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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

MT: Escolas estaduais têm ótimo desempenho no Enem 2020

As escolas estaduais Liceu Cuiabano, Presidente Médici e André Avelino, de Cuiabá, estão entre as melhores colocadas no estado, com a aprovação de cerca de 40 alunos cada uma em instituições públicas.
Rosane Brandão Seduc-MT
Alunos de escolas da rede estadual de Mato Grosso tiveram ótimo desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020, conquistando vagas em cursos para universidades públicas de todo o país. É o caso, por exemplo, das Escolas Estaduais Liceu Cuiabano Maria de Arruda Müller, Presidente Médici e André Avelino, de Cuiabá, que aprovaram uma média de 40 alunos cada uma.
Ainda entre as escolas estaduais que se destacaram com aprovações em universidades públicas estão a Pascoal Moreira Cabral, EE da Polícia Militar Tiradentes, Raimundo Pinheiro e Dione Augusta, de Cuiabá; Adalgisa de Barros, de Várzea Grande; Adolfo Augusto e Daniel Martins Moura, ambas de Rondonópolis; e 13 de Maio, de Tangará da Serra. A média de aprovação de cada uma dessas escolas foi de 20 alunos.
A maioria dos alunos conquistou vagas para a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) e o Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT). No entanto, vagas foram conquistadas também na Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS), Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Universidade Federal da Bahia (UFBA), Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), na Bahia, Universidade Federal Fluminense (UFF), de Nova Friburgo, entre outras.
Segundo a secretária de Estado de Educação, Marioneide Kliemaschewsk, é muito gratificante ver um resultado tão positivo como esse e saber que tantos jovens estão conquistando e realizando sonhos. “Isso é resultado do excelente trabalho que nossas escolas e os profissionais da educação vêm realizando e dos próprios alunos, que se esforçaram e se dedicaram para chegar aonde chegaram”, ressalta.
Para a professora de geografia Edenilzes Vaillant, da escola Liceu Cuiabano, esse quantitativo de alunos de escolas públicas aprovados no Enem valoriza o ensino público, não só de Mato Grosso, mas de todo o país. “Acredito que esta é a maior contribuição que um professor da escola pública pode ofertar aos alunos, na qualidade do ensino, na formação e preparação, não só para o Enem, mas também para outros voos mais altos”.
O aluno da escola Liceu Cuiabano, João Vítor da Silva, aprovado no curso de Engenharia Elétrica da UFMT, atribui a sua aprovação aos seus professores que lhe deram muita força e a base de todo o conhecimento, em especial, ao professor de matemática Julio Cesar. “Ele me inspirou a seguir na área de exatas, que hoje é a minha área predileta. Acredito que meu futuro será próspero e quero retribuir de alguma forma ao Liceu Cuiabano daqui alguns anos quando estiver formado”, disse.
“Sou muito grata a essa escola por todos os ensinamentos, conhecimentos e experiências adquiridos aqui”, completa a aluna Irany de Oliveira, que conquistou uma vaga para o curso Filosofia na UFMT.
Segundo a diretora da Escola Estadual Presidente Médici, Elina Padilha Fernandes, a unidade busca melhorar a qualidade do seu ensino, por meio de políticas públicas, mesmo diante de desafios, como questões sociais e econômicas que interferem diretamente no processo ensino-aprendizagem.
“Reconhecemos o empenho de todos os alunos e a efetiva atuação dos professores na formação nas áreas do conhecimento de linguagens, humanas e exatas. A capacitação dos nossos professores reflete nos resultados obtidos até o momento. Mas ainda estamos ansiosos pelos resultados de outros índices que podem comprovar que a escola está no caminho correto para atingir a qualidade ideal na educação pública”, ressaltou a diretora.
A aluna Ariani Aguiar, que cursou o ensino médio técnico na escola Presidente Médici, conta que no 3º ano ainda estava indecisa e preocupada sobre qual curso escolher e seguir como profissão, mas teve o suporte da escola nesse momento tão importante da sua vida.
“Foram três anos de muito aprendizado e a gestão do Médici sempre nos apoiou e nos incentivou nas nossas escolhas. Os professores sempre procuravam nos deixar atentos aos assuntos da atualidade. Hoje, quero seguir firme nessa nova jornada e fazer a diferença na vida de muitas pessoas, assim como fizeram na minha”, destaca a aluna, que passou para o curso de Engenharia Florestal na UFMT.
Para o aluno Mário Toda, que conquistou uma vaga para o curso de Engenharia de Computação, também na UFMT, a escola Presidente Médici sempre será sua segunda casa, pois durante três anos esteve em constante crescimento, não somente como estudante, mas também como cidadão e ser humano.
“Nessa escola tive diversas experiências e ensinamentos que levarei para vida toda. Tenho orgulho de dizer que me formei nessa escola, instruído por professores extremamente competentes, por técnicos administrativos e de apoio sempre dedicados com nossa estadia na escola, fazendo o que podiam para ela ser o melhor possível”.
Outro aluno da escola Presidente Médici, Víctor Hugo Moraes Santana, 17 anos, que passou em 6º lugar para o curso de Publicidade e Propaganda na UFMT, acredita que sua aprovação se dá a uma série de fatores, mas, principalmente, pelo trabalho da unidade de ensino em que estudou.
Para ele, ter estudado no Médici e estar inserido em um ambiente que não é somente educacional, mas também familiar, o ajudou a chegar onde chegou. “Acho que isso é o diferencial dessa escola e espero que outras pessoas sejam beneficiadas e tenham as mesmas oportunidades que eu tive, pois essa instituição muda vidas e mudou a minha. Estou com muita expectativa com o curso que escolhi e espero conseguir êxito nesse caminho”.
A assessora pedagógica de Rondonópolis, Isabel Gonçalves, também concorda que os resultados significativos como estes atestam o empenho e a dedicação dos profissionais da educação. “Não somente na busca por melhores resultados, mas também na formação integral dos estudantes, objetivando a resiliência, qualificação profissional e consciência cidadã”, enfatiza.
“Essas aprovações revelam claramente que a escola pública tem muitos resultados positivos para mostrar, tanto pelo trabalho dos professores quanto pelos investimentos da Secretaria de Estado de Educação”, avalia o assessor pedagógico de Cuiabá, Alex Rufino.
Outras escolas que também estão na lista das que mais aprovaram alunos em instituições públicas: Plena Silvestre Gomes Jardim, La Sale e Francisca Barros de Carvalho, em Rondonópolis; Rafael de Siqueira, em Chapada dos Guimarães; Honório Rodrigues Amorim, Júlio Müller, José Leite de Moraes e Fernando Leite de Campos, em Várzea Grande; Governador José Fragelli, Antônio Epaminondas e Padre Firmo, em Cuiabá; Pio Machado, de Acorizal.

