terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Pais e professores reformam salas de aula de escola pública em situação precária em Cuiabá

Pais fizeram reparos nas paredes de quatro salas de aula da Escola Municipal Educação Básica Ana Tereza Arcos Krauze. Prédio está com buracos na parede, salas mofadas, forro do teto caindo e outros problemas estruturais


Por G1 MT

Pais pintaram a parede da escola — Foto: Mário Benevides/ Arquivo pessoal
Pais de alunos e professores reformaram as salas de aula da Escola Municipal Educação Básica Ana Tereza Arcos Krauze, no Bairro Jardim Industriário II, em Cuiabá. Com doações de lojas de materiais de construção, os pais dos estudantes reformaram quatro salas de aula com as próprias mãos.
Quatro salas foram reformadas pelos pais nos dias 2 e 3 deste mês. Os pais ainda higienizaram dois condicionadores de ar e limparam as salas de aula. E, na semana passada, um grupo de professores terminou de pintar o restante das salas, com tintas compradas pela escola. Ao todo, foram pintadas 16 salas.
Conforme Mário Benevides, morador que ajudou os pais na reforma, a escola está em estado precário e sem condições de uso. O imóvel está com buracos na parede, salas mofadas, forro do teto caindo, e outros problemas estruturais.
Sem condições de lecionar nas salas de aula, os professores ministram aulas em um antigo Centro Comunitário, nos fundos das dependências, que também está em situação precária.
''O lugar não tem janelas, nem ventilação, as salas estão mofadas e, quando chove, molha tudo. As crianças ficam sufocadas. Lá parece um presídio'', explicou Mário.
A ideia da reforma partiu de uma conselheira escolar, que reuniu os pais e pediu as doações em forma de materiais de construção. Os materiais utilizados custaram menos de R$ 600.
As salas reformadas receberam uma camada de argamassa e pintura. Ficou faltando uma sala. A obra começou a receber os reparos, mas a obra parou por falta de materiais.
Segundo Mário, a escola não é reformada há pelos menos 10 anos e precisa urgentemente de uma reforma geral. A reforma foi em protesto, pois os pais estão indignados com a situação precária que a escola se encontra.
Mário se diz indignado com a posição da prefeitura. "Eu acho um descuido do poder público e da prefeitura a situação em que está a escola. O nosso futuro são nossas crianças e sem ensino de qualidade, não teremos futuro", criticou.

Mutirão interno

Paredes foram pintadas — Foto: Mário Benevides/ Arquivo pessoal
A diretora da escola, Olinda Gonçalves, disse ao G1 que, depois da ação dos pais, ela e os professores fizeram um 'mutirão interno' e pintaram todas as 16 salas de aulas da escola.
Olinda disse que os recursos utilizados na compra das tintas utilizadas pela reforma feita pelos professores foi comprada pelo município e que sempre é disponibilizado recurso.
Sobre a reforma feito pelos pais, a diretora disse que permite que as famílias façam pequenos reparos, como pintura, que sempre é oferecida, porque a escola precisa e é uma forma dos pais contribuírem com a educação dos filhos.
"Se uma torneira quebrar e um pai de aluno oferecer ajuda, eu vou lá compro a torneira com o dinheiro da escola e deixo ele consertar. Não vejo problema nenhum nisso'', explicou.
Ela disse que só autorizou a ação porque tem receio da burocracia exigida para uma reforma, pois a escola é grande e demoraria muito tempo. "Mas já está licitada (a obra) e todos os documentos estão feitos para a reforma da escola, só estamos aguardando'', alegou.

Nota no Ideb

Professores também participaram do mutirão
 — Foto: Olinda Gonçalves/ Arquivo pessoal
A escola obteve pela quarta vez consecutiva a nota 8.0 no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), sendo a melhor nota das escolas públicas de Mato Grosso e está entre as 10 melhores do Brasil, segundo Olinda Gonçalves.
A diretora disse ainda que foi feita uma reforma no teto do complexo de salas situadas no fundo da escola e que o local está em condições favoráveis para utilização.
A escola possui cerca de 820 alunos e funciona nos dois períodos, manhã e tarde. Por enquanto a escola está sem funcionários e professores do segundo e quarto ano, mas a contratação está sendo feita.
Em nota, a Secretaria Municipal de Educação informou que determinou uma verba para reparos emergenciais na unidade e que fosse liberada.
Em 2018, a Escola Ana Teresa Arcos Krause passou por três manutenções na rede elétrica e telhado da unidade para corrigir os problemas de goteiras.
Para resolver os demais problemas estruturais, a escola foi incluída no pacote de reformas da Prefeitura de Cuiabá que há previsão início em breve — ainda falta a aprovação da licitação.
O pacote visa possibilitar obras maiores de unidades escolares com estrutura antiga. Somente para esta unidade serão investidos R$ 2,8 milhões para a reforma, segundo a assessoria da prefeitura.

