quinta-feira, 24 de abril de 2014

EMREB Nossa Senhora Penha de França presente na Caminhada Ecológica 2014

Professor Ednilson de Carvalho. Foto EducaGil
Pelo menos 200 alunos da escola municipal rural Nossa Senhora da Penha de França participarão no próximo domingo (27) da Caminhada Ecológica 2014, que ocorre no Distrito do Coxipó do Ouro. A largada será às 8h, na Vila do Coxipó do Ouro.
A caminhada é uma realização da Secretaria Municipal de Esportes, Cidadania e Juventude e está inserida na programação do aniversário de Cuiabá.
Conforme o coordenador da escola Nossa Senhora da Penha, Ednilson de Carvalho, além da importância do convívio com o meio ambiente e a preservação do local, os alunos terão a oportunidade de obter conhecimento sobre a história de Cuiabá.
“Esta região tem um valor histórico muito grande para nossa capital e a caminhada é um resgate disso”, disse o coordenador.
A unidade escolar, segundo o professor, também promove uma caminhada anual pela trilha dos tropeiros com o intuito de valorização do local e para mostrar aos alunos os pontos históricos da região.
Assim como os alunos, todos os participantes da caminhada percorrerão cerca de 10 quilômetros pela Trilha dos Tropeiros. O distrito possui um cenário com áreas naturais preservadas, sendo propício para o lazer. Além do Rio Coxipó os visitantes poderão contemplar cachoeiras, matas, trilhas e morros.
Foto: Jorge Pinho (SME)
Antes da caminhada os participantes terão uma rápida apresentação sobre a história e o processo de colonização do Coxipó do Ouro.  O professor e historiador Pedro Félix vai falar sobre a importância histórica e contar algumas curiosidades do Coxipó do Ouro, considerado o primeiro núcleo urbano (arraial) de Cuiabá.
ACESSO – A distância do Coxipó do Ouro até Cuiabá é de 28 km, pela rodovia Emanuel Pinheiro (MT 251 - sentido Chapada dos Guimarães), pavimentada até o km 18, com acesso à direita, concluindo os 10 km restantes de estrada de chão.
http://www.cuiaba.mt.gov.br/educacao/alunos-de-escola-municipal-participam-da-caminhada-ecologica-2014/8763

Física e futebol: entendendo a "bicicleta"

O esporte predileto dos brasileiros é analisado à luz da ciência em artigo da CH. Destaque especial para Pelé, que explorava como ninguém as leis da física, para executar o famoso chute de bicicleta perfeito.
Por: Marcos Duarte
Pelé sempre executava a bicicleta de forma peculiar: antes de chutar a bola, as duas pernas se distanciavam, se cruzavam no ar e voltavam a se separar, como o movimento de uma tesoura.  (imagem: Cedida pelo autor)

A física – cujo nome vem do grego physis, natureza – é a ciência que estuda os fenômenos naturais. Os corpos em movimento é um deles. E, para isso, usa conceitos como energia, força, velocidade, aceleração, espaço, tempo etc. Dá para notar, então, que jogadores de futebol podem ser considerados grandes especialistas em usar a física para fazer uma jogada – afinal, fazer com que a bola adquira um movimento em curva acentuada, como em um chute com efeito do ex-lateral esquerdo da seleção brasileira Roberto Carlos, sem dúvida, requer conhecimentos intuitivos de física avançada que poucos têm.  
Dizem que, no futebol, o gênio é aquele que desafia – e, como dito popularmente, até mesmo ‘viola’ – as leis da física. Não. É justamente o contrário: só o ‘perna de pau’ quer, em vão, violar as leis da física. O jogador talentoso tem tais leis incorporadas a ele e as usa como se fosse mágica.
Dito isso, vamos entender como Pelé – para muitos, o maior dos gênios no futebol – explorava as leis da física, para executar o famoso (e raro) chute de bicicleta perfeito.

17ª edição do Prêmio Professor Nota 10

Criado em 1998, o Prêmio Victor Civita Educador Nota 10 reconhece professores da Educação Infantil e do Ensino Fundamental e também gestores escolares de todo o país. Aproximadamente 3.000 educadores, professores, gestores escolares e coordenadores pedagógicos, de diversos segmentos de ensino, inscrevem seu trabalho a cada edição do Prêmio em diferentes áreas de conhecimento. 

Uma comissão selecionadora, composta por profissionais da Educação, especialistas nas diversas disciplinas, analisa todos os trabalhos recebidos e, entre eles, são escolhidos os 50 finalistas; dentre os finalistas são escolhidos os 20 premiados; e entre os premiados são escolhidos os dez Educadores Nota 10. 

Nesses 16 anos de existência, reconhecemos mais de 180 educadores, entre professores e gestores, e entregamos cerca de 2 milhões de reais em prêmios.