http://www2.seduc.mt.gov.br/

segunda-feira, 27 de maio de 2019

Escolas amanhecem vazias no primeiro dia de greve da rede estadual em Cuiabá

THAIZA ASSUNÇÃO
DA REDAÇÃO
Foto:Alair Ribeiro/MidiaNews














Portôes fechados. Pátios e salas de aulas vazios. Foi assim que a maioria das escolas 
estaduais amanheceu nesta segunda-feira (27), no primeiro dia da greve da Educação, 
em Cuiabá.   

De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT), 
das 73 escolas da Capital, 67 aderiram à paralisação. No interior do Estado, ainda não há 
dados. O Governo não irá se manifestar.
Os profissionais decidiram entrar em greve, por tempo indeterminado, no último dia 20.  

Eles cobram o cumprimento da lei da dobra do poder de compra - aprovada em 2013, na gestão do 
ex-governador Silval Barbosa, e que dá direito a 7,69% a mais anualmente na remuneração durante 
10 anos - e a Revisão Geral Anual (RGA).

Os profissionais ainda reivindicam o fim do escalonamento salarial, realização de um concurso público 
e um calendário para melhorar a infraestrutura das escolas. 

Nesta manhã, a reportagem esteve nas 
escolas Liceu Cuiabano Maria de Arruda Müller, 
Presidente Médici e Nilo Póvoas, consideradas 
as maiores da cidade, e todas elas aderiram 
à greve. Todos os alunos foram avisados com 
antecedência e não compareceram 
nas unidades.

No Liceu, todos os portões estavam trancados. 
De longe, foi possível notar apenas o vigilante 
no local.

Já no Médici e Nilo Póvoas, apesar da greve,
alguns profissionais da diretoria e secretaria encontravam-se trabalhando.

A diretora do Médici, Elina Padilha Fernandes, afirmou que apoia a greve como professora, mas 
disse que como gestora, não enxerga a paralisação com bons olhos.

“É realmente um dilema. Como professora, apoio a greve, pois é um direito que inclusive já foi 
conquistado lá atrás em outra greve, mas que não está sendo cumprido", disse.

"Como gestora, porém, não é interessante, tendo em vista o descumprimento do calendário
Alair Ribeiro/MidiaNews
Escola Estadual Nilo Povoas
A Escola Lino Póvoas também aderiu à greve
escolar. Além disso, há toda uma 
preocupação com os alunos do 
terceiro ano que vão prestar o Enem
[Exame Nacional de Médio] em novembro. 
Esperamos que tudo se resolva o mais
 rápido possível”, afirmou. 
Manifestação

O diretor do Sintep, Henrique Lopes 
informou que a categoria se prepara para 
uma manifestação em frente à Secretaria 
de Estado de Educação (Seduc), às 14h.

Para ele, o primeiro dia de movimento já 
começou forte e tem tudo para crescer 
nos próximos dias.

“Os números demostram que mais de 90% das escolas de Cuiabá aderiram. Apenas algumas escolas 
na periferia e outras especiais estão funcionando”, disse.

Segundo ele,  o sindicato ainda contabiliza o total de escolas paralisadas no interior do Estado. 

“Mas com certeza a adesão deve aumentar nos próximos dias e o Governo terá que sentar com a 
categoria para construir um acordo. Nossa greve não é por motivo banal, queremos que o Governo 
apenas cumpra a lei”, pontuou.
https://www.midianews.com.br/

quarta-feira, 20 de março de 2019

Educadores discutem Implementação do Documento de Referência Curricular de Mato Grosso

Os participantes receberão orientações acerca dos encaminhamentos necessários para a implementação nas escolas de Educação Infantil e Ensino Fundamental de Mato Grosso.
Rosane Brandão Seduc-MT 


