quarta-feira, 4 de junho de 2014

Várzea Grande: Prefeito Wallace não cumpre "Termo de Conciliação" e trabalhadores da educação retomam greve

Os/as professores/as e funcionários/as da rede pública municipal de Várzea Grande decidiram retomar a greve que foi suspensa no dia 24 de março deste ano, após assinatura de Termo de Conciliação mediado pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso.  

A decisão da categoria foi aprovada na Assembleia Geral, realizada nesta manhã de quarta-feira (04.06), na quadra esportiva do CEJA Licínio Monteiro. A greve será retomada na sexta-feira, dia 06 de junho.

De acordo com o presidente da subsede do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso de Várzea Grande (Sintep/VG), Gilmar Soares Ferreira, a retomada da Greve foi motivada pela falta de compromisso do prefeito Wallace Guimarães. "Ele não cumpriu com nenhum dos compromissos assumidos perante o Tribunal de Justiça", afirmou o professor Gilmar ressaltando que  será a quarta greve na administração Wallace.

Para o presidente do Sintep/VG, a administração de Várzea Grande vem promovendo ações que visam única e exclusivamente desmobilizar a categoria dos trabalhadores da educação do seu intento de assegurar direitos mínimos em valorização profissional.

"Deliberadamente, a prefeitura não honrou nenhum dos compromissos firmados em 2 TERMOS DE MEDIAÇÃO, assinado perante o Tribunal de Justiça. Termos estes que foram condições para a suspensão da greve em 24 de março de 2014. Diante da falta de respeito da Administração Wallace com a categoria não tem outra alternativa a não ser retomar a greve suspensa em 24 de março", reafirma o presidente do sindicato.

Mobilizações

Na segunda-feira (09.06), às 8h, os/as trabalhadores/as da educação realizarão Ato Público em frente ao Gabinete do prefeito Wallace para cobrar do administrador mais respeito com os profissionais da educação. E, durante a semana, haverá outros atos, porém serão articulados com as outras categorias em greve.

Outra Assembleia Geral será realizada no dia 11 de junho, para avaliar o movimento e decidir sobre a continuidade ou não da greve.



Alunos comemoram Dia do Meio Ambiente com atividades no Horto Florestal

Foto: Jorge Pinho (SME)

Secom Cuiabá

Pelo menos 800 alunos participam do evento, que vai divulgar as três escolas vencedoras da IV Gincana Ecológica, realizada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, em parceria com as Secretarias Municipais de Educação e de Serviços Urbanos, Agro Amazônia e Ambev.Alunos de 15 escolas municipais de Cuiabá participam nesta quinta-feira (05) de atividades recreativas e culturais no Horto Florestal em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente.
O secretário municipal de Educação, Gilberto Figueiredo, explica que a Gincana Ecológica tem por finalidade sensibilizar toda a comunidade escolar para a importância de manter a escola e a cidade limpa, retirando do meio ambiente aqueles materiais que poluem e que podem ser reutilizados.
As escolas participantes da gincana são a Lenine Póvoas; Francisca Figueiredo; Jesus Criança; Liberdade; Maria Dimpina; Maria Tomich; Moacyr Gratidiano; Francisco Pedroso; Marechal Rondon; Senhorinha Alves; Raimundo Pombo; Gracildes Mello; Darcy Ribeiro; Doutor Fábio Leite; e Rafael Rueda.
A programação da Gincana Ecológica começou no dia 26 de maio com palestras nas escolas, cujos temas foram ligados à Educação e Sustentabilidade.
Além das palestras, as escolas também participaram de uma gincana de coleta de embalagens plásticas recicláveis. As embalagens foram pesadas e recolhidas pela equipe da Secretaria de Meio Ambiente. O resultado será divulgado na quinta-feira durante o evento no Horto Florestal.
Serão premiadas as três escolas que alcançarem o maior volume de embalagens plásticas recicláveis recolhidas. Cada escola ganhará um kit esportivo, contendo bola de futebol de campo, e de futsal, bola de basquete, bola de vôlei, rede de vôlei, bomba de ar e conjunto de coletes para prática esportiva. As embalagens plásticas recicláveis recolhidas pelas escolas participantes serão vendidas e o dinheiro arrecadado será doado para a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Cuiabá (Apae).

http://www.cuiaba.mt.gov.br/educacao/alunos-comemoram-dia-do-meio-ambiente-com-atividades-no-horto-florestal/9016

"Fundamental não é gastar 10% do PIB, mas cumprir metas"

A Campanha Nacional Pelo Di­reito à Educação foi a principal articuladora da sociedade civil na redação do Plano Nacional da Educação (PNE) e na pres­são por sua aprovação. De acor­do com o coordenador da cam­panha, Daniel Cara, "o funda­mental é cumprir as metas".

Incluir PROUNI e Fies no cálcu­lo dos 10% atrapalha o PNE?

Aprovaram 10%, mas hoje já sa­bemos que são menos de 9%, porque essa é a participação da transferência de recursos públicos para o setor privado. A expansão privada (do ensino superior) tem um problema, porque as instituições não ofer­tam qualidade, não aceitam controle social e transparên­cia. O resultado é que o setor tem influência no Congresso.

Por que 10% são importantes? 

A meta dos 10% do PIB para a educação só existe com as ou­tras 19 metas, mas as outras es­tavam ancoradas em investi­mento. Vamos ter de fazer es­forço contábil para garantir o cumprimento das metas. A gente vai ter de acompanhar o PNE. O fundamental nunca foi gastar os 10%, mas cumprir as outras metas. E daí veio o cál­culo sobre o PIB.

