segunda-feira, 18 de junho de 2018

Ministério autoriza abertura de vagas do Bolsa Permanência para indígenas e quilombolas

Resultado de imagem para indigenas unematO ministro da Educação, Rossieli Soares, autorizou, nesta sexta-feira, 15, durante agenda oficial no estado de Roraima, a abertura, para 2018, de novas vagas do Programa Bolsa Permanência (PBP), destinadas aos estudantes de etnias indígenas e quilombolas. A previsão do MEC é de que 2.500 novas bolsas possam ser concedidas aos alunos matriculados em cursos de graduação presencial, ofertados por instituições federais de ensino superior. A portaria que autoriza as novas vagas foi publicada no Diário Oficial da União.
“Estamos abrindo o sistema nesta segunda-feira, dia 18, para que os estudantes quilombolas e indígenas possam se inscrever e solicitar a bolsa permanência, atendendo a todos aqueles que precisam. É um passo importante que o Ministério da Educação e o Governo Federal decidiram e conseguiram resolver mais uma situação significativa para esta população continuar estudando”, afirmou Rossieli Soares.
As inscrições deverão ser feitas pelo site do Sistema de Gestão da Bolsa Permanência (SISBP), no período de 18 de junho a 31 de agosto. As instituições federais de ensino superior farão a análise da documentação comprobatória de elegibilidade dos estudantes ao programa e a aprovação dos respectivos cadastros no sistema de gestão entre os dias 18 de junho e 28 de setembro.
Atualmente, o valor estabelecido pelo Conselho Deliberativo do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia federal vinculada ao MEC, para os estudantes indígenas e quilombolas é de R$ 900. Para este ano, o programa está atendendo, aproximadamente 10 mil indígenas e quilombolas. Estão garantidos ao PBP recursos na ordem de R$ 150 milhões em 2018.
O programa é um importante instrumento social que tem o objetivo de ofertar educação superior a esses grupos estudantis e já beneficiou 91.580 alunos, sendo 22.130 indígenas e 7.836 quilombolas, entre os anos de 2013 e 2017. No mesmo período, foram investidos mais de R$ 438 milhões, dos quais R$ 152 milhões destinados ao primeiro grupo, e R$ 62 milhões ao segundo.
Representante da etnia indígena potiguara, do estado da Paraíba, o estudante da Universidade de Brasília (UnB), Porã Potiguara, afirmou que o aumento das bolsas é fruto da luta de indígenas e quilombolas e classificou como de extrema importância o aumento no número de inscrições. “Pleiteamos uma quantidade mínima que achamos justa e a elevação dessas bolsas é essencial para asseguramos a continuidade dos estudos nas universidades, sanando, em parte, as dificuldades financeiras que enfrentamos”, pontuou.   
Programa – O Bolsa Permanência (PBP) é um programa do Governo Federal que concede auxílio financeiro e viabiliza a permanência no curso de graduação a estudantes matriculados em instituições federais de ensino superior, em situação de vulnerabilidade socioeconômica, especialmente a indígenas e quilombolas. Os recursos são pagos diretamente aos alunos por meio de um cartão de benefício.
A finalidade da iniciativa é minimizar as desigualdades sociais e contribuir para a permanência e a diplomação desses estudantes de graduação, além de reduzir o custo de manutenção de vagas ociosas em decorrência da evasão estudantil e promover a democratização do acesso ao ensino superior de qualidade, por meio da adoção de ações complementares de promoção do desenvolvimento acadêmico.
Confira a portaria que autoriza a abertura de novas inscrições ao Programa Bolsa Permanência em 2018. 
Acesse a página do Sistema de Gestão da Bolsa Permanência.
Assessoria de Comunicação Social 
MEC

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Resultados preliminares do Saeb 2017 já podem ser acessados pelos diretores escolares

O Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) 2017 teve seus resultados preliminares disponibilizados para diretores escolares nesta quarta-feira, 13 de junho. Nessa etapa da divulgação, as escolas que participaram e que cumpriram os critérios estabelecidos pela Portaria Inep nº 447/2017 terão a oportunidade de conhecer os seus resultados preliminares e  interpor recursos caso não estejam de acordo. Apenas os diretores escolares terão acesso ao sistema de resultados preliminares e mediante cadastro no sistema. Os resultados preliminares estarão disponíveis até 13h59 (Horário de Brasília-DF) de 27 de junho.
Já os resultados finais estão previstos para agosto de 2018. Apenas as escolas e as redes de ensino que cumprirem os critérios estabelecidos pela mesma portaria terão acesso aos seus resultados finais por meio do Boletim da Escola e do Painel Educacional. Todo o conteúdo poderá ser acessado pelo Portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
Em 2017, cerca de 73 mil escolas participaram do Saeb. A novidade da edição foi a participação, de modo censitário, dos estudantes da 3ª série do Ensino Médio de escolas públicas. As escolas privadas também tiveram a oportunidade de serem avaliadas, mediante adesão. O relatório do SAEB 2017 com informações e dados dos testes e questionários aplicados está previsto para ser divulgado em dezembro deste ano.
Saeb – O Sistema de Avaliação da Educação Básica é realizado periodicamente pelo Inep avaliar a qualidade da educação ofertada no país, oferecendo subsídios para a elaboração, o monitoramento e o aprimoramento de políticas educacionais baseadas em evidências.
Clique aqui para acessar os resultados preliminares

