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quinta-feira, 13 de julho de 2017

Inep oferece material didático para estudos a professores e candidatos ao Encceja

Os interessados em participar do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) têm à disposição material de apoio para os estudos. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) oferece, em sua página na internet, livros com conteúdos voltados para quem pretende a certificação, tanto do ensino fundamental como do ensino médio. Também há material destinado aos professores.
O material disponível pode ser utilizado como apoio durante os estudos para a certificação. Os conteúdos são estruturados de forma a atender o público que vai fazer o exame. Os livros podem ser utilizados individualmente ou com orientação de professor em sala de aula.
A presidente do Inep, Maria Inês Fini, incentiva a participar do exame todos aqueles que, por diversos motivos, não puderam concluir os estudos na educação básica. “Você que é candidato ao Encceja anime-se bastante. A prova é bastante amigável. Ela foi pensada, estruturada e equilibrada para pessoas como você. Avalie suas condições e vá fazer o Encceja. Desejo a todos muito boa sorte”, disse.
Edital – O Inep divulgou na última segunda-feira, 26, o cronograma do Encceja para este ano, que será realizado no Brasil e no exterior. A publicação do edital está prevista para 24 de julho e as provas no Brasil devem ser realizadas em 8 de outubro. Já o edital voltado àqueles que estão no exterior foi publicado em 30 de junho, com provas em 10 de setembro para o público regular e de 11 a 22 de setembro em unidades prisionais.
Com as melhorias no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) anunciadas após consulta pública, no início deste ano, a função de certificação do ensino médio voltou para o Encceja, como ocorria até 2009. O exame também será aplicado para a certificação do ensino fundamental.
Podem se inscrever pessoas com, no mínimo, 15 anos de idade completos na data da realização das provas que desejam a certificação do ensino fundamental. Aqueles que queiram pleitear a certificação do ensino médio terão que ter, no mínimo, 18 anos completos no dia do exame.
As provas serão aplicadas em um único dia, nos turnos matutino e vespertino. Cada avaliação será composta por 30 itens de múltipla escolha com quatro alternativas de resposta. O Encceja é voluntário e gratuito. O Inep é responsável pela elaboração das provas, gestão da aplicação e correção. A emissão dos documentos certificadores é de responsabilidade da secretaria estadual de educação ou instituição educacional que firmar termo de adesão com o Inep.
Para a certificação do ensino fundamental, o participante poderá solicitar o aproveitamento dos resultados de uma ou mais áreas de conhecimento, avaliadas nas edições do Encceja Nacional de 2010 a 2014.
Para a certificação do ensino médio, a partir de 2017, o participante poderá utilizar os resultados nas áreas em que obteve a declaração parcial do Enem de 2009 à 2016, para fins de certificação. É importante que o candidato apresente a declaração de proficiência à unidade certificadora, comprovando a eliminação de um ou mais componentes curriculares (disciplinas).
Mais informações poderão ser obtidas na página do Inep
Acesse outras informações sobre o material para estudo
Assessoria de Comunicação Social
portal.mec

terça-feira, 14 de março de 2017

SEDUC lança Edital do Exame On line (EJA)








A SEDUC torna público a abertura das inscrições para realização das Provas do Exame Online da Educação Básica - Ensino Fundamental e Ensino Médio e da certificação do aluno.


Oferta por Área de Conhecimento:

a) Ensino Fundamental: Linguagens, Ciências da Natureza, Ciências Humanas e Matemática;

b) Ensino Médio: Linguagens, Ciências da Natureza, Ciências Humanas e Matemática.


Podem ser feitas inscrições para:

a) Ensino Fundamental: pode se inscrever, candidato cuja idade, na data da prova, for igual ou superior a 15 (quinze) anos, independente de comprovação da escolaridade anterior, conforme Resolução n. 479 CEE/MT.

b) Ensino Médio: pode se inscrever, candidato cuja idade, na data da prova, for igual ou superior a 18 (dezoito) anos, independente de comprovação da escolaridade anterior, conforme Resolução n. 479 CEE/MT.

Período de realização das provas: 13/03/2017 à 22/12/2017,


Confira o EDITAL na íntegra: https://goo.gl/4b5Gij

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Relatório da UNESCO sobre aprendizagem de jovens e adultos é lançado para América Latina e Caribe


Com o tema “O impacto da aprendizagem e da educação de adultos na saúde e no bem-estar, no emprego e no mercado de trabalho, e na vida social, cívica e comunitária”, o 3º Relatório Global sobre Aprendizagem e Educação de Adultos (GRALE III, na sigla em inglês) é lançado para a Região da América Latina e Caribe, na quarta-feira (15/02/2017), às 9h, no Auditório do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), em Brasília.

