quarta-feira, 21 de maio de 2014

EMEB Rita Caldas Castrillon representará a capital nos Jogos Estudantis de MT



Secom Cuiabá
Fotos: Luiz Alves
A Prefeitura de Cuiabá realizou nesta quarta-feira (21), no Ginásio Quilombo, a final de futsal feminino da 39ª Edição dos Jogos Estudantis Cuiabanos (JECs). As equipes vão representar a Capital nos Jogos Estudantis Mato-grossenses, nos municípios de Água Boa e Cáceres, no mês de novembro.
Na categoria A (15 a 17 anos), o Colégio Isaac Newton(CIN) venceu o Colégio Poente por 3X2, na disputa de pênaltis. Na categoria B (12 a 14 anos), a Escola Municipal Rita Caldas Castrillon ganhou por 5x0 da Escola Estadual Padre Wanir. O secretário municipal de Esportes, Cidadania e Juventude, Carlos Klaus, acompanhou as partidas e destacou a força de vontade dos times.
“Percebemos a satisfação dos alunos em representar as escolas e o trabalho em equipe quanto à preparação. A Prefeitura pretender estreitar ainda mais os laços no ambiente escolar e ter sempre uma disputa saudável”, disse o secretário. 
O técnico do Colégio CIN, Celso Lara, conta que mesmo com os treinos e esforços, vencer foi uma surpresa.
”Nos preparamos para chegar na final, mas na hora parece que os times crescem. Foi uma disputa acirrada, mas conseguimos”. 
A jogadora do CIN, Lauriene Agata, 15, diz que a dedicação e confiança influenciaram nos resultados. “O time é bom e desde o início nos comprometemos em fazer o melhor. Graças a Deus ocorreu como planejado e estamos ansiosas pelo Estadual”, afirmou.
A representante da equipe da Escola Municipal Rita Caldas,Verônica Caroline, 13, destacou que há entrosamento entre os times e a rivalidade existe somente em quadra. Verônica é um dos destaques do time e costuma treinar com os meninos da Escolinha do Santos, em Cuiabá.
“A responsabilidade é grande, no entanto na hora de jogar agimos de igual para igual. No final rimos, choramos e comemoramos juntas porque temos o mesmo objetivo, seja vencendo ou perdendo”, concluiu.
Os jogos seguem até o dia 25 de maio em seis pontos da Capital. A final do futsal na modalidade masculina será disputada nesta sexta-feira (23), às 8h, no Ginásio Verdinho (CPA I). Este ano 47 escolas participam do evento, sendo 20 da rede particular de ensino, 20 escolas da rede estadual, 05 do município e 02 Institutos Federais de Ensino.
Entre as modalidades estão: atletismo, basquete, futsal, handebol, judô, vôlei, xadrez, natação e futebol. Os vencedores de cada categoria recebem troféus e medalhas, além de representar Cuiabá nos Jogos Estudantis Mato-grossenses.

http://www.cuiaba.mt.gov.br/secretarias/esportes-cidadania-e-juventude/cin-e-escola-municipal-vao-representar-cuiaba-nos-estudantis-mato-grossenses/8933

Trabalho infantil será debatido em escolas municipais

 
Secom Cuiabá

Diretores e coordenadores pedagógicos de escolas municipais de Cuiabá participaram nesta terça-feira (20) de uma oficina de formação com o objetivo de trabalhar em suas respectivas unidades de ensino a erradicação do trabalho infantil e a proteção ao trabalhador.
A formação faz parte do “MPT na Escola: Abordagem do tema trabalho infantil em sala de aula”, promovido pelo Ministério Público do Trabalho em parceria com a Secretaria Municipal de Educação (SME).
O objetivo do programa é formar uma rede de proteção e conscientizar toda a sociedade dos prejuízos que o trabalho infantil pode acarretar a uma criança ou adolescente.
A formação foi direcionada aos diretores e coordenadores pedagógicos de escolas que trabalham com turmas de 5º ao 9º anos. Estes gestores vão atuar como multiplicadores em suas respectivas unidades de ensino, levando as informações aos professores, que, posteriormente, vão trabalhar com os alunos em sala de aula.
Durante a oficina, os gestores assistiram palestras, vídeos educativos, participaram de discussões e receberam material pedagógico que serão distribuídos nas escolas.
A formação foi conduzida pelos assessores pedagógicos da SME, José Ferraz e Eby Regina Araújo.
Conforme destacou José Ferraz o programa é constituído por cinco etapas. A primeira foi marcada pela capacitação de coordenadores municipais, que são os responsáveis pela formação de diretores e coordenadores de escolas. A rede municipal de Cuiabá conta com 10 coordenadores.
A segunda etapa é constituída pela formação de diretores e coordenadores de escolas. Em seguida os gestores escolares terão a missão de passar aos professores de suas respectivas escolas o que aprenderam na capacitação.
A quarta etapa do programa prevê o trabalho dos professores com os alunos. Nessa etapa os professores terão o papel de informar e orientar os alunos, de forma bastante lúdica, sobre os direitos deles, destacando as situações que podem ser caracterizadas e identificadas como trabalho infantil.
A quinta e última etapa será finalizada com a seleção das melhores produções textuais dos alunos.
A diretora de ensino da SME, Vanilda Mendes, destacou que o gestor e os professores têm o papel de proteger os alunos e precisam estar atentos para identificar qualquer tipo de situação que caracterize exploração de crianças e adolescentes.
“É comum vermos casos de exploração infantil nos meio de comunicação e acharmos que essa situação está longe da nossa realidade, mas ela pode estar acontecendo no nosso bairro, na nossa escola, ou seja, mais próximo do que imaginamos. Por isso, enquanto professores, nós precisamos ter um olhar especial para identificar qualquer tipo de problema com nossos alunos”.
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Dica do Blog:    Acesse o  MANUAL DE ATUAÇÃO DO  MP NA PREVENÇÃO E ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL


http://www.cuiaba.mt.gov.br/educacao/trabalho-infantil-sera-debatido-em-escolas-municipais/8930

