quarta-feira, 1 de outubro de 2014

UFMT: Abertas inscrições para mestrado e doutorado em Educação 2015

O Programa de Pós-graduação em Educação (PPGE) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) oferece 49 vagas para o mestrado em Educação, distribuídas nas seguintes linhas de pesquisa: Culturas Escolares e Linguagens; Educação em Ciências e Educação Matemática; Organização Escolar, Formação e Práticas Pedagógicas; Cultura, Memória e Teorias em Educação; Movimentos Sociais, Política e Educação Popular. Outras 23 vagas são para o doutorado em Educação nas linhas de pesquisa: Movimentos Sociais, Política e Educação Popular; Cultura, Memória e Teorias em Educação; Organização Escolar, Formação e Práticas Pedagógicas. 

As inscrições podem ser feitas até o dia 10 de outubro. É cobrada uma taxa de R$132,64. Os interessados devem procurar a secretaria do PPGE, no Instituto de Educação (IE), sala 69, das 8h às 11h e das 14h às 17h, munidos com os seguintes documentos: para mestrado - fotocópias do diploma de graduação, do histórico escolar e da documentação pessoal, uma foto 3x4, curriculum-vitae conforme modelo Lattes/CNPq, memorial crítico e anteprojeto de pesquisa. Os candidatos deverão comprovar ou obter proficiência em um idioma estrangeiro (inglês, francês ou espanhol); e para doutorado - fotocópias dos diplomas de graduação e de mestrado, do histórico escolar do mestrado e da documentação pessoal, cópia impressa da dissertação de mestrado, uma foto 3x4, curriculum-vitae conforme modelo Lattes/CNPq, memorial crítico e projeto de pesquisa. Os candidatos deverão comprovar ou obter proficiência em dois idiomas estrangeiros, sendo o inglês obrigatório e o outro pode ser de francês ou espanhol. O resultado das inscrições deferidas será divulgado no dia 24 de outubro.

O processo de seleção será realizado por meio de prova escrita (dia 3 de novembro) e arguição (1º a 5 de dezembro). O resultado final será divulgado no dia 15 de dezembro. Os candidatos selecionados deverão efetivar a matrícula no período de 2 a 6 de março de 2015. O início das aulas está previsto para o dia 23 de março de 2015.

Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (65) 3615 8431 ou na página eletrônica do programa.

http://www.ufmt.br/ufmt/site/index.php/noticia/visualizar/18608/Cuiaba

Antoni Zabala: Tecnologia catalisa inovação que existe no professor

Educador espanhol Antoni Zabala diz que soluções digitais não podem ser pensadas para inovadores, mas para quem ainda é tradicional

Em um mundo cada vez mais globalizado, utilizar as novas tecnologias de forma integrada ao projeto pedagógico é uma maneira de se aproximar da geração que está nos bancos escolares e potencializar processos de aprendizagem através da personalização do ensino. Essa é a opinião de Antoni Zabala, diretor da Revista AULA de inovações educativas, fundador de Campus Virtual de Educação da Universidade de Barcelona e referência mundial em formação docente e reforma curricular.
Durante a 12º Congresso Internacional de Tecnologia na Educação, realizado em Recife entre os dias 17 e 19 de setembro, o teatro principal do Centro de Convenções de Pernambuco viu seus quase 4500 lugares ocupados por educadores interessados na palestra “Tecnologia em sala de aula: uma solução ou um problema?”, capitaneada por Zabala. “Espera-se que os educadores solucionem todos os problemas da sociedade, mas não oferecem ferramentas para isso. E quando oferecem, o fazem sem preparo. Assim, o que poderia ser útil se torna um obstáculo”, comentou Zabala ao descrever um constante problema enfrentado por educadores que são estimulados a usar computadores e ferramentas digitais em suas aulas.
Roman Gorielov/Fotolia.comTecnologia catalisa inovação que existe no professor

