sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Conheça os dirigentes da SEDUC-MT, janeiro 2019

ATO Nº 212/2019.

O GOVERNADOR DO ESTADO DE MATO GROSSO, no uso de suas atribuições legais, resolve nomear os(as) senhores(as) abaixo nominados(as) para exercerem os cargos em comissão que especifica,da Secretaria de Estado de Educação, Esporte e Lazer - SEDUC, a partir de 10 de janeiro de 2019.

Clique para ver os nomeados ATO Nº 212/2019

Secretária apresenta proposta da nova estrutura organizacional da Seduc-MT

O projeto apresenta uma Seduc mais enxuta, passando de nove para quatro secretarias adjuntas, com menos superintendências e coordenadorias.
Rosane Brandão Seduc MT 


A secretária de Educação, Esporte e Lazer, Marioneide Kliemaschewsk, esteve reunida, na manhã desta quinta-feira (17), com os servidores da Sede para apresentar a proposta da nova estrutura organizacional da pasta. O projeto apresenta uma Seduc mais enxuta, passando de nove para quatro secretarias adjuntas e com menos coordenadorias e superintendências.
Com a reestruturação, a Seduc deve contar com as Secretarias Adjuntas de Gestão Educacional; Executiva; de Administração Sistêmica; e de Gestão de Pessoas da Educação.
Segundo a secretária, toda a reestruturação e reorganização, principalmente no quadro de pessoal, foi discutida e construída com equipes de todos os setores da Seduc. “Foram várias reuniões, nas quais discutimos portarias e instruções normativas da Seduc, sempre buscando o melhor caminho para reorganizar a casa”.
Na oportunidade, Marioneide Kliemaschewsk também apresentou aos servidores o quadro financeiro e orçamentário da Seduc e a nova equipe de secretários adjuntos, superintendentes e coordenadores.
“Já avançamos e evoluímos muito na Educação do Estado, mas sabemos que podemos fazer muito mais. Em 2019, entre as nossas metas está colocar a Seduc nos trilhos e fortalecer a instituição”, observou a secretária.
O novo secretário adjunto Executivo, Alan Porto, disse estar ciente do grande desafio que vem pela frente, principalmente pela questão financeira em que o Estado se encontra, mas acredita que, com o apoio da sua equipe, tudo será superado rapidamente. “Com força, foco e muito trabalho tenho certeza que os resultados serão alcançados”.
A professora Rosa Maria Luzardo, que assume a Secretaria Adjunta de Gestão Educacional, destacou que vai usar toda a sua experiência obtida enquanto gestora escolar e assessora pedagógica para conduzir os trabalhos na Seduc. “Meu foco será trabalhar com diagnósticos, metas e resultados. É um desafio arrojado, mas não impossível”.
A secretaria adjunta de Administração Sistêmica será comandada por Ane Cristina Barros Neis, que atualmente está à frente da secretaria adjunta de Gestão Financeira e Convênios da Educação. A nova adjunta de Gestão de Pessoas da Educação será anunciada nos próximos dias.
Reforma Administrativa
Com a reforma administrativa do Poder Executivo Estadual, cujo Projeto de Lei foi encaminhado à Assembleia Legislativa de Mato Grosso para apreciação e votação, a Seduc passará a responder apenas pelos serviços de ensino público. A área de esporte e lazer passará para a Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel).

Opinião do Blog. Vale lembrar que em janeiro de 2015 a SEDUC tinha três Secretarias adjuntas. Em 2017 esse número passou para nove. Agora propõe-se o funcionamento com quatro. 