Cerca de 500 educadores dos 141 municípios do Estado participam nesta terça e quarta-feira (19 e 20) do Encontro Estadual de Implementação do Documento de Referência Curricular para Mato Grosso, da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). O evento, que ocorre no hotel Fazenda Mato Grosso, é realizado em parceria entre a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação de Mato Grosso (Undime-MT).
O encontro reúne secretários de educação, assessores pedagógicos, diretores escolares e formadores do Centro de Formação e Atualização dos Profissionais da Educação (Cefapros). Os participantes receberão orientações acerca dos encaminhamentos necessários para a implementação do Documento Referência Curricular nas escolas de Educação Infantil e Ensino Fundamental. O documento será implementado nas escolas a partir deste ano, por meio do Projeto Político Pedagógico (PPP) de cada unidade escolar e da formação continuada dos profissionais que atuam nas redes de ensino públicas e privadas.
Durante a abertura do evento, a secretária de Estado de Educação, Marioneide kliemaschewsk, que também representa o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), como vice-presidente, destacou que o encontro é muito importante para a educação de Mato Grosso, pois é um momento de construir, alinhar e articular o currículo na esfera estadual e municipal, inserindo o mesmo em todas as redes, inclusive nas privadas.
“O currículo está sendo construído de acordo com as diferentes realidades das escolas, que têm a oportunidade de discutir os conteúdos e as bases necessárias para a formação de seus alunos, ou seja, todos estão participando como protagonistas na nova versão da BNCC”.
Conforme explicou a secretária, após a homologação da BNCC, em 2017, as discussões para a construção do documento referência começaram a ser feitas no âmbito nacional. Cada Estado é responsável por elaborar e homologar o seu documento. “Mato Grosso está um pouco avançado nessa tarefa, pois já construiu e homologou o seu documento, em dezembro do ano passado, e agora está no processo de formação dos profissionais da educação dos 141 municípios, em regime de colaboração, articulado com a Undime”.
Representante da Undime, a secretária de Educação de Nova Lacerda, Eliana Viana, falou da importância da parceria entre Undime e Seduc para implementar o documento nos municípios. “Sabemos o quanto é importante trabalharmos juntos para adequar o currículo conforme a realidade de cada município. Estamos garantindo o direito à aprendizagem e o desenvolvimento de competências e habilidades”.
Para a assessora pedagógica de Rondonópolis Isabel Gonçalves, a participação e a contribuição de todos os municípios na formulação de documento é de extrema importância. “Agora, as discussões vão para o chão da escola, na construção do projeto político pedagógico de cada unidade. A nossa expectativa é que esse documento melhore os resultados educacionais no estado de Mato Grosso”.
Documento Referência
Com a homologação da Base Nacional Comum Curricular, em 2017, a Secretaria de Estado de Educação (Seduc), iniciou, em regime de colaboração com a União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), a elaboração do Documento de Referência Curricular para Mato Grosso, etapas da Educação Infantil e Ensino Fundamental.
A BNCC é um documento normativo cujo objetivo é para que todos os estudantes tenham acesso ao mesmo aprendizado, respeitando as especificidades de cada Estado, levando em conta o que está garantido na base nacional. 
Após um processo de intenso estudo e discussão por parte de um grupo de redatores, a versão preliminar foi encaminhada para consulta pública. Foram 53 dias em que o documento ficou disponibilizado para receber contribuições da comunidade escolar dos 141 municípios do estado. Nesse período, foram registradas mais de 200 mil participações, que foram analisadas para a elaboração da versão final.
Com a finalização desta etapa, o Documento de Referência Curricular para Mato Grosso foi encaminhado ao Conselho Estadual de Educação que, em parceria com a União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (Uncme), o aprovou e, em seguida, foi homologado pela Secretaria de Estado de Educação.
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segunda-feira, 18 de março de 2019

Encontro Estadual reúne municípios para discutir Base Nacional Comum Curricular

O evento ocorre entre terça e quinta-feira (19 a 21) em Cuiabá, com parceria da Seduc e União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação de Mato Grosso (Undime-MT).
Adilson Rosa Seduc MT
Foto por: Junior Silgueiro Seduc MT
Durante três dias, Cuiabá realizará um encontro estadual de implementação do Documento Referência Curricular para Mato Grosso (DRC-MT). Participam do encontro representantes da Educação dos 141 municípios do Estado.
O evento, que ocorre entre terça-feira e quinta-feira (19 a 21) nas dependências do Hotel Fazenda Mato Grosso, é uma parceria entre a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação de Mato Grosso (Undime-MT).
Os participantes receberão orientações acerca dos encaminhamentos necessários para a implementação do Documento Referência Curricular.
Segundo a coordenadora estadual da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), com a homologação do documento, em dezembro de 2017, iniciou em regime de colaboração entre a Seduc e a Undime MT a elaboração do DRC-MT, etapas da Educação Infantil e Ensino Fundamental.
Após um processo de intenso estudo e discussão por parte de um grupo de redatores, a versão preliminar foi encaminhada para Consulta Pública.
“O Documento foi disponibilizado, por 53 dias, para receber contribuições da Comunidade escolar dos 141 Municípios do Estado. No referido período, foram registradas mais de 200 mil participações, todas analisadas para a elaboração da versão final do Documento”, destaca Irene Costa.
Ela enfatiza que o ano de 2019 marca um período muito importante para o Estado de Mato Grosso, pois, com a homologação do DRC-MT, além do fortalecimento do regime de colaboração, as políticas educacionais estarão voltadas para a sua implementação por meio do Projeto Político Pedagógico (PPP) de cada unidade escolar e da formação continuada às unidades escolares de Educação Infantil e Ensino Fundamental, públicas e privadas, que integram as redes de ensino. Além disso, esse processo contemplará o acompanhamento e a avaliação dessa implementação.
“Esperamos ao final do Encontro que as Equipes elaborem um Plano de Ação que orientará a implementação do DRC-MT, junto às Secretarias Municipais de Educação, assessorias pedagógicas, Centros de Formação e Atualização dos Profissionais da Educação Básica (Cefapros) e unidades escolares”, ressalta.