Escolas municipais

Cuiabá tem 81 Escolas Municipais de Educação Básica (EMEB) urbanas e oito do campo; 51 unidades de creche e 22 Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs).
No ano de 2018, foram mais de 51 mil estudantes matriculados e esse ano não foi totalizada a qualidade de alunos matriculados nas redes de ensino públicas do município.
https://g1.globo.com/mt/mato-grosso/

Mais de 50 mil alunos da rede municipal recebem uniformes e material escolar

O kit inclui, dependendo da idade, mochila, tênis, camisetas, shorts e shorts-saias

 
Fotos: Jorge Pinho
O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, afirmou que os alunos da rede municipal de Educação irão receber uniformes e material  escolar. A Secretaria Municipal de Educação está organizando os kits para serem entregues.
Ao todo, são mais de 50 mil crianças matriculadas nas unidades educacionais do Município. De acordo com Emanuel Pinheiro, a entrega de uniformes e material escolar gratuitamente aos estudantes matriculados na rede é a realização de um sonho que o acompanha desde quando era deputado estadual. “Sempre entendi que o uniforme escolar, além de uma identidade, de uma possibilidade de identificação por motivo de segurança, serve também de resgate e valorização da criança e, principalmente de um atendimento social, a uma parcela vulnerável da sociedade“, disse o prefeito durante a solenidade que abriu o ano letivo na Capital, na semana passada. 
A partir da próxima semana, gradualmente, os alunos de 0 a 5 anos, da Educação Infantil, irão receber mochila, duas camisetas e dois shorts ou dois shorts-saias. Para os alunos do 1ª ciclo (de 6 a 9 anos), serão entregues duas camisetas, dois shorts ou dois shorts-saias, além de um par de tênis e para o 2º Ciclo (de 9 a 14 anos), inclusive os alunos da Educação de Jovens e Adultos, receberão duas camisetas. Em março, serão entregues os materiais escolares.
“Isso vai acontecer até o final da minha gestão e o próximo prefeito deve avançar mais ainda no cuidado e no amor para com as nossas crianças”, disse Emanuel Pinheiro.
No total, serão distribuídos 112 mil camisetas, 80 mil shorts e shorts-saias, 18 mil pares de tênis e 10 mil mochilas. 

http://www.cuiaba.mt.gov.br/

Estado não vai dar uniformes aos 390 mil estudantes de MT para o ano letivo de 2019

Mais de 390 mil alunos devem voltar às aulas na rede estadual de MT nesta 2ª — Foto: Junior Silgueiro Seduc/MT
Os mais de 390 mil alunos da rede estadual de Mato Grosso vão ficar sem receber uniformes neste ano letivo. A informação foi confirmada pelo governo do estado, por meio de nota na Secretaria Estadual de Educação (Seduc). Se no decorrer do ano letivo o estado tiver dinheiro, poderá entregar os uniformes, mas não há garantia.
Conforme a nota, as escolas que ainda tiverem uniformes guardados de anos anteriores podem distribuí-los aos alunos.
De acordo com a assessoria, todas as escolas estaduais foram comunicadas da não distribuição dos uniformes este ano. As escolas podem confeccionar os uniformes para seus alunos, no entanto, é preciso que isso seja acordado com a comunidade escolar. Por meio de reuniões, as escolas devem conversar com os pais sobre o assunto e os mesmos devem estar de acordo com a aquisição dos uniformes
Além disso, segundo a Seduc, as unidades escolares têm autonomia de colocar a logomarca da própria escola nas camisetas. Isso facilita a identificação do aluno na hora de entrada e confirma que o mesmo estuda na unidade. Como as escolas pagam pelo serviço, o total é repassado aos estudantes num valor simbólico que varia de R$ 3 a R$ 5, por uniforme.
O valor cobrado será revertido para a própria unidade escolar para ser investido em melhorias e projetos pedagógicos.
A Seduc orienta as escolas a não impedirem que os alunos assistam às aulas se estiverem sem uniformes.

