quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Convocação de concursados SME

Caros colegas,

para acessarem a convocação dos concursados, basta irem ao link do Diário Eletrônico de Contas pelo blog ou cliquem no endereço abaixo.

 http://www.cuiaba.mt.gov.br/noticias?id=7868

Cometa pode se chocar com Marte em 2014

Por Joe Rao e Space.com

Um cometa recém-descoberto parece estar a caminho de passar muito perto do planeta Marte em outubro de 2014, e existe uma chance – ainda que pequena – de colidir com o planeta.
O novo cometa C/2013 A1 (Siding Spring) foi descoberto em 3 de janeiro de 2013 pelo astrônomo escocês-australiano Robert H. McNaught, um prolífico observador de cometas e asteroides que tem 74 descobertas de cometas no currículo.
McNaught é um dos participantes do Siding Spring Survey, um programa que caça asteroides que podem se aproximar muito da Terra. Descobriu o novo cometa usando o Telescópio Uppsala Schmidt, de50 metros, no Observatório Siding Spring,em New South Wales, na Austrália.
Imagens anteriores à descoberta do cometa, feitas em 8 de dezembro de 2012 pelo Catalina Sky Survey, no Arizona, foram encontradas rapidamente. Como o cometa foi descoberto como parte de sua busca por asteroides, ele tem o nome do observatório, Siding Spring. Oficialmente ele está catalogado como C/2013 A1.
Quando foi descoberto, o Cometa Siding Spring estava a 1,07 bilhão de quilômetros do sol. Com base na excentricidade de sua órbita, ele parece ser um cometa novo, ou “virgem”, viajando em uma órbita parabólica e fazendo sua primeira visita à vizinhança do sol. Espera-se que seu periélio (o ponto em que ele passa mais perto do Sol) seja em 25 de outubro de 2014, auma distância de 209 milhões de quilômetros.
Menos de uma semana antes disso, porém, em 19 de outubro de 2014, o cometa – com um núcleo estimado entre 8 e 50 km de diâmetro – deve cruzar a órbita de Marte e passar muito perto do planeta. Cálculos preliminares sugerem que nominalmente, em sua maior aproximação, o Cometa Siding Spring chegará a 101 mil km de Marte.
No entanto, como o cometa está a uma distância muito grande e está sendo estudado há menos de três meses, as circunstâncias de sua órbita provavelmente precisarão ser refinadas nas semanas e meses futuros. Dessa forma, a aproximação marciana do cometa pode acabar sendo maior ou menor do que sugerem nossas previsões atuais. De fato, na quarta-feira passada (27 de fevereiro), observações feitas por Leonid Elenin, um respeitável astrônomo russo que trabalha no Instituto de Matemática Aplicada Keldysh, sugeriu que o cometa poderia passar ainda mais perto – a apenas41.300 kmdo centro de Marte.
De acordo com Elenin: “Em 19 de outubro de 2014, o cometa pode atingir uma magnitude aparente de -8 ou -8,5 se visto de Marte!” (Isso deixaria o cometa de 15 a 25 vezes mais brilhante que Vênus. “Talvez seja possível conseguir imagens de alta resolução da sonda Mars Reconnaissance Orbiter (MRO)”, adicionou ele.
E também existe a pequena possibilidade de o cometa colidir com Marte.
Movendo-se a 56 km por segundo, uma colisão dessas criaria uma cratera de impacto em Marte com até 10 vezes o diâmetro do núcleo do cometa, e até 2 km de profundidade, com uma energia equivalente a 2x1010 megatons!
A maioria dos leitores se lembrará do mergulho do Cometa Shoemaker-Levy em Júpiter, em 1994, que deixou escuras cicatrizes na cobertura de nuvens do planeta durante muitos meses após a colisão.
Colidindo ou não, o Cometa Siding Spring definitivamente chegará extremamente perto de Marte em menos de 20 meses. Incrivelmente, essa será a segunda passagem de um cometa perto de Marte em pouco mais de um ano.
Em 1º de outubro desse ano, o muito aguardado Cometa ISON deve passar a 10,5 milhões de quilômetros de Marte até passar raspando o Sol em novembro. Esse encontro é próximo o suficiente para ser categorizado como excepcional e, mesmo assim, o Siding Spring passará 100 vezes mais perto.
http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/cometa_pode_se_chocar_com_marte_em_2014.html

Participação dos pais no processo educativo

Envolver os familiares em algumas atividades elaboradas pela escola pode trazer um equilíbrio no que diz respeito à disciplina e aproveitamento de seus alunos


Objetivos:
★ Promover a integração família, aluno e escola;
★ Gerar o gosto pela leitura;
★ Estimular o aprendizado de novos vocabulários em inglês;
 Criar vínculos afetivos;
 Propiciar a estimulação auditiva.
Faixa etária: Livre.

