terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Marcus Vinícius Carvalho Rodrigues é nomeado presidente do Inep

O professor Marcus Vinícius Carvalho Rodrigues foi nomeado presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). A nomeação foi assinada pela Casa Civil nesta segunda-feira, 21 de janeiro, e publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira, 22. O novo presidente do Inep participou da transição desde dezembro de 2018 e desde o início de janeiro atua no Instituto na montagem de sua equipe. “Vamos melhorar a qualidade, aumentar a confiança e diminuir os custos para que o Inep consolide sua excelência em avaliação, estatísticas e estudos educacionais”, defende.
Marcus Vinícius tem 63 anos, é cearense e já atuou como executivo, consultor organizacional, palestrante e professor em cursos de pós-graduação (MBA, Mestrado e Doutorado). É ainda e autor de 11 livros sobre gestão e análise organizacional, qualidade e produtividade, dentre eles os best sellers “Qualidade de Vida no Trabalho” e “Ações para a Qualidade”. É doutor em Engenharia da Produção pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); mestre em Administração de Empresas pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); especialista (MBA) em Formação de Executivos pela Universidade dos Correios; e bacharel em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Mais detalhes no Currículo Lattes.
Inep – O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) é uma autarquia federal vinculada ao Ministério da Educação (MEC). Com a missão de subsidiar a formulação de políticas educacionais dos diferentes níveis de governo, e assim contribuir para o desenvolvimento econômico e social do país, o Inep produz evidências sobre educação e atua nas seguintes áreas: Avaliações, Exames e Indicadores da Educação Básica; Avaliações, Exames e Indicadores da Educação Superior; Estatísticas Educacionais; Ações Internacionais; e Produção, Disseminação e Arquivo da Educação.
http://portal.inep.gov.br/

Única aluna nota de mil na redação do Enem em MT (Tangará da Serra) estudou 14 horas por dia e se surpreendeu com tema

Da Redação - Fabiana Mendes


A jovem Gabriela Arenhart, de 21 anos, moradora de Tangará da Serra (244 quilômetros de Cuiabá), foi uma das 55 pessoas em todo país que conseguir a nota mil na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), realizado no fim do ano passado. Ela é a unica moradora do estado a conseguir a nota máxima.
 
Ela disse que o tema "Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet" lhe deixou bastante nervosa, entretanto, ela conseguiu se acalmar e desenvolver suas ideias.
 
Leia mais:
Estudante de 21 anos é única de Mato Grosso a tirar nota mil na redação do Enem

Em entrevista ao Olhar Direto, Gabriela contou se estudou por quatro anos em cursos de escolas particulares. No último ano, 2018, ela passou a dedicar 14 horas do seu dia na preparação para o exame que leva o aluno a uma universidade pública.
 
“Eu fiz quatro anos de cursinho em Cuiabá. Os três primeiros no Master e o último no Farina. Eu estudava integralmente, de manhã e a tarde. À noite eu revia alguns conteúdos, fazia alguns exercícios, e no final de semana também. Geralmente eu reservada o domingo para a redação e no sábado eu via as outras matérias”, disse.
 
Na divisão de conteúdo para estudar, além da redação, a jovem disse que procurou focar nas disciplinas que mais lhe trariam pontos como, matemática, química, física e biológica.
 
Apesar da dedicação, ela ponderou que não teve uma nova excepcional nestas áreas, mas acredita que irá conseguir uma vaga no curso de medicina. “Fazendo uma média, não fiquei tão bem, mas tenho expectativa de passar ainda, nem que seja na primeira chamada. Estou confiante [talvez] na segunda ou terceira chamada eu possa passar”.
 
Gabriela faz parte do grupo de 42 mulheres que tiraram a nota mil no Enem. Os dados apontam que apenas 13 foram de autoria de participantes do sexo masculino.
 
A prova teve quatro textos motivadores, sendo três reportagens e um gráfico de dados. Um dos textos, "O gosto na era do algoritmo", escrito pelo jornalista Daniel Verdú, em 2016, foi publicado pelo jornal “El País”. O segundo texto é escrito pelo jornalista Pepe Escobar e se chama "A silenciosa ditadura do algoritmo", publicada em 2017, no site Outras Palavras.
 