Mas foi uma vitória que a União tenha de complementar recursos para atingir o Custo Aluno-Qualidade Inicial (CAQi)? 
A complementação é dispositivo consti­tucional que nunca esteve a contento. Em dez anos podere­mos resolver problema históri­co, que é baixa participação da União no investimento em educação. É uma justiça federa­tiva. O cálculo do CAQi leva em conta jornada de aula, nú­mero de alunos por turma, va­lorização do professor e infraestrutura. Tem de vir corro­borado com a justiça tributá­ria. O Brasil tem previsão de viabilizar mais recursos, com o pré-sal, mas também precisa cobrar mais de quem ganha mais, fazendo com que os mais ricos contribuam mais.

Como conseguir cumprimento de todo plano? 
O PNE vai exi­gir sacrifício da sociedade, não vamos resolver os problemas da educação de modo instantâ­neo. O mais importante é que a gente deu passo importante para um caminho inexorável, que é a valorização dos profes­sores. Temos de pressionar o governo federal a ter um acom­panhamento e avançar no con­trole social de Estados e muni­cípios.
Fonte: O Estado de São Paulo
http://www.campanhaeducacao.org.br/?idn=1370

Os avanços do PNE são conquistas da sociedade civil, mas dependem de controle social


Brasil, 03 de Junho de 2014.

Fruto de um intenso processo de construção democrática, o texto que segue para a sanção presidencial é bem melhor do que a versão encaminhada pelo Poder Executivo ao Parlamento. Essencialmente, essas melhorias são mérito da capacidade de proposição da sociedade civil e da sensibilidade dos parlamentares em incorporar, defender e colaborar com o aperfeiçoamento das propostas.

A incidência da Campanha Nacional pelo Direito à Educação no PNE foi iniciada nos processos de participação que culminaram na Coneb (Conferência Nacional de Educação Básica), em 2008, e na Conae (Conferência Nacional de Educação), em 2010. Em ambas, a rede esteve presente nas diversas etapas municipais, intermunicipais e aprovou suas propostas em praticamente todas as etapas estaduais em que incidiu.

Preparada técnica e politicamente, a rede foi pioneira na elaboração de emendas ao Plano. Posteriormente, editou a Nota Técnica referencial que comprovou a necessidade de investimento público equivalente a 10% do PIB (Produto Interno Bruto) em educação pública.

Entre as principais proposições da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, em diálogo e em parceria com outros movimentos e organizações da sociedade civil, estão a exigência de elaboração e implementação do Sinaeb (Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica); a equiparação da média salarial do magistério com a média de remuneração das demais profissões públicas; o respeito ao ciclo de alfabetização; e a implementação do CAQi (Custo Aluno-Qualidade Inicial), referente a um padrão mínimo de qualidade, a ser superado, - posteriormente - pelo CAQ (Custo Aluno-Qualidade). Além disso, a rede propôs mecanismos de controle social efetivos ao PNE, como a obrigatoriedade de relatórios bienais sobre o andamento das metas e estratégias do plano.

Para a manutenção e o desenvolvimento da educação básica pública, nenhuma conquista foi mais importante do que a aprovação da Estratégia 20.10, que obriga o Governo Federal a editar uma lei criteriosa para a transferência de recursos para estados e municípios garantirem a implementação do CAQi e, posteriormente, do CAQ. Essa medida faz jus às determinações da Constituição Federal que nunca foram atendidas.

É certo que o texto do Plano Nacional de Educação apresenta entraves, como a manutenção do parágrafo 5° do artigo 5°, oriundo do Senado Federal, que permite contabilizar no investimento público em educação os recursos destinados às parcerias público-privadas. Contudo, não há dúvida de que ele será um instrumento legal capaz de fazer a educação brasileira avançar, desde que seja bem implementado. E sua concretização depende também da elaboração, revisão, aprovação e execução dos planos municipais e estaduais de educação. Portanto, agora é o momento de desenvolver essas ações.

Assim, a partir de agora, diante de seu vitorioso esforço de incidência política, a Campanha Nacional pelo Direito à Educação assume como um dos seus principais desafios o controle social relativo à implementação do PNE, bem como, buscará colaborar com a elaboração dos planos educacionais sub-nacionais, especialmente por meio de seus Comitês Regionais.

Há convicção de que é o controle social o meio mais eficaz para o cumprimento tanto do PNE como é fundamental para a consagração do direito à educação pública de qualidade. 


Assina o Comitê Diretivo da Campanha Nacional pelo Direito à Educação:

Ação Educativa

ActionAid Brasil

CCLF (Centro de Cultura Luiz Freire)

Cedeca-CE (Centro de Defesa da Criança e do Adolescente do Ceará)

CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação)

Fineduca (Associação Nacional de Pesquisadores em Financiamento da Educação)

Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança e do Adolescente

Mieib (Movimento Interfóruns de Educação Infantil do Brasil)

MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra)

Uncme (União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação)

Undime (União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação).
Fonte:

http://www.campanhaeducacao.org.br/?idn=1369

Agora é definitivo: Câmara aprova PNE. Texto vai para sanção presidencial.