Arquivos apresentados no 1º Seminário de Implementação das DRC de MT  - clique aqui.(Fonte Undime-MT)

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segunda-feira, 11 de março de 2019

Professora de Tangará da Serra leva para sala de aula detalhes de sua visita à Nasa

Silvana é a única mulher brasileira a participar do Instituto de Colaboração Internacional de Pesquisa Astronômica e passou 10 dias realizando atividades na maior agência mundial de exploração espacial.
Adilson Rosa Seduc MT 
Professora Silvana observa a aluna Maria Gisllany com roupa de astronauta dentro da Nasa - Foto por: Arquivo Pessoal
A professora de física Silvana Copcesk, a primeira mulher de Mato Grosso a conhecer a Agência Espacial Americana (Nasa), diz que para realizar um sonho é preciso ter determinação, pois nada é impossível. Como exemplo, a professora cita o fato de ela ter passado 10 dias realizando atividades na maior agência mundial de exploração espacial.
Silvana utiliza sua experiência para motivar os alunos no projeto multidisciplinar “Novo Asteroide”, que ela coordena na Escola Estadual Plena Ramon Sanches Marques, em Tangará da Serra (a 249 km a médio-norte de Cuiabá).
“Fui para um dos lugares mais fantásticos do mundo, graças ao empenho de meus alunos”, relembra. A viagem para a cidade de Houston, onde fica a Nasa, ocorreu em setembro de 2016. Na ocasião, ela acompanhou a aluna Maria Gisllany Bezerra da Silva, 18 anos, que ganhou o concurso de redação promovido pela agência espacial. Na época, a professora, que foi orientadora de Maria Gisllany, era da Escola Estadual 13 de Maio.
Durante 10 dias, Silvana e a aluna conheceram as instalações espaciais da Nasa e também no Estado da Virgínia. “Foi uma viagem inesquecível. Um grande aprendizado. Visitamos o foguete Saturn 5 que tem mais de 100 metros de tamanho, participamos de um simulador”, relata.
Única representante da Nasa
Silvana é a única mulher brasileira a participar do Instituto de Colaboração Internacional de Pesquisa Astronômica (IASC - International Astronomical Search Collaboration) que tem muitos funcionários talentosos que dedicam seu tempo e dinheiro para manter o IASC funcionando sem problemas. A maioria do pessoal do IASC é voluntária e permite que o IASC continue a oferecer seus programas gratuitamente, conforme o site http://iasc.hsutx.edu/Staff.html .
Na página dos colaboradores, Silvana é definida como graduada em Matemática e pós-graduada em Metodologia e Física de Ensino de Matemática. Ela leciona na Escola Pública Ramon Sanches Marques. Desde 2016, ela e seus alunos participaram do Encontro Internacional de Astronomia e Astronáutica. E desde 2017, ela participa de campanhas de busca de asteróides do IASC com seus alunos.
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quarta-feira, 6 de março de 2019

Aluno de Escola Estadual de Nova Monte Verde entra para curso de Direito da USP em primeiro lugar

Jovem que costumava estudar debaixo de um pé de manga, no quintal de casa, também alcançou vaga nas renomadas Fuvest, Unesp e Unicamp.
Adilson Rosa Seduc MT 
Rafael saiu de Nova Monte Verde para ser o primeiro colocado em Direito na USP - Foto por: Arquivo Pessoal


