jgQxEh8z 
© 1996 - 2013. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização. 



Convocação de concursados para a Educação será no mês de dezembro

A Prefeitura de Cuiabá vai convocar e nomear, no mês de dezembro, 1.164 concursados para a Secretaria Municipal de Educação. Do total, 45% das vagas serão destinadas para professores. Serão 453 pedagogos e 62 professores de educação física, totalizando 515 professores.

Também serão convocados 286 Técnicos em Desenvolvimento Infantil (TDI); 183 Técnicos em Nutrição Escolar (TNE), sendo 18 para Portadores de Necessidades Especiais (PNE); e 180 auxiliares de serviços gerais, incluindo 14 convocados PNE.

Segundo o secretário de Educação de Cuiabá, Gilberto Figueiredo, a convocação será referente ao concurso regido pelo edital 001/2010/PMC, cuja validade encerra no dia 8 de janeiro de 2014. Para fazer a convocação foi levada em consideração nota de corte de 50%.  

Após convocação, cujo edital será publicado no Diário Eletrônico de Contas, os candidatos têm até 30 dias para apresentação dos documentos e tomar posse.

A decisão do prefeito Mauro Mendes em convocar mais 1.164 concursados foi tomada em atendimento a solicitação do Secretário Gilberto Figueiredo, com o objetivo de suprir parte do déficit de pessoal na Educação. “Nossa decisão foi também em consideração aos concursados que se esforçaram para esse pleito e mereciam ter essa oportunidade”.

Conforme adiantou o secretário, a Prefeitura já está planejando um novo concurso para a Educação, que deve ser realizado em 2014. “Estamos fazendo um estudo para identificar as necessidades de cada setor e então fazer um novo concurso para suprimento dessas vagas”.

O novo concurso também vai suprir as necessidades de mão de obra das unidades de educação infantil que serão inauguradas nos próximos meses em Cuiabá.

Fonte:  Rosane Brandão
http://www.cuiaba.mt.gov.br/noticias?id=7750

Educação domiciliar ganha força

Mariana Della Barba

Uma nova batalha vem sendo travada dentro e especialmente fora das salas de aula do Brasil. A polêmica gira em torno da chamada educação domiciliar, em que famílias optam por ensinar seus filhos na própria casa e não na escola.
De um lado da trincheira estão pais que defendem o direito de eles próprios - e não o Estado - decidirem como e onde os filhos serão educados. Ao se dizerem insatisfeitos com o sistema educacional do país, eles mostram aprovações dos filhos em exames como o Enem para corroborar a eficácia da educação domiciliar.

Mais sedimentado em países como os Estados Unidos, o homeschooling (como também é conhecido pela expressão em inglês) vem ganhando fôlego no Brasil. Segundo a Aned (Associação Nacional de Educação Domiciliar), há mil famílias associadas no grupo. Mas Ricardo Iene, cofundador do órgão, calcula que, pela quantidade de e-mails que recebe, sejam mais de 2 mil famílias educando seus filhos em casa no Brasil.No outro lado da disputa estão o governo e alguns juristas alegando que tirar uma criança da escola é ilegal, além de alguns educadores, que criticam a proposta, especialmente com argumento de que essa prática colocaria as crianças em uma bolha.
O movimento também está conquistando espaço na esfera política. No próximo dia 12, haverá uma audiência pública em Brasília para discutir o tema, na Comissão de Educação e Cultura da Câmara. Na pauta, estará também o Projeto de Lei (PL) do deputado Lincoln Portela (PR-MG), que autoriza o ensino domiciliar.
Advogados da Aned veem na própria Constituição brechas que defendem o direito da família de educar seus filhos (veja box), mas a associação acredita que uma lei específica daria mais segurança aos pais que optam por esta modalidade de ensino.

Por que em casa?

"Quando meu filho tinha 7 anos, um garoto da escola, que tinha 10 anos, batia nele e o perseguia por causa do nosso sotaque baiano", conta Ricardo Iene, cofundador da Aned (Associação Nacional de Educação Domiciliar), que é natural da Bahia, mas mora em Belo Horizonte (MG) há cinco anos. "Também havia um garoto que ficava assediando milha filha."

Continue lendo:

Prefeitura de Cuiabá capacita servidores para utilizar sistema online de perícia médica

Cerca de 50 servidores da Prefeitura de Cuiabá, que atuam no atendimento dos Recursos Humanos (RH) ou Centro de Atendimento ao Funcionário (CAF), vão participar na próxima segunda-feira (04) de uma capacitação para operar o novo sistema informatizado de perícia médica. O treinamento será realizado durante todo o dia, sendo iniciado a partir das 8h, no prédio do Cuiabá-Prev.