https://g1.globo.com/

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

CENSO ESCOLAR: País tem disparidade entre anos iniciais e finais do fundamental

Dados do Censo Escolar 2018 revelam: 70,6% das escolas de educação básica oferecem alguma etapa do ensino fundamental, o que corresponde a 128,4 mil estabelecimentos de ensino. Existem quase duas escolas de anos iniciais (primeiro ao sexto ano) para cada escola de anos finais (sétimo ao nono ano). Em 2018, foram registrados 27,2 milhões de matrículas no ensino fundamental. Esse número é 4,9% menor do que o número de matrículas registrado para o ano de 2014. A queda foi mais intensa nos anos finais do que nos anos iniciais.
Anos iniciais – O acesso aos anos iniciais está universalizado, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua 2017, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nessa etapa, o atendimento escolar é de 99,2% da população com a faixa etária adequada: de 6 a 14 anos. Com 10,3 milhões de alunos, a rede municipal tem uma participação de 67,8% no total de matrículas dos anos iniciais e concentra 83,5% dos alunos da rede pública. Além disso, 18,8% dos alunos frequentam escolas privadas.
A rede privada cresceu 4% entre 2014 e 2018. As escolas com oferta dos anos iniciais do ensino fundamental são, predominantemente, estabelecimentos pequenos: 39,5% das escolas que oferecem anos iniciais têm até 50 alunos e apenas 3,9% têm mais de 500 matrículas.

Rendimento – Um dos aspectos que têm impacto na distribuição e no contingente de alunos na educação básica é o comportamento dos indicadores de rendimento escolar. No ensino fundamental, há diferenças expressivas entre as taxas de aprovação por série. Apesar de superiores nos anos iniciais, preocupa a baixa aprovação no terceiro ano, etapa típica de um aluno de 8 anos de idade e no final do ciclo de alfabetização. A alfabetização ao final do terceiro ano do ensino fundamental é meta do Plano Nacional de Educação (PNE).

Os dados do Censo mostram que 96,9% dos alunos no primeiro ano do ensino fundamental estão na idade adequada para a série, independentemente da rede ou da localização da escola. A elevação considerável da distorção idade-série no quinto ano mostra que a trajetória dos alunos, já nos anos iniciais, é irregular. A rede privada se destaca como a rede de maior sincronismo idade-série.
Os dados do Censo Escolar 2018 foram apresentados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) em 31 de janeiro. Principal pesquisa estatística sobre a educação básica, o Censo Escolar é coordenado pelo Inep e realizado em regime de colaboração entre as secretarias estaduais e municipais de educação. Com a participação de todas as escolas públicas e privadas do país, abrange as diferentes etapas e modalidades da educação básica: ensino regular, educação especial, educação de jovens e adultos (EJA) e educação profissional.

Resultados 
– Todos os dados do Censo Escolar 2018 estão disponíveis no Portal do Inep, em diferentes formatos. As notas estatísticas resumem os principais resultados, enquanto as sinopses estatísticas, por meio de tabelas, trazem dados desagregados por estado e município. Já os microdados permitem cruzamentos de variáveis diversas a partir de programas estatísticos. Também estão atualizados os indicadores educacionais de média de alunos por turma, indicadores de adequação da formação do docente, percentual de funções docentes com curso superior, média de horas-aula diária, indicador de complexidade de gestão da escola, indicador de esforço docente, indicador de regularidade do docente, taxa de distorção idade-série. Nos próximos dias o Inep publicará o Resumo Técnico do Censo Escolar 2018.
Assessoria de Comunicação Social
http://portal.mec.gov.br/

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Projeto Muxirum busca diminuir taxa de analfabetismo em comunidades carentes

Em 2018, a Seduc atendeu 6 mil alunos, com 608 turmas formadas e 409 professores alfabetizadores. Proposta é ampliar público atendido na edição deste ano.

Adilson Rosa | Seduc MT 

Com o objetivo de levar a alfabetização a cada vez mais municípios de Mato Grosso, uma equipe do Muxirum da Alfabetização, da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), está participando da 12ª edição do projeto Ribeirinho Cidadão.
No próximo dia 13, haverá atendimento em Poconé (a 104 quilômetros ao sul de Cuiabá) para levar mais serviços. Em 2018, o Projeto Muxirum somou cerca de 6 mil alunos matriculados e 608 turmas formadas, que foram atendidas por 409 alfabetizadores participantes.
Para o superintendente de Políticas da Educação Básica, Márcio Tadeu Magalhães, o evento é importante porque leva a estrutura do Estado para mais perto do cidadão.  “Este ano, estamos nos organizando para atender um número ainda maior de alunos que nos anos anteriores”.
O projeto da Educação vai disponibilizar um estante, onde apresenta à população o trabalho e as atividades desenvolvidas na alfabetização de adultos e idosos. “Também procuramos localizar nosso público-alvo, durante essas exposições”, explicou Manoel Satiro, técnico da Seduc. Compõem a equipe ainda Romildo Gonçalves e Elen Prates.
A abertura desta edição do Ribeirinho Cidadão ocorreu na segunda-feira (04), em Santo Antônio do Leverger (a 34 quilômetros ao sul de Cuiabá). O projeto é desenvolvido pelo Tribunal de Justiça (TJ) e Defensoria Pública, em parceria com o Governo do Estado. O objetivo é levar serviços de cidadania, jurídicos e médicos para comunidades ribeirinhas de Santo Antônio do Leverger, Poconé e Barão de Melgaço.
Muxirum
Tem como meta diminuir a taxa de analfabetismo em Mato Grosso, alfabetizando adultos e idosos. O curso tem duração de 270 horas, distribuídas em seis meses, com carga horária mínima de 10 horas semanais. A ação é desenvolvida em parceria com as prefeituras municipais, igrejas, sindicatos, clubes de serviços, sindicatos rurais e outros segmentos organizados da sociedade mato-grossense.
http://www.mt.gov.br/web/seduc/