Os trabalhos premiados são ideias simples e corajosas que mostram a importância da aprendizagem de crianças e jovens e a tarefa de mantê-los numa boa escola, trabalho esse indispensável para a transformação deste país numa nação melhor e mais justa.

Clique aqui para acessar o site do Prêmio

PNE: Deputados votam por menos recursos para a educação pública

Mais uma vez a reunião da Comissão Especial da Câmara dos Deputados é interrompida sem que seja finalizada a votação do PL 8.035/10, que estabelece o PNE (Plano Nacional de Educação). Durante o encontro dessa quarta-feira (23/04), os parlamentares aprovaram um dispositivo que enfraquece a Meta 20, que prevê a destinação do equivalente a 10% do PIB (Produto Interno Bruto) para a educação pública. Segundo o texto, recursos do Pronatec, ProUni, Fies e convênios poderão ser contabilizados como investimento em educação pública. A retomada da votação na Comissão está prevista para ocorrer apenas no dia 06/05.

Após a vitória da última reunião da Comissão, que em decisão unânime retomou ao texto do PNE todas as estratégias referentes ao CAQi (Custo Aluno-Qualidade Inicial) e ao CAQ (Custo Aluno-Qualidade) e, com isso ampliou o repasse da União para a educação nos estados e municípios, a principal decisão tomada hoje foi a redução dos recursos que serão destinados à educação pública.

“A nossa meta era manter o texto aprovado na Câmara em junho de 2012 que propõe 10% do PIB [para educação pública]. Com a decisão de hoje, o investimento ficará entre 7 e 8%”, lamenta o deputado Glauber Braga (PSB-RJ), que votou contra a medida.

Em decisão apertada, 11 votos a 8, foi mantido o texto proposto pelo relator Angelo Vanhoni (PT-PR) para que os recursos dos programas e expansão da educação profissional e superior, inclusive incentivos e isenção fiscal, bolsas de estudos no País e exterior, subsídios para programas de financiamento estudantil, conveniamento da educação infantil e da educação especial sejam computados como investimento público em educação. Durante as discussões, as bancadas do PDT, PSB, PCdoB, PSOL, DEM, PSC e PP foram orientadas a votar em favor do dinheiro público para a educação pública.

Na avaliação do deputado Paulo Rubem Santiago (PDT-PE), que também votou contra a proposta, o texto do PNE retrocedeu ao ampliar ainda mais a privatização da educação no País. “Estamos tratando de um plano decenal de Estado, é um equívoco o governo sinalizar a expansão das matrículas na Educação Básica e no Ensino Superior via setor privado, e não com a ampliação da rede pública. O país ficará à mercê de interesses econômicos desses grupos, que visam o lucro, não a qualidade do ensino”, critica. Santiago afirma que a bancada do PDT irá apresentar um destaque para reverter essa decisão quando o projeto de lei for apreciado pelo plenário.

“Não somos contra esses programas, mas eles têm fontes de financiamento distintas, inclusive com leis próprias para regulamentar o Prouni e o Fies, por exemplo. Espero que isso não aconteça, mas a decisão de hoje cria uma brecha para que a forma de custeio dessas iniciativas seja alterada”, enfatiza Alice Portugal (PCdoB-BA), outra deputada que se posicionou contrária à proposta do relator.

As instituições privadas, administradas por grandes fundos e investidores, têm lucro garantido via renúncia fiscal ou mesmo com pagamento de mensalidades patrocinadas pelos programas de financiamento estudantil. “Se por um lado o texto do PNE assume o compromisso de ampliar o investimento em educação com os 10% do PIB, por outro – sob pressão da base governista – esse dispositivo possibilita que o setor privado seja beneficiado”, complementa Santiago.

Somente quando a Comissão Especial concluir a votação dos destaques, o PNE será apreciado no plenário da Câmara, e então seguirá para sanção presidencial. A previsão é que os deputados voltem a se reunir no dia 06/05. Em pauta, estarão destaques importantes como a definição da idade mínima para que todas as crianças estejam alfabetizadas e a criação de políticas que estimulem a remuneração por mérito, de acordo com o desempenho no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica).

Mais de 100 instituições e entidades da sociedade civil assinaramCarta Aberta pedindo a supressão da estratégia 7.36 do PNE, que prevê a criação de “políticas de estímulo às escolas que melhorarem o desempenho no Ideb, de modo a valorizar o mérito do corpo docente, da direção e da comunidade escolar”.