A terceira reportagem foi publicada pela BBC, em 2016. O texto "Como a internet influencia secretamente nossas escolhas" é de autoria de Tom Chatfield. Já o gráfico trás dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre o uso da internet entre homens e mulheres.

O tema da redação causou nervosismo na estudante, que procurou manter a calma. “Pra mim, o tema foi uma surpresa”, ponderou. 

A mato-grossense acrescentou ainda que alunos que pretendem atingir a nota máxima da redação precisam estudar história, geografia e literatura. Na argumentação, ela disse que vale até mesmo citar a letra de uma música.
 
“Para quem faz cursinho ou está no terceiro ano, tem que prestar bastante atenção nas aulas de história, geografia, literatura, que dá para aproveitar na redação. Usar alguns recursos históricos, uma música, citar um livro. Para usar como recurso argumentativo na redação é muito bom. Ter organização na redação também. Definir bem a sua tese e desenvolver os argumentos”, disse a jovem.

Gabriela disse que não costuma usar redes socias, somente o aplicativo de mensagens WhatsApp. No entanto, durante a preparação para o exame, ela também abriu mão do aplicativo. "Tive que abandonar um pouco", finalizou. 

Dados 

Os resultados revelam que 42 redações nota 1000, 76% dos casos, foram escritas por mulheres, contra 13 de autoria de participantes do sexo masculino. Dezessete dos melhores textos são de estudantes com 18 anos. Já os estudantes com 17 anos assinam 11 das redações nota 1000.
 
Na faixa etária dos 21 aos 30 anos estão 10 dos participantes com nota máxima. Em relação à origem, 33 são da região Sudeste, sendo 14 de Minas Gerais e outros 14 do Rio de Janeiro. Na sequência vem o Nordeste, com 14 dos melhores textos. O município com o maior número de representantes entre os destaques é o Rio de Janeiro, com cinco casos, seguido de Fortaleza, com quatro representantes.

As informações foram declaradas pelo participante durante a inscrição do Enem 2018. O levantamento considera a idade na data da prova, 4 e 11 de novembro de 2018, e a Unidade da Federação e o município onde o participante realizou o Exame. 


http://www.olhardireto.com.br/

Acompanhe a liberação de recursos do FUNDEB

O que é?

O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação – Fundeb é um fundo especial, de natureza contábil e de âmbito estadual (um fundo por estado e Distrito Federal, num total de vinte e sete fundos), formado, na quase totalidade, por recursos provenientes dos impostos e transferências dos estados, Distrito Federal e municípios, vinculados à educação por força do disposto no art. 212 da Constituição Federal. Além desses recursos, ainda compõe o Fundeb, a título de complementação, uma parcela de recursos federais, sempre que, no âmbito de cada Estado, seu valor por aluno não alcançar o mínimo definido nacionalmente. Independentemente da origem, todo o recurso gerado é redistribuído para aplicação exclusiva na educação básica.

CLIQUE AQUI (Banco do Brasil) ou  AQUI (Tesouro Nacional) para acessar os valores repassados. 

No endereço do Banco do Brasil a movimentação  é conforme o repasse, quase diariamente, embora os maiores montantes ocorram a cada decêndio. 

Já no Tesouro Nacional são apresentados dados consolidados, mensal e anual, que é muito importante para fazer comparações.

A quem se destina?

São destinatários dos recursos do Fundeb os estados, Distrito Federal e municípios que oferecem atendimento na educação básica. Na distribuição desses recursos, são consideradas as matrículas nas escolas públicas e conveniadas, apuradas no último censo escolar realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep/MEC).
 Os alunos considerados, portanto, são aqueles atendidos:
  • nas etapas de educação infantil (creche e pré-escola), ensino fundamental (de oito ou de nove anos) e ensino médio;
  • nas modalidades de ensino regular, educação especial, educação de jovens e adultos e ensino profissional integrado;
  • nas escolas localizadas nas zonas urbana e rural;
  • nos turnos com regime de atendimento em tempo integral ou parcial (matutino e/ou vespertino ou noturno).