Competências para uma educação integral

Mozart Neves

Um estudo sobre o futuro do trabalho da consultoria global McKinsey & Company revela que seis em cada dez trabalhos podem ter mais de 30% de suas atividades automatizadas. No cenário mais modesto, isso poderá impactar, até 2030, a atividade laboral de 400 milhões de pessoas em todo o mundo. No Brasil, a estimativa é que o efeito da automação atinja cerca de 16 milhões de brasileiros, especialmente os jovens que não tiveram acesso a uma educação de qualidade.
Esse novo cenário vai exigir um aumento de qualidades humanas, como a criatividade, o trabalho em equipe, a persistência, a abertura ao novo, a comunicação e o pensamento crítico, entre outras. Por isso, a oferta de uma educação com significado, que seja capaz de desenvolver o potencial pleno das pessoas, torna-se condição imperativa para o acesso aos postos de trabalho atuais e futuros.
Isso requer uma educação que vá além do desenvolvimento de competências cognitivas, mas que seja capaz de introduzir, de forma articulada com estas, as chamadas competências socioemocionais, na perspectiva do desenvolvimento pleno de nossos educandos, em conformidade com o Artigo 2º da LDB (A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho). Quando essa articulação ocorre no contexto do currículo escolar, e de forma intencional, é o que chamamos de educação integral.
Vários estudos mostram que estudantes mais responsáveis, colaborativos, persistentes, curiosos e resilientes aprendem mais, concluem seus estudos básicos na idade certa e saem da escola preparados para seguir aprendendo ao longo da vida. Na idade adulta, tornam-se cidadãos mais conscientes e participativos, trabalhadores mais éticos, produtivos e realizados, enfim, seres humanos mais aptos a fazerem boas escolhas e usufruírem delas.
Espera-se assim que as escolas preparem as nossas crianças e os nossos jovens para uma educação que seja capaz de desenvolver tais competências e que não seja mais uma disciplina, mas uma nova forma de ensinar e de aprender – o que significa, por outro lado, a necessidade de dar um novo significado à formação do professor.
Por isso, cabe agora ao Conselho Nacional de Educação (CNE), a partir do encaminhamento feito pelo Ministério da Educação (MEC), em dezembro último, elaborar as novas diretrizes para formação docente. Um trabalho que vai exigir uma grande articulação com todos os atores envolvidos com a educação brasileira, das universidades às secretarias de educação, incluindo os conselhos estaduais e municipais de educação. Creio que seja esta a mais importante tarefa, dentre várias, do CNE para o ano em curso.

Sobre o autor

Diretor de Articulação e Inovação do Instituto Ayrton Senna. Foi reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), secretário de Educação de Pernambuco (2003-2006) e presidente do Consed (Conselho Nacional de Secretários de Educação). Foi presidente executivo do Todos Pela Educação (2007-2010)
https://istoe.com.br/

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Assembleia geral delibera pela construção da greve na rede estadual de educação