Na ocasião, os profissionais do Instituto da UNESCO de Aprendizagem ao Longo da Vida (UNESCO-UIL), Werner Mauch, especialista sênior em Políticas e Estratégias, e Daniele Vieira, oficial de programa, apresentam os panoramas global e regional da Aprendizagem e da Educação de Adultos. Na sequência, a diretora e especialista sênior do Escritório Regional da UNESCO para a América Latina e Caribe (OREALC), Cecilia Barbieri, aborda as tendências da região sobre o tema. E, por fim, a presidente do INEP, Maria Inês Fini, fala sobre os dados do Brasil sobre a Educação de Jovens e Adultos (EJA). 
Também está prevista uma apresentação da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (SECADI) do Ministério da Educação (MEC) sobre o novo ciclo do Brasil Alfabetizado, programa do MEC que enfatiza a EJA. O evento é realizado pela UNESCO no Brasil e pela SECADI-MEC e conta com a cooperação do UNESCO-UIL, do OREALC e do INEP. 
O GRALE III foi baseado em uma pesquisa de monitoramento realizada por 139 países-membros da UNESCO e avalia o progresso global da implementação do Marco de Ação de Belém, conjunto de recomendações, de 2009, voltadas para a elaboração de políticas públicas visando a uma educação de jovens e adultos mais inclusiva e equitativa. 
O Relatório também investiga o impacto da aprendizagem e da educação de adultos em diversos aspectos da vida, destacados no tema da terceira edição do GRALE. Isso reflete uma mudança e uma visão mais holística da educação e da aprendizagem ao longo da vida, integradas com a Agenda 2030 de Educação. O relatório tem como objetivo guiar políticas públicas e profissionais no caminho para a concretização da educação de qualidade e, também, compartilhar as lições aprendidas desde a publicação do GRALE I (em inglês), em 2009, e do GRALE II, em 2013. 
O 3º Relatório Global sobre Aprendizagem e Educação de Adultos destaca, em especial, três implicações abrangentes da EJA nas políticas públicas. A primeira trata-se da aprendizagem e da educação de adultos como sendo um componente indispensável da educação e um direito humano fundamental e capacitador. A segunda implicação refere-se a aprendizagem e educação de jovens e adultos como uma dimensão integral de um curso de vida equilibrado. Por fim, a aprendizagem de jovens e adultos é parte de uma agenda de desenvolvimento sustentável holística, intersetorial, com potencial para oferecer múltiplos benefícios de impacto contínuo.


SOBRE O GRALE III

Download do relatório:
GRALE III: inglês | francês | português
GRALE III - mensagens principais e resumo executivo: inglês | francês | espanhol | português
Para mais informações acesse: bit.ly/unesco_eja


http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/about-this-office/single-view/news/unesco_report_on_adult_and_youth_learning_will_be_released_f/

terça-feira, 3 de março de 2015

Curso online ensina a planejar aulas para adultos



A partir do dia 12 de março, educadores terão a oportunidade de repensar seus formatos de ensino no curso online Design de Aulas. A formação para quem ministra aulas para adultos é promovida pelo Clinton Center For Teaching and Learning, e ocorrerá durante dois meses e meio, todas as quintas-feiras, das 19h às 22h.
Criado por Thiago de Carvalho, gerente no Brasil da Clinton Education e diretor do centro que leva o mesmo nome, o curso atende a uma demanda que ele mesmo sentiu: a dificuldade de se profissionalizar como professor de adultos. “Percebi que a oferta é restrita, rara. Para quem está fora do ensino superior, é mais difícil ainda encontrar programas de capacitação de professores, já que a maioria das escolas só fala em pesquisa”, afirmou. Por isso, decidiu buscar essa capacitação no exterior e realizou, nos últimos dois anos, o mestrado em educação e ensino de negócios na New York University, período em que passou a desenhar programas de formação que não existiam no mercado brasileiro.
Formação Design de AulasCrédito: Sergey Nivens/fotolia.com

No programa Design de Aulas, os professores refletirão sobre uma gama variada de conceitos, como aprender a olhar para cada aluno individualmente. “O contexto de uma aluna solteira de 22 anos é diferente de um aluno de 36 que acabou de ser pai de gêmeos. A sutileza de entender que mesmo alunos parecidos na verdade são diferentes é algo que leva tempo, mas com o curso esperamos apoiar educadores nesse processo”, explica Carvalho. Para isso, além dele, foram convidados Liao Yu Chieh, professor do Insper, e Diogo Casanova, especialista português em transição de cursos offline para online que leciona em Kingston, Reino Unido.
Sobre a dinâmica, o criador do curso explica que aulas teóricas e práticas serão intercaladas, sempre inserindo cada aluno no contexto. “Enquanto em uma aula eu apresento questões, na seguinte um professor apresenta como ele faz na prática. Do lado dos participantes, eles irão trabalhar considerando suas instituições de ensino ou locais onde gostariam de ministrar cursos”. Além disso, sair do papel de professor e voltar ao outro lado do processo também fará diferença, na opinião de Carvalho.
Para participar do curso, os interessados deverão passar por um processo seletivo que analisará o currículo dos candidatos. Se for necessário, também haverá uma entrevista online ou presencial. A seleção acontece pois existe um número médio de participantes por turma – 18 a 20 -, e porque educadores interessados em educação superior ou continuada têm preferência. Grupos de professores de uma mesma instituição terão desconto.
Maiores informações e orientações para se inscrever estão no site do curso

