Cerca de 7,6 milhões de estudantes do ensino fundamental e médio de todas as unidades da Federação começam nesta segunda-feira, 11, a fazer as provas do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb). O exame se estenderá até o dia 21 próximo.
Sob a responsabilidade do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), o Saeb é composto por três avaliações externas em larga escala. A Avaliação Nacional da Educação Básica (Aneb) e a Avaliação Nacional do Rendimento Escolar (Anresc), também conhecida como Prova Brasil, são realizadas a cada dois anos. Já a Avaliação Nacional de Alfabetização (Ana), aplicada pela primeira vez, terá periodicidade anual.
Os resultados das aferições oferecem subsídios para formulação, reformulação e monitoramento das políticas públicas de educação básica. A Aneb, com provas de leitura e matemática, será realizada por 246 mil estudantes do quinto e do nono anos (quarta e oitava séries) do ensino fundamental regular e do terceiro ano do ensino médio das redes pública e particular.
A Prova Brasil, composta por exames de leitura e matemática, será feita por 4,7 milhões de estudantes, aproximadamente. Participarão escolas com pelo menos 20 estudantes matriculados em turmas do quinto e do nono anos (quarta e oitava séries) do ensino fundamental regular de escolas públicas das zonas urbana e rural. A última aplicação da Prova Brasil ocorreu em novembro de 2011, para 4,2 milhões de estudantes.
A Ana contará com provas de leitura e escrita e de matemática. Serão avaliados em torno de 2,6 milhões de estudantes do terceiro ano do ensino fundamental de escolas públicas das zonas urbana e rural que estejam organizadas no regime de nove anos. O exame será aplicado em todas as turmas regulares e em uma amostra de turmas multisseriadas.
“Essas avaliações são extremamente importantes para que os sistemas de ensino acompanhem a qualidade do aprendizado dos estudantes e, quando necessário, realizem intervenções pedagógicas para aprimorar o processo de ensino-aprendizagem”, destacou o presidente do Inep, Luiz Cláudio Costa.
Ciências — Este ano, será aplicada prova de ciências para uma amostra de 84,7 mil estudantes. Destes, 56,7 mil estão em turmas do nono ano do ensino fundamental e farão o exame como parte da Prova Brasil. Outros 28 mil estão no terceiro ano do ensino médio e realizarão a prova como parte da Aneb. A aplicação, com caráter experimental, objetiva validar as matrizes de ciências no Saeb.
Na Aneb e na Prova Brasil, estudantes, professores, diretores e aplicadores vão responder questionários contextuais, que servirão como instrumentos de coleta de informações sobre aspectos da vida escolar, do nível socioeconômico e cultural, formação profissional, práticas pedagógicas e formas de gestão, dentre outros. Na Ana, os questionários contextuais serão respondidos apenas por professores e gestores.
Assessoria de Comunicação Social do Inep
para acessar as matrizes de referências clique
http://provabrasil.inep.gov.br/web/saeb/apresentacao-professor
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=19234
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Pacto pela alfabetização já é realidade em 5400 municípios
Ao completar um ano de lançamento, o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa já conta com a participação de 108 mil escolas públicas e 318 mil professores alfabetizadores. Lançado pela presidenta Dilma Rousseff em 8 de novembro de 2012 com investimento inicial de R$ 2,7 bilhões, envolve educadores, universidades e secretarias de educação em todo o território nacional no compromisso de alfabetizar todas as crianças até os oito anos de idade.
O principal eixo do pacto é a formação continuada de cerca de 318 mil professores alfabetizadores, em cursos presenciais com duração de dois anos. No primeiro ano de formação, a ênfase é a linguagem; no segundo, matemática. Distribuídos em 108 mil escolas públicas, já estão trabalhando em 400 mil turmas de alfabetização.
De acordo com o secretário de Educação Básica do Ministério da Educação, Romeu Caputo, o Pacto é uma grande ação que envolve as administrações municipais e estaduais e o Governo Federal. “O Pacto envolve mais de 5400 municípios, todos os estados e o Governo Federal numa grande ação de formação de professores para alfabetização das crianças dos seis aos oito anos de idade. Junto a isso, há distribuição de livros, recursos didáticos e conteúdos para melhorar a aprendizagem dessas crianças”, disse.
O pacto conta com a participação de 38 universidades públicas, envolvendo uma equipe de quase 600 professores formadores, responsáveis pela capacitação de 16.814 orientadores de estudo. Esses profissionais, das redes dos estados e municípios, capacitarão os professores alfabetizadores.
Outro eixo importante é a avaliação, que permite aos educadores e gestores do Pacto analisar diferentes aspectos educacionais, como currículo, planejamento, ensino e aprendizagem. Os componentes são as avaliações processuais, debatidas durante o curso de formação; os resultados da Provinha Brasil de cada criança, no início e no final do segundo ano. Finalmente, após a conclusão do terceiro ano, todos os alunos farão uma avaliação coordenada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), com o objetivo de medir o nível de alfabetização alcançado pelas crianças ao final do ciclo.
Assessoria de Comunicação Social
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=19232
O principal eixo do pacto é a formação continuada de cerca de 318 mil professores alfabetizadores, em cursos presenciais com duração de dois anos. No primeiro ano de formação, a ênfase é a linguagem; no segundo, matemática. Distribuídos em 108 mil escolas públicas, já estão trabalhando em 400 mil turmas de alfabetização.