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Unemat passa a ser Universidade do Estado de Mato Grosso Carlos Alberto Reys Maldonado

por Hemilia Maia
Chega ao fim o impasse do nome da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) que se estendia desde 2016. Os deputados da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) derrubaram nesta terça-feira (15), por 15 a 2, o veto do ex-governador Pedro Taques, publicado no dia 20 de abril de 2018, que rejeitava a alteração do nome da Instituição para Universidade do Estado de Mato Grosso Carlos Alberto Reys Maldonado.
“A derrubada do veto é um reconhecimento da autonomia da Universidade em definir suas políticas e o reconhecimento do trabalho do professor Maldonado junto a Instituição e o Estado. Dar seu nome à Universidade que ele trabalhou para expandir e que hoje atende todo o estado de Mato Grosso é digno de sua atuação”, comentou o reitor da Unemat, Rodrigo Zanin.
O Projeto de Lei Complementar Nº 03/2016 foi aprovado por unanimidade na ALMT em 21 de março de 2016. À época, o então governador justificou o veto por entender se tratar de vício formal, apresentado em flagrante ultraje ao princípio da separação dos Poderes, justificativa agora apreciada e não acatada pelo Legislativo.
A proposta de alteração do nome havia sido feita junto à ALMT em fevereiro de 2016 pelo então deputado estadual Adriano Silva, professor e ex-reitor da Unemat, para atender um anseio da comunidade acadêmica da Instituição. O desejo de homenagear Maldonado, que morreu às vésperas de completar 55 anos de idade, em 30 de janeiro de 2016, ficou registrado ao ser aprovada alteração do nome por representantes de todos os câmpus da Universidade durante o Conselho Universitário (Consuni) da Unemat, realizado em março do mesmo ano.
Os ex-reitores Adriano Silva e Ana Di Renzo, que presidiu a sessão do Consuni, reforçaram que Maldonado sonhou, formulou e implantou o projeto nos moldes multicâmpus adotados até hoje pela Unemat, e consideram o veto da ALMT como uma homenagem justa e honesta.
“A Assembleia Legislativa através dos seus deputados corrige um erro do ex-governador Pedro Taques em vetar nosso projeto de lei, derrubando o veto e promulgando”, afirmou Adriano Silva e Ana Di Renzo completou: “O veto é um gesto importante da Assembleia Legislativa por reconhecer a autonomia da Universidade e sobretudo do Consuni em homenagear merecidamente o Carlos Alberto por tudo que ele fez por esta Instituição.”
Maldonado ingressou na Instituição em 1986 como professor contratado. Depois, assumiu a função de coordenador da Fundação Centro de Ensino Superior de Cáceres (Fcesc) e, após a criação da Unemat, a função de reitor nomeado, sendo eleito em seguida para ocupar a função de reitor.
Professor de Ciências Sociais, formado pela Universidade de São Paulo (USP), atuou no curso de Direito do câmpus de Cáceres por mais de 30 anos. Maldonado esteve à frente da Fcesc de 1989 a 1993, momento em que a Instituição expandiu, por meio de câmpus, a outros municípios de Mato Grosso.
O primeiro reitor da Unemat ficou no cargo entre os anos de 1994 e 1996, quando renunciou para conduzir a Secretaria de Educação de Mato Grosso, nos anos de 1996 e 1997. Entre 2000 e 2004 foi secretário de Educação de Cuiabá e, na sequência, coordenou a Regional da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) no Estado e a Consulta da Carta da Terra no Brasil.
http://portal.unemat.br/

UFMT abre inscrição do concurso público para professor

As Inscrições do concurso público para professor da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) iniciam nesta segunda-feira (21). São 49 vagas distribuídas em todos os seus Câmpus.

O prazo segue até o dia 17 de fevereiro, somente via internet, na página de concursos da UFMT.


As inscrições confirmadas serão divulgadas no dia 13 de março. 


Os candidatos que estiverem no cadastro único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), ou membro de família de baixa renda, nos termos do Decreto nº 6.135 de 2007, poderão solicitar a isenção da taxa de inscrição.
Os locais e horários das provas serão divulgados no dia 18 de março. O concurso público será feito por meio de prova escrita, no dia 30 de março e prova didática, no dia 1º de junho e/ou 2 de junho de 2019. 