O Plenário da Câmara dos Deputados concluiu nesta terça-feira (3) a votação do Plano Nacional de Educação (PNE - PL 8035/10). Foi aprovado o parecer do relator, deputado Angelo Vanhoni (PT-PR), para o texto do Senado. A matéria será enviada à sanção presidencial.
O PNE estipula novas metas para os próximos dez anos, com o objetivo de melhorar os índices educacionais brasileiros. A principal inovação da proposta em relação ao plano anterior, cuja execução acabou em 2010, é a aplicação de um mínimo de recursos públicos equivalentes a 10% do Produto Interno Bruto (PIB) em educação.
O plano prevê o alcance dessa meta em duas etapas: um mínimo de 7% do PIB no quinto ano de vigência da futura lei; e 10% do PIB ao fim do período de dez anos.
Esses recursos também serão utilizados para financiar a educação infantil em creches conveniadas; a educação especial; e programas como o de acesso nacional ao ensino técnico e emprego (Pronatec), o de bolsas em faculdades privadas (Universidade para Todos – ProUni), o de financiamento estudantil (Fies) e o de bolsas para estudo no exterior (Ciência sem Fronteiras).
O texto-base do relator foi aprovado no dia 28 de maio. Nesta terça-feira, os deputados rejeitaram dois destaques apresentados ao texto. Na única votação nominal ocorrida nesta terça, o Plenário manteve no texto, por 269 votos a 118, a contagem dos recursos desses programas nos 10% do PIB que devem ser aplicados.
Para o relator, a aplicação de verbas públicas em programas em parceria com o setor privado não afeta a meta de aplicar um mínimo de 10% do PIB no setor público porque o cálculo foi feito com base no chamado Custo Aluno Qualidade (CAQ). “Esses valores são insignificantes se comparados ao que vamos investir em educação pública em dez anos”, afirmou Angelo Vanhoni.
Complementação de verbas
O Plenário rejeitou também outro destaque, do PMDB, que pretendia retirar do texto a obrigatoriedade de a União complementar recursos insuficientes de estados e municípios para cumprir o CAQ. O próprio autor do destaque, deputado Gastão Vieira (PMDB-MA), desistiu de defender sua proposta.
Segundo Vieira, o CAQ define que, se uma escola tiver determinados insumos, ela será uma boa escola, mas não há previsão de recursos para essa finalidade. “Ao contrário doFundeb, qualquer estado poderá questionar juridicamente a União para que ela pague o valor projetado por esse índice [CAQ]”, afirmou. Para Gastão Vieira, esse conceito precisa ser melhor definido.
De acordo com o texto, o CAQ e o Custo Aluno Qualidade inicial (CAQi), a ser usado nos dois primeiros anos, deverão traduzir um conjunto de padrões mínimos de qualidade do ensino estabelecidos na legislação educacional. A ideia é que o financiamento seja calculado com base no atendimento desses padrões.
Recursos
Em relação às principais metas relacionadas no projeto, dados da comissão especial que analisou o PNE indicam que, nos dez anos, os investimentos deverão saltar dos atuais R$ 138,7 bilhões para R$ 228,35 bilhões nas principais áreas.
Esses recursos deverão ser direcionados para a ampliação de matrículas e melhoria da qualidade do ensino em creches; pré-escolas; ensinos fundamental, médio e superior; educação especial; ensino em tempo integral; ensino de jovens e adultos; e educação profissional.

http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/EDUCACAO-E-CULTURA/469610-CAMARA-APROVA-PLANO-NACIONAL-DE-EDUCACAO-TEXTO-SEGUE-PARA-SANCAO.html

Programação computacional nas séries iniciais

Tendência norte-americana de incluir programação nas séries iniciais de ensino começa a chegar ao Brasil. Mas críticos apontam que, por trás da necessidade de desenvolver habilidades cognitivas e lógicas, escondem-se interesses menos nobres.
Por: Vera Rita da Costa
Nos Estados Unidos, já há currículos e recursos didáticos para incorporar
a programação de computadores na vida diária dos estudantes desde muito cedo.
(foto: Leonardo Augusto Matsuda/ Flickr – CC BY-NC 2.0)
Prepare-se, pois se o tema ainda não bateu à sua porta o fará em breve, e você terá que opinar e se posicionar em relação a ele.
De que tema estamos falando? De aulas de programação computacional para crianças. Isso mesmo! Não se trata da discussão se devemos ou não introduzir aulas de filosofia, religião ou acrescentar mais aulas de ciências em nossos já carregados e fragmentados currículos escolares.
O tema da vez – que já está se tornando febre no exterior e começa também a bater à porta das escolas brasileiras, sobretudo as particulares e mais caras – é a introdução da programação de computadores nas séries iniciais da escolarização.
Não pense que há algum erro ou exagero no que foi dito antes. Trata-se mesmo da proposta de incluir esse aprendizado desde cedo, já nas séries iniciais, equivalentes ao nosso ensino fundamental, ou até na própria educação infantil.
A nova tendência surgiu nos Estados Unidos, incentivada (e patrocinada) por grandes empresas de tecnologia e seus fundadores, entre as quais se destacam Microsoft e Facebook
A nova tendência, como se pode imaginar, surgiu nos Estados Unidos, incentivada (e patrocinada) por grandes empresas de tecnologia e seus fundadores, entre as quais se destacam Microsoft e Facebook. 
Por intermédio da Code.org, uma organização não governamental, essas e outras empresas ligadas à tecnologia da informação têm creditado recursos milionários para disseminar a programação entre os mais jovens e têm obtido enorme sucesso e muita receptividade à sua proposta.
Nos Estados Unidos, já há currículos e recursos desenvolvidos e destinados às diferentes idades, treinamento sendo oferecido aos professores e um eficiente trabalho de divulgação (leia-se lobby) junto às autoridades educacionais e políticos. Tudo com o objetivo explícito de fomentar a incorporação da programação na vida diária dos escolares. Se possível, nos currículos oficiais dos estados norte-americanos, e o quanto antes, melhor. 
Em um artigo recente publicado no The New York Times, fala-se, inclusive, em um ‘movimento nacional pelo ensino de programação’ nas escolas norte-americanas. Coisa da pesada! De quem realmente está preocupado em “inspirar a paixão pela tecnologia”, “incentivar as carreiras ligadas à computação e à tecnologia da informação”, “garantir a empregabilidade futura” e “desenvolver habilidades cognitivas e lógicas”. 
Essas, é claro, são as alegações dos defensores da medida. E, como se pode perceber, é realmente difícil não ser ‘fisgado’ por elas. Qual professor ou professora que não se importa com essas questões atualmente? Qual pai ou mãe que não se preocupa em “conferir vantagens iniciais” ou “preparar seu filho para o futuro”?