De acordo com o secretário de Educação Básica do Ministério da Educação, Romeu Caputo, o Pacto é uma grande ação que envolve as administrações municipais e estaduais e o Governo Federal. “O Pacto envolve mais de 5400 municípios, todos os estados e o Governo Federal numa grande ação de formação de professores para alfabetização das crianças dos seis aos oito anos de idade. Junto a isso, há distribuição de livros, recursos didáticos e conteúdos para melhorar a aprendizagem dessas crianças”, disse.
O pacto conta com a participação de 38 universidades públicas, envolvendo uma equipe de quase 600 professores formadores, responsáveis pela capacitação de 16.814 orientadores de estudo. Esses profissionais, das redes dos estados e municípios, capacitarão os professores alfabetizadores.
Outro eixo importante é a avaliação, que permite aos educadores e gestores do Pacto analisar diferentes aspectos educacionais, como currículo, planejamento, ensino e aprendizagem. Os componentes são as avaliações processuais, debatidas durante o curso de formação; os resultados da Provinha Brasil de cada criança, no início e no final do segundo ano. Finalmente, após a conclusão do terceiro ano, todos os alunos farão uma avaliação coordenada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), com o objetivo de medir o nível de alfabetização alcançado pelas crianças ao final do ciclo.
Assessoria de Comunicação Social
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=19232
Colombiana vence prêmio com projeto de classes multisseriadas
ALESSANDRA DUARTE
DOHA — Quando começamos, havia repetência, evasão, nenhuma relação entre escola e comunidade. Nada funcionava! — conta Vicky Colbert sobre a educação na Colômbia rural dos anos 70.
Neta de um ex-ministro da Educação do país, a socióloga de Bogotá resolveu atuar na área. Começava o Escuela Nueva, projeto de salas de aula multisseriadas que, este ano, fez de Vicky a vencedora do Wise Prize, prêmio dado a profissionais do setor de educação pelo World Innovation Summit for Education (Wise), um dos principais eventos mundiais da área, realizado em Doha pela Fundação Qatar desde 2009; este ano, ocorreu no fim do mês passado. Vicky foi a primeira mulher a ganhar o Wise Prize, em 2013 na sua 3ª edição.
O Escuela Nueva — que já ganhou, em 2009, o Wise Awards, outra premiação do evento da Fundação Qatar, e que é dada a projetos em vez de profissionais — começou na década de 70 após Vicky ter contato com um programa da Unesco chamado Escola Unitária, também de classes com alunos de mais de uma série.
— O que traziam eram questões pontuais sobre salas multisseriadas, não algo sistêmico. E tínhamos tantos problemas que precisávamos pensar sistematicamente. Um dos pontos era: como mudar o papel do professor? Havia o pensamento de Paulo Freire sobre o aprendizado, ele inspirou muita gente. Também pensamos no construtivismo. Começamos com escolas rurais. Funcionou. Testamos com as urbanas. Funcionou. Com imigrantes. Funcionou — lembra a fundadora do projeto, que se tornou uma política nacional em seu país e é reconhecido por instituições como o Banco Mundial.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/educacao/colombiana-vence-premio-com-projeto-de-classes-multisseriadas-10742631#ixzz2kKhf6cdk
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Premiação do Projeto Pintando a Copa. Parabéns aos premiados e aos gestores e professores
| Foto: Jorge Pinho (SME) |
O excelente trabalho realizado pelas escolas da rede municipal de Cuiabá na área de artes foi evidenciado pelo número de premiações conquistadas no concurso do Projeto Pintando a Copa. Ao todo foram 19 alunos e cinco escolas municipais premiados, totalizando 24 prêmios.
Segundo o secretário de Educação de Cuiabá, Gilberto Gomes de Figueiredo, o Pintando a Copa envolveu aproximadamente 25 mil alunos de 56 escolas da rede municipal, promovendo uma relação estreita desses alunos com um dos mais importantes eventos de Cuiabá. “Cada um desses desenhos representa o sonho e a vontade dessas crianças em participar da Copa do Mundo”.
Conforme informou o secretário, a Secretaria de Educação vai premiar as professoras dos dois alunos que conquistaram o primeiro lugar. O prêmio será uma TV de LED de 42 polegadas. “É um estímulo pelo belo trabalho realizado por essas educadoras”, acrescentou o secretário.
As alunas Julia Aparecida Arruda, da escola Tereza Lobo, e Emmanuelly Ferreira Martins, da escola Lenine de Campos Póvoas, conquistaram os prêmios de primeiro lugar nas modalidades 1° ao 3° e 7° ao 9° ano do Ensino Fundamental, respectivamente.
“Eu quis mostrar no meu desenho as belezas culturais e as tradições do nosso estado. Estão reuni a viola de cocho, as bandeiras dos municípios, o Pantanal, as comidas típicas, o índio e o negro e o resultado foi esse”, disse a aluna Julia Aparecida, que também conquistou o primeiro lugar no Concurso Nacional de Cartazes, realizado no mês de outubro em Brasília.
Para que os alunos realizassem um bom trabalho foi essencial o envolvimento e a participação dos professores. A escola Tereza Lobo, por exemplo, conquistou no total cinco prêmios, entre eles o de primeiro lugar da aluna Julia Aparecida e o de pessoa com deficiência, com o desenho do aluno Raphael Santos Domingos.