Enem 2018 - Resultado

Os resultados individuais do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018 foram liberados nesta sexta-feira, 18 de janeiro, na Página do Participante e no Aplicativo do Enem 2018. O acesso aos resultados exige login com CPF e senha. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) orienta que os participantes que não se lembram da senha cadastrada façam o processo de recuperação.
A recuperação de senha é feita na mesma Página do Participante onde estão os resultados. Ao clicar no botão “Esqueci minha senha”, o participante deverá confirmar o e-mail cadastrado no sistema para receber uma senha temporária. Quem esqueceu a senha e também não tem acesso ao e-mail cadastrado tem a opção de informar novos contatos para receber a senha temporária.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

I Encontro Mato-grossense de professores que ensinam Matemática - Tangará da Serra, junho 2019


I Encontro Mato-grossense de professores que ensinam Matemática

Centro Cultural Municipal de Tangará da Serra

junho 10, 2018 – junho 12, 2018


O I Encontro Mato-Grossense de Professores que Ensinam Matemática – EMAPEM é um evento estadual organizado por grupos de professores das IES (UNEMAT – UFMT – IFMT) vinculados a Sociedade Brasileira de Educação Matemática (SBEM) regional Mato Grosso em parceria com a Secretaria de Estado de Educação e Cultura – SEDUC/MT. O propósito é aproximar a comunidade acadêmica (educadores matemáticos das IES) com os professores de Matemática em serviço das escolas e demais interessados para promover momentos de diálogo, compartilhamento de informações, resultados de pesquisas e experiências didático-pedagógicas para contribuir com os processos de formação inicial e continuada de professores de Matemática que atuam ou atuarão na Educação Básica. O evento ocorrerá a cada dois anos com a realização de inúmeras atividades tais como: palestras, mesas redondas, oficinas, comunicações científicas, relatos de experiência e apresentação de pôsteres.

Informações sobre a Conferência

Encontro Nacional de Educação Matemática acontecerá em Cuiabá - julho 2019

Arena Pantanal, Cuiabá/MT

julho 14, 2019 – julho 17, 2019


O Encontro Nacional de Educação Matemática é o mais importante no âmbito nacional, porque congrega o universo dos segmentos envolvidos com a Educação Matemática: professores da Educação Básica, professores e estudantes das Licenciaturas em Matemática e em Pedagogia, estudantes da Pós-graduação e pesquisadores. A cada encontro constatamos o interesse pelas discussões sobre a Educação Matemática, seus fazeres múltiplos e complexos, tendências metodológicas e pesquisas que constituem a área.

Buscando contribuir com o avanço das discussões da Educação Matemática brasileira, a Comissão Organizadora do XIII ENEM, constituída pela SBEM-MT sugeriu uma temática sobre a importância da escola de Educação Básica no âmbito da Educação Matemática. Dessa maneira, para o XIII ENEM, em colaboração com a Comissão Científica, foi estabelecida a temática Educação Matemática com as Escolas da Educação Básica - Interfaces entre pesquisas e salas de aula.

Os trabalhos serão submetidos em três eixos: Práticas Escolares, Pesquisa em Educação Matemática e Formação de Professores. Espera-se que as discussões a partir de comunicações científicas, relatos de experiências, pôsteres, minicursos, palestras, conferências, mesas redondas e Feira de Matemática possam contribuir, dentre outras esferas, com os processos de ensinar e de aprender matemática nas Escolas da Educação Básica do Brasil.

ASSISTA AO VÍDEO DE APRESENTAÇÃO!


Informações sobre a Conferência

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Inep divulga notas do Enem na sexta-feira (18/01)


