terça-feira, 6 de maio de 2014

Seminário discute os ganhos da educação financeira nas escolas

É possível abordar questões como finanças pessoais, economia mundial, empreendedorismo, previdência social, juros e taxas bancárias em matérias curriculares do ensino médio? A Secretaria de Educação Básica (SEB) do Ministério da Educação preside o Grupo de Apoio Pedagógico do Comitê Nacional de Educação Financeira (Conef) e executou um projeto piloto que melhorou a vida de 26 mil jovens de escolas públicas de nível médio dos estados do Ceará, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Tocantins e do Distrito Federal.

Não se trata de matéria extracurricular. O assunto foi abordado nas aulas de matemática, ciência, história, geografia e português. Elaborado por um time de especialistas em educação, psicologia e sociologia, o material abrangeu nove temas: vida familiar cotidiana, vida social, bens pessoais, trabalho, empreendedorismo, grandes projetos, bens públicos, economia do país e economia do mundo. O material didático do projeto piloto, distribuído para 26 mil alunos e 2 mil professores de 891 escolas públicas, está disponível na página do MEC na internet. 

Em 8 de maio, especialistas da SEB vão contar essa experiência que rendeu ao Brasil o relatório The impact of high school financial education – experimental evidence from Brasil (O impacto da educação financeira no ensino médio – a experiência do Brasil, em tradução livre), do Banco Mundial, referendando a metodologia brasileira. 

O seminário Educação financeira nas escolas: Tudo a ver, previsto para ocorrer em São Paulo, no Hotel Tívoli Mofarrej, faz parte da Semana da Educação Financeira que começa nesta segunda-feira, 5, no Rio de Janeiro. A Semana, com eventos previstos em várias cidades do país, é patrocinada pela Comissão de Valores Imobiliários. Todas as palestras são abertas ao público.

No seminário em São Paulo, Ítalo Modesto Dutra, coordenador geral de ensino fundamental da SEB, e a gestora Cristina Thomas de Ross vão apresentar dados sobre esse projeto piloto que, na avaliação do Banco Mundial, podem contribuir para o crescimento de 1% do PIB do Brasil. Os analistas do banco constataram o aumento de 1% do nível de poupança dos jovens que passaram pelo programa; 21% a mais dos alunos fazem uma lista dos gastos todos os meses; 4% a mais dos alunos negociam os preços e meios de pagamento ao realizarem uma compra. 

As famílias também foram beneficiadas. Os deveres de casa fizeram temas como orçamento, planejamento e taxas bancárias entrarem na pauta das conversas sobre custos e acabaram ajudando o planejamento familiar de gastos e poupança. “O projeto piloto trabalhou um conjunto de comportamentos, para que os jovens façam escolhas mais conscientes, se preparando para um futuro mais tranquilo”, explica a professora Alzira de Oliveira Reis e Silva, especialista em educação financeira da Associação de Educação Financeira do Brasil (AEF).

Enef – A Semana de Educação Financeira pretende divulgar as ações desenvolvidas pela Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef) lançada pelo Decreto nº 7.397 do governo federal, em dezembro de 2010. A estratégia foi criada para promover a educação financeira e previdenciária em razão do impulso às políticas de inclusão social no país. A proposta é fortalecer a cidadania, oferecendo aos brasileiros noções sobre previdência e sistema financeiro. 

O Conef, criado para gerir e coordenar programas da estratégia, propôs que a educação financeira fosse disseminada em ações para escolas de nível fundamental e médio, e também em ações para aposentados e mulheres beneficiárias do programa Bolsa Família.

O Conef é formado pelo Banco Central do Brasil (BCB), Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), Superintendência de Seguros Privados (Susep), ministérios da Fazenda, Educação, Previdência Social e Justiça, Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais (Anbima), Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (BM&FBovespa), Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg) e pela Federação Brasileira dos Bancos (Febraban). 

Assessoria de Comunicação Social

Acesse a webconferência sobre educação financeira realizada pela SEB em 18 de março 

Acesse o material didático distribuído no projeto piloto de educação financeira

Confira a programação da semana 
Palavras-chave: educação básica, ensino médio, educação financeira
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=20400

