segunda-feira, 1 de abril de 2019

Alunos e a comunidade do Coxipó do Ouro participam de atividades de incentivo à leitura

 
Alunos e moradores do distrito do Coxipó do Ouro, prestigiaram uma programação especial, na ultima sexta-feira (29), em comemoração aos 300 anos de Cuiabá. A Escola Municipal de Educação Básica do Campo (EMEBC) Nossa Senhora Penha de França, realizou durante o Rally Ecológico Cuiabá 300 anos ,uma distribuição de kits de livros. O evento da Prefeitura de Cuiabá é mais uma iniciativa da Secretaria Municipal de Educação (SME) e das Bibliotecas Comunitárias ‘Saber com Sabor’.
O principal objetivo da programação é o incentivo à leitura e a busca pelo conhecimento. Além dos kits de livros distribuídos, outras atividades foram realizadas entre elas uma exposição do acervo da fauna e flora Brasileira/Consciência Ambiental; jogos, brincadeiras, cantigas; A Mala e o Baú de Livros, varal literário; Tenda e cabaninha de livros; Oficina de desenho e pintura; Piquenique Literário; Narração de Histórias do folclore.
A coordenadora da escola EMEBC Nossa Senhora Penha de França, Mirian Margareth De Oliveira Zanca, disse que a programação foi muito bem-vinda e condiz com a realidade da região. “Ficamos muito felizes em sermos premiados para receber essa programação, pois somos uma comunidade do campo e já trabalhamos com projetos voltados ao Meio Ambiente e sua preservação. Os alunos vivenciam isso todos os dias, o cuidado com a natureza e com a terra porque é dela que tiramos o nosso sustento e o projeto trata justamente sobre a preservação do meio ambiente. E é ainda melhor com o apoio das Bibliotecas ‘Saber com Sabor’ que incentiva a leitura e faz com que os alunos viajem na imaginação e a maioria das nossas leituras têm a natureza envolvida”, relatou Mirian.
As professoras também aprovaram a iniciativa. “Esse evento foi muito importante para nossa escola e comunidade. Houve grande participação das crianças e eles ficaram encantados com as histórias e os livros e isso vai ajudar no incentivo à leitura e ao conhecimento que é fundamental para que eles cresçam com este hábito”, declarou a professora da EMEBC Nossa Senhora Penha de França, Eliane Evangelista da Silva.
As crianças estavam todas animadas e felizes com o kit de livros que receberam e não viam a hora de se aventurarem por meio da leitura e da imaginação. O kit contém 5 livros da Editora Paulus: A bruxinha dos nós (Ana Carolina Fernandes de Araújo); Mais um prato para Pedrinho (Carlos Ferrari); Conectados (Niccholay V. Marques); O grãozinho de areia em Cordel (Fernando Paixão) e um jogo de tabuleiro Caminho da Cidadania (Pedro Figueiredo de Moraes), que tem uma proposta lúdica e sociopedagógica.
Participaram do evento as Secretarias Municipais de Serviços Urbanos, Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano, Saúde e Mobilidade Urbana. 
Rally Ecológico
O Rally Ecológico ‘Cuiabá 300 Anos’ foi uma prova de regularidade, envolvendo carros e motos, realizada no ultimo dia 30, com largada no Parque Tia Nair, em Cuiabá e chegada ao Acqua Park Cuiabá, no Km 5 da Rodovia Vicente Bezerra Neto na Estrada do Manso. 
(Estagiária Emilly Rodrigues com supervisão da jornalista Maria Barbant)
http://www.cuiaba.mt.gov.br/

Comissão de Educação debate (quinta 04/04) impactos da reforma da Previdência sobre os professores