“Do total de 10 desenhos inscritos, cinco foram selecionados entre os melhores. E isso é estimulante, tanto para os professores como para os alunos”, disse a professora Genice Santiago, lembrando que a professora de artes Greice Meyre Guimarães também teve contribuição importante na realização dos desenhos.
“Antes de realizar os desenhos nós fizemos uma pesquisas sobre o tema, envolvendo toda a nossa comunidade escolar. Estimulamos e sensibilizamos nossos alunos a participar do concurso e o resultado foi esse”, disse a coordenadora Fátima Maria da Silva, da escola Tereza Lobo.
Os alunos da rede municipal também conquistaram o maior número de prêmios na categoria Pessoa com Deficiência, foram cinco prêmios do total de nove.
Na categoria Escola a rede municipal levou cinco prêmios do total de dez, sendo um de terceiro lugar e cinco de destaque.
A escola Nossa Senhora Aparecida, do bairro Novo Colorado, foi a que conquistou o maior número de prêmios. Ao todo foram nove premiações.
A escola Jescelino José Reiners, do bairro Novo Horizonte, conquistou três premiações e a Lenine de Campos, do bairro Jardim União, duas.
As escolas Maria Dimpina Lobo Duarte, Guilhermina de Figueiredo, Ana Tereza Arcos Krause, Padre Raimundo Pombo e Rafael Rueda levaram um prêmio cada.
Os cinco primeiros lugares da categoria estudante foram premiados, respectivamente, com um notebook; um videogame; um tablete de 32 gigas; um smartphone; e uma máquina fotográfica digital.
Na categoria Escola os 10 melhores vídeos selecionados receberam, respectivamente do primeiro ao terceiro lugar, um notebook com Data show, um Data show; um notebook. Os demais ganharam uma máquina fotográfica digital.
Fonte: Rosane Brandão
http://www.cuiaba.mt.gov.br/noticias?id=7779
Audiência discute projeto que autoriza ensino domiciliar no Brasil
A Comissão de Educação debate, na próxima terça-feira (12), para debater o Projeto de Lei 3179/12, que prevê a possibilidade de a educação básica (do 1º ao 9º ano) ser feita em casa. A audiência foi sugerida pela relatora do projeto, Professora Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO).
O autor do projeto, deputado Lincoln Portela (PR-MG), lembra que a educação é um dever do Estado e da família, garantido pela Constituição Federal. “Na realidade brasileira, a oferta desse nível de ensino se faz tradicionalmente pela via da educação escolar. Não há, porém, impedimento para que a mesma formação, se assegurada a sua qualidade e o devido acompanhamento pelo Poder Público certificador, seja oferecida no ambiente domiciliar, caso esta seja a opção da família do estudante”, disse.
Segundo o projeto, os alunos do ensino domiciliar estarão sujeitos a avaliação periódica de aprendizagem, nos termos de diretrizes gerais estabelecidas pela União e das respectivas normas locais.
Um projeto parecido com o de Portela já foi rejeitado pela Câmara em 2011.
Convidados
Foram convidados para o debate:
- representante do Ministério da Educação;
- a presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Cleuza Rodrigues Repulho;
- a secretária da Educação e da Qualidade de Ensino do Amazonas, Rossieli Soares da Silva;
- o professor do Departamento de Fundamentos da Educação da Universidade Estadual de Maringá Luiz Carlos Faria da Silva; e
- o doutorando em educação domiciliar na Universidade de São Paulo Edson Prado de Andrade,.
A audiência será realizada às 14h30, em local a definir.
O autor do projeto, deputado Lincoln Portela (PR-MG), lembra que a educação é um dever do Estado e da família, garantido pela Constituição Federal. “Na realidade brasileira, a oferta desse nível de ensino se faz tradicionalmente pela via da educação escolar. Não há, porém, impedimento para que a mesma formação, se assegurada a sua qualidade e o devido acompanhamento pelo Poder Público certificador, seja oferecida no ambiente domiciliar, caso esta seja a opção da família do estudante”, disse.
Segundo o projeto, os alunos do ensino domiciliar estarão sujeitos a avaliação periódica de aprendizagem, nos termos de diretrizes gerais estabelecidas pela União e das respectivas normas locais.
Um projeto parecido com o de Portela já foi rejeitado pela Câmara em 2011.
Convidados
Foram convidados para o debate:
- representante do Ministério da Educação;
- a presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Cleuza Rodrigues Repulho;
- a secretária da Educação e da Qualidade de Ensino do Amazonas, Rossieli Soares da Silva;
- o professor do Departamento de Fundamentos da Educação da Universidade Estadual de Maringá Luiz Carlos Faria da Silva; e
- o doutorando em educação domiciliar na Universidade de São Paulo Edson Prado de Andrade,.
A audiência será realizada às 14h30, em local a definir.
Da Redação
Edição – Natalia Doderlein
Colaboração – Caroline Pompeu
Edição – Natalia Doderlein
Colaboração – Caroline Pompeu
Leia mais sobre o tema: http://educagil.blogspot.com.br/2013/11/educacao-domiciliar-ganha-forca.html
http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/EDUCACAO-E-CULTURA/456695-AUDIENCIA-DISCUTE-PROJETO-QUE-AUTORIZA-O-ENSINO-DOMICILIAR-NO-BRASIL.html
Projeto assegura matrícula em creches para filhos de empregados domésticos
Proposta também garante vaga para filhos de cuidadores de pessoa idosa, doente ou com deficiência.
| Deputado Carlos Sampaio |
A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 5359/13, dos deputados Carlos Sampaio (PSDB-SP) e Eduardo Barbosa (PSDB-MG), que assegura a matrícula em creches públicas aos filhos e dependentes dos empregados domésticos e cuidadores de pessoa idosa, doente ou com deficiência, em todos os municípios brasileiros.
