segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Escolas públicas terão recursos para projetos na área cultural


Um conjunto de 1.001 escolas públicas do ensino fundamental e do ensino médio inovador, de 23 unidades da Federação, faz parte da primeira lista de unidades selecionadas para receber recursos do programa Mais Cultura nas Escolas. A comissão interministerial de avaliação do programa vai divulgar mais uma lista em 10 de fevereiro e outra em 10 de março próximos.
Nota do Blog: 
Escolas Municipais de Cuiabá selecionadas:
EMEB Gracildes de Mello Dantas,
EMREB  Dr. Estevão Alves Correa e
EMREB Udeney Amorim                        


Pelas previsões, serão atendidas mais cinco mil escolas este ano, com repasses do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) que variam de R$ 20 mil a R$ 22 mil. O valor por escola é definido de acordo com o número de estudantes matriculados. O investimento no ano será de R$ 100 milhões.
De acordo com a secretária substituta de políticas culturais do Ministério da Cultura, Juana Nunes, a comissão interministerial optou por divulgar as escolas por etapas, no período de janeiro a março, em razão do grande número de projetos habilitados para o Mais Cultura e também para evitar atrasos no calendário. Juana explica que os planos de atividades culturais das escolas selecionadas serão publicados pelos ministérios da Cultura e da Educação e repassados ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), responsável pela transferência dos recursos às unidades de ensino. A escola deve investir a verba na contratação de serviços culturais, conforme plano de trabalho aprovado pela comissão interministerial.
Iniciativa dos ministérios da Educação, da Cultura e do Desenvolvimento Social, o Mais Cultura tem entre as finalidades promover a circulação de cultura nas escolas, contribuir para a formação de público no campo das artes e desenvolver uma agenda de formação integral de crianças e jovens. As atividades podem ser desenvolvidas dentro ou fora das escolas, durante o ano letivo, por um período mínimo de seis meses.
Levantamento realizado pelos três ministérios mostra que das 14,3 mil escolas habilitadas a participar do programa, 67% têm alunos atendidos pelo programa Bolsa-Família do governo Federal. Desse total de escolas, 13,6 mil adotaram a educação em tempo integral; 675 implantaram o ensino médio inovador e 251, os dois sistemas.
Os recursos do PDDE serão repartidos de acordo com o número de matrículas registradas no último Censo Escolar, conforme tabela.
Ionice Lorenzoni
Confira a relação das escolas selecionadas em janeiro de 2014

http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=20130

Uso frequente de celular prejudica rendimento acadêmico, diz estudo

Pesquisa divulgada por universidade americana mostra que jovens que usam aparelho em excesso têm níveis mais altos de ansiedade

O Globo

RIO - O uso excessivo de celulares por estudantes pode aumentar seus níveis de ansiedade, e até comprometer o rendimento acadêmico. É o que diz uma pesquisa divulgada pela Universidade de Kent, em Ohio, nos EUA, assinada pelos cientistas Jacob Barkley, Aryn Karpinski e Andrew Lepp. 

Os pesquisadores acompanharam o comportamento de mais de 500 universitários para executar o estudo. O uso diário dos aparelhos era monitorado, ao mesmo tempo em que eram medidos clinicamente a ansiedade e o nível de satisfação de cada aluno com a sua própria vida. Por fim, os dados foram cruzados com os registros oficiais de desempenho de cada universitário.
Constatou-se, então, que os alunos que utilizavam muito seus celulares tinham notas mais baixas que os demais, além de se mostrarem mais ansiosos e menos satisfeitos com a própria vida.
No início deste ano, uma equipe liderada pelos pesquisadores também identificou uma relação negativa entre o uso de telefone e a capacidade cardiorrespiratória. Dessa forma, os cientistas acreditam que os alunos devem ser incentivados a monitorar o uso do telefone celular e refletir sobre o aparelho de forma crítica, para que não seja prejudicial ao desempenho acadêmico, bem como à saúde mental e física.

VEJA TAMBÉM










http://oglobo.globo.com/educacao/uso-frequente-de-celular-prejudica-rendimento-academico-diz-estudo-11101727

Tributação dos materiais escolares.