Estudo mapeia uso de objetos virtuais por docentes

crédito TVVE / Reprodução
Como os professores estão usando os recursos tecnológicos em sala de aula? Dentre as abordagens pedagógicas que fazem uso da internet, quais são as mais inspiradoras? E como está sendo o aproveitamento dos alunos? São estas questões que o levantamento realizado pelo QMágico Glossário compartilhado de termos de inovação em educação, chamado Tendências da Vida Virtual na Educação (TVVE), está se propondo a responder.
“Estamos coletando dados de adoção e uso de novas tecnologias em parceria com entidades públicas e privadas em todo país. Muitas escolas estão usando o relatório para evidenciar as práticas que funcionam melhor em suas instituições, pois oferecemos uma devolutiva para cada escola sobre sua vida virtual”, explica Thiago Feijão, criador do QMágico.
A plataforma possui uma ferramenta de diagnóstico de aprendizagem e, através dela, foi identificado que os professores possuem um repertório bastante vasto de abordagens usadas em salas de aula fazendo uso de ferramentas tecnológicas. O desafio que a equipe assumiu é reunir essas práticas e difundi-las, para que outros professores se inspirem e assim possam aplicá-las dentro e fora das escolas. “Revelar essas tendências para a sociedade favorece a construção de propostas que podem ajudar professores e alunos a usar sua vida virtual em prol dos objetivos de aprendizagem”, analisa o empresário.
Nesta primeira etapa do relatório, apenas escolas convidadas podem participar, mas o site convida instituições interessadas a preencherem uma ficha para futuros contatos. No total, 800 escolas vão participar da iniciativa – 600 públicas e 200 particulares. Cada instituição selecionada escolhe três professores que vão usar uma ferramenta de diagnóstico gratuitamente por três meses, que registrará as sequências didáticas e objetos recomendados pelo professor e o uso dos alunos destes objetos.
Depois desse período de coleta de dados, a escola vai receber um relatório privado com os indicadores propostos no estudo ­– o que os professores estão usando, como se dá o uso, resposta dos alunos por segmento, faixa etária, disciplina entre outros. Assim, poderão analisar as tendências mais presentes na instituição e relacioná-las à média das outras instituições.
Segundo Feijão, as conclusões desta primeira fase vão estar disponíveis no segundo semestre de 2014. “Esperamos com isso colaborar com a elaboração de políticas públicas e de estratégias que favoreçam a adoção de inovação pelas instituições educacionais”.
http://porvir.org/porfazer/estudo-mapeia-uso-de-objetos-virtuais-por-docentes/20140502

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Expediente público na Copa do Mundo

Veja o 

Decreto 2330/2014 , 

do Governo de Mato Grosso que estabelece horário de funcionamento especial  em dias de jogos da seleção brasileira e pontos facultativos em dias de jogos em Cuiabá pela Copa do Mundo de futebol.



http://www.iomat.mt.gov.br/visualizar_pdf.php?reload=ok&edi_id=00003686&page=1&search=facultativo

Cada cadeira em estádio da Copa pagaria despesas de quase seis alunos por ano

Alexandre Saconi e Maria Carolina de Ré, do R7


Os protestos contra os gastos do governo com a Copa do Mundo, que será organizada no Brasil a partir de junho, trouxeram à tona o clamor da população pelo aumento do investimento em educação. Cartazes com frases como “Quantas escolas valem um Maracanã” ou “Não quero a Copa, quero saúde e educação” têm sido avistados nos atos de rua organizados no País.
A crítica é justificável. O governo federal prevê que o Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) deverá repassar para as escolas pouco mais de R$ 2.285,57 por aluno do ensino fundamental em 2014.  
No ano passado, o gasto mínimo por aluno da educação básica pública foi de R$ 2.287,87, segundo portaria divulgada pelo MEC (Ministério da Educação) no  DOU (Diário Oficial da União) da última terça-feira (29).  
Fazendo uma comparação com um levantamento da ONG dinamarquesa Play The Game, que estimou que cada assento dos estádios da Copa no Brasil custará R$ 13.500 (US$ 5.800), é possível determinar que o dinheiro gasto por assento paga as despesas anuais de quase 6 estudantes.  
Além disso, se os R$ 25,7 bilhões usados na organização da Copa [dado do portal da transparência] tivessem sido aplicados nas escolas, o País poderia promover o acesso de todos os alunos que estão fora das creches e do ensino médio. A ONG Todos pela Educação apontou que o Brasil tinha pouco mais de 3 milhões de crianças na faixa etária que vai dos 4 aos 17 anos fora das instituições de ensino no ano passado.  
O valor necessário para criar todas essas vagas seria de R$ 11,7 bilhões nas creches e R$ 4,7 bilhões no ensino médio, de acordo com dados de 2012 do CAQi (Custo Aluno Qualidade Inicial) da ONG Todos pela Educação.   O levantamento determina qual o investimento necessário para promover o acesso e a qualidade de ensino no País.  
Continue lendo, clique: http://noticias.r7.com/educacao/cada-cadeira-em-estadio-da-copa-pagaria-despesas-de-quase-seis-alunos-por-ano-04052014

5 de maio: dia de Rondon, por isso, Dia das Comunicações

Cândido Mariano da Silva Rondon, mais conhecido como marechal Rondon, foi um militar e sertanista brasileiro. Nasceu em Mimoso (Santo Antônio do Leverger),  em 5 de maio de 1865.
Seus bisavós eram índios e seus pais morreram quando ele ainda era menino. Ele foi criado por um tio. Quando o tio morreu, Rondon mudou-se para o Rio de Janeiro a fim de estudar na Escola Militar, onde cursou matemática e ciências físicas e naturais. Foi aluno do pensador Benjamin Constant e, influenciado por ele participou dos movimentos abolicionista e republicano.