O projeto acrescenta dispositivos à Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB –9.394/96). De acordo com o texto, a medida será válida até a universalização do atendimento em creches no País.
Os autores destacam que a Constituição já prevê, como direito dos trabalhadores urbanos e rurais, a assistência gratuita a seus filhos e dependentes desde o nascimento até os 5 anos de idade, em creches e pré-escolas. Os deputados lembram ainda que a Emenda Constitucional das Domésticas (EC 72/13) assegurou igualdade de direitos trabalhistas entre empregados domésticos e demais trabalhadores urbanos e rurais.
Porém, segundo Sampaio e Barbosa, quando o empregador é uma empresa, ele pode ofertar o atendimento em creche ou adotar o sistema de Reembolso-Creche. “Não podemos, entretanto, criar mais uma onerosidade para o empregador doméstico, que não obtém lucro, como as empresas”, argumentam.
Os autores destacam que a Constituição já prevê, como direito dos trabalhadores urbanos e rurais, a assistência gratuita a seus filhos e dependentes desde o nascimento até os 5 anos de idade, em creches e pré-escolas. Os deputados lembram ainda que a Emenda Constitucional das Domésticas (EC 72/13) assegurou igualdade de direitos trabalhistas entre empregados domésticos e demais trabalhadores urbanos e rurais.
Porém, segundo Sampaio e Barbosa, quando o empregador é uma empresa, ele pode ofertar o atendimento em creche ou adotar o sistema de Reembolso-Creche. “Não podemos, entretanto, criar mais uma onerosidade para o empregador doméstico, que não obtém lucro, como as empresas”, argumentam.
| Deputado Eduardo Barbosa |
Hoje, conforme ressaltam os parlamentares, o município é o ente federativo responsável pela oferta da educação infantil pública. O atendimento da educação infantil se dá em creches, ou entidades equivalentes, para crianças de até 3 anos de idade e em pré-escolas, para as crianças de 4 a 6 anos de idade.
Tramitação
De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Educação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Educação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Íntegra da proposta:
Reportagem – Lara Haje
Edição – Daniella Cronemberger
Edição – Daniella Cronemberger
http://www2.camara.gov.br/camaranoticias/noticias/EDUCACAO-E-CULTURA/456675-PROJETO-ASSEGURA-MATRICULA-EM-CRECHES-PARA-FILHOS-DE-EMPREGADOS-DOMESTICOS.html
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
Escola Pe. Raimundo Pombo promove noite cultural afro-brasileira
| Fotos: EMEB Pe. Raimundo Pombo |
A Escola Municipal de Educação Básica (Emeb) Padre Raimundo Conceição Pombo Moreira da Cruz, do bairro Parque Cuiabá, realiza neste sábado (09), às 19h, uma noite cultural para divulgação do projeto “Pombo África”. O evento será realizado na praça cultural do local e contará com a participação de 14 escolas municipais de Cuiabá.
Segundo a diretora da escola, Márcia Aparecida Pinheiro, o evento terá várias apresentações culturais, como a dança afro-brasileira, além de exposição de trabalhos artesanais realizados pelos próprios alunos. Entre os expostos estarão as bonecas negras confeccionadas com diversos tipos de materiais como a malha, jornal, Cabaça, TNT, EVA, e a galinha de angola feita de cabaça.
“Vamos apresentar à comunidade escolar os trabalhos realizados no decorrer do ano letivo e fechar com culminância de desfile e danças afro”, explicou a diretora.
O projeto Pombo África é de autoria da professora Isabel Garcia de Farias e foi desenvolvido com o objetivo de valorização da comunidade negra, contribuindo para o conhecimento de um Brasil fortemente marcado pela cultura africana.
Criado em 2010, o projeto desenvolve a dança afro-brasileira, danças regionais e artesanatos como recursos pedagógicos. “A intenção é promover a todos os envolvidos uma reflexão sobre a importância das diversas formas de expressar o seu lado artístico e instigar nos alunos um olhar crítico diante do preconceito racial”, observa a professora Isabel Garcia, lembrando que o projeto Pombo África foi criado de acordo com a Lei nº. 10 639/2003.
Fonte: Rosane Brandão
http://www.cuiaba.mt.gov.br/noticias?id=7777
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Veja o IDEB 2011 da EMEB Pe. Pombo
Índice de Desenvolvimento da Educação Básica
| Anos iniciais | 5,2 | = | 0,91 (fluxo) | x | 5,72 (aprendizado) |
http://www.qedu.org.br/escola/253559-emeb-padre-raimundo-conceicao-pombo-moreira-da-cruz/contexto?rede=municipal
http://www.cuiaba.mt.gov.br/noticias?id=7777
Educação integral: Desafio de manter jovem de 15 a 17 anos na escola vai a debate
Que tipo de currículo pode motivar os 3,1 milhões de jovens de 15 a 17 anos, com idade para cursar o ensino médio, mas ainda no ensino fundamental, a continuar estudando? Os caminhos para enfrentar esse problema ou as respostas serão discutidos em seminário promovido pela Secretaria de Educação Básica (SEB) do Ministério da Educação, de segunda-feira, 11, a quarta-feira, 13, na sede do Conselho Nacional de Educação (CNE), em Brasília.