Veja como o governo federal pode dificultar a melhoria da educação.
Da Agência Brasil, em Brasília
A alta do preço do papel, do dólar e a elevada carga tributária são os principais vilões do aumento do preço dos livros didáticos e de material escolar, segundo entidades ligadas ao setor. Em 2013, o dólar subiu pouco mais de 15% em relação ao real, encarecendo os produtos importados. Já o papel, segundo o Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), aumentou em torno de 12%. Somado a esse cenário, a Associação Brasileira dos Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares (Abfiae) aponta a alta cobrança de tributos, que pode chegar a 47% do preço final.
Na hora de comprar, os altos preços são evidentes. Mãe de três filhos, a bacharel em direito Raíres Cunha, chegou a gastar cerca de 20% a mais que no ano passado. O valor pago, relata, deve superar a mensalidade que paga no colégio particular onde os filhos estudam. As compras ainda não terminaram e ela já desembolsou mais de R$ 800. "E isso apenas para um dos filhos", diz.
De acordo com as entidades do setor, os aumentos têm justificativa. Em relação aos livros, a presidenta do Snel, Sônia Machado Jardim, explica que ainda não foi feito um levantamento do reajuste este ano. "Vários aumentos ocorreram no último ano, causando impacto no custo de produção do livro. Por exemplo, o papel aumentou em torno de 12%, o dissídio da categoria foi 6,40%. Infelizmente, esses aumentos acabaram refletindo no preço do livro".
Segundo ela, as isenções concedidas ao setor não são suficientes para garantir a diminuição dos preços. Desde 2004, o livro é isento do PIS e da Cofins, inclusive na importação, que variavam entre 3,65% e 9,25%, dependendo do regime tributário da empresa. "No mesmo período, só o reajuste salarial da categoria foi 79,96%, ou seja, o benefício da isenção fiscal teve seu reflexo acumulado ao longo desses dez anos pelo aumento dos insumos", explica Sônia.
Nos itens de papelaria, como cadernos, canetas, cola, giz de cera, que fazem parte da lista de material dos estudantes, a Abfiae, que reúne marcas como a Faber-Castell, Tilibra e Bic, diz que não é possível padronizar a taxa de aumento. O setor é "bastante pulverizado e os preços variam muito de acordo com a concorrência", argumenta o presidente da associação, Rubens Passos. Segundo ele, são os tributos que encarecem os produtos.  
Um levantamento do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) mostra que a carga tributária responde por 47,49% do preço de uma caneta, por exemplo. No caso de uma régua, a taxa chega a 44,65%, e de um lápis, a 34,99%. A associação acredita que uma redução do PIS e da Cofins e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) poderia significar queda de 10%.
O professor da Fundação Getulio Vargas, no Rio de Janeiro, e especialista em varejo Roberto Kanter acrescenta outro componente para o aumento: o dólar. A alta da moeda norte-americana tem impacto nos produtos importados do setor, o que nem sempre é fácil de identificar. "Quando vemos na papelaria que um produto é de outro país, é fácil evitar a compra e economizar, mas boa parte dos produtos e insumos é importada pelas indústrias e elas revendem".
Kanter ressalta que, no início do ano, a demanda cresce e o comércio aproveita para lucrar. "O ano de 2013 não foi bom para o varejo, o empresário aproveita então esse período de maior demanda para aumentar os preços. E nem sempre isso é proporcional ao aumento dos índices. Se um produto custa R$ 0,70, ele arredonda para R$ 1, sem perceber que isso representa um aumento de 40%".
A dica do professor é fazer uma boa pesquisa de preço e optar por lojas menores, onde se possa negociar preços menores. Raíres Cunha está fazendo a pesquisa e deixou os itens de papelaria para as últimas compras. Ela adianta que na capital federal são encontrados produtos de todo preço. "Achei canetas bem baratinhas e canetas de até R$ 6".

Veja a carga tributária sobre o material escolar, clique: 

http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2014/01/13/alta-do-papel-e-do-dolar-pesam-no-preco-do-material-escolar.htm