Inep

terça-feira, 12 de junho de 2018

Infográfico: Competências Gerais BNCC


Inspirare: Competências Gerais na Base Nacional Comum Curricular

 Competências/Inspirare

Conviva realizará videoconferência sobre a Educação no Ensino Fundamental na BNCC

Conviva Educação realizará no próximo dia 19 de junho, terça-feira, uma videoconferência para tratar sobre a Educação no Ensino Fundamental na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). A videoconferência está marcada para às 16 horas e poderá ser acompanhada ao vivo por meio do link https://bit.ly/2MhDMXJ
A BNCC estabelece conhecimentos, competências e habilidades esperadas de todos os estudantes durante o processo de desenvolvimento, ao longo da escolaridade básica. Para falar sobre o assunto, o Conviva convidou representantes do Ministério da Educação (MEC) e da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime).
Como nas outras videoconferências, o Conviva permite aos interessados o envio de suas dúvidas, antecipadamente. Para tanto, elas podem ser registradas a partir do cadastro disponibilizado no link https://bit.ly/2JyCwh3.
Videoconferência sobre a Educação no Ensino Fundamental na BNCC
Dia: 19 de junho de 2018 (terça-feira)
Horário: 16h
Para enviar dúvidas, acesse o link
Acompanhe a transmissão ao vivo aqui
Fonte: Undime

terça-feira, 22 de maio de 2018

Inep abre cadastro de diretores escolares para acesso aos resultados preliminares do Saeb 2017

As escolas que participaram do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) 2017 já podem se cadastrar para conhecer seus resultados preliminares na avaliação. A partir desta segunda-feira, 21 de maio, todos os diretores ou responsáveis legais das escolas podem acessar a plataforma e realizar seu cadastro on-line. Os resultados preliminares ficarão disponíveis em breve, mas apenas para aquelas escolas que realizarem corretamente o cadastro do diretor ou responsável legal. Caso haja alguma dúvida sobre esse procedimento, contate a equipe do INEP pelo e-mail provabrasil.resultados@inep.gov.br.
Em 2017, o Saeb avaliou todos os Sistemas de Ensino, com uma população-alvo de estudantes matriculados em cerca de 73 mil escolas. A novidade da edição foi a participação, de modo censitário, dos estudantes da 3ª série do Ensino Médio de escolas públicas. As escolas privadas também tiveram a oportunidade de serem avaliadas nessa etapa, mediante adesão. Prevê-se a divulgação pública dos resultados finais para agosto, por meio do Boletim da Escola e do Painel Educacional, ambos a serem disponibilizados no Portal do Inep. Em dezembro, estima-se que gestores educacionais e sociedade tenham acesso a Relatório com dados dos resultados dos testes e questionários aplicados.
Saeb – O Sistema de Avaliação da Educação Básica é uma pesquisa de larga escala que permite a avaliação da qualidade da educação ofertada no país, bem como fornece insumos para a elaboração, o monitoramento e o aprimoramento das políticas educacionais. Seu principal objetivo é realizar um diagnóstico da educação básica brasileira, a partir da aplicação de testes cognitivos nas áreas de Língua Portuguesa e Matemática que possibilitam aferir a proficiência nessas áreas, bem como, a partir da aplicação de questionários para os estudantes, professores, diretores e escola.
Clique aqui para acessar a plataforma de cadastro


portal.inep

sexta-feira, 11 de maio de 2018

“O problema não é o método de alfabetização, é alfabetizar sem método” – Entrevista com Magda Soares

Resumo


Magda Becker Soares é uma das maiores autoridades no Brasil na área de alfabetização e letramento. Professora titular emérita aposentada da Faculdade de Educação (FAE) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Magda tem diversos livros publicados, sendo referência obrigatória para docentes e pesquisadores que trabalham com o tema do ensino e aprendizagem da leitura e da escrita. Em uma conversa descontraída, Magda aborda as motivações para a produção do livro, seu processo de escrita e pesquisa, suas experiências como consultora da rede municipal de educação do município de Lagoa Santa (MG), em que atua na formação de professores, sua visão sobre temas polêmicos relacionados à alfabetização e à história da alfabetização no Brasil, além de compartilhar um pouco de sua história de vida. 