A Comissão de Educação debate nesta quinta-feira (4) a reforma da Previdência e os impactos sobre os professores. O debate atende a requerimentos de diversos parlamentares.
De acordo com a deputada Professora Rosa Neide (PT-MT), uma das parlamentares que pediu o debate, a especificidade do campo educacional e da ação docente não é reconhecida, o que agrava, ainda mais, a situação do setor e a qualidade da educação. “Avaliamos como extremamente oportuno e necessário o debate sobre as possíveis mudanças, especialmente os impactos sobre as instituições educativas, seus profissionais e a educação em geral”, afirma.
Foram convidados, entre outros, representante do ministério da Educação; e da Economia; o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação, Heleno Araújo Filho; e o presidente da Federação de Sindicatos de Professores e Professoras de Instituições Federais de Ensino Superior e de Ensino Básico Técnico e Tecnológico, Nilton Ferreira Brandão.
A reunião será realizada às 9h30 (horário de Brasília), no plenário 10.
O debate será interativo, com a possibilidade de público fazer perguntas pela internet.

https://www2.camara.leg.br/

Repasse de recursos do FUNDEB 2019

SEDUC recebeu em  março/2019, R$ 127.481.515,50 do FUNDEB. 


Para Cuiabá, o repasse do FUNDEB para o terceiro mês de 2019 foi de  R$ 16.988.401,17. 


Veja no quadro abaixo os valores já recebidos 

REPASSES DE RECURSOS ORIUNDOS DO FUNDEB - 2019
MESES/SECRETARIAS
SEDUC - MT
SME - CUIABÁ
JANEIRO
152.383.155,69
20.371.529,63
FEVEREIRO
142.768.681,11
19.039.902,30
MARÇO 127.481.515,17 16.988.401,17
TOTAL 422.633.351,97 56.399.833,10
 Fonte: Banco do Brasil

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Os 5 pilares de mudança na formação de professores que revolucionou a educação da Finlândia


O sucesso do sistema educacional da Finlândia tem sido objeto de estudo em todo o mundo desde que o país, que já foi um dos mais pobres da Europa, passou a despontar em rankings internacionais de educação, virou referência por conseguir promover ensino de qualidade de forma igualitária em toda a sua rede e, em consequência, viu seu Produto Iinterno Bruto (PIB) per capita se tornar um dos mais altos do mundo. Na semana passada, a Finlândia foi apontada como o país com o maior índice de felicidade do mundo, pelo World Happiness Report.
Minna Makihonko em debate em SP; especialista finlandesa busca parcerias para trazer modelo educacional do país ao Brasil. Foto: VINICIUS DOTI/FUNDAÇÃO FHC
Por trás dessa revolução educacional está uma reforma iniciada nos anos 1970 que teve entre seus pontos centrais a qualificação e a valorização da carreira dos professores, explica Minna Mäkihonko, conselheira-sênior para educação docente e para educação inclusiva da Universidade da Finlândia.
Mäkihonko esteve neste mês em São Paulo para uma palestra na Fundação FHC (do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso) e em busca de parcerias para estabelecer projetos com o modelo educacional finlandês no Brasil em escolas e universidades brasileiras.
"O que aprendemos é que apenas aumentar a certificação dos professores não necessariamente impactava a qualidade do aprendizado dos alunos", explicou ela. "Tivemos de olhar para a qualidade dessa educação, para o que oferecemos aos professores."
1 - Preparar docentes para um mundo em mutação
Para Mäkihonko, o ponto principal do treinamento de professores passa por "preparar os futuros professores para um mundo em mutação".
"Não sabemos para que tipo de mundo estamos treinando os professores. Por isso, é importante treiná-los para não apenas dar informações, mas ter a capacidade de encontrar, selecionar e analisar conhecimento."
A Finlândia é conhecida por ter adaptado suas salas de aula para o chamado "ensino baseado em projetos", em que os alunos - em vez de terem o conhecimento dividido por áreas estáticas, como matemática, línguas e geografia - aprendem com base em grandes projetos multidisciplinares, com grande autonomia.
Para Mäkihonko, isso exige professores que aprendam, em sua formação, a serem flexíveis e capazes de implementar "atividades inteligentes em situações novas".
Isso reflete uma questão importante da reforma educacional finlandesa: colocar os alunos como agentes ativos de seu próprio aprendizado.
Um relatório de 2010 da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico) sobre a educação finlandesa aponta que "as salas de aula são centradas no aluno".
"O objetivo é aumentar a curiosidade dos estudantes e sua motivação para aprender, além de promover sua proatividade, autodirecionamento e criatividade, oferecendo-lhes problemas e desafios interessantes", diz o texto.