Foto: Itaci Batista
Integrar a família em projetos da escola é um trabalho importante para o desenvolvimento da criança, pois permite que ela tenha mais dedicação nos projetos escolares e faz com que a família possa acompanhar o desenvolvimento e dificuldades da criança no processo de aprendizagem.
Dica de leitura! A Família do Marcelo
Nesse livro, os leitores vão conhecer a família do Marcelo: o pai, seu João; a mãe, dona Laura; e a irmã, Aninha. Mas não é só isso. Também vão conhecer os outros parentes do Marcelo e descobrir quantos tipos diferentes de família existem por aí. No fim, ainda é possível se divertir com as brincadeiras preparadas especialmente para os leitores desta série.
Autora: Ruth Rocha
Editora: Moderna
Preço: R$ 32,00
Onde encontrar: www.moderna.com.br

Diversas atividades podem ser feitas nesse sentido, mais elaboradoras ou mais simples, mas a ideia é que sempre tenha algum tipo de atividade que integre a família, fazendo com que esse acompanhamento seja contínuo. Na Escola de Educação Infantil Econvivência, alguns projetos são desenvolvidos com esse objetivo. Veja como eles funcionam:

Uso de tecnologias na educação infantil

Prepare suas aulas usando alguns recursos tecnológicos como ferramentas de ensino



Objetivos:
★ Reconhecer e diferenciar letras e números;
★ A escrita do próprio nome;
★ Fazer contagem da idade;
 Praticar movimentos corporais;
 Desenvolver o equilíbrio e a agilidade;
 Promover atividades em grupo e de cooperação;
★ Ampliar a socialização;
 Conhecer um conto de fada e suas características;
 Distinguir personagens no conto;
★ Recontar o conto.
Faixa etária: a partir de 2 anos.
Foto: Itaci Batista


Segundo a pedagoga e orientadora na área de Informática Educacional Ana Paula Barros de Paiva, da Planeta Educação, a tecnologia pode ser usada de forma muito natural, sendo mais um recurso que irá favorecer o processo de ensino e aprendizagem, além de apoiar a socialização, pois, quando se fala em recursos tecnológicos na Educação Infantil, não é necessário um equipamento para cada criança, por exemplo. "Quatro equipamentos por sala já apoiaria muito o uso, logo que, nessa faixa etária, as escolas e professoras já estão habituadas a utilizar "cantinhos" dentro da própria sala de aula, e um deles pode ser de Tecnologia, onde as crianças podem realizar atividades direcionadas pela professora!
Para Ana Paula, ainda há muitas dúvidas dos professores que atuam nessa faixa etária, pois não é simples inserir um novo recurso quando não o reconhece como ponto positivo ou que não sabe usá-lo. Sobre as dúvidas em relação a montar aulas usando o recurso tecnológico, ela aconselha que os educadores se interessem mais por esse assunto, não sendo necessário saber tudo e conhecer todos os recursos, pois o conhecimento vai sendo adquirido com o tempo e com a prática. Além disso, é preciso acreditar que para as crianças criarem é imprescindível que haja riqueza e diversidade nas experiências que lhes são oferecidas!
Continue lendo: http://revistaguiainfantil.uol.com.br/professores-atividades/125/aprendendo-com-a-tecnologia-prepare-suas-aulas-usando-alguns-300360-1.asp

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Pisa eletrônico

A partir de 2015 as provas do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes serão eletrônicas


Camila Ploennes

As provas do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) de 2015 serão eletrônicas. A informação foi passada à Educação pela assessoria de imprensa do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), após um pedido de entrevista feito pela redação ao gerente do Pisa no Brasil, que não foi autorizado pelo órgão a responder diretamente à reportagem. Os resultados do exame de maio de 2012 serão divulgados em dezembro de 2013, em data a ser definida pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que elabora o Pisa.