Por Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil  Brasília

Nesta sexta-feira (18), mais de 4,1 milhões de estudantes que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no ano passado terão acesso às notas das provas. O resultado será divulgado na internet, na Página do Participante, e no aplicativo oficial do Enem.
Os participantes terão acesso a quanto obtiveram em cada uma das provas: linguagens, ciências humanas, ciências da natureza, matemática e redação. A nota dos treineiros, aqueles que ainda não concluíram o ensino médio e fizeram a prova apenas para testar os conhecimentos, será divulgada apenas em março, 60 dias depois dos demais participantes.
A nota do Enem é calculada usando a chamada teoria de resposta ao item (TRI), que não estabelece previamente um valor fixo para cada questão. O valor varia conforme o percentual de acertos e erros dos estudantes naquele item.
Assim, se a questão tiver grande número de acertos será considerada fácil e, por essa razão, valerá menos pontos. O estudante que acertar um item com alto índice de erros, por exemplo, ganhará mais pontos por ele.
O Enem foi aplicado nos dias 4 e 11 de novembro de 2018. Desde o dia 14 de novembro, estão disponíveis as provas e os gabaritos oficiais. Também estão disponíveis vídeos com os enunciados e as opções de respostas da videoprova em Língua Brasileira de Sinais (Libras).
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) divulgará ainda, em data a ser definida, o espelho da redação, ou seja, detalhes da correção dessa prova. Isso é feito após os processos seletivos dos programas federais. A correção tem função apenas pedagógica e não é possível interpor recurso.
O que fazer com as notas?
Com os resultados, os estudantes poderão concorrer a vagas no ensino superior público pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), a bolsas em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos (ProUni), e para participar do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
O primeiro processo que terá as inscrições abertas é o Sisu. Para participar é preciso fazer a inscrição online no período de 22 a 25 de janeiro. Os estudantes já podem consultar, na página do programa, as vagas disponíveis. São mais de 235,4 mil vagas distribuídas em 129 universidades públicas de todo o país.
Além dos programas nacionais, os estudantes podem usar as notas para cursar o ensino superior em Portugal. O Inep tem convênio com 37 instituições portuguesas. A lista está disponível na página da autarquia. Segundo o Inep, atualmente mais de 1,2 mil brasileiros usaram o Enem para ingressar nessas instituições.

Edição: Graça Adjuto

Revista de Educação Pública, jan./abr. 2019

"É com imenso prazer que apresentamos à comunidade acadêmica a primeira edição da Revista de Educação Pública do ano de 2019, com artigos que envolvem temáticas amplas e com representatividade institucional de vários autores, todos nas respectivas áreas e com suas devidas peculiaridades. Na sequência deste editorial, será possível encontrar contribuições significativas que enriquecem o debate no campo da educação, por meio de pesquisas realizadas em âmbito nacional e internacional. Manteremos o trabalho que vem sendo realizado na revista nos últimos anos com o fluxo editorial aberto em demanda contínua, mesmo considerando o momento difícil pelo qual passamos no Brasil, com muitas incertezas quanto aos investimentos na produção do conhecimento nas universidades públicas." (MONTEIRO. Carta da editora, 2019).

Texto completo: PDF

Howard Gardner: "Minhas teorias eram aplicadas de forma errada"

Por: Tory Oliveira 

O cientista das múltiplas inteligências afirma que suas teorias foram usadas para classificar inteligência com base em raça e etnia

No início dos anos 1980, uma teoria desenvolvida pelo psicólogo norte-americano Howard Gardner alterou a forma como encaramos a inteligência, com repercussões importantes para a Psicologia e a Educação. Descrita em 1983 no livro Formas da Mente, a teoria das múltiplas inteligências desafiava a ideia segundo a qual só aqueles que dominavam o raciocínio lógico-matemático (medido por testes de QI) eram, de fato, “inteligentes”.
Gardner identificou oito diferentes tipos de inteligência, como a musical, a interpessoal e a linguística. A lista cresceu ao longo dos anos, com a adição, por exemplo, da inteligência pedagógica, isto é, a habilidade de ensinar. Hoje, aos 75 anos, o pesquisador da Universidade Harvard voltou sua atenção para outro campo de estudos: a ética, sobretudo entre os adolescentes.
NOVA ESCOLA: Como vê os impactos da sua teoria na educação após 35 anos?
HOWARD GARDNER: Essas ideias agora são conhecidas no mundo todo. No entanto, não é fácil determinar os efeitos porque não é possível realizar experimentos controlados, como comparar uma escola tradicional com outra que aplica a teoria das inteligências múltiplas, uma vez que há muitos fatores envolvidos que não podem ser medidos. Dito isso, tenho convicção de que a maioria dos educadores já está familiarizada com essas ideias e compreende a criança de forma diferente.
NE: Como um professor pode aplicar a ideia das múltiplas inteligências em seu dia a dia?
HG: De duas maneiras. A primeira é a individualização: aprender tanto quanto for possível sobre cada estudante, ensiná-lo de forma que ele possa aprender e avaliar cada um de maneira apropriada. Obviamente, é mais fácil fazer isso com 15 do que com 50 estudantes. Mas a individualização tornou-se muito mais fácil do que antes da existência de computadores. A outra é a pluralização: decida o que é realmente importante e ensine de maneiras diversas para ativar diferentes tipos de inteligência e atingir mais alunos.
NE: Como identificar as inteligências de seus alunos?
HG: Há muitos testes de múltiplas inteligências disponíveis online. Mas prefiro observar as crianças em diferentes contextos: no parquinho, no museu, em casa, em sala de aula. E assim determinar seus interesses, potenciais e suas fraquezas.
NE: O senhor disse ter perdido o interesse no tema das múltiplas inteligências e, nos últimos anos, dedicase a estudar a ética. O que ocasionou a mudança?
HG: A principal motivação foi observar como as minhas teorias eram aplicadas de forma errada, por exemplo, classificando as inteligências dos alunos com base na raça ou etnia deles. Assim, foquei-me em analisar como as ideias são usadas de maneira correta ou incorreta – e isso inevitavelmente envolve questões éticas e morais. O foco nos adolescentes nasceu de um estudo que mostrava que a juventude norte-americana aspirava a ser mais ética e educada, mas só depois de atingir o sucesso e a fama. Obviamente, já será tarde demais. É melhor colocá-los no caminho certo desde cedo.
https://novaescola.org.br/