Escola cobra mais de aluno com síndrome de Down; MP abre inquérito

Duas escolas de educação infantil particulares da Grande São Paulo cobraram de pais com filhos que têm síndrome de Down taxas superiores na matrícula e na mensalidade comparadas às exigidas dos demais alunos. As instituições de ensino impuseram que a matrícula só pudesse ser feita com a contratação de um profissional para atender exclusivamente essas crianças e o pagamento do salário do auxiliar ficaria inteiramente a cargo dos pais.
Esse tipo de cobrança extra a alunos com deficiência é considerado ilegal pela OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil - Seção São Paulo) e pela Defensoria Pública. Uma das instituições é investigada pelo Ministério Público pela cobrança irregular. Quem fez a denúncia foi a engenheira civil Monica Burin, que tentou matricular o filho Gabriel, de 2 anos, com síndrome de Down, na Escola Infantus, na Vila Leopoldina. Os donos a informaram que, para que Gabriel estudasse lá, Mônica teria de arcar com os custos de um cuidador só para o filho.
Revoltada, Monica pediu que enviassem a cotação da mensalidade por e-mail. Na mensagem, o preço da mensalidade iria de R$ 630, valor cobrado de todos os alunos, para R$ 930 no meio período. Para o período integral, o valor saltaria de R$ 970 (padrão) para R$ 1.470.
Com a denúncia da cobrança a mais, o MP (Ministério Público) já abriu um inquérito para apurar se há irregularidades e a escola foi convocada para depor. A Secretaria Municipal de Educação, que supervisiona as escolas de educação infantil da cidade, deve fazer vistoria no local e dar informações ao MP. A secretaria afirmou que a cobrança a mais para alunos que têm qualquer tipo de deficiência é irregular e acompanha o caso.
A escola, por meio de seu advogado, Sidney Cruz de Oliveira, admite que fez a cobrança, mas afirma que não foi por má-fé e sim "por desconhecimento da regra". "A escola lamenta, se retratou e se coloca à disposição da mãe para reparar danos."
Continue lendo:
http://educacao.uol.com.br/noticias/agencia-estado/2014/01/13/escola-cobra-mais-de-aluno-com-sindrome-de-down-mp-abre-inquerito.htm

sábado, 11 de janeiro de 2014

Veja calendário de Feriados de 2014 em Cuiabá.

A Prefeitura de Cuiabá resolveu ‘mudar de ideia’ quanto aos feriados em dia de jogos da Copa do Mundo de 2014, na Arena Pantanal. Segundo a assessoria de imprensa as datas serão consideradas apenas ponto facultativo e não mais feriado como dito anteriormente.

Na segunda-feira (06) a Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Cuiabá (Secom) havia dito ao Olhar Copa que as datas: 13, 17, 21 e 24 de junho seriam consideradas feriado. Porém, isto não vai mais acontecer: “A princípio será considerado ponto facultativo e não mais feriado”, informou a Secom.

Vale lembrar que está previsto no Art. 56. da Lei Geral da Copa que “durante a Copa do Mundo FIFA 2014 de Futebol, a União poderá declarar feriados nacionais os dias em que houver jogo da Seleção Brasileira de Futebol”. Ainda dentro do Art. 56. em parágrafo único está descrito que “os Estados, o Distrito Federal e os Municípios que sediarão os Eventos poderão declarar feriado ou ponto facultativo os dias de sua ocorrência em seu território.

O decreto que estabelece as datas comemorativas de 2014 foi divulgado pela Prefeitura de Cuiabá. Serão 13 feriados nacionais e municipais, são eles: 

- 1º de janeiro (quarta-feira): Dia da Fraternidade Universal, Dia da Paz – Feriado Nacional;

- 08 de abril (terça-feira): Fundação da Cidade de Cuiabá – Feriado municipal;

- 18 de abril (sexta-feira): Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo – Feriado municipal (religioso);

- 21 de abril (segunda-feira): Dia de Tiradentes – Feriado nacional;

- 1º de maio (quinta-feira): Dia do Trabalho – Feriado nacional;

- 19 de junho (quinta-feira): Corpus Christi – Feriado nacional (religioso);

- 07 de setembro (domingo): Independência do Brasil – Feriado nacional;

- 12 de outubro (domingo): Nossa Senhora Aparecida – Feriado nacional;

- 28 de outubro (terça-feira): Dia do Servidor Público – Ponto facultativo;

- 02 de novembro (domingo): Dia de Finados – Feriado Nacional;

- 15 de novembro (sábado): Proclamação da República – Feriado Nacional;

- 20 de novembro (quinta-feira): Homenagem ao Líder Negro Brasileiro “Zumbi dos Palmares” – Feriado municipal;

- 08 de dezembro (segunda-feira): Dia de Nossa Senhora da Conceição – Feriado municipal (religioso);

- 25 de dezembro (quinta-feira): Natal – Feriado nacional.

http://www.olhardireto.com.br/copa/noticias/exibir.asp?noticia=Prefeitura_muda_e_resolve_que_dia_de_jogos_na_Arena_sera_ponto_facultativo&id=6663

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Valores repassados pelo FUNDEB para SME Cuiabá, 2013