Para ele, a maioria das soluções digitais do ensino tem como público principal o professor inovador, mas a realidade é que grande parte do corpo docente ainda é tradicional e utiliza métodos tradicionais de aprendizagem, o que se apresenta como uma grande incoerência. O erro seguinte é esperar que o professor seja inovador para só então ser capaz de utilizar as TICs em suas metodologias. “O professor pode não ser inovador a priori, mas a tecnologia pode catalisar a inovação que existe naquele professor, ainda não aflorada”, destaca.
Outro ponto relevante salientado pelo educador espanhol é referente às diferenças que existem entre os membros do professorado. Da mesma forma que se fala da personalização do ensino, é preciso falar dos distintos perfis do profissional. “Cada aluno é um individuo, aprende e interage no seu ritmo. E cada professor terá particularidades no processo de transição dos modelos analógicos aos digitais. Para que seja eficaz, essa transição deve ser vista como um processo gradativo, passo-a-passo”.
Especialista na utilização das tecnologias, Antoni Zabala deu uma breve entrevista sobre os desafios da educação e como a tecnologia pode ser uma aliada do professor e dos alunos. Confira abaixo:
O senhor acredita que existem dois principais desafios para o professor e a educação: a formação integral do indivíduo e o desenvolvimento de competências. A tecnologia pode ajudar a superá-los?
A primeira questão é definir quais são as competências que devem ser desenvolvidas para o futuro do cidadão, que tem a ver com a sua habilidade de resolução de problemas. Entre essas competências, está o domínio das técnicas, que não implica conhecer a fundo a tecnologia ou programar, mas conhecer as possibilidade que a tecnologia oferece e como manejar a informação e o conhecimento, interpretar, intercambiar.
“Por que as pessoas não querem ir a um hospital que utiliza modelos antigos mas aceitam a ideia de uma educação de antiga?”
Além disso, temos a questão da atenção à diversidade. Cada aluno aprende de uma forma. Para o professor é muito difícil conhecer a fundo e dar ajudas específicas a cada aluno dentro das suas peculiaridades E é aí que as diferentes soluções digitais tem um papel, pois elas podem fazer o ‘trabalho sujo’ do professor, de uma forma que libere o profissional do que até agora era fundamental, como avaliar o processo, passar as informações, corrigir provas… Isso a máquina pode fazer. Mas, por exemplo, o que a máquina não pode é compreender o motivo de um aluno aprender mais ou menos, isso ou aquilo, e propor soluções e otimizem o aprendizado. E aí vem a responsabilidade do professor.
É possível ser um professor inovador em centros de ensino e sistemas tradicionais, com pais de alunos que ainda têm uma mentalidade tradicional acerca da educação?Se o professor está sozinho em uma instituição assim, eu diria ‘busque pessoas, colegas que compartilhem do que você acredita, não continue só’. Com grupos maiores, é possível gerar movimentos que mudam mentalidades. Já com os pais, é bem fácil. É apenas uma questão de comunicação.
Fácil?Sim! Temos bons argumentos, então basta fazer uma boa comunicação. Por exemplo, se um pai ainda resiste a um modelo de ensino e educação mais inovador, eu lhe perguntaria: “O senhor gostaria que atendessem ao seu filho dentro das necessidades pessoais dele? Ele dirá ‘sim’. O senhor deseja que seu filho saiba falar, racionalizar? Claro que sim. Quer que ele se torne uma pessoa solidária, colaborativa? Pois a única maneira de garantir isso é trabalhar um modelo que vá além do tradicional”. Claro que o próximo passo é apresentar os resultados.
“O professor pode não ser inovador a priori, mas a tecnologia pode catalisar a inovação que existe naquele professor, ainda não aflorada”
Acredito também que existe uma responsabilidade dos meios de comunicação, de divulgar e discutir esses novos modelos e os resultados que deles surjam. Isso facilitaria o trabalho do professor. As famílias e as escolas precisam entender que o modelo antigo não funciona mais. Por que as pessoas não querem ir a um hospital que utiliza modelos antigos mas aceitam a ideia de uma educação de antiga?

Além da personalização, sabemos que existem utilizações da tecnologia como ferramenta de inclusão. Ou seja, que estão permitindo que pessoas com deficiências, ou que moram em regiões afastadas, ou que vem de famílias em desvantagem econômicas, por exemplo, tenham acesso a um aprendizado mais democrático. Existem resultados concretos nessa linha?
O princípio básico é o mesmo: dar ao aluno o que ele necessita para a sua formação plena. No caso de ferramentas inclusivas, o aluno necessita superar barreiras que talvez grande parte das crianças e jovens não necessite. Nesses casos, a tecnologia abre possibilidades infinitas! Vou te dar um exemplo bem prático. No meu instituto, criamos um aplicativo com um sistema que identifica as características diferenciadas de cada aluno e oferece atividades com base nessas características. Isso já é possível. E em 10 anos, tenho certeza de que poderemos estender a quaisquer alunos, com os mais diversos perfis.
* Isabela Carvalho é jornalista, com especialização em Comunicação com Fins Sociais, e coordenadora de Redes do Changemakers da Ashoka, que lançou, em parceria com o Instituto Embratel Claro, o desafio Tecnologia é Ponte: diminuindo as distâncias na educação”, que tem o objetivo de identificar a oferecer suporte a projetos que usam as TICs como ferramenta de inclusão para jovens e crianças em idade escolar. As inscrições estão abertas até 22 de outubro e devem ser feitas através do  site www.changemakers.com/tecnologiaponte.