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

“Vivi o Estado Novo e passei pela ditadura, mas nunca vi um período tão assustador como este na Educação”

Uma das maiores autoridades em Alfabetização, Magda Soares considera as ideias do novo governo um retrocesso sobre o tema

POR:
Laís Semis
Magda Becker Soares tem 86 anos e não costuma perder o sono à toa. Recuperando-se de uma cirurgia delicada, uma das maiores autoridades brasileiras em Alfabetização diz que nem mesmo o fato de encarar a mesa de cirurgia a deixou preocupada. “Mas quando saiu o anúncio sobre essa Secretaria de Alfabetização com o Carlos Nadalim, eu passei noites e noites em claro. Não conseguia dormir. Não sei o que vai ser”, diz a professora emérita da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e uma das criadoras da Faculdade de Educação nessa instituição.

Pesquisadora do Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita (Ceale), ela tem uma longa trajetória entre escolas e universidades. Magda introduziu no Brasil o conceito de letramento e, entre livros acadêmicos e didáticos, publicou mais de 40 títulos. Seu último livro, “Alfabetização: a questão dos métodos”, levou o Prêmio Jabuti de melhor livro de Educação e Pedagogia e também de não-ficção do ano de 2017. Ainda hoje, Magda mantém contato com escolas e professores trabalhando voluntariamente com o desenvolvimento profissional de alfabetizadores na rede municipal de Lagoa Santa, na região metropolitana de Belo Horizonte, onde há 11 anos lidera o Núcleo de Alfabetização e Letramento. Parte desse trabalho no município foi registrado em uma série de vídeos produzida pela Atta Mídia e Educação com financiamento da Fundação Lemann, mantenedora de NOVA ESCOLA, e que pode ser conferida aqui.

Clique AQUI para ler a entrevista 

Secretário da Educação em SP diz que a ideologia que interessa é a da aprendizagem

O novo secretário da Educação do estado de São Paulo, Rossieli Soares, afirmou que as discussões em torno de projetos como o Escola sem Partido só atrapalham. Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, ele explicou que a prioridade da pasta precisa ser o aprendizado dos alunos. "A única ideologia que deve nos interessar é a ideologia da aprendizagem, essa tem de ser a nossa obsessão", disse o ex-ministro da Educação no governo de Michel Temer. A posição é contrária ao que disse o governador João Doria (PSDB) ao anunciá-lo para o cargo. O tucano afirmou ser favorável à bandeira do presidente Jair Bolsonaro, que quer combater uma suposta doutrinação de professores nas escolas. 