A capacitação visa a agilizar o processo de licença médica dos servidores, tornando-o menos burocrático. A atualização de informações via internet já está sendo executada na Secretaria Municipal de Educação; nas demais secretarias será iniciada a partir de terça-feira (05).

De acordo com o presidente do Cuiabá-Prev, Bolanger José de Almeida, a informatização do sistema vai beneficiar cerca de 300 servidores que passam por perícia na prefeitura, mensalmente.

“Antes o servidor tinha que passar pelo médico dele, agendar o atendimento, passar por perícia e depois aguardar laudo. Agora ele só vai ao Cuiabá-Prev para a perícia propriamente dita, porque os demais procedimentos serão feitos pela internet”, esclareceu Bolanger.

Fonte:  Evelyn Ribeiro

http://www.cuiaba.mt.gov.br/noticias?id=7746

Agentes mirins são premiados por atuação contra dengue

“Dengue vai embora desse mundo!”. Foi com essa frase e ilustrando um mosquito da dengue sendo jogado para fora do planeta que a aluna Maria Antônia de Araújo, 9 anos, venceu o concurso de redação e produção de desenhos, na categoria 9 e 10 anos, do Projeto Agente Mirim de Combate à Dengue.
Maria Antônia está entre os 15 alunos que foram premiados no concurso, cujo tema foi “Combate à Dengue é Coisa Séria”. O concurso foi dividido em cinco categorias com premiação do primeiro ao terceiro lugar.
Na categoria de 6 a 8 anos os alunos fizeram a produção de desenhos ilustrativos; na categoria de 9 a 10 anos o trabalho ficou por conta de produção de desenhos ilustrativos e uma frase; os alunos de 11 a 12 anos produziram uma propaganda (cartaz); já os alunos de 13 a 14 anos e da EJA (Educação de Jovens e Adultos) ficaram com a produção de história em quadrinhos ou paródia.
Os primeiros colocados de cada categoria foram premiados com uma bicicleta. O segundo lugar recebeu um patinete com kit de segurança (joelheira e cotoveleira) e o terceiro lugar um aparelho de DVD.
“O envolvimento desses alunos nessa ação conjunta para combater essa grande epidemia é um exemplo de cidadania”, enfatizou o secretário de Educação, Gilberto Figueiredo.
O secretário lembrou que Cuiabá registrou este ano dois casos de morte por dengue e mais de três mil notificações da doença. “São casos que podemos evitar quando se realiza um trabalho sério como esse. Quando trabalhamos com a prevenção estamos ajudando a evitar gastos com a saúde, revertendo esses gastos em investimentos para outros setores, como para a educação”.
Também foram premiados com o primeiro lugar os alunos Daniel Campos da Silva, da escola Pedrosa de Moraes, que venceu na categoria 6 a 8 anos; Cleyton de Jesus da Silva, da escola Marechal Cândido Rondon, na categoria 11 a 12 anos; Camila Souza Sene, da escola Ranulpho Paes de Barros, na categoria 13 a 14 anos; e a categoria acima de 14 anos e EJA premiou o aluno Luiz Paulino dos Santos, da escola Nossa Senhora Aparecida.
Em seu desenho, a aluna Camila Souza, 13 anos, projetou muito bem o que a dengue pode causar para a saúde da população. “Eu quis mostrar a realidade e as consequências da dengue para a população”.
O aluno Cleiton de Jesus da Silva, 11 anos, também soube transmitir em seu desenho o que aprendeu em relação ao combate à dengue. “O mosquito se prolifera muito rápido e não podemos dar espaço para ele”.
Durante a cerimônia de premiação dos vencedores do concurso também teve o sorteio de 20 bicicletas para os alunos que participaram de ações de combate à dengue nas residências cadastradas no projeto. O sorteio contemplou escolas da regional norte, leste, sul, oeste e escolas do campo. 
Conforme a coordenadora de Programas e Projetos da Secretaria de Educação, Lucilene Lescano, as 20 bicicletas sorteadas serão entregues aos alunos após a vistoria da Secretaria de Saúde nas casas cadastradas. “Após a constatação da ausência de foco do mosquito e larvas de Aedes Aegypti nessas casas, a Secretaria de Saúde emite um parecer para a SME sobre a situação encontrada e o agente mirim recebe a sua bicicleta”.
Quando o assunto é combate à dengue, a aluna Mirela Ferreira, 9 anos, mostra que aprendeu direitinho. “Não podemos deixar lixo amontoado no quintal, devemos fechar a caixa d’água, colocar as garrafas com a boca para baixo e manter tudo muito limpo, pois dessa forma o mosquito da dengue não vai ter lugar para colocar seus ovos”.