Ainda segundo o Inep, em 2012, a avaliação eletrônica foi realizada em uma amostra de 247 escolas, do total de 902 que participam do Pisa no Brasil. Por meio de sorteio, 18 estudantes de cada escola selecionada para a prova eletrônica fizeram o teste por escrito e, no dia seguinte, fizeram também a avaliação no computador. Ou seja, 4.446 alunos participaram das duas modalidades - 17,29% da amostra total, formada por 25.700 estudantes.


A cada três anos, o Pisa avalia o desempenho em leitura, matemática e ciências de estudantes que têm entre 15 e 16 anos e estão matriculados no ensino regular, público ou particular, de 65 países. Toda edição o exame tem um foco diferente: em 2012, a ênfase da prova foi em matemática.

http://revistaeducacao.uol.com.br/textos/noticias/pisa-eletronico-300974-1.asp

Comportamento: Agressividade entre pai e filho

Quais os malefícios que os jogos violentos de videogame deixam na vida infantil?


Por Erika de Souza Bueno




Objetivos:
★ Provocar uma reflexão sobre a importância do relacionamento real entre pais e filhos.
Faixa etária: 
professores em geral.

Fotos: Divulgação/Real Steel

Dica de DVD!
 Gigantes de Aço
A história ousada que aborda tanto a violência quanto o relacionamento desastroso entre pai e filho que, no final da película, encontram uma fórmula não convencional de entendimento, foi produzida, em 2011, nos Estados Unidos, mas já pode ser adquirida em DVD ou Blue-Ray. Cada um deles, respectivamente, custa em média de R$ 20,00 a R$ 50,00. Distribuído por Walt Disney, ambas as versões podem ser encontradas nas melhores lojas, inclusive as virtuais.

Por que não se pode tolerar que uma criança se envolva em um ambiente de luta, combates e ódio? O que pode acontecer a um menino que se empolga com a adrenalina ao se deliciar em cenas de violência explícita trazidas pelos jogos?
Talvez possamos encontrar uma das muitas respostas possíveis em Gigantes de Aço (Real Steel). O filme norte-americano, lançado em outubro de 2011, embora seja uma ficção, trata de uma relação bem conturbada entre pai e filho que, ao longo da trama, se encontram em um único objetivo: o Gigante de Aço. E assim, tornam-se amigos!
Na película, Dakota Goyo dá vida a Max, um menino completamente envolvido pelos jogos de videogame. Ele é o filho único, mas também rejeitado, de Charlie, personagem vivido por Hugh Jackman, responsável pela revolta que pode acometer qualquer família que almeja o melhor para seus filhos.
O menino protagoniza cenas que fazem o coração saltar ainda mais forte, ao falar abertamente com seu pai, como se estivesse em uma condição igual à dele. Mas, por uma série de motivos, ele não está. Charlie, por exemplo, já viveu muito mais tempo que Max. Além disso, está cheio de marcas de uma vida de insucessos, que o deixam amargo e com pouquíssimos meios para contribuir de algum modo com o filho.
Na cena em que desce do carro de seus tios, rumo ao encontro do pai, o menino já nos dá mostras de sua personalidade: ele interroga Charlie sobre o valor pelo qual fora vendido. O pai do garoto não viu nenhum problema em precificar a guarda dele, deixando-a aos tios. Ele também não identificou nenhum "porém" em utilizar o dinheiro para adquirir mais um robô lutador.
De modo semelhante, também não levou em consideração o fato de que Max tinha acabado de perder sua mãe. Tampouco fez questão de dar a resposta que o filho queria, ou seja, o valor com que fora vendido. No decorrer do filme, incontáveis vezes, somos surpreendidos pelo lado inconsequente de Charlie em relação ao menino.
Continue lendo: http://revistaguiafundamental.uol.com.br/professores-atividades/112/artigo300415-1.asp

Autoestima e o aprendizado infantil



O modo como as crianças desenvolvem a compreensão de si mesmas por meio da relação com os cuidadores, com a família, a escola e os colegas determina e orienta o próprio auto-conceito que elas adquirem.