Município cearense torna-se exemplo ao melhorar índices

O município cearense de Sobral, distante 230 quilômetros de Fortaleza, vem se destacando pelos avanços na educação. Com nove escolas entre as 100 com melhor índice de desenvolvimento da educação básica (Ideb) e com redução de 57% para 4% na distorção idade-série dos alunos de primeiro ao nono anos no período de 2000 a 2013, Sobral recebeu na tarde desta terça-feira, 20, o ministro da Educação, Henrique Paim, que visitou o Colégio Sobralense de Tempo Integral e inaugurou uma creche.
Segundo Paim, a inauguração do Centro de Educação Infantil Domingos Olímpio, que atenderá 240 crianças de dois a seis anos, revela o empenho do município e o compromisso do governo federal com a educação e, principalmente, com a educação das crianças provenientes das camadas menos favorecidas. “Como parte da meta de investimento definida pela Presidenta Dilma, abrangendo desde a educação infantil até a pós-graduação, Sobral é um exemplo que serve de inspiração para o Ceará e para o Brasil”, afirmou o ministro.
Prêmio – Em Fortaleza, o ministro participou da solenidade de entrega do Prêmio Escola Nota 10, que destaca as escolas que obtiveram os melhores resultados na alfabetização de crianças do segundo ano e do quinto ano.
Nesta sexta edição, foram premiadas as 150 escolas públicas que obtiveram os melhores resultados de alfabetização, tendo por base o índice de desempenho escolar – alfabetização (IDE-Alfa), e as 150 escolas públicas que registraram os melhores resultados do quinto ano, tendo por base o índice de desempenho escolar – quinto ano (IDE 5), ambos indicadores estabelecidos pelo governo do Ceará.
Além da premiação às escolas que se destacaram, a iniciativa prevê apoio a 150 outras que tenham obtido os mais baixos resultados de alfabetização, no segundo ano, e em língua portuguesa e matemática, no quinto ano, respectivamente.

http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=20442

'Avaliação está ocupando o lugar do currículo escolar', diz educadora

Paula Louzano, doutora em política educacional pela Universidade Harvard (EUA) e pesquisadora da USP, discute como os países da OCDE e da América Latina encaram as políticas curriculares

Fonte: UOL Educação

Por causa da falta de uma política curricular clara no Brasil, a avaliação é quem está cobrando da escola os conteúdos que devem ser ensinados aos alunos. Esta é a opinião de Paula Louzano, doutora em política educacional pela Universidade Harvard (EUA) e pesquisadora da USP (Universidade de São Paulo).
Em entrevista ao UOL, Louzano discute como os países da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e da América Latina encaram a questão das políticas curriculares, com base em estudo realizado por ela no ano passado. No Brasil, a falta de diretrizes específicas têm gerado desigualdade no sistema.
A educadora será uma das convidadas da 21ª Educar/Educador, feira e congresso de educação, que acontece esta semana, dos dias 21 a 24 de maio, na cidade de São Paulo. Confira abaixo trechos da conversa.
UOL Educação - Quais são os maiores gargalos da educação brasileira?
Paula Louzano - Creio que um deles é a baixa qualidade, que passa pela experiência que o aluno tem na sala de aula. A gente precisa melhorá-la, principalmente para os estudantes mais vulneráveis, que estão nas escolas menos preparadas.
UOL - Como outros países do mundo resolveram o tema da política curricular?
Paula - Eu diria que existem três modelos de política curricular nos países que analiso. Alguns centralizam mais o que deve ser ensinado, num alto grau de detalhamento, como é o caso de Portugal. A metodologia fica a critério do professor, mas a autonomia é baixa. Outros dão mais autonomia, como a Finlândia e a Austrália, que têm um currículo mais geral, com alguns conteúdos que seriam fundamentais de serem trabalhados e algumas habilidades nos anos escolares. Já em Cuba há inclusive o número de horas que o professor vai trabalhar cada conteúdo, ou seja, a estratégia de ensino está estabelecida na política curricular.
UOL - Como é no Brasil?
Paula - O Brasil estabeleceu também que existe alguma coisa comum que todos os brasileiros têm direito a aprender. No caso é o que chamamos de Base Nacional Comum. O que difere é o grau de especificação, que é muito baixo quando comparado com outros países, mesmo com aqueles que atribuem grande autonomia às suas escolas, como Finlândia e Nova Zelândia. Ainda que alguns Estados e municípios tenham investido nesta especificação por meio de orientações curriculares, estas não se baseiam em um documento nacional claro. Além disso, a diferença na capacidade destes entes federados em produzir estas orientações tem gerado desigualdade no sistema. A falta de especificação e a baixa capacidade técnica de algumas redes e escolas em desenvolvê-la tem colocado o livro didático, e mais recentemente as avaliações externas, como responsáveis indiretas por essa decisão.
UOL - Os modelos de Portugal, da Finlândia ou de Cuba têm mais sentido no nosso contexto?
Paula - Eu diria que é o modelo mais parecido com a Finlândia, porque dá mais autonomia ao professor. Essa é uma característica do nosso sistema de educação, é como a gente enxerga o papel do docente no Brasil. Contudo, hoje não há uma política curricular clara no país, como existe na Finlândia, mas sim uma política de avaliação, que cobra um resultado do aluno. A avaliação está ocupando o lugar do currículo. Quando deixamos de discuti-lo entregamos para a avaliação o poder de definir o que as pessoas aprendem no Brasil.
UOL - Há movimentos que pedem a introdução de novas disciplinas obrigatórias na escola, como música. Como vê essa situação?
Paula - Em outros países essa decisão não está na mão do legislativo. Não é uma decisão política, partidária, é uma decisão da sociedade, e principalmente dos educadores e especialistas. Eu não tenho que ficar discutindo se tenho que colocar uma disciplina obrigatória. Tenho que discutir na sociedade brasileira o que é importante que todo mundo tem de aprender. Como vou organizar o sistema é outra questão. A organização do sistema não tem que estar na mão do Congresso Nacional, mas sim dos gestores públicos.
UOL - Como você analisa as más posições do Brasil em exames como o Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos)?
Paula - Não é uma surpresa. Elas refletem a baixa qualidade da educação. Mostram como a gente tem dificuldade de ensinar habilidades mais complexas, que não requerem apenas o conhecimento de um conceito, mas que pedem que você seja capaz de tomar uma decisão a partir da compreensão. Se você levar em conta a taxonomia de Bloom, essa é a habilidade cognitiva mais avançada. Isso a gente não consegue fazer.
UOL - Falta investimento na educação brasileira?
Paula - Dá para fazer mais com que a gente gasta hoje em educação? Sem dúvida. Dá para ter uma experiência de padrão internacional em cada sala de aula brasileira gastando o que a gente gasta hoje? Não. Dá para gastar melhor, e acho que tem vários exemplos que mostram isso no próprio Brasil, mas dentro de um limite que está dado pelas condições de gasto de nosso sistema, que é baixo, comparado com países da nossa própria região, como México e Chile, que gastam mais do que a gente por aluno.  

