sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Conheça universidades portuguesas que utilizam Enem para seleção de estudantes

Por Cristiane de Oliveira

Universidade de Coimbra é a primeira instituição estrangeira a aceitar o Enem (Foto: João Armando Ribeiro/ Universidade de Coimbra)
O maior exame educacional do país, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), também pode ser utilizado para o acesso à vagas no ensino superior de instituições portuguesas. Ao todo, são 18 institutos de educação superior naquele país que utilizam a nota da prova Enem na seleção de estudantes brasileiros.
Um convênio firmado com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) possibilitou a parceria após uma mudança na legislação portuguesa que permitiu que as universidades criassem processos seletivos para estrangeiros.
O Portal EBC preparou um guia rápido sobre como funciona a seleção em cada uma dessas instituições. Confira.


Requisitos

Para concorrer a uma vaga no ensino superior em Portugal por meio do Enem, o candidato não pode ter nascido em um Estado-membro da União Europeia ou residir legalmente há mais de dois anos ininterruptos em Portugal. 
O desempenho mínimo exigido no Enem varia conforme a universidade, assim como as mensalidades (sim, as universidades em Portugal, e em grande parte dos países da Europa, mesmo as públicas, não são gratuitas), custos com hospedagem e alimentação. Também é preciso verificar os documentos requeridos por cada instituição e o procedimento para emissão do visto de estudante.
Ao contrário do Brasil, em Portugal, o termo licenciatura é utilizado para se referir ao curso superior de forma geral e não ao grau universitário que dá o direito de exercer o magistério.
Conheça a seguir quais são os critérios de seleção de cada universidade.


1) Universidade de Coimbra


A mais antiga universidade de Portugal é também a que primeiro anunciou a adoção do Enem como forma de seleção de brasileiros, em março de 2014. A Universidade de Coimbra (UC) oferece três prazos de candidatura (inscrições para seleção) ao longo do ano, prioritariamente no primeiro semestre, pois, em geral, o ano letivo começa em setembro em Portugal.
São mais de 500 vagas para 35 opções de cursos de licenciatura em todas as áreas de conhecimento, exceto Medicina, que é restrito para portugueses por causa da elevada procura pelo curso.
Os candidatos devem comprovar que concluíram o Ensino Médio e apresentar nota mínima de 600 pontos em uma das três últimas edições do Exame, além das pontuações exigidas em cada um dos cursos oferecidos.
A taxa de candidatura é de 50 euros, a taxa de inscrição, que é anual, é 20 euros e a mensalidade, 700. Além disso, alguns cursos demandam testes de aptidão física e exame médico, cujo custo fica em torno de 40 euros. 
O custo mensal que o estudante pode ter com alojamento, material escolar, transporte, alimentação e outras despesas básicas pode chegar a 500 euros por mês, segundo informativo da própria universidade.

2) Universidade do Algarve

Para ingressar na Universidade do Algarve, os candidatos brasileiros devem ter no mínimo 500 pontos na redação e 475 pontos em cada uma das provas do Enem.
A instituição, situada em Faro, no sul de Portugal, oferece cerca de 250 vagas em mais de 40 cursos das áreas de Artes, Comunicação e Patrimônio; Ciências da Terra, do Mar e do Ambiente; Ciências e Tecnologias da Saúde; Ciências Sociais e da Educação; Economia, Gestão e Turismo; e Engenharias e Tecnologias. As candidaturas ocorrem três vezes ao ano.
A anuidade para o ano letivo de 2016/17 varia entre 2.000 e 3.500 euros, podendo ser paga em até 8 mensalidades. No ato da matrícula, deve ser efetuado o pagamento de 20% desse valor. Os candidatos com as melhores classificações podem concorrer à anuidade reduzida no valor de 1.100 euros. 
A universidade estipula que os alunos estrangeiros gastem de 125 a 200 euros mensais com alojamento; 30 euros por mês com passe para circular na cidade e entre os campi universitários utilizando transporte público. Para fazer suas refeições, os estudantes podem recorrer a refeições completas na cantina da instituição, que custam entre 2,35 e 2,70 euros.

3) Instituto Politécnico de Leiria

A cidade de Leiria, famosa pelo castelo medieval que leva o mesmo nome, é sede do Instituto Politécnico de Leiria (IPL), na região do Centro (também chamada de Beiras), a 140 km da capital portuguesa.
A parceria entre o reitor do Instituto Politécnico de Leiria (IPL), Nuno André Pereira, e o presidente do Inep, Chico Soares, para oferecer vagas para estudantes estrangeiros via Enem, foi firmada em abril de 2015. A instituição possui cinco unidades que se distribuem, além de Leiria, pelas cidades de Caldas da Rainha e Peniche.
A instituição oferece atualmente 281 vagas em mais de 40 cursos nas áreas de Educação e Ciências Sociais, Tecnologia e Gestão, Artes e Design, Turismo e tecnologia do Mar e Saúde.
Para entrar no IPL, o estudante precisa ter feito, no mínimo, 500 pontos na redação do Enem e ter obtido, pelo menos, 50% de aproveitamento de uma a três provas específicas, conforme o curso escolhido. As candidaturas acontecem três vezes ao ano: em maio, junho e setembro.
A taxa de matrícula é de 500 euros e o custo anual dos cursos varia de 3 mil a 4 mil euros, sendo que 40% desse valor deve ser pago no ato da matrícula. Existe a possibilidade do estudante pleitear bolsas de estudo de até 50% do valor da anuidade.
O instituto oferece ainda, sete residências de estudantes e cinco refeitórios nos campi. Além disso, há também um Hotel-Escola, que funciona como espaço de prática e residência para estudantes. E a Pousadinha José Saramago, que serve como espaço alternativo às residências. O custo mensal de alojamento nas residências e no Hotel-Escola, em quarto individual com banheiro, é de 141 euros. Já na Pousadinha, a mensalidade do quarto individual sem cozinha sai por 200 euros.
A estimativa é que os gastos com alimentação e transporte no campus fiquem na casa dos 220 euros.