A perspectiva de muitos jovens em chegar a uma universidade pública é sempre balizada pela força de vontade, determinação e principalmente esforço. Entrar para a Universidade de São Paulo (USP) e ainda em primeiro lugar para o curso de Direito é o sonho de muitos, mas realidade de poucos.  O estudante Rafael Pinheiro de Matos Cardoso, 18 anos, entra nessa seleta lista e com um detalhe que valoriza o seu empenho - concluiu o ensino médio numa escola pública em Nova Monte Verde (a 968 quilômetros ao norte de Cuiabá).
Na semana passada, quando iniciaram as aulas na universidade, o adolescente se fixou no Largo do São Francisco, no centro de São Paulo, onde está localizada a USP, para começar uma nova e importante etapa na sua vida. “Se conquistei alguma coisa, foi graças a minha fé em Deus e meu esforço pessoal, que teve um papel fundamental. Porque de nada adianta se você tem ótimos professores e uma escola com excelente estrutura, mas não se dedica”, destaca Rafael.
Rafael ressalta que nunca frequentou cursinho pré-vestibular. Para se tornar um craque nos estudos, ele disse ter facilidade em aprender sozinho. Ele explica que se dedicou muito aos estudos, aproveitando domingos e feriados para estudar. “Não tinha tempo para outras atividades. A dedicação e esforço pessoal é contínua e tem um papel importante, mas não são os únicos fatores do sucesso”, observa.
Ele lembra que cresceu numa família que o motivou a estudar, o que teve um papel primário. Os pais sempre o incentivaram no hábito da leitura. “A leitura é tudo. Se você não tem o hábito de ler, terá dificuldade em tudo”, conta o rapaz, lembrando que costumava estudar embaixo de uma mangueira, no quintal de sua casa em Nova Monte Verde.
Para Rafael, o apoio da família o ajudou muito, assim como dos professores que sempre se dispuseram em tirar dúvidas. “Sempre ficava na escola no contraturno e aproveitava para tirar dúvidas com os professores”.
Planejamento
No período do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), Rafael se planejava para estudar montando um cronograma. Para isso, fazia um estudo sistemático. Com isso, conseguia dominar o conteúdo. “Se você fizer as coisas só na hora que tiver vontade, não vai ter sucesso. É preciso ter disciplina”.
A vida universitária de Rafael começou em 2017, quando passou para o curso de Física na própria USP. Ele explica que pelo Enem conquistou vagas também para cursos na Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest), para Universidade de Campinas (Unicamp), Universidade Estadual Paulista (Unesp).
Ele explica que cursar Direito na USP, considerada na melhor universidade pública do país e a segunda melhor da América Latina, não foi exatamente um sonho, mas surgiu como uma possibilidade que depois se concretizou. “Foi uma grande surpresa meu nome aparecer no topo da lista. Sabia que teria uma nota boa, mas não imaginava que sairia tão bem”.
Escola Pública
Rafael estudou desde o 9º ano, na Escola Estadual Neide Enara Sima, em Nova Monte Verde. Para o pai de Rafael, o professor Joaquim Cardoso, além do esforço e dedicação do filho, outro ingrediente importante é o fato dele ter estudado o ensino fundamental e médio numa escola pública.  “Isso comprova que a escola pública tem muita coisa boa”, comemora. 
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terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Marioneide diz que MEC foi truculento ao pedir filmagens e festeja recuo de Vélez

Rodinei Crescêncio
Marioneide Klimaschewsk
Marioneide Klimaschewsk em reunião no Palácio Paiaguás; secretária critica comunicado enviado pelo MEC e reforça intenção de melhorar ensino
A secretária estadual de Educação Marioneide Klimaschewsk classificou como  “truculento” o e-mail enviado pelo Ministério da Educação (MEC) para escolas de todo país pedindo que crianças sejam gravadas em vídeo, após serem perfiladas para cantar o Hino Nacional. Além disso, considera como inadequado a leitura da carta finalizada com o slogan de campanha do presidente da República Jair Bolsonaro (PSL): "Brasil acima de tudo. Deus acima de todos".
Por isso, Marioneide comemorou a decisão do ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, de rever a orientação enviada para as escolas. Segundo ela, o pedido do MEC não seria atendido pela rede de ensino público estadual de Mato Grosso.
“Considero um pedido truculento por não ter sido debatido com a comunidade escolar e pode desrespeitar a autonomia das escolas. Em Mato Grosso, nosso foco continua sendo a melhoria da qualidade do ensino, da aprendizagem dos nossos alunos e da estrutura das escolas. Ainda bem que o próprio ministro Vélez Rodriguez reconheceu o equívoco e se retratou”, disse Marioneide ao .

No Estado de Mato Grosso, nenhuma criança será filmada em pátio de escola

Marioneide
Sobre cantar o Hino Nacional, a secretária de Educação afirma que a prática já é adotada nas escolas de Mato Grosso em momentos de acolhida dos estudantes. Entretanto, afirma que filmagens de crianças em ambiente escolar não são permitidas.
  “No Estado de Mato Grosso, nenhuma criança será filmada em pátio de escola. Isso é uso indevido da imagem, precisa de autorização dos pais e não é nosso foco. Queremos sim um grande pacto nacional pela melhoria do ensino”, completou.
Marioneide também descartou a leitura de carta com o slogan de Bolsonaro no ambiente escolar. Para a secretária, isso afronta as diretrizes básicas do ensino. “Somos contra qualquer impregnação de ideologia político-partidária no ambiente escolar. A Seduc não concorda e não permite esse tipo de prática”.
O próprio movimento Escola Sem Partido, que apoiou a nomeação de Vélez Rodríguez no MEC, criticou o pedido às escolas. Na segunda (25), eles haviam comparado o uso do slogan com o "canteiro de sálvias em forma de estrela no jardim do Alvorada", no Governo Lula. As flores foram plantadas, em 2004, a pedido de Marisa Letícia, mulher do ex-presidente, e causaram polêmica.
https://www.rdnews.com.br/

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Estado não vai dar uniformes aos 390 mil estudantes de MT para o ano letivo de 2019