2 - Fundamento científico

Colocar em prática esse ensino centrado no aluno não é fácil e exige professores que entendam o processo de aprendizado. Por isso, nas universidades de Educação finlandesas, futuros docentes aprendem "tanto métodos baseados em pesquisas quanto pacotes de ferramentas que possam ser usadas quando eles forem ensinar", explicou Mäkihonko.
E também aprendem a usá-las com autonomia. "No treinamento, podemos dizer a um professor qual livro ou método pode ajudar uma criança com dificuldade em matemática. Mas é ele, com seu expertise e profissionalismo, que vai decidir o que usar. Os professores é que terão de saber quais métodos serão úteis para cada tipo de situação."

3 - Conhecimento aprofundado

Mäkihonko explicou que é exigido dos professores finlandeses "um profundo entendimento do conteúdo" que ensinam e da pedagogia adequada para cada faixa etária, de forma a "apoiar os alunos (na busca) por diferentes pontos de vista e para construir conexões entre (diferentes) conceitos".
Desde a reforma educacional dos anos 1970, a formação dos professores passou a ser centralizada em universidades (todas públicas), em cursos de cinco anos, com alto nível de exigência sobre os futuros professores. Todos são obrigados a fazer uma tese de mestrado para concluir sua formação. Nesse processo, disse Mäkihonko, "eles aprendem a ler artigos científicos e a estar a par das descobertas mais recentes em aprendizado, para se desenvolverem profissionalmente".
A OCDE explica que, tradicionalmente no mundo, "programas de treinamento de professores muitas vezes tratam a boa pedagogia como algo genérico, presumindo que habilidades (...) são igualmente aplicáveis a todas as disciplinas. Na Finlândia, como a educação é uma responsabilidade compartilhada entre a Faculdade de Educação e as faculdades de cada disciplina, há uma grande atenção à pedagogia específica para professores primários e professores das séries superiores".
Segundo o relatório da OCDE, outros fatores que parecem estar por trás do sucesso educacional da Finlândia são um "consenso político para educar todas as crianças juntas, em um sistema escolar conjunto; a expectativa de que todas as crianças conseguem atingir altos níveis (de aprendizado), a despeito de seu histórico familiar ou circunstâncias regionais; uma busca obstinada pela excelência de professores; responsabilidade compartilhada da escola pelos alunos com dificuldades; uso dos modestos recursos financeiros com foco na sala de aula e clima de confiança entre educadores e a comunidade".

4 - O professor não está sozinho


As exigências sobre os professores são altas, mas eles recebem bastante apoio - educacional e comunitário - e "não estão sozinhos" no desempenho de seu papel, afirmou a especialista finlandesa.
As universidades, disse ela, mantêm uma conexão próxima com os professores em sala de aula, para ajudá-los a praticar o que aprenderam durante seu treinamento e a garantir uma mentoria dos que estão estagiando ou aplicando novas metodologias.
"É importante escutar os professores para entender suas necessidades e desafios. Por exemplo, quando eles começam a colocar em prática o ensino baseado em projetos, passam a ter dúvidas e precisam de ajuda, de mentoria", disse.
"Esses professores-mentores têm uma dupla responsabilidade - de ensinar e ao mesmo tempo de acompanhar os professores. Estamos buscando parcerias para implementar isso também no Brasil", afirmou Mäkihonko à BBC News Brasil.