Veja como ficará o calendário escolar nas 12 cidades-sede da Copa


Arena Pantanal
Da Agência Brasil, em Brasília

Cuiabá 
Os 48 mil alunos da rede municipal ficam em casa na Copa e só voltam em 15 de julho. Já as instituições estaduais (67 mil alunos) tiveram autonomia para definir as datas. Sabe-se apenas que não haverá aula quando houver jogos na Arena Pantanal. Os alunos da rede particular (35 mil) também estão dispensados nessas datas e nos dias de jogos do Brasil. Há escolas com férias entre 12 a 30 de junho.


São Paulo 
A rede municipal e a rede estadual determinaram o período de recesso no período do Mundial e, por isso, as férias começam em 12 de junho. O calendário ainda pode mudar, uma vez que os professores municipais estão em greve desde o dia 23 de abril. Na rede privada, a orientação foi manter o recesso entre os dias 1º e 30 de julho, mas a decisão é tomada caso a caso

Veja as outras sedes, cliquehttp://educacao.uol.com.br/noticias/2014/05/20/veja-como-ficara-o-calendario-escolar-nas-12-cidades-sede-da-copa.htm

Em Campo Grande, criança de 5 anos presenteia professora com maconha

Do UOL, em Campo Grande

Um garoto de cinco anos de idade levou para a escola dez gramas de maconha embrulhada em um papel de caderno e deu para a professora como se fosse um presente. O episódio ocorreu ontem (19) de manhã, em um colégio municipal de Campo Grande, Mato Grosso do Sul.
A professora acionou a Guarda Municipal, que encaminhou o menino para uma casa de guarda da cidade. "Ele [menino] criou um vínculo afetivo com a professora e quis agradá-la, foi isso. Quando perguntaram-lhe a o que havia na mão, na maior naturalidade, a criança disse: 'doga, ué, você não conhece'?", disse ao UOL a conselheira Cassandra Szuberski.
Cassandra afirmou que o menino vive com a mãe, que trabalha durante o dia e dorme numa prisão para detentos do regime semiaberto, e uma irmã de 15 anos de idade. "A mãe do menino cumpre pena por tráfico e o menino, uma criança hiperativa, se aproximou da professora e a tratava como parente bem próximo, talvez a própria mãe", afirmou Cassandra.
Conselheiros foram à casa do estudante e lá viram a irmã do menino, de 15 anos, dois bebês de um ano e meio e uma adolescente amiga da família, de 17 anos. Um dos bebês é sobrinho do garoto que levou droga à professora - filho da irmã maior de idade que não estava na casa - e o outro é filho da adolescente de 17 anos.
Todos foram acolhidos na casa de guarda do município e o caso será tratado daqui em diante pela DPCA (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente). A polícia investiga se na casa do menino as crianças consumiam droga ou se lá é um ponto de venda.
Cassandra disse que não é a primeira vez que o Conselho Tutelar flagra crianças levando droga para a escola. Ela cuida de menores cujos pais estão detidos ou sofreram abusos sexuais e outros tipo de crime. "Dia desses um garoto de oito anos de idade disse que só é pobre quem quer e que podem ficar ricos vendendo drogas", contou a conselheira.
A polícia vai fazer um relatório do caso e mandá-lo para a Vara da Infância, instância judicial. Enquanto isso, o garoto, a irmã de 15 anos, a adolescente de 17 e os dois bebês devem ficar acolhidos na casa de guarda, segundo a conselheira Cassandra. 
http://educacao.uol.com.br/noticias/2014/05/20/em-campo-grande-crianca-de-5-anos-presenteia-professora-com-maconha.htm

Ato Público na Câmara dos Deputados exige votação do PNE

Nesta quarta-feira (21/05), às 15h, será realizado um Ato Público no Hall da Taquigrafia da Câmara dos Deputados. O objetivo é pressionar a presidência da Casa para que o Projeto de Lei 8.035/10 que trata do PNE (Plano Nacional da Educação) seja colocado na pauta de votação antes do início da Copa do Mundo. A mobilização é uma iniciativa da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, da UNE (União Nacional dos Estudantes) e de outras entidades ligadas à área. Participarão do evento deputados, estudantes e representantes de diversas entidades e organizações da sociedade civil. 