Veja Mais: Antoni Zabala: Desafios globais
http://porvir.org/porpensar/tecnologia-catalisa-inovacao-existe-professor/20140929

Seduc afasta professores e ex-diretor em investigação sobre venda de drogas na porta de escola

Da Redação - Wesley Santiago


Secretaria de Estado de Educação (Seduc) instaurou um Processo Administrativo Disciplinar contra três professores e um ex-diretor da Escola Estadual Presidente Medici para investigar as denúncias de que eles teriam permitido o funcionamento de comércio/lanchonete (alimentos e bebidas), e uma academia dentro da unidade, sem processo licitatório. Ainda segundo as informações, os servidores ainda não teriam denunciado o tráfico de drogas no local.

A determinação foi publicada no Diário Oficial do Estado, que circula nesta terça-feira (39). A Portaria Conjunta nº 498/2014/age-cor/SEDUC foi assinada pela secretária de Estado de Educação, Rosa Neide Sandes de Almeida, e pelo secretário Auditor Geral do Estado, José Alves Pereira Filho. O prazo para a conclusão das investigações é de 60 dias “a contar da citação dos servidores acusados, admitido sua prorrogação por igual prazo, quando as circunstâncias o exigirem mediante solicitação à autoridade que determinou sua instauração, em conformidade com o artigo 75, §1°, da Lei Complementar Estadual nº 207/2004”.
 
De acordo com a publicação, os servidores denunciados foram identificados como: Estevão Galvão Rezende, professor; Anísio José Guimarães, (ex-diretor), professor; Maria Antônia da Silva, professora e Edenil Maria Guimarães, professor. A denúncia aponta que, além de ter permitido o funcionamento de um estabelecimento irregular, em tese, eles ainda “teriam sido omissos em não denunciar a mercancia de entorpecentes em uma das lanchonetes”.
 
A assessoria de imprensa da Seduc informou ao Olhar Direto que: “as cantinas não funcionavam dentro e sim fora da escola, na calçada”. Ainda de acordo com a secretaria, esta é uma denúncia de 2012 do Ministério Público (MPE). Por conta disto, foi realizada uma sindicância, que apontou estes indícios e por isso foi aberto este processo.
 
Por conta das denúncias, os servidores foram afastados dos seus deveres funcionais e aguardarão o fim das investigações. A portaria ainda destaca que todas as garantias constitucionais do Devido Processo Legal, da Ampla Defesa e do Contraditório estão sendo observadas.
 
A reportagem também entrou em contato com a Auditoria Geral do Estado (AGE), que explicou que: “primariamente houve a denúncia sobre as lanchonetes irregulares. Porém, após a investigação preliminar do Estado, foi relatada a possível comercialização de entorpecentes, porém, na área externa da escola”.
 
“Também foi relatado nas investigações que as cantinas internas da unidade estariam funcionando sem ter uma licitação, o que não pode acontecer já que elas precisam de uma aprovação do Estado”, acrescentou a assessoria da AGE. Os professores relataram que já houve processo licitatório há muito tempo, porém, que não é valido para este ano. O prazo é de 12 meses, prorrogável apenas uma vez pelo mesmo período. “O mesmo vale para a academia que supostamente estaria funcionando no local”, finaliza a AGE.


http://www.olhardireto.com.br/noticias/exibir.asp?noticia=Seduc_investiga_venda_de_drogas_na_porta_de_escola_e_afasta_professores_e_ex-diretor&id=379243

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Política educacional com foco nas emoções