Veja mais em https://educacao.uol.com.br/

Governo Bolsonaro: Contra 'ideologia' na alfabetização, novo secretário quer guinada metodológica no ensino

Para Carlos Nadalim, diretrizes do Ministério da Educação têm 'preocupação exagerada com a construção de uma sociedade igualitária' e 'ignoram evidências científicas sobre como alfabetizar crianças'
"O trabalho do Carlos Nadalim é a única alternativa aos 80% de analfabetos funcionais das universidades brasileiras", exalta postagem de 2017 em uma das páginas oficiais de Olavo de Carvalho no Facebook.
Essas elevadas expectativas poderão agora ser testadas na prática. Carlos Nadalim, coordenador pedagógico de uma pequena escola em Londrina (PR) e autor do blog "Como Educar seus Filhos", estará à frente da nova Secretaria de Alfabetização, criada pelo ministro da Educação, Ricardo Vélez, outro nome elogiado por Olavo.
Para o novo secretário de alfabetização, uma das causas principais do alto analfabetismo funcional (quando a pessoa reconhece as letras, mas não consegue interpretar textos simples) no Brasil é a prevalência nas diretrizes do Ministério da Educação de métodos de ensino "construtivistas" - abordagem em que a criança é vista como construtora do conhecimento e o aprendizado do alfabeto ocorre de forma integrada com o uso social da leitura e escrita.
Nadalim defende como alternativa o "método fônico", que apresenta as crianças às letras e aos sons da fala antes de iniciá-las em atividades com textos.
Esse tipo de disputa em torno da melhor forma de ensinar o alfabeto não é exclusiva do Brasil. Em países como Estados Unidos, Reino Unido e Austrália, o conflito ficou conhecido como "reading wars" (guerras da alfabetização) e acabou influenciando debates em outros locais.

Educação Infantil em MT não terá ponto facultativo: é serviço essencial, diz Lei


LEI Nº 10.786, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2018 - DO 28.12.18. 

Autor: Deputado Guilherme Maluf 


    Determina que os centros de educação infantil e escolas de educação infantil sejam considerados serviços essenciais no âmbito do Estado de Mato Grosso.


 A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE MATO GROSSO, tendo em vista o que dispõe o art. 42 da Constituição Estadual, aprova e o Governador do Estado sanciona a seguinte Lei: 

Art. 1º Os centros de educação infantil e escolas de educação infantil são considerados serviços essenciais no âmbito do Estado de Mato Grosso. 

Parágrafo único O funcionamento de centros de educação infantil e escolas de educação infantil em dias quando o ponto facultativo é declarado pelo Poder Público está incluído nas implicações da determinação do caput. 

Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. 

Assembleia Legislativa do Estado, em Cuiabá, 22 de novembro de 2018. 

Palácio Paiaguás, em Cuiabá, 28 de dezembro de 2018. 


as) JOSÉ PEDRO GONÇALVES TAQUES Governador do Estado 


Veja a Lei

Veja a Propositura

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Lei Federal obriga escolas a comunicarem faltas escolares aos Conselhos Tutelares





























LEI Nº 13.803, DE 10 DE JANEIRO DE 2019

Altera dispositivo da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, para obrigar a notificação de faltas escolares ao Conselho Tutelar quando superiores a 30% (trinta por cento) do percentual permitido em lei.
O P R E S I D E N T E D A R E P Ú B L I C A
Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º O inciso VIII do art. 12 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, passa a vigorar com a seguinte redação:
"Art. 12. ..................................................................................................................
...........................................................................................................................................
VIII - notificar ao Conselho Tutelar do Município a relação dos alunos que apresentem quantidade de faltas acima de 30% (trinta por cento) do percentual permitido em lei;
................................................................................................................................." (NR)
Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 10 de janeiro de 2019; 198º da Independência e 131º da República.

JAIR MESSIAS BOLSONARO
SÉRGIO MORO

Diário Oficial tem lista de exonerados da SEDUC


ATO Nº 78/2019.