Os trabalhadores e as trabalhadoras da Educação estadual de Mato Grosso decidiram, por unanimidade, aprovar as deliberações do Conselho de Representantes do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT). Em Assembleia Geral realizada hoje, segunda-feira (04.02), decretaram o Estado de Greve, com Assembleia Permanente, paralisação estadual unificada, em 12 de fevereiro, e realização de novo Conselho em março.
“O estado de alerta é um indicativo para o governo reavaliar a postura e buscar uma negociação”, esclarece o presidente do Sintep/MT, Valdeir Pereira. Ao mesmo tempo, destacou que, há necessidade da construção do movimento paredista, que não ocorre de forma imediata. 
Uma mobilização unificada está marcada para o dia 12 de fevereiro. A coordenadora do Fórum Sindical, presente na Assembleia do Sintep/MT, Edna Sampaio, representantes da Associação dos Docentes da Universidade de Mato Grosso (Adunemat) ressaltou a importância da participação do Sintep na mobilização. “Será a primeira grande paralisação de alerta contra as medidas do governo Mauro Mendes e a participação dessa categoria é fundamental”, disse. 
Desmonte
Foi unânime nas diversa explanações realizadas pelos profissionais da educação, assim como pelos representantes da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), do Fórum Sindical, e da Central Única dos Trabalhadores, em Mato Grosso (CUT-MT), a inviabilidade dos direitos da classe trabalhadora, com as políticas implementadas pelos governos federal e estadual. 
“Em Mato Grosso o pacote de Mauro Mendes já congelou os salários dos servidores com o calote da RGA de 2018, e a suspensão da revisão pelos próximos dois anos”, disse dirigente e secretário de redes municipais, Henrique Lopes. Lopes lembrou que o ataque a educação se estende a política da Dobra do Poder de Compra, quando não paga a RGA, e também via decreto de calamidade financeira, que impede o cumprimento das leis de carreira. 
A avaliação apontou que as medidas não atacam apenas os servidores da ativa, compromete também os aposentados, devido a paridade. “Se aprovada a lei da Reforma da Previdência do governo Bolsonaro, as perdas serão ainda maiores, pois colocará fim na paridade salarial e ampliará o percentual de desconto previdenciário, para aqueles que recebem acima do teto”, alerta o presidente Valdeir.
Moções
Durante a Assembleia foram encaminhadas para votação duas moções. A primeira contra a Reforma da Previdência do governo Bolsonaro, e a segunda, em apoio a mobilização unificada dos servidores da cidade de São Paulo. Segundo ressaltaram as falas dos militantes toda a atenção é necessária, pois os ataques  atingirão todos os direitos da classe trabalhadora.
Confira as fotos no facebook do Sintep/MT 
Assessoria/Sintep-MT

http://sintep2.org.br/

MT: Governo divulga calendário de pagamento parcelado dos servidores do Estado

O Governo do Estado definiu, na noite desta segunda-feira (04.02), as datas dos pagamentos dos salários dos servidores estaduais.
Ao contrário do que ocorreu com o pagamento de dezembro, quando os salários foram pagos de acordo com o valor da remuneração dos servidores, os salários de janeiro contemplarão todos os servidores, por faixa de valor, já na primeira data de pagamento.
O primeiro pagamento ocorrerá na próxima segunda-feira (11), quando o Governo depositará até R$ 5 mil para todos os servidores ativos, aposentados e pensionistas, no valor total de R$ 330.005.909,94.
Com esse procedimento, 65% dos servidores receberão seus salários integralmente.
Para os servidores ativos, aposentados e pensionistas que recebem acima de R$ 5 mil, haverá outras duas parcelas.
Uma no dia 14 de fevereiro, quando será pago mais R$ 1.800,00 a todos eles, no total de R$ 59.268.056,00, quitando ao todo 75% dos servidores.
A quitação da última parcela ocorrerá no dia 25 e servirá para pagar o restante dos valores aos servidores que recebem acima de R$ 6.800,00, no total de R$ 59.268.056, 00, liquidando toda a folha de janeiro de 2019.
Já no dia 28, será paga a segunda das quatro parcelas do 13º salário remanescentes de 2018, para quem nasceu nos meses de novembro, dezembro e os servidores comissionados não efetivos.

http://www.mt.gov.br/-/

Ministro defende ensino cívico e fala sobre desafios da nova gestão

A importância do ensino cívico, da infância à universidade, é o tema do primeiro Bate-papo com o professor Vélez, programa semanal que estreia nesta segunda-feira, 4, nas plataformas institucionais do Ministério da Educação. O próprio ministro, professor Ricardo Vélez Rodríguez, apresentará o trabalho, os desafios e as realizações da nova gestão da pasta a toda sociedade, de forma democrática.
Nesta primeira semana, o ministro destaca a importância de uma educação para a cidadania tanto no ensino básico e fundamental quanto nas universidades. “Eu acho que seria necessário voltarmos a valorizar a educação cívica, a educação para a cidadania, que é a base do comportamento que sedimenta a vida comunitária”, diz.
De acordo com o ministro, o futuro profissional deve saber quais são suas responsabilidades decorrentes do ofício que escolheu seguir. “É uma espécie de prestação de serviço social”, defende Vélez Rodríguez. Nessa perspectiva, o ministro afirma que dará atenção especial às regiões menos desenvolvidas do país que foram esquecidas e precisam ser incorporadas à vida nacional.
Trajetória – Durante o programa, o ministro fala também sobre sua trajetória, há mais de 30 anos, como professor na Colômbia e no Brasil. “Ricardo Vélez Rodríguez é, antes de mais nada, um professor. Na minha vida, quando eu era estudante de segundo grau, eu li um livro que me cativou: A arte de ensinar. E esse livro me mostrou como ser professor é apaixonante.”
Vélez Rodríguez descreve, ainda, sua primeira conversa com o presidente da República, Jair Bolsonaro, ao aceitar o cargo de ministro da Educação. “O presidente me perguntou: ‘você tem faca nos dentes para enfrentar a guerra em defesa da educação?’ Eu falei: presidente, faço isso há 30 anos.”