CADERNOS CENPEC – Magda, e sobre essas polêmicas todas no Brasil hoje em relação aos gestores, particularmente aos gestores que se encantam com soluções mágicas que chegam para eles – o que você diria sobre isso? O que se poderia dizer às pessoas que formulam políticas para alfabetização e acreditam firmemente que um método vai resolver todos os problemas da alfabetização? O que você diria para que não pensem que o que você escreveu é um método?
MAGDA SOARES – Eu já não sei o que a gente tem de fazer neste país, viu? Adotam-se projetos e métodos por critérios outros que não o critério da fundamentação teórica. Nas situações em que eu aceitei falar para gestores, não abordei teorias. Sempre achei que o caminho era falar sobre o projeto de Lagoa Santa. E, com base no projeto, mostrar o que é alfabetizar por meio da comprovação pelos resultados. Então mostro como é o processo de aprendizagem da língua escrita e como agir para chegar ao sucesso, como trabalhamos e o que trabalhamos em cada situação. Mas confesso que ando muito decepcionada com os gestores neste país. Prefeitos, secretários de educação, MEC, que propõem a cada mandato projetos que não consideram o passado, que não consideram fundamentos em que o proposto se baseie. Intervenções, uma depois de outra, sem que se veja real avanço na qualidade do ensino e da aprendizagem. Não sei qual seria a solução. Estou convicta de que o caminho, embora longo, seja atuar sobre a formação inicial dos futuros alfabetizadores. O que se tem proposto como formação continuada tenta continuar uma formação que não existiu antes... continuar o quê? Mas isso significa mudar o currículo dos cursos de Pedagogia, o que se tem tentado ao longo de anos sem sucesso, ou então, quem sabe, ser criado um curso específico para formação de alfabetizadores.   

Texto completo:

cadernos.cenpec

Quais os desafios dos professores para incorporar as novas tecnologias no ensino

Da infraestrutura à formação docente, educadores contam o que precisa melhorar para que os recursos tecnológicos sejam integrados de forma efetiva em sala de aula
 
A incorporação das novas tecnologias no ensino tornou-se um dos principais debates da educação na atualidade. Robótica, jogos eletrônicos, inteligência artificial e realidade aumentada são apenas algumas das novidades que têm movimentado o mercado educacional e sido inseridas nas escolas, especialmente na rede privada.
Na realidade da sala de aula, porém, ainda há muita discussão sobre como integrar as novidades ao dia a dia escolar. Por mais que a desconfiança docente com relação ao uso das novas tecnologias venha diminuindo, ainda há muitos desafios para incorporar essas ferramentas de forma efetiva, contribuindo para a aprendizagem dos alunos.
Para compreender quais são esses obstáculos, Educação ouviu professores da educação básica, que falaram sobre o panorama da área e compartilharam suas experiências com o uso dos recursos tecnológicos em sala de aula. Entre as principais dificuldades apontadas pelos educadores está a formação docente insuficiente para a área.
“As novas tecnologias ajudam no aprendizado a partir do momento em que o professor se apropria desse conhecimento”, avalia Diego Trujillo, professor de inglês e coordenador de tecnologia no Colégio Ítalo. “Mas vejo que a formação ainda é carente. Há um desejo do professor de aprender, mas ele não sabe para onde ou como ir.”
Os números demonstram que a formação é mesmo um dos grandes desafios no que diz respeito ao uso da tecnologia. De acordo com a pesquisa TIC Educação 2016, do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), 54% dos professores não cursaram na graduação disciplina específica sobre como usar computador e internet em atividades com os alunos. Além disso, 70% não realizaram formação continuada sobre o tema no ano anterior ao levantamento. Dos que realizaram, 20% afirmaram que a capacitação “contribuiu muito” para a atualização na área.
Nesse cenário, a busca por novas formas de explorar os recursos tecnológicos acaba por depender da iniciativa do próprio professor. Na visão de Trujillo — que complementou sua formação com cursos de capacitação —, a própria escola pode ajudar a reverter o quadro oferecendo apoio ao docente. “É necessário que a equipe pedagógica tenha um especialista em tecnologia educacional. Esse é um novo profissional de extrema importância”, afirma.
Veja mais em revistaeducacao

quinta-feira, 10 de maio de 2018

SEDUC: Historiadora dedica vida a causa indígena, após imersão em aldeias das Américas

















Karina Aparecida Geraldo é jovem, mas aos 32 anos soma intensas vivências 
devido aocontato com mais de 35 grupos indígenas dentro e fora do Brasil. 
Desde muito cedo, enquanto ainda era estudante do curso de História na Unemat,
em Cáceres, se apaixonou pela diversidade das aldeias. Trancou o curso e foi 
viajar a América Latina, imergindo nas culturas da Colômbia, Venezuela, 
Argentina e Bolívia para ampliar seu conhecimento. Se encantou tanto pela 
Bolívia que desenvolveu pesquisa com o cenário social deste país e tratou sobre 
o nascimento do preconceito do camba contra os colha na região. Terminou a 
faculdade e passou a se dedicar cada vez mais as causas indigenistas. Sua 
especialização é em Educação das Relações Étnico-raciais no contexto da 
educação de jovens e adultos, com essa bagagem também atua no Cefapro, 
atualmente, com ênfase em cursos para professores da rede pública no município 
de Várzea Grande e toda baixada cuiabana, afim de ampliar o leque dos 
educadores para a diversidade, inclusive, no tratamento e escolaridade para 
indígenas. Ao todo, são 12 anos na trajetória contra o preconceito e pela 
causa de grupos em vários cantos do mundo.