O GOVERNADOR DO ESTADO DE MATO GROSSO, no uso de suas atribuições legais, resolve exonerar os(as) senhores(as) abaixo nominados(as) dos cargos em comissão que especifica, da Secretaria de Estado de Educação, Esporte e Lazer - SEDUC, a partir de 09 de janeiro de 2019.


Clique para ver a relação de exonerados: AQUI

Opinião: Após a enormidade de Secretário Adjuntos exonerados, agora foi a vez do nível inferior. Vários desses ora exonerados serão renomeados. O fato é que é muita gente. Os que provavelmente serão renomeados são aqueles com DGA mais rentáveis. O corte aparecerá, mas a economia é duvidável. E mais, os DGA menores, necessariamente de carreira, continuarão fazendo os trabalhos, agora sem gratificação. Tomara que os a serem nomeados dignem-se da função que receberão. A Educação requer gestão qualificada. 

Pedro Félix: Educação em Cuiabá e MT

Pedro Félix - Historiador
A História da educação pública em Mato Grosso e em especial Cuiabá, faz parte de estudos e pesquisas publicadas inicialmente por historiadores memorialistas. Entre eles, está Estevão de Mendonça Virgílio Correa Filho, Humberto Marcílio, Gervásio Leite, Rubens de Mendonça, e Carlos Francisco Moura. Estes intelectuais retrataram suas vivências e suas análises com base na reprodução fidedigna dos documentos.

Afirmam que não havia a preocupação com a educação pública da população durante a colônia em Mato Grosso (1722/1822). Se havia educação com regularidade, ela era praticada no seio familiar, ou por filhos dos colonos estudando em outros lugares fora da cidade. LEITE, 1970.

No entanto, não se deve esquecer que a introdução da educação e cultura portuguesa no Brasil foi privilégio dos padres jesuítas, até 1759. A educação jesuítica em Cuiabá foi praticada como de costume nas reduções indígenas, entre elas na região de Chapada dos Guimarães, que fazia parte das minas de Cuiabá. Por nove anos (1750/1759) esses padres praticaram seus ensinamentos aos “curumins locais”. A Reforma Pombalina de 1759 que expulsou os jesuítas do Brasil introduziu professores leigos e pagos pelo governo português, através do imposto “subsídios literários” desde 1775. As aulas régias, como foram chamadas, duraram até o fim do império em 1889. O professor universitário Gilberto Luís Alves, em pesquisa posterior (Aulas régias na Capitania de Mato Grosso: Um exercício preliminar de crítica historiográfica), citando Virgílio Correa Filho, contesta as afirmações dos memorialistas, dizendo que a educação era precária, mas afirma a existência de um primeiro mestre O Padre José Manoel de Siqueira como 1º professor de Filosofia em Mato Grosso. Não havia uma sistemática voltada ao setor educacional, pois o olhar estava voltado com a defesa, a sobrevivência alimentar e a visão de enriquecimento rápido com o ouro, ou outra atividade extrativista do local. Independente da escassez, há relatos da presença de três mestres em Cuiabá em festa realizada no Beco do Sebo, ou Praça Real, atual Praça da mandioca em Cuiabá. Se há mestres, há escolas, poucas, mas existem.

Em 1818, havia apenas 200 meninos estudando, em um universo de 3.898 em idade escola

Em 1818, havia apenas 200 meninos estudando, em um universo de 3.898 em idade escolar. Nos primeiros momentos da nossa independência de 1822 havia cinco escolas espalhadas por todo Mato Grosso.

A Constituição outorgada por D. Pedro I, com o advento da criação do Império brasileiro em seu texto inicial, vagamente normatiza sobre a educação pública, gratuita e primária em três pequenos itens. Cita no título 8ª em seu artigo 179, que trata das disposições gerais e demais garantias do cidadão brasileiro:

     XXIV. Nenhum genero de trabalho, de cultura, industria, ou commercio póde ser prohibido, uma vez que não se opponha aos costumes publicos, á segurança, e saude dos Cidadãos.
      XXXII. A Instrucção primaria, e gratuita a todos os Cidadãos.
      XXXIII. Collegios, e Universidades, aonde serão ensinados os elementos das Sciencias, Bellas Letras, e Artes.