Prevista para ser realizada na semana passada, a votação do PNE não ocorreu devido à inclusão da MP 632 (Medida Provisória) na Ordem do Dia. Com o adiamento, o fim da tramitação do texto no Congresso ficou ainda mais distante. Hoje, há oito MPs obstruindo a pauta. 

O Brasil está há quase quatro anos sem um PNE e para que o texto entre em vigor é preciso passar pela apreciação do plenário da Câmara e seguir para sanção presidencial. 

Frente a esse cenário, mais de 50 entidades e organizações da sociedade civil divulgaram Carta Aberta exigindo a votação da matéria antes do início da Copa do Mundo de 2014. Há o receio de que, com o começo da campanha eleitoral, a aprovação do PNE ocorra somente após as eleições. 

“Se o PNE não for votado antes da Copa, sua aprovação ficará apenas para segundo semestre. Caso isso ocorra, perderemos em planejamento educacional e em qualidade do debate nas eleições, pois o PNE aprovado pautaria os candidatos”, defende Daniel Cara coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação. 

Campanha Nacional Pelo Direito à Educação 
A Campanha Nacional pelo Direito à Educação é considerada a articulação mais ampla e plural no campo da educação básica no Brasil, constituindo-se como uma rede que articula mais de 200 grupos e entidades distribuídas por todo o país, incluindo movimentos sociais, sindicatos, organizações não-governamentais nacionais e internacionais, fundações, grupos universitários, estudantis, juvenis e comunitários, além de centenas de cidadãos que acreditam na construção de um país justo e sustentável por meio da oferta de uma educação pública de qualidade. 

Mais informações 
Elisângela Fernandes 
Assessora de Comunicação e Mobilização 
Tel.: (11) 3159-1243 // 9 7266-5389 
elisangela@campanhaeducacao.org.br 
www.camapanhaeducacao.org.br

http://www.campanhaeducacao.org.br/?idn=1355

Cacique formado na USP sonha com mestrado para ser referência

Um de seus objetivos é criar um vestibular específico para os indígenas.
Ubiratã Awá Baretédju, de 37 anos, mora em aldeia de Peruíbe, SP.


Mariane RossiDo G1 Santos
Cacique Ubiratã, em Peruíbe, SP (Foto: Ubiratã Gomes Awá M´Baretédjú/Arquivo Pessoal)
Ubiratã Gomes Awá M´Baretédjú, de 37 anos, nasceu e foi criado na aldeia Bananal, em meio à Mata Atlântica e a cerca de 15 quilômetros do Centro de Peruíbe. A aldeia, uma das mais antigas da região, com cerca de 300 anos de existência, abriga aproximadamente 13 famílias. Os índios coletam frutos, produzem sucos para consumo próprio, fazem o reflorestamento por meio de sementes e preparam mudas para o comércio. Na aldeia, as tradições indígenas dos tupis-guaranis também permanecem intocáveis. Apesar de já terem acesso à internet, à energia elétrica e outras tecnologias, perpetuam características de seus antepassados. Vivem da caça, da pesca, da confecção e venda de artesanato e de apresentações culturais.
Cacique Ubiratã, em Peruíbe, SP (Foto: Ubiratã Gomes Awá M´Baretédjú/Arquivo Pessoal)Cacique Ubiratã, em Peruíbe, SP (Foto: Ubiratã
Gomes Awá M´Baretédjú/Arquivo Pessoal)
A educação é a base para que as crianças indígenas e as próximas gerações possam eternizar os costumes e crenças de seu povo. “Na realidade, a educação indígena é aquela que nós aprendemos com os nossos antepassados, mas a educação escolar indígena é aquela que temos dentro das escolas”, fala o cacique. Por isso, as escolas indígenas foram montadas dentro das aldeias da Baixada Santista. Segundo o cacique, elas estão distribuídas nas cidades de São Vicente,Praia GrandeMongaguá e Peruíbe.
O ensino é diferenciado porque une as tradições indígenas com as disciplinas convencionais, encontradas em qualquer escola dos centros urbanos. “Antes, a educação era voltada à integração nacional e falava-se que o indígena não fazia parte da sociedade. Não podíamos fazer manifestações culturais, tirar dúvidas nas escolas. A própria educação era administrada pela Fundação Nacional do Índio (Funai) na década de 1980. Em 1996, com algumas leis, o cuidado em relação às escolas indígenas passou para o Ministério da Educação (MEC). Essa lei nos beneficiou muito”, diz ele. Com as escolas indígenas, eles também têm mais autonomia para criar projetos político-pedagógicos, materiais didáticos e dinâmicas em grupo. Nas escolas, há desde o ensino infantil até nono ano. “Eu tenho aluno que, com quatro anos, já está lendo. As nossas escolas indígenas teriam que ser mais divulgadas”, explica.

terça-feira, 20 de maio de 2014

Prefeitura cria o selo "Escola Transparente"


Prefeitura cria o selo “ESCOLA TRANSPARENTE”, 

a ser concedido às escolas municipais que publicarem

em tempo real a prestação de contas no Portal da

Transparência do Município de Cuiabá.