Mais de 390 mil alunos devem voltar às aulas na rede estadual de MT nesta 2ª — Foto: Junior Silgueiro Seduc/MT
Os mais de 390 mil alunos da rede estadual de Mato Grosso vão ficar sem receber uniformes neste ano letivo. A informação foi confirmada pelo governo do estado, por meio de nota na Secretaria Estadual de Educação (Seduc). Se no decorrer do ano letivo o estado tiver dinheiro, poderá entregar os uniformes, mas não há garantia.
Conforme a nota, as escolas que ainda tiverem uniformes guardados de anos anteriores podem distribuí-los aos alunos.
De acordo com a assessoria, todas as escolas estaduais foram comunicadas da não distribuição dos uniformes este ano. As escolas podem confeccionar os uniformes para seus alunos, no entanto, é preciso que isso seja acordado com a comunidade escolar. Por meio de reuniões, as escolas devem conversar com os pais sobre o assunto e os mesmos devem estar de acordo com a aquisição dos uniformes
Além disso, segundo a Seduc, as unidades escolares têm autonomia de colocar a logomarca da própria escola nas camisetas. Isso facilita a identificação do aluno na hora de entrada e confirma que o mesmo estuda na unidade. Como as escolas pagam pelo serviço, o total é repassado aos estudantes num valor simbólico que varia de R$ 3 a R$ 5, por uniforme.
O valor cobrado será revertido para a própria unidade escolar para ser investido em melhorias e projetos pedagógicos.
A Seduc orienta as escolas a não impedirem que os alunos assistam às aulas se estiverem sem uniformes.

https://g1.globo.com/

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Projeto Muxirum busca diminuir taxa de analfabetismo em comunidades carentes

Em 2018, a Seduc atendeu 6 mil alunos, com 608 turmas formadas e 409 professores alfabetizadores. Proposta é ampliar público atendido na edição deste ano.

Adilson Rosa Seduc MT 

Com o objetivo de levar a alfabetização a cada vez mais municípios de Mato Grosso, uma equipe do Muxirum da Alfabetização, da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), está participando da 12ª edição do projeto Ribeirinho Cidadão.
No próximo dia 13, haverá atendimento em Poconé (a 104 quilômetros ao sul de Cuiabá) para levar mais serviços. Em 2018, o Projeto Muxirum somou cerca de 6 mil alunos matriculados e 608 turmas formadas, que foram atendidas por 409 alfabetizadores participantes.
Para o superintendente de Políticas da Educação Básica, Márcio Tadeu Magalhães, o evento é importante porque leva a estrutura do Estado para mais perto do cidadão.  “Este ano, estamos nos organizando para atender um número ainda maior de alunos que nos anos anteriores”.
O projeto da Educação vai disponibilizar um estante, onde apresenta à população o trabalho e as atividades desenvolvidas na alfabetização de adultos e idosos. “Também procuramos localizar nosso público-alvo, durante essas exposições”, explicou Manoel Satiro, técnico da Seduc. Compõem a equipe ainda Romildo Gonçalves e Elen Prates.
A abertura desta edição do Ribeirinho Cidadão ocorreu na segunda-feira (04), em Santo Antônio do Leverger (a 34 quilômetros ao sul de Cuiabá). O projeto é desenvolvido pelo Tribunal de Justiça (TJ) e Defensoria Pública, em parceria com o Governo do Estado. O objetivo é levar serviços de cidadania, jurídicos e médicos para comunidades ribeirinhas de Santo Antônio do Leverger, Poconé e Barão de Melgaço.
Muxirum
Tem como meta diminuir a taxa de analfabetismo em Mato Grosso, alfabetizando adultos e idosos. O curso tem duração de 270 horas, distribuídas em seis meses, com carga horária mínima de 10 horas semanais. A ação é desenvolvida em parceria com as prefeituras municipais, igrejas, sindicatos, clubes de serviços, sindicatos rurais e outros segmentos organizados da sociedade mato-grossense.
http://www.mt.gov.br/web/seduc/

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Uma das alunas conquistou 980 pontos e quer tentar uma vaga para o curso de medicina na UFMT
Adilson Rosa Seduc MT 