5 - Ética e papel social

Segundo Mäkihonko, a carreira de professor na Finlândia equivale, em prestígio, às de médico e advogado.
"São profissionais respeitados pela comunidade. Por isso é importante cuidar das questões éticas quando estamos treinando os professores. Eles aprendem não apenas técnicas (de ensino) mas também a apoiar o desenvolvimento pessoal do estudante e a serem modelos de comportamento. Eles têm muita responsabilidade: a de moldar diamantes brutos. E são cobrados pela sociedade."
A educadora Beatriz Cardoso, filha de FHC e que participou do debate com Minna Mäkihonko, opinou que a Finlândia é o país com quem o Brasil mais tem a aprender em educação, por ter criado um modelo baseado não na competitividade individual, mas sim na igualdade de acesso. Mas também destacou que o Brasil tem desafios ainda maiores que a Finlândia teve nos anos 1970, por sua dimensão continental, problemas históricos de iletramento e analfabetismo e dificuldades na capacitação de qualidade aos professores.
Mäkihonko destacou que a Finlândia também "teve muitos desafios e cometeu erros" durante sua reforma educacional e sugeriu que profissionais brasileiros da educação que queiram promover mudanças busquem formar um ambiente propício, engajem um grupo de professores e apenas "comecem com algo menor e busquem formas de multiplicá-lo".
"Quando eu escrevia minha tese de PhD, meu professor me dizia para não pensar no problema inteiro logo no começo. Mas sim pensar em pequenas partes. Mordida por mordida é possível comer o elefante."



https://www.bbc.com/

quinta-feira, 28 de março de 2019

Na semana dos 300 anos, professor lança livro sobre a história do ‘Minhocão’

Da Redação - Isabela Mercuri

O historiador e professor da rede estadual de educação Pedro Felix lança, no próximo dia 6 de abril, sábado, o livro ‘Ana Bela e o minhocão de Baús’, que conta a história de uma das maiores lendas de Cuiabá. O lançamento será na Praça das Lavadeiras, no bairro Lixeira, pela manhã, e contará com apresentação do ‘Grupo das Encantadas’.

Pedro é formado em História pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), especializado pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), e mestre pela Universidad Técnica de Comercialización y Desarrollo, do Paraguai. Já publicou “História de Mato Grosso”, 1ª, 2ª e 3ª edição, e “Cuiabá, centro da América do Sul”.


O livro conta a história do ‘Minhocão do Baús’, um minhocão que, pela mitologia dos ribeirinhos, ficava na beira do rio Cuiabá na região de Baús, próximo ao Distrito da Guia.

‘Baús’ é uma comunidade de pequenos agricultores de milho, cana de açúcar, mandioca, extrativistas de pequi, que vivem em casas de pau a pique e sobrevivem culturalmente de lendas, rezas e plantas medicinais.

O livro é direcionado a alunos do ensino infantil e fundamental das escolas públicas e particulares de Cuiabá, e para a cuiabania em geral. Para comprar, basta entrar em contato com o professor pelo email ikuiapa@gmail.com ou pelo número (65) 99984-4018. Está disponível também na livraria Janina.



http://www.olharconceito.com.br

quarta-feira, 27 de março de 2019

Ex-secretário de Educação de Sobral se reúne em Cuiabá com gestores da SME

Julio Cesar conheceu a estrutura da Secretaria de Educação e disse que o município será uma referência no Brasil