Objetivos:
Provocar uma reflexão entre os docentes sobre a importância de estimular a autoestima infantil.
Faixa etária:
 professores em geral.

Fotos: Itaci Batista


Dica de leitura!
O livro de Beatriz Acampora se propõe a auxiliar as pessoas por meio de práticas direcionadas ao desenvolvimento do potencial de autoestima que existe em cada ser humano. Como é a autoestima que determina e direciona os pensamentos, emoções e comportamentos de todos nós, o nível que uma pessoa manifesta, além de influenciar tudo em sua vida, afeta diretamente suas relações. Portanto, quando uma pessoa consegue aprimorar e manter um alto nível de autoestima, ela estabelece propósitos realistas e utiliza tanto seus recursos internos quanto suas qualidades para superar as dificuldades e ser feliz. Com 140 páginas, o exemplar custa R$ 33,00.
Mais informações:
Wak Editora(www.wakeditora.com.br).

A autoestima é a valorização, geralmente positiva, que temos de nós mesmos. Para a psicologia, trata-se da opinião emocional favorável que as pessoas, incluindo as crianças, têm delas próprias e que excede tanto a racionalização quanto a lógica. Esse sentimento valorativo também é tido como o conjunto de características corporais (físicas), mentais e espirituais que formam a personalidade de qualquer indivíduo. Portanto, ele também pode mudar, evoluir ou retroceder com o tempo. Além disso, como explica nossa entrevistada, como é a partir dos 5 anos ou dos 6 anos de idade que a criança começa a ter uma noção de como é vista pelos outros, esse sentimento ainda pode contribuir ou atrapalhar o próprio aprendizado dela.

Continue lendohttp://revistaguiafundamental.uol.com.br/professores-atividades/112/artigo300401-1.asp
Professores de ciências devem estimular diferentes habilidades nos estudantes de modo a auxiliá-los no desenvolvimento da criatividade. Segundo bióloga e educadora, é preciso valorizar a dedicação e o trabalho, mais do que simplesmente transmitir conceitos.
Por: Vera Rita da Costa
A inteligência e a criatividade frequentemente associadas à figura do cientista e do artista, como Beethoven (na imagem), não devem ser tratadas como dom e sim como fruto de trabalho e dedicação. (imagem: detalhe de quadro de Carl Schloesser)
São muitas as possíveis explicações para a origem do mito do cientista genial, excêntrico, louco e um tanto quanto desleixado. Há justificativas de caráter histórico, como o fato de a ciência institucionalizada ter sua origem nas catacumbas, na fuga das perseguições da Inquisição, e de os primeiros cientistas terem sua figura original associada aos alquimistas. Outras apontam a função arquetípica do mito, segundo ateoria junguiana, como observamos em comentários postados no nosso Facebooksobre o texto que publicamos anteriormente, ‘O cientista no imaginário popular’.
O fato é que o mito do cientista genial e excêntrico existe e ganhou (e ainda ganha) muita força com a popularização de biografias que destacam aspectos inusitados da vida desses personagens, assim como de suas imagens. Fotos de Albert Einstein com sua cabeleira desgrenhada, a língua de fora ou andando de bicicleta descabelado ajudaram, sem dúvida, a reforçar o mito, contribuindo para a consolidação do imaginário popular sobre o cientista.
Também serviram a essa função as caricaturas de Charles Darwin divulgadas logo em seguida à publicação de A origem das espécies. Nesse caso, no entanto, com outra intenção, muito mais consciente e agressiva – e com efeitos muito mais negativos para a imagem da ciência e do cientista.
Caricaturas de Charles Darwin
Caricaturas de Charles Darwin divulgadas logo após a publicação de ‘A origem das espécies’ atribuíam aspectos negativos à imagem do cientista. (ilustrações: Fun e The Hornet/ Wikimedia Commons)