4) Instituto Politécnico de Beja

Com pouco menos de 40 mil habitantes, a medieval cidade de Beja, na região de Alentejo, sul do país, a 177 km de Lisboa, abriga o Instituto Politécnico de Beja (IPBeja).
As notas do Enem passaram a valer no Instituto Politécnico de Beja (IPBeja) a partir de julho de 2015, quando a instituição firmou acordo com o Inep. Neste ano o instituto oferece 102 vagas para estudantes internacionais em 16 graduações nas áreas de educação, saúde, agricultura e tecnologia. As candidaturas ocorrem nos meses de fevereiro, junho e outubro e a inscrição para participar do processo seletivo custa 50 euros.
O custo anual para os cursos ofertados em língua portuguesa é de 1.100 euros. A instituição tem como parceiras de ensino a distância outras 150 instituições europeias e intercâmbio de até seis meses com universidades de países da União Europeia. Já a hospedagem nas residências estudantis custa cerca de 150 euros mensais.
Para ingressar no IPBeja, o candidato precisa atingir a classificação mínima de candidatura, que é de 95 pontos na escala de notas de Portugal de 0 a 200. Para converter a nota do Enem em nota portuguesa, multiplica-se os pontos do Enem por 200 e, depois, o resultado é dividido por mil (nota portuguesa = nota Enem x 200/1000). É preciso, contudo, lembrar, que há pesos específicos para cada área de conhecimento, de acordo com o curso escolhido.

5) Instituto Politécnico do Porto

Localizada a 275km de Lisboa, o Porto é a segunda maior cidade de Portugal, e é reconhecida por sua produção cultural, seu característico vinho e suas pontes e arquitetura, que valeram ao seu Centro Histórico o título de Patrimônio Mundial da Unesco. 
O Instituto Politécnico do Porto (IPP) firmou convênio interinstitucional com o Inep para a utilização dos resultados do Enem na seleção de brasileiros em agosto de 2015. Com sede na segunda maior cidade de Portugal, o IPP também possui unidades em Matosinhos, Póvoa de Varzim, Vila do Conde, Vila Nova de Gaia e Felgueiras e oferece cursos nas áreas de Engenharia, Contabilidade e Administração, Gerenciamento, Turismo e Hospedagem, Estudos Industriais, Tecnologia, Educação, Música e Artes Performáticas e Ciências da Saúde.
São cerca de 600 oportunidades. Atualmente, a instituição conta com duas etapas de candidaturas, que consideram a classificação mínima de 9,5 pontos na escala de notas portuguesa de 0 a 20. Desta forma, a média de 500 no Enem corresponde a 10 valores na escala portuguesa e 1.000 significa 20. As taxas anuais variam de 3 mil a 6,5 mil euros, mas estudantes brasileiros selecionados são contemplados com um desconto por integrarem a Comunidade dos País de Língua Portuguesa (CPLP) e pagam de 1.500 a 2.250 euros.
O Instituto é uma das principais instituições superiores de Portugal, com quase 20 mil estudantes e uma oferta de 70 licenciaturas e 47 mestrados, além de outros cursos de especialização.
O período de candidatura ocorre de 6 de maio a 6 de junho (primeira fase) e 1º de agosto a 22 de agosto (segunda fase).

6) Universidade de Lisboa

Conhecida como uma cidade cosmopolita, Lisboa é a capital e o maior centro urbano de Portugal. Um dos principais destinos turísticos da Europa, a região metropolitana de Lisboa tem quase 3 milhões de habitantes espalhados por cidades como Amadora, Cascais e Sintra.
A Universidade de Lisboa, é a maior universidade pública de Portugal.Conta com 441 cursos e cerca de 50 mil alunos, sendo 1375 deles brasileiros. Segundo as leis portuguesas, até 20% dos estudantes das instituições podem ser estrangeiros.
A anuidade fica em torno de 1800 a 7000 euros (R$7,8mil a R$30,3 mil). E o período de candidatura ocorre entre maio (primeira fase) e junho (segunda fase).

7) Instituto Politécnico Portalegre 

Portalegre fica a 200Km de Lisboa, na região de Alentejo, sul do país, e destaca-se pelo turismo rural e urbano, e por sua gastronomia. A cidade possui, aproximadamente, 120 mil habitantes.
O Instituto Politécnico é uma instituição pública, criada em 1989, formada pela Escola Superior de Educação, pela Escola Superior de Tecnologia e Gestão e pela Escola Superior de Saúde, em Portalegre, e a Escola Superior Agrária, em Elvas. Além dos cursos de graduação, há mestrado, pós e cursos de especialização tecnológica.
O processo seletivo é realizado em junho, com oferta de 100 vagas para brasileiros. A taxa de inscrição custa 20 euros e a anuidade fica em torno de 1 mil euros. Os brasileiros podem optar por alojamentos com alimentação, cujo valor varia de 73 a 110 euros por mês.
Dentre os cursos de graduação há forte presença da área de comunicação: Administração de Publicidade e Marketing; Design de Comunicação; Design e Animação Multimédia; Jornalismo e Comunicação. O período de candidatura vai de 2 de maio a 30 de junho.


8) Instituto Politécnico do Cávado e do Ave

O Centro Histórico de Barcelos conserva o ar medieval, com pontes, igrejas e museus dos seus quase mil anos de existência. A cidade está localizada no Norte de Portugal, à 60km do Porto.
Fundado em 1994, o IPCA oferece cursos de licenciatura, mestrados profissionais, especialização tecnológica, pós-graduação e especialização. O Instituto tem cerca de 3,5 mil estudantes atualmente em cursos que vão desde gestão de atividades turísticas à licenciatura em engenharia e desenvolvimento de jogos digitais.
Os custos ficam em torno de 1750 euros (R$ 7,5 mil) por ano. O período de candidatura vai de 4 de maio a 21 de junho (primeira fase) e 15 de julho a 15 de setembro (segunda fase).

9) Instituto Politécnico de Coimbra

Apesar de ter sido criado apenas em 1979, o IPC herdou a tradição de suas escolas de ensino superior, que já existiam em Coimbra, o principal polo educacional de Portugal. O Instituto hoje tem quase 10 mil alunos e mais de 600 docentes.
No Instituto Politécnico de Coimbra (IPC) será considerado o aproveitamento do estudante em uma das três edições anteriores do Enem.
O valor do investimento gira em torno de 2000 a 4000 euros (R$ 8,6 mil a R$ 17 mil) por ano. O período de candidatura vai de 1º de Janeiro a 31 de março (primeira fase) e de 1º de Maio a 31 de agosto (segunda fase).