Veja o vídeo
Assessoria de Comunicação Social
http://portal.mec.gov.br

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Repasse de recursos do FUNDEB (Mato Grosso e Cuiabá)


Recursos recebidos através do FUNDEB


A SEDUC recebeu em janeiro/2019, R$ 152.383.155,69 do FUNDEB. 

Esse valor é 10,7% superior ao recebido no mesmo mês de 2018. 


Para Cuiabá, o repasse do FUNDEB para o primeiro mês de 2019 foi de  R$ 20.371.529,63. 

Em Janeiro de 2018 o valor foi R$ 18.189.430,40. Portanto, em 2019 o acréscimo foi de 11,9%. 

Fonte: Banco do Brasil

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Resultados do Censo Escolar 2018

As matrículas em tempo integral do ensino médio subiram 17,8% no último ano. A educação infantil, principalmente em creche, e a educação profissional também estão em expansão. Enquanto a matrícula na educação técnica de nível médio teve um crescimento de 4,3%, de 2017 para 2018, na creche o crescimento foi de 5,3%. Os dados são do Censo Escolar 2018 e foram apresentados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) em coletiva de imprensa no final da manhã desta quinta-feira, 31 de janeiro, em sua sede, em Brasília (DF). Participaram o presidente do Inep, Marcus Vinícius Rodrigues; o secretário-executivo do MEC, Luiz Antônio Tozi; e o diretor de Estatísticas Educacionais, Carlos Eduardo Moreno Sampaio.
Todos os dados estão disponíveis no Portal do Inep, em diferentes formatos. As Notas Estatísticas resumem os principais resultados; enquanto as Sinopses Estatísticas, por meio de tabelas, trazem dados desagregados por estado e município. Já os Microdados permitem cruzamentos de variáveis diversas a partir de programas estatísticos. Também já foram atualizados os seguintes Indicadores Educacionais: Média de Alunos por Turma, Indicador de Adequação da Formação do Docente, Percentual de Funções Docentes com Curso Superior, Média de Horas-Aula Diária, Indicador de Complexidade de Gestão da Escola, Indicador de Esforço Docente, Indicador de Regularidade do Docente, Taxa de Distorção Idade-Série. Nos próximos dias o Inep publicará o Resumo Técnico do Censo Escolar 2018.
Tempo Integral – O percentual de alunos do ensino médio que permaneceram pelo menos 7 horas diárias em atividades escolares, o que caracteriza o tempo integral, passou de 7,9%, em 2017, para 9,5% em 2018. Atender em tempo integral pelo menos 25% dos alunos da educação básica até 2024 é uma das metas do Plano Nacional de Educação. Programas do Governo Federal como o “Mais Educação” têm impulsionado a ampliação dessa oferta como mostram os resultados do Censo Escolar. Os desafios, entretanto, ainda são expressivos para o atingimento da meta.
Educação Infantil – O número de matrículas na educação infantil cresceu 11,1% de 2014 a 2018, atingindo 8,7 milhões em 2018. Esse crescimento foi decorrente, principalmente, do aumento das matrículas da creche. Na faixa etária adequada à creche (até 3 anos de idade), o atendimento escolar é de 32,7% (Fonte: IBGE/PNADc – 2017), enquanto a meta do PNE é de 50% da população nessa faixa etária. No período de 2014 a 2018, as matrículas em creche cresceram 23,8%. Na faixa etária adequada à pré-escola (4 e 5 anos), o atendimento escolar é de 91,7% (Fonte: IBGE/PNADc – 2017). O Plano Nacional de Educação estabelece a universalização do atendimento escolar nessa faixa etária.
Educação Profissional – O número total de matrículas da educação profissional aumentou 3,9% em relação ao ano de 2017. As modalidades que mais cresceram foram a concomitante e a integrada ao ensino médio, com 8% e 5,5% respectivamente. O incremento nas matrículas da educação profissional técnica de nível médio (4,3%) está em sintonia com a meta do PNE, que propõe triplicar a oferta de educação profissional técnica de nível médio, com 50% da expansão no segmento público.
Educação Especial – O Censo Escolar 2018 revela avanços também na educação especial. O número de matrículas de alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e/ou altas habilidades/superdotação em classes comuns (incluídos) ou em classes especiais exclusivas chegou a 1,2 milhão em 2018, um aumento de 33,2% em relação a 2014.  Esse aumento foi influenciado pelas matrículas de ensino médio que dobraram durante o período. Considerando apenas os alunos de 4 a 17 anos da educação especial, verifica-se que o percentual de matrículas de alunos incluídos em classe comum também vem aumentando gradativamente, passando de 87,1% em 2014 para 92,1% em 2018.
Outros números – O Censo Escolar 2018 registrou 48,5 milhões de matrículas nas 181,9 mil escolas de educação básica brasileiras. São 1,3 milhão estudantes a menos que em 2014, o que representa uma redução de 2,6% em cinco anos. Só no ensino médio o número total de matrículas reduziu 7,1%. Segundo Carlos Eduardo Moreno Sampaio, diretor de Estatística Educacionais do Inep, o total de matrículas do ensino médio segue tendência de queda nos últimos anos. “Isso se deve tanto a componentes demográficos, quanto à melhoria no fluxo no ensino médio, no qual a taxa de aprovação subiu três pontos percentuais de 2013 a 2017. A queda também pode ser explicada pelas altas taxas de evasão e da migração de alunos para a Educação de Jovens e Adultos (EJA)”, explica.
O percentual de alunos com idade superior à recomendada para a série na qual estão matriculados confirma a necessidade de mudanças como as previstas no Novo Ensino Médio. A distorção idade-série se torna mais intensa a partir do terceiro ano do ensino fundamental e se acentua também no sexto ano do ensino fundamental e na primeira série do ensino médio. A taxa de distorção idade-série alcança 11,2% das matrículas nos anos iniciais do ensino fundamental, 24,7% nos anos finais e 28,2% no ensino médio. Além disso, a taxa de distorção do sexo masculino é maior que a do sexo feminino em todas as etapas de ensino.
Censo Escolar – Principal pesquisa estatística sobre a educação básica, o Censo Escolar é coordenado pelo Inep e realizado em regime de colaboração entre as secretarias estaduais e municipais de educação. Com a participação de todas as escolas públicas e privadas do país, abrange as diferentes etapas e modalidades da educação básica: ensino regular; educação especial; educação de jovens e adultos (EJA); e educação profissional.
http://portal.inep.gov.br/

