quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Um restaurante chamado escola

Artigo

Está em discussão na Câmara Federal um Projeto de Lei  de autoria do Dep. Carlos Souza (PSD-AM) que amplia para três as refeições servidas em cada turno escolar. Sim, não apenas uma refeição como está estabelecido pela  Lei 11.947/2009. 

De acordo com o Projeto,  o art. 4° da referida Lei teria o acréscimo de um parágrafo e  passaria à seguinte redação:

Art. 4º O Programa Nacional de Alimentação Escolar - PNAE tem por objetivo contribuir para o crescimento e o desenvolvimento biopsicossocial, a aprendizagem, o rendimento escolar e a formação de hábitos alimentares saudáveis dos alunos, por meio de ações de educação alimentar e nutricional e da oferta de refeições que cubram as suas necessidades nutricionais durante o período letivo (grifos meus).

Parágrafo único. Serão ofertadas, no mínimo, três refeições diárias, por turno escolar, aos beneficiários do PNAE.  

De acordo com o Parlamentar sua proposição “objetiva permitir aos alunos que frequentem a escola no período matutino usufruírem de café da manhã, lanche e almoço e, aos alunos que frequentem a escola no período vespertino usufruírem de lanche da tarde e jantar”.


O FNDE, responsável pelo financiamento do Programa Nacional de Alimentação Escolar, tem orçado para 2013, R$3,5 bilhões para beneficiar 43 milhões de estudantes da educação básica, inclusive jovens e adultos.

Atualmente, o valor repassado pela União a estados e municípios por dia letivo para cada aluno é definido de acordo com a etapa de ensino:
·        Creches – R$ 1
·        Pré-escola – R$ 0,50
·        Escolas indígenas e quilombolas – R$ 0,60
·        Ensino fundamental, médio e educação de jovens e adultos – R$ 0,30
·        Ensino integral (Mais Educação) – R$ 0,90

Cabe ressaltar que além desses valores repassados pelo FNDE, o Município de Cuiabá complementa com recursos próprios, de forma a se alcançar para o ensino fundamental o valor de R$ 1 a refeição. O orçado para 2013 é de R$ 11,1 milhões, sendo R$ 5,7 milhões de recursos próprios e 5,4 milhões de repasses da União. O previsto no orçamento de Cuiabá para 2014 é de R$ 11,8 milhões, sendo 6,9 milhões de recursos próprios e R$ 4,8 milhões de repasse da união.

Na rede municipal são servidas diariamente 68 mil refeições para os 48 mil alunos das 144 unidades escolares (creches, cmeis e escolas).  

Tendo como foco o ensino fundamental, já que nas creches já são servidas mais que uma refeição, o que o Parlamentar deve informar é: 

Quanto custará para os cofres públicos servir mais essas outras refeições? Qual a fonte de financiamento? Durante o período letivo o aluno consome tanta energia que requer essas refeições? Quanto tempo será suprimido do tempo pedagógico, já que em muitas unidades as refeições são servidas na sala de aula? 

Deputado Carlos Souza, que é professor, deve responder essas perguntas. Quem quiser escrever para ele, basta clicar no link para abrir a página dele na Câmara.


Mas acima de tudo temos que responder: 

Qual é mesmo a função da escola?

Gilberto Fraga


quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Juíza determina que creches de Cuiabá funcionem durante o recesso

Determinação é para que o atendimento seja feito entre dezembro e janeiro.
Atualmente mais de 18 mil crianças estão matriculadas nas creches da capital.


Juíza Gleide Bispo Santos
Kelly MartinsDo G1 MT
A Justiça determinou que o estado e o município de Cuiabá mantenham as creches públicas funcionando durante o período de recesso escolar, entre os meses de dezembro e janeiro de 2014. A decisão é da juíza Gleide Bispo Santos que estipulou o prazo de 45 dias para que seja encaminhado por eles o cronograma de funcionando das creches, sob pena de multa no valor de R$ 15 mil por cada dia de atraso. Após o período, segundo a magistrada, a multa será de R$ 30 mil por dia.