Canadá vira exemplo – O estímulo ao desenvolvimento de virtudes e emoções úteis à aprendizagem é praticado nas escolas públicas do Canadá há oito anos, conta Jennifer Adams, secretária de Educação do distrito de Ottawa-Carleton. Segundo ela, após se manter como uma das três nações mais bem colocadas no programa internacional de avaliação Pisa, o país teve dificuldades em avançar mais. A saída foi investir em metodologias que fossem além das capacidades cognitivas. “Percebemos que não falávamos o suficiente sobre valores. Essa foi a forma de voltar a crescer”
Conselho Nacional de Educação definirá diretrizes para o desenvolvimento de competências como perseverança e responsabilidade
O fato de que crianças emocionalmente equilibradas têm melhor desempenho é uma realidade intuída há tempos por profissionais da educação. Mas, pela primeira vez, a partir de 2015, o Brasil deve ganhar diretrizes oficiais sobre o assunto para a na rede pública. As competências socioemocionais, nome dado ao socioemocionais (conjunto de habilidades ou virtudes capazes de auxiliar na aprendizagem, como perseverança, coragem e responsabilidade, responsabilidade) estão em análise no Ministério da Educação (MEC) e passarão a ser promovidas via política pública.
Segundo Francisco Cordão, membro do Conselho Nacional de Educação (CNE), o tema é discutido internamente desde outubro de 2013, e estão previstas para o fim deste do ano, ou início de 2015, o acolhimento definitivo das competências socioemocionais, também chamadas de não-cognitivas, socioemocionais dentro das normas que regem a educação básica no país. O conselheiro esclarece, contudo, que não se tratará de uma nova disciplina. “Não muda nada da grade curricular. Essas são competências que têm de ser desenvolvidas de modo integrado a todas as áreas. Não faria sentido criar uma disciplina específica sobre o tema”, disse Cordão o, durante o seminário sobre o assunto promovido pelo Instituto Ayrton Senna, em São Paulo, no início de setembro.
Afastando as suspeitas de que se trata de mais um modismo na área, Para a presidente do instituto, Viviane Senna, disse que, de certa forma, a importância das competências socioemocionais sempre foram conhecidas por educadores, e muitos educadores. Muitos buscam desenvolvê-las em seus alunos, mas jamais houve uma política pública que guiasse esse desenvolvimento de modo intencional e em grande escala. “Intuitivamente, Intuitivamente sabemos que ser persistente, ter foco e disciplina são importantes, mas esse é um tipo de saber oculto, do qual não se fala muito. Queremos desenvolvê-lo de modo intencional.
Um dos pioneiros a trabalhar com o tema no Brasil, o instituto uniu-se à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) mico na criação de um sistema de avaliação que permite mensurar o desenvolvimento dos alunos nesse tipo de competência. Batizado de SENNA (Social and Emotional or Non-cognitive Nationwide Assessment Assessment), algo como “Avaliação Nacional Não-cognitiva ou Socioemocional”, o modelo avaliativo deve ser oferecido gratuitamente a gestores de políticas públicas a fim de subsidiar o planejamento das redes de ensino no que diz respeito às competências socioemocionais.
Professores
A psicóloga e consultora educacional Anita Abed foi uma das pesquisadoras ouvidas pelo CNE para a construção de diretrizes nacionais leia mais sobre o tema. Para ela, o avanço na área das competências socioemocionais envolverá, principalmente, a formação diferenciada de professores, que devem se tornar profissionais mais complexos, capazes de lidar com habilidades não-cognitivas e conteúdos comuns de modo integrado, por meio de projetos. “Por muito tempo pensou-se que a emoção apenas atrapalhava o estudo. É hora de passar a vê-la como algo que promove aprendizagem, porque engaja e mobiliza”, diz.
Tema chegou às escolas do Canadá há oito anos
O estímulo ao desenvolvimento de virtudes e emoções úteis à aprendizagem é praticado nas escolas públicas do Canadá há oito anos, conta Jennifer Adams, secretária de Educação do distrito de Ottawa-Carleton, palestrante no seminário promovido pelo Instituto Ayrton Senna.
Segundo Jennifer, depois de Carleton. Segundo ela, após se manter em várias edições seguidas como uma das três nações mais bem colocadas na avaliação de aprendizagem internacional no Pisa, o Canadá passou a ter país teve dificuldades em avançar ainda mais. A saída foi investir em metodologias que fossem além das capacidades cognitivas.
“Percebemos que não falávamos o suficiente sobre valores, e, depois valores. Depois de termos atingido um determinado nível, essa foi a forma de voltarmos voltar a crescer.” A educadora canadense destaca que a principal mudança promovida pelas competências socioemocionais na educação do país foi a redução na desigualdade de desempenhos. “Equidade é o item do qual eu mais me orgulho em meu distrito, pois a diferença do melhor para o pior desempenho caiu muito”, descreve Jennifer.
Ela conta que alunos que não iam bem passaram a melhorar progressivamente conforme eram trabalhados em sala de aula temas como otimismo, integridade e persistência.
Capes financiará projetos voltados às habilidades não-cognitivas
A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) lançou em julho desse ano um edital específico para o financiamento de pesquisadores no campo das competências socioemocionais. O órgão deve disponibilizar R$ 566 mil anuais por projeto direcionado ao tema.
As inscrições para concorrer às bolsas foram encerradas em 5 de setembro, e estão participando docentes de programas de pós-graduação em educação, psicologia, psicopedagogia e áreas afins, cujos programas tenham obtido nota igual ou superior a 3 na última avaliação da Capes. O resultado deve ser divulgado em outubro. O programa de bolsas deve contemplar três coordenadores de pesquisa, dois doutorandos, seis mestrandos, 18 graduandos e 18 professores de educação básica.
Alunos virtuosos aprendem até um terço mais
Segundo o Instituto Ayrton Senna, a versão piloto do SENNA, testado em 25 mil alunos da rede estadual do Rio de Janeiro, constatou que os estudantes mais responsáveis e focados aprendem em um ano letivo cerca de um terço a mais de matemática do que os colegas que apresentam essa competência menos desenvolvida. A mesma diferença de aprendizagem é detectada na aprendizagem de português quando se consideram os alunos com maior e menor nível de protagonismo ou autonomia.
No que diz respeito à condição socioeconômica, no entanto, o levantamento mostrou que, em média, pais mais ricos e com mais escolaridade não têm, necessariamente, filhos mais responsáveis ou autônomos do que pais de menor poder aquisitivo e que passaram menos tempo na escola.
A primeira versão do Senna foi baseada em questionários direcionados a alunos e professores, e validado durante a aplicação de projetos pedagógicos em sala de aula. O instituto informa, no entanto, que uma versão aprimorada da ferramenta está em desenvolvimento.
* o jornalista participou do seminário a convite do Instituto Ayrton Senna.
Autor: Gazeta do Povo