Mapeamento e contatos

Depois de formado, Rondon foi trabalhar no Distrito Telegráfico de Mato Grosso e acabou participando da comissão de construção da linha telegráfica que ligaria Mato Grosso e Goiás, então regiões isoladas, aos grandes centros do país. Em seguida, Rondon foi designado para o mesmo trabalho no Amazonas, no Acre e em outras regiões fronteiriças.
Percorreu mais de 2.000 quilômetros de florestas inexploradas e aproveitou a viagem para mapear as terras por onde passava e iniciar contatos com diversas tribos indígenas, das quais foi sempre defensor. Ficou famosa uma frase sua em relação aos indígenas que dizia: “Morrer, se preciso for; matar, nunca”. Descobriu doze novos rios. De volta, em 1910, organizou e passou a comandar o Serviço de Proteção aos Índios, que deu origem à atual Fundação Nacional do Índio (Funai).
Por sua experiência, foi convocado para organizar e acompanhar a expedição que o ex-presidente dos Estados Unidos, Theodore Roosevelt, fez à região Norte do Brasil em 1913.
Rondon foi presidente do Conselho Nacional de Proteção ao Índio e recebeu, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o título de Civilizador dos Sertões. Em 1952, encaminhou ao presidente da República o projeto de lei de criação do Parque Indígena do Xingu. Três anos antes de sua morte, recebeu do Congresso Nacional o posto de marechal.
Rondon publicou o livro Índios do Brasil, em três volumes, editado pelo Ministério da Agricultura.
Em 1956, o Território Federal do Guaporé teve seu nome alterado para Território Federal de Rondônia, em sua homenagem. Em 1981, o território passou a ser estado. Em 1957, o marechal Rondon foi indicado para o Prêmio Nobel da Paz pelo Clube dos Exploradores, de Nova York. Rondon morreu no Rio de Janeiro, em 19 de janeiro de 1958.

O Projeto Rondon

Em 1967, as Forças Armadas brasileiras deram início a um projeto que unia estudantes voluntários e a estrutura do exército, da marinha e da aeronáutica na prestação de assistência a populações carentes das regiões mais distantes do país. O objetivo era proporcionar aos estudantes universitários a oportunidade de conhecer a realidade do Brasil, da população do interior, e de contribuir para o desenvolvimento do país.
O nome da iniciativa, Projeto Rondon, foi sugerido pelos estudantes que integraram o primeiro grupo, que passou 28 dias na Amazônia. Eles voltaram de lá também com uma conclusão que sugeriu o slogan do projeto: “Integrar para não entregar”.
O Projeto Rondon integrava vários ministérios e também governos estaduais e municipais, para o planejamento das ações, a disponibilização de infraestrutura do transporte e da acolhida para o trabalho dos estudantes. Para as populações beneficiadas, era a oportunidade também de uma troca de conhecimentos e de cultura.
O Projeto Rondon foi interrompido nas últimas décadas do século XX e está agora em sua segunda fase. Suas ações são coordenadas pelo Ministério da Defesa.

Rondon também está morrendo

Onofre Ribeiro
Ainda na minha infância em Minas, tomei contato com Rondon através de um livro comprado por meu pai, “Grandes Homens da História”. Nunca imaginaria viver no Mato Grosso onde nascera Rondon, em 1865. Muito menos assistir à reinauguração da Escola Santa Claudina, construída no início da década de 1950, pelo jovem engenheiro José Garcia Neto, que a reconstruiu na condição de governador de Mato Grosso, em 1976.
Conversei muito sobre Rondon com duas personalidades mato-grossenses que conviveram com ele e trocaram muitas cartas, ouviram suas teses e angústias: Aecim Tocantins e José Garcia Neto. Conversei também com Fulgêncio um sobrinho seu que vivia em Mimoso, onde Rondon nasceu. Vi na parede de sua casa modesta, próxima à escola que tem o nome da mãe borora de Rondon, um velho relógio carrilhão que fora do marechal.
Mimoso acabou se tornando um lugar famoso e um ícone de Mato Grosso, justamente por Rondon ter nascido ali. Os mimoseanos acabaram construindo uma cultura pantaneira diferente do restante do pantanal mato-grossense. Em 2000, o então governador Dante de Oliveira decidiu construir ali, na cara da Baía de Chacororé, um monumento que se chamaria “Memorial Rondon”, em sua homenagem e à própria Mimoso.
A obra começou e o projetista pensou-a como uma série de canoas pantaneiras que se fecham em cima, lembrando a Catedral de Brasília, onde as bandas se separam em cima. Canoa é um símbolo característico de Mimoso, dos tempos em que para se viajar à capital, era de canoa remando rio acima e de volta rio abaixo. Mas a obra não parou. Empacou! Está morrendo de agonia, presa do tempo pantaneiro com suas chuvas e umidade fortes. Já não recebe visitas, porque nem uma placa indica a quem passa na rodovia em frente, que aquilo é o Memorial a Rondon.
Defronte à baía de Chacororé está a Escola Santa Claudina. O monumento esquecido e a escola fechada com grades, desconhecida e impedindo vistas e visitantes. Ali naquele exato local nasceu Cândido Mariano da Silva Rondon, em 5 de maio de 1865. Rondon foi esquecido na sua própria vila de nascimento e dentro do pantanal, apesar de ser considerado um dos três maiores exploradores do século 20 graças aos 20 mil quilômetros que percorreu por terra cuidando de divisas e fronteiras e da extensão de linhas de telégrafo.
Inevitável a lembrança da emblemática frase do escritor Estevão de Mendonça referindo-se à preservação das memórias: “morre para sempre quem morre em Cuiabá!”. Também Rondon morre lentamente.