Karina, como tudo começou? Como você se apaixonou pela causa 
indígena e porque se dedica a elas há tanto tempo?
Me apaixonei pelas questões indígenas quando ainda estava na Universidade 
(Unemat), que tem um viés indígena. Nesse processo eu tranquei o curso de 
história e fui dar uma volta pelas Américas e, por meio disso, eu tive contato com 
vários grupos, tanto na Bolívia, Colômbia, Venezuela, Argentina. O amor que fui 
criando foi ficando muito maior. Voltei a Cáceres, terminei o curso de História, 
e passei em um concurso público para Nova Xavantina. Quando cheguei lá, 
comecei a dar aula em uma escola que atendia um grande grupo de Xavantes. 
Como eu via que esse grupo era muito discriminado dentro da cidade e dentro 
das escolas que trabalhava, comecei então a desenvolver projetos para falar a 
respeito da cultura xavante A'wẽ Uptabi. Paralelamente comecei a desenvolver 
um projeto com uma amiga da mesma área, o Praça Viva Cinema Livre. Nesse 
projeto nós levávamos o cinema indígena pra dentro das praças públicas de 
Nova Xavantina. Desde então, comecei a ir mais ainda as aldeias, fiz vários 
trabalhos com os A'wẽ Uptabi, que é como eles se denominam.

"Ouço a reprodução de discursos 
ignorantes como “para quê índio 
quer terra?”, mas ninguém questiona 
o motivo pelo qual Blairo Maggi, 
sozinho, quer tanta terra".

Confira mais trechos da entrevista, 
clique RDNEWS .

quarta-feira, 9 de maio de 2018

ENEM 2018: Concluintes do ensino médio da rede pública não pagarão taxa de inscrição

Os estudantes da última série do ensino médio de escola da rede pública que não solicitaram a isenção de pagamento, em abril, terão a gratuidade automática ao se inscreverem no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018. Excepcionalmente, em função da mudança no formato, o MEC e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia vinculada à pasta, vão assegurar a gratuidade a esses concluintes. O período de inscrições vai até as 23h59 (horário de Brasília) de 18 de maio. Já o prazo para pagamento da taxa de inscrição é maior, terminando em 23 de maio. As provas estão marcadas para 4 e 11 de novembro.
Para esses participantes, não será gerada uma Guia de Recolhimento da União (GRU). A guia será paga apenas pelos candidatos que tiveram a solicitação de isenção da taxa reprovada pelo Inep, e pelos que não tinham direito à isenção e estão acessando o sistema pela primeira vez.
Inscrições – As inscrições do Enem são feitas exclusivamente pela internet, na Página do Participante, disponível no portal do Inep. Todos os interessados em fazer o exame devem se inscrever, mesmo os que já conseguiram a isenção.
Os estudantes que estão na última série do ensino médio, em escola da rede pública, e não solicitaram a isenção, devem passar pelo processo completo de inscrição. Já os concluintes que fizeram a solicitação previamente, conforme orientado, farão a inscrição simplificada.
Assessoria de Comunicação Social
mec

terça-feira, 8 de maio de 2018

Letramento midiático nos ajuda a conectar com o mundo

A educadora norte-americana Renee Hobbs defende que professores compreendam melhor como usar diferentes mídias em suas aulas para benefício dos alunos

Por: Soraia Yoshida

Renee Hobbs é uma formadora de formadores. Ao citar as experiências de seus alunos – graduandos e professores na Escola de Comunicação e Mídia Harrington na Universidade de Rhode Island, nos Estados Unidos – ela se entusiasma como se estivesse falando de crianças que estão aprendendo a ler e escrever. A diferença está no grau de complexidade: uma das tarefas que passou aos professores incluía assinalar e destacar os pontos principais de um texto, analisar o ponto de vista do autor e opinar sobre aquele assunto. Dissertação? Nada disso: três tweets de 280 caracteres, como manda a plataforma. “É um ótimo exercício para professores porque o Twitter te obriga a ser conciso, então te torna um comunicador melhor”, afirma Renee.

(...)

Em que ponto estamos hoje do processo de letramento midiáticp e informacional? Já dominamos e filtramos a informação que chega via internet, TV, jornais da melhor maneira ou apenas consumimos o que aparece pela frente?