O desafio do MEC, das secretarias de Educação dos estados, Distrito Federal e municípios e de universidades públicas, segundo o coordenador-geral do ensino fundamental da SEB, Ítalo Dutra, é criar currículos diferenciados e atrativos que motivem esses estudantes a concluir o ensino fundamental e a fazer o ensino médio. “Eles não são crianças. São jovens com experiência, que precisam de atendimento escolar motivador para seguir estudando”, afirma.
O trabalho conduzido pela Diretoria de Currículos e Educação Integral da SEB visa a incluir os estudantes de 15 a 17 anos, retidos no ensino fundamental por sucessivas repetências, em escolas com jornada ampliada ou educação integral. Este ano, 2.347 escolas públicas aderiram à ação denominada Mais Educação, destinada a jovens nessa faixa etária. O objetivo principal da iniciativa é orientar a criação de espaços escolares para o protagonismo juvenil.
Até 2012, de acordo com Dutra, a repetência escolar era mais acentuada nos anos iniciais do ensino fundamental, situação que deve ser modificada com o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa, que começou a ser executado em 2013. Para ele, ao alfabetizar todas as crianças até os oitos anos de idade — o objetivo do pacto —, será estancada a distorção idade–série e reduzida de forma significativa a retenção de estudantes nos anos finais, como acontece hoje e é comprovado por dados do Censo Escolar.
O seminário Política de Adequação Idade–Ano Escolar para Jovens de 15 a 17 Anos Retidos no Ensino Fundamental vai reunir em Brasília os coordenadores do programa Mais Educação de todas as unidades da Federação e suas capitais. Participam também 30 estudantes e seus professores e representantes de universidades públicas e das secretarias Nacional da Juventude e de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, ambas da Presidência da República.
Censo — Dados do Censo Escolar de 2012 mostram que, dos 3.102.442 jovens de 15 a 17 anos que cursavam o ensino fundamental naquele ano, 2.593.519 residiam em cidades, contra 508.872 em áreas rurais. No mapa das cinco regiões do país, alguns estados mostram grande concentração de estudantes retidos no ensino fundamental.
Na região Sudeste, São Paulo é o que soma o maior número de jovens em tal situação — 384,6 mil, dos quais 377,6 mil em áreas urbanas, conforme a tabela. No Nordeste, a Bahia tem 325,2 mil alunos com 15 a 17 anos ainda no ensino fundamental (237,2 mil em áreas urbanas). Na região Norte, o Pará aparece com 201,7 mil nessa situação (128,8 mil em áreas urbanas). No Sul, o Rio Grande do Sul é o estado com mais alunos nessa condição. São 155,9 mil (138,3 mil nas áreas urbanas). No Centro-Oeste, Goiás tem 89,9 mil desses estudantes (85,5 mil em áreas urbanas).
Ionice Lorenzoni
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=19231
Relator quer responsabilizar gestores que descumprirem Plano Nacional de Educação
| Senador Alvaro Dias (PSDB-PR) relator do PNE na Comissão |
Apesar de admitir eventuais resistências no Congresso, o relator do Plano Nacional de Educação (PLC 103/2012) na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), senador Alvaro Dias (PSDB-PR), tem a ambição de transformá-lo em Estatuto da Responsabilidade Educacional. Esse anseio voltou a ser compartilhado nesta quinta-feira (7), durante a sétima e última audiência pública da comissão sobre o assunto, presidida pelo senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP). Alvaro Dias deve começar a elaborar seu parecer à proposta na próxima semana.
– Definir que vamos repassar 10% do PIB [Produto Interno Bruto] para a educação, e não responsabilizar ninguém se isso não ocorrer, é apresentar ao país uma farsa. É preciso ver o que poderíamos fazer em relação aos gestores na União, nos estados e municípios pelo não cumprimento das metas estabelecidas – argumentou Alvaro Dias.
Para o professor Naercio Menezes Filho, coordenador do Centro de Políticas Públicas do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), não será tarefa fácil impor a responsabilização dos gestores públicos pelo descumprimento do PNE. Antes de se estabelecer punições, ele considera necessário definir como será mensurado o cumprimento das metas.
– Vai ser difícil penalizar prefeitos e governadores com algumas metas muito ambiciosas e outras muito fáceis de serem atingidas. Em vez de entrar com penalização, seria melhor transferir mais recursos para estados que atingirem as metas. Isso funciona como incentivo para os estados progredirem mais – sugeriu Naércio Menezes.
O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) discordou da proposta de se repassar cada vez mais recursos para os estados cumpridores das metas do PNE. Em vez disso, ou da simples punição de gestores omissos, o parlamentar defendeu a intervenção da União onde as ações educacionais previstas não foram realizadas.
– Se punir, sem intervir, as crianças das comunidades com prefeitos ruins para a educação vão ser sacrificadas – ponderou Cristovam.