Em 15 de outubro de 1827 surgiu a primeira normatização mais específica sobre a educação no império brasileiro. O decreto Imperial de 1827 delega as Províncias e as seus Presidentes (governadores), em conjunto com seu Conselho Político, criar e extinguir escolas e remover professores conforme necessidade.

Art. 2º Os Presidentes das províncias, em Conselho e com audiência das respectivas Câmaras, enquanto não estiverem em exercício os Conselhos Gerais, marcarão o número e localidades das escolas, podendo extinguir as que existem em lugares pouco populosos e remover os Professores delas para as que se criarem, onde mais aproveitem, dando conta a Assembleia Geral para final resolução.

Em 15 de outubro de 1829,a lei determina que se fundem escolas de primeiras letras em cidades e vilas populosas. Cuiabá é beneficiada entre as seis cidades escolhidas. A aplicabilidade do ato régio só acontece em 1835 com a criação de duas escolas primárias localizadas no município e distribuídas nos distritos da Sé (Centro) e de São Gonçalo de Pedro II (Porto).  Os problemas da educação neste momento estavam relacionados à falta de dinheiro e mestres, agravados por inexistência de orientação pedagógica adequada (Leite).

A primeira sistematização da educação pública em Mato Grosso foi realizada pelo Presidente da Província José Antônio Pimenta Bueno, em cinco de maio de 1837. Dispunha sobre a criação e extinção de escolas primárias, vencimentos de professores, fiscalização de escolas e aplicação de exames de alunos.  Na lei impunha-se pela primeira vez a obrigatoriedade de ensino para alunos de 8 a 16 anos. Os pais receberiam multas caso descumprissem a medida.

Em 1850, segundo relatório de Presidente da Província de Mato Grosso Augusto Leverger, havia 15 escolas espalhadas por Mato Grosso, sendo duas em Cuiabá. A educação era exclusivamente masculina, com a participação de 230 alunos, destes, apenas 18 eram do sexo feminino. Vale lembrar que estão englobados ai as freguesias da Sé (centro), de Pedro II (Porto) e da Guia, além das futuras cidades de Rosário Oeste (Brotas), Chapada dos Guimarães, Santo Antônio do Leverger e Livramento, que faziam parte do município de Cuiabá na época.

A falta de professores competentes e do sexo masculino é outra característica de todo esse período citado, ocasionando um contingente de professoras leigas, com salários que demoravam até um ano para receber. Somados a isso vinha o número inexpressivo de alunos, que no ano de 1.859 era de 1.170 alunos, numa população total de 50.421 habitantes na Província.

Novas Reformas aconteceram no Governo de Augusto de Leverger (1851-1857) e José de Miranda da Silva Reis (1876-1874). Mas os problemas continuavam com professores despreparados, com pouquíssimos candidatos ao cargo e uma população indolente ao ensino. Aliado a esse quadro, não existiam prédios físicos adequados para atendimento aos alunos.

O Cônego Ernesto Camilo Barreto nomeado inspetor geral dos estudos, foi um visionário da educação em Mato Grosso e teve diversos embates e propondo sérias mudanças no ensino regional. Chegou a dizer que “Se queremos ver no futuro um povo nobre, civilizado e virtuoso, defendamos no presente o ensino.” Pensou ele em educação mista, fala da educação obrigatória de fato, melhoria do desenvolvimento intelectual dos mestres.

O Presidente da Província de Mato Grosso João José Pedrosa cita que apenas 1% da população está na escola.

O ensino secundário recebeu apoio da igreja em Cuiabá, que fundou em 1858 no Seminário da Conceição (hoje Museu de artes Sacras), o primeiro estabelecimento de ensino dessa categoria. Posteriormente em 1.874 no governo de Miranda Reis é criada em Cuiabá a única escola de ensino público secundário de Mato Grosso. Instalada em 1.880 a escola abrigaria o curso normal e o Liceu Cuiabano com o intuito de formar novos professores.