http://undime.org.br/politica-educacional-com-foco-nas-emocoes/

Escola Onofre de Oliveira promove ação para comemorar o Dia do Idoso


Secom Cuiabá
Nesta quarta-feira (1º) é comemorado o Dia Internacional do Idoso e para celebrar a data a escola municipal Professor Onofre de Oliveira, no bairro Pascoal Ramos, dará início as atividades do projeto “Convivendo, aprendendo e valorizando a melhor idade”. O projeto prevê a realização de atividades esportivas voltadas aos idosos da comunidade escolar.
A diretora da escola, Odirnete Medeiros, explica que a atividade esportiva acontecerá uma vez por semana e o idoso será acompanhado e monitorado por professores de educação física. “O projeto foi pensado como forma de valorização do idoso de nossa comunidade escolar”.
Segundo a diretora, a escola atende 460 alunos, da educação infantil ao 6º ano, e parte deles tem como responsável os avôs, que ocupam o lugar dos pais e são considerados referência para as crianças. “Eles cuidam do processo educacional e formação ética dos alunos, desempenhando um papel de fundamental importância na vida deles”. 
O projeto conta com a parceria da Secretaria Municipal de Esporte, Cidadania e Juventude, que doou os equipamentos de ginástica, da Policlínica, Clínica Dentária e do Centro de Referência e Assistência Social (CRAS) da região do Pascoal Ramos e da Secretaria Municipal de Educação. 
“Além das práticas de atividades físicas, os envolvidos terão palestras e atividades diferenciadas, com isso queremos promover uma vida social e melhor qualidade de vida aos idosos”, observa a diretora.

Tem início a fase estadual da OLP

A Comissão Julgadora  Estadual das Olimpíadas de Língua Portuguesa (OLP)  começa a avaliar os textos classificados nas etapas municipais da competição. A OLP está na 4ª edição do concurso de produção de textos que premia as melhores produções de alunos de escolas de todo o país.De 26 de setembro a 10 de outubro, a Comissão tem a meta de selecionar 16 dos mais de 400 textos que agora participam da etapa estadual. Os semifinalistas representam o Estado na etapa nacional.