Onofre Ribeiro é jornalista em Mato Grosso (onofreribeiro@terra.com.br)
http://www.rdnews.com.br/materias-especiais/mimoso-e-rondon/rondon-tambem-esta-morrendo/51451

Brasil é penúltimo em ranking da educação com 36 países


A OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) mantém um ranking da educação em 36 países, no qual o Brasil atualmente amarga a penúltima posição, à frente somente do México. Como critérios avaliados pela organização estão o desempenho dos alunos no PISA, a média de anos que os alunos passam na escola e a porcentagem da população que está cursando ensino superior.
Como destaques no ranking aparecem Finlândia, Japão e Suécia. E você? Acha que a educação no Brasil vai alcançar esse nível algum dia?

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Reunião com profissionais da educação avalia Projeto Caracol

Secom Cuiabá

A Secretaria Municipal de Educação realiza na próxima semana (de 6 a 9) reunião com profissionais da educação para avaliação do Projeto Caracol no primeiro trimestre de 2014.
A reunião será realizada na Faculdades Evangélicas Integradas Cantares de Salomão (Grande Templo) a partir das 13h30 e contará com a participação dos profissionais que executam o projeto nas unidades de ensino da rede municipal.
A equipe gestora do projeto vai conduzir os trabalhos, que além de avaliar os resultados obtidos com a execução do projeto nesses três meses, também vai oportunizar trocas de experiências entre os profissionais.
Segundo a diretora de ensino da Secretaria de Educação, Vanilda Carvalho, o Projeto Caracol incentiva a frequência do aluno em sala de aula, buscando reduzir a evasão e reprovação escolar.
O trabalho é realizado em parceria com o Conselho Tutelar, Juizado da Infância e Juventude e Promotoria de Justiça de Defesa da Infância e da Juventude do Ministério Público Estadual.
A equipe responsável pelo projeto acompanha de perto os alunos faltosos, com visitas à residência e realização de palestras para toda a família. Dependendo da situação encontrada, a equipe da Secretaria aciona o Conselho Tutelar para acompanhar o caso. O Juizado e a Promotoria também são acionados em casos mais graves.
A reunião foi dividida por regionais. Na terça-feira (6) participam os profissionais que atuam nas unidades de ensino da regional norte e do campo; na quarta-feira (7) com a regional sul; na quinta-feira (8) regional leste; e por fim, na sexta-feira (9), com os profissionais da regional Oeste. 
http://www.cuiaba.mt.gov.br/educacao/reuniao-com-profissionais-da-educacao-avalia-projeto-caracol/8821

Olimpíada de Língua Portuguesa prorroga inscrições até 15 de maio

As inscrições para a Olimpíada de Língua Portuguesa foram prorrogadas até o dia 15 de maio para garantir a inscrição e a adesão a todos os professores e secretarias municipais e estaduais de educação, como informou a coordenação da competição. A inscrição deve ser feita pela internet. Podem participar professores e estudantes de escolas públicas de turmas do 5º ano do ensino fundamental ao 3º ano do ensino médio. 
Segundo informação do portal da olimpíada, nas duas últimas semanas o site teve um grande aumento no número de inscrições. Ao mesmo tempo, o serviço de atendimento por telefone registrou o dobro do número de ligações entre os dias 24 e 29 de abril, passando de 300 para 700 ligações por dia. A Central de Atendimentos da Olimpíada (0800-771931) trabalha com até oito pessoas recebendo ligações simultaneamente. Nesses dias, em vários horários todas as linhas ficaram ocupadas.
As demais datas da competição foram mantidas. As escolas devem enviar os textos produzidos às comissões julgadoras até o dia 15 de agosto. Ao longo do ano, haverá várias etapas de seleção de textos. A fase final da olimpíada será em Brasília, em dezembro, com a divulgação dos 20 vencedores nacionais. Os alunos e professores escolhidos receberão medalhas de ouro, umnotebook e uma impressora, e as escolas, um laboratório de informática.
O programa trabalha com gêneros literários específicos, de acordo com a série. No caso do ensino fundamental, os alunos do 5º e 6º anos deverão produzir um poema; os do 7º e 8º anos, memórias literárias; e os do 9º ano, uma crônica. No ensino médio, será a crônica para o 1º ano e o artigo de opinião para o 2º e 3º anos.
O professor é quem se inscreve na olimpíada. Para que ele participe do concurso, é preciso que a Secretaria de Educação do município ou do estado faça a adesão ao projeto no mesmo período de inscrição. O docente poderá também se cadastrar no portal para ter acesso a material didático de capacitação destinado a orientar os estudantes e participar ainda de cursos de formaçãoonline. As oficinas de leitura e de produção de textos deverão ser desenvolvidas pelos professores durante as aulas de língua portuguesa.
A competição foi lançada em 2002 pela Fundação Itaú Cultural e pelo Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec), em parceria com a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e o Canal Futura. A iniciativa ganhou a adesão, em 2007, do Ministério da Educação. Na última edição, em 2012, foram recebidas 90.391 inscrições de professores, de 40.433 escolas brasileiras. O programa teve a participação de cerca de 3 milhões de estudantes.

http://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2014-05/olimpiada-de-lingua-portuguesa-prorroga-inscricoes-ate-15-de-maio