Valores repassados pelo FUNDEB - 
 Cuiabá - MT, 2013
Mês
Total
JANEIRO
6.990.658,97
FEVEREIRO
11.082.995,95
MARÇO
13.265.338,43
ABRIL
10.691.060,47
MAIO
11.269.404,43
JUNHO
10.190.079,77
JULHO
11.206.458,38
AGOSTO
10.865.821,67
SETEMBRO
9.096.056,29
OUTUBRO
12.046.555,90
NOVEMBRO
10.394.875,53
DEZEMBRO
11.132.646,77
TOTAL
128.231.952,56


                                                                              Fonte: Tesouro Nacional


Fundeb é um fundo especial, de natureza contábil e de âmbito estadual (um fundo por estado e Distrito Federal, num total de vinte e sete fundos), formado, na quase totalidade, por recursos provenientes dos impostos e transferências dos estados, Distrito Federal e municípios, vinculados à educação por força do disposto no art. 212 da Constituição Federal. Além desses recursos, ainda compõe o Fundeb, a título de complementação, uma parcela de recursos federais, sempre que, no âmbito de cada Estado, seu valor por aluno não alcançar o mínimo definido nacionalmente. Independentemente da origem, todo o recurso gerado é redistribuído para aplicação exclusiva na educação básica.

Valores repassados pelo FUNDEB para a SEDUC - MT, 2013

Valores repassados pelo FUNDEB –
SEDUC  - MT, 2013
Mês
Total
JANEIRO
60.526.990,18
FEVEREIRO
95.717.648,20
MARÇO
114.565.321,54
ABRIL
92.341.788,80
MAIO
97.327.553,56
JUNHO
88.006.029,54
JULHO
96.783.923,88
AGOSTO
93.837.958,55
SETEMBRO
78.557.623,10
OUTUBRO
104.039.440,51
NOVEMBRO
89.774.799,86
DEZEMBRO
96.146.517,92
TOTAL
1.107.625.595,64

                                                                         Fonte: Tesouro Nacional

Fundeb é um fundo especial, de natureza contábil e de âmbito estadual (um fundo por estado e Distrito Federal, num total de vinte e sete fundos), formado, na quase totalidade, por recursos provenientes dos impostos e transferências dos estados, Distrito Federal e municípios, vinculados à educação por força do disposto no art. 212 da Constituição Federal. Além desses recursos, ainda compõe o Fundeb, a título de complementação, uma parcela de recursos federais, sempre que, no âmbito de cada Estado, seu valor por aluno não alcançar o mínimo definido nacionalmente. Independentemente da origem, todo o recurso gerado é redistribuído para aplicação exclusiva na educação básica.

Semana Pedagógica da rede municipal começa na segunda-feira

Semana Pedagógica da rede municipal começa na segunda-feira
Foto: Jorge Pinho (SME)
Todos os profissionais da educação da rede municipal de Cuiabá - professores e técnicos - participam entre os dias 13 e 17 de janeiro da semana pedagógica 2014.
A semana pedagógica funciona como uma reunião de preparação e planejamento das atividades que serão desenvolvidas durante o ano letivo de 2014, que começa no dia 21 de janeiro.
Nesta quinta-feira (09) os assessores pedagógicos da Secretaria Municipal de Educação se reuniram para a organização dos grupos que vão coordenar os trabalhos na semana pedagógica.
Pelo menos 50 assessores estarão envolvidos nesse processo, que foi dividido por modalidades: Educação Infantil; Ensino Fundamental 1° Ciclo, Ensino Fundamental 2° e 3° ciclo, e Educação de Jovens e Adultos (EJA).
Conforme a diretora de Ensino da Secretaria Municipal de Educação, Vanilda Carvalho, a Semana Pedagógica será baseada no diagnóstico e planejamento do ano letivo, mas sempre com foco no aluno e no professor.
A Semana Pedagógica, que vai contar com a participação de cerca de quatro mil profissionais, será dividida em três momentos.
Nos dias 14 e 15 (terça e quarta-feira) o encontro será para os professores, Técnicos em Desenvolvimento Infantil (TDI), equipes gestoras e articuladores do Programa Mais Educação.
No dia 16 (quinta-feira) será a vez dos técnicos (Nutrição Escolar; Multimeios Didáticos; Administradores de Escolas; e Serviços Gerais) se reunirem para planejar o ano letivo.
Já nos dias 13 (segunda) e 17 (sexta-feira) as atividades serão realizadas nas unidades de ensino, onde os profissionais da educação serão recepcionados por suas respectivas equipes gestoras.
Os encontros dos dias 14 a 16 serão realizados nas Faculdades Evangélicas Integradas Cantares de Salomão (Feics), localizada na Avenida Historiador Rubens de Mendonça; na Escola Municipal Maria Dimpina, localizada na avenida Fernando Corrêa; e na escola Estadual Presidente Médice, este último será realizado no período noturno para os profissionais que trabalham com a EJA.
A aula inaugural do ano letivo de 2014 da rede municipal será realizada no dia 20 de janeiro, no Hotel Fazenda Mato Grosso.