Professores inscritos na Olimpíada de Português recebem formação

Professores de língua portuguesa e pedagogos de escolas municipais de Cuiabá que se inscreveram na 4ª edição da Olimpíada de Português estão passando por formação continuada. A qualificação visa aprimorar a prática didática desses profissionais que vão trabalhar a leitura e a produção de textos com os alunos do 5º ao 9º ano.
Em Cuiabá, 128 professores estão inscritos na olimpíada, envolvendo 42 escolas municipais. Estes professores recebem a formação, bem como o material didático, para trabalhar com alunos que vão produzir os textos para a olimpíada.
A Olimpíada de Português é uma iniciativa do Ministério da Educação e da Fundação Itaú Social, com coordenação do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec). Esta edição da Olimpíada tem como tema “O lugar onde vivo”, que busca resgatar a cultura local.
Conforme explica a assessora pedagógica e formadora de língua Portuguesa da Secretaria Municipal de Educação, Silma Ponce, as escolas inscritas na olimpíada receberam a coleção didática, contendo quatro pastas com caderno do professor, CD-ROM e a coletânea de textos, nos gêneros poema, memórias literárias, crônica e artigo de opinião. Esse material fará parte do acervo da escola e será usado pelos professores nas oficinas de leitura e produção de textos com os alunos.
O formador do Cenpec Antonio Gil, explica que o material orientador, disponibilizado pelo centro de estudos, ajuda a aprimorar o trabalho do professor em sala de aula, principalmente em relação à escrita e à leitura.
Foto: Jorge Pinho (SME)
“O professor se apropria dessa metodologia para adquirir conhecimento. São experiências que melhoram o trabalho em sala de aula e incentiva a participação do professor na olimpíada”, observa Antonio Gil.
Os professores do 5º ao 6º ano vão trabalhar com os alunos a produção de poema e os do 7º ao 8º ano, memórias literárias. As turmas do 9º ano vão trabalhar a crônica. O artigo de opinião não é incluído nas escolas municipais, pois é destinado ao ensino médio.
“Antes de começar a produção de texto, os professores trabalham com os alunos a sequência didática. Como o tema da olimpíada é ‘o lugar onde vivo’, eles pesquisam sobre o local onde moram, apontando os problemas existentes, e só depois dessas atividades é que começam a produção dos textos”, explica Silma Ponce.
Os textos produzidos pelos alunos, segundo a assessora pedagógica, serão avaliados por uma Comissão Julgadora Escolar e posteriormente por uma Comissão Julgadora Municipal. Os textos selecionados pela comissão municipal serão encaminhados para o MEC para concorrerem na fase final.
A professora de Língua Portuguesa, Ângela Maria Almeida, que leciona para turmas do 7º ano na escola Esmeralda de Campos, aprovou o material. “A metodologia é totalmente atual, é uma proposta muito interessante para trabalhar em sala de aula”.
Olimpíada - Ocorre desde 2008, tem caráter bienal, ocorrendo sempre nos anos pares. O concurso pretende aprimorar a prática didática de professores de Língua Portuguesa da rede pública em todo o Brasil com o objetivo de desenvolver competências de escrita nos alunos e contribuir com a qualidade do ensino.
IPE – A qualificação dos professores de Língua Portuguesa está dentro do Programa de Implementação Pedagógica do Ensino (IPE), que oferece formação continuada também aos professores de matemática e história que atuam na rede municipal de ensino. Pelo menos 400 profissionais estão passando pela formação.

http://www.cuiaba.mt.gov.br/educacao/professores-inscritos-na-olimpiada-de-portugues-recebem-formacao/9011

terça-feira, 3 de junho de 2014

Brasil: 11 mil escolas ainda não têm energia e 60 mil não possuem rede de água

Por Davi Lira - iG Educação

Situação não é a mesma da encontrada na maioria das unidades do País; no entanto, dados revelam que questões básicas de infraestrutura ainda não foram completamente resolvidas

Das mais de 190 mil escolas brasileiras, quase 60 mil (30%) não recebem água via rede pública. E se o fornecimento de luz é uma necessidade tida como básica pela sociedade, mais de 11 mil estabelecimentos de ensino do País ainda não conseguem usufrir do acesso à rede elétrica pública. Os dados, fornecidos pelas próprias escolas, fazem parte do Censo Escolar da Educação Básica do Ministério da Educação (MEC) publicado em 2014.
A ausência da universalidade de serviços básicos como água e energia são apenas algumas das carências que escolas do País - especialmente as unidades públicas - ainda têm que lidar. Por meio do infográfico, confira, em detalhes, a dimensão do sistema escolar brasileiro: do número total de matrículas às condições estruturais das unidades de ensino.

Acesse o link para ver os infográficos: http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2014-06-02/brasil-11-mil-escolas-ainda-nao-tem-energia-e-60-mil-nao-possuem-rede-de-agua.html

CNTE lança aplicativo sobre legislação educacional. Baixe! É grátis.