Foto: Jorge Pinho
Há 16 anos participando de um dos projetos educacionais de maior sucesso no Brasil, o ex-secretário de Educação e atual secretário de Direitos Humanos, Habitação e Assistência Social do município de Sobral, Julio Cesar da Costa Alexandre esteve em Cuiabá nesta semana e se reuniu com o secretário Alex Vieira Passos, a secretária-adjunta, Edilene Machado e técnicos da secretaria.
Em Cuiabá, conheceu a proposta do município para o Programa de Alfabetização Cuiabana – ProAc, elogiou a decisão política do prefeito Emanuel Pinheiro, de querer fazer algo nobre pela Educação e contou um pouco sobre a experiência de Sobral.
Para Julio Cesar, uma política de excelência precisa observar  princípios que devem caminhar em paralelo, o primeiro é saber o que fazer e o segundo, construir procedimentos de gestão. “Cuiabá já sabe exatamente o que fazer, e está avançando na construção de fluxos, metodologias e procedimentos de gestão buscando as experiências que já deram certo, trazendo essas informações para a realidade local”, disse o secretário durante o encontro na segunda-feira (25). 
Julio César elogiou a estruturação da Educação no município. Disse que os profissionais são competentes, que conhecem a história e o desenvolvimento da Política Educacional do Município e que Cuiabá está no caminho certo. “Com o ProAc, Cuiabá cria a plataforma de uma política de Alfabetização eficiente que irá desenvolver a Educação Básica, onde as crianças aprendem a ler, escrever e interpretar o que leem e o que escrevem, dando sustentação as series que irão cursar posteriormente. Tenho certeza que Cuiabá terá grandes avanços e será um referencial na Educação do Brasil”, salientou Julio César.
O secretário de Educação do Município, Alex Vieira Passos disse que as mudanças que estão ocorrendo vão além da reestruturação física da rede. Hoje os alunos tem um material didático de qualidade, desde a alfabetização como base, estendendo para os 2º e 3º Ciclos, garantindo o processo de ensino aprendizagem de forma integral. Além disso, a secretaria investe na formação dos professores. “Nossa meta é ousada, e acreditamos que com o ProAc, aliado ao método de alfabetização que colocou 77 escolas públicas do Ceará entre as 100 melhores do país, no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2016, teremos resultados expressivos. A nossa expectativa é de que num futuro próximo, os alunos da rede pública municipal saiam do 2º ano da educação básica, aos 7 anos de idade, sabendo ler e escrever perfeitamente”, salientou Alex Vieira Passos.
Hoje, segundo diagnóstico contratado pelo município, 30% dos alunos chegam ao 2º ano sabendo aquilo que se espera deles nessa fase e a meta é avançar nesse percentual. “O ProAc - Programa de Alfabetização Cuiabana e outros que vem sendo adotados como o Inteligência Emocional e a Escola em Tempo Integral, são medidas que além de assegurarem o direito de aprendizagem buscam melhorar a Educação em todos os aspectos para que nossos alunos alcancem a proficiência. O prefeito Emanuel Pinheiro, quando priorizou a alfabetização, determinou que adotássemos medidas que impactassem positivamente a Educação. Nosso objetivo é claro, buscar uma Educação de excelência”, destacou o secretário de Educação de Cuiabá, Alex Vieira Passos.
Revolução
Sobral já viveu momentos difíceis quando 48% das crianças até os 7 anos não eram de fato alfabetizadas. Para contornar o problema, a cidade apostou em um plano de gestão diferenciado, focado na erradicação do analfabetismo, na diminuição da evasão escolar e na valorização do professor. O modelo educacional proposto foi tão bem-sucedido que Sobral virou base para o projeto nacional de ensino.
Em 2017, o município alcançou o melhor Ideb do Brasil nos anos iniciais e finais do ensino fundamental, com nota 9,1 e 7,2, respectivamente, entre os mais de 5 mil municípios avaliados no País.
http://www.cuiaba.mt.gov.br/

terça-feira, 26 de março de 2019

Mec revoga Portaria que estabelece diretrizes do SAEB.

PORTARIA Nº 689, DE 25 DE MARÇO DE 2019

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso IV, da Constituição, o Decreto nº. 8.821, de 26 de julho de 2016, bem como o Decreto nº 9.665, de 2 de janeiro de 2019, resolve:

Art. 1º Tornar sem efeito a Portaria nº 271, de 22 de março de 2019, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP, que "Estabelece as diretrizes de realização do Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB) no ano de 2019", publicada no Diário Oficial da União nº 57, em 25 de março de 2019, Seção 1, páginas 59 e 60.

Art 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
RICARDO VÉLEZ RODRÍGUEZ

segunda-feira, 25 de março de 2019

Professores cruzam os braços no dia 24/04 contra falta de condições de trabalho e aprovam indicativo de greve

Da Redação - Fabiana Mendes e José Salvani
O Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT) irá paralisar as atividades por 24 horas no próximo dia 24 de abril, por conta da falta de condições de trabalho e também contra a reforma da Previdência proposta pelo Governo Federal. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral na tarde desta segunda-feira (24), Escola Estadual Professor Nilo Póvoas, em Cuiabá. 