Ao G1, a Secretaria Estadual de Educação (Seduc) informou que vai acatar a decisão e que deverá desenvolver um cronograma especial no período de recesso. Já a Prefeitura Municipal disse que não foi notificada da decisão e que só vai se manifestar após conhecimento da ação. Atualmente a capital conta com 50 creches municipais e ao menos 18.917 alunos estão matriculados, conforme a prefeitura. Outras duas creches são administradas pelo governo e ao todo contam com 400 crianças.
A ação civil pública foi interposta pela Defensoria Pública do Estado. A defensora Hélleny Araújo argumenta que em duas oportunidades do ano, sendo em julho e janeiro, as mães encontravam-se sem lugar para deixar os filhos por conta do recesso. “O que, muitas vezes, acaba prejudicando a continuidade do trabalho e fazendo com que a família passe por privações”, pontuou.
Ainda conforme a defensora, é notório que as pessoas em questão possuem renda baixa, sendo impossível ter como alternativas creches particulares ou babás, pois geralmente o que ganham é insuficiente até mesmo para alimentação, vestuário e saúde.

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Acrescento para discussão  Parecer do CNE homologado pelo MEC  que garante o período de recesso e férias às creches.

Veja  trecho do referido Parecer:

4. Portanto, necessidades de atendimento a crianças em dias ou horários que não coincidam com o período de atividades educacionais previsto no calendário escolar das instituições por elas frequentadas, deverão ser equacionadas segundo os critérios próprios da assistência social e de outras políticas sociais, como saúde, cultura, esportes e lazer, em instituições especializadas na prestação desse tipo de serviços, e, na falta ou insuficiência destas instituições, nas próprias instalações das creches e pré-escolas, mediante o emprego de profissionais, equipamentos, métodos, técnicas e programas adequados a essas finalidades, devendo tais instituições atuar de forma articulada com as instituições educacionais.

MEC disponibiliza Guia de Tecnologias Educacionais

O Guia de Tecnologias Educacionais da Educação Integral e Integrada e da Articulação da Escola com seu Território está disponível on-line. Com o documento, produzido pela Secretaria de Educação Básica (SEB), o MEC oferece aos sistemas e redes de ensino uma ferramenta de auxílio na hora de adquirir ou adotar tecnologias educacionais capazes de melhorar a qualidade da educação brasileira.

As tecnologias apresentadas no guia foram submetidas a rigoroso e criterioso processo de avaliação. A Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) foi a instituição responsável pela coordenação desse processo. Representantes de universidades de todo o país, conhecedores da realidade educacional de cada região geográfica, atuaram como avaliadores. Os tipos de tecnologia foram selecionados por pesquisadores, instituições diversas, organizações não governamentais e empresas do país.

As tecnologias que integram o guia foram divididas nas áreas de acompanhamento pedagógico, comunicação e uso de mídias, cultura digital, cultura e artes, educação econômica, direitos humanos em educação, educação ambiental, esporte e lazer, investigação no campo da ciência da natureza e produção da saúde.

Segundo a diretora de formulação de conteúdos educacionais da SEB, Mônica Gardelli, o documento compreende tecnologias diversas. “Se essas tecnologias estão no guia é porque trazem uma contribuição para a aprendizagem daquele tema” salientou. Para ela, as contribuições são feitas de forma a proporcionar a melhoria da qualidade da educação, especialmente no campo da educação integral e integrada.

Guia de Tecnologias Educacionais da Educação Integral e Integrada e da Articulação da Escola com seu Território está disponível para consultas na página do Ministério da Educação na internet e no Portal do Professor.