Todos os volumes da legislação da educação básica brasileira agora cabem na palma da sua mão. A CNTE lançou, no Conselho Nacional de Entidades, um aplicativo que permite acessar, de maneira fácil e a qualquer momento, as leis que existem sobre o assunto no Brasil. O aplicativo LEGISLAÇÃO CNTE oferece o conteúdo de mais de 100 leis, pareceres e resoluções, com atualização automática.

Em Legislação educacional é possível pesquisar sobre carreira e formação dos profissionais, legislação para funcionários da educação, currículo do nível básico, educação profissional e tecnológica, filosofia, sociologia e religião, relações étnico-raciais, educação de jovens e adultos, educação a distância, especial, do campo, indígena, ambiental e, ainda, educação e direitos humanos. Em legislação profissional, há um menu para buscar informações sobre planos de carreira e direitos no trabalho. 

Desenvolvida pela CNTE, a ferramenta permite acesso direto a todas as leis federais, com sistema de busca por número da lei, ano, ou palavra-chave: tudo muito simples e rápido. Segundo o secretário de Imprensa e Divulgação da CNTE, Joel de Almeida Santos, o lançamento do aplicativo dá um novo impulso à comunicação da CNTE: "Os educadores podem realizar qualquer pesquisa sobre educação federal básica com qualidade e de forma instantânea, além de ser uma ferramenta importante em uma mesa de negociação, pois facilita a vida do interlocutor, que, em caso de dúvida, pode conferir e ter mais argumentos no debate". 

Gratuito, o aplicativo pode ser baixado para os sistemas android e ios nas lojas Google Play e App Store.

http://www.cnte.org.br/index.php/comunicacao/noticias/13652-cnte-lanca-aplicativo-sobre-legislacao.html

Finalistas do Prêmio Estadual de Gestão Escolar relatam troca de experiência em visita a escolas nordestinas

Depois de uma viagem de intercâmbio de cinco dias, educadores de Mato Grosso retornam de Natal (RN) e Recife(PE) apresentando os resultados da troca de experiência com profissionais dos locais visitados. Finalistas do Prêmio Gestão Escolar Estadual 2013, as seis escolas encaminharam representantes para conhecer boas práticas nos dois Estados da região nordeste, que foram vencedores nacionais do prêmio em anos anteriores.
 
A viagem realizada por  assessores pedagógicos, gestores e coordenadores das escolas foi dividida em equipes. Representantes de Juara e Juína foram para o Estado de Pernambuco e os de Matupá, Paranaíta e Rondonópolis foram para o Rio Grande do Norte.
 
A professora Marcela Bonet Becher Schvaren, da Escola João Paulo I, de Paranaíta, relata que teve uma experiência riquíssima.  Conforme ela, foi surpreendente a preocupação dos profissionais com a formação dos alunos, com o  futuro acadêmico. “O método de ensino é um pouco diferenciado do nosso, com vivências fora da sala de aula”.  
 
Outro ponto destacado por Marcela é o esforço dos professores em busca de qualificação e aperfeiçoamento. “Eles fazem mestrado, doutorado e especializações”, disse.  A professora também destacou o  Protagonismo Juvenil, nas escolas de Natal.  “Fomos recepcionados pelos alunos que nos levaram para conhecer a escola, tomaram frente de algumas atividades e apresentações, e os professores e diretores apenas observaram”.    
 
Vencedora nacional do Prêmio de Gestão e primeira colocada no Estado,  a Escola Estadual Luzia Nunes Bezerra, de Juara, visitou o Estado de Pernambuco . A professora Maria Helena Rodrigues,  relata que  lhe chamou a atenção  a presença dos pais nas escolas. “É interessante a maneira com que  a comunidade participa dos projetos apresentados pelos coordenadores escolares, que buscam maneiras de atrair e manter os alunos no meio escolar”.  Conforme ela, os jovens, especialmente do Ensino Médio, estão envolvidos em projetos de tempo integral na Escola. 

  
Assessoria/Seduc-MT
Finalistas do Prêmio Estadual de Gestão Escolar relatam troca de experiência em visita a escolas nordestinas
O assessor pedagógico, Éderson de Andrade, da Escola Estadual Professora Elizabeth Freitas Magalhães, de Rondonópolis, visitou a escola Professora  Terezinha Carolino de Souza, do Rio Grande do Norte,  2º lugar nacional no Prêmio de Gestão.   Ele se diz impressionado com a integração da comunidade escolar. “A articulação que a escola tem com a comunidade, a participação do  Conselho Deliberativo da Comunidade Escolar(CDCE).  O CDCE é liderado por uma mãe de um aluno que já consegui  que fosse construída coletivamente cisternas de água em algumas escolas da região. 
 
Participaram da visita representantes das Escolas Estaduais Luiza Nunes – Juara;  Dr. Guilherme Freitas de Abreu Lima – Juína;  Antonio Francisco Lisboa – Juína;  Cecília Meireles – Matupá; Profª Elizabeth de Freitas Magalhães – Rondonópolis; e João Paulo I - Paranaíta 
 

 
Assessoria/Seduc-MT
http://www.seduc.mt.gov.br/conteudo.php?sid=20&cid=14379&parent=20

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Prefeitura de Cuiabá terá expediente diferenciado nos dias de jogos da Copa

O prefeito Mauro Mendes assinou na última sexta-feira (20) o decreto nº 5.514, que dispõe sobre o horário de expediente dos órgãos municipais nos dias dos jogos da Seleção Brasileira e dos jogos em Cuiabá, durante a Copa do Mundo FIFA 2014.
Nos dias 12, 13, 17, 23 e 24 de junho, o expediente será das 7h30 às 13h. O decreto não se aplica aos plantões considerados essenciais, como saúde, coleta de lixo, manutenção e distribuição de água, defesa civil, fiscalização do gerenciamento urbano e de trânsito.
Jogam em Cuiabá no dia 13 de junho as seleções de Chile e Austrália; no dia 17 de junho, Rússia e Coreia do Sul; dia 21 de junho (sábado), Nigéria e Bósnia; e dia 24 de junho, Japão e Colômbia.