EMEBs retomam visitas do Programa Filhos do Campo

Foto: Jorge Pinho
A edição do Programa Filhos no Campo 2014 começa na próxima segunda-feira (5) com visitas à propriedade rural Estância Maués, localizada em Santo Antônio do Leverger (a 30 quilômetros de Cuiabá).
A primeira unidade de ensino a ser beneficiada com a visita será a escola municipal Moacyr Gratidiano, que levará pelo menos 40 alunos de 7 a 12 anos de idade. A visitação ocorrerá das 7h às 17h.
O Programa Filhos no Campo é realizado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar-MT) e Sindicato Rural de Cuiabá, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação.
Voltado para crianças de 7 a 12 anos que vivem em centros urbanos, o programa tem por objetivo aproximá-los ao meio rural, mostrando de onde vêm e como são produzidos os produtos que consomem em seu dia a dia.
Além da Moacyr Gratidiano, também visitarão a propriedade rural na próxima semana (de 5 a 9) as escolas Floriano Bocheneki; Tereza Lobo; Maria Tomich; e Augusto Mario. O programa será realizado durante todo ano, beneficiando várias unidades de ensino.
Segundo a coordenadora de Programas de Projetos da SME, Lucilene Lescano, em 2013 pelo menos 60 escolas da rede municipal de ensino de Cuiabá participaram do programa, beneficiando aproximadamente 2,4 mil alunos.

http://www.cuiaba.mt.gov.br/educacao/atividades-do-programa-filhos-no-campo-retornam-na-segunda-feira/8818

Conhecimento adquirido deve conectar aluno com o mundo

Observar as competências que são adquiridas pelos jovens no ensino médio e como eles aplicam os conhecimentos na vida. Esse foi um dos pontos destacados pelo secretário executivo do Ministério da Educação, Luiz Cláudio Costa, na abertura das palestras desta terça-feira, 29, do seminário internacional Pisa e Piaac: Melhores Competências, Melhores Empregos.
Luiz Cláudio afirmou que a avaliação é indutora da melhoria da qualidade do ensino. "Nós temos que atender a uma sociedade que demanda crescimento econômico, social e humano. O desafio é definir o papel do ensino médio com o olhar para o futuro."
O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), José Francisco Soares, afirmou que as competências devem ser adquiridas pelos jovens ainda na escola para que esse conhecimento influencie no futuro. "No Brasil ainda temos a ideia do conteúdo voltado para dentro, mas o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) chama a atenção para o que é relevante, que é o conhecimento que nos conecta com o mundo, que permite ao aluno viver melhor."
Segundo o diretor-adjunto de educação e competências da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), Andreas Schleicher, o Pisa detectou que as pessoas com mais competências têm melhores perspectivas de vida. "Pessoas com competências se veem como alguém que tem um papel a desempenhar na sociedade. Você acha que a confiança tem a ver com o jeito que você foi criado, mas, na verdade, os dados mostram que as competências das pessoas são um fator indicativo muito importante de sua confiança nas outras pessoas e nas instituições." 
O encontro, realizado na sede do Inep, em Brasília, contou com a presença de educadores e representantes de diversas entidades da área da educação. A manhã foi encerrada com a apresentação do gerente nacional do Pisa no Brasil, João Bacchetto, que falou sobre o progresso do país no programa. 
Fabiana Pelles 

http://portal.inep.gov.br/visualizar/-/asset_publisher/6AhJ/content/conhecimento-adquirido-deve-conectar-aluno-com-o-mundo?redirect=http%3a%2f%2fportal.inep.gov.br%2f

Brasil estuda adotar programa de avaliação para adultos

Mariana Tokarnia 
Da Agência Brasil, em Brasília


O Brasil tem muitas avaliações que medem o aprendizado dos estudantes e a qualidade do ensino desde a alfabetização. São exames nacionais, como a Prova Brasil, e internacionais, como o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa). Agora, o país estuda medir também as competências dos adultos, com o chamado Programa para Avaliação Internacional das Competências de Adultos (Piaac), informou a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O programa é aplicada em 33 países. Da América Latina, participa apenas o Chile.

O Piaac consiste em entrevista com adultos de 16 a 65 anos para medir as aptidões em leitura, redação e aritmética, além de medir a capacidade de resolução de problemas em contextos com tecnologia intensa. A partir desses elementos é possível avaliar a inserção das pessoas no mercado de trabalho e na sociedade. Os resultados servem de subsídio para o desenvolvimento de políticas destinadas a sanar as principais defasagens em todos os níveis da educação, desde a básica à superior, à tecnológica e à formação continuada.

Segundo a analista da OCDE responsável pelo programa, Marta Encinas-Martin, os resultados da avaliação têm surpreendido. "Há muitos adultos com baixo nível de competência em todos os países, incluindo os desenvolvidos. Os empregos têm mudado muito e cada vez se quer competências mais altas. Esses adultos acabam sendo excluídos do mercado porque não têm as competências exigidas e isso tem um impacto grande", disse.

O Piaac foi discutido pela primeira vez em seminário, em Brasília. Ainda não há previsão para a adoção do programa. Como se trata de entrevista feita em domicílio, o Piaac vai além das tecnologias disponíveis no Ministério da Educação e em suas autarquias e, caso seja adotado, deverá envolver também o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Após ver os resultados da avaliação de outros países, o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), José Francisco Soares, disse que o Brasil, independentemente de participar da avaliação, deve se preocupar com a formação das crianças. "As oportunidades de emprego refletem a nossa economia, e a nossa economia como existe hoje ainda demanda pessoas com habilidades que não são superlativas. Agora a gente tem que olhar o futuro. Quem tá entrando na escola hoje não vai viver neste país, vai viver em outro".