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Seminário: “Diálogos entre os Atores Sociais da EJA/Campo”

Foto: Jorge Pinho
“Meu maior sonho era poder ler a bíblia, isso eu já realizei. Agora, quero poder ler um texto em público e mostrar para as pessoas que eu sou alfabetizada”. Este foi o depoimento emocionado de dona Maria Izabel da Silva, 65 anos, feito na noite dessa segunda-feira (8) durante a abertura do I Seminário de Educação de Jovens e Adultos (Seja) “Diálogos entre os Atores Sociais da EJA/Campo”, promovido pela Secretaria Municipal de Educação.
Pelo menos 270 pessoas, entre alunos e profissionais da EJA, participam do seminário, que segue até esta terça-feira (9) no Hotel Fazenda Mato Grosso.
Dona Maria Izabel é uma das 1,5 mil pessoas que frequentam a Educação de Jovens e Alunos (EJA) na rede municipal de Cuiabá. “Eu morava no sítio e minha família era muito pobre e a escola não era prioridade para meu pai. Casei muito cedo e logo vieram os oito filhos e o estudo teve que ser adiado novamente. Só hoje, aos 65 anos tive a oportunidade de frequentar, pela primeira vez, uma sala de aula”, completou dona Maria Izabel. 
A história de Maria Izabel ainda é compartilhada com 4,5% da população cuiabana. No entanto, conforme recordou a secretária-adjunta de Educação de Cuiabá, Marioneide Kliemaschewsk, essa realidade deve ser mudada nos próximos 10 anos, já que uma das metas do Plano Nacional de Educação é a erradicação do analfabetismo em todo o país. 
“Um dos nossos desafios, quando se fala em EJA, é manter a frequência desses alunos em sala de aula, pois sabemos que não é fácil trabalhar o dia todo e estudar à noite. Mas estamos determinados e empenhados a garantir a efetividade do ensino-aprendizado a esses alunos”, disse a secretária-adjunta.
A professora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Analise da Silva, abriu o seminário com a palestra “Alfabetização de adultos segundo a premissa freireana”. Segundo a professora, entre os motivos mais comuns para afastar a criança ou adolescente da sala de aula está o fato de ter que trabalhar para ajudar no sustento da família ou engravidar e ter que cuidar do filho. “Discriminação sexual e racial e a proibição do pai também são motivos bastante comuns que contribuem para o analfabetismo. Mas raramente a pessoa desiste por conta própria”, disse a palestrante.
Atualmente a EJA é oferecida pela rede municipal nas escolas Maximiano Arcanjo da Cruz, Marechal Cândido Rondon, Jescelino Reiners, Ranulpho Paes de Barros, Guilhermina de Figueiredo, Nossa Senhora Aparecida, Jesus Criança, Antônia Tita, Francisco Pedroso e nas escolas do campo Nova Esperança, Udeney Gonçalves, Nossa Senhora Penha de França e Estevão Alves.
Os temas que serão apresentados nesta terça-feira são: “Os Sujeitos da Educação de Jovens”, proferido pelo professor doutorando da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) Tarcisio Grunennvaldt; a “Diversidade na Educação de Jovens e Adultos” pelo professor doutor José Vaz Neto, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPB); “A voz dos sujeitos da EJA da rede municipal: histórias e memórias”, Alfabetização de idosos; Programa Brasil Alfabetizado; Áreas de conhecimento na perspectiva interdisciplinar; Educação do Campo.


http://www.cuiaba.mt.gov.br/educacao/fortalecimento-da-educacao-de-jovens-e-adultos-e-tema-de-seminario/10014