Para saber mais, veja o Decreto 5.503/2014

Letramento digital


Aprenda o que é e como se faz para aplicá-lo em sua sala de aula!

Por Laísa Larcher e Isabele Veronese


Objetivos:
 Introduzir uma nova visão do uso de tecnologia em sala de aula, a fim de propor uma reflexão mais profunda sobre a importância do letramento digital.

Faixa etária:
 professores em geral.




Dica de leitura!★ Letramento e Tecnologia
O livro de Denise B. Braga e Ivan L. M. Ricarte, graças aos textos de fácil compreensão, que permitem uma leitura informativa, sinergética e prazerosa, é ideal para os educadores que se interessam tanto pela temática relacionada ao letramento digital quanto pelos impactos que a sociedade vivenciou com as mudanças ocorridas nas formas de registro da fala, bem como pela busca de informação ao longo dos séculos, no que concerne à apreensão da linguagem escrita. Para obtê-lo, acesse gratuitamente o site do Centro de Formação Continuada de Professores do Instituto de Estudos da Linguagem da Universidade de Campinas (CEFIEL-UNICAMP): www.iel.unicamp.br/cefiel/imagens/cursos/19.pdf

Estamos familiarizados com o conceito de letramento nas situações de leitura e escrita de nossas escolas, o que entendemos como uma prática cultural, que leva o aluno a compreender a função da leitura e da escrita em nossa sociedade. No entanto, é sempre bom lembrar que estar letrado é diferente de estar alfabetizado, pois o sujeito alfabetizado é aquele que compreende o código e realiza atividades simples, utilizando a leitura e a escrita; já o letrado é o sujeito que compreende a linguagem para além dos limites do código e, com o tempo, torna-se capaz de entender textos mais elaborados, informações implícitas e de responder adequadamente às demandas sociais da cultura escrita. Esse conceito é denominado de letramento alfabético.
Mas, nos últimos anos, além do letramento alfabético, tem surgido no contexto escolar o conceito de letramento digital, que contempla situações de leitura e escrita em ambientes digitais. Logo, ser letrado digitalmente pressupõe assumir as mudanças nos modos de ler e escrever nesses ambientes, uma vez que o aumento da utilização de ferramentas tecnológicas tem exigido aprendizagem de comportamentos e raciocínios específicos. Assim, essa aprendizagem se configura como uma nova modalidade de letramento, já que ela implica no aprendizado de um conjunto de informações e habilidades específicas que responderão às necessidades de se comunicar utilizando as novas tecnologias.
Hoje em dia, existem pessoas altamente letradas alfabeticamente e que são analfabetas digitais. Como, por exemplo, escritores renomados que ainda preferem escrever seus textos à mão ou à máquina de escrever, e que se negam a utilizar as ferramentas digitais porque as consideram complicadas demais. Ou ainda, profissionais de diversas áreas, inclusive professores, que não têm o hábito de utilizar os recursos tecnológicos para realizar as atividades diárias. Eles são sujeitos letrados, mas não digitalmente.
Dessa forma, no contexto atual, não basta garantirmos o letramento alfabético ao estudante, acreditando que, por si só, ele estará letrado digitalmente. Temos que ensiná-los sobre a finalidade da leitura e da escrita no meio digital, bem como suas especificidades em relação a essas práticas em outros contextos e, especialmente, suas possibilidades.
Continue lendohttp://revistaguiafundamental.uol.com.br/professores-atividades/116/letramento-digital-aprenda-o-que-e-e-como-se-308911-1.asp

Entrevista com Mário Sérgio Cortella: 'A escola passou a ser vista como um espaço de salvação'

Mario Sérgio Cortella
Fonte: O Estado de S. Paulo (SP)

As expectativas das famílias em relação às Escolas e o que elas oferecem - ou são, de fato, capazes de ofertar - está em descompasso.
De um lado, há adultos cada vez menos presentes, seja pelo excesso de trabalho, pelos longos deslocamentos nas megalópoles ou até pela falta de paciência, que esperam que a Escola ensine o conteúdo obrigatório e eduque os seus filhos.
Do outro, as instituições se desdobram para dar conta de uma infinidade de disciplinas regulares e ainda são cobradas a disciplinar os Alunos e abordar temas considerados pertinentes. Tudo em quatro horas diárias.
As críticas são feitas pelo Professor, Educador e filósofo Mario Sergio Cortella, que lança nesta semana o livro Educação, Escola e Docência - Novos Tempos, Novas Atitudes. "As famílias estão confundindo Escolarização com Educação. É preciso lembrar que a Escolarização é apenas uma parte da Educação. Educar é tarefa da família. Muitas vezes, o casal não consegue, com o tempo que dispõe, formar seus filhos e passa a tarefa ao Professor, responsável por 35, 40 Alunos."
Cortella, que há 16 anos não escreve livros na área educacional, fará dois lançamentos de Educação, Escola e Docência, ambos seguidos de palestras. O primeiro será para Docentes, no dia 22, na feira Educar/Educador 2014, no Centro de Exposições Imigrantes. O segundo, para o público em geral, ocorrerá em 10 de junho, no Teatro Tuca, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
A seguir, Cortella fala sobre a necessidade de uma parceria entre Escolas e famílias, o impacto da tecnologia e como tornar as aulas mais atraentes.
O senhor fala em métodos de Ensino do século 19, Docentes do século 20 e Alunos do século 21. É possível resolver o descompasso?
A Escola tem de ficar em estado de prontidão para acompanhar uma parcela das mudanças, que acontecem de forma extremamente veloz. Isso porque nem tudo o que vem do passado tem de ser levado adiante.
A Escola precisa distinguir o que vem do passado e deve ser protegido, ou seja, o que é tradicional, daquilo que precisa ser deixado para trás porque é arcaico. Autoridade Docente, atenção ao conteúdo e formação de personalidade ética são valores tradicionais. A Escola tem de estar atenta às mudanças tecnológicas, mas não se submeter a elas. Vou dar um exemplo. Imagine se em 2004, quando foi criado o Orkut, uma Escola criasse um projeto pedagógico baseado nessa rede social.
Como um projeto pedagógico demora 10, 12 anos para ser aplicado na sequência de seriação, hoje ele já estaria obsoleto. Já pensou se quando o pen drive foi lançado outra Escola tivesse decidido que todos os Alunos deveriam organizar seus materiais nesse formato, que, chegou-se a dizer, substituiria a mochila? Hoje, nenhum jovem usa pen drive: eles guardam tudo em nuvens. Portanto, o que digo é que a Escola tem de ficar atenta ao novo, mas não ser refém.