Fonte:  Rosane Brandão
http://www.cuiaba.mt.gov.br/noticias?id=8063

Boa evolução de criança com deficiência vale prêmio a escola

O caso da estudante S., matriculada no maternal da escola municipal de Educação Infantil Irmã Consolata, de Erechim (RS), valeu para a instituição o terceiro lugar no Prêmio Experiências Inclusivas – A Escola Aprendendo com as Diferenças, categoria escolas. Matriculada em 2012 com diagnóstico de paralisia cerebral, a garota, nascida em 2009, apresentou melhoras em todos os sentidos, a partir da interação com os colegas.
Prematura e filha de pais dependentes químicos, S. foi adotada por uma nova família quando tinha um ano e um mês. Ao ingressar na escola, apresentava uma série de dificuldades: não firmava a cabeça, estava com a fase oral bem acentuada, temia a aproximação das pessoas e os movimentos bruscos a assustavam muito. A criança também não se comunicava e quase não se locomovia.
A professora Andrea Paula Ceron aponta a socialização da menina como o principal avanço. "A partir desta melhora, conquistamos a confiança, o carinho; houve evolução na linguagem oral, na postura em pé, na atenção e concentração, hábitos de higiene e autonomia", ressalta Andrea.
A professora salienta que a melhora da estudante foi resultado de um trabalho de professores, da equipe de apoio ao processo de aprendizagem, dos professores do atendimento educacional especializado, direção, funcionários e comunidade de pais.
A filosofia da unidade é "educar com liberdade para brincar, imaginar, sonhar e viver, valorizando e respeitando as diferenças", explica a professora Andrea Ceron. De acordo com ela, a escola vem cumprindo a missão de ampliar e aperfeiçoar cada vez mais essa prática. "A criança desenvolve as suas habilidades e competências vivenciando-as na alegria, na magia, no encontro da infância", pontua a docente.
A escola municipal de Educação Infantil Irmã Consolata tem por objetivo fazer com que os estudantes aprofundem seus conhecimentos em várias áreas, tendo ao mesmo tempo um crescimento cognitivo, sócio-afetivo e psicomotor. A escola respeita e valoriza as habilidades, competências, faixa etária e as diferenças dos alunos.
Continue lendo:

http://portal.inep.gov.br/visualizar/-/asset_publisher/6AhJ/content/boa-evolucao-de-crianca-com-deficiencia-vale-premio-a-escola?redirect=http%3a%2f%2fportal.inep.gov.br%2f

Gastos com estádios superam repasse para a educação

Nove dos 12 municípios que sediarão a Copa do Mundo de 2014 receberam mais repasses federais para a construção e reforma de seus estádios do que recursos para a educação no período entre 2010 e setembro de 2013. Levantamento feito pela Agência Pública a partir de dados da Controladoria-Geral da União (CGU) revela que apenas Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo receberam mais dinheiro federal para a educação do que para as obras das arenas esportivas.
O cálculo da Agência Pública levou em conta apenas os repasses federais para os municípios, sem os valores desembolsados pelos estados e pelas próprias prefeituras. Em Recife, por exemplo – veja o quadro -, a construção da Arena Pernambuco recebeu um financiamento três vezes maior do que o que o governo federal repassou para a educação na capital pernambucana.
O financiamento tomado pelas unidades da federação para construir ou reformar as praças esportivas, no valor máximo de R$ 400 milhões, devem ser pagos com juros ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
“Copa do Mundo, eu abro mão. Quero dinheiro pra saúde e educação”. Este foi um dos gritos mais ouvidos durante as manifestações de junho em diversas capitais brasileiras. De fato, ao comparar os investimentos do governo federal com as bandeiras da população, as prioridades parecem não ser as mesmas.
Exceções
Das sedes, a única que não teve investimento direto da União na construção do estádio foi Brasília. Toda a verba usada até agora para a reforma do Estádio Nacional Mané Garrincha saiu dos cofres do governo do Distrito Federal. Mais especificamente da Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap), que tem o governo federal como sócio minoritário.
Entre 2010 e setembro de 2013, informa a Agência Pública, a capital do país recebeu R$ 33 bilhões para a educação. O valor entra na conta do GDF pelo Fundo Constitucional do DF, uma espécie de aluguel pago pela União por Brasília ser a sede dos poderes da República. A verba deve ser usada exclusivamente em educação, saúde e segurança pública.
Para financiar a reforma do Maracanã, o governo do Rio de Janeiro tomou emprestados do BNDES R$ 400 milhões. De 2010 até setembro, a União repassou R$ 1,6 bilhão para a educação. Em São Paulo, cujo estádio está sendo construído pela iniciativa privada, houve o financiamento de R$ 400 milhões. Maior cidade do país, a capital paulista teve o repasse de R$ 465 milhões.