Nesta etapa serão avaliados 119 poemas, 111 memórias literárias, 105 crônicas e 75 artigos de opinião.No final serão divulgados os 16 textos classificados/vencedores da Etapa Estadual de Mato Grosso. Serão selecionados quatro textos vencedores em cada categoria: poema, memórias literárias, crônicas e artigo de opinião.

A Olimpíada de Língua Portuguesa “Escrevendo para o Futuro” tem caráter bienal e desenvolve ações para contribuir na melhoria do ensino da leitura e escrita nas escolas públicas brasileiras. Participam da olimpíada professores e estudantes de escolas públicas de turmas do 5º ano do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio.

 Para conferir o resultado da Comissão Julgadora Municipal e das produções que participam da etapa estadual clique aqui


http://www.seduc.mt.gov.br/conteudo.php?sid=20&cid=14635&parent=20

Escola Marechal Rondon realiza Sarau de Espanhol

Rosane Brandão
Secom Cuiabá

A escola municipal Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, do bairro Alvorada, realiza nesta terça-feira (30), a partir das 7h30, a 3ª edição do Sarau de Espanhol. A atividade faz parte do projeto “Cata-Vento, Palavras em Movimento”, que tem por objetivo o incentivo à leitura e a produção textual. 
A programação do evento inclui apresentações musicais, de dança e de leituras de poemas, com a participação dos alunos e convidados especiais.
O projeto foi idealizado em 2012 pelas professoras Isabel Cristina Ribeiro e Maria Auxiliadora de Oliveira e, desde então, vem sendo realizado no espaço da escola. A terceira edição do Sarau de Espanhol será realizada em parceria com a professora de Espanhol, Elinéia Amorim.
Essa ação contempla o idioma de espanhol e de português. O sarau é uma mostra de cultura em que alunos e demais colaboradores aprimoram o gosto pela leitura e pela diversidade cultural.
A elaboração do projeto, conforme explicam as professoras idealizadoras, nasceu da necessidade de uma metodologia dinâmica, pertinente à realidade dos alunos. O projeto busca na intertextualidade a base para a motivação dos alunos, tendo como objetivo a valorização e o estímulo da leitura, das práticas discursivas e da produção textual.
O projeto procura desenvolver atividades de incentivo à leitura envolvendo toda a organização escolar, de forma integrada ao processo de ensino-aprendizagem.

http://www.cuiaba.mt.gov.br/educacao/escola-marechal-rondon-realiza-sarau-de-espanhol/9623

Menino que nasceu sem os braços aprende matemática usando os pés

Arijon Krasniqi mora em Kosovo e mostra habilidade em pintar com os pés.
Família teve casa bombardeada durante a guerra dos Balcãs.

Arijon Krasniqi resolve problema de matemática usando apenas os pés (Foto: Armend Nimani/AFP)
O menino Arijon Krasniqi, de 13 anos, nasceu um ano após o fim da guerra do Kosovo, na antiga Iugoslávia. Por causa de um problema genético, Arijon nasceu sem os braços e as mãos, e desde pequeno teve de aprender a fazer várias atividades com os pés. Uma delas foi escrever, desenhar e até fazer exercícios complexos de matemática com uma caneta encaixada entre os dedos do pé direito.
Em sua página no Facebook, Arijon mostra
desenhos copiados com precisão (Foto:
Reprodução/Facebook/Arijon Krasniqi)
O problema de má formação dos membros superiores é apenas mais uma adversidade que Arijon e sua família tiveram de lidar. Sua família sobreviveu às atrocidades da guerra dos Balcãs. A casa onde eles moravam foi incendiada pelos sérvios e eles foram obrigados a fugir.
A família mora atualmente com outros refugiados em uma casa comum, na cidade de Malisheva, em Kosovo.
Arijon Krasniqi está na sétima série de uma escola primária e é considerado um excelente aluno. Além da matemática, ele demonstra muita habilidade para pintar e desenhar com os pés.
Menino tem habilidade nos estudos e na pintura (Foto: Armend Nimani/AFP)
















http://g1.globo.com/educacao/noticia/2014/09/menino-que-nasceu-sem-os-bracos-aprende-matematica-usando-os-pes.html

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

ANA - Avaliação Nacional da Alfabetização - Resultados 2013


Resultados


Os resultados finais da ANA 2013 estão disponíveis para acesso das escolas. 