Criatividade e inteligência

Do ponto de vista da educação e do ensino de ciências é interessante refletir sobre essas questões. Não apenas porque o mito do cientista genial e excêntrico influencia diretamente o trabalho desenvolvido com os alunos, mas também porque acaba por influenciar a própria concepção que se leva para a sala de aula do que é inteligência e, sobretudo, do que é criatividade.
Por conta desses estereótipos, não é raro, por exemplo, encontrar professores cujas concepções de inteligência e criatividade estão diretamente associadas às ideias de dom, de excentricidade e até de loucura. E, infelizmente, o que se constata é que essas ideias estão presentes muito mais do que o desejável, sobretudo quando o esperado é que os professores não discriminem seus alunos com base em dons ou outras características consideradas inatas.
O que se espera de um bom professor, principalmente de ciências, é que estimule a inteligência e a criatividade de seus alunos, considerando-as um potencial presente e passível de ser desenvolvido em todos
Afinal, se consideradas dom ou excentricidade, por que investir na inteligência ou criatividade dos alunos? Basta rotular quem é quem (e, em geral, fazemos isso de forma inconsciente, quando não atentos para a questão) e investir em alguns ou até mesmo deixar a aprendizagem se desenvolver assim, de maneira espontânea e desesperançosa, ao sabor dos dons ou das características pessoais de cada um. Para quem é da área de educação esses posicionamentos são bem conhecidos. Pode-se não assumi-los publicamente, como posicionamentos conscientes, mas eles ainda estão muito presentes entre nós.
Ao contrário disso, no entanto, o que se espera de um bom professor, principalmente de ciências, é que estimule a inteligência e a criatividade de seus alunos, considerando-as um potencial presente e passível de ser desenvolvido em todos. É preciso planejar e intervir nessa direção, não se omitir.
Em seu livro A dinâmica da criação, lançado este ano no Brasil, o psiquiatra inglês Anthony Storr aponta para um item interessante: a inteligência e, principalmente, a criatividade associadas às figuras do artista e do cientista. Discute também a questão do gênio e da loucura ligada a esses personagens. 
Continue lendo: http://cienciahoje.uol.com.br/alo-professor/intervalo/2013/10/nem-magica-nem-dom.-pedra-a-lapidar/view

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Entrevista com Ben Nelson: "Criarei a melhor universidade do mundo"

Com a Minerva, o empresário americano lança um novo modelo de ensino superior: sem prédios, apenas com turmas on-line e o cenário das metrópoles como salas de aula

RAFAEL BARIFOUSE

INOVAÇÃO Ben Nelson, fundador da Minerva. Ele quer oferecer ensino de alta qualidade pela metade do preço (Foto: Divulgação)

As dez melhores universidades americanas surgiram há mais de 100 anos. O economista Ben Nelson, de 38, acredita que mudará essa história com a Minerva. Segundo ele, sua universidade terá a mesma qualidade das principais do país, pela metade do preço. Por isso, não terá um campus. As aulas teóricas serão on-line. As práticas acontecerão em locais como museus e indústrias, nas maiores cidades de sete países – o Brasil entre eles. Os alunos, do mundo inteiro, viajarão e viverão nessas cidades ao longo do curso. Nelson cercou-se de nomes de prestígio e investidores respeitáveis. Stephen Kosslyn, que dirigiu os departamentos de psicologia e comportamento de Harvard e Stanford, é o reitor.