10) Universidade de Aveiro

Os canais que cortam Aveiro lhe renderam o apelido de “Veneza de Portugal”. Localizada na região central do país, 70 km ao sul do Porto, Aveiro tem cerca de 80 mil habitantes.
A Universidade de Aveiro é uma instituição pública, criada em 1973, que abrange unidades de ensino superior universitário e politécnico. Com campus nas cidades de Aveiro, Águeda e Oliveira de Azeméis, oferece cursos nas modalidades de graduação, pós-graduação, mestrado e doutorado.
Os alunos brasileiros titulares do diploma do Ensino Médio (ENEM) podem candidatar-se à UA, estando isentos da realização dos exames previstos para o acesso e ingresso para estudantes internacionais nas licenciaturas e mestrados integrados. 
O ENEM se tornou um requisito fundamental para que o estudante brasileiro esteja isento da realização destas provas. 
Para concorrer a vagas na universidade portuguesa, os candidatos não podem ter nacionalidade de um estado-membro da União Europeia, nem residir há mais de dois anos, de forma ininterrupta, em Portugal.
A anuidade fica em torno de 4000 a 5500 euros (R$ 17,3 mil a R$ 23,8 mil). O período de candidatura vai até 15 de janeiro (atual ano letivo). Entre 20 de abril a 15 de maio acontece a primeira fase, e 6 de julho a 14 de agosto a segunda fase.
11) Instituto Politécnico de Guarda
A cidade de Guarda foi fundada em 1199, e é a mais alta de Portugal, com 1056 metros acima do nível do mar, razão pela qual é comum que neve no local durante o inverno. Próxima à fronteira com a Espanha, Guarda conta com pouco mais de 25 mil habitantes, e encontra-se a 320 km de Lisboa e a 200 km do Porto.
O IPG surgiu em 1980, dentro do programa do governo português para promover o ensino superior pelo interior do país por meio de institutos politécnicos. Hoje possui quatro escolas (Turismo e Hotelaria, Tecnologia e Gestão, Educação e Saúde) e cursos de licenciatura, mestrado, pós-graduação e especialização.
A anuidade é de 1500 euros (R$ 6,5 mil). O período de candidatura vai de 2 de fevereiro a 31 de março (primeira fase) e 1º de junho a 10 de julho (segunda fase).


12) Universidade do Porto

O convênio entre a Universidade do Porto e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), que realiza o Enem, foi firmado no dia 09 de março deste ano. Com esse acordo, a universidade entra no grupo de instituições portuguesas que assinaram convênios interinstitucionais com o instituto.
A Universidade do Porto é uma das maiores universidades portuguesas e está entre as cem melhores da Europa, por se destacar nos rankings internacionais. O investimento para ingresso é de três mil euros, porém, estudantes estrangeiros de língua portuguesa pagam a metade do valor.
Com uma escola de gestão, a Universidade possui 14 faculdades e cursos de licenciaturas e mestrados integrados, mestrados, doutorados e educação contínua. Atualmente, conta com cerca de 32 mil estudantes, 650 programas de formação e cursos que abrangem todos os níveis de ensino.

13) Universidade da Madeira

A Universidade da Madeira é uma instituição pública fundada há 28 anos, que atende o arquipélago da Madeira e a zona Euro-Atlântica. Conta com cerca de 220 docentes, e situa-se na cidade do Funchal.
Estão disponíveis 119 vagas, distribuídas nos seguintes cursos: arte e multimédia; biologia; bioquímica; ciências da cultura; ciências da educação; comunicação, cultura e organizações; design; economia; educação básica; educação física e desporto; enfermagem; engenharia civil; engenharia eletrónica e telecomunicações; engenharia informática; gestão; línguas e relações empresariais; matemática; e psicologia.
Os participantes do Enem precisam obter 450 pontos em cada uma das áreas de conhecimento do exame e 500 pontos na redação para atingir a classificação necessária. O custo dos estudos é estipulado em 4.000€, dividido em até dez prestações.
Há também uma opção oferecida pela Universidade da Madeira (UMa) que inclui a mensalidade, o alojamento e a alimentação por 6.500€ (seis mil e quinhentos euros) ao ano.
As inscrições são feitas exclusivamente no portal da universidade.

14) Instituto Politécnico Viseu


Em julho de 2016, o Instituto Politécnico de Viseu (IPV) passou a aceitar o Enem como forma de ingresso em seus cursos superiores.
A data de 26 de Dezembro de 1979 marca o nascimento do Instituto Superior Politécnico de Viseu (ISPV), assinalando assim um importante marco de desenvolvimento para a região de Viseu, já que é o primeiro e único estabelecimento de ensino superior público da cidade.
Hoje é uma referência incontornável da cidade de Viseu e de toda a sua região, assumindo-se desde o seu nascimento até aos nossos dias como motor impulsionador do desenvolvimento científico, tecnológico, cultural e económico, designadamente através das suas atividades de ensino e investigação, de difusão cultural, científica e tecnológica, de parcerias, protocolos interinstitucionais e colaborações com empresas e outras instituições.
O Instituto Politécnico de Viseu é composto por cinco Escolas Superiores e uma comunidade constituída por 6.319 alunos, 405 professores e 229 funcionários.
As Escolas Superiores que compõem o ISPV são as seguintes: Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Viseu (ESTGV), Escola Superior Agrária de Viseu (ESAV), Escola Superior de Educação de Viseu (ESEV), Escola Superior de Saúde de Viseu (ESSV) e a Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Lamego (ESTGL).