Ana Júlia Silva de Souza
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=19221:guia-contem-orientacoes-sobre-adocao-de-tecnologias-no-ensino&catid=211&Itemid=86

Senadores apresentam posição moderada sobre inclusão escolar

Simone Franco
Uma escola não exclui a outra. Dita pelo vice-presidente da Federação Nacional das Apaes (Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais), José Turozi, esta frase resumiu - na avaliação do senador Alvaro Dias (PSDB-PR) - a essência de debate travado na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), nesta terça-feira (5), sobre a Meta 4 (universalização da inclusão escolar de alunos com deficiência) do Plano Nacional de Educação (PLC 103/2012).
- É preciso valorizar o ensino especial e estimular a inclusão de pessoas que desejam e podem ser incluídas - argumentou Alvaro Dias, relator da proposta na CE.
Embora ainda não tenha fechado questão sobre a melhor forma de escolarizar a população com deficiência, ele está convencido de que a opinião da família sobre a inserção destes alunos em classes comuns do ensino regular precisa ser considerada. Outra preocupação sua é agregar, ao texto do PNE, uma espécie de "lei da responsabilidade educacional", impondo punições em caso de descumprimento das metas fixadas no plano.
Risco de exclusão
Diante da polêmica suscitada entre os defensores da inclusão escolar exclusiva e os de sua compatibilização com o ensino especial, os senadores pelo Distrito Federal Cristovam Buarque (PDT) e Rodrigo Rollemberg (PSB) fizeram um apelo pela "despolitização" do debate sobre a Meta 4 do PNE.
- A inclusão tem papel importante sob o ponto de vista da socialização das crianças. Mas a [educação] inclusiva só não prepara a criança para enfrentar a convivência pós-escola - advertiu Cristovam.
Rollemberg se disse favorável à inclusão escolar, mas observou que a maioria das escolas ainda não está preparada para atender a todos os tipos de deficiência, o que pode gerar um grande processo de exclusão.
Temos que investir nas escolas inclusivas, esse é o modelo correto, na qualificação dos professores, na acessibilidade, mas não podemos, de forma radical e de uma vez, retirar a liberdade de escolha [das famílias] - defendeu Rollemberg.
Posição de moderação foi apresentada ainda pelo senador Lindbergh Farias (PT-RJ), que presidiu Subcomissão sobre Direitos das Pessoas com Deficiência e é pai de uma menina com síndrome de Down.
- Meu conselho é: bota na escola regular. Mas, como presidente da comissão, aprendi que também há especificidades - reconheceu Lindbergh, lembrando que, ao contrário dele, o senador Wellington Dias (PT-PI) tentou, mais não conseguiu, incluir sua filha com autismo na rede regular de ensino.
Debate
Os senadores Eduardo Suplicy (PT-SP), Inácio Arruda (PCdoB-CE) e Osvaldo Sobrinho (PTB-MT) também endossaram o movimento do poder público pela inclusão escolar de alunos com deficiência. A secretária de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão do Ministério da Educação, Macaé Maria Evaristo dos Santos, afirmou a posição - em sintonia com a redação da Meta 4 feita pela Câmara - de que o sistema inclusivo deve não só garantir a todos o direito de inserção nas escolas comuns, mas também o atendimento educacional especializado a alunos com deficiência.
- A posição do ministério é garantir que o PNE seja o reflexo da Convenção dos Direitos da Pessoa com Deficiência e que a gente não recue [na inclusão escolar] - reforçou Macaé.
Mais um debate sobre o PNE será realizado pela CE nesta quinta-feira (7), devendo contar com a presença de Naércio Menezes Filho, representante do Instituto de Ensino e Pesquisa; Gustavo Ioschpe, especialista em educação; e da educadora Guiomar de Melo. Na próxima semana, Alvaro Dias deverá inciar a elaboração de seu relatório ao PLC 103/2012.