Alfabetização midiática não é uma propriedade que alguém pode ou não ter, algo como eu tenho e você, não. É um processo, um hábito que nossa mente desenvolve e que está enraizado na sociedade de informação. Nós temos vivido em uma sociedade de informação por muito tempo, o que traz muitas escolhas. Os critérios para essas escolhas variam bastante. Muitas pessoas buscam conhecimento para se manterem informadas, outras procuram entretenimento para se divertir e há pessoas que estão usando persuasão para influenciar a opinião alheia. Essa explosão de escolhas nos leva a escolhas complexas – e os seres humanos não gostam de complexidade. Se há um atalho, nós tomamos, se nos oferecem uma resposta simples, nós aceitamos. Diante de tamanho volume de informação, nós buscamos formas de reduzir a complexidade. Procuramos respostas simples e, nesse momento, há pessoas que estão usando a informação como uma arma para persuadir outras pessoas. Eles estão prontos para agir e criar uma polarização ainda maior.

Veja matéria completa novaescola

Cuiabá sedia III Simpósio sobre Dislexia de Mato Grosso

Assessoria de Imprensa Seduc-MT 

Cuiabá sedia III Simpósio sobre Dislexia de Mato Grosso para debater sobre Educação, Inclusão e Qualidade. O evento será realizado nos dias 22 e 23 de maio, das 18h às 22h, no Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros. As inscrições serão abertas no próximo dia 6 de maio.
As inscrições poderão ser realizadas no site da Secretaria de Estado de Educação, Esporte e Lazer (www.seduc.mt.gov.br) e também pelo site da Assembleia Legislativa, por meio do link: https://goo.gl/Ejes9.
Como forma de inscrição, o evento também apoia a campanha “Doe 2 litros de leite”. O objetivo é arrecadar um número significativo do alimento para serem doados a instituições sem fins lucrativos.
Programação
No dia 22, o palestrante será o neurologista Clodoaldo Pirani Júnior. Formado em medicina pela Universidade Federal de Goiás, especialista em Clínica Médica e Neurologia Clínica pelo Hospital das Clínicas da Universidade de Campinas.
O mestre em Direito Constitucional pelo Instituto Brasiliense de Direito Público, especialista em Direitos Difusos e Coletivos, Miguel Slhessarenko, também irá palestrar.
Já no dia 23, as palestras ficam por conta da professora Ana Luiza Navas fonoaudióloga, mestre e doutora em psicolinguística; presidente do Instituto ABCD-SP.
O doutor Junior Cadima, músico/neuropsicopedagogo, falará sobre o tema “Música, Inclusão e Acessibilidade”.
Por fim, o último dia do Simpósio oferecerá oficinas. “Recursos musicais e sonoros para profissionais da saúde e educação”, com o doutor Junior Cadima, e “Tecnologia como auxilio ao disléxico”, com a professora Andrea Chagas, doutoranda do programa de estudos em cultura contemporânea da UFMT e membro da Associação Mato-grossense de Dislexia.
seduc

segunda-feira, 7 de maio de 2018

SEDUC: Seges divulga perguntas frequentes sobre posse no Concurso da Educação

Segunda etapa de nomeação do concurso da Seduc começa na próxima segunda-feira (07.05) e cerca de 1.700 deverão tomar posse
Lorena Bruschi Seges-MT 
 Secretaria de Estado de Gestão (Seges) orienta os aprovados no Concurso Público da Educação de Mato Grosso sobre certidões, documentos, e ocasiões específicas que geraram dúvidas frequentes durante a nomeação. O documento que contém a resposta para as dúvidas frequentes pode ser acessado por aqui.
O objetivo é que os cerca de 1,7 mil nomeados que começarão a tomar posse na segunda etapa, que começa na próxima segunda-feira (07.05), tenham suas dúvidas esclarecidas, e agendem a posse com os documentos corretos para agilizar o processo.
O documento apresenta tutorial detalhado sobre como retirar as certidões criminais estadual e federal, certidão de vinculo funcional e da Junta Comercial, entre outros documentos exigidos pela Instrução Normativa nº03/2013 atualizada em 2018.
Dúvidas sobre acúmulo de cargos, posse de gestante e de Microempreendedor Individual estão no documento. Um dos pedidos de informação mais frequentes são sobre prorrogação de posse, medida prevista na Lei Complementar 104/2002, que prevê que é possível adiar o prazo da posse por mais trinta dias em casos de força maior.
Concurso
Ao todo, foram 5.748 vagas foram preenchidas no maior concurso da Educação, sendo 3.324 para o cargo de Professor da Educação Básica, 1.496 para Apoio Administrativo Educacional (AAE) e 928 para Técnico Administrativo Educacional (TAE), além de cadastro de reserva de 50% do total de vagas.
Entraram em efetivo exercício na primeira etapa de convocação 83% dos 1.922 nomeados na primeira lista. Destes, 70 candidatos tiveram a posse prorrogada ou suspensa (3,6%), 11 não passaram na perícia médica (0,6%) e seis tiveram a posse negada (0,3%).