domingo, 7 de dezembro de 2014

SME de Cuiabá promove Seminário de Educação de Jovens e Adultos


Secom Cuiabá


A Secretaria Municipal de Educação promove nos dias 8 e 9 o I Seminário  de Educação de Jovens e Adultos da Rede Municipal de Educação de Cuiabá. Denominado “Diálogos entre os Atores Sociais da EJA/Campo”, o seminário será realizado no Hotel Fazenda Mato Grosso e a abertura será na segunda-feira (08), às 18h.
Entre os temas apresentados no seminário estão a “Alfabetização de adultos segundo a premissa freireana”, proferido pela professora doutora Analise da Silva, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); “Os Sujeitos da Educação de Jovens”, pelo professor doutorando da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) Tarcisio Grunennvaldt; e a “Diversidade na Educação de Jovens e Adultos” pelo professor doutor José Vaz Neto, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPB). 
Também estarão em discussões os temas Alfabetização de Idosos, Programa Brasil Alfabetizado, Áreas de conhecimento na perspectiva interdisciplinar, Educação do Campo, “A voz dos sujeitos da EJA da rede municipal: histórias e memórias”.
“O Seminário está sendo realizado por todos nós, educadores, gestores, assessores pedagógicos, coordenadores e líderes, e  pelos educandos da EJA, que merecem uma educação de fato emancipatória, que os possibilite viver e se ver como parte desta sociedade, e principalmente se reconhecer como construtores de sua cultura”, observa a professora Feliciana Cunha Figueiredo, Líder de Equipe de EJA e Educação  do Campo da Secretaria Municipal de Educação.

http://www.cuiaba.mt.gov.br/educacao/secretaria-promove-seminario-de-educacao-de-jovens-e-adultos/10009

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

A Educação de adultos em retrospectiva: 60 anos de CONFINTEA


Nas últimas seis décadas, a UNESCO promoveu seis Conferências Internacionais em Educação de Adultos, que se tornou conhecida mais recentemente como CONFINTEAs. As CONFINTEAs se estabeleceram como um dos fóruns mais influentes da arena internacional em educação de adultos. Ao longo de seus 60 anos, essas Conferências debateram e estabeleceram as diretrizes orientadoras para a política mundial em educação de adultos pelo período entre uma Conferência e a próxima – e, em certas situações indefinidas, que impediram o desaparecimento da educação de adultos da agenda política em diversos países. O livro é inspirado no desejo de registrar a história longa e profunda de um movimento mundial, que se expandiu por seis décadas. Os editores consultaram e utilizaram registros e documentos oficiais produzidos por e para as conferências, particularmente os relatórios finais, elaborados pela UNESCO. Esse processo de recuperação histórica se tornou igualmente importante como um meio de realização de uma leitura transversal do desenvolvimento do próprio conceito de educação de adultos, envolvendo os anos de pós-guerra, a descolonização, a Guerra Fria e o ataque das torres gêmeas de Nova York.

Organizadores: Ireland, Timothy Denis; Spezia, Carlos Humberto
Brasília: UNESCO, 2014. 284 p.
Download gratuito:

http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/about-this-office/single-view/news/adult_education_in_retrospective_60_years_of_confintea_pdf_only/#.VGDUNjTF-9Y

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Cuiabá será sede do 3º Encontro Regional de EJA do Centro-Oeste


Alunos e profissionais que trabalham com a Educação de Jovens e Adultos na rede municipal participam entre os dias 7 e 9 do 3º Encontro Regional de Educação de Jovens e Adultos do Centro-Oeste (EREJA). O evento ocorre na Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Cuiabá, com abertura na quinta-feira (7), às 17h30.
O encontro, promovido pelo Fórum EJA de Mato Grosso, em parceria com a Prefeitura de Cuiabá, vai reunir profissionais que trabalham com Educação de Jovens e Adultos de todos os Estados da região Centro-Oeste e do Distrito Federal.
O evento será um momento para discutir acerca das políticas públicas, avanços e desafios da Educação de Jovens e Adultos no Centro-Oeste, além de mobilizar os diferentes segmentos que atuam com a modalidade nos Estados e no Distrito Federal.
Entre os temas que serão abordados estão “Análise diagnóstica da EJA trabalhadores em Goiás, MT, MS e Distrito Federal” e “EJA trabalhadores no Centro-Oeste: avanços e desafios como política de Estado”.
O debate contará com a presença de um educando representante de cada especificidade da EJA (Campo, Prisões, Idosos e Quilombolas) dos Estados participantes. A especificidade Prisões de Cuiabá terá a presença de uma aluna ressocializanda do presídio feminino Ana Maria do Couto May. A aluna integra uma turma da EJA da escola Jesus Criança, cujo atendimento é realizado em uma sala anexa no presídio.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

As trilhas que socorrem os sem-letra

Professores pouco preparados e uma metodologia ruim colaboram para o índice de evasão que chega a 70% nos cursos de alfabetização de adultos