Agência Senado


http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/2013/11/05/senadores-apresentam-posicao-moderada-sobre-inclusao-escolar

Extrato do Fundeb para Cuiabá, outubro 2013

Extrato de repasses de recursos do FUNDEB para Secretaria Educação de Cuiabá/Outubro 2013
TOTAISORIGEM ITRR$ 538.483,57 C
ORIGEM IPVAR$ 124.384,87 C
ORIGEM ITCMDR$ 87.183,95 C
ORIGEM IPI-EXPR$ 62.526,80 C
ORIGEM ICMS ESTR$ 6.536.883,60 C
ORIGEM ICMS-ESTR$ 2.078.699,81 C
ORIGEM FPER$ 1.344.368,36 C
ORIGEM FPMR$ 1.124.220,57 C
ORIGEM LEI87/96R$ 41.238,40 C
ORIGEM IPVR$ 108.565,97 C
DEBITO FUNDOR$ 0,00 D

CREDITO FUNDOR$ 12.046.555,90 
Fonte: Banco do Brasil



Total de repasses de 
janeiro a outubro 

R$104.809.924,24

Educação infantil em discussão pelos países do MERCOSUL

Começou na terça-feira, dia 05/10/2013, às 9h, no auditório da CAPES, em Brasília, o Seminário Internacional Políticas Públicas para a Educação Infantil no MERCOSUL. Promovido pela UNESCO no Brasil e pelo Ministério da Educação (MEC), o seminário visa discutir as experiências legislativas dos países do MERCOSUL com relação à educação infantil e às possibilidades de se construir princípios e parâmetros para a educação na primeira infância em todo o bloco. Estarão presentes autoridades de todos os países membros do MERCOSUL, além de especialistas nacionais e internacionais.
O seminário foi proposto no âmbito das discussões do setor educacional do bloco, sobretudo, em decorrência dos debates do Grupo de Trabalho de Educação Infantil. Nele, haverá também a apresentação do resultado da pesquisa, “Educação infantil nos países do MERCOSUL: análise comparativa da legislação”, desenvolvida em parceria da UNESCO no Brasil e o MEC. A pesquisa buscou analisar, comparativamente, os dispositivos legais que determinam e balizam as políticas públicas de educação infantil no conjunto de países que integram o bloco.
Entre as temáticas propostas pelo seminário estão os desafios para a implementação de políticas públicas na área e a troca de experiências dos países para a inclusão e a diversidade na educação primária.
 Espera-se que o encontro entre pesquisadores, ministros de Educação dos países do MERCOSUL e professores convidados contribua com o processo de universalização da pré-escola e com a ampliação da atenção às crianças de 0 a 5 anos, por meio da socialização da legislação de todos os países, entre outras ações. Estimulando a mobilidade, o intercâmbio e a formação de uma identidade e cidadania regional, o objetivo é alcançar também, uma educação de qualidade para todos, com atenção especial voltada aos setores mais vulneráveis.

Local: Auditório da CAPES, no SBN Quadra 2 - Lote 6, Bloco L - Edifício CAPES, Brasília, DF
Data: 5 e 6 de novembro, das 9h às 16h30



Mais informações:
UNESCO no Brasil - gcomunicacao(at)unesco.org.br 
Ana Lúcia Guimarães, (61)2106-3536, (61) 9966-3287, a.guimaraes(at)unesco.org 
Roberta Pinheiro, (61) 2106-3538, roberta.pinheiro(at)unesco.org.br
http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/about-this-office/single-view/news/early_childhood_education_is_discussed_by_mercosur_countries/#.UnlC6XDBMtI

‘Só dinheiro não garante ensino de qualidade’, diz economista professor de Harvard

Richard Murnane

MARCELLE RIBEIRO

Para Richard Murnane, se professores não dispõem do conhecimento necessário, dar incentivos financeiros a eles não adianta


RIO - Para o economista Richard Murnane, professor da Universidade de Harvard, melhorar a Educação não é uma questão apenas de ter dinheiro, mas de saber como usá-lo. Se os professores não dispõem do conhecimento necessário, dar incentivos financeiros a eles não vai adiantar, diz. Murnane, que esteve no Brasil para um seminário do Instituto Alfa e Beto, e é coautor de um livro sobre desigualdade de renda e educação, afirma que famílias mais ricas investem mais nos filhos.