Cada vez mais a aprendizagem ocorre fora do espaço Escolar. O que é preciso fazer para conquistar o Aluno quando tudo fora da Escola parece mais interessante?
Vou te dizer uma coisa que parece óbvia: Ninguém deixa de se interessar por aquilo que interessa. Nós temos de saber o que interessa ao Aluno para, a partir daí, chegar ao que é necessário.
É preciso conhecer o universo circunstancial dos Alunos: as músicas que eles estão ouvindo, o que estão assistindo de programas e vendo de desenho animado, para chegar à seleção do conteúdo científico necessário. Temos de partir do universo vivencial que o Aluno carrega para chegar até aquilo que de fato é necessário acumular como cultura produzida pela humanidade. Hoje, a Escola não pode ser extremamente abstrata, como no meu tempo. O conteúdo tem de ser conectado com o dia a dia.
O que as Escolas precisam fazer para encantar as crianças?
É preciso incorporar o que elas já fazem. A geração anterior, de quem já tem mais de 30 anos, só se comunicava pelo telefone. Esta geração de crianças e jovens voltou a escrever - no Facebook, no Twitter, no WhatsApp, em blogs. A Escola tem de aproveitar essa produção. Alguns até dirão que eles escrevem errado. Claro, todo mundo escreve errado antes de escrever certo. Podemos partir de uma escrita que não está no padrão para chegar à norma culta.
Conversando com pais e Professores, a impressão é de que estão insatisfeitos. As famílias se queixam das Escolas e as Escolas, dos pais. O que acontece?
Antes de mais nada, não estamos diante do crime perfeito, em que só há vítimas. Temos autor também. E essa autoria é multifacetada. A Escola foi soterrada nos últimos 30 anos com uma série de ocupações que ela não dá conta - e não dará.
Em uma sociedade em que os adultos passaram a se ausentar da convivência com as crianças, seja por conta do excesso de trabalho, da distância nas megalópoles ou da falta de paciência para conviver com aqueles que têm menos idade, a Escola ficou soterrada de tarefas. As famílias confundem Escolarização com Educação. É preciso lembrar que a Escolarização é apenas uma parte da Educação.
Educar é tarefa da família. Muitas vezes, o casal não consegue, com o tempo de que dispõe, formar seus filhos e passa a tarefa ao Professor, responsável por uma classe de 35 ou 40 Alunos, tendo de lidar com Educação artística, religiosa, ecológica, sexual, para o trânsito, contra a droga, português, matemática, história, biologia, língua estrangeira moderna, etc, etc, etc. A Escola passou a ser vista como um espaço de salvação.

E como resolver a questão?
A família precisa retomar o seu papel, porque ter filho dá trabalho. Ou será que as pessoas não sabiam? Existe tempo, aplicação, reordenamento, partilha das tarefas. A Escola não tem como dar conta de tudo o que dela hoje se requisita. Quando há um linchamento, querem que a Escola fale sobre linchamento.
O mesmo ocorre com briga em estádios, corrupção, etc. E nem adianta o pai ou a mãe dizer: "A gente paga, a gente quer o serviço". É preciso uma parceria entre a Escola e as famílias. Uma ideia é manter, como algumas instituições fazem, uma Escola de pais, com reuniões periódicas para ajudar as famílias na reflexão.
De que maneira a convivência reduzida das famílias com os filhos afeta a Escola?
Nunca tivemos tanta agressividade dos Alunos contra os Docentes. Parte das crianças fica sozinha, come se quiser, vai de perua para a Escola e quase não encontra adultos. Se é de classe média, o único adulto que ela encontra é a empregada, para quem ela dá ordem. Não há uma estrutura da disciplina.
O primeiro adulto que ela encontra no dia é o Professor, que pergunta cadê o uniforme, você fez a tarefa, guarde o celular. Claro que nessa hora a criança vem para cima. É uma geração que confunde desejos com direitos. É preciso uma Educação que seja mais firme, mas isso exige tempo, e tempo é questão de prioridade. 

http://www.todospelaeducacao.org.br/educacao-na-midia/indice/30389/a-escola-passou-a-ser-vista-como-um-espaco-de-salvacao/

Justiça muda regra de matrícula e extingue data de corte etário em escolas de SP

Escolas estaduais e privadas do Estado de São Paulo terão de aceitar no 1º ano do Fundamental crianças que completem 6 anos em qualquer mês