O Regulamento Maracaju do então Presidente da Província, Barão de Maracaju (1879/1881) que tratava do ensino primário e secundário em Mato Grosso, trata entre outros assuntos da obrigatoriedade do ensino para meninos (7 a 14 anos) e meninas (7 a 12 anos) e delineia os conteúdos do ensino de 1º e 2º graus.
Embora não tenha saido do papel há um avanço no número de escolas em Mato Grosso e em Cuiabá. Na capital com uma população de 37.427 mil habitantes, existiam 18 escolas com um total de 834 alunos, com uma média de 46 alunos por escola.

A província de Mato Grosso as véspera da República tinha em média 80.000 habitantes, distribuídos em 10 municípios praticamente isolados por falta de estradas, sem comunicação telegráfica e distante da capital do império no qual se comunicava apenas por navios com uma distância de 6.678km.    

O fim do império em Mato Grosso deixou uma marca desproporcional entre as aspirações governamentais e a realidade do ensino, que continuava refratário. Havia um número de alunos reduzidíssimo em relação ao total da população, e os aportes financeiros não atendendo a demanda. O pedagógico enfraquecido por professores leigos despreparados e quase inexistência de material de estudos para os alunos. Finalizando com prédios próprios ou alugados inadequados a prática escolar. Independente das dificuldades o número de escolas cresceu para 32, com 1.679 alunos frequentes.  

PEDRO CARLOS NOGUEIRA FÉLIX é professor de História e estudante de Direito em Cuiabá.


http://www.midianews.com.br/opiniao/educacao-em-cuiaba-e-mt/341977

Piso Nacional salarial do magistério é reajustado a partir de janeiro

O piso salarial do magistério será reajustado para 
R$ 2.557,74, a partir de 1º de janeiro de 2019. O Ministério da Educação anunciou nesta quarta-feira, 9, o reajuste de 4,17%, conforme determinação do artigo 5º da Lei nº 11.738, de 16 de julho de 2008. O valor corresponde ao vencimento inicial dos profissionais do magistério público da educação básica, com formação de nível médio, modalidade normal, jornada de 40 horas semanais.
O piso salarial foi estabelecido pela Lei nº 11.738 em cumprimento ao que determina a Constituição Federal, no artigo 60, inciso III, alínea “e”, do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. Pelo dispositivo, o piso salarial profissional nacional do magistério público da educação básica é atualizado, anualmente, no mês de janeiro, a partir de 2009. No parágrafo único do artigo, é definido que essa atualização será calculada utilizando-se o mesmo percentual de crescimento do Valor Anual Mínimo por Aluno (VAA) referente aos anos iniciais do ensino fundamental urbano, definido nacionalmente, nos termos da Lei nº 11.494, de 20 de junho de 2007.
Conforme a legislação vigente, a atualização reflete a variação ocorrida no VAA definido nacionalmente no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) de 2018, em relação ao valor de 2017. Dessa forma, o cálculo é feito com a variação entre a Portaria Interministerial MEC/MF nº 6, de 26 de dezembro de 2018, com VAA de R$ 3.048,73, e a Portaria Interministerial MEC/MF nº 08, de 29 de novembro de 2017, com VAA de R$ 2.926,56. Com o cômputo, o MEC chegou à variação de 4,17%, que deve ser aplicada ao valor do Piso Salarial Profissional Nacional (PSPN) do ano anterior, neste caso em 2018, de R$ 2.455,35.
A metodologia proposta é a de utilizar o percentual de crescimento do VAA, tendo como referência os dois exercícios imediatamente anteriores à data em que a atualização deve ocorrer. A Nota Técnica nº 36/2009, da Advocacia Geral da União, acompanhou esse entendimento.
De acordo com o MEC, esse formato para correção do piso salarial é utilizado desde o ano de 2010. Como até o presente momento não houve alterações expressas na Lei, bem como na forma de cálculo, compreende-se que a metodologia para a constituição do percentual de variação do PSPN está mantida.
Assessoria de Comunicação Social

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