O GLOBO - Uma pesquisa sua e de Greg Duncan mostra que as diferenças nos resultados de Matemática e leitura de crianças de baixa renda e de renda alta nos Estados Unidos são maiores hoje que antigamente. Por quê?
RICHARD MURNANE - Isso é correto, mas não significa que os resultados das crianças de baixa renda tenham caído. Eles melhoraram, modestamente. O problema é que as conquistas dos alunos de famílias de classes mais altas melhoraram muito mais. A explicação está em parte relacionada às consequências das crescentes desigualdades de renda nos Estados Unidos. Todas as famílias fazem o seu melhor para cuidar dos filhos. O que as de renda alta perceberam é que a melhor maneira de cuidar dos filhos é investir na educação e nas habilidades deles. Elas apostaram em acampamentos de verão, em tutorias e em uma variedade enorme de atividades para aumentar as chances das suas crianças. E se mudaram para vizinhanças em que outras famílias também têm alta renda. As de baixa renda não conseguiram fazer estes investimentos.

Qual é o tamanho das diferenças de resultados entre crianças de baixa e de alta renda?


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/educacao/so-dinheiro-nao-garante-ensino-de-qualidade-diz-economista-professor-de-harvard-10677198#ixzz2jgZTcijD 

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Instrução Normativa 001/2014



 Instrução Normativa 001/2014
Basta clicar na figura para acessar a Instrução Normativa 001/2014


Vinte e quatro escolas da rede municipal conquistam premiações no Pintando a Copa 2013

Os melhores desenhos do Projeto Pintando a Copa 2013 já foram selecionados e as escolas da rede municipal de Cuiabá foram as que conquistaram o maior número de prêmios. Do total de 46 desenhos premiados, 24 foram para as escolas municipais de Cuiabá.
A solenidade de entrega dos prêmios será na próxima quinta-feira (07) às 9h30 no Palácio Paiaguás, Centro Político Administrativo.
Dois alunos da rede municipal de Cuiabá conquistaram o primeiro lugar no concurso. A aluna Julia Aparecida Arruda da escola Tereza Lobo conquistou o melhor prêmio na modalidade 1° ao 3° ano do Ensino Fundamental e a aluna Emmanuelly Ferreira Martins, da escola Lenine de Campos Póvoas, venceu na modalidade 7° ao 9° ano do Ensino Fundamental.
A premiação foi dividida nas categorias Estudante e Escola. A avaliação da categoria Estudante teve seis modalidades: educação infantil; os três ciclos do ensino fundamental; ensino médio; e EJA (Educação de Jovens e Adultos). Em cada uma dessas modalidades teve premiação para aluno com deficiência.
Na categoria Escola foi selecionado o melhor vídeo documentário, modalidade que consiste no registro de atividades de integração da comunidade escolar com os preparativos da Copa do Mundo.
Além dos dois prêmios de primeiro lugar, as escolas da rede municipal conquistaram na categoria Estudantes três premiações de segundo lugar; quatro de terceiro lugar; quatro de quarto lugar; dois de quinto; e cinco prêmios para alunos com deficiência.
Na categoria Escola a rede municipal levou cinco prêmios do total de dez, sendo um de terceiro lugar e cinco de destaque.
A escola Nossa Senhora Aparecida, do bairro Novo Colorado, foi a que conquistou o maior número de prêmios. Ao todo foram nove premiações. Em seguida vem a escola Tereza Lobo, do bairro Dom Aquino, com cinco prêmios. A escola Jescelino José Reiners, do bairro Novo Horizonte, conquistaram três premiações e a Lenine de Campos, do bairro Jardim União, duas.
As escolas Maria Dimpina Lobo Duarte, Guilhermina de Figueiredo, Ana Tereza Arcos Krause, Padre Raimundo Pombo e Rafael Rueda levaram um prêmio cada.
Os cinco primeiros lugares da categoria estudante serão premiados, respectivamente, com um notebook; um videogame; um tablete de 32 gigas; um smartphone; e uma máquina fotográfica digital.
Na categoria Escola os 10 melhores vídeos selecionados serão premiados com um notebook com Data show, para o primeiro colocado; um Data show para o segundo lugar; o terceiro lugar um notebook. Os demais ganharão uma máquina fotográfica digital.
Os professores cujos alunos ficaram em primeiro lugar serão premiados com uma televisão de LED de 42 polegadas.
Os desenhos e vídeos foram avaliados por uma comissão formada por representantes das Secretarias de Educação do Estado e dos municípios de Cuiabá e Várzea Grande, sob a coordenação do assessor especial da Secopa, Agripino Bonilha. 