Os candidatos classificados na prova escrita serão convocados para apresentar currículo documentado, compreendendo toda experiência e produção didática, científica, acadêmica, profissional, cultural e artística devidamente comprovada. O resultado final será divulgado no dia 25 de julho.


Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (65) 3313 7293.


Acesse o edital, quadro de vagas, cronograma, conteúdo programático e bibliografia básica da prova escrita, temas para a prova didática, critérios de avaliação da prova escrita e didática e os critérios da avaliação de títulos. 


http://www.ufmt.br/

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Conheça os dirigentes da SEDUC-MT, janeiro 2019

ATO Nº 212/2019.

O GOVERNADOR DO ESTADO DE MATO GROSSO, no uso de suas atribuições legais, resolve nomear os(as) senhores(as) abaixo nominados(as) para exercerem os cargos em comissão que especifica,da Secretaria de Estado de Educação, Esporte e Lazer - SEDUC, a partir de 10 de janeiro de 2019.

Clique para ver os nomeados ATO Nº 212/2019

Secretária apresenta proposta da nova estrutura organizacional da Seduc-MT

O projeto apresenta uma Seduc mais enxuta, passando de nove para quatro secretarias adjuntas, com menos superintendências e coordenadorias.
Rosane Brandão | Seduc MT 


A secretária de Educação, Esporte e Lazer, Marioneide Kliemaschewsk, esteve reunida, na manhã desta quinta-feira (17), com os servidores da Sede para apresentar a proposta da nova estrutura organizacional da pasta. O projeto apresenta uma Seduc mais enxuta, passando de nove para quatro secretarias adjuntas e com menos coordenadorias e superintendências.
Com a reestruturação, a Seduc deve contar com as Secretarias Adjuntas de Gestão Educacional; Executiva; de Administração Sistêmica; e de Gestão de Pessoas da Educação.
Segundo a secretária, toda a reestruturação e reorganização, principalmente no quadro de pessoal, foi discutida e construída com equipes de todos os setores da Seduc. “Foram várias reuniões, nas quais discutimos portarias e instruções normativas da Seduc, sempre buscando o melhor caminho para reorganizar a casa”.
Na oportunidade, Marioneide Kliemaschewsk também apresentou aos servidores o quadro financeiro e orçamentário da Seduc e a nova equipe de secretários adjuntos, superintendentes e coordenadores.
“Já avançamos e evoluímos muito na Educação do Estado, mas sabemos que podemos fazer muito mais. Em 2019, entre as nossas metas está colocar a Seduc nos trilhos e fortalecer a instituição”, observou a secretária.
O novo secretário adjunto Executivo, Alan Porto, disse estar ciente do grande desafio que vem pela frente, principalmente pela questão financeira em que o Estado se encontra, mas acredita que, com o apoio da sua equipe, tudo será superado rapidamente. “Com força, foco e muito trabalho tenho certeza que os resultados serão alcançados”.
A professora Rosa Maria Luzardo, que assume a Secretaria Adjunta de Gestão Educacional, destacou que vai usar toda a sua experiência obtida enquanto gestora escolar e assessora pedagógica para conduzir os trabalhos na Seduc. “Meu foco será trabalhar com diagnósticos, metas e resultados. É um desafio arrojado, mas não impossível”.
A secretaria adjunta de Administração Sistêmica será comandada por Ane Cristina Barros Neis, que atualmente está à frente da secretaria adjunta de Gestão Financeira e Convênios da Educação. A nova adjunta de Gestão de Pessoas da Educação será anunciada nos próximos dias.
Reforma Administrativa
Com a reforma administrativa do Poder Executivo Estadual, cujo Projeto de Lei foi encaminhado à Assembleia Legislativa de Mato Grosso para apreciação e votação, a Seduc passará a responder apenas pelos serviços de ensino público. A área de esporte e lazer passará para a Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel).

Opinião do Blog. Vale lembrar que em janeiro de 2015 a SEDUC tinha três Secretarias adjuntas. Em 2017 esse número passou para nove. Agora propõe-se o funcionamento com quatro. 