Fonte: iG

O Tribunal de Justiça de São Paulo proferiu uma sentença que obriga a matrícula, no 1º ano do fundamental, de crianças que completarem seis anos de idade em qualquer data do ano, independentemente do mês de aniversário do aluno. Até então, só poderia se matricular aqueles estudantes que completavam seis anos até a "data de corte" de 30 de junho.
A partir de agora, portanto, crianças que ainda tenham cinco anos até depois do fim de junho poderão se matricular regularmente no 1° ano do fundamental. A lógica também passa a ser aplicada no ingresso da criança na pré-escola. Ou seja, aos 4 anos incompletos o pequeno já poderá se matricular e cursar o "Pré-I".
A decisão, de segunda instância, já está valendo para todas as escolas estaduais e privadas do Estado de São Paulo. Caso as redes de ensino descumpram a medida, em eventuais novos pedidos de matrícula ou transferência, elas estarão sujeitas a uma multa diária de R$ 500,00 por aluno não atendido. Os pais dos estudantes que ainda encontrarem resistência durante o processo de matrícula, podem denunciar a escola ao ministério público.
Como a decisão foi tomada a partir do ajuizamento de uma ação civil pública pela Promotoria de Justiça da Infância e Juventude do Ministério Público do Estado de São Paulo (MP), em Atibaia (SP), a medida não é extensiva à rede municipal da cidade de São Paulo. O alcance da decisão atinge as escolas municipais dessa cidade do interior paulista e todas as escolas estaduais e particulares do Estado de São Paulo.

Além da nova regra que veta o chamado "corte etário" pelas redes de ensino, a decisão também julgou procedente a possibilidade de realização de avaliações pedagógicas educacionais em alunos interessados no ingresso ou transferência para a série pretendida. Ela deve ser feita individualmente a partir de requerimento dos pais do aluno. A não realização também pode ser penalizada com multa. Caso a criança não se adapte à nova série, a sua condição pode ser revisada pela escola.



http://www.todospelaeducacao.org.br/educacao-na-midia/indice/30382/justica-muda-regra-de-matricula-e-extingue-data-de-corte-etario-em-escolas-de-sp/

segunda-feira, 19 de maio de 2014

"Mais Educação" é realizado em um curral em Cáceres

Criado e bancado pelo governo federal para elevar o nível do ensino fundamental o Programa Mais Educação está sendo executado dentro de um curral na Comunidade de Laranjeira a 80 quilômetros de Cáceres. Além das condições inapropriadas, a estrutura da escola que atende a comunidade está em péssimas condições, assim como os veículos do transporte escolar.

Estas informações constam de uma denuncia feita há duas semanas pelo Conselho Municipal de Educação a Câmara de Vereadores e ao Ministério Público Estadual (MPE).

No documento assinado pelo presidente Laécio Neves Cardoso, o Conselho pede a interdição imediata da escola e a realização de vistoria por parte da Vigilância Sanitária e do Corpo de Bombeiros.

A medida segundo o Conselho, foi tomada diante da falta de iniciativa da Secretaria Municipal de Educação em resolver a questão.

VEJA ABAIXO A DENUNCIA ENCAMINHADA À CÂMARA:

Dirigimo-nos a Vossa Excelência para apresentar fatos que ocorreram nos processos 015512 e 015612, ambos da Escola Municipal Laranjeira I (situada no assentamento Antônio Conselheiro, BR-070, a 85 km da cidade de Cáceres-MT) e que tratam respectivamente da solicitação de Recredenciamento da Instituição de Ensino para o funcionamento da Educação Básica, e Renovação de Autorização para a oferta da Educação Básica, nas etapas da Educação Infantil (Pré-Escola de 04 e 05 anos) e do Ensino Fundamental (1º ao 9º Ano), bem como a Autorização da modalidade EJA – Educação de Jovens (1º Segmento). É importante ressaltar que os Atos autorizativos da instituição de ensino em pauta estavam vencidos desde 31/12/2009.


Para continuar lendo, acessehttp://www.jornaloeste.com.br/?pg=noticia&idn=30928

Rumos da educação são tema de evento em São Paulo

Com o intuito de disseminar e estimular a troca de conhecimentos sobre quais são as possibilidades e inspirações para construir uma educação de qualidade, a edição 2014 da feira e congresso Educar Educador vai debater os rumos do setor no Brasil. “É fundamental falarmos de educação olhando para frente. As crianças que estão na escola hoje vão ser adultos em uma realidade diferente da atual, com novas tecnologias, contextos e práticas”, afirma Vera Cabral, consultora de educação da Bett Brasil.
Há mais de 20 anos no mercado educacional brasileiro, o evento no ano passado foi comprado pelo grupo europeu que organiza a Bett Show, feira internacional voltada a tecnologias educacionais. Ao todo, seis congressos pedagógicos vão acontecer simultaneamente entre os dias 21 e 24 de maio, no Centro de Exposições Imigrantes, na capital paulista. São eles: Bett Brasil, sobre educação e tecnologia; 21Educador, que debaterá os rumos da educação; 10º Educador Management, que aborda temas de gestão de educação; 11º Avaliar, sobre avaliação educacional; 9 º Infância & Cia, sobre temas de educação infantil e séries iniciais; e 3º Profitec, relacionado a educação profissional e tecnologia.
Rumos da educação são tema de evento em São Paulo
crédito JWS / Fotolia.com