seduc

Abertas nesta segunda-feira, 7, inscrições para o Enem 2018 podem ser feitas até 18 de maio


Os estudantes interessados em fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018 têm até 18 de maio para fazer suas inscrições, que foram abertas nesta segunda, 7, em todo o Brasil. O pagamento da taxa, no valor de R$ 82, se estende até 23 de maio. As provas serão realizadas em 4 e 11 de novembro, dois domingos, assim como em 2017.
O período para solicitar a isenção da taxa de inscrição e de justificar ausência da edição passada terminou no último dia 15 de abril. Ao todo, 3.818.663 brasileiros solicitaram o direito de não pagar a taxa de inscrição. Destes, 208.588 foram participantes isentos em 2017, que faltaram aos dois dias de aplicação e precisavam justificar a ausência para ter direito a nova isenção. Entretanto, apenas 8.486 apresentaram a documentação exigida e 200.102 declararam não possuir documentos que justificassem a ausência no exame.
Todos os interessados em prestar o exame, isentos ou não, deverão fazer a inscrição entre 7 e 18 de maio. Ou seja, a aprovação da solicitação de isenção não significa que a inscrição está realizada automaticamente. Portanto, para quem se enquadra nos critérios de isenção serão necessárias essas duas etapas.
Novidade - A principal novidade do Enem 2018 é relacionada ao segundo dia de provas, que passará a ter mais 30 minutos de duração para as disciplinas ciências da natureza e suas tecnologias e matemática e suas tecnologias. Agora, os estudantes terão cinco horas para responder às questões.
Redação – A nota da redação, entre zero e mil pontos, respeitará os critérios dispostos no Portal do Inep e na Cartilha do Participante – Redação no Enem 2018, que será publicada posteriormente com detalhamento das cinco competências avaliadas. A correção respeitará a decisão oficializada pela presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Carmem Lúcia, em novembro de 2017, para garantir tranquilidade aos participantes.
Aplicativo – Todas as informações sobre o Enem estão disponíveis no portal do Inep, na página do Enem 2018 e no aplicativo Enem 2018, disponível na App Store e na Google Play. As redes sociais do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e do MEC, outros canais oficiais de comunicação com os participantes, também têm informações e respondem a dúvidas. O Fale Conosco do MEC/Inep atende pelo 0800 616161 e em sua versão on-line.
Clique aqui para acessar a página do participante.
Assessoria de Comunicação Social

Desenho de estudante mato-grossense é finalista em concurso; vote aqui

Yuri Ramires Seduc-MT 
Helen de Souza Nunes, estudante da Escola Estadual de Ensino Médio Inovador Maria de Lourdes Ribeiro Fragelli, em Guirantinga (cidade a 328 km ao Sul de Cuiabá), está na final do II Concurso de Desenhos para Escolha da Identidade Visual da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2018, promovido pelo Ministério de Ciência e Tecnologia.
A jovem de 17 anos, que já tem um talento promissor com desenhos, encarou o desafio quase no final do prazo de inscrição. “Foi de última hora que decidi participar, aí um dia, eu estava deitada pensando no produto e veio a ideia”, lembra.
No desenho, Helen representa a sustentação do mundo por meio da ciência. Ela ainda destaca a diversidade, por meio da representação da mulher negra, e a biologia.
“Não pensei como um ato político, mas é importante colocar as mulheres e os negros, que nem sempre representados na sociedade. Então, fiz questão de incluí-los no desenho”.
O professor orientador da jovem, João Antônio Pereira, conta que Helen é uma aluna bastante talentosa. “Ela está aqui na escola desde o 1º Ano do Ensino Médio, se forma esse ano, tem um talento brilhante para o desenho, faz tudo manual, usando lápis de cor”.
No último ano do concurso, o desenho vencedor também foi de um aluno da escola, Guilherme Mateus. Para este ano, Helen fez uma pequena homenagem ao ex-colega.
“Também tem alguns elementos que remetem ao desenho do Guilherme, que já ganhou o concurso e representou bem nossa escola”, conta.
O voto popular acontece até o dia 09 de maio. João e Helen pedem para que toda a sociedade vote em seu desenho, disponível neste site.
O desenho vencedor será usado como logo da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2018.
seduc

segunda-feira, 23 de abril de 2018

23/04: Ler é meu direito! Mensagem da UNESCO para o Dia Mundial do Livro e dos Direitos Autorais