A categoria deverá aguardar até o dia 20 do mesmo mês para que o Governo Estadual atenda as demandas. No entanto, já existe o indicativo de grave, que pode ser deflagrada a qualquer momento, caso exista movimentação para retirada de direitos, afirma o sindicato.
 
O sindicato aponta que o indicativo de greve aconteceu diante do que eles chamam de desmonte da educação pública na rede estadual, frente a falta de condições de infraestrutura das escolas, ausência profissionais nas unidades para atender a demanda, problemas com recursos da merenda escolar e, até mesmo falta de material administrativo, como papel para impressão de provas. O debate ocorre as véspera da data-base da categoria, no mês de maio. 
 
O presidente do Sintep, Valdeir Pereira, disse ao Olhar Direto que a paralisação geral nos 103 municípios pode não ser deflagrada, caso o Governo cumpra a política de isenção e renuncia fiscal. “Só basta o Governo cumprir o que está estabelecido na Constituição do Estado, que diz que na política de isenção e renuncia fiscal, os recursos da educação devem ser preservados. Que ele teria recurso suficiente para reformar e construir escolas no Estado inteiro. Só basta essa politica”, afirma.
 
O professor Francisco Santino da Silva, de 60 anos, atua como professor há 32 anos. Ele é favorável à greve. “Por mim, seria agora. Mas como tem todo esse contexto, a gente tem que entrar em um consenso e fazer com que esta greve seja construída em outros municípios, para termos força. A nossa luta depende da força”, contou.
 
No dia da paralisação geral estão previstos atos nas assessorias pedagógicas dos municípios e na Secretaria Estadual de Educação (Seduc), no Centro Político
Administrativo (CPA).



http://www.olhardireto.com.br/

Secretária de Educação Básica pede demissão do MEC.

A secretária de Educação Básica, Tania Leme de Almeida, pediu demissão do MEC (Ministério da Educação) após não ter sido consultada sobre a decisão de suspender a avaliação de alfabetização. 

Esta é a terceira baixa no alto escalão da pasta. A publicação da portaria com mudanças no sistema de avaliação, no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (25), foi a gota d'água para o desligamento.

Veja mais em https://reinaldoazevedo.blogosfera.uol.com.br/

SAEB 2019 avaliará 5º e 9º ano. Não terá Avaliação da Alfabetização

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O MEC/INEP publicou nesta segunda (25) a Portaria que estabelece as diretrizes de realização do SAEB. A Portaria traz uma mudança substancial em relação ao que foi estabelecido no ano de 2018: Não ocorrerá a avaliação da Alfabetização. Essa decisão contraria ao pressuposto que stá contido na antecipação da alfabetização para os sete anos de idade, ou seja, 2º ano escolar. Paradoxalmente a atual gestão criou uma Secretaria de Alfabetização indicando prioridade aos primeiros anos escolares. Cabe salientar que a última avaliação da alfabetização foi realizada em 2016 (ANA). Portanto, como será implantada uma política de alfabetização se se abre mão do diagnóstico? O que não se pretende ver? O que não interessa ver? 
O MEC também sinalizou que apresentaria uma (nova) proposta de alfabetização nos primeiros cem dias de governo. O Blog está no aguardo, mas avisa que faltam apenas quinze dias. 

Vejam alguns fragmentos da Portaria

(...)

Art. 5º Considera-se como população alvo do Saeb 2019:
I - todas as escolas públicas localizadas em zonas urbanas e rurais que possuam 10 (dez) ou mais estudantes matriculados no 5º ano e 9º ano do Ensino Fundamental e de 3ª e 4ª série do Ensino Médio.

(...)
Art. 10 A aplicação dos instrumentos do SAEB 2019 será realizada no período de 14 a 25 de outubro de 2019 em todas as unidades da federação.