15) Instituto Politécnico Santarém

O distrito de Santarém está inserido no fértil Vale do Tejo, a menos de 80 Km da Grande Lisboa. Santarém esteve sempre presente nos principais momentos da história de Portugal. Lá nasceram príncipes, viveram reis, reuniram-se cortes do reino, decorreram batalhas, construíram-se torres e mosteiros, templos e palácios dos mais belos do país.
O Instituto Politécnico de Santarém (IPSantarém) é um estabelecimento português de ensino superior politécnico sediado em Santarém. Em 15 de julho de 2016, a instituição passou a aceitar o Enem como forma de ingresso em seus cursos superiores.
O IPSantarém, criado em 26 de Dezembro de 1979, pelo Decreto Lei n.o 513 T/79, no início, compreendia a Escola Superior Agrária de Santarém e a Escola Superior de Educação de Santarém. No final de 1985, foi criada a Escola Superior de Gestão e Tecnologia de Santarém. Em 1986, foi integrada no Instituto a Escola Superior de Tecnologia de Tomar que, em 1997, deu origem ao Instituto Politécnico de Tomar. Em 1997, foi criada a Escola Superior de Desporto de Rio Maior e em 2001 foi integrada a Escola Superior de Saúde de Santarém.
Integrados no Instituto estão também os Serviços de Ação Social, que disponibilizam aos estudantes alojamento, bolsas de estudo, cantinas, apoio médico, bem como de um conjunto de instalações desportivas para a prática de diferentes modalidades, algumas extensivas à comunidade escalabitana.


16) Universidade dos Açores

Em 4 de agosto desse ano, a Universidade dos Açores começou a aceitar o Enem como forma de ingresso em seus cursos superiores.
Os Açores, oficialmente Região Autónoma dos Açores, são um arquipélago transcontinental e um território autónomo da República Portuguesa, situado no Atlântico nordeste, dotado de autonomia política e administrativa, consubstanciada no Estatuto Político-Administrativo da Região Autónoma dos Açores. Os Açores integram a União Europeia com o estatuto de região ultraperiférica do território da União.
A Universidade dos Açores é uma universidade pública localizada na Região Autónoma dos Açores, com sede na cidade de Ponta Delgada. Fundada a 9 de Janeiro de 1976, surgiu na sequência da implantação do regime autonómico nos Açores e da política de expansão do ensino superior em Portugal. Procurou, inicialmente, dar resposta às múltiplas necessidades de formação de quadros na região, elevar o seu nível cultural e promover o seu desenvolvimento científico e tecnológico.
As várias áreas de ensino e investigação cultivadas na Universidade ampliaram profundamente o conhecimento da complexa realidade do mar, da terra, da vida, da história, da sociedade e, em geral, da cultura das ilhas.
A UAc apresenta uma estrutura tripolar, com pólos nas cidades de Ponta Delgada (onde se localiza a sede, os principais serviços e a reitoria), de Angra do Heroísmo (Ilha Terceira) e Horta (Ilha do Faial). A Universidade integra, ainda, o ensino superior politécnico, que contempla as Escolas Superiores de Enfermagem de Ponta Delgada e de Angra do Heroísmo.


17) Universidade da Beira Interior

Em maio de 2014, foi a vez da Universidade da Beira Interior (UBI) anunciar a adesão ao Enem para ingresso de estudantes brasileiros em seus mais de 29 cursos. Contudo, sem acordo formal com o Inep. O acordo foi firmado apenas no segundo semestre de 2016.
Situada na cidade da Covilhã, no centro do triângulo Lisboa-Porto-Madrid, a instituição aceita as classificações obtidas no Exame de um dos três anos anteriores do Enem. A nota mínima é de 95, levando em conta a escala de classificação portuguesa 0-200 adotada pela instituição. Isso quer dizer que a pontuação do Enem, cuja escala é de 0-1000, sempre será dividida por cinco.
No decorrer do ano, são oferecidas quatro fases de candidatura, mediante taxa de 30 euros. A anuidade dos cursos de graduação para estudantes internacionais é de 5 mil euros e pode ser paga em 1, 4 ou 10 parcelas. Para os que optam por incluir alojamento em quarto duplo nas residências e alimentação, o valor sobe para 7,5 mil euros. Por outro lado, a instituição oferece bolsas que permitem que os contemplados paguem o mesmo valor dos portugueses, ou seja, cerca de 1.040 euros. Assim como na Universidade de Coimbra, o curso de Medicina é o único que não oferece vagas para brasileiros.
Antigo centro da produção têxtil portuguesa, Covilhã hoje é conhecida como polo turístico e universitário. A UBI, fundada em 1986, é uma importante instituição do interior português, com cerca de 7 mil estudantes e quase 700 docentes, em cursos de graduação, mestrado e doutorado, em diferentes áreas.Porém, por decisão governamental, o curso de Medicina não tem oferta de vagas para estudantes internacionais. O estudante brasileiro só pode candidatar-se a medicina em Portugal se realizar os exames nacionais portugueses que são exigidos como provas de ingresso para medicina. 
Os estudantes brasileiros são a maior comunidade de estudantes internacionais da UBI, e recentemente lançaram o blogue Brasileiros na Covilhã e uma página no Facebook.


18) Universidade do Minho

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou no dia 24 de outubro deste ano a assinatura do convênio interinstitucional com a Universidade do Minho, para oficializar o uso dos resultados do Enem como forma de seleção de estudantes brasileiros. Com isso, o número de instituições portuguesas que aceitam o Enem chegou a 18.
Com 19 mil alunos nas cidades de Braga e Guimarães, a Universidade do Minho é uma das principais instituições de ensino superior de Portugal e tem hoje mais de 500 estudantes brasileiros, que representam o maior grupo de estrangeiros da instituição, segundo o Inep.
A Universidade do Minho, localizada ao norte de Portugal, é uma universidade portuguesa jovem e dinâmica fundada em 1973 e com início da atividade letiva em 1974. Tem três Campi - Campus de Gualtar, Campus de Azurém e Campus de Couros - localizados em duas cidades históricas encantadoras: Braga e Guimarães.
Como reconhecimento da sua qualidade, a UMinho tem surgido, ano após ano, entre as melhores universidades do mundo.

http://www.ebc.com.br/educacao/2016/11/conheca-universidades-portuguesas-que-utilizam-o-enem-para-selecao-de-estudantes

SME divulga deferimento e indeferimento de licença-prêmio

A Secretaria Municipal de Educação fez 
publicar, através do Diário de Contas nº 985 de 03 de Novembro de 2016, o Deferimento de Licença-prêmio de Servidores, conforme previsão da Lei Orgânica dos Profissionais da Secretaria Municipal de Educação.

Também estão divulgados os processo Indeferidos. 