Confira o Decreto na íntegra.

http://www.cuiaba.mt.gov.br/governo/prefeitura-de-cuiaba-tera-expediente-diferenciado-nos-dias-de-jogos-da-copa/9008

Comissão de Educação debaterá base nacional comum para o ensino básico

A Comissão de Educação promove audiência pública, na terça-feira (3), para discutir a criação de uma base nacional comum para o ensino básico do Brasil.
O evento foi solicitado pelos deputados Artur Bruno (PT-CE), Alex Canziani (PTB-PR), Professora Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO), Raul Henry (PMDB-PE) e Gabriel Chalita (PMDB-SP).
ConvidadosForam convidados para discutir o tema com os integrantes da comissão:
- a diretora da Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), Clarisse Travercine;
- o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), José Francisco Soares;
- o presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Cleuza Rodrigues Repulho;
- o secretário da Educação de Santa Catarina e representante do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Eduardo Deschamps;
- a pesquisadora do Centro de Políticas Públicas em Educação da Faculdade de Educação (Feusp), Paula Louzano;
- o secretário de Assuntos Educacionais da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Heleno Araújo Filho;
- o presidente da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam), Vilani de Souza; e
- a secretária de Relações de Trabalho da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Maria das Graças Costa.
A audiência ocorrerá no plenário 10, a partir das 14h30.
http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/EDUCACAO-E-CULTURA/469356-COMISSAO-DE-EDUCACAO-DEBATERA-BASE-NACIONAL-COMUM-PARA-O-ENSINO-BASICO.html

Falta de nutricionista dificulta cumprimento de lei sobre merenda diferenciada


Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil Edição: Davi Oliveira
A falta de nutricionistas é o principal empecilho para que escolas ofereçam merenda adequada a estudantes com restrições alimentares, segundo dados do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Lei publicada quinta-feira (29) no Diário Oficial da União dá prazo de 90 dias para que todas as escolas passem a atender às demandas nutricionais diferenciadas.
"A maior preocupação, o ponto crítico é: tem nutricionista? Todo município tem a quantidade adequada, conforme pede resolução que estipula a quantidade mínima por aluno? A resposta é não", diz o coordenador substituto de Educação e Controle Social do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), Leomir Araujo. Segundo ele, pelo menos 20% do país não está preparado para receber "de forma mínima, quanto mais de forma ideal" a lei.
Pelos dados do FNDE, até 2011, 79% dos municípios tinham nutricionistas cadastrados no Pnae, mas nem sempre em condições adequadas. Ribeirão Corrente (SP) é uma das cidades que têm nutricionista, mas apenas um profissional é responsável por atender às demandas de educação e de saúde. Por resolução do Conselho Federal de Nutricionistas, um profissional deve atender a até 500 alunos. Em Ribeirão Corrente, ele atende a mil estudantes, segundo o secretário de Educação do município, Rodrigo Oliveira.
"Mesmo assim, como somos um município pequeno, temos três ou quatro alunos com restrições alimentares. Eles recebem alimentação separada", diz o secretário.
Em Breu Branco (PA), a situação é mais preocupante. Segundo a secretária de Educação do município, Melânia Mezzomo, um nutricionista dá conta de 13,2 mil estudantes. Ela diz que, na cidade, o Ministério Público pressiona para que não se ultrapasse os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal, segundo a qual a despesa com pessoal não pode ser maior que 60% da receita corrente líquida nos estados e municípios. "Não podemos contratar, não temos concursados e na cidade há dificuldade de encontrar profissionais capacitados", diz Melânia.
Perguntada se vai conseguir cumprir a nova lei, ela responde: "Não vai ter como atender. Faz o quê? Milagre". Leomir Araujo explica que a lei não prevê punições, mas ainda deve ser regulamentada e pode haver punição para quem não cumprir a adequação. A alimentação deve atender aos alunso que necessitem de atenção nutricional individualizada em virtude de estado ou de condição de saúde específica. Um cardápio especial deverá ser elaborado com base em recomendações médicas e nutricionais, avaliação nutricional e demandas nutricionais diferenciadas.
Para quem tem filhos nessas condições, a lei é garantia de que as crianças e adolescentes vão ter acesso à alimentação adequada. A professora do departamento de nutrição da Universidade de Brasília Raquel Botelho é mãe de Henrique, alérgico a leite. Hoje, ele está no segundo ano do ensino fundamental. Até o ano passado, ele frequentava escola pública e a mãe tinha que mandar o alimento de casa.
A preocupação, diz a professora, é que muitos pais não têm condições de mandar o alimento de casa. Raquel explica que a presença do nutricionista nesse processo é fundamental. É ele que vai orientar também aqueles que preparam a comida. "Não adianta colocar no cardápio um bolo sem açúcar para atender aos diabéticos se o cozinheiro ou merendeiro nunca fez um bolo sem açúcar, não sabe o que pode substituir".

http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2014-05/falta-de-nutricionistas-impede-cumprimento-de-lei-sobre-merenda-diferenciada

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Definidas as escolas que vão para a final do concurso de dança "EDUCANDO COM A COPA"

Foto: Jorge Pinho (SME)
O clima de Copa do Mundo tomou conta do auditório da Secretaria Municipal de Educação nesta quinta-feira (29), quando foi realizada a semifinal do concurso de dança, que integra o projeto Educando com a Copa.
As escolas Raimundo Pombo, Orlando Nigro, Alzira Valladares e Gracildes Melo, que se apresentaram com danças típicas dos países Coreia do Sul, Austrália, Japão e Coreia do Sul, respectivamente, foram as classificadas para a grande final, que ocorrerá no dia 5 de junho.