Todo o evento foi estruturado em torno da temática “Uma verdadeira imersão para a excelência em educação. Que rumo seguir?”. Na tentativa de responder a essa questão uma das palavrinhas mais recorrentes entre os educadores é colaboração. “Hoje em dia a busca por soluções envolve todo mundo, Estado, gestores, empreendedores. É unânime o desejo por uma educação melhor, de qualidade. Não é um anseio exclusivo do setor público, mas sim da sociedade como um todo”, reforça Vera Cabral.
Isso reflete também na diversidade das especialidades dos mais de 200 palestrantes convidados para o evento. Entre eles têm educadores, sociólogos, jornalistas, pedagogos, especialistas em tecnologia da informação, em marketing, arquitetos, filósofos e até uma futurista – afinal, a proposta é exatamente debater o futuro da educação.
“Talvez na educação a solução não esteja apenas entre os educadores. Para uma revolução ou uma renovação acontecer, é necessário aproximar da discussão inclusive gente que não tem nada a ver com educação”
A futurista é Beia Carvalho, que também é consultora de negócios. Para ela, pensar no futuro da educação é pensar em mudança. “Entender que o mundo está mudando e que isso vai refletir em todas as áreas já faz as pessoas pensarem diferente e se abrirem para o novo. O nosso modelo de  educação está atrasado e precisa se transformar para se adequar as novas demandas sociais”, explica.
Ela questiona inclusive quem serão os principais atores dessa mudança. Argumenta que grandes ideias que transformaram setores inteiros não partiram de iniciativas internas. Por exemplo, sites como o Booking.com e o TripAdvisor de reservas on-line e avaliação de hotéis e restaurantes, que transformaram o setor por facilitar as transações e reunir opiniões de clientes, não foram feitos por proprietários de estabelecimentos. Outro caso é o PayPal, sistema de transferência de dinheiro e pagamentos on-line, que não foi criado por instituições financeiras.
“Nessa linha, talvez na educação a solução não esteja apenas entre os educadores. Para uma revolução ou uma renovação acontecer, é necessário aproximar da discussão inclusive gente que não tem nada a ver com educação. A heterogenia de visões, de áreas e de idade enriquecem muito o debate, principalmente quando trabalham juntos em prol de um objetivo comum.”
Para quem se interessar em participar do evento e de debates como este, as inscrições para as palestras podem ser feitas pela internet e custam entre R$700 e R$1.400. A entrada na feira é gratuita.
http://porvir.org/porfazer/rumos-da-educacao-sao-tema-de-evento-em-sao-paulo/20140516

Orientações técnicas de educação em sexualidade para o cenário brasileiro: tópicos e objetivos de aprendizagem


A publicação dedicada a educadores é o resultado de uma adaptação para o cenário brasileiro de tópicos e objetivos de aprendizagem incluídos na publicação "Orientação técnica internacional sobre educação em sexualidade: uma abordagem baseada em evidências para escolas, professores e educadores em saúde, volumes 1 e 2", publicada pela UNESCO, Paris, em 2009, em parceria com UNFPA, UNICEF e OMS no âmbito da UNAIDS. A intenção consiste em fornecer orientações para o desenvolvimento de currículos adaptados aos locais onde serão aplicados.

status de desenvolvimento do Brasil e a experiência prática nessa área certamente podem apresentar aspectos inovadores e servir como referências para versões futuras dessa orientação técnica internacional, assim como seus tópicos e objetivos de aprendizagem para a educação em sexualidade.
O interesse da Representação da UNESCO no Brasil, em parceria com organizações especializadas na área, é de analisar nacionalmente os conteúdos desses tópicos para incorporar a rica experiência brasileira nas análises internacionais. Por outro lado, considerando a possibilidade de se adaptar os tópicos do cenário local, é necessário obter a validação dessas orientações por especialistas brasileiros nas áreas de gênero e sexualidade, de forma a garantir a relevância e a adequação dos conteúdos para cada público-alvo no território nacional.
Brasília: UNESCO, 2014. 53 p., illus. ISBN: 978-85-7652-189-1

http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/about-this-office/single-view/news/orientacoes_tecnicas_de_educacao_em_sexualidade_para_o_cenario_brasileiro_topicos_e_objetivos_de_aprendizagem/#.U3aGbdJdXkw

Projeto de Lei cria programa de saúde vocal do professor

A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados aprovou na quarta-feira (14) as emendas do Senado ao Projeto de Lei 1128/03, do ex-deputado Carlos Abicalil, que autoriza o Executivo a criar o Programa Nacional de Saúde Vocal do Professor da Rede Pública.

O programa consiste em exames de prevenção odontológica, atendimento médico e fonoaudiológico para reabilitação vocal e treinamento semestral ministrado por médicos e fonoaudiólogos sobre saúde vocal e uso adequado da voz.
Relator na comissão, o deputado Saraiva Felipe (PMDB-MG) acolheu as emendas propostas pelo Senado e defendeu a aprovação da proposta. Ele afirmou que as emendas resolvem problemas de inconstitucionalidade e falhas de técnica legislativa, mas não desvirtuam o objetivo original da proposição.
Felipe explicou que as duas primeiras emendas do Senado Federal atribuem ao projeto caráter autorizativo, a fim de repassar ao Poder Executivo a competência de criar o programa.
Ainda segundo o relator, as demais emendas corrigem imprecisões terminológicas e incluem os médicos otorrinolaringologistas, além dos fonoaudiólogos, em algumas das ações de saúde previstas no programa.
Tramitação
As emendas do Senado, que também foram aprovadas pela Comissão de Educação, serão ainda analisadas pela Comissão Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Depois, o texto segue para o Plenário.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Marcos Rossi


http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/SAUDE/468142-SEGURIDADE-APROVA-EMENDAS-A-PROJETO-QUE-CRIA-PROGRAMA-DE-SAUDE-VOCAL-DO-PROFESSOR.html

Declaração para um novo ano

20 para 21  Certamente tivemos que fazer muitas mudanças naquilo que planejamos em 2019. Iniciamos 2020 e uma pandemia nos assolou, fazendo-...