Com o melhor Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) das escolas públicas do Estado de Mato Grosso, a Escola Estadual Plena João Sato, localizada no município de Araputanga (a 345 quilômetros a oeste de Cuiabá) também se destacou no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Dez estudantes que concluíram o ensino médio obtiveram notas entre 900 e 980 pontos na redação do último exame, perto da nota máxima que é 1000.
Outros 15 alunos conseguiram mais de 750 pontos, confirmando o excelente trabalho desenvolvido pelos profissionais da educação durante o ano letivo.
Essas notas possibilitam que esses estudantes almejem uma vaga nos cursos mais concorridos da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) ou na Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat).
A melhor nota foi conquistada pela estudante Brenda Ferreira, que tirou 980 pontos. Com uma nota tão elevada, ela pretende fazer um curso superior na área da saúde, como medicina na UFMT ou na Unemat.
Ela conta que não esperava uma nota tão alta para um tema tão complexo (manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet). “Aos poucos fui desenvolvendo a questão argumentativa e consegui fluir”, comemora.
Dedicação
Com 960 pontos, a estudante Ingrid Barros também pretende cursar medicina ou enfermagem em uma das duas universidades públicas de Mato Grosso ou em uma faculdade particular, pelo Programa Universidade para Todos (Prouni).
Para chegar a essa pontuação, ela conta que fez reforço particular em Cáceres, mas estudou com afinco na EE João Sato. Ela lembra que a escola e a professora de língua portuguesa Marlene das Graças Dias a ajudaram psicologicamente e também proporcionaram debates sobre possíveis temas que seriam cobrados na redação. “A professora deu várias dicas sobre os temas que poderiam cair na redação. Eu procurava ler sobre todos esses temas. Essas dicas foram fundamentais”, frisa.
Para a estudante, as notas altas estimulam os colegas a se empenhar. Ela enfatiza que a escola abre oportunidade para todos, mas é preciso que o estudante também tenha vontade.
Para Lorena Barros, que pontuou 900 na redação, a escola a motivou, trabalhando com várias temáticas. “A Escola João Sato trabalha com a gente um projeto de vida. E com isso, meu plano era buscar uma boa nota e conseguir um curso que me agradasse”, frisa.
A lista dos alunos com notas elevadas no Enem se completa com Kauane Delfonso e Darletuzanny Dayane, ambas com 960 pontos; Marcos Vinícius e Thamara Cabral, com 940 pontos, Matheo Bonúcia com 920; Karolyne Araujo e Grabielly Maria com 900 pontos. Os três alunos que tiraram 800 pontos foram Milena Campos, Eduarda Salomé e José Eduardo.
Trabalho Árduo
Para a diretora da EE João Sato, Maglaine Pereira de Souza Cuim, os resultados positivos não vieram por acaso, mas sim com muito trabalho. Em 2017, a unidade passou a ser Escola Plena e com o novo sistema de ensino, a equipe traçou um planejamento para que os alunos tivessem um bom desempenho no final do ensino médio, obtendo uma boa nota no Enem. “Fizemos um plano de ação para que contemplasse o desenvolvimento das habilidades dos alunos”, explica.
Para isso, contou com o trabalho das duas professoras de língua portuguesa – Viviane dos Santos Leandro e Marlene das Graças Dias - e o horário das aulas foi diversificado entre os dois turnos.
Já no primeiro ano, a escola conseguiu colocar 27 dos 54 alunos do terceiro ano em universidades públicas. “Conseguimos 50% de ingresso em universidades. Este ano ainda não sabemos a nota dos alunos no Enem, mas estamos confiantes que teremos um excelente índice”, comemora.
A EE João Sato tem na sua matriz curricular a disciplina pós-médio. “Nessa aula são trabalhadas orientações vocacionais, inclusive no ano de 2017 veio um psicólogo para ministrar uma palestra sobre isso, pesquisas sobre os mais variados cursos”, explica a diretora. Ela acrescenta que o reforço das habilidades foi aplicado na disciplina chamada estudo orientado, com três aulas semanais e aulões para o Enem.
http://www2.seduc.mt.gov.br

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Conheça os dirigentes da SEDUC-MT, janeiro 2019

ATO Nº 212/2019.

O GOVERNADOR DO ESTADO DE MATO GROSSO, no uso de suas atribuições legais, resolve nomear os(as) senhores(as) abaixo nominados(as) para exercerem os cargos em comissão que especifica,da Secretaria de Estado de Educação, Esporte e Lazer - SEDUC, a partir de 10 de janeiro de 2019.

Clique para ver os nomeados ATO Nº 212/2019

Secretária apresenta proposta da nova estrutura organizacional da Seduc-MT

O projeto apresenta uma Seduc mais enxuta, passando de nove para quatro secretarias adjuntas, com menos superintendências e coordenadorias.
Rosane Brandão Seduc MT 


A secretária de Educação, Esporte e Lazer, Marioneide Kliemaschewsk, esteve reunida, na manhã desta quinta-feira (17), com os servidores da Sede para apresentar a proposta da nova estrutura organizacional da pasta. O projeto apresenta uma Seduc mais enxuta, passando de nove para quatro secretarias adjuntas e com menos coordenadorias e superintendências.
Com a reestruturação, a Seduc deve contar com as Secretarias Adjuntas de Gestão Educacional; Executiva; de Administração Sistêmica; e de Gestão de Pessoas da Educação.
Segundo a secretária, toda a reestruturação e reorganização, principalmente no quadro de pessoal, foi discutida e construída com equipes de todos os setores da Seduc. “Foram várias reuniões, nas quais discutimos portarias e instruções normativas da Seduc, sempre buscando o melhor caminho para reorganizar a casa”.
Na oportunidade, Marioneide Kliemaschewsk também apresentou aos servidores o quadro financeiro e orçamentário da Seduc e a nova equipe de secretários adjuntos, superintendentes e coordenadores.
“Já avançamos e evoluímos muito na Educação do Estado, mas sabemos que podemos fazer muito mais. Em 2019, entre as nossas metas está colocar a Seduc nos trilhos e fortalecer a instituição”, observou a secretária.
O novo secretário adjunto Executivo, Alan Porto, disse estar ciente do grande desafio que vem pela frente, principalmente pela questão financeira em que o Estado se encontra, mas acredita que, com o apoio da sua equipe, tudo será superado rapidamente. “Com força, foco e muito trabalho tenho certeza que os resultados serão alcançados”.
A professora Rosa Maria Luzardo, que assume a Secretaria Adjunta de Gestão Educacional, destacou que vai usar toda a sua experiência obtida enquanto gestora escolar e assessora pedagógica para conduzir os trabalhos na Seduc. “Meu foco será trabalhar com diagnósticos, metas e resultados. É um desafio arrojado, mas não impossível”.
A secretaria adjunta de Administração Sistêmica será comandada por Ane Cristina Barros Neis, que atualmente está à frente da secretaria adjunta de Gestão Financeira e Convênios da Educação. A nova adjunta de Gestão de Pessoas da Educação será anunciada nos próximos dias.
Reforma Administrativa
Com a reforma administrativa do Poder Executivo Estadual, cujo Projeto de Lei foi encaminhado à Assembleia Legislativa de Mato Grosso para apreciação e votação, a Seduc passará a responder apenas pelos serviços de ensino público. A área de esporte e lazer passará para a Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel).