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Dados do Censo Escolar 2018 serão divulgados nesta quinta-feira, 31 de janeiro

Os dados do Censo Escolar 2018 serão divulgados nesta quinta-feira, 31 de janeiro, pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Serão disponibilizadas, no Portal do Inep, as Notas Estatísticas, com dados gerais sobre o Censo Escolar; os Microdados, que permitem cruzamentos de variáveis diversas a partir de programas estatísticos; e as Sinopses Estatísticas, com dados desagregados por estado e município.
O Censo Escolar revela a realidade da Educação Básica no Brasil, com dados da educação infantil, ensino fundamental e médio, educação de jovens e adultos, educação especial, educação em tempo integral e educação profissional. Os dados contemplam número de escolas, matrículas e docentes; além de características como equipamentos, infraestrutura, porte, localização, espaços de aprendizagem, dependência administrativa e etapas de ensino.
http://portal.inep.gov.br/
Uma das alunas conquistou 980 pontos e quer tentar uma vaga para o curso de medicina na UFMT
Adilson Rosa | Seduc MT 


Com o melhor Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) das escolas públicas do Estado de Mato Grosso, a Escola Estadual Plena João Sato, localizada no município de Araputanga (a 345 quilômetros a oeste de Cuiabá) também se destacou no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Dez estudantes que concluíram o ensino médio obtiveram notas entre 900 e 980 pontos na redação do último exame, perto da nota máxima que é 1000.
Outros 15 alunos conseguiram mais de 750 pontos, confirmando o excelente trabalho desenvolvido pelos profissionais da educação durante o ano letivo.
Essas notas possibilitam que esses estudantes almejem uma vaga nos cursos mais concorridos da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) ou na Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat).
A melhor nota foi conquistada pela estudante Brenda Ferreira, que tirou 980 pontos. Com uma nota tão elevada, ela pretende fazer um curso superior na área da saúde, como medicina na UFMT ou na Unemat.
Ela conta que não esperava uma nota tão alta para um tema tão complexo (manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet). “Aos poucos fui desenvolvendo a questão argumentativa e consegui fluir”, comemora.
Dedicação
Com 960 pontos, a estudante Ingrid Barros também pretende cursar medicina ou enfermagem em uma das duas universidades públicas de Mato Grosso ou em uma faculdade particular, pelo Programa Universidade para Todos (Prouni).
Para chegar a essa pontuação, ela conta que fez reforço particular em Cáceres, mas estudou com afinco na EE João Sato. Ela lembra que a escola e a professora de língua portuguesa Marlene das Graças Dias a ajudaram psicologicamente e também proporcionaram debates sobre possíveis temas que seriam cobrados na redação. “A professora deu várias dicas sobre os temas que poderiam cair na redação. Eu procurava ler sobre todos esses temas. Essas dicas foram fundamentais”, frisa.
Para a estudante, as notas altas estimulam os colegas a se empenhar. Ela enfatiza que a escola abre oportunidade para todos, mas é preciso que o estudante também tenha vontade.
Para Lorena Barros, que pontuou 900 na redação, a escola a motivou, trabalhando com várias temáticas. “A Escola João Sato trabalha com a gente um projeto de vida. E com isso, meu plano era buscar uma boa nota e conseguir um curso que me agradasse”, frisa.
A lista dos alunos com notas elevadas no Enem se completa com Kauane Delfonso e Darletuzanny Dayane, ambas com 960 pontos; Marcos Vinícius e Thamara Cabral, com 940 pontos, Matheo Bonúcia com 920; Karolyne Araujo e Grabielly Maria com 900 pontos. Os três alunos que tiraram 800 pontos foram Milena Campos, Eduarda Salomé e José Eduardo.