Acesse o Diário de Contas, AQUI

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

PNAIC: FNDE publica resolução sobre o pagamento de bolsas de estudo e pesquisa

O Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (3) torna pública a Resolução nº 6, de 1º de novembro de 2016 que estabelece normas e procedimentos para o pagamento de bolsas de estudo e pesquisa aos participantes da Formação Continuada no âmbito do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (Pnaic).
A Resolução é do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). De acordo com a publicação, está previsto pagamento de bolsas a participantes que, durante o período efetivo da Formação Continuada se encaixem em uma das 11 categorias estabelecidas (coordenador-geral; coordenador-adjunto; supervisor; formador; coordenador estadual das ações do Pacto; coordenador da Undime; coordenador regional das ações do Pacto; coordenador local das ações do Pacto; orientador de estudo; coordenador pedagógico; e professor alfabetizador).
As bolsas serão pagas pelo FNDE mediante e durante a atuação na Formação Continuada, de acordo com os valores estabelecidos em portaria do MEC e conforme procedimentos definidos na resolução.

Para acessar a Resolução e conhecer os detalhes, acesse: https://goo.gl/B4zOYi ou Resolução nº 6/2016
Fonte: Undime
https://undime.org.br/noticia/03-11-2016-09-11-fnde-publica-resolucao-sobre-o-pagamento-de-bolsas-de-estudo-e-pesquisa-aos-participantes-da-formacao-continuada-no-ambito-do-pnaic

LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS: Primeiro telejornal voltado para surdos já está no ar


Em funcionamento desde março de 2013, a TV INES, plataforma nacional de vídeos voltados para surdos, lançou na última quinta-feira, 27, o Programa  Primeira Mão, o primeiro telejornal nacional na língua brasileira de sinais (libras) e em português. O vídeo, que conta com mais de 13 mil acessos, tratou de temas relevantes da semana, como a PEC 241, o segundo turno das eleições municipais e a crise dos refugiados na Europa.
O programa vai ao ar todas as quintas-feiras, e é feito em parceria com as redes SBT, RedeTV! e Agence France-Presse, que encaminham imagens e informações para a TV Ines. “Como o surdo perde muita informação no dia a dia, a gente acaba explicando mais coisa no telejornal, como o que é uma PEC, o que é a Faixa de Gaza... Acabamos contextualizando para que eles tenham uma autonomia que não conseguem no telejornal tradicional. As chamadas ‘legendas ocultas’ ajudam, mas muita informação se perde no processo”, comenta a diretora da plataforma, Joana Peregrino.
A intenção é ter a libras como primeiro idioma, com conteúdo voltado para surdos, mas ter ouvintes vendo os vídeos também. “O conteúdo é em libras, os apresentadores são surdos, mas temos legendas e áudio. Se o ouvinte tiver um familiar surdo, por exemplo, os dois podem se informar pelos vídeos da plataforma”, explica Joana. O formato é um contraponto à famosa janelinha com a tradução para libras, comum em redes estatais. “O surdo tem dificuldade porque a imagem é muito pequena, perde-se muita informação. A legenda também não ajuda muito, porque o primeiro idioma do surdo é libras, eles têm dificuldade com o português”, completa.
A TV Ines é multiplataforma desde seu lançamento. Além do acesso pela internet, via navegador, o projeto também conta com versões para todos os sistemas operacionais de smartphones. “Temos muito retorno do público, recebemos várias mensagens nas redes sociais. Desenvolvemos o aplicativo para o windows phone depois de sermos cobrados pela audiência”, lembra Joana.
Crianças – A plataforma conta, atualmente, com 14 programas diferentes, que chegam a obter mais de 20 mil visualizações. Por enquanto, a programação infantil se resume a desenhos animados que não dependem de som ou diálogo, que a organização da TV Ines compra de outras empresas. Uma série infantil, no entanto, está sendo desenvolvida na empresa. O programa, batizado de Baú do Tito, terá como proposta ensinar libras para meninos e meninas na faixa etária de 4 a 8 anos. A apresentação do programa será feita por crianças surdas.
Outro caminho que poderá ser trilhado pela plataforma é o da inclusão de deficientes visuais. Uma primeira tentativa já está no ar: todo o conteúdo especial sobre os 10 anos da Lei Maria da Penha foi feito também com audiodescrição.
Assessoria de Comunicação Social

tv ines

Seminário Internacional: Desafios curriculares do Ensino Médio


Quais são as apostas para construir uma escola conectada às culturas, experiências e percursos de aprendizagem dos jovens? 
De que maneira o Ensino Médio responde ao desafio da garantia do direito de aprender? 
Quais são os desafios enfrentados pelo Ensino Médio no Brasil hoje e como temos construído políticas públicas e programas para sua reestruturação? 
O que a experiência internacional pode trazer para inspirar a construção das soluções para os desafios enfrentados pelo nosso país? 
Como o debate sobre Educação Profissional pode contribuir com a discussão sobre as diferentes trajetórias do Ensino Médio?
Essas e outras questões serão debatidas por especialistas convidados durante o Seminário Internacional Desafios Curriculares do Ensino Médio, que será realizado pelo Instituto Unibanco nos dias 9 e 10 de novembro de 2016 em São Paulo (SP).
Estão confirmadas a presença de especialistas internacionais como Dave Peck (Curriculum Foundation), Tiina Tahka (Conselho Nacional de Educação da Finlândia) e Richard Franz (Ministério da Educação de Ontario/Canadá). 
Também integram a programação especialistas Brasileiros como Antônio Carlos Ronca (PUC-SP), Carlos Artexes (Sesc), Cida Bento (CEERT), Denise Carreira (Ação Educativa), Frederico Amancio (SEE-PE), o psicólogo e ativista Gabriel Medina e Sofia Lerche (Universidade Estadual do Ceará), entre outros.
Confira a programação e inscreva-se em:
http://www.seminariocurriculo.org.br

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Debatedores listam argumentos favoráveis e contrários à MP do Ensino Médio