Já em relação às políticas de bonificação, o comitê diretivo da Campanha Nacional Pelo Direito à Educação divulgouPosicionamento Público em defesa do texto da Câmara que propõe como meta a alfabetização de todas as crianças, no máximo, até o final do 3º ano do ensino fundamental. O texto aprovado no Senado prevê que “todas as crianças, no máximo, até os 8 (oito) anos de idade, durante os primeiros 5 (cinco) anos de vigência do PNE; no máximo, até os 7 (sete) anos de idade, do sexto ao nono ano de vigência do PNE; e até o final dos 6 (seis) anos de idade, a partir do décimo ano de vigência do PNE”. 
Fonte: Campanha Nacional Pelo Direito à Educação

http://www.campanhaeducacao.org.br/?idn=1330

Inscrições para os Jogos Estudantis podem ser feitas até o dia 25/04

Estão abertas as inscrições para a 39ª Edição dos Jogos Estudantis Cuiabanos (JECs). Os jogos serão realizados entre os dias 10 a 25 de maio, em ginásios, escolas particulares e na Associação Atlética Banco do Brasil (AABB).
As inscrições são gratuitas e podem ser efetuadas até o dia 25 de abril, na Secretaria Municipal de Esportes, Cidadania e Juventude, localizada na Rua Comandante Costa, Nº 1.554. Para participar é necessário preencher a ficha e inscrição e apresentar documento de identificação (original) com foto. 
Conforme o regulamento, a ficha de inscrição deve ser entregue e assinada em duas vias. Os documentos exigidos deverão ser apresentados ao Coordenador da Modalidade e/ou Anotador (mesário), antes do início de cada jogo ou prova. 
O aluno poderá participar de uma modalidade coletiva, ficando facultativa sua participação nas modalidades individuais. Os vencedores de cada categoria recebem troféus e medalhas, além de representar Cuiabá nos Jogos Estudantis Mato-grossenses. 
Os jogos serão disputados nos períodos matutino, vespertino e noturno, nas modalidades, naipes e categorias especificadas abaixo.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                     
MODALIDADE
Nº DE ATLETA
NAIPE
Categoria A
Categoria B
Nascidos nos anos
Nascidos nos anos
Atletismo
2 (Prova)
Masculino/Feminino
1997,1998,1999
2000,2001,2002
Basquetebol
10
Masculino/Feminino
Futsal
10
Masculino/Feminino
Handebol
14
Masculino/Feminino
Judô
RE
Masculino/Feminino
Voleibol
12
Masculino/Feminino
Xadrez
RE
Masculino/Feminino
Natação
2 (Prova)
Masculino/Feminino
Futebol
18
Masculino/Feminino
1997,1998,1999
Garota Estudantil
2
Feminino
1997,1998,1999
Horário de inscrições: Das 8h às 11h30 e das 14h às 17h30. 
Outras Informações: 3616- 6620


http://www.cuiaba.mt.gov.br/esporte-cidadania-e-juventude/inscricoes-para-os-jogos-estudantis-podem-ser-feitas-ate-o-dia-25/8696

Composição da Comissão de Educação da AL-MT

Foto: Demóstenes Milhomem /ALMT.
Eleito com três votos favoráveis, o deputado Wagner Ramos (PR) assumiu nesta quarta-feira (23), a Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia e Desporto. O deputado Aírton Português (PSD) foi escolhido como vice-presidente. Durante a reunião, o ex-presidente da comissão, deputado Alexandre César (PT), lembrou do importante trabalho da comissão referente à negociação com a classe de professores que culminou em greve por mais de 60 dias.

“A Assembleia, por meio da comissão, sempre buscou sensibilizar ambas as partes (governo e categoria). E que o resultado foi positivo, pois o governo dobrou o poder de compra do programa no prazo de 10 anos”, relatou. A greve contou com trinta e seis mil profissionais que aderiram o movimento e 430 mil alunos ficaram sem aula. Diversos protestos marcaram o período da paralisação.

O presidente Wagner Ramos elogiou as ações realizadas e afirmou que pretende trabalhar em parceria com as classes de interesse da comissão, bem como solicitou o compromisso dos membros quanto a freqüência nas reuniões para deliberação de matérias. “Já ocorreu em algumas reuniões de termos que apreciar projetos importantes e pela falta de quórum não podemos realizar”.
BALANÇO- Em 2013 foram realizado oito reuniões ordinárias e uma extraordinária, as quais foram deliberadas matérias importantes. Tramitaram 164 matérias sendo: 91 Projetos de Lei, 01 Projeto de Lei Complementar, 03 Projetos de Resolução, 09 Requerimentos e um veto parcial e 23 Leis sancionadas.
Também foi aprovada a Súmula nº 01/2013, de autoria da comissão, com objetivo de subsidiar os pareceres de projetos de lei como temas recorrentes como, por exemplo, a não prerrogativa da AL em alterar o currículo das escolas com criação de disciplinas ou inserção de conteúdo. Os deputados membros ainda realizaram visitas de vistoria em dez escolas estaduais no município de Cáceres onde foi constatado problemas na infraestrutura. No mês de novembro do corrente ano, vai acontecer a II Conferencia Nacional de Educação- “II CONAE” em Brasília, onde a comissão de educação da AL integra a comissão organizadora. Este evento é um espaço democrático para a organização da educação nacional, indicando ações e estratégias para as políticas de Estado de educação básica e superior, e na consolidação do novo Plano Nacional de Educação- PNE.