Inclusão escolar
O relator também criticou, ao lado dos debatedores Naércio Menezes e da educadora Guiomar Mello, o número excessivo de metas (20) estabelecido para o PNE. Guiomar não só reclamou que o plano tem metas demais, como também afirmou que a proposta não oferece mecanismos para sua implementação e avaliação.
– É o vício de querer tudo ao mesmo tempo já – criticou Guiomar Mello, apoiando a sugestão do professor do Insper de se atrelar a distribuição dos recursos da educação ao alcance das metas do PNE.
A educadora teceu comentários ainda sobre a Meta 4 do plano, que estabelece a universalização do atendimento escolar, na rede regular de ensino, para alunos com deficiência de 4 a 17 anos. A exemplo do presidente da CE, senador Cyro Miranda (PSDB-GO), ela discordou da adoção de uma medida radical na área, de forma a desconsiderar o trabalho das escolas especiais e instituições que prestam atendimento educacional especializado, como as Apaes (Associação de Pais e Alunos dos Excepcionais).
- Qualquer posição xiita nesse ponto é extremamente negativa - sustentou Guiomar Mello.
São Paulo amplia séries que reprovarão
O governador de SP, Geraldo Alckmin (PSDB), decidiu aumentar o número de séries em que os estudantes podem ser reprovados nas escolas estaduais, a exemplo do que anunciou o prefeito Fernando Haddad (PT) em julho.
Os detalhes da alteração devem ser divulgados hoje.
Segundo a Folha apurou, a reprovação passará ser possível em três das nove séries do ensino fundamental (3º, 6º e 9º anos), ante duas séries atualmente (5º e 9º).
Há três meses, o prefeito Fernando Haddad (PT) decidiu aumentar de dois para cinco o número de séries com possibilidade de reprovação.
Com a alteração, os tucanos podem neutralizar nas eleições de 2014 o discurso dos petistas de que acabaram com a aprovação automática -nome pejorativo do sistema que prevê reprovação apenas ao final de um ciclo, não ao término de cada série.
Parte dos pais e dos professores entende que a má qualidade do ensino público ocorre principalmente porque os alunos "passam sem saber". Os docentes em especial reclamam que perderam a autoridade nas aulas.
O modelo, porém, foi implementado sob a premissa de que cada aluno tem um ritmo de aprendizagem. Além disso, pesquisas mostram que o estudante que reprova tem mais chances de desistir da escola no curto prazo.
CONTRADIÇÃO
As alterações no sistema de reprovação contradizem posições anteriores tanto de tucanos quanto de petistas.
Na rede municipal paulistana, quem adotou o modelo que vigia até este ano foi o próprio PT, na gestão Luiza Erundina, em 1992.
Na rede estadual, foi implementado pelo governador Mario Covas (PSDB), em 1998.
Essa contradição já causou desconforto em educadores tucanos. Dois ex-gestores da Secretaria da Educação em governos do PSDB reclamaram das alterações, em conversas com a Folha -ambos pediram anonimato.
Os dois chamaram a medida de "populista" e reclamaram que não houve discussões no Conselho Estadual de Educação -órgão consultivo da Secretaria da Educação.
A pasta afirmou que as mudanças surgiram a partir de mais de 70 encontros do secretário Herman Voorwald com educadores, desde 2011.
MOTIVAÇÃO
A secretaria disse ainda que não poderia explicar o porquê da alteração antes do anúncio oficial.
Segundo a Folha apurou, a sustentação do governo será a de que, ao antecipar a possibilidade de reprovação, vai demorar menos para detectar os alunos com extrema dificuldade de aprendizagem -e para ajudá-los.
Autismo pode ser identificado nos primeiros meses de vida, diz estudo
Helen Briggs
Da BBC News
Uma pesquisa conduzida por cientistas americanos sugere que o autismo, disfunção que afeta a capacidade de socialização do indivíduo, pode ser identificado em bebês com até dois meses de vida.
| Criança saudável passa por teste para detectar autismo |
Os estudiosos analisaram o olhar das crianças, do nascimento até os três anos, em direção aos rostos de outras pessoas .
A pesquisa, publicada na Nature, aumentou as esperanças de que o autismo seja tratado mais precocemente, afirmou um cientista britânico.Eles descobriram que as crianças posteriormente diagnosticadas com autismo mantinham, um contato visual reduzido – uma das marcas do transtorno – nos primeiros meses de vida.
No estudo, pesquisadores liderados pela Escola de Medicina da Emory University em Atlanta, nos Estados Unidos, usaram uma tecnologia de rastreamento visual para medir a forma como os bebês olhavam e respondiam a estímulos sociais.
Eles concluíram que as crianças posteriormente diagnosticadas com autismo mostraram um declínio gradativo na capacidade de manter um contato visual constante com os olhos de outras pessoas a partir da idade de dois meses, quando começaram a assistir vídeos de interações humanas.
O coordenador da pesquisa, Warren Jones, disse à BBC News que foi a primeira vez que "foi possível detectar alguns sinais de autismo nos primeiros meses de vida".
"Estes são os primeiros sinais de autismo já observados".
Metodologia
O estudo acompanhou 59 crianças que tinham um alto risco de autismo por terem irmãos com a doença, e 51 crianças de baixo risco.
Treze das crianças (11 meninos e duas meninas) foram diagnosticadas com transtornos do espectro do autismo - uma série de distúrbios que inclui o autismo e síndrome de Asperger.