Para Soares, "a ideia de educação é para a vida, deve-se aprender aquilo que permita ter uma vida em pleno desenvolvimento para a cidadania e o trabalho. Isso implica mais do que decorar, mas ser capaz de analisar".

http://educacao.uol.com.br/noticias/2014/04/30/brasil-estuda-adotar-programa-de-avaliacao-para-adultos.htm

Greve na rede estadual faz MT conquistar 6º melhor piso do país

Os frutos da greve de 67 dias realizada pelos trabalhadores da educação em 2013 já começam a render frutos. Na lista dos pisos salariais aplicados pelas redes estaduais em todo o país, Mato Grosso aparece como 6º colocado para nível médio e em 5º lugar para os salários pagos para licenciatura, ambos incluindo o Distrito Federal no ranking.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT), Henrique Lopes do Nascimento, essa colocação no ranking nacional só foi possível graças à luta dos trabalhadores.

"Nossa greve foi fundamental para conquistarmos a dobra do poder de compra dos salários e já no primeiro ano da aplicação do reajuste estarmos nessa posição em relação aos outros estados. Já avançamos muito, mas ainda temos muitas batalhas para lutar para conquistar também melhores condições de trabalho, pois a valorização profissional não é feita apenas com salário", enfatiza o presidente.

Em 2014 os trabalhadores da educação conquistaram o reajuste de 10,84% e um piso de R4 1.739,28. No reajuste parcelado, em 2015 haverá um aumento de 6% acima da inflação, 7% em 2016 e continua crescendo até chegar aos 100% em 10 anos e garantir a dobra do poder de compra.

Veja mais: Plano salarial da educação de MT



http://www.sintep.org.br/site_novo/Noticias/NoticiaVisualizar.aspx?id=3193

'Gênio da química', brasileiro passa em 4 faculdades dos EUA

Estudante Ramon Gonçalves
  • Mauren Xavier
Mauren Xavier




Com muito empenho e apoiado com uma bolsa de estudo, o aluno brasileiro Ramon Gonçalves, 19 anos, deixará a residência da mãe, em Belém, Pará, para se mudar para os Estados Unidos. A única indefinição até o momento é qual será a cidade em que irá morar. Isso porque a decisão depende de qual universidade escolherá para estudar engenharia química. No início deste ano, ele foi aprovado em quatro instituições americanas: Cornell, em Nova York; Dartmouth, em Hanover; University of Southern California, em Los Angeles; e Amherst, na cidade com mesmo nome. O jovem conquistou ainda uma vaga na University of Helsinki, considerada a melhor da Finlândia, e no Instituto Militar de Engenharia (IME), que tem uma das seleções mais difíceis do Brasil.
O estudante avalia que as aprovações refletem uma combinação quase perfeita: apoio financeiro e muito estudo. E foi muito estudo mesmo. Em alguns meses ele chegou a adotar uma rotina pesada de aulas, que em alguns momentos chegou a quase 18 horas diárias. "Era pouco tempo. O jeito era aproveitar todos os momentos para aprender", resume.

Continue lendo:
http://noticias.terra.com.br/educacao/genio-da-quimica-brasileiro-passa-em-4-faculdades-dos-eua,911723fa29995410VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Livros de biblioteca comunitária criada havia um mês são furtados em Cuiabá

Organizadores do projeto descobriram o furto na manhã desta quarta-feira.
Nova reposição de exemplares será feita no lugar dos livros furtados.

Denise SoaresDo G1 MT

Livros de biblioteca comunitária foram furtados na noite desta quarta em Cuiabá. (Foto: Thiago Paiva/Arquivo pessoal)Livros de biblioteca comunitária foram furtados na noite desta quarta em Cuiabá. (Foto: Thiago Paiva/Arquivo pessoal)
Cerca de 50 livros de uma biblioteca comunitária instalada em um ponto de ônibus, no Bairro Morada do Ouro, em Cuiabá, foram furtados na noite desta terça-feira (29). A estrutura, criada através de um projeto, tinha sido inaugurada havia um mês e funcionava durante todo o dia como forma de estimular a leitura.
De acordo com um dos idealizadores do projeto, Thiago Paiva, o furto foi descoberto na manhã desta quarta-feira (30), no momento em que os organizadores foram fazer a reposição de livros. Existem algumas câmeras de segurança perto do ponto de ônibus, mas não conseguiram registrar o furto.
“Até ontem à noite eu passei no ponto e vi as pessoas lendo enquanto esperavam o ônibus. Mas na manhã de hoje não tinha nada nas prateleiras. É chato pois foi uma coisa que deu trabalho para fazer. Não sentimos nem tanto pela perda [dos livros], mas pela consequência disso”, disse Thiago ao G1. Ele estima que foram levados mais de 50 livros, além de 70 revistas.
Os organizadores ainda vão registrar boletim de ocorrência na polícia nesta quarta-feira. Por terem recebido muitas doações, uma nova reposição de livros deve ser feita na biblioteca comunitária.
Para implantar o projeto no ponto o local passou por reparos: pintura e manutenção completa em toda a estrutura. Depois de instalado, também foi realizado um teste para verificar se com a nova estrutura os livros não molhariam com chuva.
Para fazer doação basta ir na biblioteca comunitária que fica localizada na Avenida Milton Figueiredo, no Bairro Morada do Ouro, na capital.
http://g1.globo.com/mato-grosso/noticia/2014/04/livros-de-biblioteca-comunitaria-criada-havia-um-mes-sao-furtados-em-cuiaba.html