http://www.cuiaba.mt.gov.br/noticias?id=7754

Conheça uma escola pública construída em harmonia com a natureza

Construída em 1997 no meio de uma floresta em Seattle, a escola pública Island Wood foi pensada com o objetivo de oferecer às crianças uma série de experiências de educação e cidadania que vão além da sala de aula. O centro de aprendizagem toma como base para o aprendizado a convivência dos alunos com a natureza. Além das lições e atividades tradicionais, são oferecidas aos alunos trilhas, aulas de como cultivar e cozinhar alimentos e outras atividades de integração com a fauna e a flora.
A escola foi fundada pelo casal Debbi e Paul Brainerd, moradores de Bainbridge Island, que fica nas proximidades. Inspirados pelos desejos de aventura e exploração das próprias crianças da região, criaram uma instituição sem fins lucrativos, totalmente integrada à natureza e pensada para passar adiante valores ligados à sustentabilidade e ao respeito ao meio ambiente.

http://catracalivre.com.br/geral/sustentavel/indicacao/seattle-tem-escola-publica-no-meio-da-floresta/

Comissão de Educação aprova dança e teatro como disciplinas obrigatórias

Proposta ainda será analisada pela CCJ.
Dep. Raul Henry (PMDB-PE)
Henry: medida contribuirá para a efetivação do ensino em tempo integral.
A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou proposta que estabelece como disciplinas obrigatórias da educação básica as artes visuais, a dança, a música e o teatro. O texto altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB –9.394/96), que, atualmente, entre os conteúdos relacionados à área artística, prevê a obrigatoriedade somente do ensino da música.
Foi aprovado o substitutivo do relator, deputado Raul Henry (PMDB-PE), ao Projeto de Lei 7032/10, do Senado. O texto original determinava a inclusão da música, das artes plásticas e das artes cênicas no currículo das escolas do ensino fundamental.
Henry lembrou que a LDB já previa o ensino das artes nos currículos da educação básica, mas não especificava quais eram as essas "artes". “Era preciso regulamentar isso”, apontou. Ele disse que optou por deixar explícita na lei as linguagens em que há cursos de formação em licenciatura nas universidades brasileiras. “Essa era uma demandas das faculdades de dança, teatro e artes visuais [artes plásticas, fotografia e cinema, entre outras]”, comentou.
Ensino integral
O relator acrescentou que, no momento em que ganha força a ideia da educação em tempo integral, a valorização curricular das diferentes linguagens artísticas contribuirá para a efetivação desse novo modelo de escola.
Anna Izabel Nunes
Cultura - Dança - Grupo Criandança
Se a proposta virar lei, escolas terão cinco anos para se adaptar ao novo currículo.
Para o professor de música Luciano Mendes, o ensino de variadas artes vai facilitar a assimilação de outros conteúdos, além de manter vivo o lado criativo dos alunos. Ele acredita que a inclusão dessas disciplinas não vai tornar o currículo mais pesado. "O estudo da música e de outras artes na escola não precisa ter o mesmo peso das outras matérias. É possível trabalhar o conteúdo de artes de uma maneira que não seja cansativa para o estudante", declarou.
O texto determina um prazo de cinco anos para que as instituições de ensino se adaptem ao novo currículo.
Tramitação

A proposta, aprovada no último dia 16, ainda será analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).