Os pesquisadores, então, voltaram a observar os dados de rastreamento ocular dos pacientes e fizeram uma descoberta surpreendente.
Jones acrescentou, entretanto, que tal quadro só pode ser observado com tecnologia sofisticada e não seria visível para os pais.
Para Deborah Riby, do departamento de psicologia da Universidade de Durham, o estudo proporcionou uma análise sobre o tempo de atenção social, atípica em crianças que tendem a desenvolver autismo.
"Esses marcadores precoces são extremamente importantes para identificar brevemente os primeiros traços de autismo. Dessa forma, temos a capacidade de aprimorar o tratamento", disse Riby.
Mais pesquisas
Caroline Hattersley, diretora de informação, aconselhamento e apoio da National Autistic Society, baseada no Reino Unido, disse que a pesquisa foi "baseada em uma amostra muito pequena e precisa ser replicada em uma escala muito maior antes de podermos tirar quaisquer conclusões concretas".
"O autismo é um transtorno muito complexo", disse.
"Não há duas pessoas com autismo que são iguais, e por isso é necessária uma abordagem holística para o diagnóstico, que leve em conta todos os aspectos do comportamento de um indivíduo. Uma abordagem mais abrangente permite que todas as necessidades do pacientes sejam identificadas".
"É vital que todas as pessoas com autismo possam ter acesso a um diagnóstico, pois isso pode ser a chave para uma recuperação mais rápida", concluiu.
A pesquisa foi feita em parceria com o Marcus Autism Center e o Children's Healthcare of Atlanta.
Entenda o autismo
O autismo e a Síndrome de Asperger fazem parte de uma série de transtornos conhecidos como desordens do espectro autista (DEA).
Elas surgem na infância e permanecem durante toda a idade adulta.
O transtorno é marcado por três características principais, incluindo a inabilidade para interagir socialmente, dificuldade no domínio da linguagem para comunicar-se ou lidar com jogos simbólicos e padrão de comportamento restritivo e repetitivo.
Bolsa-família: Frequência tem acompanhamento de 90,8% em agosto e setembro
A Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação registrou o maior percentual de acompanhamento de frequência escolar do programa Bolsa-Família desde que o processo passou a ser informatizado. O índice chegou a 90,8% nos meses de agosto e setembro deste ano. É monitorada a frequência de adolescentes e jovens de 6 a 17 anos em situação pobreza e de extrema pobreza beneficiários do programa.
Para a família receber o benefício, os filhos entre 6 e 15 anos devem estar matriculados em escola pública de educação básica. A condição inclui o esforço para que crianças e adolescentes não apenas sejam matriculados, mas mantenham frequência mínima de 85% da carga horária — o patamar exigido na rede de ensino é de 75%, mesmo percentual mínimo para estudantes de 16 e 17 anos. Esse acompanhamento é feito bimestralmente, em parceria com as áreas de educação dos estados, municípios e do Distrito Federal, em cinco períodos: fevereiro e março; abril e maio; junho e julho; agosto e setembro e outubro e novembro.
O acompanhamento da frequência escolar de agosto e setembro últimos abrangeu 17.529.670 estudantes na faixa etária de 6 a 17 anos. Desse total, 15.923.854 (90,8%) tiveram a frequência monitorada e registrada no Sistema de Informação do Acompanhamento da Frequência Escolar (Sistema Presença). Não houve registro de outros 1.605.816 (9,2%).
Apenas sete municípios deixaram de efetuar registros no sistema e um efetuou em percentual inferior a 20% do total de beneficiários. Também foi constatada a redução do número de beneficiários não localizados nas escolas. Em junho e julho, o número desses beneficiários era de 2.000.183 (11,3% do total). Em agosto e setembro, o percentual atingiu 6,4% (1.124.395). A taxa bruta de informações obtidas também foi maior em relação ao período anterior — passou de 86,1% para 90,8%.
Dos 17,5 milhões de beneficiários da Bolsa-Família, 15.078.421 (94,69%) tiveram a frequência mínima obrigatória em agosto e setembro.
Assessoria de Comunicação Social
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=19227
Policiais garantirão segurança às escolas e creches
Do G1 MT
O projeto que cria a Secretaria Municipal de Apoio à Segurança Pública foi aprovado pela Câmara de Vereadores de Cuiabá nesta quinta-feira (7). A proposta, de autoria do Executivo, deve seguir para a sanção do próprio prefeito da capital, Mauro Mendes (PSB). À princípio, os policiais que vão atuar nas portas das escolas, em eventos com grande público e feiras livres, segundo a prefeitura municipal. A implantação da pasta é uma das propostas de campanha de Mendes.
O efetivo deverá fazer a segurança de 92 escolas municipais, 50 creches e 53 feiras livres existentes hoje em Cuiabá. Após a sanção do projeto, o prefeito irá nomear um secretário para responder pela pasta, além de sete comissionados para exercer cargos de coordenação e assessoria.Deverão ser contratados para atuar na secretaria policiais militares do estado, porém, durante o horário de folga. Desse modo, o policial militar, de soldado a capitão, que trabalha num plantão de 12 horas tem direito a 36 horas de folga e, dentro dessas 36 horas, pode trabalhar por mais seis horas e receber uma renda extra. Nos casos em que servir à prefeitura, essa 'renda extra' será paga pela administração municipal.