O próximo encontro para deliberação de matérias será no dia 07 de maio, ás 14h. Ainda compõem esta comissão os deputados membros: Ezequiel Fonseca (PP), João Malheiros (PR), e suplentes: Walter Rabello (PSD), Herminio Jota Barreto (PR), Dilmar Dal Bosco (DEM) e Romoaldo Júnior (PMDB).

http://www.al.mt.gov.br/TNX/conteudo.php?sid=44&cid=40745&parent=0

Licenciaturas não formam professores profissionais, afirma pesquisadora

Cristiane Capuchinho
Do UOL, em São Paulo

Bernadete Gatti
deficiência na formação dos professores brasileiros vai além da falta de diploma. Mesmo os professores que saem da faculdade com a habilitação para a docência não estão recebendo formação adequada. "As licenciaturas não estão formando professores profissionais", crava Bernadete Gatti, pesquisadora do assunto pela Fundação Carlos Chagas. 
"É um curso que foi encurtado e que dentro das universidades não recebe a atenção que deveria ter. Parece que qualquer um pode ser professor e não é qualquer um que pode ser professor", afirma Gatti. 
Para a especialista em formação docente, a maioria dos cursos de licenciatura está muito longe da experiência da sala de aula e se preocupa em dar apenas os conteúdos disciplinares que o professor vai abordar em sala de aula.

1 em cada 5 professores de 6° a 9° ano não fez curso superior


Cristiane Capuchinho
Do UOL, em São Paulo
Em 2013, 21,5% dos professores brasileiros que davam aulas nos anos finais do ensino fundamental (6° ao 9° ano) não fizeram ensino superior. Dos profissionais em sala de aula nessa fase de ensino, 35,4% não são habilitados para dar aula --ou seja, não fizeram licenciatura. Os dados são do Censo Escolar e foram compilados pela ONG Todos pela Educação.
No ensino médio, 22,1% dos professores brasileiros não fizeram licenciatura. São administradores, advogados ou profissionais com alguma formação de ensino superior que estão na escola dando aulas de física, química, matemática e educação física, entre outras.
De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, todos os docentes de ensino fundamental e médio deveriam ter diploma de ensino superior em pedagogia ou uma licenciatura para estar em sala de aula. No entanto, o Brasil ainda não conseguiu superar o déficit de formação do professorado.
"Não temos professores formados em quantidade suficiente em várias áreas, principalmente em física, química, artes. Os cursos se concentram nas grandes cidades, embora, os cursos superiores de educação a distância estejam contribuindo com a formação de professores em cidades do interior", aponta Bertha do Valle, pesquisadora da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro).

Aula de campo no Centro Histórico

Estátuas, ruas, casarões e outros pontos que fazem parte da história de Cuiabá, e que na correria do dia-a-dia passam despercebidos pelas pessoas, fizeram parte de uma aula de campo promovida pela Escola Estadual Tancredo Neves. Para fomentar o conhecimento e levar aos alunos um pouco mais sobre a história da capital mato-grossense, a escola realizou o projeto “Caminhando pelo Centro Histórico”. Pelo menos 35 alunos do 2° Ano da Educação de Jovens e Adultos participaram desta aula de campo.
A atividade desenvolvida por professores de História e Sociologia com objetivo de possibilitar o entendimento sobre a cidade que vivencia todo dia, mas que não é percebida com olhos do passado. Segundo o aluno Marcelo Emanuel Messias Souza, a aula foi muito importante. “Eu até conhecia muitos dos pontos visitados. Porém, não sabia qual era o significado de cada um. Os professores falaram um pouco da história de cada um dos lugares. Eu mesmo trabalhei próximo a estátua dos Bandeirantes e não sabia o que era, achava até estranho. Acho esse tipo de aula muito interessante e que nos chama a aprender” diz o estudante.

Segundo o professor de História Pedro Félix, o objetivo foi demonstrar aos alunos determinados pontos históricos e turísticos de Cuiabá, desde sua origem, a fatos que marcaram a História desta cidade. “A caminhada começou em frente às estátuas da avenida Coronel Escolástico, que representa o simbolismo do nosso cordão umbilical entre São Paulo e Mato Grosso, bem como o contato com o indígena e o negro. Praça Alencastro, igreja de Nossa Senhora do Rosário e de São Benedito, e outros pontos foram visitados” diz o professor.
A diretora da escola destaca que a atividade já foi desenvolvida no ano passado, e devido o resultado positivo resolveu estender mais este ano. “Os alunos aplaudiram a iniciativa da escola e perceberam que a teoria acontece a partir da prática. Que a história é um processo que se inicia no antes, passando pelo agora e culminando no depois” diz a diretora Márcia Jamil.
http://www.seduc.mt.gov.br/conteudo.php?sid=20&cid=14281&parent=20

Professor é demitido após postar conto erótico em blog

Um professor de gramática e literatura foi demitido de uma escola particular de São José dos Campos, no Vale do Paraíba, no último dia 8, depois de ter postado capítulos de um conto erótico em seu blog pessoal na internet. A escola alegou ter recebido reclamações dos pais de alunos contra o teor pornográfico dos textos. O professor, que atendia classes do ensino fundamental, com alunos entre 10 e 15 anos, alegou que o blog não tinha a ver com sua atividade pedagógica.