Opinião do Blog. Vale lembrar que em janeiro de 2015 a SEDUC tinha três Secretarias adjuntas. Em 2017 esse número passou para nove. Agora propõe-se o funcionamento com quatro. 

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Diário Oficial tem lista de exonerados da SEDUC


ATO Nº 78/2019.

O GOVERNADOR DO ESTADO DE MATO GROSSO, no uso de suas atribuições legais, resolve exonerar os(as) senhores(as) abaixo nominados(as) dos cargos em comissão que especifica, da Secretaria de Estado de Educação, Esporte e Lazer - SEDUC, a partir de 09 de janeiro de 2019.


Clique para ver a relação de exonerados: AQUI

Opinião: Após a enormidade de Secretário Adjuntos exonerados, agora foi a vez do nível inferior. Vários desses ora exonerados serão renomeados. O fato é que é muita gente. Os que provavelmente serão renomeados são aqueles com DGA mais rentáveis. O corte aparecerá, mas a economia é duvidável. E mais, os DGA menores, necessariamente de carreira, continuarão fazendo os trabalhos, agora sem gratificação. Tomara que os a serem nomeados dignem-se da função que receberão. A Educação requer gestão qualificada. 

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

FUNDEB: CPI constata desvios de R$ 500 mi da Educação de MT


Diego FredericiDa Redação

O relatório da CPI que investiga a utilização do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) apontou que o ex-governador Pedro Taques (PSDB) foi o responsável por uma retenção de pelo menos R$ 500,8 milhões. A CPI, que tem a relatoria do deputado estadual Nininho (PSD), foi apresentada em sessão do Legislativo desta quarta-feira (9) e aprovado por unanimidade pelos membros do órgão.
De acordo com informações do relatório, a retenção de R$ 500,8 milhões teve o objetivo de repassar os recursos à Conta Única do Governo do Estado – sem vinculação aos gastos específicos do Fundeb -, sendo utilizado, inclusive, para fechar as contas do Poder Executivo, como a folha de pagamento dos servidores. Os dados referem-se ao exercício de 2017, quando o Fundo arrecadou mais de R$ 2,75 bilhões.
“Ao ingressar na Conta Única, à arrecadação do Fundeb acaba de alguma forma se compondo a outros recursos que, habitualmente, são destinados a finalidades com prioridade naquele momento para retenção como, por exemplo, folha de pagamento do funcionalismo não vinculada à finalidade do Fundeb [...] Assim, diante do demonstrativo financeiro no exercício financeiro de 2017, o Estado de Mato Grosso, por meio de da SEFAZ-MT, procedeu à retenção de R$500.889.215,61”, diz trecho do relatório.
Os recursos do Fundeb, utilizados na educação, são uma das principais fontes do setor para os Estados e municípios. Só entre 2015 e 2018, mais de R$ 10 bilhões foram destinados ao Fundeb em Mato Grosso.   
O deputado Nininho, relator da CPI, também deixou expresso no relatório que é “confessa” e “incontroversa” a retenção dos valores que deveriam ser utilizados na educação. “Diante das informações obtidas é confessa e incontroversa a retenção de valores arrecadados relativos ao percentual dos tributos estaduais que compõe o Fundeb no Estado de Mato Grosso”, revelou a CPI.
De acordo com as informações obtidas pelos membros da CPI, há a necessidade de enviar os dados à Controladoria-Geral do Estado (CGE), ao Tribunal de Contas (TCE-MT), além do Ministério Público do Estado (MP-MT), em razão de não estar descartada a “ausência de desvios”. “A CGE-MT deve aprimorar suas rotinas de controle atinente ao Fundeb [...] Sendo impróprio afirmar a ausência de desvio de finalidade baseando-se em analise superficial da arrecadação do Fundeb [...] E via de igual teor do Presente relatório será encaminhado ao Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, para que aprimore sua fiscalização atinente a arrecadação e aplicação dos recursos do Fundeb”, determina o relatório.
O MP-MT também deverá averiguar as supostas irregularidades tendo em vista que, uma vez provadas, podem motivar o oferecimento de ações penais e cíveis na Justiça. “O não cumprimento das disposições legais relacionadas ao Fundeb acarreta sanções administrativas, civis e penais, portanto o presente relatório será encaminhado ao Ministério Público Estadual-MP-MT”.
SANÇÕES
Membro da CPI, o deputado estadual Allan Kardec (PDT) explicou que o ex-governador Pedro Taques pode responder pelos crimes de improbidade administrativa e até ações penais no Poder Judiciário Estadual e Federal, pois parte dos recursos do Fundo são da União.
Kardec ressaltou que as sanções estão previstas no relatório final. “No próprio relatório, o Ministério Público Federal, o Ministério Público Estadual, os tribunais, já sabem o que vão fazer. Então, nós temos isso aí já colocado em todos os Estados que fizeram a mesma situação que nós aqui, com relação à improbidade administrativa, ficar sem poder disputar cargos públicos e até mesmo prisão. Então, o que a gente fez aqui foi apontar exatamente cada uma das leis, na sua redação inicial, de complicações para quem não sabe gerir os recursos públicos”, destacou.
http://www.folhamax.com/

Declaração para um novo ano

20 para 21  Certamente tivemos que fazer muitas mudanças naquilo que planejamos em 2019. Iniciamos 2020 e uma pandemia nos assolou, fazendo-...