Enem 2018 - Resultado

Os resultados individuais do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018 foram liberados nesta sexta-feira, 18 de janeiro, na Página do Participante e no Aplicativo do Enem 2018. O acesso aos resultados exige login com CPF e senha. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) orienta que os participantes que não se lembram da senha cadastrada façam o processo de recuperação.
A recuperação de senha é feita na mesma Página do Participante onde estão os resultados. Ao clicar no botão “Esqueci minha senha”, o participante deverá confirmar o e-mail cadastrado no sistema para receber uma senha temporária. Quem esqueceu a senha e também não tem acesso ao e-mail cadastrado tem a opção de informar novos contatos para receber a senha temporária.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

I Encontro Mato-grossense de professores que ensinam Matemática - Tangará da Serra, junho 2019


I Encontro Mato-grossense de professores que ensinam Matemática

Centro Cultural Municipal de Tangará da Serra

junho 10, 2018 – junho 12, 2018


O I Encontro Mato-Grossense de Professores que Ensinam Matemática – EMAPEM é um evento estadual organizado por grupos de professores das IES (UNEMAT – UFMT – IFMT) vinculados a Sociedade Brasileira de Educação Matemática (SBEM) regional Mato Grosso em parceria com a Secretaria de Estado de Educação e Cultura – SEDUC/MT. O propósito é aproximar a comunidade acadêmica (educadores matemáticos das IES) com os professores de Matemática em serviço das escolas e demais interessados para promover momentos de diálogo, compartilhamento de informações, resultados de pesquisas e experiências didático-pedagógicas para contribuir com os processos de formação inicial e continuada de professores de Matemática que atuam ou atuarão na Educação Básica. O evento ocorrerá a cada dois anos com a realização de inúmeras atividades tais como: palestras, mesas redondas, oficinas, comunicações científicas, relatos de experiência e apresentação de pôsteres.

Informações sobre a Conferência

Encontro Nacional de Educação Matemática acontecerá em Cuiabá - julho 2019

Arena Pantanal, Cuiabá/MT

julho 14, 2019 – julho 17, 2019


O Encontro Nacional de Educação Matemática é o mais importante no âmbito nacional, porque congrega o universo dos segmentos envolvidos com a Educação Matemática: professores da Educação Básica, professores e estudantes das Licenciaturas em Matemática e em Pedagogia, estudantes da Pós-graduação e pesquisadores. A cada encontro constatamos o interesse pelas discussões sobre a Educação Matemática, seus fazeres múltiplos e complexos, tendências metodológicas e pesquisas que constituem a área.

Buscando contribuir com o avanço das discussões da Educação Matemática brasileira, a Comissão Organizadora do XIII ENEM, constituída pela SBEM-MT sugeriu uma temática sobre a importância da escola de Educação Básica no âmbito da Educação Matemática. Dessa maneira, para o XIII ENEM, em colaboração com a Comissão Científica, foi estabelecida a temática Educação Matemática com as Escolas da Educação Básica - Interfaces entre pesquisas e salas de aula.

Os trabalhos serão submetidos em três eixos: Práticas Escolares, Pesquisa em Educação Matemática e Formação de Professores. Espera-se que as discussões a partir de comunicações científicas, relatos de experiências, pôsteres, minicursos, palestras, conferências, mesas redondas e Feira de Matemática possam contribuir, dentre outras esferas, com os processos de ensinar e de aprender matemática nas Escolas da Educação Básica do Brasil.

ASSISTA AO VÍDEO DE APRESENTAÇÃO!