Trabalho Árduo
Para a diretora da EE João Sato, Maglaine Pereira de Souza Cuim, os resultados positivos não vieram por acaso, mas sim com muito trabalho. Em 2017, a unidade passou a ser Escola Plena e com o novo sistema de ensino, a equipe traçou um planejamento para que os alunos tivessem um bom desempenho no final do ensino médio, obtendo uma boa nota no Enem. “Fizemos um plano de ação para que contemplasse o desenvolvimento das habilidades dos alunos”, explica.
Para isso, contou com o trabalho das duas professoras de língua portuguesa – Viviane dos Santos Leandro e Marlene das Graças Dias - e o horário das aulas foi diversificado entre os dois turnos.
Já no primeiro ano, a escola conseguiu colocar 27 dos 54 alunos do terceiro ano em universidades públicas. “Conseguimos 50% de ingresso em universidades. Este ano ainda não sabemos a nota dos alunos no Enem, mas estamos confiantes que teremos um excelente índice”, comemora.
A EE João Sato tem na sua matriz curricular a disciplina pós-médio. “Nessa aula são trabalhadas orientações vocacionais, inclusive no ano de 2017 veio um psicólogo para ministrar uma palestra sobre isso, pesquisas sobre os mais variados cursos”, explica a diretora. Ela acrescenta que o reforço das habilidades foi aplicado na disciplina chamada estudo orientado, com três aulas semanais e aulões para o Enem.
http://www2.seduc.mt.gov.br

quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Novo presidente do Inep afirma que escola deve resistir a 'ideologias e crenças inadequadas' de 'pseudointelectuais'

Por Fernanda Calgaro, G1 DF
O novo presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Marcus Vinicius Rodrigues, afirmou, nesta quinta-feira (24), que o Brasil necessita de uma nova escola com "resistência a ideologias e crenças inadequadas ou inconsequentes".
Declarou que "algumas (dessas ideias) têm origens e interpretações superficiais, de pseudointelectuais ou de um oportunismo político-partidário que levou o nosso país a uma situação insustentável."
O ex-professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) foi empossado na presença do ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez.
Durante a cerimônia, Marcus Vinicius disse também que é preciso resgatar valores de respeito à família e à pátria.

Modernização do Inep

O Inep, vinculado ao Ministério da Educação (MEC), é responsável pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e pelo Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja). Segundo Rodrigues, sob a nova gestão, o órgão será modernizado.
"Em nosso projeto, elencamos 32 ações prioritárias, desde um escritório de gestão de projetos, até uma revisão criteriosa dos indicadores de avaliações ", afirmou.
Rodrigues substitui Maria Inês Fini, que ocupava a presidência do Inep desde 2016.
A nomeação foi publicada no Diário Oficial da União na segunda-feira (21) e assinada por ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

https://g1.globo.com/educacao/noticia/

No MEC, militares devem comandar financiamento, hospitais e ensino superior

Ana Carla Bermúdez
Do UOL, em São Paulo

Membros das Forças Armadas e até mesmo da reserva remunerada dos bombeiros irão ocupar cargos no MEC (Ministério da Educação) do governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL), ficando responsáveis pelo comando de ações como o financiamento estudantil, a regulação do ensino superior presencial e a distância e o gerenciamento de hospitais universitários federais.... - 

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