Para conhecer os resultados, cada diretor deverá utilizar seu CPF e senha. Caso 

não tenha cadastro, acesse as orientações aqui.
Se você não possui senha, faça o cadastro aqui.

'Pintei dessa cor, ta?', diz aluno cansado de ver desenhos padronizados

Estudante do 5º ano de Nova Iguaçu coloriu personagens 

da Turma da Mônica de modo que ficassem parecidos 

consigo

POR 

RIO - Ao receber mais uma leva de provas de fim do bimestre em uma escola municipal de Nova Iguaçu, a professora Joice Oliveira Nunes teve uma surpresa muito agradável. A cada dois meses, os alunos do 5º ano do ensino fundamental fazem uma votação para eleger qual desenho ilustrará a capa das avaliações.

Desta vez, foram escolhidos os inconfundíveis personagens da Turma da Mônica. No entanto, percebendo que nenhum deles se parecia consigo, o aluno identificado apenas como Cleidison resolveu pintá-lo a sua imagem e semelhança. E ele ainda avisou a professora porque fez isso:

- Pintei da minha cor, tá? Cansei desses desenhos diferentes de mim.





















Surpresa com a atitude, Joice abraçou a causa de seu aluno e postou a imagem do desenho no Facebook. Até este sábado, a foto já tinha mais de 3,5 mil compartilhamentos.

Read more: http://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/pintei-dessa-cor-ta-diz-aluno-cansado-de-ver-desenhos-padronizados-14070461#ixzz3Ei6Tzbok

Mauricio de Sousa comenta 'protesto' de criança contra ausência de personagens negros na Turma da Mônica

Nesta semana, um aluno do 5º ano da Escola Municipal Professora Irene da Silva Oliveira, em Nova Iguaçu, resolveu usar a capa da sua prova bimestral, ilustrada com um desenho da Turma da Mônica, para fazer uma manifestação artística contra a falta de representatividade para as crianças negras. A criança, identificada como Cleidison, pintou todos os personagens com lápis de cor marrom. A situação curiosa foi divulgada pela professora do menino, Joice Oliveira Nunes, nas redes sociais e fez muito sucesso, com mais de 1200 compartilhamentos.
O EXTRA procurou Mauricio de Sousa, criador da Turma da Mônica. Através de sua assessoria de imprensa, o cartunista comentou o caso com exclusividade e elogiou a "saída criativa e carinhosa" do aluno carioca. Confira a declaração de Mauricio na íntegra:
"O menino Cleidison tem razão a partir de sua visão do mundo e do meio.
Por que os personagens das historinhas que ele lê não têm a mesma cor de sua pele?
E corajosamente ele os traz mais para perto de si e dos seus colegas afrodescendentes simplesmente usando lápis de cor.
Saída criativa e carinhosa.
Ele não excluiu os personagens. Ele os trouxe para seu meio.
Sou um dos poucos cartunistas que criou personagens de cor desde o inicio de minha carreira. O Jeremias, que inclusive faz parte de nosso atual show 'Mônica Mundi', junto com Mônica, Cebolinha, Magali e Cascão, foi criado nos anos 60. No show ele mostra as raízes africanas que compõem nossa nação. Depois vieram protagonistas como Pelezinho, Ronaldinho Gaúcho e Neymar.
Assim como temos a Samira (árabe), Hiro e Neuzinha (japoneses) e tantos outros dos quase 400 que criei nesse universo.
Impossível contar histórias brasileiras sem essa mistura linda de cores e valores.
(Pra mim não há raça branca, negra, amarela... Pra mim existe a raça humana)"

Acompanhe as liberações de recursos para sua unidade educacional, oriundos do FNDE



 LIBERAÇÕES 
Exercício:  
Programa:  
CGC/CNPJ:  
OU
UF:  
Município:  
Tipo de Entidade:  


Acompanhe as liberações de recursos (FNDE). Basta inserir o número do CNPJ e clicar em buscar

Declaração para um novo ano

20 para 21  Certamente tivemos que fazer muitas mudanças naquilo que planejamos em 2019. Iniciamos 2020 e uma pandemia nos assolou, fazendo-...