Veja íntegra da Portaria nº 271/2019 que Estabelece as diretrizes de realização do Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB) no ano de 2019.



sexta-feira, 22 de março de 2019

Alunos da rede municipal de Cuiabá recebem kits de uniformes escolares

Mais de 200 mil peças começaram a ser distribuídas nas 162 unidades escolares da rede

 

A Prefeitura de Cuiabá está distribuindo os uniformes escolares aos mais de 51 mil alunos matriculados na rede municipal de Ensino. Nesta sexta-feira (22), as equipes gestoras das unidades educacionais localizadas na Regional Sul, que já receberam os kits, farão a entrega aos pais dos alunos, que serão orientados sobre o uso do uniforme, já a partir da próxima semana.
A entrega de uniformes aos alunos do município foi um compromisso do prefeito Emanuel Pinheiro à comunidade escolar e que está sendo cumprido. “Estou realizando um sonho antigo. Além de se tratar de segurança é uma forma de resgatar a autoestima dos nossos alunos e também dos professores, que terão um grande orgulho de fazerem parte desse momento muito especial, de valorização e de inclusão”, destacou Emanuel Pinheiro.
Para a distribuição de mais de 112 mil camisetas, 80 mil shorts e shorts-saias, 18 mil pares de tênis e 10 mil mochilas, em 162 unidades da rede pública municipal de Ensino, a Secretaria Municipal conta com uma força tarefa e uma grande logística montada para a distribuição que está sendo feita por Regional.
Os profissionais das unidades educacionais e da sede se mobilizaram para separar os kits. Em caminhões, os uniformes começaram a ser entregues às equipes gestoras das unidades escolares onde os uniformes foram separados por turmas para serem entregues aos pais.
Nos kits, os alunos da Educação Infantil (de 0 a 5 anos), estão recebendo 2 camisetas, 2 shorts ou shorts-saias, 1 par de tênis e uma mochila. Os alunos do 1º Ciclo (1º, 2º e 3º anos), 2 camisetas, 2 shorts ou shorts-saia e 1 par de tênis. Os alunos do 2º Ciclo (4º, 5º e 6º anos), duas camisetas e dois shorts ou shorts-saias e os alunos do 3º Ciclo (7º, 8º e 9º anos) e alunos da Educação de Jovens e Adultos, 2 camisetas.
Praticamente todas as creches, Escolas Municipais de Educação Basica (EMEBs), Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs) e Escolas Municipais de Educação Básica do Campo (EMEBCs), da Regional Sul, já receberam os kits. As entregas vão continuar durante as próximas semanas, por regionais, para todas as unidades da rede municipal de Cuiabá.
Devido a grande quantidade de peças, parte das mochilas dos alunos da Educação Infantil, de 4 a 5 anos, e os tênis para os alunos de zero a 5 anos, estão em produção. Para as crianças do berçário e maternal, serão entregues sandálias.

http://www.cuiaba.mt.gov.br/

Projeto Jovem Senador inspira estudantes de todo o país

Eduarda, estudante do ensino médio em Sinop-MT, viveu em 2016 a experiência do Projeto Jovem Senador,
tornando-se uma parlamentar durante quatro dias (Foto: Divulgação)