Comissão mista de deputados e senadores recebeu, nesta terça-feira (1), argumentos favoráveis e contrários à reforma do ensino média. A ocupação de escolas por estudantes em todo o País também repercutiu entre os debatedores.
A primeira audiência pública da comissão reuniu representantes do Executivo, dos dirigentes municipais de educação e da sociedade civil no debate em torno da medida provisória (MP 746/16) que reforma o ensino médio e que tem foco no aumento gradual da carga horária, na flexibilização curricular e no estímulo à escola em tempo integral.
O secretário de Educação Básica do Ministério da Educação, Rossieli Soares da Silva, justificou a medida com o argumento de estagnação do atual modelo de ensino médio, marcado por elevada evasão escolar e baixo desempenho dos alunos em disciplinas básicas, como português e matemática, entre outros problemas.
"O atual sistema tem fracassado segundo todos os indicadores que nós analisamos: tem produzido mais desigualdades e tem estimulado a evasão das escolas”, disse Rossieli.
“O ensino médio tem virado simplesmente uma preparação para o Enem. Quando a gente olha para esse quadro todo, a gente pensa na emergência e na urgência de mudanças", acrescentou.
Pontos negativos
Contra a discussão de tema tão complexo por meio de medida provisória, o representante do Fórum Nacional de Educação, Antônio Lacerda, apresentou uma lista de pontos negativos da reforma, que, segundo ele, deixou de tocar em "questões basilares", como a melhoria da infraestrutura escolar e a valorização dos professores.

Luis Macedo / Câmara dos Deputados

Reunião da Comissão Mista da Medida Provisória 746/2016 que altera regras curriculares e de funcionamento do ensino médio. Dep. Thiago Peixoto (PSD-GO)
Thiago Peixoto: parte dos protestos nas ocupações de escolas se deve à desinformação quanto ao conteúdo da medida provisória
"Nossa posição é pela retirada da medida provisória e que a discussão seja encaminhada em outros termos e instrumentos, inclusive no Congresso Nacional, também pressionado e desrespeitado pelo açodamento do governo, que não se propôs a garantir nem tempo, nem espaço nem participação da sociedade civil para o debate qualificado e responsável", afirmou Lacerda.
Tratados como bandidos
Também repercutiu entre deputados e senadores, a ocupação de estudantes em escolas públicas de todo o País contra a MP da reforma do ensino médio e a proposta de emenda à Constituição (PEC 241/16) que limita os gastos de União, estados e municípios, já aprovada pela Câmara e em análise pelo Senado.
Ao citar uma decisão da Justiça do Distrito Federal, que ordenou a PM a cortar água e luz dos estudantes e a atrapalhar o sono deles, a senadora Fátima Bezerra (PT-RN) reclamou que os "estudantes estão sendo tratados como bandidos".
Desinformação
Já o deputado Thiago Peixoto (PSD-GO) avalia que parte dos protestos também se deve à desinformação quanto ao conteúdo da medida provisória.
"Essas mobilizações são legítimas, mas eu faço algumas perguntas: tem alguém contra a escola em tempo integral e a quase dobrar a quantidade de horas/aula que temos hoje? Tem alguém contra o jovem ter um protagonismo forte no nosso ensino médio? Então, eu não consigo entender as motivações contra a reforma do ensino médio", disse o deputado.
UNE e UBES
O relator da comissão mista, senador Pedro Chaves (PSC-MS) lembrou que entidades estudantis, como a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a União Brasileira de Estudantes Secundaristas (UBES), estão na lista dos 57 convidados para debater o tema no colegiado.
"Nós estamos sempre à disposição deles. É importante que eles mandem representantes, e eu estarei totalmente aberto a ouvi-los”, disse o relator. “Por exemplo, quanto aos itinerários formativos, é importante que eles saibam que vão ser incorporadas coisas importantes, como educação física, artes. Todos os conhecimentos que eles estão achando que não estão na medida provisória podem ser incorporados perfeitamente pelos sistemas estaduais".
Aprovação neste mês
Pedro Chaves reiterou a previsão de aprovação da medida provisória na comissão mista até o fim deste mês. Devido ao recesso parlamentar e a feriados, o relator acredita que o texto estará definitivamente aprovado no Congresso até fevereiro ou março do próximo ano.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:

Reportagem – José Carlos Oliveira
Edição – Newton Araújo


A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara Notícias'

http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/EDUCACAO-E-CULTURA/518721-DEBATEDORES-LISTAM-ARGUMENTOS-FAVORAVEIS-E-CONTRARIOS-A-MP-DO-ENSINO-MEDIO.html

SME de Cuiabá publica Portaria para celebração de convênios com filantrópicas


A Secretaria Municipal de Educação de Cuiabá publicou no Diário Oficial de 28 

de outubro de 2016 a Portaria 136/2016/GS/SME que dispõe sobre a 

normatização do processo de celebração de convênio para o atendimento de 

forma suplementar à demanda de Educação Infantil (creche e pré-escola) 

através de repasses financeiros para as entidades filantrópicas com 

reconhecimento e autorização junto a Conselho Municipal de Educação - CME.


O valor estimado para os Convênios é de R$ 3.201.000,00 (três milhões e 

duzentos e um mil reais).

terça-feira, 1 de novembro de 2016

SME divulga resultado da avaliação de conhecimento de candidatos a gestores das unidades educacionais


Foto: Jorge Pinho
A Secretaria Municipal de Educação divulgou neste dia 1º de novembro o resultado da avaliação desempenho dos candidatos a gestores das unidades educacionais.

Essa é uma etapa obrigatória e eliminatória para quem quer concorrer a uma das funções de gestor, conforme determina a Lei 5996/2015 - Lei da Gestão Democrática.

Veja o resultado clicando nos links abaixo:


RESULTADO AVALIAÇÃO CONHECIMENTO - COORD. PEDAG. EDUCAÇÃO INFANTIL 
COORD PEDAG EDUCAÇÃO INFANTIL AVALIAÇÃO CONHECIMENTO.pdf (327.8 KB)
RESULTADO AVALIAÇÃO CONHECIMENTO - COORD. PEDAG. ENSINO FUNDAMENTAL
COORD PEDAG ENSINO FUNDAMENTAL AVALIAÇÃO CONHECIMENTO.pdf (345.7 KB)
RESULTADO AVALIAÇÃO CONHECIMENTO - DIRETOR EDUCAÇÃO INFANTIL 
DIRETOR EDUCAÇÃO INFANTIL AVALIAÇÃO CONHECIMENTO.pdf (341.2 KB)
RESULTADO AVALIAÇÃO CONHECIMENTO - DIRETOR ESCOLARDIRETOR ESCOLAR AVALIAÇÃO CONHECIMENTO.pdf (352.4 KB)