Sintep/MT homenageia professor João Monlevade

O V Encontro Estadual de Funcionários  homenageou o professor João Monlevade  pela sua atuação no movimento sindical em especial na luta pela valorização dos funcionários da educação. Foi o primeiro homenageado neste período que antecede as comemorações dos 49 anos do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT), que deverá destacar outros/as companheiros/as que fazem parte desta história.
Emocionado, Monlevade lembrou um pouco de sua participação junto ao Sindicato e das lutas históricas e atuais.
O professor se filiou ao Sindicato quando ainda era a Associação Mato-Grossense de Professores Primários (AMPP), em 1981.
"A homenagem é sincera, mas acredito que ela não é só para mim, mas para todos os trabalhadores da educação. Estou emocionado, pois estive presente em muitos enfrentamentos desse sindicato, que é o berço e a rede que embala essas lutas".
Sobre os momentos marcantes junto ao Sintep/MT, o professor lembrou a conquista da gestão democrática. "São muitas lutas, tivemos diversas campanhas, mas algo que me marcou foi sermos o primeiro estado do país a alcançar essa conquista, que só foi possível graças à atuação do Sindicato, onde é preciso perseverar a cada dia".
http://www.sintep.org.br/site_novo/Noticias/NoticiaVisualizar.aspx?id=3190

Expediente na Prefeitura de Cuiabá será normal nesta sexta-feira, 02 de maio



A Prefeitura de Cuiabá terá expediente normal nesta sexta-feira (02). 
De acordo com o calendário já divulgado, o ano de 2014 
será marcado por 13 feriados nacionais e municipais.

Veja o calendário de feriados e pontos facultativos 

MP visita escolas de Cuiabá e VG e conhece problemas de perto

Welington Sabino, repórter do GD

Problemas relacionados à precária infraestrutura como salas de aulas menores que o ideal para atender a demanda, ausência de ar condicionado, ausência de espaço adequado para a prática de atividade esportiva, além da falta de segurança, ausência de acessibilidade e a prática de violência dentro da escola estão entre as principais reclamações da comunidade escolar da Escola Estadual Dom Francisco de Aquino Corrêa, no bairro Jardim Europa, em Cuiabá, e da Escola Estadual Emanuel Pinheiro, localizada em Várzea Grande.
As unidades foram escolhidas para uma visita surpresa nesta segunda-feira (28) realizada por procuradores da República e promotores de Justiça. Conforme o Ministério Público Estadual (MPE), a ação faz parte do projeto MPEduc e tem como objetivo traçar um diagnóstico sobre os principais problemas enfrentados pelas unidades de ensino, contempladas com a iniciativa.
Na escola visitada em Cuiabá, o promotor de Justiça, Alexandre de Matos Guedes, titular da Promotoria de Defesa da Cidadania, juntamente com a procuradora da República em Mato Grosso, Bianca Araújo, ouviram depoimentos de alguns dos 310 alunos que frequentam a unidade escolar. Guedes explicou que a escolha das escolas seguiu questões importantes ligadas, por exemplo, a violência e ao baixo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB). "Uma escola é fruto da sua comunidade, obviamente que você tem todos os problemas pedagógicos e estruturais. Mas é preciso entender o porque disso estar acontecendo", disse.
Bainca Araújo, procuradora da República lembrou que o início das atividades ocorre justamente no Dia Internacional da Educação. "Inicialmente, viemos aqui para fazer um diagnóstico das carências e dificuldades do colégio. Teremos em mãos um levantamento fotográfico, vistoria, relatos da conversa com a diretoria do colégio e demais dados que vão nos subsidiar. A partir daí, vamos sentar e fazer um diagnóstico real do motivo que a escola esta com índices baixos rendimentos no Ideb, por exemplo, e de outras carências", destacou.
Em Várzea Grande, os trabalhos foram realizados no período da tarde, na Escola Estadual Emanuel Pinheiro que possui cerca de 470 alunos divididos em três turnos, pelos procuradores da República Talita de Oliveira e Lúcio Mauro Carloni Fleury Curado. A diretora da unidade de ensino, Edna Regina Uliana, apresentou aos membros do Ministério Público os principais problemas enfrentados por professores e alunos. Segundo ela, em dezembro do ano passado, por exemplo, um ex-aluno entrou na escola e rendeu os professores. Todos foram amarrados enquanto ele praticava o assalto. Além de aparelhos celulares e de outros pertences dos profissionais, o assaltante levou também câmeras do circuito interno de TV e lâmpadas. O furto de câmeras tem se tornado rotina no estabelecimento de ensino.
A diretora reclamou que conta com apenas um agente de pátio na escola e que não é feito o controle da saída e entrada de pessoas. Além disso, existem várias "bocas-de-fumo" nas proximidades, o que acaba facilitando a entrada de drogas na unidade. A falta de manutenção ao redor da escola também foi apontada como uma das causas do desprezo à escola. Na escola, são 33 professores, 2 coordenadoras, um secretário e 3 funcionários na limpeza. Atualmente, existem 8 salas de aula funcionando e a escola passa por reforma nas instalações elétricas. Em Cáceres, as visitas ocorreram nas escolas municipais Raquel Ramon, Jardim Paraíso e Professor Eduardo Benevides Lindote. (Com assessoria)