De acordo com a direção do estabelecimento, os pais reclamaram que o conteúdo do blog foi parar nas redes sociais, possibilitando o acesso dos alunos. Alguns contos tinham apelo ostensivamente erótico, como "Ninfetinha", "Leves Gemidos" e "De Quatro". Em sua defesa, o docente alegou que não utilizava o conteúdo do blog em classe. Formando em Letras e Teologia, ele disse que o fato de exercer o magistério não pode cercear sua liberdade de escrever e criar. Além disso, o blog continha uma advertência sobre o conteúdo, voltado para internautas maiores de 18 anos.

Após a dispensa, ele postou no blog e no Facebook que havia sido demitido sem chance de defesa. Em entrevista ao jornal O Vale, ele se considerou injustiçado. "Alegaram que os pais queriam processar a escola e a mim, sendo assim acharam melhor me demitir." Segundo ele, seu perfil na rede social é visto apenas pelos seus amigos. "O problema é que vivemos em uma sociedade hipócrita, pois crianças e adolescentes assistem novelas com cenas fortíssimas de sexo em horários inapropriados. O intuito dos meus textos não é prejudicar, mas promover reflexão."

O professor leciona há dez anos e, fora do expediente, produz crônicas e contos que pretende reunir em um livro. "Pretendo seguir carreira como escritor e não quero ser visto como um libertino ou depravado. Jamais instiguei algum aluno a ler meus contos." O caso repercutiu nas redes sociais. "Contos eróticos é o nome bonitinho que deram para pornografia", postou José Antonio da Silva. "Ah, o professor pegou pesado. Que tal se os pais prestassem atenção também nas novelas, nos quadros de sexo exibidos livremente?", respondeu o internauta que se identificou apenas como Paulo.
http://noticias.r7.com/educacao/noticias/professor-e-demitido-apos-postar-conto-erotico-em-blog-20140423.html

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Delegação da FIFA visita EMEB Maria Ambrósio Pommot

Foto: Tchélo Figueiredo

Secom Cuiabá
A prática de esporte de forma saudável, aliada a uma boa educação alimentar e prevenção de doenças. Essas são algumas das características que o Programa Fifa 11 pela Saúde está levando a seis escolas municipais de Cuiabá.
Nesta quarta (23), a delegação da Federação Internacional de Futebol (Fifa), juntamente com o ex-jogador Ronaldo Nazário, realizou uma visita à escola municipal Maria Ambrósio Pommot, no bairro Jardim Imperial, para assistir a uma das sessões do programa em Cuiabá.
A escola Maria Ambrósio é uma das seis unidades de ensino da rede municipal beneficiadas com o Fifa 11, que é voltado a crianças de 11 e 12 anos de idade. Em cada unidade pelo menos 25 alunos participam do programa.
“É com orgulho que desenvolvemos essas atividades nesta e em outras cinco escolas municipais. O programa é muito importante para as crianças”, declarou o prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes.
Segundo o secretário municipal de educação, Gilberto Figueiredo, o programa reforça o trabalho que os professore já vêm realizando em sala de aula, uma vez que o incentivo à promoção da saúde já faz parte do currículo escolar nas unidades do município.
“Aliar o esporte a uma boa alimentação ajuda no desenvolvimento da criança e, consequentemente, no rendimento escolar, por isso estamos sempre incentivando essa prática nas nossas escolas”, disse o secretário.
Durante a sessão os professores Tereza de Fátima Silva e Demétrius Correa fizeram uma demonstração de como o programa é desenvolvido na escola.
“Encontramos aqui dezenas de crianças participando dessas atividades que visam a promover o desenvolvimento físico aliado a práticas de saúde, o que é muito importante”, disse Ronaldo Nazário.
A aluna Elaine Cristina Silva, 11 anos, é uma das beneficiadas com o programa. Ela diz que gosta de participar das aulas, porque além de aprender também se diverte. “Já aprendi que o álcool, o cigarro e a droga são coisas que não combinam com esporte e não podemos usar nunca”, disse a garota, acrescentando que todo esse aprendizado é dividido em casa com os pais.
Os preceitos básicos de uma alimentação saudável ajudou a aluna Alicia Machado Duarte, 11 anos, a cuidar do colesterol. “Eu aprendi a me alimentar melhor, agora eu não dispenso a salada, coisa que antes eu não gostava. Depois disso meu colesterol reduziu muito”.
Ariele Tamara Nascimento também aprendeu a lição direitinho. “Quando não cuidamos da saúde podemos passar mal e até corremos o risco de pegar uma doença séria”.
O programa Fifa 11 pela Saúde foi criado pela Federação Internacional de Futebol (Fifa) e conta com a colaboração dos Ministérios da Saúde, Educação e Esportes, além da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
Em Cuiabá, além da escola Maria Ambrósio, também foram contempladas com o programa as escolas Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, Ranulpho Paes de Barros, Floriano Bocheneki, Doutor Orlando Nigro e Professora Rita Caldas Castrillon, além de outras cinco escolas estaduais. Ao todo pelo menos 150 alunos da rede municipal estão sendo beneficiados com o programa.