RESULTADO AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTO - SECRETÁRIO ESCOLAR 
PROCESSO SELETIVO SEC. ESCOLAR RESULTADO FINAL AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTO.pdf (350.4 KB)

http://www.cuiaba.mt.gov.br/secretarias/educacao/editais-e-portarias/

Aplicativos de estudo se popularizam entre estudantes que farão Enem

Jovens têm apostado nas plataformas digitais como diferencial na preparação
Helson França Seduc-MT 


Dividindo-se entre as atribuições diárias do terceiro ano do ensino médio e o trabalho, Rodrigo Enrique, 17 anos, vai além dos métodos tradicionais de estudo para fixar melhor o conteúdo em mente. Boa parte da aprendizagem ele consegue tirar da palma da mão. Não porque seja um conhecedor da arte da quiromancia, mas devido ao fato de se valer de aplicativos de seu aparelho celular para se preparar para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que acontece em todo o país nos dias 05 e 06 de novembro.
Assim como o jovem, milhares de estudantes estão, cada vez mais, utilizando os smartphones como auxílio na hora de aprimorar os conhecimentos para o Enem. De olho nessa realidade, a Secretaria de Estado de Educação, Esporte e Lazer de Mato Grosso (Seduc-MT) lançou no começo do mês a campanha Pró-Enem, disponibilizando gratuitamente o Geekie MT, MecFlix, Prepara Mais e TV Escola – plataformas digitais que oferecem simulados semelhantes aos do Exame, exercícios comentados e videoaulas.
Rodrigo, que é aluno da escola estadual Liceu Cuiabano, em Cuiabá, tem como preferência o Geekie MT e o MecFlix. Ele pretende cursar Direito e utiliza as ferramentas diariamente como complemento ao aprendizado obtido em sala de aula.
“Os aplicativos facilitam bastante, pois podemos estudar de qualquer lugar. Além disso, funcionam muito bem para que a gente possa revisar o conteúdo e tirar dúvidas de uma maneira mais didática, leve”, afirma.
Aluna do terceiro ano do ensino médio da escola estadual Presidente Médici, Débora Letícia Ferreira, 16 anos, conta com o Geekie MT para conseguir uma vaga na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) para o curso de Sociologia. Ela, que relata possuir mais dificuldades com as disciplinas na área de exatas, aponta a capacidade para sanar dúvidas como sendo uma das principais vantagens das plataformas digitais.
“Dias atrás, por exemplo, eu não conseguia entender um cálculo que envolvia esfera, na parte de Geometra Espacial. Com o aplicativo (Geekie), foi possível esclarecer tudo e resolver as questões seguintes sobre o assunto”, disse Débora.
Estudante do mesmo ano e da mesma escola que Débora, Stephany Neves, 17 anos, pretende aprofundar os estudos nessa última semana que antecede o Enem. E, para isso, explorará também os aplicativos, para manter os conteúdos frescos na memória.
“É a melhor maneira de revisar o que foi repassado em sala de aula, após um dia de estudos”, argumenta a jovem, que pretende se tornar psicóloga e irá encarar o Enem pela primeira vez.
O professor do ensino médio, Ricardo de Oliveira Silva, vê o uso de aplicativos de estudo como “algo natural, já que os jovens de hoje em dia vivem com o celular na mão”. Para ele, a utilização de tecnologias no processo de aprendizagem do aluno deve ser incentivada, pois a aquisição do conhecimento não está mais concentrada na escola. Nesse sentido, segundo o educador, o papel do professor no ambiente escolar também precisa mudar, apostando, por exemplo, em aulas mais reflexivas e interativas, e menos expositivas.
Atualmente, Mato Grosso conta com 161.842 alunos matriculados no Ensino Médio, seja no regular ou na Educação de Jovens e Adultos (EJA).
Ferramentas gratuitas
Prepara Mais – Aplicativo com vídeos, textos e exercícios comentados. Fácil de usar e funciona offline. É preciso de internet só para baixar os novos conteúdos. Ideal para todos os alunos, em especial aqueles que nem sempre têm acesso à internet. Pode ser baixado em celulares Android ou iPhones. É só entrar na loja de aplicativos do celular e baixar.
MecFlix – Vídeos e aulas de graça na internet. Site com videoaulas para os alunos assistirem quantas vezes quiserem, fazer download e compartilhar com os amigos. Essas aulas servem de reforço para as matérias apresentadas em sala de aula, estimulando ainda mais o aprendizado. Basta acessar mecflix.mec.gov.br. Disponível no computador e no celular.
TV Escola – Um canal de televisão que gera conhecimento e complementa o estudo em casa. Todo dia tem aulas de uma matéria diferente e no sábado e no domingo tem maratona com o que foi exibido na semana. Para assistir, basta sintonizar no canal TV Escola. Para conhecer a programação, acesse: tvescola.mec.gov.br/tve/serie/hora-do-enem/. Disponível em TV.
Geekie MT – Aplicativo com desafios, exercícios comentados, vídeos e leituras. Feito para estimular seus alunos e ensiná-los ainda mais. Pode ser acessado pelo site geekie.seduc.mt.gov.br ou baixado pela loja de aplicativos do celular. Disponível no computador e no celular.

http://www.mt.gov.br/-/5208340-aplicativos-de-estudo-se-popularizam-entre-estudantes-que-farao-enem

Brasil sedia discussão global sobre alfabetização midiática e informacional


A cidade de São Paulo se tornará o centro mundial de discussões sobre uma área do conhecimento ainda não muito difundida no Brasil, embora muito atual. Trata-se da Alfabetização Midiática e Informacional, tema de vários eventos que acontecem - de 02 a 05/11/2016 no Brasil, durante a Sexta Semana Global de Alfabetização Midiática e Informacional-AMI (MIL Week, em inglês, um dos idiomas do evento).