Larry Summers, ex-presidente da Harvard e ex-secretário do Tesouro dos Estados Unidos, está no conselho, ao lado do colega e ex-senador Bob Kerrey. Nelson, que esteve à frente do serviço de hospedagem de fotos Snapfish, vendido por US$ 400 milhões para a HP em 2004, conseguiu US$ 25 milhões com os mesmos investidores de sites como eBay e a rede social Twitter. O primeiro passo para provar que sua meta é possível foi dado. As inscrições para a turma inaugural da Minerva, cujas aulas começarão em setembro de 2014, acabam de ser abertas, com a adesão de brasileiros. Nesta entrevista a ÉPOCA, Nelson explica como funcionará a Minerva e como ela pode superar suas rivais.
ÉPOCA – Como o senhor teve a ideia de criar a Minerva?
Ben Nelson –
 Foi há 20 anos, quando entrei na Universidade da Pensilvânia. Estudei sobre a história das universidades e vi que sua missão era formar líderes, ao ensiná-los a pensar crítica e amplamente. Não era mais assim na minha época. Criei então um plano de reforma para a universidade. Hoje é o coração da Minerva. Queremos criar a melhor universidade do mundo ao resgatar os princípios básicos do ensino superior. Também serviremos a mais gente que as universidades de elite, em que 99% dos alunos são americanos. Não importa de onde o aluno vem, quem são seus pais ou se ele é bom em esportes. Ele pode ser um líder.
ÉPOCA – Isso quer dizer que o ensino atual não funciona?
Nelson –
 Pode não funcionar. Depende do aluno. Há quem tenha uma ótima educação, porque cria metas e busca disciplinas para abrir a mente. Outros só aprendem sobre sua área e não vão além. Podemos fazer melhor, ao garantir o máximo de exposição não só ao conteúdo acadêmico, mas ao que existe ao redor dos alunos, que viverão nos maiores centros políticos, culturais e econômicos do mundo. As aulas tomarão de 12 a 15 horas por semana, durante 30 semanas por ano, ao longo de quatro anos. É uma parte muito pequena do tempo total de curso. Se tivéssemos só aulas, seria um desserviço aos estudantes.
ÉPOCA – Como será o sistema de ensino da Minerva?
Nelson –
 Não teremos um campus. Todas as aulas serão on-line, com no máximo de 19 alunos por sala. Não será preciso pagar por material nem assistir a aulas introdutórias, porque esse conhecimento pode ser adquirido gratuitamente com livros e cursos on-line. Quando chegarem à Minerva, eles terão essa base. No 1º ano, desenvolverão habilidades de busca e análise de informações e comunicação. A inovação não está em ensinar isso, mas em aplicar esse conhecimento às outras aulas. O professor não avaliará só o aprendizado em sua aula, mas também como foram usadas as habilidades adquiridas no 1o ano com a ajuda da tecnologia. Se eu tiver dificuldades com minhas habilidades analíticas na aula de biologia, o professor identificará isso, ao rever gravações das aulas, com um software capaz de sugerir como melhorar o desempenho. Se a aula em questão tiver uma pergunta que envolva análise, o professor saberá que deverá fazê-la a mim. Isso não acontece num ambiente off-line, com 30 cursos desconectados, em que os professores não têm a menor ideia do que os alunos aprenderam antes.

Laboratório natural para o ensino de ciências

Embora seja destaque na mídia, a astronomia ainda não é bem compreendida pela maioria dos brasileiros. Educadora defende a inclusão dessa área do conhecimento no currículo básico.
Por: Vera Rita da Costa
A disseminação ampla de conhecimentos de astronomia deveria ocorrer também nas escolas. (foto: Sxc.hu)
Abra a página de uma agência de notícias ou de um grande jornal na internet e faça um teste simples: verifique quais são os temas em destaque sobre ciência. Provavelmente, você encontrará aqueles relacionados à astronomia e à astrofísica.
Em uma mesma semana (a passada, por exemplo), pelo menos quatro notícias estavam diretamente ligadas a essas áreas do conhecimento: a tocha olímpica dos jogos de inverno 2014 chegou à Estação Espacial Internacional (ISS) a bordo de uma nave russa; a Índia lançou um foguete em direção a Marte, iniciando um arrojado projeto espacial; as revistas Science e Nature publicaram artigos com os resultados das análises do asteroide que explodiu violentamente sobre a cidade russa de Chelyabinsk em fevereiro deste ano; e a agência espacial norte-americana (Nasa) divulgou análises das observações feitas com o telescópio Kepler que permitiram estimar que uma em cada cinco estrelas similares ao Sol na Via Láctea é orbitada por um planeta do tamanho da Terra e potencialmente habitável. 
A astronomia e a astrofísica continuam a se desenvolver e o conhecimento gerado nessas áreas ainda é atraente para o público
A corrida espacial entre os Estados Unidos e a extinta União Soviética acabou. Os tempos políticos e econômicos mudaram. Mas ainda é plenamente possível perceber, pelo noticiário, como a astronomia e a astrofísica continuam a se desenvolver e o quanto o conhecimento gerado nessas áreas ainda é atraente para o público (se não fosse, notícias desse tipo não teriam o destaque que costumam ter). 
Mais e mais avançamos, enquanto humanidade e construção social e coletiva, no conhecimento dos astros e de nossa posição no espaço cósmico. O mesmo não acontece, no entanto, em termos individuais, na construção pessoal e na disseminação ampla desses conhecimentos, processo que deveria começar a ocorrer no ensino básico. Dito de outra forma, “a humanidade já pisou na Lua enquanto a maioria dos brasileiros nem sabe se orientar geograficamente”.