A nova secretaria irá utilizar o orçamento da antiga Secretaria Municipal de Juventude, que está sendo incorporada pela Secretaria de Esportes e Cidadania, a qual passará a se chamar Secretaria Municipal de Esportes, Cidadania e Juventude, conforme a prefeitura.
Em entrevista ao MTTV 1ª Edição, quando ainda concorria ao cargo de prefeito, nas eleições do ano passado, Mauro Mendes declarou que a segurança pública também deveria ser responsabilidade do município e, por isso, se eleito, iria firmar um convênio com a Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp) para que os policiais pudessem prestar serviço ao município durante o período de folga. Argumentou à época que seria mais interessante contar com policiais que já atuam na área, pois já conhecem a cidade e sabem como combater crimes.
http://g1.globo.com/mato-grosso/noticia/2013/11/aprovada-criacao-de-secretaria-municipal-de-seguranca-em-cuiaba.html
Bullying: vídeo mostra garoto sendo trancado em lixeira de escola
07/11/2013 14h14
Renée Le Campion
Renée Le Campion
O vídeo de um garoto sendo trancado em uma lixeira da Escola Municipal Nossa Senhora Divina Pastora, no município de Junqueiro, distante 113 km de Maceió, tem tido repercussão nas redes sociais. As imagens, publicadas no início do mês, mostram três garotos de 16 anos prendendo um menino mais novo, identificado pelas iniciais J.C., de 13 anos, em uma lixeira de ferro. Confira o vídeo:
Durante quase um minuto, o garoto é impedido de sair. Em meio aos risos dos colegas, ele repete várias vezes: “Sai daê, bicho, oxe”. Um adolescente dispara: “Ei, o cara vai chorar, bicho”. Mas, a ação continua e outro garoto pede que “as meninas venham logo” ver a cena. Um pouco depois, ele é liberado.
O diretor-adjunto da escola, Zuenir Benigno, classificou a ação como uma “brincadeira de mau gosto”. “Não entendemos isso como bullying. Foi uma brincadeira entre meninos, que acabaram se excedendo, mas o J. C. não vinha passando por este tipo de provocação antes”, disse.
Ainda segundo o diretor, todos os adolescentes e pais dos envolvidos foram ouvidos pela direção, que se reúne nesta quinta-feira (7) com o conselho escolar para definir quais medidas serão adotadas, e se os alunos sofrerão algum tipo de punição.
“Nós tivemos conhecimento do fato na última sexta-feira e tomamos providências de imediato. O rapaz que prendeu o menino, inclusive, pediu desculpas no Facebook e disse estar arrependido. Nossa escola é pacata e tem problemas rotineiros, mas nunca havia chegado a esse ponto”, finalizou.
Escola já fez campanha anti-bullying
Em agosto do ano passado, a instituição de ensino realizou o projeto “Diga não ao bullying, sim à paz”, segundo matéria publicada no blog da Escola Municipal Nossa Senhora Divina Pastora. Durante uma palestra, o gestor da escola, professor Luís Costa de Lima, disse que “o momento é de preocupação pedagógica e que, a despeito da dificuldade do processo, a escola tem empenhado no cumprimento do seu dever de promover a formação cidadã dos seus alunos”.
Seguridade Social rejeita obrigatoriedade de giz antialérgico nas escolas
A Comissão de Seguridade Social e Família rejeitou proposta que obriga o uso de giz antialérgico nas escolas públicas e privadas. A medida está prevista no Projeto de Lei 617/11, do deputado Marco Tebaldi (PSDB-SC).
O autor argumenta que o giz convencional é causador de processos alérgicos, como rinites e dermatites, o que resulta em afastamento de professores e alunos.
Mas o relator, deputado Mandetta (DEM-MS), defende que as escolas precisam ter autonomia para decidir sobre o seu material escolar no caso concreto e defende que o efeito do giz pode ser mitigado, por exemplo, por salas de aulas mais ventiladas.
Mas o relator, deputado Mandetta (DEM-MS), defende que as escolas precisam ter autonomia para decidir sobre o seu material escolar no caso concreto e defende que o efeito do giz pode ser mitigado, por exemplo, por salas de aulas mais ventiladas.
Autonomia das escolas
“A solução para tal problema está na autonomia das escolas de reconhecer essas situações e realizar as devidas modificações para adequar suas realidades, além de utilizar medidas como ambientes ventilados, salas limpas, evitar carpetes e cortinas nas salas”, afirmou Mandetta.
“A solução para tal problema está na autonomia das escolas de reconhecer essas situações e realizar as devidas modificações para adequar suas realidades, além de utilizar medidas como ambientes ventilados, salas limpas, evitar carpetes e cortinas nas salas”, afirmou Mandetta.
Ele disse ainda que ao obrigar a compra de produtos antialérgicos, além de encarecer o custo do material, é possível que as licitações passem a ser fraudadas. “Ao definir característica antialérgica ao produto, poderemos estar direcionando processos licitatórios sob um falso argumento de prevenção à saúde”, argumentou.
Tramitação
O projeto já foi aprovado pela Comissão de Educação e ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Como teve pareceres divergentes, o projeto precisará ser votado pelo Plenário.
O projeto já foi aprovado pela Comissão de Educação e ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Como teve pareceres divergentes, o projeto precisará ser votado pelo Plenário.
Íntegra da proposta:
Reportagem – Carol Siqueira
Edição – Newton Araújo
Edição – Newton Araújo
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