http://www.cuiaba.mt.gov.br/educacao/programa-da-fifa-ensina-alunos-a-praticar-esportes-de-forma-saudavel/8757

É Lei. CUIABÁ-PREV tem, no máximo, 30 dias para analisar processo de aposentadoria

LEI Nº 5.746 DE 09 DE DEZEMBRO DE 2013


AUTOR: VEREADOR ADEVAIR CABRAL 

PUBLICADO NO DIÁRIO OFICIAL ELETRÔNICO DO TCE-MT N° 278 DE 12/12/2013 

ESTABELECE NORMAS PARA O PROCEDIMENTO DE APOSENTADORIA DO SERVIDOR PÚBLICO DO MUNICÍPIO DE CUIABÁ E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. 

O PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE CUIABÁ – MT: Faço saber que a Câmara Municipal rejeitou o veto total, e em conformidade com os §§ 7º e 8º do artigo 29 da Lei Orgânica do Município de Cuiabá – MT promulgo a seguinte Lei: 

Art. 1° Esta Lei estabelece norma a ser observada pelo gestor público a partir do momento em que for protocolizado pedido de aposentadoria, pelo servidor público municipal de Cuiabá. 

Art. 2º Fica o Cuiabá-PREV obrigado a analisar previamente todo requerimento de aposentadoria no prazo máximo de 30 (trinta) dias, e nesse mesmo prazo disponibilizar ao requerente um documento a certificar se este atende todos os requisitos legais necessários para seu deferimento, sob pena de responsabilidade. 

Parágrafo único. Caso o Cuiabá-PREV entenda que o servidor cumpriu todos os requisitos legais para a obtenção da aposentadoria, que deverá constar obrigatoriamente na certidão, deverá concluir todo o processo em no máximo 30 (trinta) dias.

Art. 3º Se o servidor que requereu aposentadoria e cumpriu todos os requisitos legais para obtê-la, não for aposentado no prazo estabelecido no artigo anterior, deverá ser dispensado do serviço e aguardar a concessão da aposentadoria em casa.

Art. 4º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Gabinete da Presidência da Câmara Municipal de Cuiabá.

Palácio Paschoal Moreira Cabral em, 09 de dezembro de 2013. 

JULIO PINHEIRO
PRESIDENTE


Veja a publicação da Lei 5746/2013



Menção a gênero sai do texto-base do PNE

O texto-base do projeto do Plano Nacional de Educação (PL 8035/10) foi aprovado ontem na comissão especial que analisa a matéria, com uma emenda que elimina a menção à igualdade de gênero e orientação sexual. A emenda aprovada recupera a redação do Senado, que determina a “superação das desigualdades educacionais, com ênfase na promoção da cidadania e na erradicação de todas as formas de discriminação”.
O relator, Angelo Vanhoni (PT--PR), tinha optado pela redação original da Câmara, que propunha a “superação das desigualdades educacionais, com ênfase na promoção da igualdade racial, regional, de gênero e de orientação sexual”. Para o deputado Izalci (PSDB- DF), autor da emenda, o texto do Senado é mais amplo e está de acordo com a Constituição.


http://www.todospelaeducacao.org.br/educacao-na-midia/indice/30153/mencao-a-genero-sai-do-texto-base-do-pne/

Escola vencedora do Prêmio Gestão apresenta práticas ao CEE-MT

Diretora Sibeli Lopes
Representantes do Conselho Estadual de Educação (CEE) de Mato Grosso puderam conhecer na 6ª Reunião Ordinária realizada no dia 22 de abril, as ações desenvolvidas pela Escola Estadual Luiza Nunes Bezerra, em Juara. A escola que foi vencedora do prêmio de gestão escolar em 2013, pode explanar as características que garantiram o reconhecimento. Além de debater como ampliar este trabalho para outras unidades. Na ocasião, conselheiros puderam avaliar os projetos desenvolvidos pela unidade escolar e sanar algumas dúvidas. O trabalho desenvolvido pela gestora Sibeli Lopes, que concorreu em 2013 com nove mil outras escolas e venceu a 14ª edição do Prêmio Gestão Escolar destacou a importância de trabalhar a formação continuada na qualidade da educação com foco no ensino humanizado. 
EE Luiza Nunes Bezerra
 
A secretária de Estado de Educação e conselheira do CEE , Rosa Neide Sandes de Almeida, destacou a presença da professora no conselho. “A presença da professora Sibeli engrandece o trabalho de uma gestão escolar comprometida com a qualidade social da educação. O prêmio nacional de gestão escolar enobrece as ações de todos os gestores de Mato Grosso” diz Rosa Neide.
 