Triste constatação


Continue lendo:
http://cienciahoje.uol.com.br/alo-professor/intervalo/2013/11/laboratorio-natural-para-o-ensino-de-ciencias

Mesas educacionais usam tecnologia de ponta para alfabetização

A um olhar desatento, podem parecer apenas mesas de plástico com banquinhos coloridos e blocos de montar, objetos comuns encontrados em qualquer sala de aula de educação infantil
Foto: Positivo Informática / Divulgação

Hoje, antes de aprender a amarrar os sapatos ou andar de bicicleta, a maioria das crianças já está familiarizada com os meios digitais. Se a tecnologia já faz parte da vida dos pequenos desde cedo, nada mais natural do que usá-la a favor da educação já no início de sua trajetória escolar. Um bom exemplo desta utilização são as Mesas Educacionais desenvolvidas pela Positivo, especializada em tecnologia educacional - seus produtos estão presentes em cerca de 8,9 mil escolas públicas, 2,2 mil escolas particulares do País.



Continue lendo: http://noticias.terra.com.br/educacao/mesas-educacionais-usam-tecnologia-de-ponta-para-alfabetizacao,326f7371e0b72410VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html


Informe do Blog: Há interesse da SME em adquirir mesas como essas para a rede municipal.

Só 11% das escolas brasileiras tem laboratório de Ciências

MARCELLE RIBEIRO
SÃO PAULO Apontados por especialistas como uma das ferramentas para melhorar o ensino de Ciências e tornar o aprendizado mais estimulante, os laboratórios da área ainda estão presentes em poucas escolas do Brasil, públicas ou particulares. Só 10,6% das 192.676 escolas brasileiras do país, entre públicas e privadas, possuíam laboratórios de Ciências em 2012, segundo o INEP, órgão do Ministério da Educação. Dentre as escolas que tinham o espaço, 60,1% eram públicas e 39,9% eram privadas.
O número de escolas com laboratórios de Ciências cresceu pouco desde 2009, quando eles estavam presentes em 9,3% dos colégios públicos e privados.
Considerando apenas as escolas públicas, os laboratórios de Ciências estavam em 7,9% dessas unidades em 2012. Em 2009, eles existiam em 6,8% dos colégios públicos.
Aumento do interesse
De acordo com a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), desde que foram informadas da cobrança de Ciências na Prova Brasil e na Aneb, as escolas municipais começaram a mudar de postura em relação aos laboratórios.
— Muitas escolas têm os laboratórios e não usam com frequência. Elas passaram a usar mais. A inclusão de Ciências nas provas sacudiu um pouco o que estava acontecendo nas escolas — disse Luiz Valter de Lima, o diretor da Undime.
Segundo Nélio Bizzo, professor de metodologia do ensino de Ciências Biológicas da Faculdade de Educação da USP, estudos internacionais mostram que laboratórios de Ciências fazem diferença no desempenho dos alunos. Escolas que têm laboratórios afirmam que percebem um maior interesse dos alunos quando a aula é prática.
— Os alunos têm que fazer Ciências com as mãos, manipulando materiais. Para colocar problemas, uma aula de Ciências tem que ser mais prática. Quando a criança pode testar de modo prático, os conteúdos são mais compreensíveis e isso pode gerar melhores resultados dos alunos. Você estimula e mantém a curiosidade da investigação e o interesse pela pesquisa — diz Denise Jardim, coordenadora pedagógica do Ensino Fundamental II da escola paulista Stance Dual, onde os estudantes até dissecam peixes no laboratório de Ciências.
Segundo o presidente do INEP, Luiz Cláudio Costa, o governo pretende incentivar as redes estaduais e municipais a construir mais laboratórios de Ciências.
— Temos recursos do Fundeb e expectativa de mais recursos para a educação por causa dos royalties do petróleo. Isso vai ajudar a acabar com o subfinanciamento — disse Costa.
http://oglobo.globo.com/educacao/so-11-das-escolas-brasileiras-tem-laboratorio-de-ciencias-10804574

Declaração para um novo ano

20 para 21  Certamente tivemos que fazer muitas mudanças naquilo que planejamos em 2019. Iniciamos 2020 e uma pandemia nos assolou, fazendo-...