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http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/gastos-da-copa-superam-repasses-para-educacao/

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Salários dos professores melhoram, mas magistério atrai menos os jovens


  • Levantamento mostra que docentes tiveram aumento superior à média, mas eles ainda ganham menos que os outros profissionais
  • Segundo pesquisa da UniCarioca, só 20% dos alunos do ensino médio no Rio têm algum interesse pela carreira
  • Quantidade de pessoas concluindo faculdades de licenciatura em disciplinas do ensino básico caiu 16% desde 2010



  • 
Sala de aula do curso de Matemática, da Uerj: no 2º semestre de 2012, 100 alunos ingressaram e 16 concluíram
Foto: Ivo Gonzalez / O Globo

    Sala de aula do curso de Matemática, da Uerj: no 2º semestre de 2012, 100 alunos ingressaram e 16 concluíramIVO GONZALEZ / O GLOBO

    O Brasil tem à frente o enorme desafio de melhorar seu ensino público, mas, para isso, precisa resolver uma questão primordial: a valorização de seus mestres. Os resultados do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa, na sigla em inglês), divulgados no final de 2013, mostraram que os países com melhor desempenho na educação são aqueles que fazem a carreira docente atrativa aos mais talentosos jovens que saem do ensino médio. Não é o nosso caso. No Brasil, apesar de alguns avanços, os salários ainda são baixos em comparação com as demais ocupações universitárias, poucos jovens cogitam seguir a carreira docente e, nos últimos anos, menos se formam em cursos de licenciatura.

    Um levantamento feito pelo GLOBO nos microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do IBGE, mostra que professores tiveram, desde 1995, aumento médio na renda superior aos demais profissionais com ensino superior. Mesmo assim, em 2012, um professor do primeiro ciclo do ensino fundamental (que dá aulas para crianças de 6 a 10 anos) recebia, em média, somente 57% do registrado entre profissionais também com nível superior. Entre docentes do ensino médio, esta proporção aumenta para 70%. Em 1995, esses percentuais eram, respectivamente, de 39% e 51%.


    A baixa remuneração, além de desmotivar os próprios professores, é um dos fatores que leva muitos jovens a descartar de seus planos a carreira em salas de aula. Uma pesquisa feita pela UniCarioca com exclusividade para O GLOBO mostra que apenas 20% dos alunos do ensino médio do Rio que pretendem ingressar no ensino superior manifestam algum interesse pelo magistério. Eles são, em comparação com os que planejam outras carreiras, jovens de menor renda e que estudaram, principalmente, em escolas públicas.

    Se na entrada do sistema está difícil atrair jovens para os cursos de magistério, dados do Censo do Ensino Superior, do Ministério da Educação, mostram que há também um problema recente na saída das universidades. A quantidade de estudantes concluindo faculdades de licenciatura em disciplinas do ensino básico, que na década passada teve aumento de 63%, registrou queda de 16% de 2010 a 2012. O mesmo movimento é percebido quando se analisa as matrículas: depois de aumentarem 60% na década passada, caíram 4% nos últimos três anos da pesquisa.

    Se a queda do número de licenciaturas se confirmar ao longo dos anos, a tendência pode dificultar o cumprimento de uma das metas do Plano Nacional de Educação (PNE), em tramitação na Câmara dos Deputados, que estipula que todos os professores do país tenham formação com licenciatura até 2024.

    Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/educacao/salarios-de-professores-melhoram-mas-magisterio-atrai-menos-jovens-11210310#ixzz2puUa5KHl 


    Declaração para um novo ano

    20 para 21  Certamente tivemos que fazer muitas mudanças naquilo que planejamos em 2019. Iniciamos 2020 e uma pandemia nos assolou, fazendo-...