Veja também: Escolas padecem sem condições mínimas de estrutura física, em Cáceres

                    : Conheça o Ministério Público pela Educação

http://www.gazetadigital.com.br/conteudo/show/secao/9/materia/418623/t/mp-visita-escolas-cuiaba-e-vg-e-conhece-problemas-de-perto

Concurso Público para a educação de Cuiabá


Prefeitura de  Cuiabá/ Secretaria Municipal de Educação decidem realizar Concurso Público para provimento de cargos vagos na Rede Municipal de Ensino de Cuiabá.



Veja a Portaria 097/2014/GS/SME que constitui a Comissão responsável pelo levantamento de vagas, elaboração e divulgação de Edital do Concurso.


Veja também: SEDUC prepara concurso


Especialistas defendem ensino de cultura negra e indígena nas universidades

Marcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil Edição: Stênio Ribeiro
Para tirar a lei do papel e implementar o ensino da cultura afro-brasileira e indígena na rede de ensino, deve-se, primeiro, mudar a formação dos professores. Essa foi uma das conclusões dos convidados do programa Brasilianas.org, da TV Brasil, exibido hoje (28), que discutiu a aplicação da Lei nº 11.645, de 2008, que inclui no currículo oficial das escolas essa temática.
“Nosso foco está na formação de professores, porque essa área não está contemplada na formação de professores. No que diz respeito à história da cultura negra, é importante a gente investir na pesquisa e na formação desses profissionais”, disse a secretária de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade (Secadi), do Ministério da Educação (MEC), Macaé dos Santos. “Temos que incidir sobre os cursos de licenciatura e também em formação continuada”, completa.
Macaé destaca, no entanto, que existem mais de 20 universidades no Brasil que ofertam cursos de licenciatura intercultural indígena para professores indígenas. Para Benedito Prézia, coordenador do programa Pindorama, de educação indígena aa Pontifícia Universidade de São Paulo (PUC-SP), é necessário mais abertura das instituições de ensino superior com a história dos índios brasileiros. “A própria universidade não se abriu para a história indígena”, diz. Para ele, os professores da rede de ensino básico não abordam as questões em sala de aula, por não terem visto o assunto na universidade.
Os movimentos sociais foram lembrado durante o debate. Para Macaé, os avanços na área, inclusive a criação da Lei 11.645/08, foram fruto de luta desse setor da sociedade. O professor Valter Roberto Silvério, no entanto, alerta para a distorção da história nos livros escolares. “Havia, nos materiais de ensino básico e superior, informações equivocadas do que sejam as populações negras. Ainda há, mas isso tem mudado, melhorado ao longo do tempo”.
De acordo com Silvério, o racismo que é observado até hoje no Brasil pode ter bases também nos livros de história. “Eu me lembro que nos livros didáticos havia uma semelhança muito grande do negro com o macaco”. Ele destacou ainda que uma grande figura da história do Brasil foi descaracterizada ao longo dos anos: “Machado de Assis foi sendo embranquecido ao longo dos anos. Ainda vivemos essa tensão de que nossas lideranças negras são, ao longo do processo, embranquecidas”.


http://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2014-04/especialistas-defendem-ensino-de-cultura-negra-e-indigena-nas-universidades

Em 2013, governos gastaram ao menos R$ 191 mensais por aluno

Do UOL, em São Paulo
O gasto mínimo anual por aluno da educação básica pública no ano de 2013 foi de R$ 2.287,87, de acordo com portaria publicada pelo MEC (Ministério da Educação) no Diário Oficial da União desta terça-feira (29). O montante equivale ao gasto mínimo de R$ 190,66 ao mês por estudante da educação básica.
O valor aumentou R$ 267,08 em relação ao gasto mínimo do ano de 2012. A primeira estimativa para 2013, publicada em dezembro de 2012, indicava um investimento mínimo de R$ 2.243,71. Ao longo do ano, o valor foi alterado mais duas vezes: em maio passou para R$ 2.221,73 e em dezembro foi para R$ 2.022,51.
O valor é ajustado em razão de mudanças, no decorrer do exercício de 2013, no comportamento das receitas do Fundeb (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais de Educação) provenientes das contribuições dos Estados, Distrito Federal e municípios. 
Esse valor é referente às séries iniciais do ensino fundamental de áreas urbanas. As UFs (Unidades Federativas) têm liberdade para investirem mais do que isso por aluno. Aquelas que não conseguem atingir esse patamar recebem complementação do governo federal, por meio do Fundeb.
Em 2013, precisaram de complementação os Estados de Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte. 

http://educacao.uol.com.br/noticias/2014/04/29/em-2013-governos-gastaram-ao-menos-r-191-mensais-por-aluno.htm

Declaração para um novo ano

20 para 21  Certamente tivemos que fazer muitas mudanças naquilo que planejamos em 2019. Iniciamos 2020 e uma pandemia nos assolou, fazendo-...