Para conhecer a programação e participar presencial ou virtualmente das discussões conheça o site da Semana AMI na página da UNESCO no Brasil ou o site oficial da MIL Week no site da sede da UNESCO. Além disso, a UNESCO e a Universidade de São Paulo-USP oferecem contas nas redes sociais, em especial no Facebook e Twitter, onde estão sendo disponibilizadas informações, veja em @unesco e @milclicks em inglês, e em @unescobrasil e @globalmilbrasil em português.    
Nos últimos anos, a informação e a comunicação estão se tornando globais. Isso é impulsionado pela internet, que está evoluindo como o principal agente de conexão entre as pessoas e as instituições. A internet abre a oportunidade para as mais diversas fontes de informação em todo o mundo. A diversidade de fontes de informação traz benefícios, riscos e desafios que vão além de indivíduos, são para as comunidades, as nações e o mundo todo. O que é preocupante é que o acesso à informação como combustível para o desenvolvimento ainda não está disponível a todos. Além disso, as capacidades críticas dos cidadãos em usar a comunicação e informação voltada ao desenvolvimento sustentável para a promoção do diálogo intercultural e para criar um mundo mais inclusivo está longe de ser global.


A Semana AMI de 2016 tem como tema Alfabetização Midiática e Informacional: novos Paradigmas para o Diálogo Intercultural. Seu evento principal é a 6a Sexta Conferência de Alfabetização Midiática e Informacional e Diálogo Intercultural (MILID, na sigla em inglês), que engloba a Primeira Assembleia Geral da Aliança Global para Parcerias em Alfabetização Midiática Informacional (GAPMIL, na sigla em inglês). A 6ª. Conferência acontecerá na USP, em São Paulo, Brasil, e está sendo organizada conjuntamente pela UNESCO, Rede de Universidades Diálogo Internacional, Mídia e Informação, GAPMIL em cooperação com a Aliança de Civilizações das Nações Unidas (UNAOC, na sigla em inglês).
Entre as questões que devem ser respondidas nessas reuniões estão: as alianças entre todas as partes interessadas em AMI podem melhorar e ampliar o desenvolvimento da cidadania global, dos direitos humanos e da educação? Como a AMI pode ser usada para enfrentar questões como a pobreza, opondo-se ao discurso de ódio e evitando o extremismo violento nas sociedades? Qual é o papel das políticas públicas neste contexto?
O Fórum Agenda Jovem dará início à Semana Global AMI, no dia 02/11, na Escola Britânica de Artes Criativas-EBAC. Jovens de todo o mundo estarão reunidos para discutir e participar de atividades que têm por objetivo inspirá-los a se engajarem no desenvolvimento sustentável por meio do uso crítico das tecnologias da informação e plataformas de mídia. O Fórum Agenda Jovem consistirá de duas sessões temáticas onde jovens falarão com jovens sobre esses assuntos. Workshops práticos também fazem parte da programação, visando a desenvolver nos participantes as habilidades práticas necessárias para se ter um papel mais crítico na produção, distribuição, avaliação de conteúdos de mídias e no uso da informação. Os produtos desses workshops serão apresentados no encerramento da Semana AMI.
A iniciativa UNESCO MIL Clicks é um movimento das mídias sociais criado para possibilitar e estimular formas inovadoras, criativas e não formais de aprendizagem sobre AMI e também sobre o diálogo intercultural. Os jovens constituem o público alvo do MIL CLICKS. Aprenda mais e junte-se ao movimento aqui. A iniciativa foi iniciada pela UNESCO em cooperação com a Comissão Europeia, o Governo da Arábia Saudita, USP, Centro Sérvio de Educação em Mídia e muitos outros parceiros. 
Várias outras atividades, entre mesas-redondas, workshops e apresentações culturais acontecerão simultaneamente no campus da USP em seus arredores. 

Links relacionados:
Site oficial da MIL Week  (em inglês)
UNESCO no Brasil - MIL Week  (em português)
Site MIL CLICKS (em português) 
Site da USP (em português)

Mais informações:

  • UNESCO

Alton Grizzle, a.grizzle(at)unesco.org
Ana Lúcia Guimarães, a.guimaraes(at)unesco.org, (+55-61) 2106-3536, (+55-61) 99966-3287
Fabiana Pullen, f.sousa(at)unesco.org, (+55-61) 2106-3596


  • USP

Gilson Schwartz, gilson.schwartz(at)gmail.com

Alexandre do Amaral, alexandrebdoamaral(at)gmail.com

http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/about-this-office/single-view/news/brazil_hosts_global_discussion_about_media_and_information_l/#.WBeLaC0rKM8

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Comissão que analisa MP da reforma do ensino médio tem audiência dia 1º.11

comissão mista que analisa a medida provisória da reforma do ensino médio (MP 746/16) promove audiência pública nesta terça-feira (1) para discutir a matéria. Na semana passada, o relator da MP, senador Pedro Chaves (PSC-MT), anunciou que pretende ouvir cerca de 40 convidados no mês de novembro.
A MP alterou regras curriculares e de funcionamento do ensino médio e recebeu 568 emendas de parlamentares. A proposta cria a Política de Fomento à Implantação de Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral e eleva a carga horária mínima anual, progressivamente, das atuais 800 horas para 1.400 horas.
A comissão mista é presidida pelo deputado Izalci (PSDB-DF) e tem o senador Elmano Férrer (PTB-PI) como vice-presidente. O relator revisor é o deputado Wilson Filho (PTB-PB).
Convidados
Foram convidados para discutir o assunto com os parlamentares:
- a secretária-executiva do Ministério da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro;
- o secretário de Educação Básica do Ministério da Educação, Rossieli Soares da Silva;
- o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Maria Inês Fini;
- o presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), e do Conselho Nacional de Educação (CNE), Eduardo Deschamps;
- o presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Alessio Costa Lima;
- o vice-presidente da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação, Ivan Cláudio Pereira Siqueira;
- o coordenador do Fórum Nacional de Educação, Heleno Araújo; e
- o consultor legislativo do Senado Federal, João Antônio Cabral de Monlevade.
O debate ocorrerá no plenário 6 da ala Nilo Coelho, a partir das 14h30.


ÍNTEGRA DA PROPOSTA:

Da Redação - MB

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http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/EDUCACAO-E-CULTURA/518607-COMISSAO-QUE-ANALISA-MP-DA-REFORMA-DO-ENSINO-MEDIO-TEM-AUDIENCIA-AMANHA.html

Declaração para um novo ano

20 para 21  Certamente tivemos que fazer muitas mudanças naquilo que planejamos em 2019. Iniciamos 2020 e uma pandemia nos assolou, fazendo-...