Branca Nunes
Alunos da Escola Estadual Professor João Alves de Almeida no bairro de Tanquinho, zona rural de Piracicaba, SP
Alunos da Escola Estadual Professor João Alves de Almeida no bairro de Tanquinho, zona rural de Piracicaba, SP(Cláudio Coradini/Futura Press)
Em 2012, uma pesquisa realizada pela Ação Educativa constatou que 38% dos universitários são analfabetos funcionais
Aprender a juntar consoantes e vogais está longe de ser o maior obstáculo enfrentado por jovens e adultosque decidem escapar do analfabetismo. Com uma jornada de trabalho que quase sempre ultrapassa nove horas diárias e outras quatro desperdiçadas em transportes públicos superlotados, falta disposição para mais três dentro de uma sala de aula em cursos que normalmente acabam depois das 22h.
Professores pouco preparados e uma metodologia que frequentemente se limita a reproduzir a fórmula usada nos ensinos fundamental e médio também colaboram para o índice de evasão que chega a 70%. Ou seja: de dez alunos com mais de 18 anos que se matriculam em uma escola, apenas três aprenderão a ler uma palavra.
“Hoje, tudo depende do heroísmo do cidadão”, resume Roberto Catelli Jr., coordenador da Unidade de Educação de Jovens e Adultos (EJA) da Ong Ação Educativa. “Existe uma pressão grande da sociedade para a alfabetização de crianças e jovens, mas quase nenhuma com relação à de adultos. Não há, por exemplo, uma campanha do governo estimulando aqueles com mais de 18 anos a voltarem a estudar”.
Priscila Cruz, diretora-executiva da Ong Todos pela Educação, atribui essa falta de empenho a uma opção – cruel – do poder público. “Gerir é fazer escolhas”, diz. “Como não existe dinheiro suficiente para tudo, os governantes escolhem fechar a torneira do analfabetismo. Embora a Constituição garanta que a educação é um direito de todos, o ensino é obrigatório apenas para quem tem entre 4 e 17 anos”.
O argumento poderia até parecer consistente caso a educação de crianças e jovens também não estivesse à beira do colapso. Segundo o Censo 2010, 54,5 milhões de brasileiros com mais de 25 anos não têm o ensino fundamental completo. Em 2012, uma pesquisa realizada pela Ação Educativa constatou que 38% dos universitários são analfabetos funcionais.
Apesar dos dados estarrecedores, o Ministério da Educação (MEC) festeja os resultados. Embora a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) tenha registrado que a taxa de analfabetismo da população com mais de 15 anos passou de 8,6, em 2011, para 8,7, em 2012, Macaé Evarismo, secretária de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão do MEC, tenta amenizar a descoberta. “O analfabetismo só cresceu na faixa etária entre 40 e 59 anos e, como foi um aumento muito pequeno, ainda não podemos dizer se é uma tendência ou uma questão de amostragem”, alega. “O mais importante é que foi registrada uma queda nas taxas de analfabetismo funcional e há um aumento da alfabetização na chamada idade certa”.
De acordo com Macaé, o Brasil Alfabetizado, programa federal de alfabetização de jovens e adultos, abrange os 26 estados, mas alcança apenas 959 dos 5.570 municípios brasileiros. E beneficiou, entre 2008 e 2012, 6,7 milhões cidadãos – o que representou um investimento de R$ 1,4 bilhão. O ministério não soube precisar, entretanto, qual o índice de evasão, quantas salas de aula do Brasil Alfabetizado existem no país e em quais horários funcionam, quantos professores estão ligados ao programa e como são preparados.
É surpreendente também a inexistência de um controle sobre os demais cursos de alfabetização de jovens e adultos existentes no país. O MEC não sabe quais são esses cursos, onde estão localizados, quantos alunos atendem ou qual é a metodologia empregada.
“Os governos criam programas apenas para dizer que estão fazendo alguma coisa, mas a maioria é incipiente”, critica Carlos Alberto Daniel dos Santos, o “Tiziu”, coordenador pedagógico do programa de alfabetização de jovens e adultos do Núcleo de Trabalhos Comunitários da PUC-SP. “É preciso incentivar aqueles que não estão na sala de aula a voltarem a estudar organizando campanhas que divulguem os benefícios da alfabetização para adultos. Além de oferecer educação de qualidade perto dos locais de moradia e criar condições para que este aluno permaneça na sala de aula conscientizando, por exemplo, as empresas sobre os benefícios de terem funcionários que voltaram estudar”.
Sumika Soares de Freitas Hernandez-Piloto, membro do comitê diretivo do Movimento Interfóruns de Educação Infantil do Brasil (Mieib), explica que o processo de alfabetização inicia antes mesmo do aprendizado formal da escrita, quando a criança começa a fazer o reconhecimento visual dos objetos. A interrupção dessa evolução prejudica justamente essa leitura do mundo. “A educação na infância é importante para a apropriação do conhecimento e para a formação de indivíduos críticos, que sejam capazes de analisar o ambiente sóciocultural em que vivem”, afirma Sumika.
“Os processos cognitivos se desenvolvem em determinadas fases da vida”, afirma Ana Lucia Lima, diretora executiva  do Instituto Paulo Montenegro. “Quando alguém apresenta um fraco domínio da leitura, da escrita e da matemática, essa pessoa invariavelmente teve uma trajetória escolar não regular, com repetência ou alfabetização fora da idade certa, e os pais têm baixa escolaridade”. 
Entre os programas oficiais de alfabetização de jovens e adultos mencionados como pontos de referência destacam-se o Movimento de Alfabetização de Jovens e Adultos (MOVA), criado por Paulo Freire durante a gestão de Luiza Erundina à frente da prefeitura de São Paulo, e o Alfabetização Solidária, fundado em 1996 por Ruth Cardoso no governo de Fernando Henrique. Com a eleição de Lula, o Alfabetização Solidária foi abandonado, mas sobreviveu com o nome AlfaSol graças a parcerias com a iniciativa privada.
Uma das maiores contribuições do MOVA foi transformar o aluno em sujeito do processo de alfabetização. “A técnica para se alfabetizar uma criança não é a mesma usada para educar um adulto”, explica Maristela Miranda Bárbara, diretora do AlfaSol. “A criança está centrada no seu papel de estudante. O adulto tem outros conhecimentos. Ele já desenvolveu estratégias para sobreviver nesse mundo e precisa dividir o tempo com o trabalho e a família. Um dos papeis do educador é convencê-lo de que vale a pena estar ali”.
Para Maristela, mais do que programas, o que falta ao Brasil é “uma política pública efetiva de alfabetização de jovens e adultos”. Ao ser rebatizado, o AlfaSol passou a investir não só na alfabetização, mas na continuidade do processo de aprendizado.
“Quando não há essa continuidade o adulto acaba esquecendo o que aprendeu, já que muitas vezes não precisa usar esse conhecimento no seu trabalho, no seu dia a dia”, explica Maria do Pillar Lacerda, diretora da Fundação SM e ex-secretária de educação básica do Ministério da Educação (MEC). “É preciso investir na construção de um sujeito letrado”.
Essa construção depende de uma educação de qualidade em todas as fases da vida, já que a alfabetização de crianças, jovens e adultos está interligada. “Não vamos melhorar os índices de educação das crianças se não alfabetizarmos os pais”, observa Maristela. Priscila Cruz, do Todos Pela Educação, completa: “Boa parte do desempenho escolar dos filhos depende disso. Quanto mais alta é a escolaridade da família, maior é a chance dessa criança estudar”