Informações sobre a Conferência

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Inep divulga notas do Enem na sexta-feira (18/01)


Por Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil  Brasília

Nesta sexta-feira (18), mais de 4,1 milhões de estudantes que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no ano passado terão acesso às notas das provas. O resultado será divulgado na internet, na Página do Participante, e no aplicativo oficial do Enem.
Os participantes terão acesso a quanto obtiveram em cada uma das provas: linguagens, ciências humanas, ciências da natureza, matemática e redação. A nota dos treineiros, aqueles que ainda não concluíram o ensino médio e fizeram a prova apenas para testar os conhecimentos, será divulgada apenas em março, 60 dias depois dos demais participantes.
A nota do Enem é calculada usando a chamada teoria de resposta ao item (TRI), que não estabelece previamente um valor fixo para cada questão. O valor varia conforme o percentual de acertos e erros dos estudantes naquele item.
Assim, se a questão tiver grande número de acertos será considerada fácil e, por essa razão, valerá menos pontos. O estudante que acertar um item com alto índice de erros, por exemplo, ganhará mais pontos por ele.
O Enem foi aplicado nos dias 4 e 11 de novembro de 2018. Desde o dia 14 de novembro, estão disponíveis as provas e os gabaritos oficiais. Também estão disponíveis vídeos com os enunciados e as opções de respostas da videoprova em Língua Brasileira de Sinais (Libras).
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) divulgará ainda, em data a ser definida, o espelho da redação, ou seja, detalhes da correção dessa prova. Isso é feito após os processos seletivos dos programas federais. A correção tem função apenas pedagógica e não é possível interpor recurso.
O que fazer com as notas?
Com os resultados, os estudantes poderão concorrer a vagas no ensino superior público pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), a bolsas em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos (ProUni), e para participar do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
O primeiro processo que terá as inscrições abertas é o Sisu. Para participar é preciso fazer a inscrição online no período de 22 a 25 de janeiro. Os estudantes já podem consultar, na página do programa, as vagas disponíveis. São mais de 235,4 mil vagas distribuídas em 129 universidades públicas de todo o país.
Além dos programas nacionais, os estudantes podem usar as notas para cursar o ensino superior em Portugal. O Inep tem convênio com 37 instituições portuguesas. A lista está disponível na página da autarquia. Segundo o Inep, atualmente mais de 1,2 mil brasileiros usaram o Enem para ingressar nessas instituições.

Edição: Graça Adjuto

Revista de Educação Pública, jan./abr. 2019

"É com imenso prazer que apresentamos à comunidade acadêmica a primeira edição da Revista de Educação Pública do ano de 2019, com artigos que envolvem temáticas amplas e com representatividade institucional de vários autores, todos nas respectivas áreas e com suas devidas peculiaridades. Na sequência deste editorial, será possível encontrar contribuições significativas que enriquecem o debate no campo da educação, por meio de pesquisas realizadas em âmbito nacional e internacional. Manteremos o trabalho que vem sendo realizado na revista nos últimos anos com o fluxo editorial aberto em demanda contínua, mesmo considerando o momento difícil pelo qual passamos no Brasil, com muitas incertezas quanto aos investimentos na produção do conhecimento nas universidades públicas." (MONTEIRO. Carta da editora, 2019).

Texto completo: PDF

Howard Gardner: "Minhas teorias eram aplicadas de forma errada"

Por: Tory Oliveira 

O cientista das múltiplas inteligências afirma que suas teorias foram usadas para classificar inteligência com base em raça e etnia