Pelo menos 19 escolas municipais de Cuiabá participaram do concurso. Os alunos apresentaram coreografias de danças folclóricas dos oito países que jogarão a primeira fase da copa do mundo na Arena Pantanal.
Promovido pela Secretaria Municipal de Educação, o projeto “Educando com a Copa” é uma das ações de mobilização para a Copa do Mundo FIFA 2014.
Para o secretário municipal de Educação, Gilberto Figueiredo, sem dúvida nenhuma o legado da Copa do Mundo em Cuiabá será a oportunidade de aprendizado que os alunos terão. “Quando pensamos na realização desse projeto, a nossa intenção foi estimular nossas unidades de ensino a pesquisarem sobre os oito países que jogarão em Cuiabá. Com isso, os alunos têm maior integração com a história, geografia e conhecimentos gerais desses países, principalmente no que diz respeito aos aspectos culturais”.
Umas das escolas classificadas para a final, a Orlando Nigro, representou a Austrália com a dança Haka, típica do povo Maori. Segundo a professora de educação física, Daniele Vilela, um dos aspectos que contribuiu para a vitória do grupo foi a dedicação e empenho de toda a escola. “Foram vários dias de pesquisas e de ensaios exaustivos, mas tudo com muita dedicação, pois queríamos fazer uma bela apresentação”, disse a professora, agradecendo ao Instituto de Balé Voo Livre, que contribuiu com a coreografia apresentada pela escola.
Para a diretora da escola, Ednalúcia Maria do Nascimento, projetos desse tipo ajudam no aprendizado do aluno, além de contribuir para levantar a autoestima deles. “Foi muito gratificante participar. Este é um tipo de evento que deveria acontecer mais vezes”.
http://www.cuiaba.mt.gov.br/educacao/definidas-as-escolas-que-vao-para-a-final-do-concurso-de-danca/8998


Foto: EducaGil
Foto: EducaGil
Foto: EducaGil


Foto: EducaGil

Foto: EducaGil
Foto: EducaGil
Foto: EducaGil
Foto: EducaGil


Escolas fazem festa no encerramento dos jogos escolares


Secom Cuiabá

Equipe EMEB Darcy Ribeiro. Foto: Jorge Pinho (SME)
As escolas municipais Cândido Mariano Rondon, Maria da Gloria de Souza, Antônia Tita e Darcy Ribeiro foram as campeãs do futsal no 3º Jogos Escolares da Secretaria Municipal de Educação. A final, realizada na quarta-feira (28) no Ginásio Verdinho, definiu os campeões nas categorias A (12 a 14 anos) e B (9 a 11 anos) do masculino e do feminino.
O secretário municipal de Educação, Gilberto Figueiredo, fez questão de prestigiar o evento, inclusive assistindo as quatro partidas da final. “Incentivar o esporte é contribuir para formação de cidadãos do bem, pois enquanto esses alunos estão participando de atividades como essa estão longe das drogas e do mundo do crime. E é tão gratificante ver nossos alunos envolvidos com o esporte dessa forma”, declarou o secretário.
A secretária-adjunta de educação, Marioneide Kliemaschewsk, reconheceu o empenho e determinação não só dos alunos, mas também de todos os profissionais das escolas envolvidas nos jogos, principalmente os professores e monitores de educação física. “Todos estão de parabéns, pois o esporte, acima de tudo, é qualidade de vida e a prática desportiva é importante não só para o condicionamento físico, mas também para a vida social dessas crianças”, disse a secretária, acrescentando que em 2015 o evento será ainda melhor. “A gestão do prefeito Mauro Mendes acredita em superação e o que percebemos aqui é que as nossas escolas estão se superando cada vez mais”.
Segundo a articuladora do Programa Mais Educação da escola Marechal Rondon, Daiane Campos, o incentivo ao esporte, é importante para o condicionamento físico da criança. Alguns alunos da escola, segundo ela, estavam acima do peso e a prática do futsal ajudou a melhorar a situação. “Uma das alunas chegou a perder cinco quilos depois que começou a praticar o futsal, isso comprova que a participação deles em atividades como essa contribui para uma boa saúde”.
A aluna Larissa Soares, da escola Marechal Rondon, foi uma das artilheiras dos jogos com 13 gols no total. Junto com sua equipe ela conquistou o primeiro lugar na categoria B feminino. “Eu gosto muito de jogar e fazer gols, mas o que eu quero ser mesmo é pediatra”, disse a garota ao ser questionada se pretendia seguir carreira no futebol.
Para o monitor de educação física da escola Maria da Gloria, Devaldo Antunes, a vitória do time foi uma resposta ao empenho e trabalho em conjunto de todos os profissionais da escola. “Essa conquista para nós é um fato histórico, pois é a primeira vez que conquistamos um campeonato, mas foi especial, pois todos abraçaram a causa”, disse o professor, acrescentando que alguns alunos da unidade têm condições de seguir carreira no futsal.
É o caso de Luiz Paulo Oliveira, 10 anos, que joga como atacante e marcou 12 gols. Fã de Cristiano Ronaldo, do Real Madri, o garoto sonha com uma carreira internacional, seguindo os passos de seu ídolo. “Quero me tornar um profissional e, quem sabe, jogar no Real Madri”.
O campeonato contou com a participação dos professores articuladores do programa Mais Educação, dos monitores de esporte e professores de educação física. 