O Dia Mundial do Livro e dos Direitos Autorais é uma celebração que visa a promover o prazer pelos livros e pela leitura. A cada ano, em 23 de abril, celebrações acontecem em todo o mundo para reconhecer o poder mágico dos livros, um elo entre o passado e o futuro, uma ponte entre gerações e que perpassa as culturas.
O Blog homenageia esse voluntarioso cidadão difusor da leitura 
Nesta ocasião, a UNESCO e as organizações internacionais que representam os três principais setores da indústria do livro - editores, livrarias e bibliotecas -, selecionam uma cidade como a Capital Mundial do Livro para manter, por meio de suas próprias iniciativas, o ímpeto das comemorações do Dia até 23 de abril do ano seguinte.
O dia 23 de abril é uma data simbólica na literatura mundial. É a data em que vários autores proeminentes, como William Shakespeare, Miguel Cervantes e Inca Garcilaso de la Vega morreram. Esta data foi uma escolha natural para a Conferência Geral da UNESCO, realizada em Paris em 1995, para prestar um tributo mundial a livros e autores nesta data, encorajando todos a terem contato com livros - a mais bela invenção para compartilhar ideias além das limitações humanas de espaço e tempo, bem como a força mais poderosas para a erradicação da pobreza e para a construção da paz. 
Ao promover livros e direitos autorais, a UNESCO apoia a criatividade, a diversidade e o acesso igualitário ao conhecimento, com o trabalho por todas as frentes - da rede de Cidades Criativas para a Literatura à promoção da alfabetização e da aprendizagem móvel e ao avanço do acesso livre ao conhecimento científico e aos recursos educacionais. Com o envolvimento ativo de todas as partes interessadas: autores, editores, professores, bibliotecários, instituições públicas e privadas, ONGs humanitárias e os meios de comunicação de massa, e todos aqueles que se sentem motivados a trabalhar juntos nesta celebração mundial de livros e autores, o Dia Mundial do Livro e dos Direitos Autorais tornou-se uma plataforma para reunir milhões de pessoas em todo o mundo.
Todos os anos, um grande evento de comemoração acontece na sede da UNESCO. Livreiros, editoras e artistas são convidados para compartilhar sua paixão por livros e leitura por meio da realização de workshops práticos (tipografia, ilustração, encadernação, mangá, etc.) para os jovens. A UNESCO sinceramente convida você para participar dessa jornada conosco e a valorizar os livros como uma ferramenta valiosa para o compartilhamento do conhecimento, para a compreensão mútua e abertura para um mundo diversificado.


Dia Mundial do Livro e dos Direitos Autorais 2018
No âmbito das celebrações dos 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, o tema do Dia Mundial do Livro e dos Direitos Autorais de 2018 é "Ler é meu direito!".
unesco

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Câmara: Professores de turmas do 5º e 6º anos podem se inscrever no Eleitor Mirim 2018

Dirigido a estudantes do 5º e 6º anos, programa simula eleição de candidatos fictícios para estimular o debate sobre conceitos como democracia, participação popular, representação, voto e responsabilidade cidadã
Estão abertas, até o dia 27 de abril, as inscrições para o Eleitor Mirim 2018, promovido pelo portal infantojuvenil Plenarinho, da Câmara dos Deputados. O programa é dirigido a estudantes do ensino fundamental do 5º e 6º anos.
Os professores interessados na participação dos alunos devem mandar uma redação com o tema “Por que eu quero que minha turma participe do programa Eleitor Mirim 2018?”. Os textos devem ser enviados para plenarinho@camara.leg.br.
A equipe do Plenarinho escolherá as cinco melhores redações e divulgará o resultado no dia 4 de maio. Os cinco professores selecionados deverão criar, com suas turmas, candidatos fictícios com plataformas políticas para cargos do Poder Legislativo. O Plenarinho dará vida a esses candidatos, que vão compor uma urna virtual, igual à de verdade, e estudantes de todo o país poderão votar.
A campanha dos candidatos do Eleitor Mirim 2018 estará no ar a partir de outubro, durante o tempo que durarem as eleições gerais no Brasil (de 7 a 28 de outubro).
Além da criação dos candidatos, os professores deverão seguir a proposta de trabalho da Cartilha do Eleitor Mirim, trabalhando com os alunos textos sobre democracia, voto e representatividade.
Mais informações sobre o programa, acesse o portal do Plenarinho.
camara

LDB: Senado aprova projeto para combate ao bullying e outras violências nas escolas