Fonte:  Rosane Brandão

http://www.cuiaba.mt.gov.br/noticias?id=7744

ONG lança cartilha com jogos e brincadeiras para crianças com down

A ONG Movimento Down lançou uma cartilha para auxiliar pais e profissionais para a educação de crianças com síndrome de down. O material tem brincadeiras e jogos pedagógicos para facilitar o aprendizado de conceitos relacionados à comunicação, ao raciocínio lógico e à percepção corporal.
A cartilha, chamada TO Brincando, em referência à sigla de terapia ocupacional, foi elaborada junto com o Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira, da UFRJ.
O material pode ser baixado gratuitamente, no site do Movimento Down.

Prêmio seleciona experiências inclusivas na educação infantil

A terceira edição do Prêmio Experiências Educacionais Inclusivas – A escola aprendendo as diferenças recebeu 186 inscrições de escolas públicas, de secretarias de educação e de instituições de ensino superior. Dos 186 trabalhos, as escolas participam com 116 experiências pedagógicas, as secretarias municipais de educação e do Distrito Federal, com 46 práticas de gestão e organização da educação inclusiva, e instituições de ensino superior apresentam 24 cursos de formação inicial e continuada de professores.

Para a diretora de políticas da educação especial da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi), Martinha Clarete Dutra dos Santos, o número de experiências mostra que há um esforço das redes públicas, especialmente das redes municipais, para que o processo de inclusão se inicie no primeiro atendimento da criança. Ao incluir o estudante com deficiência de zero a três anos de idade, depois dos quatro aos cinco anos, diz Martinha, os sistemas de ensino vão construindo um processo que terá continuidade em todo o ensino fundamental.

A diretora de políticas de educação especial explica que o prêmio está na terceira edição, mas é a primeira vez que o foco é a educação infantil. A boa receptividade, segundo Martinha Clarete, significa que a sociedade brasileira vive um novo paradigma, que valoriza a diferença humana e que os sistemas de ensino se transformam.

Seleção – As experiências das escolas, das secretarias de educação e os cursos de formação de professores passam agora por análises. A primeira é para verificar se os trabalhos atendem os requisitos do edital; a segunda será feita por grupos de especialistas, que vão avaliar a pertinência dos relatos segundo os critérios definidos no edital e classificar aquelas que serão visitadas. Na terceira fase do prêmio, especialistas visitam as redes, escolas e cursos para conhecer a prática. Esses grupos vão indicar os finalistas e a comissão julgadora define os premiados.

No conjunto, serão selecionadas seis experiências, sendo três de secretarias de educação e três de escolas. Receberá menção honrosa um curso de formação inicial ou continuada de professores que se destaque pela abordagem da educação infantil inclusiva.

Para relatos sobre gestão, organização e oferta de educação infantil inclusiva nas redes, as secretarias concorrem a três prêmios. Para o primeiro colocado, visita de intercâmbio para conhecer uma experiência internacional na área. O destino deve ser a Itália ou a Espanha. A secretaria receberá passagem, alimentação e hospedagem durante sete dias, para dois representantes, além de troféu e diploma; o trabalho será publicado pelo Ministério da Educação e pela Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI).

O segundo e o terceiro lugares farão visita de intercâmbio para conhecer experiências brasileiras. Receberão passagens e terão custeadas a hospedagem e alimentação durante quatro dias para dois representantes da secretaria de educação. Troféu, diploma e divulgação do relato pelo MEC e OEI também fazem parte do prêmio.

Para as escolas, haverá prêmio em dinheiro, visita de intercâmbio para conhecer uma experiência nacional na categoria, troféu e diploma. O primeiro lugar receberá R$ 10 mil; o segundo, R$ 8 mil; e o terceiro, R$ 6 mil. O curso melhor avaliado pela comissão julgadora receberá menção honrosa, troféu e diploma; MEC e OEI divulgarão artigo sobre o curso de formação.

Ionice Lorenzoni


Acompanhe as etapas da seleção na página do prêmio

http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=19209:premio-seleciona-experiencias-inclusivas-na-educacao-infantil&catid=202&Itemid=86

Declaração para um novo ano

20 para 21  Certamente tivemos que fazer muitas mudanças naquilo que planejamos em 2019. Iniciamos 2020 e uma pandemia nos assolou, fazendo-...