No início dos anos 1980, uma teoria desenvolvida pelo psicólogo norte-americano Howard Gardner alterou a forma como encaramos a inteligência, com repercussões importantes para a Psicologia e a Educação. Descrita em 1983 no livro Formas da Mente, a teoria das múltiplas inteligências desafiava a ideia segundo a qual só aqueles que dominavam o raciocínio lógico-matemático (medido por testes de QI) eram, de fato, “inteligentes”.
Gardner identificou oito diferentes tipos de inteligência, como a musical, a interpessoal e a linguística. A lista cresceu ao longo dos anos, com a adição, por exemplo, da inteligência pedagógica, isto é, a habilidade de ensinar. Hoje, aos 75 anos, o pesquisador da Universidade Harvard voltou sua atenção para outro campo de estudos: a ética, sobretudo entre os adolescentes.
NOVA ESCOLA: Como vê os impactos da sua teoria na educação após 35 anos?
HOWARD GARDNER: Essas ideias agora são conhecidas no mundo todo. No entanto, não é fácil determinar os efeitos porque não é possível realizar experimentos controlados, como comparar uma escola tradicional com outra que aplica a teoria das inteligências múltiplas, uma vez que há muitos fatores envolvidos que não podem ser medidos. Dito isso, tenho convicção de que a maioria dos educadores já está familiarizada com essas ideias e compreende a criança de forma diferente.
NE: Como um professor pode aplicar a ideia das múltiplas inteligências em seu dia a dia?
HG: De duas maneiras. A primeira é a individualização: aprender tanto quanto for possível sobre cada estudante, ensiná-lo de forma que ele possa aprender e avaliar cada um de maneira apropriada. Obviamente, é mais fácil fazer isso com 15 do que com 50 estudantes. Mas a individualização tornou-se muito mais fácil do que antes da existência de computadores. A outra é a pluralização: decida o que é realmente importante e ensine de maneiras diversas para ativar diferentes tipos de inteligência e atingir mais alunos.
NE: Como identificar as inteligências de seus alunos?
HG: Há muitos testes de múltiplas inteligências disponíveis online. Mas prefiro observar as crianças em diferentes contextos: no parquinho, no museu, em casa, em sala de aula. E assim determinar seus interesses, potenciais e suas fraquezas.
NE: O senhor disse ter perdido o interesse no tema das múltiplas inteligências e, nos últimos anos, dedicase a estudar a ética. O que ocasionou a mudança?
HG: A principal motivação foi observar como as minhas teorias eram aplicadas de forma errada, por exemplo, classificando as inteligências dos alunos com base na raça ou etnia deles. Assim, foquei-me em analisar como as ideias são usadas de maneira correta ou incorreta – e isso inevitavelmente envolve questões éticas e morais. O foco nos adolescentes nasceu de um estudo que mostrava que a juventude norte-americana aspirava a ser mais ética e educada, mas só depois de atingir o sucesso e a fama. Obviamente, já será tarde demais. É melhor colocá-los no caminho certo desde cedo.
https://novaescola.org.br/

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

“Vivi o Estado Novo e passei pela ditadura, mas nunca vi um período tão assustador como este na Educação”

Uma das maiores autoridades em Alfabetização, Magda Soares considera as ideias do novo governo um retrocesso sobre o tema

POR:
Laís Semis
Magda Becker Soares tem 86 anos e não costuma perder o sono à toa. Recuperando-se de uma cirurgia delicada, uma das maiores autoridades brasileiras em Alfabetização diz que nem mesmo o fato de encarar a mesa de cirurgia a deixou preocupada. “Mas quando saiu o anúncio sobre essa Secretaria de Alfabetização com o Carlos Nadalim, eu passei noites e noites em claro. Não conseguia dormir. Não sei o que vai ser”, diz a professora emérita da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e uma das criadoras da Faculdade de Educação nessa instituição.

Pesquisadora do Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita (Ceale), ela tem uma longa trajetória entre escolas e universidades. Magda introduziu no Brasil o conceito de letramento e, entre livros acadêmicos e didáticos, publicou mais de 40 títulos. Seu último livro, “Alfabetização: a questão dos métodos”, levou o Prêmio Jabuti de melhor livro de Educação e Pedagogia e também de não-ficção do ano de 2017. Ainda hoje, Magda mantém contato com escolas e professores trabalhando voluntariamente com o desenvolvimento profissional de alfabetizadores na rede municipal de Lagoa Santa, na região metropolitana de Belo Horizonte, onde há 11 anos lidera o Núcleo de Alfabetização e Letramento. Parte desse trabalho no município foi registrado em uma série de vídeos produzida pela Atta Mídia e Educação com financiamento da Fundação Lemann, mantenedora de NOVA ESCOLA, e que pode ser conferida aqui.

Clique AQUI para ler a entrevista 

Secretário da Educação em SP diz que a ideologia que interessa é a da aprendizagem

O novo secretário da Educação do estado de São Paulo, Rossieli Soares, afirmou que as discussões em torno de projetos como o Escola sem Partido só atrapalham. Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, ele explicou que a prioridade da pasta precisa ser o aprendizado dos alunos. "A única ideologia que deve nos interessar é a ideologia da aprendizagem, essa tem de ser a nossa obsessão", disse o ex-ministro da Educação no governo de Michel Temer. A posição é contrária ao que disse o governador João Doria (PSDB) ao anunciá-lo para o cargo. O tucano afirmou ser favorável à bandeira do presidente Jair Bolsonaro, que quer combater uma suposta doutrinação de professores nas escolas. 