Segundo Sibeli Lopes, a escola inscreveu pela primeira vez no prêmio em 2004 e vem se destacando no cenário estadual. “Mesmo quando não fazemos a inscrição nós fazemos um diagnóstico para ter noção da realidade da escola. Os pontos fortes e frágeis são encontrados. Deste ponto trabalhamos com metas e desafios e com comprometimento de uma educação de qualidade” diz a gestora. Ela ressalta que além dos projetos, o trabalho em equipe, também o comprometimento fez com que a escola, que hoje tem quase 900 alunos, ganhasse o prêmio. 
 
“Uma das características da escola que me chamou a atenção foi o fato da escola entrar em contato com os alunos faltosos.Essa não é atribuição dela, mas se fizesse apenas a missão, a escola não teria esse sucesso” diz a conselheira Nágila Edilamar.

ALINE MARQUESAssessoria/Seduc-MT


http://www.seduc.mt.gov.br/conteudo.php?sid=20&cid=14280&parent=20

15ª Semana Nacional em Defesa e Promoção da Educação Pública


Do dia 24 ao dia 30 de abril a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação realizará a 15ª Semana Nacional em Defesa e Promoção da Educação Pública. O objetivo é potencializar as discussões acerca dos principais temas da política educacional do Brasil.
Esta edição tem como tema "Planos de educação como instrumentos da valorização profissional". Serão realizados debates organizados pelos sindicatos filiados à CNTE nas cinco regiões do país, que abordarão assuntos como o direito à educação, carreira e jornada de trabalho, formação dos profissionais da educação, condições de trabalho e financiamento da educação.
Confira aqui o livreto com da 15ª Semana Nacional em Defesa e Promoção da Educação Pública. 

A arte de perguntar

Termo em voga, ‘problematizar’ virou solicitação frequente de professores, embora estudantes não compreendam o que se propõe. Para esse não virar mais um jargão pedagógico, educadora sugere envolver alunos na proposição de questões desafiadoras.
Por: Vera Rita da Costa
No processo de problematização, é preciso começar a lidar melhor
com a dúvida e a incerteza e, junto com os alunos,
formular mais e melhores perguntas, buscando respostas diferentes
e inovadoras para elas. (foto: Erik Araujo/ Sxc.hu)
'Problematizar’ virou um jargão em educação. E, como todo jargão, tem se tornado uma palavra enfraquecida, cujo significado vem se perdendo. Fala-se em ‘problematizar’, mas, além de não se ter clareza sobre o que é, não se sabe muito bem como fazê-lo.
Outro dia mesmo, visitando uma página de perguntas e respostas na internet, percebi claramente esse fato. Uma estudante colocava a seguinte questão: “O que é problematização? Tenho que ler um texto e a professora mandou a gente problematizar, mas eu não entendi nada.”
A ‘fala’ acima está adaptada, porque a pontuação e as abreviaturas contidas no original não tornariam o seu sentido tão fácil de compreender. Mas não é isso que interessa aqui. Na realidade, o mais curioso é o termo ‘problematização’ já ter chegado às salas de aula como tarefa para os alunos sem, no entanto, ser explicado ou ensinado na prática.
Isso é típico de um jargão – pressupõe-se que o outro saiba do que se trata. Também é típico do nosso sistema de ensino – pressupõe-se que se saiba o que é para fazer. Tão interessante quanto a pergunta apresentada, no entanto, são as respostas formuladas. 
Há uma mais ‘técnica’, que trata do fato de a problematização no ensino estar relacionada à busca da contextualização, da visão interdisciplinar, do resgate dos conhecimentos prévios, da atribuição de significado ao que é apresentado e do convite à reflexão. 
Nessa resposta, chama a atenção a informação: “Perguntas bem colocadas, sem dúvida, promovem o interesse do aluno, que se sente desafiado a mobilizar seus conhecimentos para resolvê-las e, mais importante, estimulado a aprender mais a respeito a fim de construir explicações satisfatórias. No processo todo [de problematização], o estudante provavelmente irá abandonar, complementar ou reformular suas hipóteses iniciais, substituindo-as por outras mais adequadas.”
‘Problematizar’ é simplesmente fazer boas perguntas
A outra resposta, mais ‘didática’, destaca outros aspectos da problematização – a polêmica, a participação e a discussão que ela deve envolver – e recomenda: “Se [a professora] deu um texto, ela quer que você, a partir desse texto, descubra algo que possa ‘saltar’ aos olhos das pessoas e do qual todos queiram participar.”