http://www.cuiaba.mt.gov.br/educacao/escolas-fazem-festa-no-encerramento-dos-jogos-escolares/8994

Déficit de atenção: 8 sinais aos quais os pais e educadores devem ficar atentos


O transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) é uma doença cercada de controvérsia. Por atingir principalmente crianças, muito pais enxergam problemas onde eles não existem — sintomas isolados são comuns nesta fase da vida. Também há quem não preste atenção ao conjunto de sintomas que a caracterizam: quadros de desatenção, hiperatividade e impulsividade de maneira exacerbada. 
Há um grande número de crianças com a doença, reconhecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Segundo dados da Associação Brasileira de Déficit de Atenção (ABDA), cerca de 3% a 5% das crianças brasileiras sofrem de TDAH, das quais de 60% a 85% permanecem com o transtorno na adolescência.
É preciso enfrentá-la cedo. Quando não diagnosticada e tratada, pode trazer sérios prejuízos a curto e longo prazo. Em crianças, é comum a queda no rendimento escolar, por causa de desorganização, da falta de paciência para assistir às aulas e estudar. Na fase adulta, o problema pode ser a causa de uma severa baixa auto-estima, além de afetar os relacionamentos interpessoais, uma vez que a pessoa tem dificuldades em se ajustar a horários e compromissos e, frequentemente, não consegue prestar atenção no parceiro.  
Clique AQUI para ver os oito sinais:

* Fontes: Maria Conceição do Rosário, psiquiatra e professora do Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e do Child Study Center, da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, e Thiago Strahler Rivero, psicólogo do Departamento de Psicobiologia do Centro Paulista de Neuropsicologia da Unifesp

Veja as 20 Metas do PNE aprovadas pela Câmara

Depois de quase quatro anos de tramitação no Congresso Nacional, o texto-base do Plano Nacional de Educação (PL 8035/10) foi aprovado no Plenário da Câmara dos Deputados e vai seguir, enfim, à sanção da Presidência da República. Foi mantido o o parecer do deputado Angelo Vanhoni (PT-PR) para o texto do Senado.

Os destaques serão debatidos na semana que vem, por conta de um acordo entre as lideranças dos partidos. Destaques são os pedidos feitos por um deputado para votar, separadamente, uma emenda ou uma parte do texto. Essa votação ocorre sempre após a aprovação do texto-base.

Um dos destaques contempla a possibilidade de a União complementar recursos de estados, Distrito Federal e municípios caso eles não alcancem a verba necessária para cumprir padrões de qualidade como o Custo Aluno Qualidade inicial (CAQi) e Custo Aluno Qualidade (CAQ).
O PNE reúne as metas que o Brasil deve atingir na Educação em uma década. A aprovação, considerada uma "vitória do povo brasileiro", foi bastante comemorada pelos deputados e por entidades civis presentes na sessão. Pelo texto, o Brasil deve investir 10% de seu Produto Interno Bruto (PIB) na educação até o prazo de dez anos, incluindo ações do governo como o Programa Universidade Para Todos 

VEJA AS 20 METAS DO PNE

http://www2.camara.leg.br/comunicacao/institucional/plano-nacional-de-educacao-1

quinta-feira, 29 de maio de 2014

SEDUC - MT distribui às escolas estaduais informativo sobre a Copa.

Noventa mil informativos com foco na Copa do Mundo serão entregues para as escolas estaduais de Cuiabá e Várzea Grande, nesta semana. O material produzido pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc) tem cunho pedagógico e de serviço. Nesta terça-feira (27.05), em reunião com os gestores das unidades estaduais dos dois municípios, a secretária de Estado de Educação, Rosa Neide Sandes, esclareceu o objetivo do Informativo “Nossa Copa do Pantanal”.
 
As cartilhas foram elaboradas com objetivo de dar suporte às unidades da Capital e da região metropolitana para ser utilizado como mais um instrumento pedagógico que poderá fomentar as atividades e discussões que envolvam a temática Copa do Mundo na comunidade escolar. “Os cuiabanos são conhecidos no país pela hospitalidade, contudo, precisamos adotar alguns cuidados preventivos no quesito segurança de nossas crianças e adolescentes, adoção de práticas sustentáveis e outras áreas que são abordadas no informativo”, destacou a Rosa Neide.
 
A secretária adjunta de Políticas Educacionais, professor Ema Marta Dunck, informou ainda, que a cartilha poderá fortalecer as atividades pedagógicas na escola, pois aborda a história dos países que jogarão em Cuiabá. “Sabemos que muitas escolas já desenvolvem projetos sobre o Mundial, mas poderão fortalecer a proposta”, disse ela. O informativo oferece também uma lista de telefones úteis e a tabela dos jogos para que os alunos possam acompanhar as rodadas.
 
O material chegará diretamente nas unidades escolares e deverão ser distribuídos a todos os estudantes, principalmente do Ensino Fundamental, para que levem para casa e socializem com os pais. “As crianças lerão para os pais, socializarão a informação com os familiares, repassando os conhecimentos que receberam por meio do informativo”, destaca a secretária. 
 


ROSELI RIECHELMANNAssessoria/Seduc-MT


http://www.seduc.mt.gov.br/conteudo.php?sid=20&cid=14360&parent=20

Declaração para um novo ano

20 para 21  Certamente tivemos que fazer muitas mudanças naquilo que planejamos em 2019. Iniciamos 2020 e uma pandemia nos assolou, fazendo-...