Íntegra da proposta:

Reportagem – Karla Alessandra
Edição – Marcelo Oliveira



http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/EDUCACAO-E-CULTURA/456284-EDUCACAO-APROVA-DANCA-E-TEATRO-COMO-DISCIPLINAS-OBRIGATORIAS-DO-ENSINO-BASICO.html

“Na escola, a homofobia é escondida pela tolerância mascarada”, diz pesquisadora

Para a socióloga Miriam Abramovay, escolas não sabem combater o preconceito contra homossexuais

A violência nas escolas não é um fenômeno atual. As agressões verbais, físicas, a discriminação e o ciberbullying são situações comuns no ambiente educacional e refletem o que a sociedade machista ainda estabelece como norma: o aluno branco, heterossexual, de classe média e de religião católica que é aceito.
Essa é a opinião de Miriam Abramovay, que coordenou diversas pesquisas da Unesco e atualmente coordena a Área de Juventude e Políticas Públicas da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais.
Ao iG, ela debateu ainda o preconceito e a homofobia dentro do ambiente escolar e a dificuldade das instituições de ensino para lidarem com a questão. Confira a entrevista abaixo.

Divulgação
Socióloga estuda violência escolar

iG: O que é caracterizado como violência escolar? É interessante notar que não é só uma violência, mas muitas. Existe uma violência na escola e também a violência da escola. Sabemos que o espaço da escola não é um oásis, não é um local protegido. Então toda a violência que permeia a sociedade está na escola. Mas ela não só é responsável por reproduzir a violência, mas também produzir a sua própria violência.
Eu costumo separar em duas essas violências: a primeira é a chamada violência dura, que é aquela que vem do tráfico dentro da escola, do aluno que leva arma, causa brigas e morte. É aquela violência que encontramos no código penal. Ela chama muito a atenção, mas ainda não é o tipo de violência principal. É a microviolência que está no cotidiano dos estudantes, que é a agressão verbal, o preconceito e em alguns casos a agressão física.
A escola é um local onde as relações sociais são muito tensas, onde se estabelecem vários tipos de problemas, de contradições. Isso acaba aparecendo através do racismo, do preconceito, da homofobia. Geralmente é o aluno branco, heterossexual, de classe média, de religião católica que é aceito, essa é a norma.
iG: E isso pode contribuir para evasão escolar?
Continue lendo:
http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2013-11-03/na-escola-a-homofobia-e-escondida-pela-tolerancia-mascarada-diz-pesquisadora.html

MEC disponibiliza Manual Operacional da Educação Integral

Os diretores, vice-diretores e coordenadores das 49,4 mil escolas públicas que participam do programa Mais Educação já podem consultar, ler e imprimir o Manual Operacional da Educação Integral. O documento foi elaborado pela diretoria de currículos da Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC para orientar os gestores das escolas sobre o funcionamento do programa.

O manual, que tem 77 páginas, aborda em detalhes todos os pontos do Mais Educação – da legislação aos recursos destinados às escolas, da relação da escola com a comunidade à descrição da importância da música, da leitura, do esporte na formação humana. Relaciona o conjunto das atividades que a escola pode escolher de acordo com sua realidade, número de estudantes ou localização – na área urbana ou no campo. E orienta sobre a exigência do acompanhamento pedagógico que se tornou obrigatório em 2013.

O acompanhamento pedagógico, segundo o coordenador de ações educacionais complementares da SEB, Leandro Fialho, tem peso importante no aprendizado, especialmente em língua portuguesa e matemática. O acompanhamento é o que já se chamou de reforço escolar e de dever de casa, explica Fialho.

Da página 45 à 76, o manual trata da composição dos kits que apoiam as atividades da jornada ampliada ou da educação integral e os recursos que a escola vai receber. No macrocampo denominado comunicação, uso de mídias e cultura digital, a escola tem oito opções. Se escolher, por exemplo, trabalhar com vídeo, o kit deste item é composto por câmera filmadora, estabilizador, ilha de edição, software da área e tripé. O recurso de capital para aquisição dos equipamentos é de R$ 8 mil.