quarta-feira, 9 de abril de 2014

FNDE normatiza pagamento de auxílio do ProJovem


Yara Aquino - Repórter da Agência Brasil Edição: Stênio Ribeiro


O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) normatizou parâmetros operacionais da forma de pagamento do auxílio financeiro aos estudantes do Programa Nacional de Inclusão de Jovens - ProJovem Urbano, por meio de resolução publicada na edição de hoje (7) do DiárioOficial da União.

Quando ocorrer a primeira solicitação de pagamento do auxílio, deve ser emitido cartão-benefício específico para o bolsista. A portaria estabelece que o uso do cartão-benefício é isento de tarifa bancária e abrange o fornecimento de um único cartão para saques e consultas a saldos e extratos. A bolsa do programa é de R$ 100 mensais, paga diretamente a cada beneficiário por meio de crédito em conta-benefício, aberta em agência do Banco do Brasil, e pode ser sacada com uso de cartão magnético.

O texto trata também dos participantes do programa, vinculados a turmas que funcionam em unidades prisionais. Nesse caso, o pagamento poderá ser feito a um representante com poderes específicos para movimentação do recurso, reconhecido por meio de procuração. A procuração do estudante de unidade prisional deverá indicar o número do cartão-benefício, o número do convênio e do programa no qual o beneficiário está inscrito.

O ProJovem Urbano foi instituído em 2005 com o objetivo de elevar a escolaridade de jovens com idade entre 18 e 29 anos, que saibam ler e escrever e não tenham concluído o ensino fundamental, visando à conclusão desta etapa por meio da Educação de Jovens e Adultos, integrada à qualificação profissional, e ao desenvolvimento de ações comunitárias com exercício da cidadania, na forma de curso.

O auxílio financeiro mensal é concedido durante os 18 meses de desenvolvimento do curso, e condicionado à frequência mínima de 75% nas atividades presenciais e à entrega de trabalhos pedagógicos.

http://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2014-04/fnde-normatiza-pagamento-de-auxilio-do-projovem

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Centro de Memória Viva digitaliza documentação da EJA em MT

O Centro de Memória Viva da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), representado pela professora e pesquisadora Elizabeth Madureira e equipe,  entregou nesta sexta-feira (4), à secretária de Estado de Educação, Rosa Neide Sande de Almeida, o arquivo digitalizado da Educação de Jovens e Adultos na rede estadual no período de  1935 a 2007. 