A relatora da proposta em Plenário, senadora Simone Tebet (PMDB-MS)
Os senadores aprovaram em Plenário nesta terça-feira (17), em votação simbólica, o projeto de lei que inclui entre as atribuições das escolas a promoção da cultura da paz e medidas de conscientização, prevenção e combate a diversos tipos de violência, como o bullying. A matéria segue para sanção presidencial.
PLC 171/2017, da deputada Keiko Ota (PSB-SP), altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB-Lei 9.394/1996) para incrementar o combate a todas as formas de violência nas escolas, reforçando a Lei de Combate ao Bullying (Lei 13.185/2015).
A relatora da proposta em Plenário, senadora Simone Tebet (PMDB-MS), informou que dados do Diagnóstico Participativo das Violências nas Escolas, feito em 2016 pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais em parceria com o Ministério da Educação, apontam que 69,7% dos jovens afirmam terem visto algum tipo de agressão dentro da escola, seja agressão verbal, física, discriminação, bullying, furto, roubo ou ameaças.
Para Simone Tebet, o projeto complementa a Lei de Combate ao Bullying. A senadora observou que o bullying é “um dos males” enfrentadas atualmente por crianças e adolescentes.
“Além do sofrimento causado à vítima, estudos comprovam que a violência também tem efeitos negativos sobre o desempenho escolar dos estudantes. Nesse sentido, a proposição em análise é bastante meritória, pois não somente busca incluir entre as incumbências dos estabelecimentos de ensino a promoção de medidas de conscientização, de prevenção e de combate a todos os tipos de violência, mas vai além ao responsabilizá-los pela promoção da cultura de paz”, afirma Simone em seu relatório.
O projeto aprovado acrescenta dois incisos ao art. 12 da LDB, para determinar que todos os estabelecimentos de ensino terão como incumbência promover medidas de conscientização, de prevenção e de combate a todos os tipos de violência, “especialmente a intimidação sistemática (bullying)” e ainda estabelecer ações destinadas a “promover a cultura de paz nas escolas”.

Assistência psicológica

Ao defender a aprovação do PLC, a senadora Marta Suplicy (PMDB-SP) afirmou que violências praticadas dentro das escolas contra crianças e adolescentes podem acarretar efeitos negativos no desenvolvimento das vítimas e trazer prejuízos “para o resto da vida” dessas pessoas.
Marta aproveitou para pedir mais celeridade na análise do PLC 76/2011, que trata da obrigatoriedade da assistência psicológica a educadores e educandos da educação básica. Essa proposta tramita na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
Ela lembrou ainda que a Lei 13.185/2015 criou o Programa de Combate à Intimidação Sistemática, que prevê entre outros objetivos, disseminar campanhas de educação, conscientização e informação; instituir práticas de conduta e orientação de pais, familiares e responsáveis diante da identificação de vítimas e agressores; dar assistência psicológica, social e jurídica às vítimas e aos agressores; promover a cidadania, a capacidade empática e o respeito a terceiros, nos marcos de uma cultura de paz e tolerância mútua.
Além disso, a lei estabeleceu como dever de estabelecimentos de ensino, clubes e agremiações recreativas assegurar medidas de conscientização, prevenção, diagnose e combate à violência e ao bullying.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
senado

Aprovada inclusão da educação alimentar no currículo escolar

Ao lado de Cássio, Chaves (E) relata o projeto que tem o
objetivo de reduzir a obesidade infantil
Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado
Os currículos dos ensinos fundamental e médio deverão incluir o assunto educação alimentar e nutricional nas disciplinas de ciências e biologia, respectivamente. É o que estabelece o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 102/2017, aprovado no Plenário do Senado nesta terça-feira (17).
O texto foi aprovado na forma de substitutivo do senador Pedro Chaves (PRB-MS). Por entender que a legislação não permite que um mesmo assunto seja disciplinado por mais de uma lei, ele transformou o projeto em um artigo a ser incluído no corpo da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9.394/1996), que trata do currículo da educação básica.
A intenção do autor do projeto, deputado Lobbe Neto (PSDB-SP), é reduzir a obesidade infantil, além de assegurar informações sobre alimentação saudável aos cidadãos desde novos. Para Pedro Chaves, o tema é de grande importância nos tempos atuais, em que adultos com pouca formação ou com hábitos alimentares inadequados terminam por reforçar o interesse de crianças e adolescentes por uma dieta pouco nutritiva.
A senadora Marta Suplicy (PMDB-SP) elogiou a iniciativa e disse esperar uma mudança de hábitos por meio da educação na escola, que possa levar também à escolha de uma alimentação mais nutritiva para toda a família.
As novas regras entram em vigor 180 dias depois da sanção do projeto.

Currículo

São disciplinas obrigatórias do ensino básico: português, matemática, “conhecimento do mundo físico e natural e da realidade social e política, especialmente do Brasil” (ciências e estudos sociais), além de arte e educação física.
Entre os conteúdos transversais previstos, estão: direitos humanos e prevenção à violência contra crianças e adolescentes, estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena. A partir do sexto ano do ensino fundamental é ofertada a língua inglesa. Os currículos têm uma base nacional comum, que é complementada por uma parte diversificada, de acordo com características regionais e locais.
Como foi alterado no Senado, o projeto volta para análise da Câmara dos Deputados.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

https://goo.gl/RfnMZe

Declaração para um novo ano

20 para 21  Certamente tivemos que fazer muitas mudanças naquilo que planejamos em 2019. Iniciamos 2020 e uma pandemia nos assolou, fazendo-...