O manual também detalha a forma de adesão ao programa, as etapas de habilitação, a divisão de responsabilidades e tarefas das secretarias de educação de estados e municípios e das escolas, o número mínimo de horas diárias da jornada escolar e da jornada semanal.

Ionice Lorenzoni

Acesse o Manual Operacional da Educação Integral

http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=19212

Alunos a partir de seis anos estudarão língua inglesa

Um projeto-piloto, desenvolvido em parceria entre a Secretaria da Educação de São Paulo e o Ministério da Educação e Cultura da Holanda, implantará este ano o ensino da língua inglesa para 1,5 mil estudantes dos 1°, 2° e 3° anos do ensino fundamental de 10 escolas estaduais de diferentes regiões do Estado. É a primeira vez que o idioma será oferecido para crianças com 6 anos nas escolas estaduais.
Segundo a Secretaria da Educação, será utilizado o método de ensino Early Bird, com assessoria da Universidade de Ciências Aplicadas de Roterdã (RUA). É uma metodologia de ensino diferente, especializada na faixa-etária estipulada como alvo, que trabalha a oralidade sem comprometer a alfabetização. O lançamento do projeto contou com a presença do secretário da Educação, professor Herman Voorwald, e dos 60 educadores da rede estadual que serão os primeiros a oferecer estas aulas de inglês já a partir deste mês.
Os alunos terão aulas duas vezes por semana.  Para os professores, a Secretaria implantou na Escola de Formação e Aperfeiçoamento do Professor (Efap) um curso especializado com duração de uma semana. A abertura da formação nesta segunda-feira teve a participação, por videoconferência direto da Holanda, com o professor Karel Philipsen. Ele é diretor do Centro Early Bird, que inspirou o projeto paulista.
O projeto começa nestas primeiras 10 escolas e no próximo ano letivo, mais 40 unidades de ensino de outras 40 diretorias de ensino oferecerão  as aulas para cerca de 8 mil crianças a partir dos 6 anos.
A parceria com Holanda foi firmada por ser um país referência no ensino do segundo idioma durante a alfabetização.
http://noticias.terra.com.br/educacao/sp-alunos-a-partir-dos-6-anos-terao-aulas-de-ingles-em-escolas-estaduais,5c7a70e5db322410VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html

Ministérios da Educação apontam o que esperam da escola em evento em SP

Representante dos EUA defendeu uso das
tecnologias  para acelerar o aprendizado
Como a tecnologia pode contribuir para a melhoria do aprendizado? Considerada uma pergunta central em quaisquer que sejam os debates sobre inovação em educação, foi esse o questionamento que também permeou as discussões do I Latin America Leadership Summit, realizado pela Bett, reconhecida feira de eventos britânica voltada à tecnologia educacional. O encontro de lideranças ocorreu na quinta-feira e hoje em São Paulo e reuniu palestrantes de mais de 30 países, a maioria deles representantes de ministérios de Educação e governos latino-americanos. Estiveram presentes também autoridades educacionais de Finlândia, Coreia do Sul e Estados Unidos.
Em comum, os mais diversos países compartilharam o que esperam da educação que oferecem daqui para frente. Alguns dos mais bem colocados nos rankings internacionais de qualidade da educação compartilharam seus desafios, que passam por flexibilizar e humanizar o ensino ou melhorar a formação de quem já saiu da escola. Entre os latino-americanos, que ainda não superaram totalmente a discussão da garantia da infraestrutura adequada, já há movimentos que colocam a inovação em sala de aula na pauta.

Veja o relato sobre os países:
http://noticias.terra.com.br/educacao/ministerios-da-educacao-apontam-o-que-esperam-da-escola-em-evento-em-sp,7512553849512410VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html



Declaração para um novo ano

20 para 21  Certamente tivemos que fazer muitas mudanças naquilo que planejamos em 2019. Iniciamos 2020 e uma pandemia nos assolou, fazendo-...