O material -  compilado a partir de manuscritos arquivados no centro de documentação da rede estadual -  foi catalogado e digitalizado. O acervo entregue subsidiará pesquisas a todos os interessados em conhecer a história da EJA no Estado. Nesse compêndio digital,  o pesquisador terá acesso documentos sobre os exames supletivos com filtragem para vários sublinks, com tipos executados, escolas, período, e outros.

Centro de Memória
O Centro Memória Viva-MT tem como principal finalidade desenvolver atividades investigativas e extensionistas que contribuam na formação de sujeitos nas áreas da educação de jovens e adultos, da educação popular e dos movimentos sociais em Mato Grosso.

Instalado em julho de 2010, o Centro faz parte do projeto regional e interinstitucional de criação do Centro de Memória, Documentação e Referência em EJA, Educação Popular e Movimentos Sociais para a Região Centro Oeste. O Programa de Pesquisa e Extensão se desenvolve articulando levantamento e registro de experiências realizadas em Mato Grosso no campo da Educação de Jovens e Adultos, Educação Popular e Movimentos Sociais, ao processo de formação de profissionais vinculados a programas oficiais e não-oficiais de educação. (colaborou Centro de Memória)

Patricia NevesAssessoria/Seduc-MT
http://www.seduc.mt.gov.br/conteudo.php?sid=20&cid=14242&parent=20

segunda-feira, 24 de março de 2014

Alfabetizadores do Programa Brasil Alfabetizado serão qualificados


Secom Cuiabá
Começa hoje (24) a formação inicial para os alfabetizadores e coordenadores de turma do Programa Brasil Alfabetizado 2014. Pelo menos 57 alfabetizadores e coordenadores de turma, que tiveram seus currículos selecionados para atuarem na rede municipal de ensino, participarão da formação.
Conforme a gestora local do Programa em Cuiabá, Feliciana Cunha Figueiredo, a formação inicial será ministrada em um total de 40 horas, sendo necessária a participação com frequência mínima de 75% para aprovação.
No dia 24 a formação será realizada das 17h30 às 22h, na Escola Estadual Nilo Póvoas, que fica em frente à Secretaria Municipal de Educação (SME) na rua Diogo Domingos Ferreira, bairro Bandeirantes.
Entre os dias 25 e 28 a formação será no auditório Maestro China, na SME, também das 17h30 às 22h.
Os alfabetizadores também passarão por formação continuada, que ocorrerá ao longo do processo, num período de oito meses,com carga horária de 64 horas.
Cada alfabetizador será responsável pela formação de turmas. As aulas estão previstas para começarem no dia 7 de abril nos locais indicados pelos formadores.
http://www.cuiaba.mt.gov.br/educacao/alfabetizadores-do-programa-brasil-alfabetizado-serao-qualificados/8516

quinta-feira, 20 de março de 2014

Relação dos currículos selecionados para o Programa Brasil Alfabetizado 2014

Secom Cuiabá

A Secretaria Municipal de Educação de Cuiabá divulgou nesta quinta-feira (20) a relação dos currículos selecionados para atuarem como alfabetizadores e coordenadores de turma do Programa Brasil Alfabetizado 2014.
Os selecionados estão sendo convocados para participar do processo de formação inicial e continuada, que inicia na próxima segunda-feira (24).
Conforme explica a coordenadora local do Programa em Cuiabá, Feliciana Figueiredo, a formação inicial será ministrada em um total de 40 horas, sendo necessária a participação com frequência mínima de 75% para aprovação. 
Já a formação continuada ocorrerá ao longo do processo e será realizada em oito meses, com carga horária de 64 horas.No dia 24 a formação inicial será realizada na escola estadual Nilo Póvoas (localizada na Rua Diogo Domingos Ferreira, em frente à SME) das 17h30 às 22h. De 25 a 28 a formação será no auditório Maestro China na SME das 17h30 às 22h. A formação de turmas será de responsabilidade do alfabetizador.
Confira abaixo a relação dos currículos selecionados:


http://www.cuiaba.mt.gov.br/educacao/secretaria-divulga-relacao-dos-selecionados-para-o-programa-brasil-alfabetizado/8490

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Secretaria de Educação de Cuiabá seleciona voluntários para o Programa Brasil Alfabetizado

Foto: Jorge Pinho (SME)

Rosane Brandão


A Secretaria Municipal de Educação está selecionando candidatos voluntários do Programa Brasil Alfabetizado para atuarem na Educação de Jovens e Adultos (EJA). As vagas são para coordenadores de turma e alfabetizadores.

Serão disponibilizadas cinco vagas para coordenadores na área urbana e uma na área rural; 24 vagas para alfabetizadores na área urbana e cinco na área rural; duas vagas para tradutor - interprete de Libras - e em igual número para cadastros de reserva.