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http://cienciahoje.uol.com.br/alo-professor/intervalo/2014/04/a-arte-de-perguntar

Não há perguntas imbecis

Educadora discute por que a curiosidade e o interesse por temas científicos diminuem à medida que avança a vida escolar. E aponta, como um dos itens responsáveis, a incapacidade dos adultos de lidar de forma salutar com o questionamento.
Por: Vera Rita da Costa

É praticamente uma ideia de senso comum que as crianças são ‘cientistas inatos’. Elas são curiosas, observadoras, perguntadoras e experimentadoras ativas. Qualquer pai ou professor sabe disso. Mas também é notável e reconhecido por muitos o declínio da curiosidade e do interesse pela ciência que vai marcando o passar dos anos na escola. 
A ciência (ou a forma de pensar da ciência) é conteúdo indispensável para o desenvolvimento da criticidade e da autonomia
Conforme os estudantes avançam na escolarização, a curiosidade e o interesse pelas coisas e fenômenos do mundo declinam acentuadamente, de tal maneira que, para desespero dos professores de ciências, parece ser possível traçar uma curva descendente que representa a perda dostatus das disciplinas científicas ao longo dos anos escolares – uma curva que parte da curiosidade extrema da criança da educação infantil, aos 4 e 5 anos, e chega ao tédio e à indiferença, praticamente absolutos, dos adolescentes do ensino médio. 
Há, certamente, muitas explicações possíveis para isso e nenhuma delas, por si só, parece dar conta de um processo tão complexo. Isso não invalida, no entanto, refletir sobre elas, sobretudo se formos professores e quisermos interferir nesse declínio do interesse. Também, se formos pais, pois, embora nem sempre se discuta isso, a ciência (ou a forma de pensar da ciência) é conteúdo indispensável para o desenvolvimento da criticidade e da autonomia. 
Não faria mal, portanto, se nossos filhos adquirissem um pouco mais de conhecimento científico e, com ele, um pouco mais desses ingredientes, não é mesmo? 

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http://cienciahoje.uol.com.br/alo-professor/intervalo/2014/03/nao-ha-perguntas-imbecis

Seduc oferta 207 cardápios para merenda escolar

Pelo menos 16 milhões de refeições já foram servidas nas escolas da rede estadual de ensino de Mato Grosso somente neste início de ano letivo. O cardápio elaborado por uma equipe de nutricionista da Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso  (Seduc-MT) proporciona às escolas, um total de 207 cardápios balanceados para os estudantes.  
 
Segundo a nutricionista Lizia Soares Penido, o cardápio planejado, é uma forma de a escola ter controle sobre as verbas que são disponibilizadas para a merenda e consequentemente, evitar perdas. “O planejamento e exposição do cardápio por parte da escola também é uma forma para alunos e comunidade realizarem o acompanhamento”afirma.
 
Só no ano passado, mais de R$ 34 milhões foram disponibilizados para a merenda escolar entre recursos provenientes do Fundo Nacional para Desenvolvimento da Educação (FNDE) e Governo do Estado em merenda escolar de qualidade aos R$ 450 mil alunos da rede estadual.
 
A Coordenadoria de Alimentação Escolar da Seduc informa que o Estado faz a complementação dos recursos da merenda escolar para os alunos matriculados na Educação de Jovens e Adultos (EJA), Ensino Fundamental, e também do Ensino Médio nas escolas instaladas no campo, assim como para as crianças das creches, os adolescentes do Ensino Médio Integrado, alunos da pré-escola, e da Educação Especial.  
 
Neste ano, duas – de um total de dez parcelas por parte do Estado destinadas a alimentação -  já foram repassadas, totalizando mais de R$ 400 mil.
 
Com a complementação, cada estudante de creche recebe R$ 1,20 para alimentação. Alunos da educação especial recebem R$ 1,70, do Ensino Médio Integrado R$ 0,30 e outras. Todas as 744 escolas são contempladas pelos recursos.


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“Cada escola faz seu planejamento do cardápio para atender todos os dias letivos do mês. Esse planejamento é enviado para a Seduc que analisa se todos os critérios foram respeitados. Com este sistema implantado desde 2010, o gestor pode planejar as compras e ter menos chances de que o alimento seja perdido. O recurso é descentralizado, ele vai direto para a escola que fica responsável em adquirir a merenda” afirma a nutricionista.
 
Para os interessados em ter acesso aos cardápios planejados pela Seduc é só clicar no item “Alimentação Escolar”, localizado no canto inferior direito do site www.seduc.mt.gov.br. São disponibilizados os cardápios e modos de fazer que podem ser consultados tanto pela escola, alunos e sociedade em geral.
 
Aline Marques
Assessoria Seduc-MT

http://www.seduc.mt.gov.br/conteudo.php?sid=20&cid=14276&parent=20

Declaração para um novo ano

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