“Vivi coisas antes inimagináveis para mim. Em termos de conhecimento, também agregou muita coisa na minha vida”, conta a estudante de medicina Eduarda Judith Jácome Dias, que participou do Projeto Jovem Senador, em 2016. Moradora de Sinop (MT), o concurso também a ajudou a ser mais confiante. O resultado é que ela foi um dos alunos nota mil do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2017. O texto produzido por Eduarda foi citado como exemplo no Manual de Redação do Enem 2018, produzido pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (Inep).
Além disso, projeto de lei, proposto pelo grupo de Eduarda, por ocasião do Prêmio Jovem Senador de 2016, que “obriga que os produtos cosméticos e alimentícios comercializados que possuem substâncias comprovadamente cancerígenas informem o risco de desenvolvimento da doença em suas embalagens”, está em tramitação na Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor do Senado Federal. O relator foi definido na última sexta-feira, 15. A discussão e votação dos projetos em comissões faz parte do caminho da maioria das propostas antes de se tornarem leis.
Eduarda conta que nunca tinha imaginado conhecer lugares como o Congresso Nacional, que parecia tão distante pelas notícias que passam na televisão. “O projeto me mostrou que eu poderia ir além. E eu representei o meu estado. Foi uma grande honra. Isso acabou fazendo com que eu acreditasse mais em mim. E me mostrou a importância da redação”, relembra.
Eduarda também acredita que a política possa entrar em sua vida em alguns anos. “Depois de formada tenho interesse em participar da vida política, principalmente, em nível municipal. Quem sabe, não é?”, cogita.
Concurso – Estudantes do ensino médio podem ir da escola para o Senado Federal, propor projetos que se tornem leis. Quem tem até 19 anos, estuda em escola pública estadual e se interessa pela ideia deve ficar atento, pois em abril será publicado o edital com as regras para o projeto Jovem Senador. Este ano o tema será: Cidadão que acompanha o orçamento público dá valor ao Brasil. Os interessados devem aproveitar para treinar bastante a redação, pois o que escreverão – dentro dos critérios de avaliação – vai determinar a ocupação de uma das cadeiras do Parlamento este ano.
“Os estudantes saem muito transformados”, ressalta Herivelto Ferreira, coordenador de gestão de eventos do Senado. “Perdem aquela imagem mais clichê do político, entendem como o processo legislativo funciona, que é preciso entrar no debate com quem pensa diferente. Saem muito enriquecidos com o aprendizado sobre a democracia.”  
Ele destaca também o fato de os estudantes se tornarem multiplicadores do que foi aprendido. “E não são apenas os que vem pra Brasília. Mas todos aqueles que participam, que dedicam o seu tempo para pesquisar e escrever sobre o tema proposto. Eles passam a refletir e discutir com seus familiares e pensar o Brasil de uma forma diferente.”
Na classificação final, 27 jovens senadores – um de cada estado do país – vão passar uma semana em Brasília, junto com seus professores, onde participarão de diversas atividades e terão a oportunidade de conhecer como funciona o Poder Legislativo e a estrutura do Congresso Nacional.
A legislatura dos estudantes vencedores tem a duração de quatro dias e tem início com a posse e a eleição dos jovens para a Mesa Diretora da Casa. Durante esses dias, eles vão apresentar e votar projetos. Tudo de maneira oficial já que o resultado das votações será publicado no Diário Oficial do Senado.
Escolas – Para participar, as instituições de ensino são convidadas a promover um concurso de redação interno entre os alunos com o tema desta edição e enviar o melhor texto à secretaria de educação do seu estado. Três serão selecionados para representar o estado na etapa nacional. No Senado, uma comissão julgadora fará a classificação dos textos de cada uma das unidades da Federação e decidir o primeiro, o segundo e o terceiro colocados.
“O prêmio começa com o envolvimento das secretarias de educação dos estados”, explica Mara Ewbank, coordenadora geral de valorização, saúde e bem-estar dos profissionais da educação do MEC. “O desenvolvimento do tema é direcionado para que o aluno olhe o seu microambiente para poder buscar argumentos e apresentar o que seja análise, não só crítica, mas fundamentada em soluções que possam dar resposta aos problemas existentes.”  
Os autores das 27 melhores redações são automaticamente selecionados para vivenciar, em Brasília, o processo de discussão e elaboração das leis do país, simulando a atuação dos senadores da República.
O projeto faz parte do Programa Senado Jovem Brasileiro, que engloba o Projeto Jovem Senador e o Concurso de Redação do Senado Federal.  A iniciativa é do Senado Federal, com a parceria do Ministério da Educação, do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e o apoio das secretarias de educação dos estados e do Distrito Federal.
Assessoria de Comunicação Social
http://portal.mec.gov.br/

Declaração para um novo ano

20 para 21  Certamente tivemos que fazer muitas mudanças naquilo que planejamos em 2019. Iniciamos 2020 e uma pandemia nos assolou, fazendo-...