As vagas estão de acordo com a meta aprovada pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi), vinculada ao Ministério da Educação (MEC).

Os voluntários receberão uma bolsa que varia de R$ 400 a R$ 800, conforme a classe de cada um. O regime de voluntariado será de 10 horas semanais.

A data para entrega do currículo com documentos comprobatórios para análise será de 20 de fevereiro a 18 de março.

Confira o edital abaixo.

http://www.cuiaba.mt.gov.br/educacao/secretaria-seleciona-voluntarios-para-o-programa-brasil-alfabetizado/8341

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

EJA: Prorrogado prazo para adesão ao PNLD

Escrito por  Assessoria de Comunicação Social do MEC
Jovens e adultos, desde as classes de alfabetização até o terceiro ano do ensino médio, receberão livros didáticos para o período 2013-2014 (foto: arquivo MEC – 19/3/09)Jovens e adultos, desde as classes de alfabetização até o terceiro ano do ensino médio, receberão livros didáticos para o período 2013-2014 (foto: arquivo MEC – 19/3/09)
O Ministério da Educação prorrogou para o dia 10 de janeiro próximo o prazo de adesão ao Programa Nacional do Livro Didático para Jovens e Adultos (PNLD-EJA) referente ao período de 2013-2014. A adesão, sob a responsabilidade dos gestores das secretarias municipais de Educação, é requisito para a escolha dos livros didáticos de todas as séries da educação de jovens e adultos, das classes de alfabetização ao ensino médio.

Ao fazer a adesão, o gestor terá a senha específica, emitida pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), de acesso à escolha das obras. Os gestores municipais devem informar, no momento da adesão, o nome do responsável pela escolha das obras, CPF, documento de identidade, telefone de contato e endereço eletrônico. A senha que dará acesso à relação das obras inscritas pelas editoras e aprovadas pelo Ministério da Educação será informada à secretaria de Educação municipal por mensagem eletrônica.

No próximo ano, o FNDE, responsável pelo PNLD, distribuirá livros a todos os estudantes matriculados na educação de jovens e adultos. Em janeiro próximo, as secretarias terão acesso ao Guia do Livro Didático, que orienta a escolha das obras e coleções, com indicações e resenhas dos livros aprovados pelo MEC. Os livros do programa dirigido a jovens e adultos foram cadastrados por 20 editoras. O PNLD-EJA de 2013-2014 contempla também obras regionais das diversas áreas do conhecimento.

A adesão das secretarias de Educação ao programa do livro para jovens e adultos deve ser feita na página do PNLD na internet.
http://www.fnde.gov.br/fnde/sala-de-imprensa/noticias/item/5112-programa-para-jovens-e-adultos-prorroga-ades%C3%A3o-de-secretarias

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Adesão a programa do livro didático será encerrada dia 18

Vence na próxima quarta-feira, 18, o prazo para que os gestores das secretarias municipais de educação façam a adesão ao Programa Nacional do Livro Didático para Jovens e Adultos (PNLD-EJA) 2013-2014. A adesão é requisito para que o município possa escolher os livros didáticos no próximo ano. Serão contempladas todas as séries da educação de jovens e adultos – das classes de alfabetização ao ensino médio.

Dados da diretoria de políticas de alfabetização e educação de jovens e adultos da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi), desta sexta-feira, 13, mostram que, enquanto 100% dos municípios do Ceará já aderiram ao programa, secretarias de educação de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo não atingiram nem 50% de suas redes. A adesão é ainda menor em municípios de Goiás, Mato Grosso, Bahia e Maranhão, segundo a Secadi.

A adesão garante ao gestor senha específica emitida pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), que dá acesso à escolha dos livros. Ao fazer a adesão, o gestor deve informar: nome do dirigente municipal que escolherá as obras didáticas, CPF, RG, telefone de contato e e-mail. A informação da senha será comunicada pelo e-mail informado.

Livros – Em 2014, o FNDE, autarquia responsável pelo Programa Nacional do Livro Didático, distribuirá livros para todos os estudantes matriculados na educação de jovens e adultos – classes de alfabetização, anos iniciais e anos finais do ensino fundamental, e ensino médio. Em janeiro, as secretarias terão acesso ao Guia do Livro Didático, que é um instrumento que orienta a escolha das obras, com indicações e resenhas dos livros aprovados pelo MEC.

Vinte editoras cadastraram obras para o programa do livro dirigido a jovens e adultos. O PNLD-EJA 2013-2014 contempla também obras regionais das diversas áreas do conhecimento. 

Ionice Lorenzoni

Acesse o portal do PNLD para fazer a adesão 


http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=19338:adesao-a-programa-do-livro-didatico-sera-encerrada-dia-18&catid=204&Itemid=86

Declaração para um novo ano

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