Veja mais em https://educacao.uol.com.br/

Governo Bolsonaro: Contra 'ideologia' na alfabetização, novo secretário quer guinada metodológica no ensino

Para Carlos Nadalim, diretrizes do Ministério da Educação têm 'preocupação exagerada com a construção de uma sociedade igualitária' e 'ignoram evidências científicas sobre como alfabetizar crianças'
"O trabalho do Carlos Nadalim é a única alternativa aos 80% de analfabetos funcionais das universidades brasileiras", exalta postagem de 2017 em uma das páginas oficiais de Olavo de Carvalho no Facebook.
Essas elevadas expectativas poderão agora ser testadas na prática. Carlos Nadalim, coordenador pedagógico de uma pequena escola em Londrina (PR) e autor do blog "Como Educar seus Filhos", estará à frente da nova Secretaria de Alfabetização, criada pelo ministro da Educação, Ricardo Vélez, outro nome elogiado por Olavo.
Para o novo secretário de alfabetização, uma das causas principais do alto analfabetismo funcional (quando a pessoa reconhece as letras, mas não consegue interpretar textos simples) no Brasil é a prevalência nas diretrizes do Ministério da Educação de métodos de ensino "construtivistas" - abordagem em que a criança é vista como construtora do conhecimento e o aprendizado do alfabeto ocorre de forma integrada com o uso social da leitura e escrita.
Nadalim defende como alternativa o "método fônico", que apresenta as crianças às letras e aos sons da fala antes de iniciá-las em atividades com textos.
Esse tipo de disputa em torno da melhor forma de ensinar o alfabeto não é exclusiva do Brasil. Em países como Estados Unidos, Reino Unido e Austrália, o conflito ficou conhecido como "reading wars" (guerras da alfabetização) e acabou influenciando debates em outros locais.

Educação Infantil em MT não terá ponto facultativo: é serviço essencial, diz Lei


LEI Nº 10.786, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2018 - DO 28.12.18. 

Autor: Deputado Guilherme Maluf 


    Determina que os centros de educação infantil e escolas de educação infantil sejam considerados serviços essenciais no âmbito do Estado de Mato Grosso.


 A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE MATO GROSSO, tendo em vista o que dispõe o art. 42 da Constituição Estadual, aprova e o Governador do Estado sanciona a seguinte Lei: 

Art. 1º Os centros de educação infantil e escolas de educação infantil são considerados serviços essenciais no âmbito do Estado de Mato Grosso. 

Parágrafo único O funcionamento de centros de educação infantil e escolas de educação infantil em dias quando o ponto facultativo é declarado pelo Poder Público está incluído nas implicações da determinação do caput. 

Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. 

Assembleia Legislativa do Estado, em Cuiabá, 22 de novembro de 2018. 

Palácio Paiaguás, em Cuiabá, 28 de dezembro de 2018. 


as) JOSÉ PEDRO GONÇALVES TAQUES Governador do Estado 


Veja a Lei

Veja a Propositura

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Lei Federal obriga escolas a comunicarem faltas escolares aos Conselhos Tutelares





























LEI Nº 13.803, DE 10 DE JANEIRO DE 2019

Altera dispositivo da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, para obrigar a notificação de faltas escolares ao Conselho Tutelar quando superiores a 30% (trinta por cento) do percentual permitido em lei.
O P R E S I D E N T E D A R E P Ú B L I C A
Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º O inciso VIII do art. 12 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, passa a vigorar com a seguinte redação:
"Art. 12. ..................................................................................................................
...........................................................................................................................................
VIII - notificar ao Conselho Tutelar do Município a relação dos alunos que apresentem quantidade de faltas acima de 30% (trinta por cento) do percentual permitido em lei;
................................................................................................................................." (NR)
Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 10 de janeiro de 2019; 198º da Independência e 131º da República.

JAIR MESSIAS BOLSONARO
SÉRGIO MORO

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